Havia feito um mês que tinha encontrado as chaves no fundo falso da gaveta, planejando todo um plano para descobrir o que a chave dourada poderia ocultar no entanto não pode coloca-lo em prática, suas duas semana passaram em um piscar de olhos. Na primeira semana redecorou seu novo quarto, comprou uma nova cama para Rachel que ficou encantada e o mobiliou com alguns móveis que tinha levado dando seu toque pessoal, aproveitou e organizou sua mudança pelos cômodos do apartamento identificando-se mais ganhando um ar mais feminilizado e um pouco mais colorido, ela não teve descanso Fillipy não parava de ligar para marcarem de se encontrarem porém não estava preparada para a tal conversa então sempre arrumava uma desculpa, se sentindo um pouco sufocada resolveu pedir conselhos para Wilson que não á ajudou como esperava lhe disse que teria que tomar uma decisão sobre esse relacionamento, que não adiantava fugir de um provável fim, pensou e como pensou decidindo-se que era melhor deixar em segundo plano como havia feito com as chaves tinha outras prioridades, já na segunda semana tentou encontrar uma escola para Rachel havendo uma mudança nos planos, Wilson pediu sua licença para Foreman que concedeu para poder ajuda-la, pensaram que iriam achar rápido no entanto visitaram três escolas e não as acharam realmente boas, no quarto dia de entrevista encontraram Rachel começava no dia seguinte não sendo prejudicada pois havia sido bem recomendada pela sua antiga escola a deixando aliviada. Começaram então os preparativos para a peça de Rachel, teria que acontecer no fim de semana antes de voltarem para o PPTH já que assim que voltassem não teriam tempo e nem cabeça para planejar, teriam dois dias para organizar tudo. Wilson chamou Foreman, Treze, Chase, Taub e perguntaria para Lisa se haveria algum problema em chamar a Cameron e Stacy pois tinha voltado com a proximidade, já ela chamou sua mãe, sua irmã e alguns parentes. Rachel estava só sorrisos contando tudo que havia planejado enquanto eles só podiam ceder as suas vontades. Wilson estava na sala de jantas sentando mexendo no seu notebook quando viu Lisa se aproximando.
— Lisa queria vê com você se eu podia chamar a Cameron e a... Respirou fundo. — Stacy, você sabe que sempre fui amigo dela e voltamos com a proximidade, e sem querer comentei com Cameron, tudo bem para você? Observou Lisa puxar a cadeira sentando-se.
— Que pergunta é essa James?! Claro que pode, eu adoro a Cameron e estava mesmo pensando em chamar ela, e á Stacy nem se fala, não é porque fiquei por um tempo com House que não nós apreciamos, aliás sempre tivemos contanto. Rir um pouco da cara de Wilson. — James fica tranquilo não me importo porém tenho que te avisar que minha mãe vai vim, então você já pode imaginar como vai ser? Arqueou uma das sobrancelhas.
— Isso vai ser transformar em um campo de batalha, você já falou para ela que está morando comigo ou está mentindo mais uma vez Dr. Cuddy? Sua voz saiu em tom divertido.
— Não estou mentindo James e sim omitindo á verdade quando ela chegar vou explica-la, é melhor assim. Já está quase tudo pronto não aguento mais essa correria. Sorrir.
— Concordo no entanto temos que ver sobre o assunto de House, o que iremos fazer? Á olha seriamente.
— Eu não sei James, ela está contanto com a presença dele aqui só que isso é impossível, acho que poderíamos comprar alguma coisa e falar que foi ele que mandou, o que acha? Ficando seria.
— Lisa Rachel não vai cair nessa, no entanto acho que tenho uma solução. House tinha escrito duas cartas para ela antes de morrer, a mais antiga eu entreguei no jantar enquanto guardei a outra para quando esse dia chega-se com intuito de termos uma saída, mesmo não sabendo o conteúdo já é uma coisa que o faz presente, no entanto uma hora vamos ter que contar á verdade para ela Lisa, Rachel não é boba, mas percebo que não é isso que realmente está te incomodando. Sua voz soa com suavidade.
