N/A: Em cima da hora, n cortem relações cmg, por favor! Ehhh... Algm viu Jumper? X¬X
Chapter VI
Eu sinto como se estivessem feito da minha cabeça um balaço. Sendo que, ele só perseguia a Evans e era afastado a pauladas pela própria. Ou dentro da minha calota tem algo que não deveria ter...
Era só o que me faltava, um tumor intracraniano.
- Tá babando nas minhas anotações, Potter.
Olhei desconcertado para a monitora da Griff. E supondo que o fator "amor próprio" foi deletado da minha cadeia genética...
- Aceita sair comigo? – convidei lhe entregando o material que Moony havia me incumbido de entregar.
Hahaha! Minhas mentiras são bonitas e plausíveis. Não existe um detentor de ilusões e de segundas verdades melhor que eu. Talvez só o ministro da magia, ou o Lorde Vou-de-moto.
Pois bem, Moony não delegou a mim, ele queria pedir para o Rab devolver a matéria da Evans, mas eu, com meu novo talento de persuasão o dissuadi para passar tal missão a mim.
Seguir a pessoa incessantemente (incluindo lugares impróprios e privados) repetindo a todo segundo a mesma pergunta com bajulações baratas e o chato "hein" (N/A: nenhuma referência a vc, qrida e honrada Vamp u.u Nem ouse me repreender usando o Jack! ¬¬) ao final de cada pedido, mencionar como um simples acaso do destino o quão feliz e completo poderia ser se lhe fosse dado o "pote brilhante". E para fechar com chave de ouro e conseguir seu desejo egoísta e infantil, coloca-se uma gotinha de estimulador das funções excreto-intestinais na comida do indivíduo que roubaria seu lugar... Plano perfeito!
Evans deu sinais pródromos do seu piti e eu, como bom míope e detentor de faculdades perceptivas intactas altamente aguçadas, dei o varote.
Pode ter sido covardia (hipótese ultrajante e absurdamente esdrúxula! Sou um grifinório com g maiúsculo) ou a vontade de não me aposentar em plena idade produtiva por surdez e cegueira. Cegueira devido à concomitância dos tecidos auditivos com os oculares (N/A: peba! Assassinei a anatomia! xP).
Por falar em cegueira, achei um furo na minha teoria de "os míopes dominarão o mundo!" (N/A: créditos a à Jhu ;)) um dos riscos para o glaucoma é a miopia. Fato que para mim tem outro nome: preconceito e inveja de nós, seres superiores e super desenvolvidos. Somos o futuro da humanidade, algo ainda não aceito pelos não míopes (N/A: vai lah Magneto ¬¬).
- Moony tá na enfermaria – Sirius surgiu do vácuo.
- De onde você veio?
- Da fecundação divina entre o óvulo e o espermatozóide de meus genitores – será que ele foi modesto alguma vez na vida? Vai ver que isso é hereditário.
E adquirindo uma expressão séria, nós passamos a andar calados lado a lado, ambos pensávamos em Moony.
- As mudanças pré-lunares estão mais fortes do que da última vez... – comentei e Sirius confirmou com um aceno.
- É... – ele disse reticente e eu abaixei a cabeça – A gente passa tranqüilo por essa, amigão, assim como nas outras, ele tem a gente – Sirius sorriu e me abraçou pelos ombros.
- Beleza – sorri.
- Wormtail tá lá com ele – informou casualmente.
- Mas ele não tava no banheiro? – perguntei descrente me lembrando do catártico que coloquei na comida dele e Pads me olhou desconfiado.
- Não. Por quê? Deveria?
- Hehe... Por nada. Olha! Não é a McKinnon?! – desconversei apontando para nossa direita e Sirius desapareceu da mesma forma que havia surgido, misteriosamente...
Encostei-me no parapeito de uma das janelas do corredor que davam para o jardim do castelo, a fim de descansar e relaxar de toda aquela loucura e correria que vinha sendo este ano em Hoggy.
Os alunos descansavam a sombra das faias e árvores, os primeiranistas brincavam de atirar bolotas de tintas não removíveis uns nos outros. Melanie arrastava um colega pelas orelhas em direção ao lago com uma feição determinada e de poucos amigos, parecia que as pegadas dela tinham um metro de profundidade e o saco de batatas que ela carregava sabia seu destino certo de futuro purê.
- Huh, ela nunca vai mudar... - comentei risonho.
- Ohhhh... Que tocante – uma voz debochada soou as minhas costas.
- Antes isso do que narigudo, feio e seborréico – sorri malignamente – Não é, ranhoso?
- Repita o que disse – a frase não passou de um sussurro e a distância entre nós se reduziu.
Eu sei que disse que o ódio e o amor são sentimentos separados por uma linha muito tênue, e devido a nossa proximidade poderia dar a impressão de que nos beijaríamos apaixonadamente. Mas eu e o sujinho só nos odiamos, sem espaço para outros sentimentos, a não ser: raiva, desprezo, repulsa, ódio, antipatia, aversão, repugnância e raiva. Duas vezes raiva, só para reforçar.
