CAPITULO 6
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" Relaxa, tá no inferno abraça o capeta."
A frase de Mary não parava de soar em minha cabeça enquanto subia os lances da escada. As mãos calejadas de James por vezes tocavam o final da minha costa dando suporte, os dedos dele dedilhavam levemente e a cada toque um solavanco forte emergia em meu peito. A angustia voltava e eu mal agüentava olhá-lo, na realidade não queria encarar aqueles olhos brilhantes e o sorriso bobo que estampavam os seus lábios.
Ele estava feliz.
- Eu sei o que você está pensando – disse ele do nada.
Dei um sorriso tímido, daqueles nervosos feitos para suprimir os pensamentos.
- Da vasta lista de atributos que você possue, não sabia que médium seria um deles.
- Você está com medo e pensa em desistir.
Um caroço se formou em minha garganta e eu estanquei no lugar. James me conhecia em demasia e mais profundamente que pensara.
- Acertei não foi?
Apenas levantei os olhos e o encarei. Garanto que meus olhos estavam em tamanho de bolas de tão arregalados.
- Vamos entrar – disse mostrando uma porta que ficava há uns bons vinte metros da entrada para os quartos.
- Mas aqui?
- Por aqui ninguém lhe virá. – disse casualmente.
- Preocupado com a minha honra? - caçoei, sempre quando ficava nervosa, principalmente com relação a meninos e coisas impossíveis de controlar, o meu lado sarcástico e piadista aparecia.
- Claro. Sua honra é minha. – disse em um sorriso travesso, levantando levemente os cantos dos lábios.
Sua mão bronzeada abriu a porta e esperou para que eu passasse primeiro. Lá dentro uma escuridão se instaurou ao meu redor e eu mordi o lábio delicadamente, nunca gostei da negritude, da total falta de luz, aquilo me lembrava de meus piores pesadelos infantis.
Parecendo pensar o mesmo, James enlaçou minha cintura com ambos os braços, colocando seu queixo sobre minha cabeça. Assustei-me e juro que ele sentiu o trepidar de meu corpo.
- Calma ruiva, sou eu.
- Você me assustou me trazendo para esse lugar escuro. E sabe o que mais, eu quero é ir em...
Um beijo calou meus lábios. Beijos molhados e ávidos me empurravam para trás, e eu comecei a andar meio perdida pela falta de raciocínio que só a língua travessa de James me proporcionava. Os dedos dele acariciavam a minha nuca, em um carinho impensado e a respiração ofegante junto com o gemido forte e quase gutural masculino faziam minhas pernas tremularem.
Cedo demais sua língua parou de acarinhar a minha e apenas me contentei com uma leve mordiscada em meu lábio inferior.
Sua voz rouca soou bem próxima ao meu rosto e senti o som reverberar levemente em seu peito.
- Por mais que esteja adorando o que estava fazendo, aqui não é o lugar ideal.
Pensei por um instante sobre o que ele falara e, o sarcasmo voltara.
- Então quer me dizer que não pensa em mim nua em uma saleta como esta, totalmente indefesa com você?
Ele sorriu. Um sorriso dolorido e curto.
- Você não tem idéia de como minhas mãos sabem disso, elas praticamente decoraram a cena depois de tantas repetições.
Corei envergonhada ao que ele falou safado.
- Quer dizer que sou...
- Você é sim minha fonte primária de mastubarção, mas acho que isto não é algo que devamos conversar em uma saleta escura com você sem calcinha e totalmente indefesa, não é?
Dei um tapa em alguma parte de seu corpo e gargalhei. Definitivamente James sabia como quebrar o gelo.
E principalmente, a dama de gelo que eu era.
Pegando minhas mãos novamente, me conduziu em meio à escuridão. Por algumas vezes bati contra objetos que supora ser mesas e cadeiras, e a cada vez que arrastava comigo um desses artefatos James xingava baixo, sua frustração era tamanha que na quinta ou sexta vez teve que tomar atitudes drásticas. Em uma surpresa velada virou-se e me pegou no colo, enroscando minhas pernas em sua cintura e fazendo-me segurar forte em seu pescoço.
O cheiro amadeirado de seu perfume era forte na curva de seu pescoço e eu mordi os lábios com força para não mordiscar o local. Segui embalada pela respiração ofegante de James por uns bons minutos até que a claridade invadiu minha íris, dando noção do local e espaço onde estávamos.
