Notas de Autora: Yo Minna...! Bué calor...! OoO ('bué' igual a 'muito') Parece que estamos em Julho! (cá é Verão de Junho a Setembro! XD) Tipo...! Estes últimos dias tem mesmo estado MUITO calor cá! Parecia que já estava de férias! XD E ainda com a tarde livre pareceu ainda mais! XD
Estou de volta! o/
Estou a escrever isto no dia 3 de Abril – XD –, no dia em que a 2ª temporada de xxxHolic começou! +.+ Só falta esperar pelo começo da 2ª temporada de Code Geass! +.+
Mas isto é mesmo verdade! Hoje já andava tudo de manga curta e parecia estar uns 30 graus! E, também, agora só é de noite às oito horas e tal da noite...! Parece mesmo as férias de Verão, o que anima um pouco as coisas! XD E ouvir músicas de Code Geass é tão bom...!
Afinal as CLAMP fizeram aninhos na semana passada! O grupo já está junto à dezanove anos! OoO Espero que elas tenham muitos mais e continuem a criar histórias de sonhos! :D
Tenho uma nova história para o grupo! XD Mas essa nova ideia é inspirada numa história real – mas quando vocês lerem de certeza que irão reparar que é um tipo de história 'muito comum' em CCS, mas quando a mãe da rapariga – a qual será a Sakura na história! XD – contou-me o que aconteceu entre ela e o namorado... achei a história um pouco triste, pois parece mesmo daquelas histórias que pensamos que nunca irá ocorrer na vida real, mas acontecem! E ainda por cima ela é do mesmo signo que eu! (ò.ó)7 E pelo que a sua mãe esteve a disser-me – uma senhora bastante importante para mim, como se fosse uma tia ou a minha quarta mãe – ela é IGUALZINHA a mim! XD Principalmente dos defeitos! u.u É do signo! u.u
Só uma nota antes de irmos para o capitulo... a ED da segunda temporada de xxxHolic é tão FOFA! +.+ Adorei a música e quero ouvi-la completa! TT.TT Ah! E a C.C. a cantar é d+! XD Ou será a música d+? u.u
Colecção de Drabs de SxS
Drab 7 – Amor Impossível – Parte II
By Ying-Fa Kinomoto Lee
Começado às 19:38:32 de 30 de Março de 2008
Bem...!
Plano A... Executado...!
Agora, apenas faltava executar o plano B!
Observei entre os arbustos, tentando encontrar algo... ou alguém. Pelas informações da Tomoyo ela estaria ali, naquele momento.
Como estava rende ao chão, apenas via pernas a moverem-se de um lado para o outro. De repente comecei a observa-las, principalmente duas que tinham captado a minha atenção e que, talvez por sorte, aproximavam-se cada vez mais de mim.
Nesse momento acordei e tentei ver a cara da dona daquelas pernas que se aproximavam perigosamente do lugar onde estava. Comecei a suar pela sua aproximação. Se descobrissem-me escondido atrás daqueles arbusto iriam desconfiar e o plano da Tomoyo iria por água a baixo.
As pernas pararam e eu, que ainda estava entre os arbustos – que devo disser que nem deviam chegar aos 50 centímetros de altura –, tentei observar a sua cara. Acreditem, custou imenso e eu só consegui manter-me naquele estado uns segundos, pois não convinha verem-me entre os arbustos, por isso...
-. AH!! – ouvi um grito no mesmo instante que observara a cara da dona daquelas pernas. Surpreendi-me. Parece que já estava completamente apanhado por ela. Até as suas pernas eram as primeiras a captar a minha atenção...! Por falar em pernas...
Não tens tempo, agora, para isso! – ouvi o chato do meu inconsciente! Está bem, ele tinha razão. Coloquei um dedo perto a minha boca enquanto fazia um pequeno 'chiu' e ela pareceu captar a mensagem.
-. Kinomoto-san? – ouvi a voz de alguém e reparei na pessoa que estava mais afastada e com um uniforme diferente das outras alunas. Devia de ser a professora.
-. Está tudo bem. – Sakura virou-se depois de pegar na bola de voleibol e caminhar na direcção das suas colegas – Foi só um rato minúsculo que me assustou, mas ele pareceu ter mais medo que eu. – "Bela desculpa, Sakura!" – pensei, divertido.
-. Kya!! – escudei como as restantes estudantes praticamente entravam em pânico pela simples palavras 'rato'. Como é que elas não têm medo de hamesters mas têm medo de ratos? São praticamente iguais, né?
-. Acalmem-se! – escudei a potente voz da professora da Sakura – Eu tenho a completa certeza que não existem ratos nesta escola. Tem a certeza que foi isso que viu, Kinomoto-san? – perguntou e eu comecei a suar novamente. Talvez tenha chegado a altura da minha entrada.
-. Hã? – ela pareceu surpreendida – Parecia um rato, Kasumi-sempai, mas talvez esteja enganada. Só sei disser que vi algo a andar, de pequena dimensão, e eu pensei que fosse um rato.
