Cap7

Ed acordou e viu que se encontrava num quarto de hospital.

? – Acordou mais cedo do que o esperado, como sempre – entrava no quarto um medico.

E – Doutor Marcoh, quanto tempo?

M – Tempo suficiente para pensar que você desistiu de pegar os trabalhos que a policia tem a oferecer, o que me lembra Riza deixou isso pra você, o seu pagamento – entregou-lhe um envelope meio gordinho.

E – Só tava conseguindo me manter inteiro – pegou o envelope e deixou ao seu lado – dormi por muito tempo?

M – Não, mas deveria.

E – Tem idéia de quando eu vou poder sair daqui?

M – Quando a ferida ficar melhor...

E – O que provavelmente será rápido.

M – Tente não fazer muito esforço quando sair, a ferida poderá abrir. E tente só aparecer aqui novamente com no máximo um braço quebrado.

E – Não vou prometer nada.

Não teve que ficar muitos dias no hospital. Tinha aproveitado pra falar com Pinako sobre os presentes de Sara, John e Win nesses dias.

Teve tempo ainda de conseguir uns trabalhinhos, nada grande e nada que exigisse muito esforço. E logo já estava no dia que prometera voltar.

Desembarcara na estação e estava a seguir para a casa de Pinako quando viu Win andando com outra pessoa. Enquanto os alcançava Win o viu.

W - Ed! – abriu um sorriso e o abraçou quando se aproximaram.

? – Quem é esse? – perguntou o rapaz que estava a andar com ela antes.

E – Sou Edward, prazer – estendeu a mão.

? – Sou Salem – apertou-lhe a mão com mais força do que o necessário.

E – Aonde estavam indo?

W - Comprar umas coisas, mas a loja em que fomos estava fechada então vamos em outra que é aqui pertinho.

E – Eu vou com vocês.

S – Vai ficar carregando a mala? Não vai ser um incomodo?

E – Ela já faz parte de meu corpo de tanto que carregando ela pra lá e pra cá.

S – Não para em casa? – começaram a andar até a loja.

E – Pra ser sincero ela já deve até estar com camadas de poeira em alguns cômodos.

S – Então porque mantém ela?

E – tenho coisas que não da pra simplesmente vender, preciso de um lugar pra deixar elas, e alem do mais eu volto lá.

S – Quando? Pra juntar poeira você deve passar anos fora.

E – Bem tem vezes que eu tenho que esperar meu braço ficar pronto...

S – Seu braço? O.o

E – É - sorriu sem graça e puxou a manga pra mostrar o braço – as vezes eu fico aqui com a Pinako as vezes vou lá pra minha casa.

S – Sabe que to esquecendo de pergunta uma coisa.

E – O que?

S – Seus pais. Aceitam tudo isso? Você podia deixar as coisas na casa deles não?

E – Se aceitam não sei e nem vou saber. E as coisas estão na casa deles.

S – Ha. Desculpa...

E – Não tudo bem. Já me acostumei.

Eº - "Eu diria que não"

E – "Não fala"

Logo já estavam na loja terminando de compra o que foi pedido e já estavam voltando.

Durante todo o percurso foi conversando com Salem. Ele até entendia a linguagem de sinais, mas quando Win fazia rápido à única coisa que ele entendia era o a. Ele também fez mais perguntas, algumas que Ed preferi-o optar pela frase 'tenho o direito de permanecer calado'.

Acabo que naquele meio tempo ficaram amigos.

S – Win demorou tanto porquê?

Win mal tinha aberto a porta e já deram de cara com Sara.

W - A loja estava fechada e fui numa outra e... – apontou para Ed – o encontramos no caminho – adentrou na casa para largar as sacolas logo foi seguida por Salem.

S – Ed! Ficava pensando se você realmente fosse vir – deu um abraço de urso nele.

E – Dei algum motivo pra desconfiar? – foi solto do abraço.

S – Desculpa, mas Pinako me falou o quanto você é anti-social – adentrou na casa sendo seguida por Ed.

E – Não é que eu seje anti-social só... não sou chegado em multidões...

S – Hmm... sabe o motivo disso? - seguia em direção aos quartos

E – "Blind" Não, mas talvez pela cidade onde eu cresci ser mais calma e não ter tanta gente.

S – Por isso que você nunca foi a central?

E – Por esse e outros motivos.

S – Vá para o jardim depois que terminar de desfazer a mala.