O corredor dos quartos masculinos era vazio, mas os barulhos de musica alta e gargalhadas inundavam o local dando assim uma falsa sensação de isolamento, uma fumaça cinza parecia estar por toda a parte e o forte cheiro de cigarro e de uma erva mais potente irritaram o meu nariz. Dava para notar algumas garrafas de cerveja amontoadas em uma determinada porta, somente uma, aquela com a grande placa Marota à frente.
- O que há aqui? Uma revenda de bebidas alcoólicas? – disse já fora de seu colo, com o cenho franzido.
Ele sorriu e coçou levemente o queixo. Não havia vergonha ali.
- Prendas dos novatos.
- Vocês ainda cobram prendas? Elas podem estar batizadas, você sabe não é? – questionei ao andar junto a ele e parar defronte a porta com tais objetos. James me segurava forte pela cintura e parecia mal notar a pergunta, seus olhos estavam preocupados em sermos vistos. Correção: em eu ser vista ali.
- Ninguém nunca zoaria um Maroto Lily, e além do mais estas... – disse cutucando o mini engradado com a ponta do sapato – São as cervejas do tipo mais fraco, dá pra notar o batismo de longe.
Duvidei piamente de tal resolução, entretanto não questionei, estava mais preocupada em desviar do engradado e adentrar ao quarto com a grande placa grafitada à frente que dizia:
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NÃO ENTRE PERIGO DE VIDA.
QUATRO GRANDES DIABINHOS A DESCANSAR
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Ri ao notar a caveira punk super estilizada da placa e a frase de aviso totalmente realística. Eu estava realmente correndo perigo de vida ao adentrar ali.
James me abraçou ao fechar a porta e falou de meu ombro:
- Me diz que você não está assustada.
Eu fiquei paralisada ali, olhando e tentando absorver a quantidade de informação e de bagunça que somente um quarto masculino poderia me oferecer. James passara por mim e se jogara na cama do canto, identificando-a como a dele e sorrindo como uma criança.
- Gostou do nosso recanto de amor? – falou colocando as mãos por detrás do pescoço utilizando-a como travesseiro. Seu corpo estava estirado sobre o edredom vinho e eu mal notara que ele havia retirado o sapato, suas pernas estavam dobradas e ele olhava fixamente para o pôster acima, só não sabia identificar se era o do Manchester United ou da banda de rock mascarada.
Dando uma geral no quarto até que achei infimamente arrumado; olhando para cada cama e pelos pôsteres e objetos ao redor dava para notar claramente a quem pertencia; era obvio que o pôster da playboy da Kim Kardashian era do Sirius juntamente com a coleção em miniatura de motos que lotava o criado mudo, já o grande cartaz com o desenho de um anime muito popular sobre um caderno da morte e a pilha de mangas encostado na cama só poderia identificar Remus. E finalmente no canto oposto ao de James estava o que seria de Peter e esse era o mais estranho, limpo e organizado, havia apenas pequenos porta retratos no criado mudo e dois minúsculos pôster de garotas semi nuas da Sports Ilustrated, o que definitivamente não era nada demais. Mas tirando essas particularidades, havia uma bagunça infinita por todos os cantos, com livros e roupas jogadas além de toalhas e instrumentos musicais atirados aos cantos.
- Realmente de recanto de amor isso não tem nada... – disse tentando andar rumo a sua cama e falhando miseravelmente após tropeçar em um tênis.
Ele apenas riu da minha desgraça.
- Eu ainda nem te beijei e você já esta toda atrapalhada, imagina quando eu te pegar de jeito.
- Em seus sonhos, Potter. – disse revoltada pelo seu egocentrismo.
Ele se ergueu pelos cotovelos e estreitou os olhos, criando uma ruga entre eles.
- Em meus sonhos você estava aqui e de quatro no chão como está agora – disse seco.
Não gostei do que escutei.
- E em seus sonhos eu também sairia pela porta tão rápido quanto entrei? – disse levantando-me e examinando o meu joelho agora ralado.
- Relaxa Lily, eu tava brincando. – disse com uma voz mais amena quase como em uma desculpa, saindo rapidamente da cama e pegando em cima de uma pequena caixa de papelão um kit de primeiros socorros. Desajeitadamente sentou-se no chão de frente a mim e começou a avaliar o meu joelho agora vermelho e ardente.
