Capítulo V

Edward sonhou que estava combatendo um incêndio. Em seu sonho, ele não dispunha de nada que pudesse ajudá-lo. Desesperado, tentava abafar as chamas com as próprias mãos, procurando ignorar a dor das queimaduras em seus dedos e nas palmas das mãos. Quando, por fim, a dor se tornou a insuportável, ele acordou.

Sentando-se na cama num sobressalto, levantou as mãos para examiná-las, pois continuavam doendo embora tivesse acordado e não estivesse mais sonhando. Viu as ataduras e voltou a se jogar na cama ao constatar que estava de fato com as mãos queimadas.

Ele olhou fixo para o reposteiro que pendia ao lado da cama, procurando não pensar nas mãos que latejavam de dor e começou a rememorar os eventos da noite anterior. Sua noite de núpcias não havia sido nada do que almejara.

Esse pensamento motivou-o a olhar para o lado. Só então se deu conta de que a esposa já havia se levantado e não estava mais ali. Desapontado, chutou as cobertas para o lado e se sentou novamente. Precisaria discutir algumas coisinhas com Bella quando a encontrasse. Procuraria não ser muito severo, afinal ela era muito jovem, mas precisava aprender coisas que fazem de uma mulher uma boa esposa, como não sair da cama antes de o marido se levantar, e ficar por perto. E se ele quisesse terminar o que ficara incompleto na noite anterior? Não que ele pudesse fazer um grande serviço sem as mãos, mas ainda assim...

Edward deixou os pensamento de lado, ao ficar em pé e olhar ao redor do quarto e verificar que não tinha nada para vestir. Todas as suas roupas haviam sido destruídas pelo fogo, até a que usara quando estava a caminho do quarto da esposa. As que estavam na arca também havia sim consumidas pelo fogo. Tivera de usar o lençol que a mãe providenciara para secá-lo depois do banho na noite anterior.

A lembrança daquele banho humilhante fez com que ele ficasse com raiva do lençol. Embora a mãe não parecesse nada aborrecida com a situação, ser banhado feito um bebê não era nada agradável. Ela havia arregaçado as mangas e parecia estar dando banho em um de seus cachorros. Depois ordenou que ele saísse da tina, o secou rapidamente e embrulhou o lençol em volta da sua cintura, mandando-o ir para a cama.

Edward balançou a cabeça à lembrança, depois voltou sua atenção para o lençol no chão. Parecia-lhe impossível conseguir pegar uma ponta que fosse dele. Tocou-o com o pé, calculando como poderia fazer para levantá-lo a fim de poder pegar com a mão enfaixada. Mas como faria depois para enrolá-lo na cintura?

Quem ele estava tentando enganar, perguntou-se irritado. Não havia como passar o lençol pela cintura e amarrá-lo. Por menos que quisesse admitir, ele precisava de ajuda. Precisava de alguma roupa emprestada e precisava de que alguém o ajudasse a vesti-la. Se a esposa estivesse lá, todas essas questões seriam facilmente resolvidas.

Mais uma vez irritado com a ausência dela, ele atravessou o quarto e abriu a porta, esperando que os pais ainda estivessem no quarto deles e pudessem ajudá-lo. Teve alguma dificuldade com a maçaneta, mas conseguiu que cedesse e saiu para o corredor. Já estava a meio caminho para o quarto dos pais, quando a porta em frente a ele se abriu e lorde e lady Swan saíram do quarto.

Edward parou subitamente e o casal também, todos os três petrificados. O olhar estarrecido do casal fez com que ele imediatamente cobrisse a virilha com as mãos enfaixadas. Eis que nesse momento a porta do quarto dos pais foi aberta e Carlisle apareceu. Edward gemeu ao vê-lo, chamando a atenção do pai.

— Filho! — Lorde Cullen exclamou, olhando para os anfitriões e depois para Edward, nu. — Por que cargas d'água você está aí parado meio bêbado?