- Tsc tsc tsc... O sebo passou para as orelhas – sorri mais ainda divertido com a situação, não dando a mínima por estar em desvantagem numérica.
A minha covardia se resume somente a Evans, já deu para notar.
Existe uma coisa sobre a qual eu reluto em admitir até para mim mesmo, não só porque é doloroso, torturante, fatal e quebra meu coraçãozinho em zilhões de pedaços e sim, porque me faz concluir que sou um imprestável, inútil e um nada. Nem todos sentiriam isso, o professor Binns, por exemplo, ele continuaria a dar sua aula para alunos desinteressados ou ninguém no meio de uma guerra entre dragões e titãs ou, eu versus a Evans (guardando as devidas proporções).
Eu queria dizer no início é...
O que a Evans vê nessa matéria-prima ambulante para fábrica de sabonetes?!
- A sua imbecilidade atingiu níveis irreversíveis – não disse! Que tipo de adolescente xinga desta forma?! Esse cara é uma aberração!
Snape impediu Mulciber e Avery de intervirem, como se eu não agüentasse..., pode vir os três que eu dou conta do serviço somente com a unha do dedo mindinho do pé.
Ele me avaliou pesando a minha ausência de movimento quando eles ameaçaram cair sobre mim, afinal eu não me meteria numa briga assim de graça. Algo extremamente insultante me levaria a tomar medidas drásticas, somente isto, pois eu sou um cara da paz e do amor.
- Com medinho, Potter? – ele retomou o tom sibilante.
Eu conversando com uma cobra, é assim. Mas eu não gosto de cobras, a probabilidade de me juntarem com uma é nunca! Agora, eu e a ruiva, todas.
- Não me surpreende a Lily não querer nada com você... – isto foi sem dúvidas algo muito insultante!
- Filho da mãe! – saquei a varinha, coisa em vão diante dos anencéfalos brutamontes e guarda-saco do Snape que pularam em cima de mim.
Preciso narrar a porrada? É duplamente doloroso...
Efeitos colaterais mais tarde:
- Veio visitar seu amigo? – tentei abrir os olhos cujas pálpebras aparentavam pesar toneladas.
- Moony? – procurei meus óculos.
- Não, a Lil's – ele respondeu de bom humor para alguém que teria a pele esticada até lacerar, a gengiva rasgada para dar espaço aos dentes perfurantes e letais, a consciência reduzida a um ponto micrométrico e distante no mais fundo de seu poço mental e... Melhor me concentrar na conversa sobre a Lil's.
- Quem dera meu amigo, quem dera... Cadê o resto da galera?
- Peter foi buscar uns livros que pedi – o fitei expressando toda a minha inveja do Rab – Que estavam no dormitório e não com a Lily – ele acrescentou revirando os olhos e eu sorri satisfeito – E o Sirius foi atrás do Snape.
- Você não fez nada para impedir? – inquiri descrente.
- Hum! Tudo o que podia e não podia – ele devolveu um pouco ofendido pela minha pergunta.
- O que cê quis dizer com "o que não podia"? – continuei desorientado e com segundas conclusões ao procurar chinelas para me levantar, percebendo que Madame Pomfrey além de ser o Ás da cura é o Ás da limpeza, faltava ser o Ás dos chinelos para completar a trilogia ideal.
- Não achei o ranhoso, mas cuidei para que os dois bestalhões lhe enviassem a mensagem... – Pads adentrara a enfermaria com os fios em desalinho, como as roupas e, um filete de sangue no queixo o qual limpou rapidamente ao me ver fitá-lo indagativo.
É regra, desalinho no Pads implica em duas situações exclusivas e únicas: amasso com o sexo oposto ou "amasso" violento com o mesmo sexo.
- Sei que tipo de mensagem – Moony comentou sagaz e com pose repreensiva, mas eu percebi um tiquinho de alívio nas expressões dele porque com a entrada repentina do Sirius, ele escapara de uma baita encarnação de minha parte.
- Eu cuidaria deles depois – disse voltando a procurar qualquer coisa calçável.
- O super corno contra ataca, quem sabe dessa vez não acerta seus galhos no corpo deles? – Padfoot retorquiu estranhamente ofensivo.
Estranhamente uma ova! Nem estando convalescente, à beira do leito de morte ele se apieda de mim. Completamente previsível.
Eu não soube o que responder até porque sem uma chinela decente eu morreria por hipotermia, então meu cérebro ignorou o que o Pads disse. Muito sensato da parte dele.
Sirius se levantou levando as cadeiras e lençóis consigo tamanha a fúria, e foi para o escritório contíguo da Madame Pomfrey.
- O que que eu fiz? – perguntei confuso.
- Nada. Só o matou de preocupação – explicou Moony.
