Discleimer: Inuyasha e Cia não me pertencem o q é uma lastima p/ qualquer um.

Diários do vampiro ou The Vampire Diaries também não me pertence é usado p/ fazer esta ADAPTAÇAO. PS: Algumas coisas vão ter q ser mudadas.

Texto original: Lisa Jane Smith.

Adaptação: Dreime.

Capitulo Sete

- Ajudar em que? – perguntou Sango.

- Explicarei para vocês mais tarde. Mas primeiro quero saber o que anda acontecendo na cidade desde que... Eu fui.

- Bom, histeria, principalmente. – respondeu Sango levantando uma sobrancelha. – Sua tia Kaede tem estado bastante mal. Teve uma alucinação em que a via; só que não foi uma alucinação, não é? E ela e Myouga podemos dizer que estão mais ou menos separados.

- Eu sei. – respondeu Kagome em tom sombrio. – Continue.

- Todo mundo na escola está alterado. Quis falar com Inuyasha, principalmente, quando comecei a suspeitar que você não estava realmente morta, mas não foi a aula. Kouga foi, mas algo está acontecendo com ele. Parece um zumbi e não quer falar com ninguém. Quis explicar que havia uma possibilidade de que não tivesse ido para sempre, pensei que isso o animaria. Mas não quis me escutar. Agia de um modo nada típico dele e em certo momento pensei que ia me pegar. Não quis ouvir nenhuma palavra.

- Ah, meu Deus... Kouga.

Algo terrível despertava no mais profundo da mente de Kagome, uma recordação muito perturbadora para deixá-la solta. Não podia enfrentar nada mais naquele momento, não podia, disse a si, e voltou a submergir a lembrança no mais profundo de seu ser.

Sango continuava falando:

- Está claro, porém, que outras pessoas sentem suspeitas a respeito da sua "morte". Por isso disse o que disse no funeral; temia que se dissesse o autentico dia e lugar, Miroku Saltzman acabaria fazendo uma emboscada fora de casa. Tem estado fazendo todos os tipos de perguntas e era bom que Rin não soubesse de nada que pudesse revelar sem querer.

- Isso não é justo. – protestou Rin. – Miroku simplesmente está interessado, isso é tudo, e quer nos ajudar a superar o trauma, como antes. É um aquariano...

- É um espião. – disse Kagome - E talvez mais do que isso. Mas falaremos disso mais tarde. O que aconteceu com Bankotsu Smallwood? Não o vi lá.

Sango se mostrou perplexa.

- Quer dizer que não sabe?

- Não sei de nada; tenho estado dormindo durante quatro dias no sótão.

- Bom... – Sango se interrompeu nervosamente - Bankotsu acaba de voltar do hospital. O mesmo com Suikotsu Carter e os outros quatro que o acompanhavam no Dia do Fundador. Os atacaram no coberto pré-fabricado naquela tarde e perderam muito sangue.

- Oh.

O mistério do por que os poderes de Inuyasha estavam muito mais fortes naquela noite estava explicado. E também por que estavam acabando a partir daquele momento. Provavelmente não havia se alimentado desde então.

- Sango, Inuyasha é suspeito?

- Bom, o pai de Bankotsu tentou fazer que fosse, mas a policia não conseguiu que as horas se encaixassem. Sabem aproximadamente a hora que atacaram Bankotsu, porque tinha que se encontrar com o Sr. Smallwood e não apareceu. E Rin e eu podemos dar cobertura a Inuyasha para esse tempo já que tínhamos acabado de deixá-lo no rio com seu corpo. De modo que não poderia ter regressado ao coberto para atacar Bankotsu; ao menos um humano normal não poderia. E por enquanto a policia não pensa em nada sobrenatural.

- Entendo. – Kagome se sentiu aliviada, ao menos nesse sentido.

- Bankotsu e os outros garotos não podem identificar o atacante porque não se lembram de absolutamente nada daquela tarde. – acrescentou Sango. – Ayame também não.

- Ayame estava lá?

- Sim, mas não a morderam. Só está em choque. Apesar de tudo que fez quase sinto pena dela. – Sango se encolheu de ombros e acrescentou: - Tem um aspecto patético esses dias.

