Capítulo 7
Edward viu Isabella, do caminho que vinha da praia. Protegido pelas árvores, ele ficou totalmente imóvel e observou, enquanto ela combatia a vergonha e, depois, expunha os seios ao sol.
O biquíni reduzido mostrava como o corpo dela amadurecia com a gravidez. O seu ventre estava levemente distendido pelo filho deles, seus seios se avolumavam e seus mamilos estavam voluptuosamente rosados. Edward sentiu uma pontada traiçoeira e insistente de desejo. Aquela era uma sensação que ele já conhecia, e que crescera durante as partidas de xadrez. Ele nunca imaginara que a inteligência e a curiosidade de uma mulher fossem afrodisíacas. Nunca teria pensado que o xadrez algum dia pudesse servir como preliminar para o sexo.
Isabella derramou um pouco de protetor solar na palma da mão e espalhou-o sobre o ventre. Os movimentos da mão dela aumentaram a excitação de Edward. Quando ela começou a espalhar suavemente o protetor sobre os seios, ele sentiu a boca ficar seca.
Deus o ajudasse: ele a desejava. Nunca desejara uma mulher daquela maneira e com tamanha intensidade. Antes, sempre fora fácil se apossar do que lhe ofereciam, porque não lhe pediam muito. Mas Isabella não se satisfaria apenas com o seu corpo. Ela precisaria conhecer também sua alma e sua cabeça. Saber disso o deixava feliz e, ao mesmo tempo, perturbado. Sem fazer nenhum esforço, ela mudara o seu ponto de vista. Uma parte dele confiava nela. Isabella nunca seria desatenciosa com ele. Mas Edward também sabia que, por causa da sua família, ele ameaçava a autonomia de Isabella, o controle que ela poderia ter sobre a própria vida e a do bebê.
Prolongando a sua tortura, Edward ficou olhando, enquanto ela acaba de passar o protetor solar e voltava a deitar na espreguiçadeira. A pele de Isabella brilhava. Mesmo a distância, ele via seus mamilos eretos. Era uma ironia que a mulher que ele tanto desejava estivesse grávida de seu filho, sem que ele nunca tivesse feito amor com ela. Mentalmente, ele lhe acariciava o corpo com as mãos e a boca. Sugava-lhe os mamilos e fazia amor com ela, tornando-a sua. Quanto tempo levaria para que a sua imaginação se tornasse realidade?
Naquela noite, Isabella e Edward comeram sanduíches no jantar, e ela se juntou a ele para continuarem a partida de xadrez que já tinham iniciado. Ela deu uma olhada para a pele avermelhada do peito e fez uma careta.
— Sol demais? — perguntou ele.
— Acho que sim. Eu usei protetor solar — murmurou ela.
— Você o aplicou antes de sair?
— Não — admitiu ela.
— Ah — disse ele. — Eu tenho loção de aloe.
— Que bom — falou ela, pensando que, mais tarde, levaria o vidro e aplicaria a loção na privacidade do seu quarto. Edward pegou o vidro em um armário.
— Abra a sua blusa, que eu passo nas suas costas.
Isabella ficou tensa.
— Ah, tudo bem, eu posso fazer isso.
— Bobagem. Você não alcança as suas costas.
— Eu... Não são as minhas costas que estão ardendo.
— Não?
— Não.
— Então, onde está ardendo?
— A parte da frente — disse ela, estendo a mão para pegar o vidro.
Edward afastou o vidro.
— Onde?
Ela ficou envergonhada e mordeu o lábio.
— Eu pensei que seria bom me bronzear sem ficar com as marcas do maiô.
Edward colocou o vidro em cima da mesa e começou a desabotoar a sua blusa. Ela segurou as mãos dele.
— Não, eu...
— Você não confia em mim?
Ela olhou para ele, e o que viu em seus olhos deixou-a com a garganta seca. Tentou dizer alguma coisa, mas não conseguia falar.
