N. A. : Este é o ultimo capitulo. É um final um bocado melodramático com toda aquela coisa do choro, mas deu-me gozo escreve-lo. Espero que gostem.

Capitulo 7:

Eu vou matar-te Gregory House, estrangular-te, espancar-te, aplicar-te a injecção letal! Destruíste a minha vida, agora que estava tudo bem! Cameron Pensava no caminho para o escritório de House.

Ela estava encharcada, toda borrada, e as lágrimas caíam dos seus olhos. Todos as olhavam, ela não se preocupou, essas pessoas não interessavam, naquele momento só duas pessoas interessavam na vida de Cameron, House e Chase.

Finalmente ela chegou ao escritório do House, assim que a viu, Wilson saiu sem dizer uma palavra.

House estava parado de pé junto á sua secretária, ela aproximou-se com raiva a começou a esmurra-lo com as suas pequenas mãos, aquilo não o magoava, o que o magoava era a necessidade que ela tinha em fazer aquilo.

- Porque é que fizeste aquilo? – Repetia ela entre soluços – Porquê?

Ele tinha paralisado, sabia que merecia a raiva dela, mas a verdade é que não a queria magoar, mas também não a conseguia ver com mais ninguém a não ser ele próprio.

Ele lentamente agarrou os punhos dela.

- Porquê, não sei! – Começou ele. – Só sei que não aguento quando te vejo com alguém, o meu cérebro pára quando oiço que te vais casar.

Ela acalmou-se um pouco, mesmo assim não conseguia perdoá-lo. Ela queria alguém que conseguisse dizer o que sente. Ela permaneceu em silêncio, as lágrimas continuavam a brotar-lhe dos olhos mas agora de forma mais controlada. A expressão dele parecia calma mas ele pensava a mil há hora.

- Cameron, olha para mim. – O olhar dela estava baixo, então ele com o dedo no queixo dela levantou-lhe a cabeça para ela o olhar nos olhos. – Desculpa não ter dito isto mais cedo, mas eu era estúpido ao ponto de achar que tu estarias sempre aqui à espera que eu decidisse que te posso amar. Porque si Cameron, Eu amo-te desde que te vi chegar o teu primeiro dia e me fizeste o café. Desde que me perguntaste porque te contratei…

A voz dele deixou de se ouvir e os soluços dela desvaneceram-se.

- Porque é que esperaste tanto tempo para dizer isso? – A face dela estava calma, mas a voz ainda se recompunha do choro compulsivo.

- Porque o meu ego sempre me disse que tu estarias sempre lá, só agora percebi que isso era uma ilusão, mas eu não podia perder-te.

Ela posou a cabeça no peito dele e abraçou-o. Ele beijou-a levemente to topo da cabeça, sentindo mais uma vez o aroma suave dela. House soube nesse instante que não era preciso dizer sempre qualquer coisa, por vezes um gesto chega para dizer AMO-TE