- E não acredito que ninguém vá suspeitar de Inuyasha depois do que aconteceu com esses cachorros na igreja hoje. – interveio Rin. – Meu pai disse que um cachorro grande pode ter quebrado a janela do coberto e as feridas na garganta de Bankotsu pareciam feridas feitas por um animal. Creio que muita gente acredita que foi um cachorro ou um grupo de cachorro que fizeram.

- É uma explicação cômoda. – indicou Sango com um tom seco. – Significa que não tem que continuar pensando nisso.

- Mas isso é ridículo. – disse Kagome. – Os cachorros normais não agem desse modo. As pessoas não se perguntam por que seus cachorros ficaram loucos de repente e se viraram contra eles?

- Uma grande quantidade de pessoas simplesmente está se desfazendo deles. Ah, e ouvi que alguém falava sobre testes obrigatórios de raiva. – disse Sango. – Mas não é só raiva, não é Kagome?

- Não, não acredito. E Inuyasha e Sesshoumaru também não. E é disso que vim falar.

Kagome explicou com a maior clareza que pôde sobre o que estava pensando sobre o Outro Poder em Fell's Church. Falou sobre a força que a havia tirado da ponte e da sensação que teve com os cachorros e sobre tudo com Inuyasha, Sesshoumaru e ela haviam falado. Finalizou dizendo:

- E Rin disse na igreja hoje: Algo maligno. Creio que isso é o que há aqui em Fell's Church, algo cuja existência ninguém conhece, algo totalmente malvado. Suponho que você não saiba o que quer dizer com isso, Rin.

Mas a mente de Rin corria por outros caminhos.

- Já que Sesshoumaru não é necessariamente quem fez todas aquelas coisas horríveis que você disse que ele fez. – comentou com astúcia. – Como matar a Yangtze e fazer aquilo com a Kaguya e assassinar o Sr. Tanner e tudo isso. Já disse a você que ninguém tão divino podia ser um assassino psicopata.

- Eu acho – disse Sango, dando uma olhada em Kagome – que será melhor que esquecesse Sesshoumaru como personagem romântico.

- Sim. – indicou Kagome, categórica. – Ele matou, sim, o Sr. Tanner, Rin. E é lógico que levou a cabo os outros ataques também; o perguntei sobre isso. E já tenho bastantes problemas lidando eu mesma com ele. Não queira ter nada com ele, Rin, acredite.

- Suponho que deva deixar Sesshoumaru em paz; suponho que deva deixar Miroku em paz... Há algum garoto que eu não deva deixar em paz? E, no entanto Kagome fica com todos. Isso não é justo.

- A vida não é justa. – lhe disse Sango, insensível. – Mas escuta, Kagome, se esse outro Poder existe, que tipo de Poder você acha que é? Como se parece?

- Não sei. Algo tremendamente forte... Mas poderia está se camuflando de algum modo, de modo que não possamos percebê-lo. Podia parecer uma pessoa normal. E por isso vim pedir ajuda de vocês, porque pode ser qualquer pessoa de Fell's Church. É como Rin hoje: Ninguém é o que parece.

Rin adotou uma expressão de desamparo.

- Não me lembro de ter dito isso.

- Você disse tudo bem. "Ninguém é o que parece." – voltou a citar Kagome em tom grave. – Ninguém.

Deu uma rápida olhada para Sango, mas os olhos escuros abaixo das sobrancelhas elegantemente arqueadas estavam tranqüilos e distantes.

- Bom isso parece que transforma todo mundo em suspeito. – disse ela com a voz mais serena. – Certo?

-Certo – disse Kagome - mas será melhor que pegamos um caderno e um lápis e façamos uma lista dos mais importantes. Sesshoumaru e Inuyasha já aceitaram ajudar na investigação e se vocês também ajudarem teremos uma maior possibilidade de descobri-lo.

Começava a pegar o ritmo daquilo; sempre foi boa organizando coisas, desde artimanhas para conseguir atrair garotos até funções para arrecadar fundos. Aquilo era apenas uma versão mais séria dos velhos planos A e plano B.

Sango deu o lápis e o papel para Rin que os olhou e depois para Sango e depois para Kagome.

- Ótimo – disse - mas quem está na lista?