-. Talvez seja uma barata...! – sussurrou uma das estudantes.
-. Kya!! – novamente se ouviu um estrondoso grito e novamente a professora disse que tinha a certeza que não existia baratas naquela escola.
Sim. De certeza que tinha chegado a minha hora. Vi se alguém olhava para onde estava e quando tive a certeza que ninguém observava, levantei-me rapidamente do meu esconderijo. Andei até chegar às grades da escola, o que fez algum barulho, e coloquei ambas mãos nas grades. Agora, alguns olhares estavam expostos em mim, mas eu nem sequer liguei, como se fosse a coisa mais normal que poderia acontecer agora.
-. Hã? – fingi surpresa – Hey, Sakura! – reparei como ela tinha ficado tensa de repente. Não estávamos tão longe assim e eu conseguia notar isso apesar da distância – Ainda bem que te encontro!
-. Kya!! – ouvi novamente aquele grito. Concerteza aquelas raparigas sabiam ser idiotas! – Um rapaz! – eu sabia que a Sakura frequentava uma escola exclusivamente para raparigas, mas isso não fazia com que elas quase desmaiassem de alegria ao verem um rapaz, não? A ideia de que muitas delas nunca tinham visto um rapaz passou-me pela cabeça, até porque nem todas deviam ter um irmão como a Sakura ou uns pais que deixassem andar livremente pela rua, mas sempre com algumas condições. Talvez, muitas delas tenham sido comprometidas a alguém mesmo antes de nascer e por isso eram cuidadas dessa forma deste pequenas. Muitas delas deviam ser filhas de importantes homens japoneses.
-. Posso saber quem é? Nesta escola não é permitida a entrada de qualquer pessoa do sexo masculino, só se este for familiar ou empregado da família, claro. – ouvi a professora da Sakura disser.
-. Sim, eu sei. – disse com a maior calma possível – Aconteceu uma emergência, com a minha mãe. – disse, ao ver que a professora se aproximava das grades de ferro e Sakura ainda me observava com alguma surpresa. Eu bem sabia que devíamos ter avisado a Sakura, mas a Tomoyo começou a fazer umas histórias na sua imaginação e disse que seria melhor se lhe fizesse uma surpresa. Estou mesmo a ver que foi o melhor!
-. A minha mãe, Sonomi Daidouji, pediu a presença de Sakura agora mesmo, na sua casa. Não me disse o porquê, mas parece ser um assunto importante. – sussurrei, para que a Sakura não ouvisse, quando a professora estava próxima das grades.
-. Sonomi Daidouji? – pensou um pouco e comecei a pensar que ela sabia que a mãe da Tomoyo não tinha um filho, mas sim só uma filha – Claro, claro! Se for tão urgente... – pareceu-me tão fácil que nem sequer acreditei.
-. Sim. Pelo que a minha mãe me disse parece ser bastante urgente. – continuei com a minha actuação. Talvez seria uma boa ideia entrar num curso de teatro, quem sabe...
-. Kinomoto-san! – ouvi como a professora a chamava. Ela virou-se e caminhou como se fosse um robô até nós – Estás dispensada das aulas.
-. Hã? – Sakura pareceu ter sido apanhada de surpresa.
-. O seu primo conta-lhe pelo caminho. – disse e Sakura olhou para mim desconfiada e eu apenas sorri – A sua tia, depois, terá que entrar em contacto com o Director e explicar com mais pormenores essa história.
-. A tia? A tia Sonomi? – perguntou Sakura.
-. Sim, prima! – desta vez fui eu que falei e ela tentou fazer de tudo para não se mostrar surpresa à frente da sua professora, pois de certeza que ela desconfiaria.
-. Prima?! – ouvi um grito em conjunto e acho que nunca tinha visto tantas raparigas juntas a observarem-me com tanto... amor? Isto não era um daqueles sonhos que todos os homens têm acerca de mulheres? Como por exemplo, aquele em que muitas mulheres gritam e correm atrás de ti, no bom sentido, é claro. Ver todas aquelas raparigas juntas, as que estavam a trás empurravam as da frente e as da frente empurravam as de trás para elas não lhe roubarem o 'lugar'.
-. Meninas! – a professora gritou, acho que quase horrorizada – Voltem para o campo! – ordenou, mas parecia que nenhuma delas queria cumprir a ordem – Kinomoto-san, tire o seu primo daqui, pois senão eu irei me arrepender de não ter logo chamado a segurança quando ele chegou!
-. Cla, claro, Kasumi-sempai! – acho que só faltava a posse militar, pois a voz da Sakura tinha saído como a que sai daqueles que são militares. E eu bem conseguia imaginar a Sakura numa posse militar e disser com aquele tom de voz... Cala-te, mente suja!, pensei, interrompendo os meus pensamentos.
Eu realmente parei de pensar naquilo quando ouvi a doce voz da Sakura me chamar.
-. Vamos? – disse-me novamente e eu esperei que ela saísse da escola, para começar a caminhar ao seu lado.
