Capítulo Sete – A vida faz barulho
"It gives the weak flight.
It gives the blind sight"
The Jestset Life Is Going To Kill You – My Chemical Romance
- Harry, por favor, fique calmo! – berrou Gregory com ímpetos de pegar Harry pelos ombros e sacudi-lo com força.
- Calma? – gritou Harry de volta. A cor tinha fugido completamente de seu rosto – tem um cadáver do lado de fora do meu quarto e você me pede calma?
- Sim, eu peço calma. Não vai adiantar nada se você continuar berrando comigo. Escute, é preferível que conte tudo para mim primeiro – explicou o curandeiro tentando usar uma expressão mais branda – me conte o que aconteceu ontem à noite. Melhor eu que todo o esquadrão de aurores!
- Por que não contar a eles logo de uma vez? Eu não sou a sua boneca de pano, Tompkins – disse Harry agressivo – por que insiste em tentar me proteger? Por que tenta controlar tudo?
- Eu não estou tentando controlar tudo. A situação está completamente longe disso – respondeu Gregory numa voz séria e dura. De repente não parecia ser mais ele. A falta do sorriso, a ausência do brilho nos olhos o deixava incrivelmente ameaçador – estou tentando facilitar as coisas. Agora se deseja que um bando de aurores entre aqui agora mesmo e se aproveitem do seu atual estado de saúde para distorcer a história, fique à vontade. Mas gostaria de lembra-lo que foi a minha assistente quem apareceu pregada numa parede ontem à noite e de que você foi o único com livre-acesso até ela. Que acha que vão pensar?
Harry não respondeu.
- Como é fácil se fazer de vítima, não? – ele soltou uma risada seca – esse mundo não é mais seu. As pessoas não mais dão total credibilidade a Harry Potter. Elas se esquecem muito fácil, Harry. Que importa se você salvou o mundo algumas dezenas de vezes? O fato é que você é um cara doente, com uma cicatriz esquisita na testa, recentemente acordado de um sono misterioso e foi o primeiro a achar o corpo de uma pobre enfermeira. Qual é a conclusão mais fácil? – ele mesmo respondeu à pergunta – Potter enlouqueceu e matou a mulher. E não pense que pelo fato de seu amigo Rony Weasley trabalhar no departamento você estará protegido. O chefe dos aurores não é uma pessoa exatamente simpática – deu uma pausa olhando firme para Harry - então, eu posso chamá-los?
Gregory se inclinou para a porta.
- Não – respondeu Harry sem encara-lo.
- Imaginei que não. Agora, me conte exatamente o que houve na noite de ontem.
Como se tivesse sido atingido por um feitiço, a expressão de Gregory amainou e Harry ficou aliviado por ver que ele voltara a ser o curandeiro amável de sempre.
Sem muito ânimo, Harry relatou os acontecimentos da última noite. Estranhamente, não conseguia demonstrar muita emoção. Tudo ainda parecia irreal.
- Quando encontrei Alyssa – finalizou Harry numa voz rouca – ela já estava morta.
- Você disse que a porta se abriu, de repente? – perguntou Gregory.
- Eu não matei Alyssa – murmurou Harry num tom ofendido.
- Claro que não! – exclamou ele numa facilidade absurda – você é uma pessoa de bom coração, Harry. E não carrega nos olhos o peso de um assassinato... Esse tipo de coisa é perfeitamente visível. Não vejo em você.
"Mas quase viu – pensou Harry de imediato – quase viu...". E tentou tirar Voldemort da cabeça.
- Me conte novamente sobre a porta.
- Ela estava trancada – disse Harry lentamente – e depois se abriu.
- Estava obviamente enfeitiçada – concluiu Gregory pensativo – e o assassino resolveu abri-la.
- Mas por quê?
- Você não disse que deixou cair os frascos? O assassino deve ter escutado o barulho.
- Então por que abriu? Se fosse isso, teria me deixado trancado. Não ia querer correr o risco de ser apanhado.
- A não ser que quisesse colocar você sob suspeita. Ou talvez...
- Talvez o quê? – perguntou Harry ansioso.
- Talvez a pessoa quisesse que você fosse o primeiro a encontrar o corpo.
Harry franziu a testa.
- Mas não é esse o problema imediato.
