Capítulo VI – Segredos sobre meu pai
O fim de semana chegou. Luke estava feliz por duas razões: a primeira não teria que ir à escola e a segunda era que enfim veria Amy. Estava em seu quarto se arrumando para visita-la. Enquanto isso no andar de baixo, Harry conversava com sua mãe pelo ocorrido no dia anterior.
– Amy? É muito estranho que não a mencionara. – Disse Lily.
– Luke sempre faz coisas estranhas, isso já não me surpreende. Diz que é sua melhor amiga, mas eu acho que é mais que isso.
– Eu também acho. É possível que ela esteja influenciando-o. – Nesse momento Luke apareceu.
– Vou sair. Voltarei mais tarde. – Saiu da casa sem esperar resposta da parte de sua mãe.
– Eu aposto que ele vai visitar essa mulher. – disse Lily dando um suspiro, mas depois logo ficou séria. – Harry, querido, faça-me um favor e siga seu irmão e descubra onde essa mulher mora e volte e me diga como é a tal Amy. – Harry assentiu e saiu.
Saiu de casa seguindo Luke. Também estava curioso para ver quem era a tal Amy que seu irmão se encontrava, queria saber por que tanto mistério com essa mulher. Estava seguindo Luke de modo que ele não percebesse, mas não contou com a sensibilidade dele para perceber as coisas ao seu redor. Luke se deu conta que Harry o seguia.
"Harry está me seguindo, aposto que quer saber aonde vou. Muito bem, se é isso que você quer, siga-me se puder irmão." – disse com um sorriso de canto.
Começou a caminhar mais rápido, pegando um caminho diferente ao que normalmente pegava para ir à casa de Amy. Entrou em fliperama. Harry estava bem perto.
Harry também entrou na loja, mas o lugar estava tão cheio de pessoas jogando que perdeu Luke de vista. Adentrou mais o lugar para ver se encontrava Luke, que não sabia que o mesmo já havia ido à saída. Quando viu que Harry se perdeu entre tantas pessoas saiu de seu esconderijo e saiu do lugar, pegou um taxi e se dirigiu a casa de Amy.
"Não sabe ser discreto em seguir uma pessoa. Meu segredo está começando a se revelar. Preciso de mais tempo." – pensou Luke.
Enquanto isso na loja, Harry procurava seu irmão, mas por mais que o fizesse não o encontrava.
"Onde ele foi parar? É como se tivesse desaparecido da Terra." – Pensou Harry e esse momento se deu conta de algo. – "Sou um idiota! Ele entrou aqui para dar voltas e eu me perder, como ele soube que o seguia? A essa altura já deve ter saído, meu irmão é muito inteligente."
Saiu da loja, sem dúvida alguma Luke soube como desviá-lo. Luke já havia chegado à casa de Amy, atravessou o jardim e tocou a campainha. Amy abriu a porta, sorriu ao vê-lo, igual Luke que também sorriu.
– Oi Amy, senti saudades de você. – disse Luke com um tom que denotava alegria ao vê-la e lhe deu um abraço.
– Eu também querido, entre. – Amy retribuiu o abraço e deixou Luke entrar. Ambos se sentaram no sofá da sala. – Como foi essa semana? – perguntou Amy.
– Não muito bem. Foi péssima.
– Comece por me contar: o que aconteceu com o seu rosto? – disse ao ver a bochecha de Luke com curativos.
– Foi na minha escola. Estava no banheiro e algo saiu do espelho e me fez isso. – Mostrou onde estava machucado. – Há um espírito lá e eu quase não aguento senti-lo, sua energia me enfraquece muito.
– Deixe-me ver o ferimento. – Amy tirou o curativo deixando ver marcas de garras compridas e profundas. – Que tipo de espírito será? Isso não vai cicatrizar a menos que se aplique o remédio correto. Já volto.