Definitivamente eu precisava ir ao banheiro, não dava para esperar por um calçado e foi aí que o Rab entrou equilibrando uma pilha de livros nos braços. Acenando a varinha na direção dele, Remus fez os objetos flutuarem e pousarem sutilmente sobre a cama. Wormtail coçou a cabeça se perguntando porque não havia feito isso antes.
Após presenciar o talento para feitiços do senhor Lupin, uma idéia estalou em mim. Por que não pensei nisso antes? A convivência com os marotos está apagando a minha personalidade, não passo de uma cópia grosseira e misturada de todos eles.
- Accio chinelos! – a minha empolgação foi estupenda que não reparei que o Peter estava ainda de chinelos.
Ele estatelou-se no chão.
- Mal, Rab – devidamente paramentado corri para o banheiro.
Por que não há banheiros na ala hospitalar? Eles pensam que só porque estão doentes as pessoas não precisam? Ou não produzem aquelas coisinhas que nos são inaproveitáveis? O que seria de mim sem a minha avançada capacidade armazenadora de líquidos e a minha resistência a pressões absurdas? Ui, como esse banheiro é longe...
- Para onde vai, James? – meu cérebro não pode associar a voz à imagem, ele estava cem por cento empenhado em me alertar do inadiável extravasamento que ocorreria nos setores inferiores se eu não me apressasse.
- Já sei... Depois a gente se fala – ela completou antes de eu responder, mas não consegui me lembrar daquele ser que usava de ironia para comigo.
Sacudi hesitante a cabeça em afirmação por estar confuso e corri para o que, aleluia irmãos!, era o banheiro.
- Putz, era a Cat – depois de aliviar a pressão retomei minhas atividades cerebrais normais.
Era tanta água na bexiga que estava refletindo em hipertensão cerebral.
Correndo de volta pelo caminho da vinda não a encontrei, procurei pelas transversais. Então pelas paralelas, e no jardim. Enfim, resolvi perguntar para os estudantes que estavam no salão comunal.
- Olha, acho que ela não é da Grifinória – Marlene demorou horas pensando para me dar isto como resposta.
Sem agradecer e ignorando a curiosidade dela ao gritar "pra que quer saber, Potter?", fui para o dormitório da sonserina, a outra casa que assistia junto conosco as aulas de DCAT.
- Sou corajoso – suspirei ao dobrar a esquina próxima as masmorras.
- Potter? – pisquei abobalhado não acreditando na visão que era a Evans ao meu lado.
Atrás de quem eu estava mesmo?
- O que tá fazendo aqui? – me dá mais uns minutinhos, meus neurônios emperraram, aahh! Agora sim.
Ela só me pergunta isso?!
- Ah, eu, eu estava... estava – estava o que?
Mas ela não se aborreceu com a minha gagueira, muito menos quando levei a mão aos cabelos, nem se importunou em gritar comigo me acusando de que eu a estava seguindo e espionando.
Ela desviou sua atenção para uma sombra a nossa frente.
- Sevie... – ela pronunciou a palavra com uma docilidade e afeto que me machucou inexplicavelmente.
Claro que é explicável, vou quebrar a cara desse mané!!
E me deixou plantado e esquecido, com danos irreparáveis ao ir atrás daquele indivíduo que se arrastou para longe de nós.
- Poxa, Prongs! Meus chinelos – reclamou todos-sabem-quem.
- Madame Pomfrey está possessa – disse Remus abatido e extremamente pálido – Melhor você não ficar... – ele aconselhou.
- Tudo bem, Prongs? – ele perguntou me analisando sobre o livro que acomodara nos joelhos.
- Relaxa, lobinho – sorri escondendo o que quer que fosse que apertava meu peito pesadamente, cuja dor piorou ao ver meu amigo sofrendo e mesmo assim se preocupando comigo.
Havia chego a hora de mudar meu comportamento, não dava mais para agir egocentricamente. Dar um ponto final nessa baboseira de Evans, Lílian, lírio, Lily, Lil's e ruiva.
Okay, sir. Nos encontraremos em breve – acenei e segui com Rab para o dormitório.
Logo o sol iria se por.
- A McKinnon perguntou por você – pus o máximo de inocência que pude na forma que falei, nos meus gestos e na cara.
James Potter is an actor.
Pads engasgou com a própria saliva. Nenhum cachorro havia feito grande proeza.
- Sério?
É, é você. Sirius Raven
- Ouvi umas quartanistas cochichando que ela tava caidinha por você – ajuntou Peter enquanto observava o céu apreensivo.
Pads estufou o peito e seu rosto se iluminou com um sorriso cafajeste. Coitada da Marlene.
- Ca-ham – interrompi o fluxo de hipóteses ilustradas que passavam da mente poluída do Sirius para a minha de tão intensas que se projetavam na dele, e estavam maculando a minha, intocável e pudica.
- Vamos indo – atalhei seriamente.