Suspirando, Edward só balançou a cabeça e olhou para o quarto aberto ao lado. Era o quarto de Bella. O estrago não havia sido tão grande quanto parecera na noite anterior, notou surpreso. Apesar da grande fumaça, o fogo ficara confinado principalmente à cama. Havia se enganado.

Cheio de esperança de que sua arca pudesse ter escapado do estrago, ele entrou rápido no quarto, sem se importar com o trio que permanecia lá fora, até ouvir o pai se desculpar em nome dele.

Ignorando a conversa, Edward deu a volta na cama destruída à procura da arca. Qualquer esperança de que ela tivesse escapado ilesa, morreu na hora em que a avistou. Não havia sobrado nada da tampa; só restavam as laterais e o fundo enegrecidos, com um pouco de cinzas no fundo. Nada que ele pudesse salvar. Resmungando contrariado, olhou ao redor e se deparou com o que restara das roupas que vestira no casamento e que acabara usando para combater o incêndio. Eram meros farrapos empilhados no chão.

Com a expressão contrafeita, Edward empurrou com os pés a pequena a pilha de material sujo. Além de queimadas, as peças haviam ficado encharcadas de água, mas já estavam secas e até duras.

— Santo Deus, que momentos você passou por aqui! — Edward olhou para o pai que entrava e fechava a porta. Como não tecesse comentário algum, Carlisle, com o cenho fechado, se aproximou dele e disse: — Você está precisando de roupa, é claro. Devia ter pensado nisso. Só quando o vi entrar no quarto, me dei conta da razão de você estar andando nu por aí.

— Eu tenho esta roupa aqui — disse Edward e depois admitiu com uma certa relutância: — Só preciso de ajuda para vesti-la.

— Claro, filho, eu o ajudo. Mas que roupas são essas? — A voz de Carlisle ficou reticente ao acompanhar o olhar de Edward para aquele pequeno monte no chão. — Santo Deus, você não pretende usar isso. — Abaixando-se, ele pegou o que sobrara da túnica que esgarçou um pouco quando ele tentou endireitá-la. — Não dá para você usar isso. Vou buscar uma das minhas túnicas...

— Suas túnicas são pequenas para mim.

Carlisle parou no meio do quarto e encolheu os ombros ao avaliar o tamanho do filho.

— É verdade. Você ficou bem maior do que eu. Mas não pode usar estes trapos. Vou ver ser Jacob...

— Não vou ficar por aí mendigando roupas. Vou usar essas até chegar em casa. — Edward insistiu. — Por favor, só dê umas sacudidas na camisa, ela deve amaciar com o uso.

Carlisle abriu a boca para argumentar, mas mudou de idéia.

— As roupas de Jacob provavelmente não serviriam em você, a verdade é essa. Você é mais alto do que qualquer outro homem aqui.

O pai teve que bater as roupas várias vezes e com força antes que Edward pudesse vesti-las. Não que tivessem melhorado muito, manchadas de fumaça e cheias de furos como estavam. Tanto a túnica como os calções estavam em péssimo estado, mas pelo menos cobririam as partes importantes e Edward decidiu usá-las. Suas mãos doíam, sua cabeça doía e tudo o que tinha a fazer era voltar imediatamente para casa. Embora não se preocupasse com moda e sempre mantivesse apenas dois trajes, uma vez de volta a Cullen, poderia usar dois ou três trajes que eram do irmão. Emmet, que tinha o físico igual ao seu, sempre fora mais vaidoso e seguia a moda. Até chegar em casa, ele passaria com aquela roupa mesmo.

Edward sabia que a mãe não ficaria nada satisfeita de ter de viajar de imediato. Ela planejara permanecer alguns dias ali para que Bella pudesse se familiarizar com todos antes de voltarem para Cullen. Edward não entendia bem essa preocupação. Bella teria o resto da vida para se familiarizar com ele. Entretanto, a mãe insistira e o pai concordara para agradá-la. Agora, porém, era necessário mudar os planos. Ou, pelo menos, os seus, ele pensou, seguindo o pai pelo corredor. Os pais poderiam ficar mais alguns dias, se desejassem. Ele e a mulher partiriam assim que comessem alguma coisa. Passariam para pegar o escudeiro e seguiriam direto para casa.