Andávamos em silencio e quando já estávamos alguns metros longe dos limites da escola, eu puxei-a para trás de uma casa. Encostados à parede, parecia que ninguém iria dar conta de nós.
-. Syaor... – calei os seus lábios rosados com um beijo que ela pareceu demorar algum tempo a corresponder. Ela parecia derreter ao meu toque e isso enlouquecia-me, mas naquele momento tinha que pensar em outras coisas.
-. Chiu. – sussurrei depois de terminar o beijo.
-. O que é que estavas a pensar ao vires até aqui e fazeres-te passar por meu primo? De certeza que o director irá desconfiar e... – mas eu calei-a novamente com um beijo.
-. Descansa... deixa isso com a Tomoyo. – pisquei-lhe um olho.
-. Tomoyo? – perguntou.
-. Sim. Ela é tua prima, né? – perguntei e notei que a Sakura tinha entendido as minha intenções.
-. Então qual será o seu nome? Primo Syao-chan? – brincou, abraçando-me pelo pescoço e mostrando-me um grande e lindo sorriso.
-. Talvez... – mostrei-me pensativo.
-. E... – reparei que a doce voz da minha amada – amada? – tinha ficado mais séria - ...o que iremos fazer... agora?
-. Agora? – perguntei, maroto – Que tal uma sessão de beijos? – perguntei e pelo olhar que Sakura me enviava percebi que a pergunta era a sério. Suspirei antes de continuar – O que queres que te diga? Que iremos viver felizes para sempre?
-. Eu sei Syaoran, mas... tu és um Li, eu sou uma Kinomoto... porquê que nos tinha que acontecer a nós e não a outro par de namorados qualquer? – notei agonia na sua voz – Eu sei que quando é amor verdadeiro temos que passar por mais provas, por mais dificuldades. O ser amado pode ser teu inimigo, mesmo que não queiras. O ser amado pode ser morto, mesmo que não queiras. O ser amado pode morar longe, mesmo que não querias. Percebes? É esse tipo de coisas...! Eu... não compreendo o porquê...
-. E se for um capricho? Um desejo que não foi realizado? E se o que nós pensamos que é amor... não for amor? – perguntei, realmente pensado no pior. Eu nunca tinha sentido isto antes, mas também nunca tinha sentido o que era o amor. Como eu podia saber que o que eu sentia era mesmo aquele sentimento chamado amor?
-. Syaoran... – ela pareceu magoada – Eu sei o que sinto e o que sinto por ti é amor, agora tu... não tenho a certeza que é amor. – disse, mas eu tentei corrigi-la.
-. O que eu quero disser é que eu nunca tinha sentido isto por ninguém, mas também nunca conheci o sentimento chamado amor. Como eu poderei ter a certeza que o que eu sinto por ti é amor? – perguntei e ela sorriu.
-. Ouve o teu coração. – aquela frase era bastante clássica, mas sempre que a ouvia algo dentro de mim parecia brilhar, talvez de alegria, que era o que eu sentia agora.
Beijei-a novamente e no final, quando esta passou os seus dedos pelo meu pescoço, pareceu notar no colar que tinha ao pescoço. Começou a tocar e a ver as suas belas esmeraldas.
-. Sabias que foi por isto que soube que eras um Li? – perguntou-me e eu arregalei os olhos, não estava à espera disso – E um Li diferente dos outros... – sussurrou e eu fiquei interessado – Acho que já te contaram sobre o que este colar significa, né? – observou-me com carinho e tocou no seu braço esquerdo, puxando a manga para cima – e eu que já estava a pensar em coisas nada boas na minha cabeça –, mas foi aí que reparei, por primeira vez, que ela levava uma pulseira parecida com o meu colar, só que em vez de ter esmeraldas tinha pedaços de âmbar. Diziam que o âmbar começava a ter um bom valor nestas últimas décadas em que a sua raridade é cada vez maior.
-. O que é...? – eu não sabia o que disser, apenas sabia que Sakura estava ansiosa por causa de algo e esse algo tinha a ver comigo. Observava-me e a sua ansiedade não era ocultada.
-. Sabes o que isto significa, né? – colocou o seu braço perto da minha cara, para que a sua pulseira fosse visível – Nunca pensei que fosses real! Quando te vi naquele dia pensei que a minha imaginação tivesse pregado uma partida, mas, depois de tudo o que aconteceu... depois desta últimas duas semanas a trocar mensagens...! Eu não queria falar disto nas mensagens, queria que fossemos pouco a pouco, mas agora que estás aqui... e o colar... Eu sempre pensei que fosse um conto de fadas...! Ai...! Se o meu pai me ouvisse agora...! Mas não importa, o que realmente importa é que estejamos juntos! Isso, isso é que importa! – a Sakura falava e falava e eu tentava acompanhar o seu raciocínio, mas não podia. Para mim as suas palavras não tinham significado nenhum.
-. Do que... estás a falar...? – tive algum receio para complementar a frase, para disser a verdade.
