Hoje vamos ver o resultado da determinação da Bella no capítulo anterior. Será que o Edward vai continuar a ignorando? Atenção: o capítulo possui cenas quentes envolvendo um carro e frutas, se seu computador incediar eu não me responsabilizo.

Capítulo 6

Edward tomou um gole do seu vinho. Ele não tinha idéia de qual era — Cabernet Sauvignon, Syrah, Pinot Noir. Ele simplesmente necessitava de algo para distrair-lhe da dolorosa rigidez do seu pênis. Ele tinha estado duro, mais ou menos, a partir do segundo que Isabella chegou. Uma olhada no seu pescoço elegante, lábios rosa e cremoso, seis pequenos e redondos, não importava o que ele fez — ignorá-la, falar de alterações legislativas com Perry — ele não conseguia evitar, sua mente indisciplinada ou seu pênis, estava obcecada por ela.

Não era um órgão prático, embora necessário.

Ele tinha pensado em Isabella praticamente todos os dias desde que ele tinha jogado-a no sofá e teve sua má conduta com ela. Não voluntariamente, que eu me lembre. Mas ela tinha um jeito de esconder-se debaixo de suas defesas. Um minuto, ele estava, digamos, se barbeando, preparando se para o trabalho e pesando sobre o dia, no outro ele estaria perdido em memórias daquela noite, uma excitação crescente dura em sua cueca. Era humilhante de admitir, ele tinha desistido de resistir a tentação dessas memórias após a primeira semana.

Isabella tinha sido tão quente, um sexo tão bom para ele limpar de sua mente. Nunca tinha passado tanto tempo no chuveiro, alternando entre tentar livrar-se de sua ereção ou ceder à necessidade e resolvendo nas mãos. Ele tinha tido mais orgasmos solitários com nome de Isabella no mês passado que ele se importava em contar. E agora ela estava sentada em frente ela. Ou ela estaria como voltou do banheiro em que estava grudenta, fluindo do vestido amarelo que cobria seus seios e bunda como um abraço.

Deus o ajude.

Ele se mexeu na cadeira, disfarçadamente tentando ajustar se. Quanto tempo um homem poderia ficar rígido ? Uma hora? Duas? Em que ponto o desejo simplesmente ia por si mesmo? Os pêlos na parte de trás do seu pescoço estavam arrepiados e ele sabia que Isabella voltou para a sala de jantar. O desejo de virar e vê-la caminhar em direção a seu assento era tão forte que ele apertou suas mãos em torno de seus talheres. Ele não ia cobiçar ela como um sedutor adolescente desesperado. Ele estava tentando manter uma aparência digna, mesmo que a metade inferior de seu corpo tenha desistido da luta há muito tempo.

Ainda assim, ele estava ciente do chicotear macio da saia dela quando ela entrou. Ela teve de passar por ele para dar a volta na extremidade da mesa e alcançar seu próprio assento. Ele inalou, à procura de uma dica do seu perfume. Ele ainda podia lembrar o leve rastro que ele lambeu em sua pele naquela noite...

"Aqui. Você deixou cair seu guardanapo", disse a voz atrás dele.

Sua mão passou automaticamente para seu colo, procurando o quadrado dobrado de linho que tinha escondido muitos pecados na última meia hora, enquanto ele virava na direção de Isabella. Seus dedos se encontraram no rígido tecido em seu colo — seu guardanapo não estava perdido — quando Isabella abaixou-se e levantou algo do chão. Antes que ele tivesse a oportunidade de registrar o que ela estava fazendo, ela se inclinou perto. Ele esperava que ela estivesse com o guardanapo de alguém e tinha claramente se equivocado, mas em vez disso, ele sentiu sua mão deslizar no bolso de seu paletó.

Uma fração de segundo apenas, toda manobra tão casual, tão sutil, que ele tinha certeza que ninguém na mesa entendeu o que tinha acontecido.

"Obrigado," ele disse quando ela se afastou, sua voz soando surpreendentemente normal.

Seu olhar a seguiu quando ela contornou a mesa e sentou-se novamente na frente dele, mas cada célula em seu ser concentrou-se sobre o que ela tinha deslizado em seu bolso.

Uma nota?

Seu número?

Ele estava desesperado para descobrir, mas também ciente de que ele iria entregar o jogo se ele de repente começasse a bater em seus bolsos.

Então ele esperou. Ele assistiu como Isabella encostou-se em seu assento, exclamando sobre como sua refeição estava lindamente apresentada, fazendo um comentário para Bronwyn sobre o quanto ela amava aspargos. A conversa rolava em torno dele, enquanto ele a observava, esperando ela levantar seu olhar para o seu.

Finalmente, após alguns tortuosos minutos, ela olhou para o outro lado da mesa. Os olhos foram dramaticamente esfumaçados com sombra, seus cílios longos e escuros. O brilho em suas profundezas foi pura provocação. Seu pênis cresceu entre suas pernas e ele entendeu que ela tinha lido a sua necessidade, quando ela o pegou olhando-a sair da sala.