— Ali está sua mãe.

Edward viu que a mãe conversava com lorde e lady Swan.

— Desça e logo nós vamos ter com você — o pai sugeriu.

Aquiescendo com a cabeça. Edward seguiu para a escadaria enquanto o pai foi se juntar à esposa e aos pais de Bella.

A esposa foi a primeira pessoa que ele viu ao chegar ao grande salão. Ela já estava à mesa. Os três primos estavam com ela e, a julgar pela expressão infeliz dela, logo concluiu que o trio estava fazendo suas costumeiras maldades. Instintivamente, ele levou a mão à espada, mas, naturalmente, não conseguiu empunhá-la.

Desarmado, só lhe restou olhar feio para o trio ao se aproximar. Para sua sorte, os três eram bastante covardes para fugir da mesa, sem que fosse necessário fazer uso da espada para mostrar sua irritação. Soltando uma exclamação de satisfação, ele deixou-se sentar ao lado da esposa, fazendo-a voltar um rosto surpreso para ele.

— Marido, você já se levantou...

Ele não teceu qualquer comentário sobre a surpresa dela e também se conteve para não repreendê-la por ter descido antes, o que considerou ser um grande autocontrole seu. Em vez disso, perguntou:

— O que seus primos lhe diziam para deixá-la tão aborrecida?

Muito constrangida, Bella corou e evitou o olhar dele.

— Nada que valha a pena repetir, milorde. Na verdade, até já esqueci. — Clareando a garganta, ela disse em tom animado: — Está com fome, meu marido? Se importaria de tomar o desjejum comigo?

Edward sabia que ela estava mentindo e pensou em explicar-lhe que as esposas não devem nunca mentir aos maridos, nem mesmo por coisas insignificantes como as provocações de seus primos. Entretanto, o sorriso luminoso que ela lhe dirigiu e o modo meigo com que disse "meu marido" o desarmaram. Assim, quando ela lhe estendeu um pedaço de pão, ele não tocou no assunto e levantou a mão para pegá-lo, parando ao ver a atadura.

Soltando um suspiro profundo, ele abaixou a mão, pousando-a sobre a mesa.

— Eu vou ajudá-lo, milorde. — prontificou-se.

— Não tenho fome —mentiu, recusando-se a passar pela humilhação de ser alimentado pela jovem esposa como se fosse um bebê. Voltou-se e viu que ela o fitava de modo que beirava a piedade. — Coma você!

Bella hesitou, e Edward estava novamente prestes a ordenar que ela comesse, quando surgiu um criado trazendo uma taça de hidromel para ele.

Sentindo alívio porque era algo que conseguiria pegar, ele ergueu as mãos com cuidado, pegou a taça entre as mãos enfaixadas e levou à boca. Assim que Bella desviou os olhos dele, ele bebeu um gole, fitando-a. Ela estava comendo um pedaço de queijo, e o deixou com água na boca. Porém, um outro tipo de fome tomou conta dele. Ele não conseguia comer, não conseguia se vestir e não conseguia nem fazer amor com a esposa.

Engoliu em seco, e teve seus pensamentos interrompidos, no momento em que ela passou a língua rosada pelos lábios, para limpar uma migalha de pão. Em sua imaginação, quase pôde sentir que ela passava a língua pelos seus lábios... deslizando-a depois para outras partes de seu corpo, partes que não haviam sido queimada e pouco estavam se importando que suas mãos estivessem.

O repentino barulho da taça ao cair na mesa, esparramando o líquido frio pelo seu peito e colo, fez com que ele se levantasse soltando um grito de surpresa. Ele olhou para a sujeira que havia feito e se sentiu humilhado, mais ainda ao ver o olhar assustado da esposa.