-. Não sabes? – pareceu surpresa – Nunca te disseram o porquê da levares um colar ao pescoço deste que nasceste?
-. A única coisa que me disseram era que isto – apontei para o colar – era uma tradição de família, nada mais. Sabes alguma coisa que eu não sei? – perguntei.
-. Oh! Quer disser que ninguém... não sabes...? – Sakura pareceu um pouco inquieta.
-. Eu não sei, mas podes contar-me. Eu confio em ti e sei que tu não me vais mentir ao respeito. – disse a sua cara parecia um tomate. Como ela ficava linda desse jeito!
-. Bem.. tu... não irias acreditar nas minhas palavras e... – os seus olhos estavam irrequietos e isso apenas aumentou a minha curiosidade.
-. Sim...? – disse como se estivesse à espera de algo e ouvi o suspiro da Sakura logo a seguir. Até o seu suspiro é perfeito...!
-. Parece que... as nossas famílias têm uma coisa em comum. – começou a disser e eu pensei que ela estivesse a enrolar a conversa para não me contar nada – Parece que ao nascermos os anciões do Clã prevêem o nosso futuro e são os antepassados de cada Clã que escolhem a pedra que irá ser colocada, na família Li, no colar, e na família Kinomoto, na pulseira. – fez uma pausa no seu discurso e observou-me, tentando ganhar coragem para continuar – Parece que aconteceu algo de estranho quando previram o meu futuro, o mesmo terá acontecido no teu Clã. Pelo que a minha mãe me contou, pois se não fosse por ela eu nunca teria sabido o que tinha acontecido naquele dia às 17 anos atrás, os anciões do meu Clã previram que eu me cassaria com alguém da família inimiga, que nasceria nesse mesmo ano. – eu arregalei os olhos, tossi e quase me engasguei. O que a Sakura dizia era tão... – Eu disse que não ias acreditar em mim. – a sua voz tornou-se mais séria.
-. Claro que eu acredito, mas... – não conseguia lembrar-me da palavra certa para descrever o meu sentimento – ... irreal...
-. Eu sei. – ela respondeu-me e sorriu – Quando eu soube lembrei-me da história 'Romeo e Julieta', como se eu estivesse destinada a viver uma grande história de amor...! E vê só onde eu estou...
Ela beijou-me, pela primeira vez, e eu tentei esquecer a confusão que estava na minha mente e concentrar-me apenas nela, na Sakura.
-. Sim. – ri – Mas acho que isto não parece muito com Romeo e Julieta. – respondi enquanto sorria.
-. Não? – perguntou-me surpreendida.
-. Não me digas que irás fingir que morreste envenenada e eu irei morrer por ti? – sorri e pela reacção da Sakura parecia que ela também não queria um futuro assim – Contenta-te só por termos famílias rivais.
O seu riso era tão lindo...! – Mas temos que pensar numa coisa. – ouvi a Sakura disser.
-. O quê? – perguntei.
-. As mensagens... como iremos fazer? Os meus pais desconfiam de tudo e de todos, de certeza que mais tarde ou mais cedo irão ver o meu telemóvel (celular) e irão descobrirmos e... – mas eu calei-a com um beijo, um beijo carinhoso e que, depois de alguns minutos ela separou-se sem folgo.
-. Por acaso a Tomoyo já tinha pensado nisso. – sorri – E ela teve, talvez, a brilhante ideia de me obrigar a fazer passar-me por mulher.
-. O quê? – ela tinha começado a interessar-se pela conversa e se ela não tivesse um pescoço tão lindo eu não me importava de esgana-la pelo que, talvez, ela estivesse a insinuar com aquele 'o quê'.
-. Ela comentou que eu podia fazer-me passar por uma rapariga nas mensagens. Em vez de me chamares 'Syaoran' inventavas um nome feminino e as nossas conversas também teria que serem mais femininas para ninguém desconfiar.
-. Ahh! A Tomo-chan tem sempre ideias de génio! – a sua felicidade era visível no seu rosto.
Tudo parecia perfeito. Pelo menos, por enquanto...
Já faziam três anos que nos tínhamos conhecido naquela discoteca. Era incrível, mas o que sentia por ela crescera ao longo destes três maravilhosos anos e a cada dia que passava a minha vontade de estar com ela crescia. Os nossos encontros eram raros, raros para um casal de namorados que se vissem todos os dias. O mínimo de tempo que estávamos sem nos vermos era uma semana, mas o máximo não passava de um mês e as mensagens pareciam ajudar com a passagem do tempo. A única excepção era durante as férias, em que podia vê-la todos os dias durante um mês! Tomoyo e Eriol ajudaram-nos deste o primeiro instante, embora a prima da Tomoyo não tinha gostado tanto da ideia no inicio, mas ao fim de uma semana, ao ver que eu realmente estava apaixonado, decidiu ajudar-nos. Durante as férias Sakura passava um mês com Tomoyo, enquanto que eu passava um mês de férias com o Eriol, o mais engraçado é que nós nos encontrávamos no mesmo sitio, à mesma hora! Que coincidência!