Amy se levantou e subiu as escadas. Luke ficou sentado e se recostou no sofá. Viu a estante de Amy e lhe chamou muito a atenção um dos livros que estavam lá. Levantou-se e foi pegá-lo, começou a folheá-lo. Nele havia vários feitiços e frases que normalmente um feiticeiro utilizaria. Viu um que chamou sua atenção, este era como paralisar um espírito com um feitiço. Leu-o e o memorizou, então escutou que Amy já estava voltando assim deixou o livro onde estava e voltou a sentar.
– Isso vai arder um pouco, mas fará que se cure mais rápido. – Colocou em um algodão um líquido transparente e o passou no lugar machucado então Luke de imediato afastou a mão de Amy.
– Essa coisa arde muito! O que é isso?
– É uma pequena fórmula feita à base de ervas, tem propriedades curativas. Como te disse, vai arder, mas também te ajudará que se cure mais rápido. Não seja teimoso e me deixe por isso. – disse Amy séria e Luke sabia que quando ela ficava séria era pra fazer o que ela mandasse.
Amy pôs o líquido no rosto de Luke. Ele também havia mostrado o pulso machucado e Amy também colocou um pouco desse líquido. Em cada toque Luke fazia pequenos gestos de dor indicando que não queria que pusesse mais.
– Pronto, já terminei. – Pôs um curativo limpo para sua bochecha, como nos pulsos. – Não foi tão mal. – disse Amy sorrindo para alegrá-lo.
– É o que você acha. – tocou sua bochecha. – Isso dói. – Luke fez uma careta e Amy riu. Então se puseram a conversar.
– Como é o espírito que habita sua escola? – Perguntou Amy.
– Sua essência está vazia, não tem sentimento, tipo, só um e é ódio, sua presença é muito forte tanto que não aguento, sinto tontura. Cada dia sua presença se faz mais e mais forte. Em alguns lugares da escola há obscuridade, mas é pouco densa. Mas no quinto andar é muito profunda, e é lá que se sente mais sua presença, além que de sempre posso perceber o cheiro de sangue.
– Seus olhos estão adaptados para ver o que ninguém mais pode ver e seu olfato percebe o que ninguém pode, seus sentidos são muito sensíveis a esse tipo de coisa. O que me preocupa é essa presença que te enfraquece e já te atacou. Deve ser muito cuidadoso quando estiver lá.
– Tudo bem, eu prometo ser cuidadoso. Eu me pergunto por que esse espírito está lá.
– Há vários motivos, pode ser que seja um espírito que não seja permitido entrar no céu nem ao inferno, também pode ser alguém que se recuse a ir descansar eternamente.
Luke se pôs a pensar no que Amy disse e então se lembrou de algo.
– Também conheci duas meninas. Elas disseram que já houve rumores que antes de construir a escola ela era um cemitério e também mencionaram mortes e desaparecimentos de alunos.
– Cemitério? Então talvez vários espíritos foram perturbados, mas é estranho que só exista um.
– Há outros, mas são muito fracos, quase imperceptíveis. Me concentrei e foi quando pude percebê-los, não sei o que os enfraquece. Só esse espírito é o que se faz mais forte. – Amy ficou pensando.
– Isso está muito estranho. Não sei o que pode estar acontecendo lá, mas posso ver que é muito perigoso. Tenha cuidado Luke, fique alerta. – Em seu tom se denotava muita preocupação com Luke.
– Está bem Amy, não se preocupe. – Luke sorriu.
– Me preocupo porque você é importante pra mim. – disse Amy sorrindo. – Só quero isso, tenha muito cuidado. – Luke assentiu. – Mas me diga, continua tendo os pesadelos?
– Sim. E aconteceu uma coisa, no último pesadelo gritei seu nome e meu irmão ouviu já que me perguntou quem era você. Minha família já sabe seu nome mas não quem você é realmente.
– Deve ter sido muito forte para que me chamasse. Eles terminarão sabendo quem sou e sobre os dons que te tornam alguém especial e acredito que não gostarão.
– Isso é algo que tenho medo, que quando souberem de tudo queiram me separar de você e não quero isso, você a única que me entende de verdade. – Amy pegou as mãos de Luke entre as suas e fechou os olhos.