— Mais ou menos — conseguiu dizer ela, por fim. Deixando que ele continuasse a desabotoar a sua blusa, Isabella conteve a respiração porque sabia que não estava usando sutiã, e percebia que ele estava olhando para seus seios.
— Nossa, você deveria ter tomado mais cuidado, chérie. — Ele a fez sentar na cama e começou a espalhar a loção de aloe sobre o seu peito, com extremo cuidado.
Isabella fechou os olhos, enquanto seus mamilos endureciam e ela sentia um delicioso latejar entre as coxas.
Aquilo não era sensato, disse ela a si mesma, mas as mãos dele eram macias e a loção refrescava a sua pele. E ela queria mais. Ele demorou mais do que o necessário, massageando seus mamilos, mas, a cada movimento que fazia, ela sentia mais uma onda de excitação.
— Se a sua pele não estivesse tão sensível, eu iria querer lhe tocar os seios com a boca — murmurou Edward.
Sensível ou não, era exatamente o que Isabella queria. O seu coração batia vigorosamente. Todas as partidas de xadrez e os passeios pela praia tinham feito com que ela o conhecesse melhor. Quanto mais aprendia sobre ele, mais desejava saber. Na escuridão da noite, ela costumava se lembrar do beijo que ele lhe dera em sua casa, em Raleigh. Havia várias razões pelas quais não deveria estar sentada naquela cama, com os seios expostos, mas, naquele momento, ela não conseguia se lembrar de nenhuma. Só sabia que desejava que ele a beijasse novamente, que a acariciasse de novo.
Como se tivesse lido sua mente, Edward abaixou a cabeça e passou a língua em sua boca da mesma maneira que ela sabia que ele faria com todo o seu corpo. Enquanto ele se juntava a ela na cama, Isabella se sentia aquecer e florescer com as carícias que ele lhe fazia. Da mesma maneira que fizera mais cedo, quando tirara o maiô, ela esqueceu as inibições e também o beijou, reagindo a sua provocação, enfiando a língua em sua boca.
Ele lhe tocou o seio e murmurou junto a sua boca.
— Você está queimada. Eu não quero machucá-la.
— E não vai — disse ela, sem conter um gemido ao sentir que ele a acariciava, tocando-a com delicada sensualidade e, depois, abaixando a mão até o seu short e descendo-o por suas pernas.
— Desta vez, eu não tenho motivo para parar — advertiu ele, lambendo o seu pescoço.
— Eu sei — disse ela, imaginando por que aquilo lhe parecia certo e, ao mesmo tempo, assustador.
— Toque-me — disse ele baixinho, num tom rouco que fez com que o coração de Isabella acelerasse mais ainda. — Você tocou a minha cabeça e o meu coração. Agora toque o meu corpo.
As palavras ditas, em parte, em tom de comando, em parte, de súplica, a levaram à loucura. Ela rapidamente desabotoou a sua camisa e afastou-a de seus ombros. Passou as mãos pelo seu peito musculoso e desceu-as. Abriu o seu short, puxou-o para baixo e tocou-o intimamente.
Enquanto ele se apossava de sua boca com um beijo ávido, que aumentou a excitação dos dois, Isabella acariciava a sua ereção. Edward deslizou as mãos por entre suas coxas e encontrou-a úmida e excitada.
— Você é tão macia — disse ele, acariciando-a, fazendo com que ela ficasse intumescida como um botão pronto para florescer. Ele abaixou a cabeça e beijou-a ao longo do corpo, até chegar as suas coxas. Beijou-a intimamente e acariciou-a com a língua, levando-a à beira do êxtase.
Isabella engasgou com a rapidez e a força da própria reação. Olhou-o nos olhos e sentiu o corpo ansiando por ele incontrolavelmente.
— Isso estava se anunciando desde antes de eu conhecê-la — disse ele, olhando-a com um ar admirado e um intenso desejo nos olhos.