Olhos ainda travados com o dela, ele deslizou sua mão em seu bolso.

Tecido de seda acariciou seus dedos. Seu coração gaguejou em seu peito.

Bom Deus, ela havia deslizado a calcinha no meu bolso.

Sua mão apertou ao redor de seda suave e rendas. Ele se esqueceu de respirar por um minuto quando a implicação de sua descoberta o percorreu. Se ele tinha sua calcinha, isso significava que ela estava nua por baixo de seu vestido amarelo esvoaçante. Agora mesmo, neste minuto, sentada nem a quatro metros de distância dele.

Ele não pensou na possibilidade de conseguir ficar pior, mas aconteceu. Ele mexeu em seu lugar novamente, o suor saindo em sua testa.

Isso era tortura, pura tortura — e ele nunca tinha estado mais ligado em toda sua vida. Ele soltou sua calcinha, esfregando o tecido macio entre o polegar e o dedo indicador, os olhos ainda travados com o dela. Sentiu um vestígio de umidade e engoliu um gemido. A necessidade de levantar a mão para o nariz e inalar o cheiro dela era primordial, quase inegável.

Ele limpou sua garganta e tirou a sua mão. Do outro lado da mesa, olhar de Isabella caiu discretamente para seu prato. De alguma forma, ele conseguiu recuperar o controle do seu coração trovejante. Expirando lentamente através de seu nariz, ele levantou seu copo e tomou outro gole de vinho e começou a planejar sua estratégia de saída.

Durante a hora e meia seguinte, ele e Isabella jogaram um jogo secreto de olhares quentes e gestos sutis. Ela apontou a haste do seu copo de vinho e, em seguida, tocou o decote do vestido. Ele deslizou sua mão em seu bolso e sentiu a seda da calcinha e não deixou ela desviar o olhar. Ela chupou a ponta de espargos. Ele lambeu o creme de framboesa vermelha brilhante.

Finalmente, os pratos de sobremesa foram removidos e o café oferecido. Edward aproveitou o burburinho geral para deslizar para longe da mesa. Felizmente o casaco cobriu a evidência de sua excitação, mas ele tomou a precaução de recolher o casaco da sala principal antes de ir para sala de jantar para se despedir.

"Você não esta indo!" Bronwyn exclamou quando ela o viu em seu casaco.

"Eu estou indo para o norte amanhã cedo", Edward mentiu.

Como desculpa essa era bastante fraca,mas as bochechas de Bronwyn estavam rosadas da bebida e ela não ia interrogá-lo. "Vou levá-lo ate a porta,", disse Perry, levantando-se da mesa.

Com o canto do olho, Edward viu Isabella empurrar sua cadeira quando ele e Perry saíram da sala. Ele se esforçou para concentrar-se no que seu amigo estava dizendo quando eles se separaram na porta — algo sobre o jogo de squash em breve, talvez tomar uma bebida, se Edward quisesse conversar. Edward não estava compreendendo até que ele saiu do edifício, e entendeu que Perry tinha se referido tão educadamente e obliquamente sobre Rosalie e seu noivado rompido.

Em sua própria maneira, reservada e muito apropriada, Perry estava o deixando saber que se ele precisasse descarregar, ele estava lá. Decente dele, mas Edward tinha muito pouco a dizer sobre Rosalie. Desde o mês que ela tinha cancelado o casamento, ele tinha sido surpreendido por quão pouco ela estava em seus pensamentos. Houve um certo constrangimento em torno do anúncio inicial, algum incômodo em relação aos cancelamentos e outros enfeites e houve um novo constrangimento entre ele e Edward, mas ele não tinha ficado deitado acordado à noite, remoendo os erros cometidos por ele ou como ele sentia falta de Rosalie.

A única mulher que ele tinha estado pensando foi Isabella — se poderia chamar as fantasias ferozes e auto-gratificação de pensamentos. Ele estava mais inclinado a ver como uma obsessão compulsiva. E uma que ele estava certo que ele nunca iria satisfazer — até Isabella ter deslizado a calcinha no bolso dele.

A porta se abriu atrás dele, ele virou-se para assistir quando Isabella saiu para a rua. Agora que eles estavam sozinhos, seu olhar era mais arisco, menos ousado. Como se ela não tivesse certeza do próximo passo agora, que eles já não estavam jogando um jogo.

Ele sabia. Deus, ele sabia.

"Meu carro esta nesta rua," ele disse, gesticulando com a cabeça. Ele não se atreveu a segurar seu braço ou tocá-la. Ele não confiava em si mesmo. Como estava ele ia ser pressionado a empurrá-la contra a superfície plana mais próxima e tomá-la antes de andar meio quarteirão ao lado dela sem fazer nada.

Seus saltos clicando na calçada enquanto caminhavam lado a lado. Suas mãos estavam profundamente em seus bolsos, seu queixo enfiado na gola de seu casaco. O cabelo castanho balançava para baixo de suas costas.

Ele a queria tanto que doía.