– Vejo algo em seu futuro, terá alguém mais que vai te compreender e te apoiar no que faça, essa pessoa guardará seu segredo com muito cuidado. Saberá seu segredo porque te descobrirá e terminará confessando-o. – então soltou as mãos de Luke.
– Quem é essa pessoa Amy? – disse feliz, enfim alguém além de Amy o compreenderia.
– Eu não sei. Isso não me permite ver, ao parecer isso é algo que deverá descobrir por si mesmo.
– Espero que seja alguém da minha família, quero muito isso, ser compreendido e não ser julgado. – disse Luke se recostando no sofá e jogando a cabeça pra trás, sorrindo.
Ambos ficaram conversando um bom tempo. Luke gostava de ficar em companhia de Amy e ela sentia o mesmo que Luke. Passou o tempo e Luke já tinha que ir embora. Despediu-se de Amy.
– Tenho que ir, a essa hora já devem estar se perguntando onde estou. – disse Luke.
– Muito bem querido. Só uma coisa antes que você vá. - Luke escutava atentamente Amy. – Não tente usar o feitiço que leu do livro da estante. – Luke se surpreendeu. – Acaso acreditou que não me havia dado conta? – disse Amy com um sorriso de lado.
– Como soube que li? Só li um que serve para paralisar espíritos.
– Não funcionará com você. Luke, você é um médium, não um feiticeiro, não confunda. Os médiuns não contam com habilidades mágicas como os feiticeiros, além de que não poderia usar qualquer coisa que incluísse feitiçaria. Você sabe que eu sou, digamos, parte feiticeira e é por isso que uso os métodos de bruxaria e feitiçaria, a você não corresponde o que eu faço. Você tem as cartas de tarô mas não as usa, você só as tem. Eu tenho conhecimentos sobre os médiuns e isso é o único que te ensinei esse um ano e meio que nos conhecemos.
– Entendo Amy. Eu jamais poderei fazer feitiços porque não sou feiticeiro como você. – baixou o olhar.
– Mas você pode utilizar cânticos. – Luke subiu o olhar. – Os médiuns usam métodos de cânticos e orações, isso ainda não te ensinei, mas eu começarei a fazê-lo, embora não tenha tanta força espiritual.
– Força espiritual? – perguntou Luke.
– O quão forte é seu espírito para usá-lo para se defender e aos demais, os médiuns usam isso, sua própria força de espírito. Se esta for muito forte e souber usá-la pode afastar qualquer espírito só com desejar isso. Mas cuidado, se usá-las em excesso, se vai mais além de seu limite, pode cair inconsciente e não despertar em um bom tempo e isso é muito perigoso já que põe sua vida em risco.
– Por que não havia me dito isso antes?
– Porque não sabia se estava pronto. Você tem um forte espírito de luta, mas não sei o quão forte é sua força espiritual. Eu ensinarei conforme vejo seu avanço.
– Entendi. Quando vai me ensinar os cânticos?
– Amanhã mesmo. Já quase não lembro, mas os tenho anotados, os buscarei pra você. – Luke sorriu.
– Obrigado Amy. – voltou a baixar o olhar. – Sabe, às vezes me pergunto, por que sou o único de minha família com esse tipo de habilidades?
– Suas habilidades não te escolheram. São hereditárias.
– Hereditárias? – Luke se surpreendeu com isso. – Isso não é possível, nem minha mãe, meu avô nem ninguém da família de minha mãe possui algo assim.
– Que tal seu pai e a família dele?
– Ele morreu quando eu tinha 2 anos de idade, não lembro muito dele e não conheço meus avós paternos. Minha mãe disse que já morreram.
– Tem certeza disso? – disse Amy séria.
– Sim. – viu que Amy o observava profundamente. – Espera, porque acha que minha mãe mentiria com algo assim?
– Isso eu não sei. Ela te disse como era seu pai? Como morreu? Algo sobre sua família?
– Ela só me disse que ele morreu em um acidente de carro, nunca me disse nada sobre meus avós paternos ou alguém da família do meu pai. Vou perguntar a ela.