- Devíamos agradecer ao Rab, pois se não fosse ele, só caberia você nessa capa, seu obeso mórbido – reclamei e Wormtail na forma de roedor guinchou em apoio na minha mão.
- Reclamão e rabugento, como te agüento cara? – ele nunca ficaria calado.
- Simples: eu não sou isso aí, e você me ama – respondi.
- Você deve ser alguém que tomou a polissuco, mas é mais divertido que o James, pode ficar no lugar dele – e surpreendentemente eu ri junto com ele.
- Pelo contrário, a segunda resposta que tenho pra sua gracinha comprova que eu sou o verdadeiro Prongs – Sirius me olhou na defensiva, e eu me senti tão bem com isso – A pergunta não é como você me agüenta mas como a McKinnon faz tamanho sacrifício, deve ser alguma aposta...
Devolvi sarcástico e ele ficou roxo. Olhando mais acuradamente foi azul. Com mais precisão, roxo azulado. É, foi isso, roxo azulado.
Não esperava que meu ataque fosse tão eficiente assim.
- Peraí – estanquei fazendo sinal para que ele me copiasse e mantivesse silêncio, não que um cara mudo e dispnéico pudesse fazer algo desse tipo, mas não custa prevenir.
Madame Pince passou por nós espanando a roupa e ajeitando o coque vaidosa. Até sem os óculos ela estava. Parando perto de nós ela puxou um bilhetinho onde podemos ler sem dificuldades que o ser que lhe endereçou era: "Filch, seu peluciozinho forever s2" (N/A: eo sei, sou obcecada por esse shipper, tem fics sobre eles aq no ff, n são mts e tows pensando em abandonar esta aq p escrever sobre esse casal q me cativa mais q J/L... peokspeoksloepoks xP).
Este crápula e traía arranjou outro para ocupar seu coração em vez de mim?! Vou tirar satisfações!
- Prongs, bora cara – Sirius me arrancou da bofetada.
Como o gosto da traição é amargo...
Saindo do castelo, delatados pelo brilho do luar veemente que incidia sobre nós, esperamos Rab imobilizar o salgueiro.
Eu era o único não transfigurado, não era fácil subir as escadas com patas cascudas e com uma pequena superfície de apoio.
Estranhamos o silêncio e com urgência subimos ao andar onde Moony ficava. Relaxamos involuntariamente ao ver a lua coberta pelas nuvens de chuva.
Contudo, durou pouco, pois a ventania forte fez com que a lua estendesse seu manto cobrindo a tudo e a todos e, os uivos surgiram criando uma onda gélida a descer da nuca, eriçando meus cabelos, até o final da coluna vertebral.
Wormtail urinou em minhas mãos.
- Não te carrego mais – falei sisudo e ele soltou um guinchinho em resposta como se apelasse para que eu não o fizesse.
Pads latiu nos chamando a atenção e apontando para a porta do quarto.
Os uivos ocorriam mais curtos e violentos, sem a dor que continham anteriormente. Era sempre desse modo, ele se sentia sozinho, incompreendido e desprezado e, ao concluir que isto não passaria, ele feria a todos os seres que encontrasse para lhes fazer regredir por o terem abandonado e o fazerem sofrer, lhes impingindo a dor que ele mesmo sentira a flor dos nervos.
Lobisomens também sentem.
A uma discreta confirmação nossa, Pads abriu habilidosamente a porta e retornou ao estado quadrúpedes com destreza. Eu era o pilar, por ter maior força e porte contive Moony com os galhos logo quando pusemos as patas dentro do quarto.
Era mais difícil apaziguar quando passávamos as férias longe e no mês do dia das bruxas. Ele sofria mais, e nós, conseqüentemente, também. Não era exclusivamente física a ligação entre nós, nem uma extensão da escola, era a vibração de nossas moléculas em harmonia. Quando se dessintonizavam, o resto fazia igual e buscavam o amigo que com certeza não estaria bem.
Nossa amizade era isso.
Wormtail tentava distrair Moony para que eu tivesse chance contra seu peso, Padfoot me dava apoio ao intimidá-lo junto a mim.
Nós permanecíamos silenciosos em respeito ao sofrimento do nosso amigo, a fim de não irritá-lo e passar a falsa idéia de que estaríamos tentando manipulá-lo ou lhe encurralar em uma emboscada. Se for para ganhar sua confiança, a conquistaríamos com gestos, esforço e o olhar. Não importa se nos machucaríamos, se acabássemos exauridos e próximos do fim. Amigo é para essas coisas.
Era difícil para o lobisomem acertar o Rab, este era veloz e pequeno mas, num lampejo inesperado, Moony deu um safanão em Pads o fazendo bater contra a parede atrás de nós. Aquilo já havia acontecido antes.
Mantendo meu foco em Remus impus mais força na tração sobre as patas traseiras, resultando no recuo dele. Consegui manter uma distância segura entre suas garras afiadas e meu pescoço, enquanto Peter verificava o estado do cachorrão.