- Eu não gosto de brincadeiras desse tipo.
Disse brava, porque eu estava brava, mesmo que seus dedos estivessem tão delicadamente cuidando do meu ferimento.
- Eu sei senhorita certinha. – disse passando uma pomada melequenta em meu joelho. – Agora sente-se aqui um pouco – falou colocando-me em sua cama e retirando os meus sapatos.
- Você tem um cabelo lindo sabia – falou sincero enquanto sentava ao meu lado na cama e passava as mãos pelos fios – Ninguém na minha família é ruiva e todas as pessoas de cabeça vermelha que encontrei até chegar aqui em Hogwarts tinha cabelo laranja ou cor de salsicha - ambos rimos da classificação de cores que ele apresentara – Mas ninguém tinha uma cor como esta, no sol parece um cobre profundo e em ambientes fechados parece um vinho estonteante.
- Você se deu conta que gostava do meu cabelo quando? Porque me lembro bem dos apelidos que me deu na minha pré adolescência.
- Na sua pré adolescência? -Ele repetiu achando graça.
- Sim. E para de falar "sim, senhorita Evans" é tedioso.
- Você é tão correta, senhorita Evans. – repetiu para me provocar retirando parte do meu cabelo que caia retamente e colocando de um lado só do corpo – Tão correta que nem eu mesmo entendo porque quero tanto você – falou sugando levemente a pulsação al no pescoço.
- Talvez seja só desejo – disse seca.
- Já pensei nisso também, mas não é. Não dá pra ser, é possessivo demais. – falou mordendo o lóbulo da minha orelha fazendo com que eu respirasse profundamente a cada mordiscada.
- Talvez seja o costume e a vontade de ter o que não pode. Você é um menino mimado, James.
Ele que estava atrás de mim, colocou suas mãos a cada lado do meu corpo e começou a arranhar levemente a parte visível de minhas coxas. Suas mãos foram subindo passando por meu quadril e desenhando minha cintura, elas pararam levemente sobre os meus seios como conchas apoiando-os.
- E eu quero você Evans.
Com a respiração entre cortada em meu pescoço e as mãos acariciando meus seios por cima da vestimenta, meu coração quase saia pela boca à medida que ele me arrastava para trás e me deitava levemente sobre a cama.
- Não, você não quer.
Falei sentindo os pelos de meu corpo se eriçarem a medida que ele pressionava seu corpo ao meu não deixando nenhuma duvida de quão excitado e entusiasmado estava, sua mão esquerda se entrelaçou em minha nuca puxando meus cabelos com força e forçando-me a levantar o queixo, meus lábios se ergueram e ele os tomou com força em um beijo forçado e delicioso, enquanto nossas línguas travavam uma batalha rústica quase naval.
Com a voz entrecortada tentei retomar a duvida em questão, mas cada vez que tentava mais uma onda de prazer surgia em meu corpo quando as mãos dele estavam por todos os lugares, elas escorregavam por meu braço e adentravam feito cobras por dentre minha camisa, desabotoando-a, abrindo-a, tomando conta de meu corpo.
- O que você quer? – tentei novamente.
Mas ele pareceu não escutar, sua boca descia por entre o vale dos meus seios e sua língua quente era como brasa que dilacerava cada milímetro da minha pele fazendo me arfar. Sua boca ia descendo e descendo, contornando meu umbigo e mordiscando levemente a pele já arroxeada da cintura, suas mãos que se ocupavam a brincar com os bicos de meu seio logo declinaram e se posicionaram firmemente em minhas coxas enquanto ele ajeitava seu corpo e fazia algo que fez meu coração parar.
- Não James, não – minha voz saiu em um fio enquanto minha mente se dividia entre a ânsia de aquilo realmente acontecer e o fato ser totalmente errado.
- Shiii – disse beijando por cima da saia e me fazendo arfar miseravelmente. Tentei fechar as pernas, mas ele já estava entre elas, então decididamente olhei para o pôster acima e vi todos aqueles caras vestidos de vermelho e por certo não me ajudou em nada quando a boca de James acertou o ponto exato fazendo-me parar de respirar, parar de pensar e não mais existir.