Harry arregalou os olhos, uma mulher estava morta. O problema era mais que imediato.
- Temos que saber quem é que estava ajudando o assassino.
- Como? Como é que você sabe que havia mais de um?
- Ora, você não disse que o assassino disse "segure ela"? Subentende-se que estava dando ordem a alguém mais. Um cúmplice.
- Provavelmente – disse Harry simplesmente. Estava estupefado com o raciocínio lógico do curandeiro.
- Agora eu vou lá fora dar uma declaração oficial aos aurores – disse Gregory respirando fundo – vou dizer que você está sob os efeitos de uma poção para dormir. Rony e Hermione podem vir visitá-lo mais tarde.
E sem dizer mais nada, deixou o quarto.
. a . a . a .
- Como assim Potter não vai dar declarações?
Era o chefe dos aurores, Jonathan Sefans. Um homem magro, de olhos fundos e cabelos pretos escorridos até o queixo. Tinha um andar duro, como se estivesse sendo constantemente submetido a choques elétricos. Sua roupa era escarlate e parecia estar larga demais para ele. No canto esquerdo da boca, uma cicatriz fina completava o ar bizarro daquele homem.
- Ele está sob o efeito de uma poção para dormir, como eu disse – respondeu Gregory simplesmente.
- Você não pode mantê-lo debaixo da sua capa para sempre, Tompkins. Uma hora ele vai ter que aparecer – disse Sefans lançando um olhar agudo.
- Ele é meu paciente. Sei quando pode ou não dar uma audiência. Além do mais, já narrei o que ele me disse. Não está satisfeito?
- Acho que deveria ser analisado por um especialista.
- Quem?
- Harry Potter – respondeu o auror – sabe como é. Alguns andam dizendo que ele pode estar... mentalmente perturbado. Então, uma opinião de um especialista poderia resolver o caso...
- Eu sou o especialista – acrescentou Gregory ligeiramente irritado – e eu digo que ele está completamente são.
- Um tanto suspeito, não acha?
- Eu cuidei do Sr. Potter durante seis anos. Acha que não sei nada sobre meu paciente?
- Não, só estou dizendo...
- Sei o que está querendo dizer. Potter pregou aquela mulher na parede tanto quanto eu.
- É uma alegação um tanto arriscada a se fazer, Tompkins, mesmo de brincadeira – falou Safens rindo.
- Não tenho tempo para ficar ouvindo esse tipo de coisa – disse Tompkins – se precisar de mim, estou na minha sala, Sr. Safens.
Safens soltou uma risadinha absolutamente irritante quando Tompkins deu de costas.
- Ray Dotcher – disse Gregory saindo do aposento.
- Quem? – perguntou Safens.
- O namorado dela. O nome dele é Ray Dotcher.
E saiu.
. a . a . a .
Gregory precisava imensamente de uma penseira. Sua cabeça estava tão cheia que achava que começaria a transbordar pensamentos pelas orelhas a qualquer momento.
"Alyssa foi assassinada. Assassinada".
Não parecia condizer com a realidade. Afinal, quem poderia querer matar Alyssa? "Você sabe que o alvo não foi Alyssa". Ele sabia sim. A morte de Alyssa fora um acidente, provavelmente. Um empecilho aos planos de alguém.
Mas como duas pessoas poderiam ter entrado no hospital e simplesmente matado uma curandeira-estagiária? Sem ninguém ter visto? Sim, os dois homens da segurança da enfermaria restrita foram estuporados, mas como poderiam ter passado pelos andares anteriores? Pela entrada? Sem que uma pessoa sequer tivesse visto?
Estava ficando com dor de cabeça. Gregory sempre resolvera seus problemas, a perspectiva de algo insolúvel lhe deixava mal. Afinal, não era acostumado ao fracasso.
Tomaria um café. É, um café seria absolutamente ótimo para os nervos numa altura dessas. Não gostava de café, preferia chá, mas algo forte definitivamente era apropriado para seus nervos. Rumou para o restaurante do hospital.
- Gregory!
O curandeiro virou-se lentamente. Não queria falar com ninguém naquele momento, muito menos com aquela pessoa.
- Não consegui me controlar, tive de vir aqui...
Ele relutou, mas teve de encarar Gina. Com o rosto contraído e um olhar um tanto vago, mas encarou.
