Mais uma vez sem cara de pedir desculpas, porém tenho um grande problema,nçao seu fazer uma coisa só, mesmo sem tempo de fazer nenhuma! Srsrsrs Mas afirmo que nunca irei abandonar nenhuma das minhas fics, por tanto peço que fiquem comigo nessa viagem lenta, mas que chegará a uma final! Beijos a todos!

Estou devendo respostas para os reviews, mas eles terão, eles são muito importantes para mim, por tanto responderei todos que recebi e que receberei, pois tenho certeza do perdão de vocês!rsrsr

- Bom dia Almirante, dormiu aqui? – Perguntou o capitão Hartley, batendo continência.

- Bom dia capitão. – Respondeu Jensen. – Me faz um favor hoje?

- Claro Almirante.

Antes de responder, Jensen respirou fundo. – Não deixa esquecer que tenho de ir buscar meu filho hoje. – Hatley achou estranho o pedido, porém confirmou.

- Sim, senhor.

Um soldado veio ao seu encontro com um uniforme limpo para o Almirante. – Almirante, o Comodoro lhe mandou entregar isso.

- Obrigado. Mas antes de me trocar estou com vontade de dar um belo mergulho, mandem trazer para o navio um barril de água limpa. – Ordenou Jensen para um soldado.

Ficando apenas com as calças mergulhou, e quando surgiu deu longas braçadas, tentando aliviar toda tensão do seu corpo. Queria que a água banhasse sua alma e levasse toda a tristeza que estava matando-o, mas ele sabia qual era a cura dessa dor, um moreno desconhecido que habitava seus sonhos.

- Almirante Smith, Bom dia. - O capitão Crowley surgiu nadando ao seu lado. – Nada como um mergulho de manhã bem cedo. Os marinheiros são engraçados, vivem no mar e para o mar, mas poucos se deliciam com a sua refrescância. – Assim que pararam de nadar o corsário fixou o olhar no peito de Jensen. – Tatuagem estranha para um oficial da marinha. – Comentou Crowley, agora encarando o loiro buscando algum reconhecimento.

- Estranha, mas com um significado muito importante. – Respondeu Jensen.

- Desculpe a ousadia, mas qual o significado?

- Significa que o capitão do Colibri está com seus dias contados. – Respondeu Jensen sério, quase com raiva.

- O capitão do Colibri? – Perguntou Crowley tentando esconder sua surpresa. – O novo ou o antigo?

- Mudou o comando do navio? – Jensen sentiu um aperto estranho no peito.

- Sim, o antigo, Jensen... Ackles. – Crowley falou o nome do loiro bem devagar, sempre analisando a reação de Jensen. Ele não sabia o que estava acontecendo, mas tinha certeza que aquele era Jensen Ackles. – A mesma tempestade que atingiu o seu navio de maneira trágica, também vitimou o Colibri, que sofre com a perda de seu capitão. O novo é o seu companheiro Jared Padalecki, antigo capitão da marinha real inglesa.

- Jared? - O nome do moreno saiu doce de sua boca. - Esse nome não me é estranho. – Jensen falou calmo como se tentasse buscar na memória, mas logo balançou a cabeça e fechou os olhos, pois ao tentar lembrar sua cabeça doeu.

- Almirante Smith! – Kane lhe chamava do porto, de maneira imperativa que causava certa rebeldia em Jensen, pois este nunca gostou de receber ordens. – Almirante Smith! – Chamou Kane novamente, por que o loiro não respondeu. – Almirante Smith. – Nesse terceiro chamado Jensen nadou em direção ao navio, ainda ignorando o Comodoro.

"Comodoro Kane, eu não sei o que esta acontecendo aqui, mas alguma coisa me diz que você está por trás disso. Controle o seu ciúme, oficial. Apesar de que não gostaria de estar na sua pele, quando o Capitão Padalecki descobrir onde está o seu capitão!" – Pensou Crowley, estranhando o tom de voz do Comodoro.