- Bom qualquer que tenhamos motivo para acreditar que seja o Outro Poder. Qualquer que possa ter feito as coisas que sabemos que fez: prender Inuyasha em um poço, me perseguir, jogar esses cachorros contra as pessoas. Qualquer que tenhamos visto que tenha agido de forma estranha.

- Kouga. – disse Rin, escrevendo diligentemente. – E Kaguya. E Myouga.

- Rin! – exclamaram Kagome e Sango simultaneamente.

Rin levantou os olhos.

- Bom Kouga tem agido estranhamente, e também Kaguya, desde meses. E Myouga rondava pelo exterior da igreja antes do funeral, mas nunca chegou a entrar...

- Ora, Rin, por favor. – disse Sango. – Kaguya é uma vítima, não uma suspeita. E se Kouga é um poder maligno, eu sou o corcunda de Notre-Dame. E quanto ao Myouga...

- Muito bem, já disse todos. – anunciou Rin friamente. – Agora vou ouvir suas idéias.

- Não, espera. – disse Kagome. – Rin, espere um momento. – Pensava em algo, algo que a estava incomodando há algum tempo desde... – Desde a igreja. – disse em voz alta, lembrando-se. – Sabe de uma coisa, eu também vi Myouga fora da igreja, quando eu estava escondida na galeria do coro. Foi justo antes dos cachorros atacarem e ele parecia estar indo para trás, como se soubesse o que ia acontecer.

- Oh, mas Kagome...

- Não, escuta Sango. O vi antes, no sábado à noite, com tia Kaede. Quando ela disse que não casaria com ele, havia algo em seu rosto... Não sei. Eu acho melhor que volte a colocá-lo na lista, Rin.

Muito séria, depois de um minuto vacilante, Rin o colocou.

- Quem mais? – perguntou.

- Bom, Miroku, me amedronta. – disse Kagome. – Sinto muito, Rin, mas ele é praticamente o número um. – Lhes contou o que escutara por acaso aquela manhã entre Miroku e o diretor da escola. – Não é um simples professor de historia; o fizeram vir por algum motivo. Sabe que sou uma vampira e está me procurando. E hoje, enquanto os cachorros atacavam, estava ali de pé em um lado, fazendo uma espécie de gestos misteriosos. Sem duvidas, não é o que parece, e a única pergunta é: O que ele é? Está escutando, Sango?

- Sim. Sabe de uma coisa, eu acho que deveria por a Sra. Flowers nessa lista. Lembra do modo que ela ficou na janela da pousada quando trouxemos Inuyasha do poço? Como não quis descer para abrir a porta? Isso é um comportamento estranho.

Kagome assentiu.

- Sim, e o modo como ela se agarrava a mim quando eu ia visitar Inuyasha. E, desde então, se manteve afastada de todos na velha casa. Pode ser que seja simplesmente uma velha gagá, mas anote-a de todos os modos, Rin.

Passou uma mão nos cabelos, os levantado para afastá-los da nuca. Tinha calor. Ou... Não era exatamente calor, e sim se sentia incomodada de um modo parecido a estar com calor. Sentia-se ressecada.

- Tudo bem, passaremos pela pousada amanhã antes da escola. – disse Sango. – Entretanto, o que mais podemos fazer? Deixe-me dá uma olhada nessa lista, Rin.

Rin alongou a lista para que pudessem vê-la e Kagome e Sango se inclinaram para frente e leram (N/A: considerem o sublinhado como riscado):

Kouga Honeycutt

Kaguya Bennet

Robert Maxwell: O que fazia na igreja quando os cachorros atacaram? E o que aconteceu naquela noite com a tia de Kagome?

Miroku Saltzman: Por que faz tantas perguntas? Para que o fizeram vir para Fell's Church?

Sra. Flowers: Por que agi de um modo tão estranho? Por que não nos abriu a porta na noite em que Inuyasha estava ferido?

- Ótimo. – disse Kagome. – Imagino que também podíamos averiguar de quem eram os cachorros que estavam na igreja hoje. E podíamos vigiar Miroku na escola amanhã.

- Eu vigiarei Miroku – declarou Rin com energia – e farei que ele fique livre das suspeitas; verão como farei.