- O que foi que aconteceu? – ela perguntou em tom preocupado – ah meu Deus, então ela... ela... ela...
- Ela está morta – soltou Gregory não conseguindo esconder seu assombro.
- O quê? Quem? Quem está morta?
Imediatamente Gregory percebeu que ele e Gina falavam de coisas diferentes. Ficou em silêncio, ela podia falar primeiro.
- De quem é que você está falando?
- De Alyssa Calloway, a curandeira-estagiária. Ela está morta.
Gina arregalou os olhos, sem compreender.
- Alguém a matou. Ontem à noite. Na enfermaria do Harry – acrescentou num sussurro.
- Ah, por Merlin! – berrou Gina – e Harry já está sabendo disso?
- Ele foi o primeiro a encontrar o corpo – informou o curandeiro.
Gina não disse nada. Estava completamente aturdida. Sem nenhum sinal, virou-se e começou a correr.
- Aonde você vai? – gritou Gregory.
- Vou ver se Harry está bem! – ela gritou de volta.
- Não, não vai!
Ele saiu correndo atrás dela. Era mais alto, mais forte, alcançou-a sem dificuldade.
- Você não entra lá – falou Gregory naquela estranha voz dura, segurando-a pelo braço.
- Por que não? – perguntou Gina olhando-o espantada, enquanto tentava se soltar.
- Porque Harry está dormindo. E não deve ser incomodado.
A ruiva o encarou longamente. Gregory desviou o olhar. O que ele estava tentando esconder?
- Por favor – murmurou Gregory numa voz doce.
- O que aconteceu? – perguntou Gina sentindo a pressão diminuir em seu braço.
Os olhos de Gregory faiscaram ligeiramente e Gina temeu que ele pudesse cair no choro a qualquer momento. Nunca o vira daquela forma. Sem controle. Sem confiança. Com tanto desespero.
- O que você precisa entender é que...
- Gina!
A ruiva se virou para olhar quem a chamara. Era Rony.
- Estava procurando por você – disse o ruivo.
- O que foi? – ela perguntou tirando o olhar com dificuldade de Gregory.
- Precisamos que você vá lá para casa – começou ele – Hermione pediu. Vamos decidir o futuro do Harry... imagino que você já saiba o que aconteceu a essa altura – e lançou um olhar a Gregory.
- Harry está bem?
- Está. Mas venha comigo. Explicaremos nosso plano.
Gregory tentou dizer alguma coisa, mas acabou calado. Lançou um último olhar aos ruivos que saíram desembestados pelo corredor branco do St. Mungus.
Nem se despediram dele.
. a . a . a .
"O feitiço capilar da Dra. Folkstrot garante total satisfação do cliente, com a restauração e brilho de até setenta por cento dos fios. Não perca tempo, adquira já o seu kit!".
Ray atirou o anúncio longe. Nunca tivera muita paciência para ler. Lia os jornais, as notícias mais importantes, mas só quando era necessário ou quando estava tudo tedioso demais. Ler o deixava de nariz entupido.
Sentou-se no sofá da sala e com um aceno de varinha fez seus sapatos começarem a se escovar. Não era bom com feitiços domésticos, Alyssa era. Alyssa...
Incomodado, resolveu comer algum coisa. Colocou a chaleira no fogão e pegou uns biscoitos numa lata em cima do armário. Estavam velhos e moles, mas, que podia fazer? Era aquilo até conseguir coisa melhor.
Ligou o rádio. Estava tocando "Run away, she´s dead" das Esquisitonas. Desligou. Nunca gostara muito da música.Talvez por conta das guitarras.
A chaleira começou a apitar. Bebeu o chá. Até que estava bom. Comeria coisa melhor mais tarde. Já era um consolo. Por que estava tão frio? Estalou os dedos. Ainda era outubro.
Alguém bateu campainha na casa ao lado. Ouviu a vizinha dizer qualquer coisa. Velha chata.
Bateram em sua casa. Ele não atendeu.
Bateram de novo.
Ray continuou parado à porta da cozinha.
De novo.
Dessa vez, alguém falou do lado de fora:
- Reimond Vince Dotcher, aqui é chefe do Esquadrão de Aurores do Ministério da Magia deste país. Abra a porta! Temos algumas perguntas a fazer ao senhor.
