CAPITULO VI – Besáme Sin Miedo (Me Beija Sem Medo)


Alice correspondeu ao beijo com desespero, usando os braços para puxá-lo para mais perto. Consumido pelo desejo, Jasper acariciava o corpo delicado com intimidade crescente, deixando os lábios explorarem a coluna delgada do pescoço, o queixo e o rosto.

- Mostre-me o que sente, Allie. Diga o que esta pensando.

- Acho que estava errada. – as palavras soaram ofegantes.

- Errada... Em que?

- Você é encantador. Tem o poder de enfeitiçar-me.

- Não, pequena. Foi você quem me enfeitiçou. Encantou-me desde a primeira vez em que olhei nos seus olhos.

Alice o encarou chocada. Ninguém jamais a descrevera daquela maneira. Por outro lado, nenhum outro homem a beijara como Jasper. Era um beijo que desafiava a lógica, a razão e análise. Não fazia sentido, mas, ao mesmo tempo, tinha a sensação de que tudo era perfeito.

Incapaz de resistir, aproximou os lábios dos dele para mais um beijo.

Estava encrencada. A situação só poderia levâ-los a um lugar, e não se sentia preparada para isso.

- Por favor... – murmurou. – Temos de parar.

- Por que? A porta está trancada. Ninguém vai nos incomodar.

- Mas não é isto que queremos.

- É exatamente isso que queremos, pequena.

- Tudo bem, então não devemos querer. Nem é esse o objetivo do exercício.

- Exercício? – Jasper repetiu com uma sobrancelha erguida. – Vejo que Alice voltou.

- Receio que sim.

Ele a soltou. Quieto, esperou que ela ajeitasse as roupas e os cabelos. A situação era quase tão íntima quanto as carícias que haviam trocado.

- Espero que o exercício, como você prefere chamar, possa ajudá-la a distinguir-me de Peter.

Seria capaz de lembrar o sabor daqueles lábios para sempre. E não podia permitir que ele a afetasse daquela maneira.

- É um começo...

Mais que um começo, se fosse honesta. Nunca mais confundiria os dois irmãos. Jasper tinha razão. Se continuasse criando cenas como as do elevador, arruinaria tudo que estavam tentando construir. Embora não houvesse compreendido os benefícios de fingirem um romance, Jasper a convencera de algo muito importante. Seu tio ficaria devastado se, logo depois do casamento, tomasse o poder. Um caso de amor no entanto, a ajudaria a salvar certas aparências.

- Essa é a única razão para ter me beijado como fez? Queria encontrar um jeito de distinguir-me de meu irmão? Não... não acredito nisso. Acho que queria mais... Como eu.

Alice balançou a cabeça, tomada por um pânico irracional.

- Não é possível. Não foi isso que combinamos.

- E se mudei de idéia? Você foi prevenida... Sabe que não sou um homem de palavra.

- Não seja ridículo. Sei que é honrado, ou não estaria aqui. Mas... Mudou de idéia?

- Seja honesta, Allie! Acha que poderemos viver juntos por meses inteiros sem levarmos essa situação... A um passo a frente?

- Quer dizer que temos que fazer amor porque é inevitável?

- Não. Devemos fazer amor por que é o que queremos.

Tinha de usar o raciocínio, ou estaria perdida.

- Eu nunca disse que queria fazer amor com você. Nós nos beijamos. Foi... Bom. Fim da historia.

- Bom?

Oh, não! Ele estava furioso outra vez. Os homens eram criaturas sensíveis.

- Tudo bem, foi muito bom. Ótimo. Mas não vejo motivos para transformar um beijo em um evento memorável. Deve ter beijado dezenas de mulheres sem ter sentido necessidade de levá-las para a cama. – tentou ajeitar os óculos, mas eles não estavam sobre seu nariz. – Ou estou enganada?

- Não.

Antes que pudesse antecipar sua intenção, ele a tomou nos braços novamente. O encontro entre os corpos reacendeu o desejo. Devia ser uma reação química. Algo em Jasper, o cheiro da pele, talvez, a afetava de um jeito que não podia explicar, forçando uma resposta elementar, primitiva, desesperada e irracional.