E então, ele se levantou cambaleante e determinado saltou para cima do lobisomem. Este não imaginava o que aconteceu, levando uma patada na cara ele rugiu feroz e tentou abocanhar Sirius.
Xinguei Pads por realizar a coisa errada, ele ladrou em resposta e percebi que não entendia bulhufas do que ele dizia, com ele não devia estar acontecendo diferente.
Nessa falha comunicativa residiu o segundo de distração para ele ser acertado de novo, e dessa vez o golpe foi bem mais violento. Moony se encaminhou para Pads perigosamente e eu tive que intervir com vigor.
Arrancando um pedaço da pele felpuda do flanco do lobisomem, fiz com que ele se afastasse num choro perturbador de Pads. Era a vida do meu amigo ou uma ferida razoável de outro.
Prevendo que o pior viria, adotei a posição de defesa a frente de Sirius e senti minhas patas tremerem. Ao meu lado, Rabicho tremelicou os compridos bigodes. Dupla engraçada esta nossa.
Sirius grunhiu indicando estar vivo e com muita dor. Rastejante e ignorando meus protestos numa linguagem incompreensível, ele passou por mim e lambeu a ferida do Moony.
Aguardamos o desfecho trágico e sanguinolento, todavia, o lobisomem nos olhou com carinho e relaxou os ombros.
Ele finalmente nos reconhecera.
- Santos míopes! Tô cego!!
Voltemos a fita de minha humilde e complexa vida.
Quando conseguimos "dobrar" o lobinho, foi só pula-pula e contentamento. O alívio e a alegria foram tais que mesclaram as dores originadas de cortes e hematomas, profundos e feios, respectivamente.
Ao término da noite nos condoemos diante da fase de transformação dele sem deixar que nossos olhos transmitissem o sentimento. Ele precisava de apoio, não de dó.
Sem poder transferi-lo e tendo que nos apressar para que Madame Pomfrey não nos pegasse, saímos da casa mudamente como zumbis em busca de cérebros para se alimentar.
A última coisa que me lembro é de despencar por sobre o que tinha certeza (mas não tenho tanta agora) ser a minha caminha. Acredito que os outros também tivessem feito o mesmo sobre suas próprias camas.
- Silêncio, Potter - uma voz severa reclamou muito próxima a minha orelha direita e, duas mãos suaves e angelicais ajeitaram o tecido que envolvia toda a minha cabeça.
Extraíram meus olhinhos numa operação cruel!
Contrabando de órgãos.
Tomara que glaucoma acometa esse míope com vinte graus! E morra cego com complicações toxoplasmáticas!
- Prontinho - a pessoa disse.
- Eu vejo... - sussurrei vesgo.
É um milagre! É UM MILAGRE!!
Madame Ponfrey entrou em foco na minha vista e sorria divertida para mim. Ainda rindo ela se foi para a cama ao lado enquanto eu balançava a mão na frente de meus olhos.
Satisfeito com a minha acuidade visual, coloquei meus segundos olhos e dirigi minha atenção para o que estava ao meu redor.
Nunca a vida havia me parecido tão colorida.
- E aí, chifrudão? - Sirius estava, absurda e espantosamente!, com um livro em mãos, deitado com vários travesseiros nas costas e de pernas cruzadas.
Como se fosse a coisa mais normal do mundo. O que pode ser resquício da minha amaurose fugaz (N/A: cegueira temporária).
- Passou a crise? - ele acrescentou quando não pronunciei um A.
Discretamente tentei alcançar o abajur da cabeceira...
- Nem ouse - Madame Pomfrey bateu na minha mão e me ajeitou na cama.
Na verdade, me entortou sob os lençóis e sobre o colchão macio.
- Ardeu em febre por um dia! Nada de esforço para você.
- UM DIA?!
Ela me deu um tapa na cabeça e isto doeu. Muito.
- Mandei não fazer esforço - ela enfatizou e me empurrou com força algo azedo para beber.
Só porque sou míope.
- Senhor Black, creio que já esteja melhor - ela falou desviando seu olhar de mim quando teve certeza que eu não cuspiria aquilo de volta.
Ela tem experiência. Droga.
- Ainda sinto dores... - ele dramatizou como um verídico doente, cadê o debochador saudável de segundos atrás?
- Onde exatamente? - ela o analisou clinicamente.
- Aqui - ele apontou para o meio do peito.
- Nem houve um arranhão aí, senhor Black - ela disse severa. Ela o despiu para saber disso??
Hahá! Se ferrou!
- É por isso, deve ter sido uma contusão ou hemorragia interna - ele explicou sem piscar e pesando as palavras convicentemente como se estivesse pensando isto pela primeira vez.
Gênio.
- Deixe-me ver - ela se aproximou e sem hesitar rasgou a blusa e as talas que abraçavam o tórax dele.
Uhhh... Selvagem. É a prática.