Ray franziu a sobrancelha.
A voz insistiu, já completamente desprovida de polidez:
- Abra essa porta ou nós a arrombaremos! Temos uma investigação a fazer.
Com uma risada, Ray Dotcher fez a única coisa que achou sensato.
Pulou a janela da cozinha e aparatou.
. a . a . a .
- Nós temos que tirar Harry de lá! – exclamou Gina se largando no sofá da sala – imagine só, um assassinato!
- Concordo com você – disse Hermione apreensiva – confesso que estou assustada.
- Mas é claro! Foi um dos cadáveres mais horríveis que já vi – falou Rony fazendo uma careta.
- Não, não estou falando disso – cortou Hermione – é que alguém entrou no St. Mungus e matou uma curandeira... isso é... o St. Mungus era supostamente um lugar seguro, ainda mais a ala onde Harry está... como ninguém pode ter visto nada?
- Estamos trabalhando nisso, Hermione – falou Rony como que para lembrar que era ele o auror ali.
- Claro que está – disse ela sorrindo – mas é que não me sai da cabeça...
- Isso não importa, Hermione! – exclamou Gina numa voz esganiçada – temos que tirar Harry de lá. Não é um lugar seguro! É isso que importa agora!
- Gina tem razão – falou Hermione sentando-se no sofá lentamente por conta do peso extra – Harry tem que ir para casa.
Num instante a sala ficou mortalmente quieta. Todos sabiam onde ficava a casa de Harry. Era Godric´s Hollow. Ele tinha se refugiado lá por algumas semanas antes de sair à procura de Voldemort e suas Horcruxes. Harry havia sonhado com aquela casa como jamais havia sonhado com outra.
Durante as estranhas semanas tentando fazer a casa parecer habitável, Harry divagou sobre uma grande reforma, sobre sonhos e família. De início Hermione pensara que Harry ficaria arrasado e deprimido vasculhando aqueles escombros, mas não, ele ficara animado e um brilho desconhecido passou a acompanhar seu olhar durante aqueles dias.
- Ele vai vir morar conosco, não vai Rony? – perguntou Hermione como se buscasse apoio.
- Claro – fez Rony.
- Então vou arrumar o quarto de hóspedes para ele...
- Sim, eu acho que seria ótimo – falou Gina sorrindo – além de deixa-lo de lado dessa história toda de crime e invasões, poderia vê-lo mais.
Hermione lançou um olhar de censura à ruiva.
- Então está decidido – disse Rony ficando mais animado – amanhã mesmo tiramos Harry de St. Mungus e ele vem direto para nossa casa.
- Gregory pode fazer um acompanhamento semanal, ou coisa assim... – murmurou Hermione.
- Então finalmente isso tudo terá fim! – exclamou Gina, os olhos faiscando ligeiramente – Harry poderá finalmente ter a vida que sempre quis. E nós vamos tornar isso possível. Ele mais do que ninguém merece momentos de paz.
Hermione e Rony concordaram. Tudo iria se ajeitar.
Era o que eles pensavam.
. a . a . a .
Gregory não voltou para casa naquela noite. Uma dor de cabeça insuportável não o abandonava. Tinha tomado duas poções e não passava. Estava nervoso, agitado. Não conseguia pensar direito. Não, não podia ir para casa. Além do mais, chegar em casa significaria enfrentar a mulher. E para ela não podia mentir...
Sabia que não agüentaria esconder por muito tempo. Era algo grave demais para ser encoberto mesmo que fosse por alguém inteligente e controlado como ele. A imagem não lhe saía da cabeça. Era fechar os olhos e ela vinha, como que forçando-o a contar para alguém o que tinha visto...
. a . a . a .
St. Mungus. 28 de outubro de 2005. Cena do crime.
Tinha acabado de colocar Harry dentro do quarto, ele parecia estar bem mais calmo.
- Nem sei como relatar isso ao Sr. Aubrey...
Gregory encarou o secretário pessoal do diretor do hospital.
- Simplesmente diga a ele a verdade.
- Era uma moça tão jovem – falou o assistente fitando o corpo de Alyssa, que havia sido coberto por um pano negro – era até bonita.
- Alyssa era dedicada – falou Gregory numa voz rouca – é realmente lastimável.