— Não tem nada James é sua imaginação, já que está praticamente tudo organizado vou ir dormir, amanhã Rachel começa na nova escola tenho que está descansada. Boa Noite.
Deitou-se em sua cama refletindo, realmente estava incomodada queria saber o que aquela chave guardava, os dias estavam passando e sua curiosidade só aumentava, o tempo não estava sendo bondoso. Na manhã seguinte levou Rachel á escola acertou os últimos detalhes do teatro com Wilson que organizou tudo. No sábado eles prepararam tudo para sair o mais perfeito possível, combinaram de entregarem a carta para Rachel antes de começar o teatro, ela já havia perguntado por ele varias vezes e estavam ficando sem desculpas. Quando estavam almoçando escutaram batidas na porta, Lisa se levantou e foi atender ficando surpresa no momento que viu quem era.
— Mãe, te disse que começava as oito. Á abraça. — Entra, estamos almoçando. Abre espaço para ela passar.
— Lisa não precisa me tratar assim. Diz entrando. — Cheguei mais cedo porque sei que você vai precisar da minha ajuda e sobre o almoço obrigada, antes de sair de casa eu almocei. Caminha em direção á mesa.
— Assim. Fechou a porta caminhando para a mesa. — Olha Rachel a vovó chegou. Diz sorrindo.
O almoço ocorreu tranquilamente mesmo com sua mãe sendo um pouco indelicada com Wilson, no entanto já estava acostumada enquanto Wilson relevou a situação, ela foi de grande ajuda claro, antes de começar a perguntar sobre sua vida enquanto se arrumava.
— Então é assim que você acaba com um noivado? Á olha com uma das sobrancelhas levantadas.
— Mãe não é hora para falarmos disso. Vestiu sua saia preta de couro longa, com uma pequena fenda na lateral. — Estou atrasada, daqui a pouco os convidados chegam e eu ainda não estou pronta. Terminando de fechar o zíper.
— Quando você vai estar pronta Lisa? Você foi embora, construiu uma vida e agora está de volta como se nada tivesse acontecido, não ouse mentir para mim que eu sei a verdade. Sua voz soava firme e serena.
— Mãe não quero ter essa conversa agora, Rachel precisa de nós duas você sabe que ela está entusiasmada, quero que tudo saia perfeito. Vestia uma camiseta de alças finas de seda azul marinho. — O que sei é que estou feliz aqui e Rachel também, então não preciso de sermões.
— Eu sabia que isso ia acontecer você ama ele Lisa só que agora é tarde, não pode se arrepender de suas escolhas. Eu tentei prevenir vocês, disse que tinham desperdiçado á última oportunidade de ficarem juntos quando tentei fazer vocês reatarem só que estavam em pé de guerra, você queria leva-lo até o limite no entanto ele sabia fazer isso com maestria e você perdeu mais uma vez. Você é ótima em relação ao trabalho, mas na vida amorosa é um fracasso. Você foge do que não pode controlar, do que você realmente quer e agora não tem ideia do que precisa. Olhava com frieza. — Ele está morto Lisa, você não pode mudar isso e nem querer viver do passado, você vai deixar o Fillipy por uma pessoa que nem está mais entre nós?
— Não vou deixar o Fillipy por conta de um passado nem conversamos sobre isso, mas sei que nosso relacionamento provavelmente chegou ao fim. Não estou aqui por conta do passado e sim porque quero um futuro, não fugi de nada confesso que perdi a guerra contra House porém me tornei melhor e me orgulho disso, não ia parar minha vida para ficar com uma pessoa que não se importava, porque foi isso que aconteceu. House era um babaca, sempre foi desde a faculdade não vou negar que o amei e talvez o ame, mas foi necessário e não me arrependo. Não quero ter que te enfrentar mais uma vez não me obrigue, pois não vou recuar como sempre faço e não me lembre de como você foi patética quando tentou nós juntar novamente, e família eu já tenho, Rachel não precisa de um pai, nós damos muito bem e Wilson agora está fazendo parte de nossas vidas então, por favor, chega do seu discurso de moralidade. Escuta o barulho da campainha. — Se você quer ajudar receba os convidados enquanto término de me arrumar, por favor.