Irresistível.

Tentou recuar. Mas ele a reteve entre os braços e girou o corpo, caindo sobre o sofá e amortecendo seu peso.

- Entregue-se, Allie.

- Não posso. Não imagino o que faria comigo e....

- Eu a acariciaria.

Não podia continuar ouvindo, por maior que fosse a alegria provocada pelo tom sincero da declaração. Tinha de silenciá-lo e só conhecia uma maneira. Por isso, beijou-o, banindo da mente as noções de dever e responsabilidade.

Pela primeira vez na vida queria apenas sentir.

Os lábios flertavam com os botões de sua blusa com suavidade impressionante. Ele a enfeitiçava, encantava e excitava. Depois de abrir sua blusa, Jasper levantou o sutiã, libertando seus seios. O toque das mãos quentes a fez gemer.

- Jasper...

- Sim, pequena. Murmure meu nome. Sinta meu cheiro, meu sabor... Aceite-me dentro de você. Quero deixar minha marca em seu corpo para que nunca mais me confunda com outro homem.

- Eu não poderia... Não depois disto...

- Prefiro ter certeza.

Sentia a ereção poderosa na parte mais íntima de seu corpo. Uma das mãos dele descia lentamente, buscando alcançar o mesmo objetivo. Os dedos ultrapassaram a barreira do tecido transparente da calcinha e tocaram a região quente e úmida. Alice sentiu o coração explodir num grito abafado.

- Chega. – suplicou, deixando a cabeça cai no peito musculoso. – Não posso mais suportar.

- Eu sei. Também sinto que estou perdendo a razão. Agora... Diga que o que sentiu foi bom. Afirme que nosso casamento será apenas um contrato frio e impessoal. Talvez odeie a idéia, mas o que acontece com nós é inevitável. Foi decidido no momento em que entrou neste escritório e me pediu em casamento. Lute, pequena. Lute, se acha que é assim que vai se sentir melhor. Mas a rendição acontecerá. E nem toda lógica ou determinação do mundo poderão mudar nosso destino.

- Não! Nunca me deixei dominar pelas emoções!

- Continue repetindo, e talvez um dia acredite nisso.

- Não preciso acreditar em nada. É você quem tem de entender.

Se não fosse embora depressa, acabaria cedendo sob o peso dos sentimentos que tentava negar. Por isso levantou-se e, chocada com o estado das roupas. Ajeitou uma peça de cada vez com movimentos desajeitados. Nunca antes estivera tão descomposta. Como Jasper havia conseguido? O homem era uma ameaça ao seu equilíbrio.

- A discussão acabou, Sr. Cullen.

- Não. Apenas foi adiada Srta. Brandon. – e levantou-se. Torcendo o nariz ao ouvir um estalo. – Lamento informá-la que cometemos um grave erro quando nos atiramos sobre o sofá.

- Foi você quem se jogou no sofá. Quanto a ter sido um grave erro, não preciso de você para saber disso.

- O que não sabe é que seus óculos estavam sobre uma das almofadas.

- Esqueça. Pelo menos as lentes estão intactas. E vou guardar a armação retorcida para lembrar-me dos erros que devo evitar no futuro.

Pegou os óculos e endireitou os aros da melhor maneira possível antes de equilibrá-los sobre o nariz. Se o sorriso contido de Jasper era uma indicação, devia estar oferecendo uma imagem ridícula. Mas pelo menos recuperara a sensação de profissionalismo.

Jasper passou a mão na cabeça e respirou fundo.

- Sugiro que falemos sobre o presente, já que ele a incomodou a ponto de ter vindo até aqui.

- Ótimo – como pudera esquecer? – Quanto ao presente...

- Não gostou dele?

- Não é isso.

- A cor então?

- Não, não. Gosto daquele branco perolado. É que...

- Comprei o número errado?

- Não!

- Então?

- É o conjunto. Casais de namorados trocam flores, bombons... Por que me mandou uma roupa íntima?

- Edward sempre dava flores a Bella. Ah, e penas.

- Penas?