Kane estava irritado com a atitude de Jensen, pois tinha percebido a insubordinação do loiro. Mas quando ele chegou ao convés do navio, onde Ackles já se encontrava, a irritação que sentia foi substituída por um imenso desejo. Vestido apenas com uma calça que pregava nas pernas fortes por estar molhado, o peito nu com água escorrendo pelos músculos perfeitos e o sol incidindo na pele, destacando a penugem dourada dos braços, era a visão mais erótica que o Comodoro teve oportunidade de ver.

- Comodoro o senhor teria um sabão perfumado? – Kane não conseguia se concentrar na pergunta, pois ainda não tinha conseguido se recuperar das sensações que a imagem de Jensen estava causando em seu corpo.

- Oficial, eu tenho um especial, irei mandar meu servo pegar. – A voz de uma mulher conseguiu tirar Kane do transe e percebeu que não era apenas ele que se encontrava encantado com a bela visão. Um grupo de mulheres, que acabavam de embarcar em um navio de passageiros ancorado ao lado do Henrique I. – Por favor, venha pegar. – Pediu a mulher com olhares sedutores para Jensen. Ele sorriu igualmente sedutor e subiu pelo lado do navio, que era apenas um metro mais alto que a fragata, e não dando a volta para embarcar pela rampa de acesso como todos esperavam. Risinhos histéricos se fizeram ouvir assim que Jensen sentou na murada.

- Obrigado. – Disse Jensen, beijando as mãos da dama que lhe entregou o que queria, dando um sorriso sedutor. Com a leveza de um tigre pulou de volta para o Henrique I. Kane simplesmente não estava conseguindo disfarçar o ciúme que os olhares cheios de desejo que o loiro recebia, lhe causavam.

Jensen foi para um canto escondido da fragata e tomou o seu banho se deliciando com o sabão que tinha um perfume amadeirado com toques orientais. Kane observava o loiro passar as mãos pelo seu próprio corpo, quase teve um surto quando o loiro colocou a mão dentro das calças e assim lavar seu sexo, afinal não podia ficar totalmente nu estava do lado de fora do navio.

Assim que terminou o banho Jensen foi para a cabine dos oficiais, onde vestiria seu uniforme. Tinha acabado de vestir a calça, quando Kane entrou no ambiente sem bater e trancou a porta.

- Algum problema, Comodoro?- Jensen fez questão de usar a patente, pois os olhos de Chris brilhavam de pura luxuria, causando uma desagradável sensação no loiro.

Sem falar nada Kane se aproximou rapidamente e lhe abraçou o corpo com um dos braços a outra mão lhe segurava pela nuca, enquanto sua boca ávida possuía a força os lábios de Jensen, que devido à surpresa demorou um pouco para reagir.

- Chris me solta! – Disse Jensen assim que conseguiu interromper o beijo. Mas Kane o apertava e agora cheirava e mordia o seu pescoço. – Sai, me solta. – Jensen repetia entre os dentes. Um terror dentro dele nasceu, era como se um dia tivesse passado por uma situação parecida. Usando mais força, antes que o pavor tomasse conta dele, empurrou Kane, que cego de desejo foi para cima de Jensen novamente. Ignorando o fato de o Comodoro ser seu superior e amigo, pegou uma faca que se encontrava em cima da mesa.

- Já disse para me soltar. – Pediu Jensen, agora com a faca próxima ao pescoço de Kane. O brilho do metal despertou o Comodoro daquele transe que se encontrava e devagar largou o loiro e com um olhar assustado foi se afastando e rapidamente saiu da cabine sem falar nada.

Jensen respirou fundo e se sentou na cama procurando se acalmar. A solidão invadiu seu ser de maneira tão profunda que se permitiu chorar baixinho, abraçando seu próprio corpo. Mas não ficou muito tempo entregue a tristeza que invadia o seu ser, afinal ele tinha dois navios para preparar a partida.