— Tudo bem Lisa, mas eu sempre quero algo a mais de você, espero que realmente descubra o que quer e não faça nada de que se arrependa. Levantou-se andando até a porta a abrindo e fechando atrás de si.
Continuou se arrumando não queria pensar no que sua mãe havia te dito porém era impossível. Calçou sua sandália azul bebê camurça soltando seu cabelo que estava ondulado, caminhou para o quarto de Wilson iriam entregar a carta para Rachel, ficando um pouco aflita por não saber o que tinha escrito, poderia ser perigoso entregar House era uma surpresa. Bateu na porta abrindo-a pedindo licença.
— Pronto Wilson? Rachel já estava lá o ajudando arrumar, começou a rir quando o viu vestido de príncipe. — Você realmente levou a sério esse personagem, como posso dizer... Começou á pensar. —Achei a palavra, maravilhoso.
— Para Lisa, não deboche de mim. Começa a rir. — O que eu não faço pela nossa princesa? E sim estou pronto. Pegou Rachel á sentando em sua cama entregando-a a carta que estava em cima de sua escrivaninha. — Princesa o House não pode vim pois está tentando salvar a vida de um paciente muito importante no entanto te enviou essa carta, antes de ficar decepcionada lê o conteúdo, te garanto que será melhor do que telo aqui.
— Ta bom, posso ler sozinha? Olhou para os dois com um pouco de tristeza, os viu caminhar para a porta observando sua mãe fecha-la, desdobrou o papel e começando o ler com certa dificuldade.
* Rachel sei que não estou mais presente na sua vida talvez nem se lembre de mim porém me lembro de você todas ás noites antes de dormir, e todas ás manhãs também. Queria ter tido mais tempo para ficar com você, descobrimos tantas coisas juntos. Sinto um enorme carinho por você, lembra-se de quando mentiu para sua mãe sobre nunca ter brincado com os brinquedos da entrevista escolar? Nunca senti tanto orgulho de alguém como senti por você naquele momento, demorou anos para aprender a mentir daquela maneira. Quero lhe dizer que sinto um misto de sentimentos por você que não sei me explicar de tantos que são pestinhas, chego a desconfiar que são esses sentimentos que os pais sente pelos filhos me deixando um pouco assustado porém me deixa mais humano, devolvendo um pouco da minha sanidade. Peço que entenda que por mais que não esteja ao seu lado nós momentos importante sempre vou estar com você, até porque sempre vai ter um pouco de mim em você. *
Lisa e Wilson conversavam com Treze e Chase já havia chegado todos os convidados, o clima estava agradável enquanto tentavam disfarçar a apreensão que sentiam, fazia pelo menos meia hora que haviam deixado Rachel no quarto, Lisa pediu licença e foi em direção ao corredor para ir ao quarto de Wilson, quando estava se aproximando Rachel apareceu sorrindo para seu alívio.
— Mamãe não precisava vim me buscar. Sorrir. — Acho que atrasei um pouco o teatro porém demorei um tempão para conseguir ler. Pegou na mão de sua mãe a puxando para sala.
— Entendi, então é só por isso que demorou? Á olha.
— Tenho mamãe, demorei um tempo para entender o que ele quis dizer na carta, mas por fim entendi a dobrei deixando em cima da cama do Tio Wilson depois eu a guardo no nosso quarto. Beija a bochecha de sua mãe.