Ele tinha estacionado atrás da casa de Perry, um espaço isolado, escuro. O flash das luzes de seu carro quando ele desbloqueou mesmo a distância era quase ofuscante. Ele olhou para Isabella, a ponto de perguntar se ela preferia sua casa ou a dele, mas ela já estava tirando o botão de cima do seu casaco. Sem dizer uma palavra, ela deslizou-o para fora de seus ombros, em seguida, abriu a porta traseira do Jaguar e entrou.

Jesus. Ela era tão gostosa.

Ele arrancou seu próprio casaco, jogando-o para o chão do carro e, em seguida, tirou seu paletó. Então e só então que ele a seguiu e entrou.

Seu perfume o envolveu quando ele estendeu a mão para ela. Suas mãos acariciaram o tecido macio, antes de encontrar o calor de sua pele. Ela levantou a boca para a dele e beijou-o avidamente.

Ela tinha um gosto tão bom. Como o pecado. Como cada pensamento sujo que ele já teve.

Ele empurrou-a de costas, cobrindo seu corpo com o seu, uma mão chegou sob a barra da saia dela. Sua mão deslizou até a coxa lisa, macia e em um calor líquido. Isabella deu um pequeno soluço estrangulado quando ele traçou a linha do seu sexo, os dedos lisos em sua necessidade. Seu clitóris era uma pérola pequena, dura, quando ele o achou, e ela tremia quando ele brincou com o dedo. Ele estava desesperado para estar dentro dela, mas havia algo sobre a respiração de Isabella e a maneira que ela se agarrou a ele e seus beijos precisos, profundos que o faziam querer mais.

Ele queria que ela implorasse para ele. Ele desejava que ela arqueasse e sofresse. Ele queria que ela o desejasse tanto, quanto ele a queria. Ele queria compensar todas as vezes que ela tinha atormentado suas fantasias.

Ele deslizou um dedo dentro dela, o polegar ainda provocando o clitóris. Ela levantou seus quadris, incitando-o. Ele provocava o seu peito com a mão livre, fazendo-o deslizar dentro do corpete do vestido para encontrar seu mamilo. Ela agarrou sua bunda, puxando seus quadris mais perto dela.

Ele deslizou o outro dedo dentro dela e iniciou-se um ritmo constante, escorregadio. Ela deixou cair a cabeça para trás e começou arquear.

"Edward... Por favor... Eu preciso de você."

Sua voz era enraivecida e indefesa. Ele sabia o que ela queria, mas ele esteve pensando nisso por semanas. Ele manteve circulando seu clitóris, molhando os dedos com seus sucos, até que ele sentiu que ela apertou-se em torno dele. Sua respiração acelerada, as costas arqueadas. Ele beijou-a quando ela estremeceu em seu clímax, respirando seu desejo. No segundo que terminou, ele estendeu a mão para o seu cinto.

"Bom Deus, sim," ela sussurrou quando ele desceu sua calça. Ele levou segundos para deslizar um preservativo, então ele o tomou na mão e usou a cabeça de seu pênis para provocá-la ainda mais. Ela gemeu e levantou seus quadris, desesperada para ele penetrá-la. Ele manteve enquanto ele pôde antes de mergulhar dentro dela.

Tão quente e apertada e molhada. Tão bom.

Quaisquer planos que ele tinha de tirá-la de sua cabeça saíram pela janela. De repente, havia apenas ela e ele e a dor exigente em seu pau. Ele a acariciou, criando de um ritmo de punição. Ela chorou sua aprovação e prendeu seus tornozelos atrás das costas, unindo cada impulso com o seu próprio.

Ela escorregou as mãos dentro de suas calças para encontrar sua bunda, unhas cravando, incitando-o a ir mais rápido, mais fundo. Ele sentiu seu clímax subindo dentro dele. Ele enterrou profundo e deixou ser levado, seu rosto pressionado na pele de seu pescoço perfumado, macio.

Quando ele voltou para a Terra, ele sentiu a mão da Isabella deslizando entre seus corpos onde eles tinham se juntado, sentiu o movimento feroz, rápido da mão dela quando ela tocou-se.

"Não se mova. Por favor, não se mova," ela implorou.

Segundos depois, ela estava vindo uma segunda vez, seu corpo convulsionando em torno dele.

Então e só então ele tomou consciência de quanto apertada era a traseira do seu carro, de como seu ombro foi comprimido contra o banco da frente, o pescoço desajeitado, seu joelho em quase deslizando pra fora do assento. Sua respiração soou alta no pequeno espaço, e quando ele olhou para cima viu que as janelas estavam embaçadas. Ele retirou-se dela, envolvendo o preservativo em seu lenço antes de tomar distância para fechar a calça. Isabella estava muito quieta, com os olhos brilhando ao vê-lo. Ele saiu de entre as pernas dela e ela sentou-se e puxou sua saia para baixo.

"Isabella—"

"Não faça isso. Eu não quero saber o quanto você esta arrependido."

"Isso não era o que eu ia dizer."

Ela parecia surpresa, seu olhar longe dele.