Virei para o lado aborrecido com aquela sem vergonhice bem debaixo do meu nariz e vi Remy. Parecia uma múmia.
- Não há nada aqui, senhor Black - a voz ligeiramente estrangulada dela ralhou.
Ela estava ruborizada e Sirius sorria de lado.
Eu realmente poderia ter passado sem essa.
- E o Remus? - perguntei.
- Está sob observação constante, isolado - ela respondeu e nos deixou.
- Wormtail tá em aula, ele tá bem - comentou Sirius arrumando a roupa que vestia.
- Não posso ir? - indaguei confuso a ele e levemente amedrontado com a idéia de continuar sob os cuidados daquela desmiolada vulgo Madame Ponfrey.
Okay, eu sei que ela me devolveu a visão mas isto não encobre o fato de ela ser uma tarada e pedófila.
- Não - a enfermeira respondeu a minha pergunta que não fora dirigida a própria.
Putz, ela também desenvolveu seu poder telecinético.
Eu não sou o único.
- Tchau, chifrudinho - Sirius acenou com um sorriso irônico.
Desta vez iria a bandeja que estava com a madame Pompom só que ela era esperta demais para o meu gosto.
- Comporte-se - ela ordenou me dando um puxão na orelha.
Estou vendo tudo, quando chegar a hora de minha libertação, sairá o meu cadáver.
- Beba isso - e com a delicadeza e educação esperada, ela me deu para engolir um líquido viscoso, conjugador de todos os piores sabores num só copo.
Incluindo o da derrota e impotência.
Dois dias de internação quase fatais cumpridos.
- Amo a minha saúde - comentei emocionado beijando as partes alcançáveis do meu corpinho.
- Jamie!! - algo muito loiro pulou em mim, era o pomo versão gigante?
Foi difícil manter o equilíbrio, acabei de me recuperar!
- Saudades? - Mel me soltou e saltitou a minha frente.
- Claro - a abracei e lhe rodopiei junto a mim.
- James? - Cat arriscou receosa não querendo arrumar briga com a pirralha nos meus braços.
Droga, não quero voltar para a enfermaria.
- Potter! - Evans parou a um metro de nós observando a tudo, tentando absorver e entender alguma coisa.
Mundo louco.
Madame Pomfrey vai adorar me ter de volta na enfermaria.
Ah se eu soubesse aparatar... Tudo isso seria evitado.
- Quié? - devolvi aborrecido pousando Mel no chão e me alertando para o fato de ter riscado esta menina da minha lista de prioridades e pessoas importantes.
Minha secura fez a garota retomar as palavras e sua expressão que estava se suavizando, mudar para a regular que sempre se dirigia a mim.
- O diretor quer vê-lo - ela acrescentou com um olhar que dizia claramente o quanto achava que eu merecia ser expulso e que não gostava de mim.
E eu com isso? Não estando cego, nada mais me importa.
A não ser, a megera, leia-se Evans. Estou muito paradoxo, é a minha segunda personalidade se manifestando.
Problemas psicológicos, o trauma promoveu essa distorsão bipolar.
- Já volto - beijei o topo da cabeça da pequechita.
- Nos vemos Cat - pisquei e a outra ruiva revirou os olhos.
Inveja do sucesso alheio. Porque que garoto se derreteria para Evans se ela piscasse?
A minha pessoa está fora de cogitação como resposta a essa pergunta.
- Se acha, né Potter? - Evans "falou" comigo (tudo nela é agressão, de onde vem tanto rancor e ódio? Frustração porque não atrai tantas garotas quanto eu? Que disputa mais homo).
- Se acha, né Evans? - retruquei e ela revirou os olhos mais uma vez.
Isso me irrita.
- Você é chato, viu garoto? - reclamou apressando os passos.
Não disse mais nada e não tentei acompanhá-la.
McGonagall me esperava na entrada do escritório de Dumbledore.
Estremeci perante uma expulsão. Situação muito divertida e saborosa para a Evans, se ela soubesse, tenho certeza.
Eu não era tão mau assim que merecesse uma. Imploraria para o diretor colher informações com algumas testemunhas, ao menos para me dar uma chance de me defender.
Testemunhas que não fossem a Evans e, o ranhoso e companhia.
- Entre James - ele disse antes que eu batesse na porta.
- Bom dia - o cumprimentei com um sorriso travado e ele respondeu com um aceno leve de cabeça.
- Sente-se.
Ajeitava a todo segundo os óculos sobre o meu nariz e o mesmo número de vezes passava as mãos no cabelo. Meus pés insistiam em querer sapatear mas os segurei com muito custo, pois além de mau poderia passar a falsa idéia de retardado. Expulsão sem pensar duas vezes. Até eu faria isto comigo.
- Queria lhe pedir para tomar mais cuidado da próxima vez - temi que meu cérebro fosse perfurado e meus olhos caíssem no chão.