- Nunca entendi o propósito do presente, mas, sempre que perguntava, eles começavam a rir. Apesar de sempre ter conseguido resultados positivos com suas escolhas, achei melhor não seguir os passos de Edward. Muito menos os de Peter.

- Por que?

- Para que não haja mais dúvidas em sua mente sobre as diferenças entre nós.

- Considere a missão cumprida.

- Pensei em comprar bombons ou rosas vermelhas, mas achei que seria comum demais. Como queremos criar a impressão de um romance tórrido e temos pressa, preferi renda e cetim. Assim ninguém terá duvidas quanto à natureza do nosso relacionamento.

- Nesse ponto tem toda razão.

- Afinal, o que aconteceu quando abriu o presente?

- Fiquei tão assustada, que derrubei a caixa.

- Espere um minuto! Não disse que tinha companhia?

- Três presidentes de três empresas distintas.

Ele riu.

- Aposto que causou uma certa comoção.

- Duvido que ficassem mais surpresas com a presença de uma cobra venenosa na sala.

- E o que você fez?

- Passei cerca de trinta segundos boquiaberta, com os olhos arregalados e o rosto vermelho. Depois recolhi tudo do chão. Ou tentei. Tem idéia de como cetim é escorregadio?

- Sim, tenho uma certa familiaridade com o material. E lamento saber que você não o conhecia tão bem.

- Prefiro algodão.

- Agora eu sei. Vamos pensar no que podemos fazer a respeito disso.

- Não, não vamos. De hoje em diante, guarde seu cetim para você. Entendeu?

- Não sei se vou ficar bem..

- Jasper!

- Está bem, entendi o que você quer. Mas não é isso que vai acontecer. Temos de convencer a todos sobre nosso amor. E estávamos indo muito bem, até você atacar meu irmão.

- Você prometeu acatar minhas orientações.

- Não. Prometi que aceitaria você no comando do casamento, mas ainda estamos no noivado. Encare os fatos, Allie. Agora que anunciou ao mundo que Peter andou enviando roupas íntimas para o seu escritório, vou ter de me esforçar muito mais para dar impressão de que existe um romance entre nós. Não posso permitir que o futuro do nosso relacionamento seja comprometido.

- Bem, qualquer um que me veja neste estado não terá dúvidas sobre o que sinto por você. Olhe só para mim!

- Linda! – e era verdade. Diante dele havia uma mulher vibrante, quente e deliciosa.

- Você me amassou!

- Também estou todo amarrotado. E daí? Além do mais, você fica bem de qualquer jeito.

- É uma questão de opinião.

- Minha opinião é a única que importa.

Alice respirou fundo, traindo uma certa impaciência, mas não persistiu na discussão?

- Chega de presentes indecentes, Jasper. Podemos convencer ao mundo sobre nosso relacionamento sem entupir meu escritório de sutiãs, calcinhas e outras peças sugestivas. E sem amassar minhas roupas.

- Quer presentes tradicionais? Pois bem, você os terá. Quanto a amarrotar suas roupas, lamento, mas pretendo repetir o gesto regularmente. Não é só meu dever, como um prazer.

Não confiava no brilho dos olhos dele. Jasper tramava alguma coisa, e sabia que não gostaria de descobrir o que era. Ou gostaria demais... O que era ainda pior.

- Talvez deva expor suas idéias antes de colocá-las em prática.

- Acho que não.

- Seria mais seguro.

- Cuidado, Allie. Já disse que poderá controlar boa parte de nossa relação, mas para tudo existe um limite. Pode acabar encontrando mais do que procurava.

- Vejamos... Isto não é uma ameaça, mas uma promessa, certo?

- Tem alguma dúvida?

Jasper não havia movido um só músculo, mas ela se sentiu impelida a recuar. A agressividade masculina nunca a incomodara, e lidava com ela há muitos anos. Mas algo naquele homem despertava suas facetas mais femininas. Ele tinha o poder de desapertá-la para a vida, de expô-la com profundidade e clareza espantosas, revelando falhas que gostaria de manter ocultas.