"O que você ia dizer, então?"

"Eu ia agradecer," ele disse. "Então eu ia dizer como fodidamente sexy você é."

Ela piscou. "Oh".

Ele tinha chocado ela. Isso o fez pensar no que ela estava acostumada a ouvir dos homens depois que eles tinham-se perdido dentro dela. Desculpas? Insultos?

Em seguida, ocorreu que ela provavelmente contava com ele entre aqueles homens depois de seu último encontro. Pela primeira vez, ele sentiu um dardo de vergonha sobre a forma como ele tinha deslizado silenciosamente de seu apartamento naquela noite. Ele esperou nu, cinco minutos antes de dizer a si mesmo que ela queria que ele fosse embora. Em seguida, ele fez sua fuga tentando ser agradável contemplando pensamentos auto-indulgentes. Mesmo quando ele enviou flores no dia seguinte, suas ações tinham sido guiadas pela expectativa e a necessidade de civilizar o que havia acontecido entre eles, mais do que qualquer pensamento sobre seus sentimentos.

Ela estava franzindo a testa, um pequeno vinco entre suas sobrancelhas. Após um longo momento, ela puxou a maçaneta da porta e saiu do carro. Ele pegou seu casaco do assento antes de segui-la, segurando-o para ela quando ela deslizou seus braços para as mangas.

"Eu levo você para casa," ele disse, abrindo a porta do passageiro da frente.

Isabella deu um passo para trás. "Não, obrigado". Foi sua vez de franzir a testa. "Nós dois sabemos o que vai acontecer se você me levar para casa," ela disse.

Ele não se incomodou de negar. Ele já estava excitado novamente, com a perspectiva de uma segunda rodada.

"Isso é um problema?"

"Sim, é. Rosalie é minha amiga."

Estava na ponta da língua para perguntar se Rosalie tinha sido sua amiga a cinco minutos atrás, quando ele tinha estado profundamente dentro dela, mas ele controlou o impulso. Ele não estava prestes a implorar. E ela estava certa — ela tinha muito mais a perder nesta situação do que ele. Ele poderia se desculpar por uma aventura, em consequência do seu noivado interrompido. Ela não tinha nenhuma desculpa para dormir com ele.

"Eu não vou deixar você caminhar até em casa."

"Eu vou pegar um táxi."

Ele colocou seu paletó no chão. "Isabella é sério. Só um idiota completo iria deixar você pegar um táxi para casa, após o que aconteceu."

"Eu quero ir para casa sozinha, e só um completo idiota forçaria sua companhia. Especialmente após o que aconteceu."

Ele atingiu seu nível de paciência. "Isabella —"

Ela levantou uma mão. "Não, Edward. Eu não vou ser intimidada com sua presença. Eu não sou uma flor delicada, eu não sou de agradar às pessoas, e não preciso de sua proteção. Nos fizemos sexo isso não faz você automaticamente responsável por mim. Caso ainda não tenha notado, esse tipo de pensamento saiu com as cintas e sutiã."

Ela jogou o cabelo, seu queixo erguido em desafio. Não muito tempo atrás, ver ela levantar o queixo lhe tinha feito querer abrir um buraco na parede. Agora, o fez querer chegar perto o suficiente para beijar sua boca rosa novamente, uma mudança tectônica que o fez sentir-se decididamente fora de equilíbrio.

"Deixe-me pagar seu táxi então."

Ela fez um som indignado. "Em que planeta eu deixaria isso acontecer? Eu não sou alguma prostituta que você precisa enviar de volta para seu cafetão."

Ele olhou para ela. Ela estava começando a irritá-lo. Território muito mais familiar. "Quando eu indiquei que vejo você como uma prostituta, Isabella?"

Seu queixo caiu. "Você não fez. Mas você me entendeu".

"Não, na verdade, não."

"Fizemos sexo, Edward. Você não me deve, e você não me possui." Ela virou a gola de seu casaco. "Vamos apenas concordar que isso ainda é outro erro estúpido, impulsivo que aconteceu por razão que só Deus sabe e deixar por isso mesmo. Você segue seu caminho, e eu o meu".

Ela não esperou ele concordar ou discordar, ela simplesmente virou as costas para ele e começou a andar. Ele praguejou sob sua respiração, uma palavra que ele escolheu dos tempos de Hackney, então foi para trás do volante. Ele a seguiu pelo meio fio, acelerando o motor em marcha lenta. Ela olhou para ele sobre seu ombro e, em seguida, passou a ignorá-lo enquanto ela dirigia-se para a Praça de táxis mais próxima. Ele a sombreava, recusando-se obstinadamente a abandonar sua escolta. O motorista atrás dele, inclinou-se sobre sua buzina e Edward acenou pela janela, sinalizando que ele deveria ultrapassar.