Por sorte as férias estavam a começar e faltava menos que uma semana para o meu 'mês especial de férias' e que 'por acaso' iria encontrar a Sakura lá. Nada me fazia mais feliz! Estar numa praia sem ninguém, apenas com ela. Poder beija-la sem medo que alguém veja e o nosso disfarce de anos desapareça. Correr a trás dela, como se fossemos crianças, agarra-la e puxa-la para dentro de água. Era magnifico ver a sua cara zangada sempre que eu fazia isso...! E ainda era melhor quando eu lhe beijava depois disso e ela me perdoava quase instantaneamente.
O tempo passou e finalmente o dia das nossas férias começou, mas começou com uma má noticia.
Dois dias antes a minha mãe me dissera que estava comprometido, iria me casa em menos que um ano...! Eu tinha começado a pensar em escapar com a Sakura. ir para não-sei-a-onde e viver lá com ela, faze-la minha mulher! Actualmente, a ideia de me casar era uma coisa natural na minha mente, anos atrás era como se fosse uma asneira para mim que nem sequer podia pensar.
Ao chegarmos pedi à Sakura para falarmos em privado. Fiquei surpreso ao descobrir que ela estava comprometida, também, e que a sua mãe também tinha dito nestes últimos dias. Naquele momento a ideia de escapar era a melhor que alguma vez me passara pela cabeça. Falei dela à Sakura e ela pareceu insegura no inicio, mas admirei ao ouvir as suas palavras. "Se for para nós ficarmos juntos eu posso deixar a minha família e até fazer com que todos me odeiem. O que apenas quero é viver contigo... para sempre...!"
O resto das nossas férias juntos foi como um sonho...! Sabíamos que estávamos comprometidos com pessoas que nem sequer conhecíamos, mas sabíamos que no final tudo terminaria em bem! É sempre assim que as histórias felizes acabam, né?
Os dias foram passando, as semanas foram passando, até que aquele dia finalmente chegou. Foi tão bom quando peguei na Sakura, que tinham vestido o seu vestido de noiva, e carreguei-a até ao carro que tinha estacionado nas traseiras, sem ninguém ver. Eu sentia-me como o noivo que levava a noiva para o carro e aí ambos partiam para a lua de mel, seja onde ela fosse! Mas eu fazia questão que houvesse um casamento, mas onde eu me casaria com a Sakura, a mulher que eu amo! Pode parecer estranho, mas eu adorava disser essa frase todos os segundos. Não me importava de o gritar para o mundo inteiro! Agora que, definitivamente, saíra do Clã podia fazer tudo e mais alguma coisa, pois já não tinha ligação com eles e eles já não me poderiam 'manipular'.
Agora posso disser...
Sou feliz!
Feliz com a mulher que amo!
Mãe,
Escrevo-te esta carta para te disser que estou bem, e o mais importante, estou feliz! Nunca acreditei que um dia iria ser um homem casado! É engraçado pensar nisso agora, acho que a minha vida mudou, deste que a conheci, à quatro anos atrás. Queria lhe enviar esta carta para lhe avisar, e também ao pai, que iram ser avós! A minha mulher está grávida, grávida de um filho meu. Talvez esse não seja um motivo de alegria, por ela ser uma Kinomoto, mas achei que seria justo avisá-los acerca disso.
Como ser humano eu nunca perdoarei por me esconderem a verdade acerca do colar, mas como vosso filho, podem estar descansados, já vos perdoei à muito tempo. Se estiverem dispostos a aceitarem-nos, as duas famílias, nós voltaremos de bom grado. Por agora estamos felizes no lugar onde moramos e a felicidade parece aumentar com a aproximação do nascimento do bebé. Como é bom ser pai! Como estão todos aí em casa? Espero que não estejam desapontados comigo, pois eu lutei pelo que queria, pelo meu destino e pela minha felicidade!
Despeço-me com a esperança que me responda de bom grado e não por obrigação ou para ralhar comigo. Acredite, estou feliz!
Beijos e abraços do seu filho que a adora...
Syaoran Li
No quarto, que parecia uma biblioteca, apenas uma pequena luz iluminava o espaço e a sombra de uma pessoa podia ser vista, sentada no sofá de três lugares que estava próximo à fonte de luz. A pessoa segurava um papel em ambas as mãos e, mesmo que não fosse visível, pequenas lágrimas caiam pela sua face.
Um toc toc foi ouvido e a pessoa disse um fraco "entre". A porta abriu-se e uma sombra de um corpo feminino aproximou-se do sofá.
-. Recebeste? – ouviu-se a voz aguda da mulher que entrara na biblioteca à segundos atrás.
-. Hum, hum. – respondeu, também uma voz feminina, mas não tão aguda como a anterior – Acabei de ler.
As duas abraçaram-se.
-. Nunca pensei que eles tinham-se conhecido. – uma delas falou – Parece que guardaram bem esse segredo ao longo destes anos.