– Te aconselho que o faça discretamente. Acho que igual a você, ela guarda um segredo que não está disposta a compartilhar.
Luke assentiu e depois de se despedirem, retirou-se da casa de Amy, que ficou pensando em tudo o que haviam conversado. Se preocupava muito com Luke e esperava que não houvesse outro ataque contra ele. Enquanto ele se dirigia a sua casa, pensava no que Amy havia dito sobre sua família, ficou com algumas dúvidas com respeito a sua mãe. Não acreditava que ela fora capaz de mentir, mas agora não estava tão seguro. Quando Amy dizia algo era por algum motivo. Chegou em casa e só se encontrava sua mãe que o cumprimentou.
– Oi querido, onde foi? – perguntou Lily.
– Fui ver uma amiga. – respondeu Luke.
– Suponho que foi ver Amy. – Luke assentiu. – Não sei porque não me apresenta a ela, eu gostaria de conhece-la. – disse Lily.
Luke não prestou atenção à pergunta de sua mãe. Decidiu logo perguntar.
– Mãe, como era meu pai? – Lily se surpreendeu com a pergunta de seu filho já que foi algo inesperado.
– Seu pai era um homem maravilhoso, era muito especial. Você é igualzinho a ele, seu caráter forte e também sua rebeldia. – disse Lily com cara de sonhadora.
– Trabalhava em quê? – perguntou Luke, querendo saber de mais respostas.
Lily se pôs nervosa com essa pergunta que Luke notou muito bem.
– Ele era médico e trabalhava no hospital. Uma amiga me apresentou a ele. Por que me pergunta? Nunca havia se interessado saber sobre ele.
– É que me veio a mente o pouco que lembro dele e me deu curiosidade saber mais.
– Era maravilhoso e só precisa saber isso, você teve um bom pai. – Esse último Lily disse com pequena irritação.
– Tudo bem, então. Diga sobre meus avós paternos e mais da família do meu pai.
– Ele era filho único e seus avós paternos já morreram. Porque esse interrogatório todo? – não a agradava que Luke estivesse fazendo perguntas com respeito a seu pai.
– Não perguntarei mais, mas não há razão para que fique na defensiva e pelo que me dou conta não sou o único que tem segredos.
Nesse momento se escutou a campainha e Lily se dirigiu a porta encontrando com uma garota de cabelo e olhos negros.
– Bom dia Sra. Potter. – cumprimentou. – Luke está aí?
– Ele está aqui. E a srta. é... ? – perguntou Lily.
– Sophie Dawson. Desculpe meu mau comportamento, nem me apresentei direito. – disse Sophie com a mão atrás da cabeça e sorrindo envergonhada. – Prazer em conhece-la.
– Não se preocupe. – Lily sorriu. – Vejo que é uma garota bem educada, entre por favor. – Lily abriu mais a porta para que Sophie pudesse passar. Sophie entrou e Lily acompanhou-a onde estava Luke. – Luke não me falou de você.
– Não tem muito tempo que nos conhecemos. Olá Luke.
– Oi Sophie. Como está? – perguntou Luke.
– Bem e com muito ânimo! – disse Sophie sorrindo. Então notou o olhar de Lily sobre Luke e notou que ele devolvia esse mesmo olhar mas de uma forma discreta. Ao notar a tensão decidiu improvisar. – Vim porque combinamos de sair hoje, lembra? – Luke se surpreendeu ao que Sophie disse, viu como ela piscou para ele e Luke entendeu perfeitamente e continuou com o jogo de Sophie.
– É mesmo, por um momento eu esqueci. Então nós já vamos, te vejo mais tarde mãe.
– Tudo bem filho, divirta-se no seu encontro. – disse Lily sorrindo. Sophie riu também enquanto Luke tentava não corar com a palavra 'encontro'. Então saíram.
– Por que disse que tínhamos um compromisso pra sair hoje quando não tínhamos? – perguntou Luke.
– Porque vi muita tensão entre você e sua mãe e vi que não queria estar lá.
– Bom, em parte te agradeço. Vamos ao parque então. – os dois foram caminhando ao parque da cidade.