- Com o seu bem estar físico e o de seus amigos - ele continuou num tom, para minha maior surpresa, bondoso.
- Claro professor.
- Obrigado - ele sorriu com os olhos.
- Olha quem resolveu aparecer... - McKinnon me cumprimentou quando nos esbarramos na porta de entrada para o salão principal.
- Sentiu minha falta? - me aproximei sorrindo e ela se afastou bizarramente ao arrumar um fio de suas mexas para trás da orelha repetidas vezes.
- Sentiu minha falta? - ela indagou por sua vez silenciando o colega com o qual conversava a um gesto brusco e indelicado de sua parte.
- Entre a retirada dos meus olhos e a da vesícula - ri.
- Afes Potter! - ela me deu as costas.
- Oh Merlin! Jaaay! - desviei a tempo de virar farelo quando aquele míssil loiro se chocasse contra mim
Na mesa da grifinória, Evans cerrou os olhos que se tornaram fendas com um brilho perigosamente verde.
Ao perceber que era observada em retorno, virou o rosto com orgulho e dignidade (dignidade de quê? Esta é a pergunta).
- Você com certeza sentiu a minha falta - comentei.
Me afastei questão de minutos, perceba-se o resultado. Imagine horas ou dias... Estrago, furacão, vulcão em ebulição, fúria da natureza, desembestar de gigantes e etc.
- Humpft! Tá na cara que não - Melanie cruzou os braços e virou o rosto numa réplica chibi loira da Evans.
Uff... Mereço.
- Eu senti a sua - sorri me abaixando para que ela me ouvisse com exatidão.
- Mentiroso!! - ela começou a atirar batons, presilhas, lápis e outras coisas que as mulheres usam para esconder a feiúra e nos enganar, inocentes e bem intencionados homens.
Logo, se eu pegar água e sabão e, passar na cara da Evans, eu me desencanto e parto pra outra. É uma idéia.
Tentei conjurar um escudo, mas Mel tacou algo pesado que fez a varinha escapar de minha mão, em seguida ela iniciou uma sessão de socos.
Nada de pontapés por enquanto. Por enquanto! O que me preocupou caso ela resolvesse atacar o Jamesinho e inviabilizasse a produtibilidade e funcionalidade do Hércules.
O que seria dos princípios da universalidade, eqüidade e integralidade desse pedaço inseparável de James?
1º - Universalidade: ter James é um direito de todas as garotas bonitas.
2º - Eqüidade: todas (as garotas bonitas) devem ter igual oportunidade em fazer uso de mim.
3º - Integralidade: a necessidade de cada uma deve ser levada em consideração, apesar de não ser igual a de outras.
- Prometa que não vai mais fazer isso James - ela me abraçava.
- Boba, claro que não - a reconfortei e repousei meu queixo em sua cabeça.
Cena de amor explícita no grande salão, estrelando: James Potter e Melanie Bagshot.
Sem panico, você (garota bonita e sortuda) pode ter seu minuto de celebridade encenando um pouco com o galã desta novela. Principalmente se você for Lílian Evans.
A nova febre em Hoggy era o pirulito fast past (N/A: se vc qser um, faça seu pedido pelo mercado livre). Uma lambida e você revive por segundos algo do seu passado de uma maneira emocionante e heróica.
Pelos corredores víamos os poucos "felizardos" que podiam comprar e esnobavam os pobres coitados que não.
O pulguento andava com uma mochila nas costas preenchidas só com o doce.
Tentei argumentar com a mamãe que eu era um garotinho em crescimento, o bebêzinho dela!, a resposta que recebi: "Um garotinho que traz as garotinhas, suas coleguinhas, para o próprio quarto?"
Mendigar para a mãe usando tatibitati. Ineficiente.
Com o papai foi: "Pede para a sua mãe.".
Papai é mandado. Perda de tempo.
Vez dos amigos e colegas:
Remus: "James, muita glicose no sangue leva a desconcentração.".
Amigo liso sempre vem com uma desculpa ferrada. Inútil.
Peter: "Pirulito? Onde? Onde? Onde?".
Affes, ainda tento.
Mel: "Vê se cresce Jay! Por que não me leva para Hogsmead?".
Criança tarada. James ingênuo.
Evans: "Cantada sem criatividade, Potter. Já teve melhores".
James igual a cara de tacho. Ahn? Como assim?!
Sirius: "Deixa de ser infantil, Prongs.".
- Porque? Você leva uma mochila nas costas só de pirulitos! - argumentei na defensiva.
- Sou teu amigo, pensou que não ia te dar um?
Meus olhinhos brilharam e uma poça de baba se formou debaixo de mim.
- Qué? - ele me ofereceu o manjar de açúcar e do prazer.
- Claroooo! - pulei em cima do pirulito ofertado que foi tirado repentinamente de minhas entranhas.
- Pois eu não te do-ou - ele lambeu sem piedade - Vai comprar, chifrudo.
- Snif, snif, snif.