Segurei fortemente na colcha vinho apenas sentindo as ondas de prazer ainda pequenas perpassarem por meu corpo. Era tão delicioso e de certa forma pecaminoso e errado que eu juntava forças para fazê-lo parar.
Desde a primeira vez que nossos lábios se tocaram até hoje, tudo sempre pareceu algo estritamente sexual. A meu ver era a explosão de toda tensão e vontade que tínhamos de estar juntos, de apenas tocar um ao outro, mas nada me parecia ter relação com sentimentos. James usava sua força, gostosura e convicção para tudo, todavia todos os seus atos nunca conotaram romance ou um sentimento mais apurado, mais profundo. Ao que parecia ele apenas queria o meu corpo e o prazer que poderia receber dali, já que o fato de me vencer e me ter entre seus lençóis já inflavam o seu ego de forma catastrófica. Pensando bem, se ele gostasse de mim pelo menos um pouquinho ele não sairia com tantas meninas, não me feriria tanto porque eu infelizmente começava a sentir uma grande afeição por ele, quer dizer, já sentia e há muito tempo.
Não havia como não gostar dele, afinal ele era realmente encantador e persuasivo, mas parecia que ele nunca realmente sorrira pra mim como para os outros em uma forma livre e espontânea, parecia que tudo ao meu lado era calculado, premeditado e eu nunca vi e conheci o verdadeiro James. A face que eu estava vendo nesse momento era a face do desejo, puro e simples, mas eu queria a outra, a do real, a do cara que poderia infimamente sentir algo por mim e se meter em grandes problemas por mim assim como eu me meti por ele depois daquela noite, coisa que ele nem imaginara.
Fechei os olhos com força e mordi o lábio inferior, James me puxou para mais próxima dele e eu não resisti, tive que colocar minha mão em seu cabelo mesmo que implicitamente incentivava-o a continuar. Já estava suada e arfava cada vez mais, virei o rosto tentando achar sanidade em algum ponto até que encontrei na forma rosa e com laçinhos de uma mini calçinha parcialmente escondida atrás de um porta retrato de vidro translúcido.
Nesse momento me comparei a aquela menina que deixou a calcinha ali, talvez James tivesse roubado a dela também da mesma forma que fez comigo. Talvez tudo isso fosse um habito, um jeito mais fácil de ganhar a garota.
Meu coração de menina apaixonada, que sonhava com coisas insignificantes como rosas amarelas e beijos embaixo de guarda-chuvas gelou e mesmo todo calor que emanava do meu corpo junto com as ondas de prazer cada vez mais fortes, nada fez com que o sabor amargo de minha boca saísse.
Eu sempre fui mais uma. Sempre. Ponto final.
- Para! – Mandei.
Ele pareceu não me escutar.
- Você é tão doce Lily – disse em um som abafado. Meu ódio ia crescendo com suas falas ensaiadas.
- Para! Eu não quero mais... Sai de cima de mim! – disse já erguida pelos cotovelos.
Nesse momento ele parou, ergueu a cabeça e me olhou com os olhos estreitos tentando me enxergar sem os seus óculos que eu nem havia reparado quando havia sido retirado.
- Não compreendo. Pra que isso agora?
- Você não me quer James, você quer só o meu corpo, assim como você faz com as outras garotas. – falei encarando-o firmemente.
- Você está louca! – disse soltando minhas pernas e levantando a procura de seus óculos.
- Não, não estou e você sabe disso! – falei cruzando minhas pernas e começando a ajeitar minhas roupas.
- Você não vê? Então me responda por que um cara passa quase três anos atrás de uma teimosa?
- Pra isso não é? – disse indicando nos dois na cama.
- Eu não quero você só pra isso.
Gargalhei, o sarcasmo voltara.
- Eu não vejo como...
Ele abriu o cortinado e sentou na beirada da cama apoiando os cotovelos nos joelhos e passando enfurecidamente as mãos por entre o cabelo.
- Você pode, por favor, me passar a minha calcinha? – falei saindo da cama e terminando de colocar a barra da blusa para dentro da saia.
- Não.
Coloquei as mãos na cintura e declinei a cabeça um pouco.
- Como é?
- Ela fica comigo - falou frio sem me olhar.
- Ah sei... Pra fazer companhia para a rosa de laçinhos tão bem guardada em seu criado mudo?
Ele ficou calado ainda cabisbaixo por um tempo, mas quando levantou os olhos havia tanta raiva ali que me calei.