Tortuga

Fazia uma semana que o Colibri se encontrava ancorado no porto de Tortuga. O Pérola ainda não tinha aparecido, o destino que se encontrava escondido na pedra ainda era o último de quando se encontraram. Jared não sabia para onde seguir, na verdade seu coração pedia que voltasse para Ilha Bonita, mas ele achava que era insanidade de sua parte. Por isso resolveu ficar naquele porto livre e esperar um pouco pelo Pérola Negra.

- Capitão! – Jared estava sentado no convés, coisa que fazia sempre. Não tinha ânimo para ficar em sua cabine e nem vontade de sair para fazer negócios, quem estava à frente disso era Steven. Muitas vezes Traci se sentava ao seu lado e Jared se deitava nas pernas da prima, encostando a cabeça na barriga de mais de oito meses que a garota carregava. Já fazia quase um mês que estava sem Jensen.

– Capitão! – O chamado se repetiu, era um dos homens de sua tripulação

- Sim, Elvis, aconteceu alguma coisa? – Perguntou para o homem que vinha acompanhado de outro desconhecido para ele.

- Esse é o Billy, meu amigo, ele conhece... – O homem parou de falar como se avaliasse as conseqüências.

- Continue. – Pediu Jared.

- Ele conhece uma pessoa que fala com os mortos, e o senhor poderia ir lá...

- O Jensen não morreu. – Falou Jared entre dentes interrompendo o homem.

- Capitão, desculpa a audácia, mas ninguém tem certeza. – Disse Billy.

- Só o senhor. – Falou Elvis se apoiando na presença do amigo.

- Eu não quero ouvir isso. – Disse Jared.

- O senhor tem medo da verdade? Capitão, todos queremos acreditar que iremos reencontrar o nosso capitão Ackles, sentimos a sua falta. Eu fui lá nesse lugar, mas o velho disse que precisava de alguém próximo, pois as mensagens estavam confusas. – Elvis falava com humildade e no olhar um pedido mudo que aceitasse o convite.

- Tudo bem, eu vou para provar a você que ele está vivo. – Jared aceitou por compreender a situação de sua tripulação. Eles sentiam que estava em busca de um fantasma, e se ele fosse ao feiticeiro e o mesmo falasse que Jensen estava vivo, todos teriam mais animo para ir atrás dele, caso contrário... E era isso que preocupava Jared, ele não saberia viver sem a esperança de encontrar Jensen.

Jared acompanhava os dois homens pelo porto de Tortuga, seu coração batia descontroladamente. O medo tomava conta de seu corpo, mas ele sabia que devia ir. Seus homens precisavam de algo que desse a eles esperanças além de um insano apaixonado, que contrariando todas as evidências, afirmava que o seu amor ainda estava vivo.

- Uma moeda para uma pobre velha. – Uma mulher não muito idosa, mas com os cabelos desgrenhados e as roupas velhas e sujas, parou na sua frente.

- Ela é uma pobre bêbada, não de nada a ela. – Disse Billy, quando Jared fez menção de pegar uma pequena bolsa de couro, presa a cintura, onde guardava algumas moedas de ouro.

- Quem não é bêbado aqui? – Disse Jared, entregando à bolsa toda a mulher.

- Por que procurar entre os mortos, quem está vivo? – Perguntou a mulher, o tom velho e cansado, foi substituído por uma voz firme e rouca.

- Jensen está vivo? Onde ele está? – Jared perguntava desesperado, segurando com força o braço da mulher, que parecia não se importar e nem sentir a pressão das mãos do moreno.

- Ele está preso! Só você pode salvá-lo. – Os olhos da mulher tinham se tornados totalmente brancos.

- Preso a onde? – Jared ainda a segurava com força.

- Dentro de si mesmo.

- Como faço para achá-lo?

- Procure o morto que anda. – Nesse momento os olhos da mulher voltaram ao normal, e ela parecia perdida, desorientada e começou a sentir dores no braço, pois Jared estava quase que o quebrando devida a força que a segurava, e por isso a velha começou a se debater.