Isabella jogou-lhe um olhar, confuso e irritado quando ela chegou a Praça de táxis. Ela claramente não conseguia entender o que ele estava fazendo. Porque ele se sentia responsável por ela. Ela não era a única. Não foi porque ele sentiu que devia-lhe qualquer coisa — o que tinha acontecido no assento traseiro de seu carro tinha sido uma troca entre eles, nenhum deles suplicou para o outro. Mas ele não podia simplesmente ir embora e abandoná-la como se o encontro tivesse sido tão casual como um aperto de mãos. Tinha sido intenso, alucinante, consumidor.

Ele franziu a testa enquanto observava Isabella entrar na parte de trás de um táxi, confuso com seus próprios pensamentos e sentimentos. O táxi sinalizou e, em seguida, saiu do meio fio da calçada. Edward o seguiu. No próximo cruzamento, o carro de Isabella virou à esquerda e logo depois ele virou a direita.

Quando ele tinha deixado seu apartamento um mês atrás, ele tinha sinceramente acreditado que ele nunca iria vê-la novamente. Ele não era estúpido o suficiente para acreditar em algo mais. Ele gostando ou não, ele era atraído por Isabella Swan. Ele podia lutar contra ele — ele lutaria contra isso — mas ele não tinha nenhuma confiança de que ele ganharia. Não, após o que tinha acontecido. Não havia uma ducha fria no mundo que poderia curar as memórias que ele estava levando para casa com ele essa noite.

Quando ele foi despir-se meia hora depois ele percebeu que ainda tinha a calcinha no bolso. Ele a tirou, olhando para ela pela primeira vez. Seda preta, de boa qualidade. Ela ia querer de volta , sem dúvida. A primeira coisa a fazer segunda-feira era colocá-la no correio.

Mesmo em seu pensamento ele sabia que era mentira. Mas por agora ele permitiu-se a acreditar, porque ele estava longe de estar pronto para sequer tentar conciliar o seu desejo e a necessidade por Isabella com tudo o que queria em sua vida.

~~x~~

Isabella se serviu de uma bebida forte no momento em que entrou em casa. Ela sentou-se no parapeito da janela com um olhar profundo pra baixo na rua, observando os pedestres, rostos agasalhados em cachecóis.

Ela tinha dormido com Edward novamente. No banco de trás de seu carro, não menos.

Loucura. Loucura absoluta. Ela não tinha um espetáculo desses desde que era uma adolescente desesperadamente infeliz, irresponsável, com tendência a autodestruição.

Embora esta noite não parecesse autodestrutiva. Sentiu-se necessária. Inevitável. E se sentiu bem. Tão bem. A sensação de sentir sua pele na dela. O sabor da sua boca. A grossa dureza dele movendo-se dentro dela...

Ela podia sentir-se molhada a excitada novamente. Ela tomou mais vodka e encostou a testa contra o vidro frio da janela.

Talvez a sua madrasta tivesse razão todos esses anos, talvez ela era uma puta nascida. Amoral, auto-indulgente, indisciplinada. Talvez fosse por isso que ela tinha deixado de lado décadas de amizade com uma mulher maravilhosa, amorosa em troca de 10 minutos terrivelmente quentes nos braços de Edward.

Era tentador flagelar a si mesma, ceder a auto rejeição que pairava, mas tudo nela rejeitou aquele velho e cruel julgamento. Ela lutou muito tempo e muito duro para recuperar a sua autoestima após o desastre que foi a sua adolescência, para deixar tal recriminação antiga enraizar em sua mente novamente.

A verdade era que o que tinha acontecido com Edward tinha sido extraordinário. Uma tentação para além do habitual. Ela não entendia por que ele tinha que ser o único a incendiar seu mundo tão espetacularmente, mas o fato era que ele fazia. Um olhar e ela estava pronta para tê-lo em qualquer lugar, qualquer hora. Um toque de sua mão em sua carne e ela estava pronta para vir.

Em outro tempo e lugar, ela iria recebê-lo em sua cama e montar em sua paixão mútua, até queimar em cinzas. Mas Rosalie era uma parte intrínseca do seu mundo. Ela não poderia permitir que o desejo, a necessidade e a luxúria destruíssem a relação mais duradoura da sua vida. Ela simplesmente não podia.

Ela tomou o último resto da vodka, depois foi para a cama. Somente quando estava à deriva do sono ela permitiu-se pensar naqueles momentos na parte de trás carro de Edward novamente.

A luz da rua, refletindo em seus cabelos escuros. A dura pressão urgente de seu corpo dentro dela. A força resistente dos seus músculos. O tempero inebriante da sua loção pós-barba.

Ah, tinha sido bom. Tão bom.

Ela sentiu um único momento de profunda perda, quando registrou a separação penetrando em seus pensamentos. O que era loucura, porque era apenas sexo. Ela estava confusa com sua própria reação quando ela caiu no sono.

~~x~~

Estava tudo muito mais claro no dia seguinte. Não havia dúvidas em sua mente que ela tinha cometido um erro terrível em permitir ser levada por seu desejo por Edward novamente. Isso não iria acontecer uma terceira vez. De agora em diante, ela iria verificar se Edward estava na lista de convidados antes que ela concordasse em ir a qualquer evento social. E se fosse, ela iria embora. As pessoas que perguntassem ela poderia desculpar- se com base que ela sentia-se desconfortável por causa de Rosalie.