Bella ia lhe dizer alguma coisa, mas foi uma voz atrás dele que se fez ouvir:

— Filho, você está bem?

Virando-se lentamente, ele encolheu os ombros ao ver os pais chegando com lorde e lady Swan. Era como se tivessem testemunhado sua embaraçosa demonstração de incapacidade.

Fechou os olhos por um breve instante, depois meneou a cabeça e anunciou:

— Bella e eu vamos partir em uma hora para Hargrove a fim de pegar meu escudeiro, depois seguiremos para Cullen. O senhor e mamãe podem nos acompanhar ou ficar mais uns dias, como julgarem melhor.

Ignorando os olhares surpresos e os comentários que o súbito anúncio provocou, ele deu meia volta e saiu do castelo, dirigindo-se ao estábulo para providenciar que o cavalo fosse preparado. Era seu único bem que permanecia intacto, após uma noite de casado. Esperava que aquilo não fosse um presságio do que estava por vir.

— Sinto muito, querida. Nosso plano era ficar um pouco mais aqui para que você se acostumasse com a gente. Mas agora Edward só tem essa roupa para vestir — lady Cullen justificou o filho, suspirando. — E com as mãos machucadas como estão, ele não consegue comer, se vestir, fazer nada. Vai ser bom contar com a ajuda do novo escudeiro...

— Está tudo bem, milady — Bella a interrompeu com delicadeza. — Eu compreendo e não estou aborrecida.

Seu olhar desviou-se para a própria mãe. Bella sabia que não se poderia dizer o mesmo dela. Era óbvio que Renée estava consternada de que a filha partiria logo, mas se controlava para não abrir a boca. Era natural que a mãe de Edward estivesse ciente disso, mas queria justificar a atitude do filho.

— Vou ver se as minhas coisas estão todas prontas — disse calmamente. — Mãe, não gostaria de me acompanhar?

— Sim, querida.

Renée pegou a mão que Bella lhe oferecia e a apertou quase em desespero ao caminharem para a escadaria. Era como se não quisesse soltar mais a filha. Bella sabia que a próxima hora seria a mais difícil de sua vida. Estava prestes a deixar os pais, o irmão, todos e tudo que amava para seguir o marido, um homem que mal conhecia. Teria de enfrentar um lugar que nunca vira antes, cheio de pessoas estranhas. As coisas eram bem mais fáceis para os homens. Quando Jacob se casasse, ele traria a mulher para viver na casa deles. Ninguém esperava que ele fizesse de um lugar desconhecido seu lar. Isso não era justo.


— Por favor, Edward, entre na carruagem. Você poderá machucar ainda mais suas mãos...

— Não vou na carruagem feito mulher idosa ou criança enferma. Além disso, nem á espaço, com as criadas e tudo o mais. Parece que minha mulher está levando metade do castelo de Swan...

Bella e a mãe pararam nos últimos degraus da frente do castelo e trocaram olhares tristes. Viram Edward montar na sela quando começavam a descer a escada. Não estavam perto o suficiente para ver as conseqüências do esforço que ele fizera. Dava, porém, para ver que ele estava lívido e o suor escorria-lhe pelo rosto, o que mostrava que as mãos certamente estavam doendo.

Ainda assim, o orgulho fazia com que ele tivesse se sentado reto e empertigado, lutando para amarrar as rédeas nas mãos enfaixadas.

Desistindo de tentar convencê-lo, lady Cullen foi se juntar a Bella e lady Swan. Uma linha de preocupação marcava o rosto da senhora.

— Esse orgulho bobo vai fazer mais mal a ele do que o incêndio.