- Eu nunca consegui você, não é? Nunca consegui esquentar esse coração de gelo!
Doeu. E muito. Fingindo não me abalar dei um passo à frente; derrubar bestas era o meu melhor trabalho.
- É óbvio que não! Como eu posso querer alguém que eu nem conheço? Eu não sei quem você é? Do que gosta, se dorme até tarde, se tem dor. Você é tão orgulhoso que eu só sei dessa fachada suja que você mostra. Essa de colecionador de calcinhas.
Ele levantou nervoso. Suas bochechas estavam vermelhas e seus dentes trincados pelo ódio.
- Vai embora. Agora!
Fiquei encarando-o em pura pasma.
- O que?
- Sai. Agora. – ele falou apontando para porta e virando-se de costas para mim.
Teimosa como uma porta falei: - Me dá o que é meu, então?
- Qual dos dois? A sua calçinha ou o meu coração?
A frase fez meu coração trepidar um pouco. Amenizou a sombra negra que me encobria.
- A calçinha James, porque eu nunca vou querer só o seu coração.
- O que você vai querer a mais? – falou sorrindo sarcástico com seus longos braços bronzeados estendidos entregando-me a calcinha. – Se isso for possível.
- Eu vou querer você por inteiro. – disse pegando-a e fazendo o possível para não notar o brilho cintilante por detrás dos óculos.
Ele pareceu considerar por um minuto.
- Como posso fazer isso se você mesmo se esconde de mim?
- Sinceramente não sei.
Falei colocando a peça intima e saindo em direção a porta.
- Eu nunca menti pra você. E eu posso não ser o cara que você imaginava, mas sei que sou o certo... Pra você.
Parei abruptamente e me encostei na tv ao lado da porta, absorvendo a sentença.
- Eu vou dar um jeito nas coisas, sou maroto. Só não reclame quando me conhecer de verdade; a ilusão às vezes é uma benção.
- Mas a verdade doe menos - sussurrei para mim mesma enquanto tropeçava no engradado e saia pelo corredor à procura da porta principal. Meu cérebro trabalhava a mil inventando uma historia fantasiosa de o porquê a Monitora Evans estava ali, no dormitório masculino acaso fosse pega e, intimamente rezando para que chovesse, assim ninguém notaria as lágrimas finas que desciam por sua bochecha alva e o soluço guardado na garganta.
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VOLTEI! Não me matem please!
Ainda é sábado aonde eu moro... Viu?
Sim a viagem foi maravilhosa. Sim eu demorei para postar. Sim, a frustração voltou e com ela a falta de idéias, mas graças ao P. e a Tali voltou igual água. A pedido do meu terapeuta e depois de uma conversa com a Tali decidi não ter prazo fixo para postar (óbvio) porque a pressão estava me matando e não estava fazendo bem ao meu psicológico e conseqüentemente ao tratamento.
Peço que depois de lerem esse capitulo releiam o Capitulo 2. Tem uma conotação do carater do James em relação a Lily que se mostra claramente. Quem adivinhar terá um desejo realizado.
Não achem que o James virou santo. Isso é a ultima coisa que pode acontecer.
Reviews
Thaay Lovegood: Sim, a musica é do Snow Patrol (eu gosto da versão com a Cheryl Cole). Gostou dos meus meninos foi? Gosto de fazer personagens reais... pessoas certinhas cansam... Bem vinda a fic! Beijos
Dani Mossman: Desculpa.
Marina Lopes: Que site é esse VDM? Beijocas novata!
Larii H: Até que fim vc voltou... Estava com saudades!
Jane L. Black: Acho que a ultima coisa que iria querer na vida era um Sirius irmão... tão gostoso... Seria um desperdício.
Ninha Souma: Obrigada pelos elogios...
Kris: Eu não assisto Cold Case, gosto de Criminal Minds. Com peninha da Mary? Ela sabe se cuidar... te garanto...
Cherry: Não foi agora. Gostou das resoluções desse cap?
Lady A. Anarion: Beijocas amore...
28Lily: Obrigada pelos elogios. Eu realmente escrevo personagens reais; com defeitos e qualidades e, principalmente duvidas, esse cap. é cheio delas.
Alice Hills: Eu amo Richele Mead... E amo Georgina. Vai Succubus!