Ele a fez abrir as pernas e entrou no seu corpo com um movimento firme, mas gentil, que a deixou sem fôlego, fazendo com que ela sentisse uma deliciosa sensação de completude. Isabella instintivamente contraiu o corpo em torno dele. Edward fechou os olhos, satisfeito, e murmurou alguma coisa em francês. Respirou profundamente, abriu os olhos e olhou para ela. Pegou-lhe a mão e beijou-a, entrelaçando os dedos com os dela.
Isabella o sentia dentro do seu corpo, e percebeu que aquele gesto acabara de roubar mais um pedaço do seu coração.
— Você é tão linda — disse Edward. — Tão incrivelmente linda.
Isabella sabia que não havia como ela ser a mulher mais bela que ele já conhecera, mas as palavras a comoveram profundamente. Ela já era dele. Dizer aquilo não teria sido necessário, mas ele dissera. A sua felicidade era tanta, que ela queria lhe dar tudo.
Ela contraiu o corpo em torno dele, e Edward gemeu e começou a se movimentar em um ritmo atordoante dentro do seu corpo, preenchendo-a, acariciando-a intimamente a cada investida. Ao mesmo tempo em que via o seu rosto se contrair de prazer, Isabella se sentia flutuar em uma espiral ascendente. Uma última investida, e ele atingiu o orgasmo, gritando o nome dela.
Isabella passou a noite nos braços de Edward. Sabia que realmente nada tinha se resolvido. Eles ainda precisavam conversar sobre o futuro, mas Isabella tinha consciência de nunca ter sentido antes o que sentia por Edward.
Quando ela acordou, na manhã seguinte, ele não estava, mas deixara uma rosa sobre o travesseiro. O perfume a lembrava da doçura de fazer amor. Excitada e inquieta, Isabella levantou da cama e tomou um banho. Tomou um café distraidamente e tentou trabalhar. Fez uma pequena melhoria nos estudos de simulação e enviou para o instituto, via internet. O ruído feito por vários carros, entrando na propriedade, interrompeu-a.
Como não podia ver os carros pela janela do seu quarto, ela deixou o computador e foi ver quem era. Ouviu uma batida na porta da frente, seguida pelo ruído de várias vozes. Em seguida, Jasper vinha encontrá-la no topo da escada.
— Sua Alteza Real, a rainha Esme Anna Catherine, deseja vê-la.
Isabella sentiu uma pontada no estômago e olhou para a camisa e o short que vestira.
— Eu não estou adequadamente vestida para a ocasião.
— Talvez a senhora possa se trocar depressa — disse Jasper, fazendo com que ela voltasse para o quarto. Ele deu uma olhada no closet e escolheu um vestido, como se já tivesse feito aquilo uma centena de vezes. — Devo adverti-la de que a rainha não gosta de esperar.
— Ela já ouviu falar em telefone? Até um e-mail teria sido conveniente — resmungou Isabella, pedindo que ele saísse do seu quarto. — Eu não sou vaidosa. Descerei dentro de um minuto. — Ela começou a sentir o estômago se torcer de nervoso. — Jasper, ela é amável?
Ele parou, e ela viu o conflito entre a lealdade e a honestidade passar pelo seu rosto.
— Ela pode ser muito gentil. Tem o coração de um leão e de um cordeiro misturados, mas ela é... — Ele tentou encontrar uma palavra adequada, mas não conseguiu.
— Instável? — sugeriu Isabella.
Ele concordou.
— Instável. Muda rapidamente — disse ele, saindo do quarto.
Isabella enfiou o vestido pela cabeça, desejando ter um saco de papel dentro do qual pudesse respirar para evitar a hiperventilação. Ajeitou o cabelo, calçou um par de sandálias e respirou profundamente, antes de descer a escada.
Dois homens com a aparência de guarda-costas ladeavam a mãe de Edward e uma bela moça de olhar curioso.
— Sua Alteza Real, rainha Esme Anna Catherine de Marceau, e princesa Alice, eu vos apresento a srta. Isabella Swan — disse Jasper.