– Por que a tensão entre você e sua mãe? O que aconteceu? – perguntou Sophie com muita curiosidade.
– Não é nada. – disse Luke não querendo falar.
– Vamos, não contarei a ninguém. Confie em mim, se eu posso ajudar em algo, ajudarei com muito gosto. – não soube por que mas nesse momento Luke teve confiança em Sophie e decidiu contar.
– Comecei a perguntar sobre meu pai e sua família, mas ela ficou muito na defensiva. Meu pai morreu a muito tempo quando eu tinha 2 anos e me disse que ele não teve irmãos e meus avós paternos já morreram, mas na verdade é que não acreditei muito.
– Entendo. Já sei aonde ir. – Pegou Luke de uma mão e saiu correndo rapidamente.
– Espera aí, aonde vamos?
– À biblioteca.
Em poucos minutos chegaram à biblioteca. Luke tinha muita curiosidade.
– O que tem em mente? – perguntou Luke enquanto entravam.
– Você disse que queria saber sobre o lado paterno de sua família. Na sala de computadores da biblioteca há registros das mortes que ocorreram no país, e é claro que aqui deve estar esse registro. Se seus avós já morreram então saberemos. – Sophie se senta em frente a um dos computadores que se encontravam na sala de informática da biblioteca. – Como se chamavam seus avós paternos?
– Eu não sei. Jamais os conheci. – respondeu Luke.
– Isso não ajuda. Bom, então como se chamava seu pai? Em que ano morreu e onde?
– Ele se chamava James Potter, morreu aqui mesmo há 13 anos quando eu tinha 2, no ano de 1999.
– Muito bem, vou colocar os dados no computador e vejamos os resultados. – Sophie ia colocando os dados que Luke havia dito.
– Vejo que ama investigar coisas. – comentou Luke.
– Sim. Quero ser jornalista quando me formar. Olhe, aqui temos um James Potter. E aqui diz que ele morreu queimado em uma casa. – Luke se surpreendeu com isso. – Com dois filhos pequenos, Luke Potter e Harry Potter, o nome de sua esposa é Lily Potter, seus pais se chamavam Dorea e Charlus Potter. Segundo isso, ainda esse ano continuam vivos, aqui há um número de telefone. – continuava digitando no computador. – Isso não faz muito tempo, nos dados atuais aqui diz que Nicholas Potter morreu ano passado por morte natural, mas não há registro de Helena, é provável que sua avó continue viva.
Luke se sentia emocionado ao ver essa possibilidade, que sua avó, a mãe de seu pai, continua viva mas também havia algo que o perturbava.
– Aí diz que James Potter morreu em um incêndio de uma casa? – perguntou Luke franzindo o cenho.
– Sim, aqui há um artigo. Segundo isso, foi um incêndio que aconteceu de repente, e não encontraram a causa do incêndio. "Foi algo muito estranho" disse um dos bombeiros que apagaram o incêndio. Por que pergunta?
– Porque a minha mãe me disse que ele morreu em um acidente de carro, que a pessoa que estava dirigindo se chocou contra ele e que isso o havia matado.
– Por que sua mãe mentiria a causa da morte de seu pai? Isso não faz sentido, mentir por algo assim a menos que algo mais tenha ocorrido e não quer que você saiba.
– E é isso que vou descobrir.
Disse a si mesmo, Luke estava disposto a descobrir sobre seu pai já que agora ele representava um mistério. Queria saber se seu pai havia tido dons como os seus e também queria saber sobre sua avó e saber se continuava viva realmente, ou se já estaria morta e ninguém havia dado conta. Luke estava mais que disposto a descobrir.
Olá! Espero que tenham gostado do capítulo! Por que Lily mentiu sobre a morte de James? O que será que ela esconde? Vamos ver isso nos próximos capítulos hehehehe
Review:
Sandra Longbottom: Quem bom que está gostando *-* fico muito feliz, amo mistérios haha espero que você tenha gostado desse cap. Muitas coisas ainda estão por ser descobertas...
Até o próximo capítulo! Beijos.