-. Sim. Fugir no dia do casamento de ambos! - a outra falou – Eu sempre soube que o destino daria um jeito de os juntar, os anciões nunca erraram numa precisão. Se eles tivessem que ficar juntos, eles ficariam juntos!
-. Tiveram que escapar no dia do casamento de ambos! – disse – Depois de todos os anos a tentar convencer a família de ambos...! Até porque nós somos as suas mães.
-. E melhores amigas deste pequenas! – completou a outra.
-. Sim, isso é verdade. – disse – E deste que nos casamos com homens de famílias opostas é quase um milagre que a nossa amizade não tenha desaparecido.
-. Sim. Este casamento poderia ser o final de gerações em que os Kinomoto e os Li fossem inimigos. E ainda não ficávamos sem os nossos filhos. Sabe-se lá onde eles estão agora. – disse.
-. Lembra-te que eles já são maiores de idade. Já tem maturidade suficiente para saber o que devem ou não fazer. – disse.
-. Sim, mas só que pensar que ainda ontem eles eram uns recém-nascidos...! Ai! Já estou a chorar! – limpou as lágrimas que caiam pelos olhos- Isto é tão nostálgico...!
A outra mulher sorriu. O que a sua amiga dissera era verdade, ela também se sentia assim, embora não quisesse transparece-lo. Mas ver o seu filho feliz era o seu maior desejo. E ela sabia que se explicassem as coisa como deve ser eles voltariam para casa e anos de inteira felicidade reinariam entre as duas famílias.
E só de pensar que foram eles que conseguiram o que tantos Lis e Kinomotos lutaram para ter...
Felicidade e Paz entre as duas famílias...
FIM
Terminado às 17:55:16 de 8 de Abril de 2008
Curiosidades:
A pulseira da Sakura era para ser verde também, com esmeraldas, mas eu pensei que era mais lógico ter pedaços de âmbar, por causa da cor dos olhos do Syaoran – por acaso reparei que conheço alguém que tem o mesmo tom de olhos que o Syao-chan! XD Estou a rir por causa do nome. u.u Tipo, olhos daquele tom âmbar... bem, pensando bem conheço outra pessoa com esse tom, só que a cor dos seus olhos é uma mistura de verde com castanho...! Porque é que eu não saí à minha mãe...! u.u Oh! Chega de falar de cores de olhos! XD Próxima curiosidade...! Isso se alguém estiver a ler... \o/
Eu não fazia ideia de como seria o final desta história e apenas tinha mais um dia para escrever – nem se podia disser que eu tinha mais um dia, devia de ter mais umas 4 horas para escrever, isso sim! – então, numa aula de Filosofia, até porque as aulas de filosofia são bastante inspiradas, a ideia apareceu-me! Clic! As ideias aparecem-me todas de repente, por isso para mim já é habitual! XD
Na altura em que estava a escrever a parte da 'verdade sobre o colar' e estava naquela parte de prever o futuro e assim, eu observei a minha imagem de fundo – que por acaso é um wallpaper da minha autoria muito kawaii de Suzaku e Euphemia, de Code Geass! – e pensei "esta história tem tudo a ver com eles!". Ela é filha do imperador da Brittania e ele o filho de um japonês e, o que é ainda pior, filho do último ministro do Japão! Só que ela morreu e nem deu para chegar à parte em que os dois tinham que 'se amar' em secreto...! É a vida! u.u Com as CLAMP a serem cada vez mais injustas! ¬¬
((Quando vi o Suzaku pela primeira vez, pensei "este podia ser o tão falado filho da Sakura e do Syaoran! Ele têm os cabelos iguais ao Syaoran e o olhos são iguais aos da Sakura e ainda por cima ele foi desenhado/criado pelas CLAMP!"))