Rachel e Wilson fizeram um ótimo teatro todos ficaram encantados com a cumplicidade dôs dois, Lisa estava do lado de sua mãe e irmã ficando fascinada, havia ficado melhor do que o esperado, quando eles terminaram todos aplaudiram. Rachel brincava com todos, mas sempre estava grudada com Wilson que fazia gracinhas enquanto ela morria de rir. Aproveitou e foi para o quarto vê o que estava escrito na carta, quando a pegou não conseguia acreditar no que estava lendo, House tinha mesmo escrito aquilo? Sentou-se na cama puxando suas penas as abraçando colocando seu queixo sobre seus joelhos, olhou para á porta quando a viu se fechando.
— Acho que não é hora para você se esconder. Stacy diz amigavelmente.
— Não é hora para nada Stacy, não é hora de sentir tristeza e nem felicidade, muito menos medo ou segurança, nesse momento eu não consigo sentir nada. Falava sem olha-la.
— Te entendo. Caminhou em direção á cama sentando-se passando as palmas de suas mãos em suas coxas. — Já me senti muitas vezes assim, mas pelo modo que você está posso presumir que tem haver com o Gregory.
— Você é ótima, vamos iniciar uma conversa sobre um cara que nos duas gostamos. Rir. — O interessante é que por um tempo apreciamos e desfrutamos do desinteresse, solidão e sarcasmo.
— Lisa, eu sei que vocês sempre se gostaram não sou idiota era notável, o ambiente mudava com vocês dois. Sorrir. — Não vou fazer a viúva arrependida, e muito menos a traída, nós tivemos momentos lindos como você também teve com ele.
— Esse é o problema, porque eu sei muito bem como lidar com o House sem escrúpulos, misantrópico, mas quando ele é sentimental não consigo, acho que é por isso que me apaixonei por ele, ele é uma incógnita.
— Gregory era imprevisível, não é hora para se questionar Lisa e sim seguir em frente, de descobrir e tentar decifrar o indecifrável. Pare de se mortificar, você é melhor que isso.
— Você pode está certa acho que há um presente para se desfrutar e um futuro para descobri, obrigada. Vamos voltar, vai ver já notaram nossa ausência.
Elas caminharam para a sala chegando lá se juntaram com o pessoal, Taub conversava com Cameron, Chase com Treze e Foreman e elas com James conversando sobre tudo, tomaram vinho e comeram. Lisa se despediu dos seus parentes quando eles resolveram irem embora, logo depois foi sua mãe e irmã, vendo que Rachel já dormia no sofá, a pegou e chamou por Cameron, caminhando juntas em direção ao quarto.
— Não sou de rodeios e você sabe. Observa Cameron abrindo a porta para ela entrar. — Quero que você volte para o departamento de diagnósticos. Deita Rachel na cama a cobrindo.
— Você é bem direta Cuddy porém tem o Chase, não sei se ele vai gostar da ideia e também tenho que pensar. A observava.
— Te dou uma semana para pensar e também acho que Chase não ira reclamar, Foreman vai ser o chefe do departamento então preciso de mais uma pessoa, você é uma ótima imunologista. Á olha com seriedade.
—Tudo bem irei pensar te mando uma resposta assim que decidir, mas agradeço pelo convite. Caminhavam de volta para sala.
A turma conversou bastante falaram de suas vidas, riram de algumas coisas e assim foi até altas da madruga até todos irem embora. Lisa se jogou no sofá e Wilson fez o mesmo, conversaram sobre a carta de House e de como tudo tinha ido bem, depois de um tempo cada um foi para o seu quarto e assim terminou a semana.