Havia subestimado o poder do homem, tanto no sentido físico quanto no intelectual, era chocante descobrir-se impotente diante de tal força. Esperava que fosse controlada a ponto de dominar essa energia. Porque já descobrira que, uma vez liberada, ela era uma entidade com vida própria, impossível de reprimir.

- Bem, agora que esclarecemos tudo, acho melhor ir embora – anunciou aflita.

- Terminaremos esta nossa conversa Allie. E não será no ambiente de trabalho. Será em um lugar calmo e tranqüilo onde não seremos interrompidos. E não vou desistir enquanto não provar meu ponto de vista.

- Estarei esperando ansiosa. – mentiu, tentando preservar um mínimo de dignidade.

Assim que chegasse ao escritório, anotaria todas as respostas em que havia pensado nos últimos minutos, comentários precisos e astutos que poderia ter feito. Assim estaria preparada para a próxima vez em que Jasper a beijasse até fazê-la perder a razão.

Impaciente, esmurrou o botão do elevador.

- Está com pressa?

Ela se virou e olhou para Jasper com ar furioso.

- Não comece! Não acha que já fez o bastante por hoje?

- Como?

- E não faça essa cara de inocente! - enquanto esperava o elevador, aproveitaria para usar alguns daqueles comentários que pretendia anotar e guardar. – Você parece pensar que só precisa me tocar para me transformar em uma criatura desprovida de vontade. Pois, saiba que está enganado, e vou provar o que digo. – deu um passo para o lado, e agarrou pela gola do paletó e puxou-o para perto do rosto. Depois beijou-o como se aquele fosse seu último gesto em vida. Encerrou o beijo depressa, antes que a reação química pudesse ser disparada. Era impressionante, mas não sentira nada. – Viu? Nada. Nem um suspiro de prazer, nem um arrepio.

- É bom saber disso – anunciou uma voz atrás dela. – Seria horrível se minha futura esposa encontrasse mais prazer nos braços do meu irmão do que nos meus.

Oh, não! De novo não!

Alice olhou para trás e estremeceu. Jasper não parecia muito feliz. De fato, suspeitava de que teriam mais uma discussão, e essa terminaria de maneira bem diferente das anteriores. O elevador chegou, e ao ouvir o sinal sonoro, ela mergulhou na cabine metálica e apertou o botão para o térreo.

- Só tenho uma coisa a dizer, Jasper Cullen – anunciou quando as portas começaram a se fechar.

- Pois eu tenho muitas. Mais de mil!

- Posso imaginar.

- O que tem a me dizer? Fale de uma vez!

Ela riu.

- Fico feliz por não serem trigêmeos!

O presente de Alice chegou no final do dia.

- Não vai abrir? – Peter perguntou ao irmão.

Jasper olhou a caixa com ar desconfiado.

- Sinceramente? Estou com um certo... Receio.

- Acha que ela quer se vingar?

- Sem dúvida.

- Ótimo! Abra a caixa, e vamos nos divertir.

O pacote era maior e mais pesado do que aquele que ele enviara para ela. E fazia um ruído estranho. Curioso, rasgou o papel e levantou a tampa da caixa. Dentro dela havia vários pacotes menores. Ele pegou o primeiro, um objeto retangular e longo. Removeu a embalagem e descobriu uma placa de cobre com seu nome para ser posta em cima da mesa.

Peter riu.

- Bem, é uma solução. Mas, para ser eficiente, vai ter de pendurá-la no pescoço.

- Isso esta se tornando ridículo – Jasper resmungou. – Como posso convencer a todos sobre o nosso romance, se ela vive nos confundindo? E pare de rir! Ela o beijou pensado estar em meus braços. Isso não tem graça nenhuma.

- Foi só um beijo rápido. E ela mesma disse que não sentiu nada.

- E isso deve ser o bastante para me deixar feliz?

- Podia ser pior. E se ela tivesse gostado?

- Charlote teria algo a dizer.

- Oh, mas ela já emitiu sua opinião, mas prefiro não repetir as palavras escolhidas por minha esposa. São... Impróprias para uma senhora casada. Não vai abrir os outros pacotes?