Tive uma ideia quando estava a escrever a última parte da história e até era para pôr nesta, só que o tempo já era pouco e pensei que poderia converter essa história em mais uma drab! :D
Notas de Autora: Oi...? Esta semana também parecia que não queriam que eu escrevesse as notas – e acabasse a história. Na semana passada foi por causa de 'quase atropelamentos e conversas sem fim' esta semana foi por causa da CHUVA! O quê? Na primeira nota disse que estava muito calor e tal, mas é que DE REPENTE – e é mesmo DE REPENTE – a temperatura mudou e agora faz frio, há vento forte e está sempre a chover! u.u Para chegar a tempo de terminar isto tive que apanhar uma molha, pois eu estava na escola e no momento que ia sair estava a chover e muito! OoO
Sobre a história, terminei-a com rapidez, como na semana passada. Não tenho muito para disser, até porque o tempo esta a passar, mas a única parte em que eu tenho a certeza que trabalhei mesmo à pressa e não deve ter ficado muito bem, foi a partir de que a Sakura disse ao Syaoran a verdade sobre o colar – essa era uma das surpresas, a outra era a Sakura estar numa escola só para raparigas e acabou por haver mais duas que era que as suas mães se conheciam e que ambos iriam se casar! XD
Desculpem mesmo por estas 'notas apressadas' mas converso mais nos reviews! Até porque eu respondi a todos ontem à noite e as resposta ficaram grandinhas! XD A ver se é agora que eu coloco isto no FF.N! u.u Sabem, é que eu agora costumo fazer as coisas aos bocados, por exemplo, a última cena que eu escrevi não foi essa da carta – isso escrevi durante a aula de inglês, para despachar! XD – mas foi entre a parte que a Sakura conta a verdade sobre o colar e onde passam 3 anos, por isso eu acho que é a parte que está pior e agora tenho mesmo que ir! ;D
Reviews:
Camilaa-chan': Pelo inicio da tua review só podes ser a Cami-Li, né? Não sei como preferes ser tratada! XD
Eu gostei mesmo do tipo de história desta 'two-shorts', o final é que sai sempre rápido! u.u Ainda por cima agora eu estou sempre a deixar as drabs para o último dia e depois lá estou eu a tentar acabar a tempo nos tempos livres que eu tenho – tipo, hora de almoço, uma hora depois da escola, esse tipo de coisas! u.u
Sim, os rapazes mais 'galãs', dizendo assim, costumam ser os mais engraçados, mas não os mais interessantes para as mulheres, pelo menos eu acho, por isso o comentário da Tomoyo na primeira parte em que ela dizia 'Será que ele não é capaz de perceber que uma mulher nunca se interessa por ele na realidade se ele continuar a agir dessa maneira?', com essa mania de andar atrás de raparigas! u.u Lembrei-me disso de mudar de namoradas cada semana, pois a minha mãe contou-me que os meus primos, agora, costumam fazer isso, principalmente o mais novo – eles tem 19 e uns 24 anos, talvez – até porque ela tinha descoberto que o meu primo mais novo namorava com uma filha de uma amiga dela e queria perguntar se ainda namoravam – mas parece que os dois já não namoram à bastante tempo! XD Como a minha mãe é bastante directa – signo carneiro, o que se vai fazer! u.u Nada contra o signo! – ela deixa os meus primos um pouco... incómodos com o assunto. Eu adoro quando ela diz 'indirectas' a eles! XD E como o mais novo é o mais giro – XD – é quem recebe mais 'indirectas' da minha mãe, principalmente agora que ela soube que uma amiga minha estava atrás dele... Coitado do rapaz... mas adiante! Não estou aqui para contar os meus 'problemas' familiares! XD
Oh! Eu vou fazer desaseis anos e nunca fui a uma! OoO Será que isso é motivo de preocupação? Até porque eu não estou a pensar em entrar numa! XD O porquê dessa história dos rapazes é explicada neste capitulo, porque ela estuda numa escola SÓ para RAPARIGAS! XD
Por acaso eu achei estranho o teu review acabar com um '', mas uma pessoa às vezes escreve tão rápido que nem nota das teclas que toca, a mim acontece-me quando tenho uma cena na cabeça e estou a escrever o mais rápido possível para não esquecer – sim, tenho memória curta! u.u
Espero que tenhas gostado da continuação! :D
Beijos!!
Ma Ling Chan: Olá! o/
Obrigado! Eu acho que nesta história o beijo aconteceu rápido demais, não? XD Mal se conheciam e já andavam ao beijos! XD Esta juventude! u.u
Gostaste da continuação? Espero que tenha sido melhor que a anterior, mas, igual ao one-short anterior, o final foi feito à pressa! XD É do signo! Ser preguiçosa é o meu defeito e costumo deixar as coisas para o fim! u.u
Também viste Code Geass? Acabei de ver à quase duas semana atrás! Achei a história bem interessante, até porque eu gosto de histórias que envolvam a escola e isso e acho que o meu tipo de fics favoritos é esse mesmo, em que eles são adolescentes e conhecem-se na escola e tal...! Adoro! ;D Toda a história em si está bem construída, as CLAMP são mesmo d+!! Mas o que me deixou mais triste foi o final do episódio 23! u.u Eu não queria que ela morresse...! Mas também é tão bom ver um homem apaixonado sedento por vingança àquele que matou a sua amada...! Ai! Acho que estou a ser chata com esta conversa toda acerca de Code Geass, mas tu és a pessoa mais próxima que conhece Code Geass! :D
Ah! Disseram-me que o 'tu és' era como se fosse algo dito de forma antiquada, mas em Portugal, que é o meu pais natal, o 'tu és' é a mesma coisa que 'você é'. Foi engraçado, mas a minha professora de Português disse-me que o 'você' do brasil é igual ao 'tu' de portugal e o 'tu' do brasil é igual ao 'você' de portugal. Engraçado, não?
Beijos!! :D
Vick.y Pirena: Aleluia, adicionei-te no MSN! :D O inicio do meu mail é cerejeira (traço) flor e o resto é hotmail, a ver se reconheces!