- Aonde, por favor! – Implorava Jared.

- Suas mãos estão sujas de sangue, não deixe que isso aconteça. – A mulher tinha conseguido se livrar as mãos de Jared, gritava e se afastava do capitão. – Não mate quem você ama! Não mate! – Jared tentava segurá-la, mas a mulher andava mais depressa de costas, gritando. – Não mate quem você ama! Ouça seu coração! Ouça seu coração! – E a mulher saiu correndo entre as pessoas, jogando no chão a bolsinha de moedas. O moreno ainda correu atrás dela, mas ela simplesmente desapareceu.

As palavras da mulher ecoavam em sua mente. Não foi mais ver o feiticeiro, não importava mais para ele. A comprovação de que estava certo veio ao seu encontro, estava feliz, afinal não era apenas um louco. Porém as últimas palavras o deixavam preocupado, com ele poderia matar Jensen? Será que o loiro estava demente e poderia atacá-lo? Mas ele nunca machucaria o loiro, nem que fosse para se defender, não tinha sentido.

Jared se reuniu com os capitães e resolveram esperar notícias do Pérola. Padalecki não gostou do fato de ficar esperando, mas realmente não sabia para onde ir, então se submeteu a decisão dos outros. Porêm mais calmo, afinal o Jensen estava vivo.

Jensen passou o dia todo escolhendo os homens que iriam acompanhá-lo, 320 ao todo, 160 em cada navio, contando com a ajuda do capitão Hartley para isso. Almoçou com os oficiais, pois os homens não se sentiam a vontade com os seus superiores e o loiro respeitou isso, mesmo achando estranho. Não encontrou Kane durante a refeição.

- É estranho o que está acontecendo com o Comodoro. – Comentou o comandante geral. – Ele sempre se envolve diretamente nos preparativos quando há navios de partida para capturar o Colibri, mas desta vez está distante, parece triste. – Schneider, sem saber estava ajudando Kane em seus planos. – Não quis nem almoçar, ficou em seu gabinete e pediu permissão para ir mais cedo.

Jensen ficou pensativo e sabia que a mudança de comportamento devia ser por causa dele. Não gostava de saber que era responsável pela tristeza de alguém que lhe acolheu e o protegeu, apesar de não confiar em Kane. Por sinal, ele estranhava o fato de ter toda essa desconfiança com o Comodoro, afinal Chris ultrapassou os limites somente hoje pela manhã.

Estava confuso, seus instintos dizia para se afastar, mas a situação dizia para confiar, e precisava confiar em alguém, por que não em Kane? Iria falar com ele, avaliar o momento e depois tirar suas conclusões.

Mas na verdade não sabia nem se o Comodoro ainda iria querer ver-lhe. Poderia ter resolvido a situação de outra maneira. Ameaçar um amigo não parecia uma atitude correta, ele queria se sentir arrependido, mas não conseguia.

Na hora certa Hartley lhe avisou de ir buscar o filho, Jensen ainda não tinha terminado a seleção, estava um pouco cansado, porém feliz. Achava que com o cansaço do corpo poderia dormir a noite toda, coisa que ele não fazia há muito tempo.

Foi buscar o filho e resolveu ir até a casa de Kane. Tinha resolvido que pela manhã iria conversar com o Comodoro, agora iria pegar apenas roupas para ele e para o filho, dormiriam no navio. Abriu a porta da casa, ainda tinha a chave, deixou o menino lhe esperando lá fora, ele não sabia o que lhe esperava.

A casa parecia vazia, não ouvia movimento de ninguém, nem Lauren e nem Chris. Caminhou em direção ao quarto, mas algo na sala lhe chamou atenção. Kane estava jogado aos pés de um dos sofás, parecia ter caído.

- Chris! – Jensen correu para ajudar o Comodoro, e verificou que o mesmo estava vivo e tentou reanimá-lo. Pegou uma garrafa de bebida e colocou próximo ao nariz de Kane, que reagiu ao sentir o cheiro forte.