Nos primeiros dias no PPTH se esforçou para ficar por dentro da papelada se restabelecendo como reitora ficando por dentro de tudo que era necessário, Cameron aceitou sua proposta a deixando satisfeita, a equipe estava bem entrosada estavam trazendo lucros ao hospital e entregando as papeladas á tempo, Wilson voltou aos seus a fazeres e sempre a apoiando nas reuniões com o conselho, Rachel estava radiante adorava a escola, com o tempo as coisas foram entrando nos eixos. Depois de um mês, estava sentada atrás de sua mesa olhando alguns papéis, fazia um bom tempo que não recebia alguma ligação de Fillipy decidindo-se que estava na hora da conversa final, resolveu mandar um sms.
* Acho que está na hora de conversamos, não tive descanso nos primeiros dias aqui! Te espero amanhã no meu escritório ás 17:00 no PPTH, caso você não possa escolha outro dia. Beijos! *
Finalmente teria o tempo necessário para colocar seu plano em prática ás chaves estavam sempre com sigo, sabia que não seria fácil no entanto tinha uma pista House havia comentado com ela tempos atrás sobre um baú onde guardava ás coisas que realmente eram importantes, só lembrou pois umas das fichas que tinha sobre a escrivaninha era do caso onde a mulher estava envenenando seu marido com ouro. Iria procurar por aquele baú por todo apartamento, mesmo Wilson dizendo que a maioria das coisas de House estava naquele quarto no fundo sabia que ele não o trocaria de lugar, tinha conversado com Wilson para buscar Rachel na escola que concordou com seu pedido, quando a perguntou o que iria fazer simplesmente lhe disse que teria que resolver algumas papeladas do hospital e teria uma reunião com um empresário para arrecadar fundos. Seu relógio marcava cinco e meia no momento em que decidiu ir para o apartamento de House, fechou seu notebook pegou sua bolsa e foi em direção à porta a fechando atrás de si indo em direção à saída do hospital quando estava saindo viu que Foreman estava indo para sua sala apresou seus passos, com certeza queria autorização para algum exame, ela não queria perder mais tempo. Na hora que ligou o carro escutou o toque do seu celular, era um sms.
SMS Fillipy
* Lisa amanhã eu não posso, que tal esse fim de semana?! Eu vou para podermos conversar melhor! Beijos.*
Ficou aliviada menos um problema, partiu para o apartamento de House depois de vinte minutos já estava de frente a porta colocou a chave na fechadura a girou destrancando, colocando sua mão na maçaneta a girou empurrando a porta para trás, deu o passo para entrar ficando surpresa com o que enxergou, o apartamento estava da mesma forma que se recordava o piano estava no mesmo local e na parede estava o vilão, á guitarra e o baixo estava tudo meio empoeirado, mas bem organizado! Foi para o quarto e à cama estava revirada, lençóis pelo chão nada fora do normal e vários fracos de vicodin jogados no chão foi até o guarda roupas onde se escondeu de Wilson, quando ela e House estavam decidindo o que fariam depois de passarem a noite juntos o revirou e não encontrou nada, revirou o quarto olhou debaixo da cama nas gavetas da escrivaninha e nada, foi para o banheiro e só encontrou mais frascos de vicodin caminhou para a sala, tirou o sofá do lugar mexendo em tudo que achou que serviria de esconderijo, só faltava olhar o closet.
— Não, você não o guardaria aqui. Olhando para a porta, no momento em que a abriu caiu sobre si uma avalanche de roupas e caixas de tênis. — Eu não podia esperar outra coisa. Organizou tudo, e não encontrou o bendito baú, mas não ia desistir entrou com certa dificuldade no mesmo e no auto em uma prateleira o avistou, pegou um banquinho na cozinha o levou para o closet, subiu conseguindo alcançar quando o pegou seu coração acelerou. Foi para a sala pegou sua bolsa tirando a chave dourada de dentro, colocou o pequeno baú em seu colo pegando com delicadeza no cadeado com sua mão direita mostrando a entrada da chave para si, com sua mão esquerda encaixou a chave na fechadura e a girou, quando o cadeado se abriu sorriu vitoriosa. — O que de tão importante você guarda aqui?!