Era realmente doloroso, mas não pelas razões que as pessoas poderiam achar.

Natal estava apenas a cinco dias de distancia, e a loja foi ocupada durante toda a manhã com as pessoas à procura de presentes de última hora. Ela normalmente não fica aberta após três da tarde aos domingos, mas nesta época do ano, fazia uma exceção. Ela ignorou o almoço e lá pelas quatro, estava se sentindo um pouco faminta. Aproveitando-se de um período de calmaria, ela foi para a sala atrás da loja. Ela tinha comprado um saco cheio de manga no dia anterior, uma indulgência para alegrar-se no meio do inverno. Ela verificava a casca antes de cortá-la em uma corrida gananciosa. Os sucos doces corriam para baixo do queixo e ela teve que lavar o rosto na pia quando ela terminou. O sino sobre a porta não tinha tocado para sinalizar qualquer cliente, assim ela foi para uma segunda manga e cortou em dois. Ela estava prestes a ficar melada e bagunçada novamente quando a campainha soou.

Bem. Pelo menos ela tinha colocado algo em seu estômago vazio. Ela secou as mãos em um pedaço de papel toalha e, em seguida, jogou-o no lixo, quando ela voltou para a loja.

"Boa tarde, como posso —"

Ela parou em seu caminho, palavras momentaneamente falhando. Edward não falou, tampouco. Ele simplesmente ficou ali assistindo sua intenção e seu olhar escuro e quente. Ela sentiu uma onda de calor respondendo que havia vida dentro dela, mesmo quando reunia sua vontade de mandar ele embora.

"O que você está fazendo aqui?"

"Não sei."

Ambos estavam mentindo. Ela não precisava perguntar por que ele estava lá, ambos sabiam o que ele queria. "Nós não podemos continuar fazendo isso," ela disse fracamente.

"Diga-me como fazer isso parar, então". Ele deu um passo em direção a ela. "Eu tenho que ir ao Tribunal amanhã. Eu devo fazer demonstrações financeiras, mas tudo que eu posso pensar é em você. Por que isso, Isabella? Quando há algumas semanas nos mal nós aguentávamos?"

"Não sei." Ela tampouco sabia. Ela não entendia como tudo o que a enfurecia sobre ele, agora a excitava tanto que doía. Seus cabelos perfeitamente penteados. Sua precisão na barba. Sua frescura da camisa azul pálida. A qualidade perfeita do seu blazer de veludo, com cotoveleiras de couro.

Uma vez, seu asseio tinha deixado ela louca. Agora, ela olhava aquele cuidado ordenado e via a necessidade firmemente controlada. Ela viu as fortes cordas de músculos em seu pescoço e o volume de seu lábio inferior. Ela viu a amplitude dos seus ombros e a dureza firme em suas coxas. Ela viu a batida do desejo abaixo de seus olhos e foi impotente para resistir a sua própria resposta instintiva.

"Tranque a porta," ela disse.

Ele hesitou um momento, então se virou e trancou. Ela viu quando ele virou a placa de aberto para fechado. Em seguida, ela o assistiu enquanto caminhava em sua direção. Seu olhar caiu para a protuberância em suas calças de brim. Ela tomou uma respiração profunda e estimulante. Ah, rapaz, isso ia ser bom.

Ele fechou os passos finais entre eles e continuou chegando até que ela foi pressionada contra o balcão.

"Eu não consigo tirar você da minha cabeça, Isabella."

Ela deslizou as mãos dentro de sua jaqueta, passando suas mãos ao longo do algodão fino, quente. "Cala a boca e me beija." Ela não queria falar. Ela não queria pensar ou considerar ou pesar a decisão que tinha tomado. Se ela parasse tempo suficiente, ela iria se lembrar por que ela não deveria, não poderia fazer isso. E ela precisava de Edward. Ela precisava dele seriamente...

Ele não esperou para ser solicitado duas vezes. Abaixou sua cabeça, sua boca capturando a dela. Sua língua acariciou sua boca, confiante, exigente. Suas mãos encontraram seus seios, arrancando seus mamilos através da suavidade de seu suéter de cashmere. A dor entre as coxas dela se intensificou a um pulsar exigente. Ela quase não enxergava os botões da camisa dele, deslizando sua mão tirando um de cada vez.

A porta sacudiu. Ela interrompeu o beijo, olhando sobre seu ombro para ver alguém olhando através do vidro. A mão de Edward caiu de seus seios. Ela pegou para levá-lo para a sala de trás, chutando a porta que se fechou atrás deles. Não havia muito por aqui — uma velha mesa de pinho, um par de cadeiras, pia, microondas e geladeira — mas isso não importava. O importante era que Edward estava aqui, e ninguém poderia interrompê-los.

Tardiamente ocorreu-lhe que poderiam ir lá para cima. Não era exatamente a quilômetros de distância, afinal.