Bella mordeu o lábio inferior e concordou num gesto de cabeça. Seu olhar deteve-se na expressão obstinada do marido e ela considerou o que poderia fazer. Renée não havia criado uma idiota. Ela puxara a mãe – uma mulher assustadoramente inteligente. A mãe não lhe ensinara somente como administrar uma propriedade ou como lidar com a criadagem, mas também a ensinara como lidar com os homens. A primeira lição havia sido que os homens eram as criaturas mais teimosas, obstinadas e orgulhosas que Deus havia criado e que a mulher precisava ser esperta e ter raciocínio rápido para evitar que eles se matassem por orgulho.

Aquela, na avaliação dela, era uma das situações sobre as quais a mãe lhe falara. Não tinha dúvida de que o marido insistiria em prosseguir viagem daquele jeito, arriscando-se a contrair uma infecção e morrer, simplesmente para não demonstrar fraqueza. Quando ouviu Edward pedir ao pai que amarrasse as rédeas em volta das mãos para que pudesse controlar o cavalo, ela concluiu que, como esposa inteligente, deveria agir para salvar o marido do próprio orgulho.

— Ah, meu Pai do Céu! — ela suspirou alto, indo postar-se ao lado do sogro para distraí-lo e evitar que ele atendesse ao pedido do filho.

— O que houve? — Edward perguntou, com expressão séria.

Bella abaixou os longos cílios e forçou um sorriso constrangido:

— Tenho pena de não saber cavalgar.

— O quê? — Os dois homens a fitaram, sem entender.

Ela deu de ombros, mostrando humildade.

— Nunca foi preciso que eu soubesse. Nunca saí de Swan. Esperava agora viajar na carruagem, mas subestimei o número de coisas que minha mãe resolveu mandar comigo...

Edward fitou a jovem esposa. Ela era encantadora como um dia de primavera, mas estava se mostrando uma criatura muito fraca. Desmaiara no casamento, desastrada provocara o incêndio na noite do casamento e agora admitia não saber cavalgar. Aparentemente, ela na tinha da mulher forte e habilidosa que ele desejava.

Ele voltou a olhar para o pai e seguiu o olhar que lorde Cullen dirigia às mulheres. A mãe parecia preocupada e a sogra estava estarrecida.

— Talvez possa me ensinar a cavalgar? — propôs Bella, fazendo com que ele se voltasse para ela.

Embora distraído, ele notou que a expressão de lady Swan se desanuviou ao ouviu a sugestão, e lady Cullen adiantou-se até eles, com um grande sorriso no rosto.

— Que ótima idéia! Se montar com Edward, quando chegarmos a Cullen, você será uma verdadeira amazona.

Edward mudou de posição na sela, não entendendo muito bem por que todas pareciam tão satisfeitas. Tinha a sensação de que não sabia de alguma coisa que pairava no ar. Estava tentando decifrar quando Bella puxou o irmão pela mão.

— Por favor, Jacob, me ajude a montar.

— Posso ajudá-la... — ele prontificou-se.

Tarde demais, Jacob já havia colocado a irmã na sela, na frente dele.

Bella virou a cabeça e dirigiu ao marido um sorriso tão doce que lhe pareceu meio suspeito. Procurando afastar qualquer sentimento negativo, resmungou consigo mesmo sobre o comportamento das mulheres em geral e depois tentou pegar as rédeas. A esposa, porém, foi mais rápida.

— Se você vai me ensinar a montar, sou eu que devo segurar as rédeas, não é? — ela perguntou com ar inocente.

Edward hesitou, depois suspirou e endireitou o corpo, passando os braços em volta da cintura dela. Seria uma longa viagem até Cullen.


N/A: viu... falei q vinha hj e que era pequenino.

Tadinho do Edward, e teimoso desse jeito ele não ajuda em nada!

Nossa! Obrigada novamente pelos comentários.

Quarta eu posto o próximo, e depois disso, vou tentar fazer isso ser diário.

Eu sei o quanto é ruim esperar atualizações, então vou me esforçar pra trazer logo ela inteira pra vcs.

Obrigada e até logo.