- Ótimo você faz isso. Você está designada a ele. E Sango pode investigar a Sra. Flowers e eu posso me ocupar de Myouga. E quanto a Inuyasha e Sesshoumaru... Bom, posso lhes designar todo mundo porque podem usar seus poderes para sondar as mentes das pessoas. Além do mais, essa lista não é muito completa. Pedirei-lhes que explorem os arredores da cidade em busca de qualquer sinal de Poder ou de qualquer coisa diferente que aconteça. Eles têm mais possibilidades que eu de reconhecer essas coisas.

Recostando-se, Kagome umedeceu os lábios distraidamente. Estava ressecada. Reparou em algo que nunca antes observara: a delicada travessia de veias na parte interior do pulso de Rin. A garota ainda sustentava o caderno e a pele do pulso era tão translúcida que as veias verde-azuladas se mostravam claramente. Kagome desejou ter escutado quando tinham estudado anatomia humana na escola; que nome recebia aquela veia, a grande que se bifurcava como um galho em uma árvore...?

- Kagome! Kagome!

Sobressaltada, Kagome levantou os olhos e viu a olhada desconfiada dos olhos escuros de Sango e a expressão alarmada de Rin. Foi então que notou que estava agachada muito perto do pulso de Rin, esfregando a veia maior com o dedo.

- Desculpe. – murmurou, sentando-se para trás.

Mas sentia a maior longitude e agudez de suas presas. Era algo parecido a levar alguma coisa na boca; notava claramente à diferença de peso. Notou que o sorriso tranqüilo que dirigia a Rin não tinha o efeito desejado; a garota parecia assustada, o que era estúpido. Rin deveria saber que Kagome nunca lhe machucaria. E Kagome não estava com muita fome esta noite; Kagome sempre comera pouco. Podia ter tudo que precisava naquela pequena veia do pulso...

Kagome se pôs de pé em um salto e virou para a janela, se encostando ao parapeito, sentindo um sopro do fresco ar noturno sobre a pele. Sentia-se enjoada e não parecia conseguir respirar.

O que tinha feito? Virou-se e se encontrou com Rin agachada contra Sango, as duas a olhando aterrorizadas. Detestou vê-las olhando-a daquele modo.

- Desculpe. – disse. – Não era minha intenção, Rin. Olhe não vou me aproximar mais. Deveria ter me alimentado antes de vir aqui. Sesshoumaru disse que eu teria fome mais tarde.

Rin tragou saliva e seu rosto adquiriu um aspecto ainda mais enfermo.

- Se alimentado?

- Sim, claro. – respondeu Kagome com aspereza.

Ardiam-lhe as veias; essa era a sensação. Inuyasha havia descrito anteriormente, mas ela jamais compreendera na realidade; jamais compreendera o que parecia quando lhe abatia a necessidade de sangue. Era terrível, irresistível.

- O que acha que como esses dias? Ar? – disse desafiante. – Sou uma caçadora agora e será melhor que eu saia para caçar.

Rin e Sango tentavam relevar; podia ver que tentavam, mas também podiam ver a repugnância em seus olhos. Concentrou-se em usar seus novos sentidos, em se abrir para a noite e procurar a presença de Inuyasha ou Sesshoumaru. Estava difícil, porque nenhum deles estava projetando sua mente como ele fizera na noite tinham brigado no bosque, mas pareceu que podia perceber um vislumbre de Poder fora da cidade.

Mas não tinha como se comunicar com ele e a contrariedade fez que o calor infernal de suas veias piorasse. Acabara de decidir tinha que ir sem nenhum deles quando as cortinas se agitaram violentamente para trás contra seu rosto, agitando em uma rajada de vento. Rin se levantou com um grito sufocado, derrubando a lâmpada de leitura da mesinha de noite e sumindo no quarto escuro. Amaldiçoando, Sango a recolocou no lugar. As cortinas batiam violentamente na luz tremula que emergia e Rin parecia que tentava gritar.

Quando a lâmpada voltou a seu lugar, a luz mostrou Sesshoumaru sentado casualmente, mas precariamente, no parapeito da janela, com um joelho levantado. Mostrava um de seus sorrisos mais selvagens.

- Se importa? – ele disse. – Isso é incomodo.

Kagome dirigiu uma veloz olhada a Rin e Sango, que estavam apoiadas no closet com o aspecto horrorizado e hipnotizado ao mesmo tempo. Ela mesma sacudiu a cabeça exasperada.