Isabella teve a estranha sensação de que a apresentação seria seguida do som de trombetas. Conseguiu dar um sorriso e inclinar a cabeça levemente.
— É um prazer conhecê-las. Peço desculpas, mas eu não conheço o protocolo a ser seguido em um encontro com a rainha. Creio que terei que fazer um curso de Etiqueta e Protocolo.
Alice riu, satisfeita. A rainha Esme Anna Catherine ficou séria.
— A sua gravidez já está aparecendo — disse a rainha. — O meu filho já a pediu em casamento?
— Mãe! — exclamou Alice constrangida.
— Vocês estão dispensados — disse a rainha aos guarda-costas. — Jasper, por favor, traga-nos um chá. — Ela olhou em torno da sala e sacudiu a cabeça. — Eu nunca vou saber por que ele prefere viver aqui, e não no palácio. Vamos nos sentar na sala de estar.
Isabella resolveu que "instável" era pouco para definir a rainha. Respirou profundamente, para não se deixar envolver pela poderosa aura da mãe de Edward. Ela também resolveu que, durante a conversa, falaria o mínimo possível.
— Por favor, chame-me de Alie ou de Alice, o que lhe parecer melhor.
Edward nos disse que você é especialista em computação — disse Alice.
Isabella se sentiu encantada com a acolhida da irmã de Edward.
— Sim, eu faço estudos simulados para o Research Triangle Park, na Carolina do Norte. Eu sempre tive habilidade para lidar com computadores. E você?
— Alice acaba de completar seus estudos na Sorbonne — disse a rainha. — Nós ainda estamos avaliando qual seria a melhor maneira de aproveitar seus talentos.
— Eu estou interessada em aprofundar meus estudos em Nova York. Eu acho o seu país fascinante.
— Assim como meu filho, Edward — disse a rainha, falando, pela primeira vez, com um tom de humor sarcástico. — Como você está se sentindo? Os enjoos já passaram?
Desconcertada pelo fato de a rainha saber disso, Isabella hesitou por um instante.
— Eu estou ótima. Faz semanas que os enjoos desapareceram, graças a Deus. Ultimamente, eu tenho sentido o bebê se mexer.
A rainha assentiu, esboçando um sorriso, enquanto Jasper voltava, trazendo uma bandeja com o chá.
— Eu me lembro... — Ela pareceu se conter e voltou a se concentrar em Isabella. — Até agora, eu permiti que Edward lidasse com a situação à sua maneira, mas eu me sinto forçada a interferir.
— Mesmo? E por quê? — Isabella não conseguiu deixar de perguntar.
A rainha pareceu ficar ofendida, como se não estivesse habituada a ser questionada.
— Porque vocês ainda não se casaram. Edward pode ter experiência com mulheres, mas, não com mulheres inteligentes.
Agora, ele tem, Isabella pensou.
— Edward disse que planejava se casar comigo?
— Ele me diz o mínimo que for possível, mas eu creio que ele concorda que essa criança merece ter um lar com a presença dos dois pais. Não me diga que ele não conversou sobre isso com você? Eu tinha medo que ele estragasse tudo.
Isabella não sabia se deveria se concentrar na ideia de que Edward talvez se visse forçado a casar com ela por dever, ou no criticismo da rainha em relação a ele.
— Edward não lidou perfeitamente com a nossa situação. Duvido que alguém tenha lidado, mas creio que ele está consultando a sua cabeça e o seu coração.
A rainha ficou olhando para ela.
— Você está apaixonada por ele?
O coração de Isabella acelerou.
— Quanto a esse ponto, eu não me sinto à vontade para responder às suas perguntas — confessou Isabella. — Mas eu vou lhe dizer uma coisa que a senhora já deve saber. A senhora tem motivos para confiar totalmente no seu filho. A senhora formou um homem que, além de ter coração, tem o tipo de segurança que não se consegue obter com um título. Ele faz seus próprios julgamentos, provavelmente como a senhora também faz os seus.