- Bem, vou agora mesmo escrever ao Sr. Aubrey. Depois, vou ver alguém do Ministério, assim que tirar os pijamas, é claro.
Se uma morte não tivesse ocorrido naquela sala, os dois homens podiam se deixar rir. Era uma cena estranha. O assistente do diretor, de pantufas azuis e pijama cor de creme e Gregory de calção e robe de dormir.
- Também preciso ir – falou Gregory respirando fundo – minha mulher não sabe que estou aqui. E ficaria furiosa se soubesse.
- Então me acompanhe – disse o outro parecendo imensamente satisfeito de deixar o cadáver para trás.
- Só vou terminar de checar as coisas. Dar uma poção de dormir a Harry, talvez... – murmurou Gregory num tom de voz vago.
- Tudo bem. Até mais, Gregory – despediu-se o homem.
- Até mais.
O assistente deixou o lugar numa rapidez impressionante.
Gregory se deixava observar a sala atentamente. Tudo estava revirado, parte da parede estava grandemente danificada, tudo era pó. Procurava alguma coisa, qualquer coisa que pudesse explicar o motivo daquela cena estranha. Por que? Por que matar Alyssa? Não havia sentido algum.
Sempre soubera que cuidar de Harry Potter abraçava alguns riscos. Ele era tanto amado quanto odiado na comunidade mágica, e lembrava-se bem demais da conversa de Rony e Hermione, de modo que sabia do número de pessoas que matariam Potter sem pensar duas vezes. Se alguém era provável alvo de assassinato naquela ala hospitalar, esse alguém era Harry. Não Alyssa. Alyssa era uma simples enfermeira. Não havia sentido. Não havia mais ninguém para...
- Mas é claro! – exclamou Tompkins.
Claro que havia mais alguém de alvo naquela ala. Se esforçava tanto a esquecer, que acabava se esquecendo. A porta que ninguém entrava.
Gregory ficou de frente a ela. Toda vez que entrava ali sentia o sangue gelar nas veias, um incômodo sufocante. Girou a maçaneta devagar, respirando lentamente, como que para tomar coragem. Abriu a porta.
E caiu no choro. Sua idéia estava certa. A cama onde dormia o corpo de Lord Voldemort estava vazia.
. a . a . a .
N/A: mais um capítulo fresco! Confesso que não consegui ficar plenamente satisfeita, mas fiz o que pude. Agora, aos poucos, todas as perguntas serão respondidas e deixo mais duvidas no ar, claro, se não perde a graça.
Miaka-ELA: ah, já dei muitas dicas de quem é o marido da Gina e vocês já estão bem próximos de descobrir quem é. Também já vão saber quem mandou o berrador pra Gina, vão ver mais do Ray, do filho R/H... e o Voldemort, claro.
Amanda Dumbledore: sabe, eu não tinha parado pra pensar ainda no tamanho dessa fic... hahahahahaha. Bem, não consegue mesmo pensar num segredo merecedor do Vow? HG é uma coisa complicada mesmo, tem hora que eu tenho vontade de bater na Gina, mas tudo bem... beijos.
Sweet Lie: nossa, que bom que gosta tanto! Ah sim, estamos bem perto de saber sobre o marido da Gina mas sobre a Alyssa... bem, não digo nada. Beijos.
Mellie Erdmann: foi realmente triste matar a Alyssa, mas ela tinha que morrer! É, eu faço vestibular esse ano, pra Letras se Deus quiser... e o seu vestiba? Beijos.
Val Weasley: aqui está o capítulo! Ai, eu adoro as suas reviews, continue mandando... bem, não posso responder as perguntas, se não a fic perde a graça, mas quanto a essa ligação do Harry e do Voldie... eles sempre partilharam pensamentos, mas depois do "coma" dos dois, a coisa piorou porque eles ficaram tipo que perdidos juntos de um jeito que não tinha mais como fugir da influência um do outro. E sim, essa influência de pensamento continua. Beijos.
Andy Black: é sempre legal ver alguém que lê fics de shipper diferente do que apóia e gosta. Realmente, eu me senti feliz por ter feito você ler essa fic que tem os shippers contrários do que vc apóia. Não posso dizer com quem a Gina se casou, mas já temos pistas...