Não precisas de levar um susto por causa do tamanho da minha resposta! Se esta resposta estiver como eu a estou a imaginar então ficará ainda maior que a outra! XD Acho que também ninguém fica zangado por receber uma resposta grande, né? n.n
Tipo, já agora que ando a perguntar-te o que significa aquilo e aquilo – desculpa! – o 'Syaoran galinha' deveria ser algo parecido com 'Syaoran a atirar-se a mulheres'? É que se for isso, o 'galinha' que nós utilizamos em portugal é algo como 'medroso' e acho que o Syaoran nessa história não me parece muito medroso, né?
Para falar a verdade, nem me lembrei de Romeo e Julieta enquanto escrevia essa história! OoO Só quando tu comentaste isso é que eu reparei que parecia bastante com Romeo e Julieta! Sim, mas tens razão à cerca disso. Eu própria conheci melhor a história entre Romeo e Julieta com uma ajuda da adaptação japonesa dessa história, o anime RomeoxJuliet, já ouviste falar?
Boate é o mesmo que discoteca? OoO Isso foi uma das coisas que me surpreendeu, pois 'boate' cá é mais um lugar onde estão – utilizando a forma do brasil que é mais bonita – 'meninas de rua' e strippers e esse tipo de coisas...
Outra coisa interessante é que a minha professora de português deste ano disse-me uma coisa bastante interessante! Pelo que ela disse o 'você' do brasil é igual ao 'tu' de portugal e o 'tu' do brasil é igual ao 'você' de portugal. Engraçado, não? Eu já sabia que o 'você' do brasil era igual ao 'tu' de portugal, mas não sabia que o 'tu' do brasil é igual ao 'você' de portugal! OoO Por isso para nós, quando tu me tratas por 'você' é como se falasse com gente mais velha e assim, por exemplo, a única pessoa(s) que trato por 'você' são as minhas avós, apenas por educação, até porque te resto é tudo por 'tu'. Também posso disser que é um bocado estranho quando vocês falam 'tu vai', sem o 's'. Deste que a minha professora disse isso eu sempre imagino que vocês, ao lerem com o 'tu' pensam que não são pessoas muito próximas, o que na realidade é o contrário, e quando utilizo o 'você' devem pensar que os personagens são próximos, na realidade não. É uma confusão! XD Isso do 'eu a amo' em vez do 'eu amo-te' já sabia e por isso é que eu estou a apanhar a mania de escrever dessa forma e se reparares já são raras as vezes que eu utilizo a segunda forma, para mim acho que fica melhor a primeira forma! XD Claro que por isso também tenho alguns problemas em português! XD
Vês? Eu só aprendo coisas novas contigo! Não sabia que acrescentar o 's' dava um ar mais para os 1890...! OoO Cá é mais 'Vós vindes' – eu não sou muito boa nessa parte, mas deve ser assim. Ou 'Esperai! Não vades!', sei que é uma coisa assim e a maioria dos verbos costuma acabar em 'ai'. Eu não sou muito boa para professora de português! u.u
Não vi o filme Dejá Vu, mas eu não me importo de me contares a história – se não for incomodo.
Não é de ser fã dele, no MSN, é dar preguiça para ir lá. Depois lembro-me que tenho que ir para este e aquele site e quando tenho o msn ligado aparecem um monte a perguntar isto e aquilo e eu apenas quero me concentrar nos sites! É uma confusão! Algumas vezes só vou quando preciso falar com algum amigo e sei que ele está on-line no momento. Tens que me disser quando estás on-line, até porque nem sempre estou no PC e também temos que pensar nisto da diferença horária!
A resposta ficou grande, né? Quando começo a 'falar' não me calo! XD
Espero que tenhas gostado do final da história, embora tenha sido feito à pressa, como sempre deste que comecei a escola! u.u
Fica bem! Beijos e até para a semana! Vemo-nos por aí! :D
Musette Fujiwara: Olá! o/
Obrigado! :D
Quando eu escrevi esta história não me lembrava da história de Romeo e Julieta, só quando me disseram no reviews é que eu reparem que a história era parecida a essa.! XD
Eu não queria fazer um final triste! E depois lembrei-me de eles fugirem por causa de um casamento e depois achei que seria engraçado se esse casamento fosse dos dois, mas eles não sabiam. Também tive a ideia de que as mães deles serem amigas de infância por se casarem, cada uma, com um Li e um Kinomoto, elas já não podiam manter a sua amizade de anos, mas continuavam a ser amigas, mesmo à distância.
Tudo ideias de última hora! XD Até porque deste que começou a escola costumo deixar os drabs todos para o fim e depois da segunda e na terça estou a termina-los à pressa nos meus tempo livres! u.u
Espero que tenhas gostado da continuação...! ;D
Beijos!!
Espero pelos vossos comentários! Irei responder a TODOS no próximo drab!
Cliquem no 'GO', porfa! (é a mesma coisa que disser 'por favor'! XD)
Matta ne!
Chus...
Ying-Fa Kinomoto Lee
PS. O próximo Drab é inspirado num episódio de Code Geass...