A rainha relaxou um pouco e suspirou.
— Mas eu estou interessada no bem-estar dessa criança.
— Eu agradeço — disse Isabella, mas, de repente, uma terrível ideia lhe ocorreu. — Este bebê não estaria sujeito a herdar o trono ou algo de semelhante, não...
— Não existe nenhuma chance — garantiu Alice alegremente. — Para isso, ele teria que passar por mais quatro irmãos e seus filhos homens. — Quando eles resolverem tê-los. — A não ser, é claro — acrescentou ela com fingida inocência –, que aquelas amostras de esperma sejam indevidamente usadas em outras pessoas.
— Eu já lhe disse para nunca mais falar neste assunto — disse a rainha.
— Opa. Desculpe — falou Alice.
— Precisamos ir embora — disse a rainha, levantando-se, sem ter tocado no chá.
Ela olhou para Isabella novamente, com dezenas de perguntas em seus olhos. Isabella teve a impressão de que ela estava fazendo um enorme esforço para se conter e não exigir respostas.
— Como você ficou conhecendo tão bem o meu filho? — perguntou, por fim, a rainha, enquanto se dirigia para a porta.
Indo atrás dela, Isabella deu de ombros.
— Jogando xadrez.
Uma expressão de compreensão passou pelo rosto da rainha e de Alice.
— Você o venceu? — perguntou Esme Anna Catherine.
— Sim — disse Isabella, acrescentando com sinceridade. — Ele também me venceu.
— Ah... — disse a rainha, com um sorriso enigmático. — Foi um prazer conhecê-la. Cuide-se, chérie, e cuide dessa criança.
Isabella ficou olhando enquanto todos iam embora, e tentando digerir aquela visita. Ela se voltou para Jasper.
— Desculpe, mas eu acabo de dizer à rainha para cuidar da própria vida, e sobrevivi?
— Sobreviveu — disse Jasper.
— E você tem certeza de que em Marceau não se usa a guilhotina? — perguntou ela, ainda nervosa.
Jasper fez um gesto displicente.
— Ah, faz centenas de anos que a guilhotina não é usada.
— Ótimo. Eu acho...
— Depois que Sua Alteza se recuperar do fato de a mãe ter ignorado o seu pedido para deixá-la em paz, ele vai ficar impressionado com a maneira como a senhora lidou com ela.
Isabella concordou, pensativamente.
— Por que ela perguntou a respeito do jogo de xadrez?
— Sua Alteza tem preciosas lembranças de quando jogava com o pai. Ele jogava tão bem, que representou Marceau em uma competição europeia e venceu.
— Que Alteza? — perguntou ela. — Edward ou o pai?
— Edward. — Jasper ergueu a sobrancelha, revelando que sabia demais. — Mais esperto do que você pensava, não é?
— Sim, muito mais esperto — disse ela, resolvendo dar um longo passeio pela praia.
O dia estava lindo, a temperatura estava perfeita, a brisa, deliciosa, mas Isabella mal reparava. Estava muito ocupada, pensando nas questões que a visita da mãe de Edward provocara.
Muito mais esperto do que ela pensara. Por um momento, ela imaginou que ele tivesse montado aquele plano para convencê-la a fazer o que ele queria. Mas o homem que ela conhecera não era manipulador.
Ela percebera o quanto ele resistia e se ressentia contra a manipulação da própria família. Não, ele queria agir de acordo com a própria integridade, e ela o admirava por isso.
Isabella tinha medo que ele nunca pudesse olhar para ela sem vê-la como o seu maior sacrifício pessoal. Seu dever. A ideia lhe revoltava o estômago. Não era isso que ela desejava ser para ele. Edward era um homem maravilhoso. Merecia amar e ser amado com paixão. Se ela ficasse com ele, se casasse com ele, sempre iria se perguntar se ele realmente a queria e precisava dela.
Com o coração despedaçado, ela percebeu o que deveria fazer.