- E eu que pensei que fosse eu que gostasse de entradas teatrais. – disse. – Muito engraçado, Sesshoumaru. Agora vamos.

- Com duas amigas suas tão lindas? – Sesshoumaru voltou a sorrir para Rin e Sango. – Além do mais, acabei de chegar. Ninguém vai ser amável e me convidar para entrar.

Os olhos castanhos de Rin, cravados com imponência no rosto dele, se abrandaram ligeiramente. Os lábios da jovem, que haviam se aberto em uma expressão horrorizada, se abriram mais. Kagome reconheceu os sinais de um derretimento imediato.

- Não, não façam. – e se colocou diretamente entre Sesshoumaru e as outras garotas. – Não tem ninguém aqui para você, Sesshoumaru... Nem agora nem nunca. – vendo a chama de desafio em seus olhos, disse maliciosamente: - E de todos os modos, eu já estou indo. Não sei o que você vai fazer, mas eu vou caçar.

A tranqüilizou perceber a presença de Inuyasha a pouca distância, no telhado, provavelmente, e ouvir instantaneamente retificação:

- Nós vamos caçar Sesshoumaru. Pode ficar aqui sentado a noite toda se quiser.

Sesshoumaru cedeu com elegância, lançando uma ultima olhada divertida a Rin antes de desaparecer pela janela. Quando o fez, tanto Rin como Sango deram um passo para frente alarmadas, evidentemente pensando que tinha se estatelado no chão.

- Ele está ótimo. – disse Kagome voltando a sacudir a cabeça. – E não se preocupem, não o deixarei voltar. Reunirei-me com vocês nesse mesmo horário amanhã. Adeus.

- Mas... Kagome... – Sango se interrompeu. – Quero dizer, ia perguntar se não quer trocar de roupa.

Kagome se olhou. Aquele vestido que era uma relíquia do século XIX estava cheio de esfarrapada e manchada, a fina musselina se desgarrava em alguns lugares. Mas não tinha tempo para se trocar; tinha que se alimentar já.

- Terá que esperar. – disse. – As vejo amanhã.

E pulou para fora da janela do modo que Sesshoumaru fizera. A ultima coisa que viu delas foi Sango e Rin a olhando ir, atordoadas.

Suas aterrissagens melhoraram; dessa vez não machucou os joelhos. Inuyasha estava ali e a envolveu em algo escuro e cálido.

- Sua jaqueta. – disse ela, agradecida.

Por um momento sorriram mutuamente recordando a primeira vez em que ele havia lhe dado a jaqueta, depois de tê-la salvo de Bankotsu no cemitério e a levado para seu quarto na pousada para se limpar. Ele temia tocá-la até então. Mas, pensou ela sorrindo para seus olhos, ela se ocupara daquele medo com suma rapidez.

- Pensava que íamos caçar. – disse Sesshoumaru.

Kagome se virou para ele para sorrir, sem soltar sua mão de Inuyasha.

- E vamos. – respondeu. – Aonde deveríamos ir?

- A qualquer casa dessa rua. – sugeriu Sesshoumaru.

- Ao bosque. – disse Inuyasha.

- Ao bosque. – decidiu Kagome. – Não tocamos em humanos e não matamos. Não é mesmo, Inuyasha?

Ele devolveu a pressão em seus dedos.

- É como é. – disse em voz baixa.

Sesshoumaru torceu o gesto com expressão pedante.

- E o que exatamente vamos caçar no bosque? Ou é melhor que eu não saiba? Ratos? Gambás? Cupins? – os olhos se moveram para Kagome e baixou a voz. – Venha comigo e mostrarei a você o que é caçar de verdade.

- Podemos ir atravessando o cemitério. – disse Kagome fazendo pouco caso dele.

- Cervos de rabo branco se alimentam durante toda a noite nas zonas abertas – disse Inuyasha a ela. – Mas devemos ter cuidado ao cercá-los: ouvem quase tão bem quanto nós.

Outra vez, então, disse a voz de Sesshoumaru na mente de Kagome.

N/A: Oi gente, hoje não tenho nada a dizer.

Respostas as Reviews:

A Sango e a Rin são muito importantes também.

Os cães foram realmente só o inicio mesmo.

Tchauzinho até. o/