- Dean, você voltou, me perdoa. – Kane falava fracamente e pedia perdão. – Diz que me perdoa, que não vai embora. – O Comodoro o segurava pelo casaco do uniforme com desespero, mas falava de maneira fraca, como se tivesse forças apenas para impedi-lo de ir embora.

- Dean. – Jensen chamou pelo filho, que estava o esperando na porta da rua. – Entra, fecha a porta e vá para o seu quarto. Me espere lá. – Disse o loiro assim que o garoto apareceu.

- Você vai ficar, que bom! – Kane soltou o casaco de Jensen e fechou os olhos, como se tivesse feito um esforço e se esgotado.

- Chris. - Chamou Jensen preocupado, o Comodoro abriu os olhos novamente e deu um sorriso fraco. – O que aconteceu?

- Não sei! Eu estava sentado, pensando na besteira que tinha feito e resolvi ir para o quarto, quando sentir uma tonteira e cai. – Explicou Kane.

- Você se alimentou? – perguntou o loiro enquanto ajudava o Comodoro levantar.

- Apenas tomei café... Mas passei o dia sem fome... Acho que não foi isso. – Kane falava com dificuldades enquanto Jensen o levava apoiado em seu corpo para o quarto. – Desculpe o trabalho, estou envergonhado.

- Não fique. Você cuidou de mim, posso cuidar de você, sem problemas. – Disse Jensen.

- Mas depois que eu fiz você ainda não me perdoou. – Falou Kane sendo ajeitado na cama por Jensen.

- Eu que tenho de pedir desculpas, depois de tudo que você fez para mim, te ameacei com uma faca...

- Mas eu mereci. – Disse Kane interrompendo Jensen. – Eu fiquei com tanto medo de perder você para sempre. Sei que não tenho o seu amor, mas seria insuportável perder a sua amizade. Promete que não irá sair daqui, que nossa amizade não foi abalada, por favor! – Os olhos de Kane eram pura súplica.

- Tudo bem, vamos esquecer o que aconteceu. – Jensen falou com sinceridade, ignorando os avisos de seu instinto, afinal Kane tinha se mostrado um amigo leal até o momento. – Agora vou lhe trazer algo para comer.

- Não precisa, estou sem fome. – Disse Kane deitando a cabeça no travesseiro, fechando os olhos e abrindo logo em seguida, de maneira assustada. – Não dá para fechar os olhos, parece que estou caindo em um buraco. – Comentou fracamente.

- Você tem que comer. – Jensen saiu do quarto, foi até a cozinha, cortou pão e queijo, colocou leite em três copos e voltou para o quarto de Kane. Depositou a bandeja em uma mesinha e foi chamar o filho, pois o menino assim como ele ainda não tinha se alimentado. Jantaram juntos no quarto de Kane, que comeu bem pouco, somente para satisfazer Jensen, que insistiu muito. Logo depois o loiro se despediu e saiu com o filho para o seu quarto.

Assim que a porta se fechou a expressão infeliz saiu do rosto do Comodoro, e nela surgiu um sorriso cínico e cheio de malícia. Seu plano estava caminhando de maneira perfeita.

Kane passou o dia todo com muita raiva de Jensen e principalmente dele próprio. Como ele podia ter perdido a cabeça daquela maneira? Mas também, como se controlar se Jensen Ackles é a tentação em pessoa?

No final do dia , quando Kane não sabia mais o que fazer, estava saindo para ir atrás do loiro, quando a carruagem que servia o Almirante parou enfrente da casa. Rapidamente o Comodoro se jogou no chão, fingindo que estava desmaiado.

Kane estava exultante com o caminhar da situação. Primeiro achou que tinha perdido tudo e teria que bolar um novo plano, mas esse estava se mostrando de uma eficiência que antes do final dessa semana Jensen seria dele.

Demonstrem que fui perdoada deixando reviews e demosntre ao contrário fazendo a mesma coisa, por favor!