"Você quer —"

Edward engoliu suas palavras com um beijo, a força de seu desejo, inclinando a cabeça para trás. Suas mãos encontraram seu traseiro e ele levantou-a na mesa. Ela automaticamente abriu suas pernas para ele se mover entre elas, sua saia que chegava até o joelho ajuntou-se ao redor de suas coxas. Ele puxou seu suéter sobre sua cabeça, seu olhar cinzento, varrendo seu peito. Ele abaixou a cabeça e colocou um mamilo primeiro e depois o outro em sua boca. O calor úmido e o insistente sugar combinaram para fazê-la gemer. Ela chegou em sua fivela, mas ele colocou suas mãos longe.

"Ainda não," ele disse.

Ela colocou seus braços atrás dela em cima da mesa e entregou-se a seu assalto sensual. Ele lambeu e chupou e mordeu seus mamilos, esbanjando atenção nela. Calor, crescente entre suas coxas, um pulsar dolorido que exigia a satisfação.

Como se ele sentisse a sua necessidade, Edward colocou uma mão suave em baixo da saia dela, deslizando a palma da mão ao longo dessa até sua meia, parando brevemente para pressionar e aquecer a sua pele. Ele levantou a cabeça dos seus seios, os olhos penetrantes e conhecedores enquanto eles olhavam para o dela. Então ele levantou sua saia e observou o que suas mãos tinham descoberto.

Ela seguiu seu olhar e viu-se espalhar diante dele, o laço preto de suas ligas emoldurando a pele pálida de suas coxas superiores. Seu olhar zerado sobre a seda rosa pálida de sua calcinha. Ela mordeu seu lábio quando ele estendeu a mão e correu o dedo levemente para baixo o vinco do seu sexo. Sua respiração saiu em um arrepio. Seu toque delicado, Edward deslizou seus dedos abaixo do cós da calcinha e suavemente deslizou-os para baixo de seus quadris. Ele não tirou seu olhar do dela quando ela levantou sua parte traseira em seguida. Um segundo depois ela estava nua pra ele.

Mais uma vez ele se colocou entre as coxas dela, empurrando seu pênis, com seu corpo e suas mãos. Seus braços cederam e ela afundou de costas quando ele estruturou seu sexo com ambas as mãos.

"Eu estava sonhando com isso. com você," ele disse, sua voz muito profunda.

Ela levantou seus quadris quando ele mergulhou entre as coxas, o movimento lançando a faca que ela tinha usado anteriormente no chão, do outro lado da mesa.

"Não se preocupe," ela disse quando Edward olhou para ela.

Ela quis que ele retornasse o que estava prestes a fazer, mas seu olhar tinha caído em algo atrás na mesa.

"É manga?"

"Sim".

"Eu amo mangas."

Havia algo sobre a maneira como ele disse que fez seu coração bater contra suas costelas subitamente em intensa excitação. Ele inclinou-se diante dela e pegou a metade que ela estava prestes a comer antes que o sino anunciasse a sua presença. Ele levantou-o à boca e deu uma mordida.

"Isso é bom", disse ele.

"Sim". A palavra era quase um sussurro.

Ele olhava a manga e então suas coxas. Seu olhar levantou para ela. Ela agarrou a borda da mesa e entendeu quando ele trouxe a manga entre suas coxas. A pressão fria, sensual, escorregadia da fruta contra seu sexo a fez gemer. Seu olhar paralisado com o dela, Edward caiu de joelhos. Ela viu quando ele estudou-a por um instante, as maçãs do rosto corado de desejo. Então ele abaixou sua cabeça e substituiu a manga pela boca.

Sua língua a lambia, com voltas ásperas e firmes, em seguida, rápidas e leves. Ele seguiu sua pele regada de suco de manga, sugando e lambendo e devorando sua carne mais sensível. Ela perdeu toda a noção de tempo, todo o sentido de lugar. O mundo foi reduzido a sua boca quente e molhada, apertando sua língua e subindo a pressão do seu corpo.

Ele pressionou a manga contra ela novamente e novamente substituiu-o com a boca. Ele foi tão ávido, tão ardente. Ela nunca teve um homem como ele descendo sobre ela assim, como se ela fosse a coisa mais suculenta, deliciosa, que ele já tinha provado. Como se ele nunca pudesse ter o suficiente dela.

Seu clímax percorreu seu corpo. Ela ofegou e agarrou a mesa e ficou esgotada quando ele estimulou mais e mais a sensação dela. Só quando ela estava chorando de prazer ele a puxou para trás, pressionando beijos em suas coxas, passando suas mãos nos quadris e na barriga.

Ela fechou os olhos por um segundo, tentando se recuperar. Ela ouviu o som de um preservativo sendo aberto. Quando ela abriu os olhos novamente, ele estava rolando o preservativo abaixo do comprimento grosso de sua ereção. A maneira lenta e paciente acariciando o látex era profundamente erótico. Ela o imaginou tocando-se assim na privacidade do seu quarto.