Jasper passou ao segundo presente, um chaveiro de ouro com seu nome gravado. A raiva começou a dar lugar ao bom humor. O terceiro embrulho continha um prendedor de gravatas. Depois encontrou uma caneta, uma pasta e um par de suspensórios, todos com seu nome gravado em grandes letras douradas.

- Parece que Allie tem senso de humor, afinal - reconheceu rindo. E isso o agradava muito. Não saberia viver com uma mulher rabugenta. Kate Denali havia sido uma dose mais do que suficiente.

- Ainda há mais um pacote – Peter apontou, espiando para dentro da caixa.

Jasper removeu a embalagem e riu. O presente era uma cueca com seu nome gravado na parte de trás em grandes letras negras.

- Cem por cento algodão! – exclamou gargalhando. – Uma mulher prática e simples.

- Por acaso pretende retribuir essas pequenas gentilezas?

- É claro que sim – disse, girando a cadeira para olhar para a janela de Alice do outro lado da rua. – Mas não tão depressa. Prometi a Allie que escolheria um presente tradicional e sou um homem de palavra.

Mal podia esperar para ver como sua racional, prática e lógica Alice reagiria.

O presente chegou no final da manhã.

Alice olhou o interior da caixa e foi tomada por uma paixão súbita... Uma resposta perfeitamente racional, prática e lógica para o que via ali. Era o que afirmaria até o último suspiro.


(\NA: Besáme Sim Miedo - RBD)

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Meus amores... Desculpe estar demorando tanto para postar... Mas to CHEIA de coisas para fazer, e ainda tenho uma porrada de coisas para estudar... Prometo tentar postar com mais frequencia, ok?!

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Respondendo reviews:::::

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Raffa '-': esse agarra e briga é MARA... kkkkkkkkk'... que bom que está gostando... mais um post ai... bjos!

Alice Elfa Cullen: acho que se recebo um beijo assim eu já era tbm... kkkkkkk'... que bom que está gostando... bjos!

Thamy88: é pra acompanhar mesmo, viu?? *carinha de brava*... kkkkkkkkkk'... que bom que está gostando... tah ai mais um post... bjos!

tatianne beward: pegado quente essa do Jazz, hein... kkkkkkkkkk'... vai demorar pra ela aprender, ela ainda vai aprontar algumas com essas confusões... que bom que você está gostando... tah ai mais um post... bjos!

MahRathbone: foi mal a demora... tbm amo eles!! são mto fofos *-* .... acho que a explosão é isso mesmo que você imaginou... kkkkkkkkk'... que bom que você está gostando... bjos!

Raquel Cullen: tbm adoro Jazz todo-poderoso... kkkkkkk'... essa coisas de presente ainda vão dar o que falar... que bom que está gostando... bjos!

Milena Fernandes: que bom que você está gostando... não morre não... dexa review... *--*... kkkkkkkkkk'... bjos!

Loveblack Cullen: tbm adoro estilo dominador... kkkkkk'... ela ainda vai passar um pouco de vergonha por causa do Peter e Jazz e todo a confusão que ela faz entre os dois... essa lingirie, ainda vai dar o que falar... beijo pertubador //FATÃO... kkkkkkkkkk'... que bom que você está gostando... bjos!

Mari P.B'b: com certeza ele tem pegada... bem que eu queria uma *sonhando*... ela vai mesmo ter que ser firme... kkkkkk'.... bjos!

Rodrigo Reis: Alisper MARA!!! que bom que está gostando... sem problema, tbm gosto de falar Alisper... bjos!

Lilith Mah Cullen: oie... que bom que você está gostando... tah ai mais um post... bjos! [p.s.: jah te add no Nyah!... vou te deixar reviews dps nas fics, ok!]

Cinthia Sepulveda: oie.. que bom que você está gostando... Jazz tem... muitos irmãos... kkkkkkk'... a os irmãos são: Emmett, Edward, Peter, Paul e Seth... as esposas são Rose, Bella e Charlote... Paul é divorciado e Seth não é casado... tbm tem o pai Carlisle e a falecida Esme... acho que é tudo... alguma dúvida é só perguntar, ok!.... bjos!!