Atitudes sem coração pedem atitudes maléficas. Muahahahaha!
Me aguarde Pads...
No outro dia, aula de poções:
- Espero que o fessor Slugue pega algo diferente hoje... - falei.
- Me disseram que ele não vai dar aula para nós - comentou Peter e eu sentei com mais aprumo na cadeira - Dor de barriga por causa de tanto açúcar - explicou.
Ahá! Até o velhote, por que não eu?
- Horário vago - disse Pads colocando os pés sobre a mesa em que estavámos e tirando da mochila um, ÓIA!!, pirulito.
Hehe... Hora da ação, dá-lhe TheProngsFlash!
- Não me deixe ver isso - tomei o pirulito da mão dele e saí correndo.
Para que se precisa comprar ou pedir quando se pode roubar!
Próximo horário após lambusar-se com a dádiva glicosídica:
- Você acha que um único e mísero pirulito me fez falta? - perguntou Sirius superiormente.
- Não - respondi indiferente - Não me deixe ver isso! - e peguei mais um.
Era só o início...
- Prongs, você precisa parar com essa brincadeira, o Sirius nem anda mais com a gente! - Remus me chamou a atenção levemente exaltado no salão comunal.
- Problema dele - dei de ombros com a consciência limpa - Quem manda não querer repatir o pão!
- Apoiado! - vibrou Peter.
- O pão que é só pra mim - o fitei desafiando a discordar.
- Não desvie do assunto - Remus retomou a conversa quando Rab olhou para o chão derrotado e frustrado - Peça desculpas ao Sirius.
- Por que? - perguntei mofino - Você não manda em mim - retifiquei minha primeira frase e saí aborrecido de lá.
Andava distraído com o gostinho de "quero mais" na boca pelo fast past e involuntariamente peguei um de uma garotinha. Ela abriu o berreiro mas eu já estava em outro mundo (por efeito do pirulito) e em outro corredor (por efeito do medo de ser pego).
- Hum... Onde andará o Pads? Minha fonte favorita e inesgotável de fp (N/A: fast past)...
- Se escondendo no banheiro dos monitores - Mel me informou sorridente.
- Té! - corri para lá.
Procurando manter o silêncio intacto, andei até as cabines me agachando diante das portas fechadas.
Era como roubar doce de cachorro, pois o barulho da embalagem do pirulito sendo aberta era perceptível a metros de distância.
Chutei a porta e gargalhei triunfante para um temeroso Sirius com dois pirulitos na boca, e um par em cada mão.
Quanta gula! E o que o desespero faz...
- Tsc tsc tsc... Tentando fugir do seu amigo, Pads?
Ele balançou a cabeça em negativa com os olhos arregalados e marejados.
Quase eu senti pena, quase.
- Não me deixe ver isso! - apanhei a mochila e fui me embora ligeiro.
A explicação para o banheiro dos monitores viver inundado por tempo indeterminado, é o choro com proporções do oceano Atlântico do Pads. E não a Murta, ledo engano dos que acreditam ser ela.
Me dói ver meu amigo assim.
Entretanto, me dói mais, especificamente no meu estômago, vê-lo desfilando com o que me pertence no meio do salão principal!
- Ah, olá Prongs! - ele me saudou como se não tivesse me visto e estivesse contente com a minha ameaçadora presença.
Não importa, pegarei o que é meu por direito!
- Não me deixe ver isso - disse rápido e estranhei o sorriso maroto que pintou na cara do Sirius.
Mas havia coisas mais urgentes para me preocupar.
No exato instante em que coloquei o doce na boca, cuspi tudo para fora.
- Merda Pads!
Todos riam, o mais gargalhante era a figura canina.
- Que porra colocaste nisto?! - inquiri engasgado.
- Terra - ele respondeu arfante.
Bem que o brilho exacerbado do doce era peculiar, ele deve ter molhado o pirulito e melado na terra.
- E você, seu lobinho falso moralista? - me virei para Remus que lacrimejava.
- Você merecia - ele disse enxugando os olhos.
Apontei minha mira irada para Peter, e este nem demonstrou remorso.
- Não sabia - disse e puxou um fp do bolso das vestes.
- Minha vingança, Prongs - Sirius se aproximou de mim com os braços cruzados e me encarando severamente - Dá aqui um abraço no seu amigo preferido - e me puxou para um meio abraço esmagando a minha cabeça num cafuné.
É... Amizade. Foi uma segunda tentativa de homicídio, isso sim.
Depois de tudo, eu não roubei mais pirulitos ou doces.
Além do que havia enjoado de açúcar.
Mas não de salgados...
N/A: Eo admito, este cap foi mt s noção u.u Minha criatividade esgotou-se há tmpos e deixou uma plaquinha no baú reclamando e q se dependesse dla, nunk mais eo iria ter uma.
Frustrante u.u E nem salário eo pagava à coitadinha, enton se ela n me processar jah me basta.
bjin'