Será que ele pensou nela quando tocava a si mesmo? Será que ele imaginou a mão dela ao invés da sua?

O olhar dele estava focado sobre o coração dela quando ele a pegou na mão. Ele encontrou a sua entrada, molhada e quente do seu clímax e deslizou a cabeça de seu pau dentro. Isso era extremamente bom, exatamente o que precisava. Ela murmurou sua aprovação. Ele levantou o olhar para ela, em seguida, deslizou profundamente dentro dela.

Ele passou as palmas da sua mão acima de suas costelas para seus seios quando ele começou a estocar nela. Ela envolveu suas pernas ao redor dele e entregou-se para o deslizar do seu corpo contra o dela e a pressão de sua necessidade dentro dela mesma. Ela alcançou o clímax primeiro, seu corpo agarrando o dele, e ele seguiu segundos depois, sua respiração deixando-lhe uma corrida angustiada e desesperada.

Ele retirou-se quase imediatamente, virando as costas para cuidar do preservativo. Ela não se incomodou sentou-se e se fez decente dessa vez.

Ela não era decente. Ela era impulsionada pela obsessão com um homem que costumava ser seu inimigo. Um homem que pertencia a sua melhor amiga. Se Rosalie não estivesse cancelado o casamento, eles estariam se casando em poucas semanas.

O pensamento fez Isabella alcançar sua saia e puxar para baixo de sua coxa. Edward virou para ela e viu sua confusão espelhada em seus olhos. Ambos não sabiam o que era isso.

Era algum consolo. Não muito, mas era melhor do que nada.

O pior que ela não poderia fingir que isso não aconteceria novamente. Ela não podia negá- lo. E ele não podia ficar longe dela, se hoje e ontem à noite fosse algo.

Com a expressão fechada, Edward entregou seu casaco. Ela deu de ombros, em seguida, desceu da mesa e pegou sua calcinha do chão. Edward a seguiu para loja, observando-a silenciosamente enquanto ela fazia a retirada do caixa. Juntos eles subiram as escadas para seu apartamento, sem se falar.

Quando eles entraram, ela jogou sua bolsa no sofá e virou-se para enfrentá-lo.

"Eu preciso de um banho". Ele estava incrivelmente perfeito, mas ela estava melada com suco de manga.

"OK." Ela começou ir para o banheiro, em seguida, olhou sobre seu ombro. "Não vai se juntar a mim?" Ele olhou agradavelmente surpreso, como se ele nunca tivesse pensado em tomar banho juntos, ou que ela o quisesse. Um sorriso pequeno, quase impertinente curvou seus lábios quando ele começou ir atrás dela.

Algo em seu peito foi pego naquele sorriso. Ele parecia feliz. A noção de que ela poderia ter a capacidade de trazer-lhe felicidade — distinto do prazer — foi uma revelação.

Ele chegou ao seu lado e abaixou a cabeça para pressionar um beijo no pescoço dela.

"Diga que você tem um chuveiro grande," ele murmurou contra sua pele.

"É minúsculo. Apenas suficiente para um."

"Nós vamos conseguir."

Então ele começou a despi-la novamente, e ela deixou todas as suas dúvidas afastadas, como ela sempre fazia quando ele a estava tocando.

Edward não resistiu por muito tempo e Bella também não, sinto que as coisas estão mudando. O que acharam do capítulo? Como será o relacionamento deles a partir de agora?

MandaTaishoCullen: Agora entendi. Olha, se você se interessar pela história da Rose e o Em, outro dia eu vi que tinha história a parte sobre eles. Não vou adaptar mas se você quiser saber mais sobre eles, é só procurar. Bjos

Christye-Lupin: É sempre bom deixar uma espectativa no ar, se bem que já levei muitas broncas por isso. Bater nele? Por que ? Tudo bem que ele é chato, mas ele está melhor. Bjos

Bah83: Ué, não disse que ele era um chato e agora quer ele para você? Bella está sempre nos surpreendendo. Bjos

BabiS: Hey Babi, tudo bem por aqui e com você? Se eu colocasse mais coisas o capítulo ia fcar gigantesco. Algo que tenha haver com computador? Isso parece ser bom, você vai ter que se dedicar bastante. Física? Argh, detesto física e até hoje não aprendi nada, passei nessa matéria por pura sorte. Boa sorte com o estudos, imagine um dos Edwards das minhas adaptações esteja dando aula para você e garanto que sua motivação vai subir rapidinho. Bjos

DaysCullenB.S: Até que enfim por aqui Best. Bella é bem determinada, Edwad não pode com ela. Bjos

Girls, quero fazer uma pequena pesquisa e preciso da colaboração de vocês. Sei que muitas aqui leem bastante fanfics e quero que vocês me respondam uma perguntinha: Que tipo de casal vocês gostariam de ler ou já leram e gostariam de ler de novo? Exemplo: em The Valentine's Arragement, tivemos um soldado e uma tatuadora. Me respondam, quero buscar novos livros que possam se tornar futuras adaptações ou não. Enfim, domingo tem mais. Bjos e até lá.