E – Acho que posso fazer isso depois...

S – Se você acha venha comigo até o sótão.

Ed largou a mala e a acompanhou.

S – Consegui ajuda para levar as caixas.

Ed não soube com que ela estava falando até ver John que estava pegando algumas caixas e deixando mais próximas da escada.

J – Ainda não sei como ele foi se deixar convencer.

S – Nada que um pouco de insistência não resolva. Ed pegue uma das caixas e vá levando lá para o jardim.

E – Ok.

Ele assim o fez a primeira até foi, mas depois o ferimento começou a incomodar.

E – Porque eu fui me machucar – reclamava com sigo mesmo ao depositar mais uma caixa no chão.

Sl (Salem) – Essa é a última – apareceu ao seu lado com mais uma caixa, ele avia sido pego para o serviço também.

Dentro das caixas avia enfeites, os quais Win, Pinako e Sara estavam ajeitando no quintal e agora John, Salem e ele foram ajudar a pedido de Sara.

O jardim era grande o que fez eles passarem boa parte do dia enfeitando aqui e ali.

Sara já tinha puxando Win e Pinako para a cozinha para adiantar algumas comidas e os deixou enfeitando o jardim junto com John.

Sl – Quando Win me disse que era mais aconselhável eu ir embora não imaginava que ela se referia a eu me livrar desse trabalho – se deitou no chão assim que terminou de botar o último enfeite.

E – Pelo menos agora vai dar pra descansar – se juntou a ele.

J – Vocês é que pensam.

Sara vinha na direção deles com um sorriso no rosto.

S – Que bom já terminaram. Poderiam me ajudar na cozinha também? .

Eles se entre olharam com uma cara de enterro depois olharam pra ela com um sorriso forçado.

E, Sl – Claro '

Ambos se levantaram e iam se dirigir a cozinha, mas Sara impediu que Ed continuasse. Salem também parou para ver o que ela queria.

S – Ed antes pode me fazer um favor?

E – Qual? -.-'

S – Pode consertar? – mostrou uma estrela que estava partida em três pedaços, pelo tamanho era aquela que ia no topo da árvore de natal.

E – Tem todos os pedaços?

S – Bem teve alguns que se perderam, mas é coisa pequena acho que nem vai dar pra notar.

E – Da pra consertar, mas talvez afine um pouco.

S – Contando que ela fique inteira.

Sl – Mas como ele vai concertar? Não ta muito estragada.

E – Podia ta pior e ainda assim dava pra da um jeito.

Ed pegou os pedaços e botou no chão na juntos, juntou as mão e...

E – Prontinho.

S – Ficou como nova - vou logo botar na árvore – pegou a estrela e se foi.

Sl – Não é proibido fazer alquimia sem ter uma licença?

E – E eu tenho.

Sl - O.O fala serio. Por que nunca ouvi falar de você? Você podia ser bem conhecido.

E – Prefiro ficar assim mesmo.

Sl – A Win sabe?

E – Não. E de acordo com os pais dela nada de falar de alquimia ou fazer perto dela.

Sl – Sabe o por que disso?

E – Não. Você sabe?

Sl –Bem... – ele pareceu hesitar - não – começou a andar em direção a casa.

E – Não cego – o segui - sua reação te entrega, alem da sua voz, você sabe sim.

Sl – Ta eu sei.

E – E pode me dizer algo? Qualquer coisa serve só pra eu tem uma idéia.

Sl – Não é algo simples assim, mas não posso falar mais do que ela teve uma experiência muito ruim – já estavam quase na cozinha.

Ed não pergunto mais nada só foi fazendo o que lhe pediam e ficava perdido com seus pensamentos.

Não passo muito tempo e estava sentindo dor na ferida.

E – "Merda será que abriu?" Eu já volto.

Saiu e foi em direção ao banheiro e amaldiçoou Envy pela bela ferida que ele lhe dera.

E – Merda tinha que abrir.

Eº - "Veja pelo lado bom não abriu muito"

E – Mas vou ter que refazer as ataduras e eu preciso ir até meu quarto pegá-las.

Eº - "Você já entrou em lugares bem seguros e conseguiu sair sem ser notado vai pestanejar agora?"

E – Eu mereço – reclamou baixinho antes de começar a tentar chegar até o quarto e voltar pra li.

Ir é sempre fácil voltar é mais difícil, ainda mais com um machucado, mas a sorte é que todos estavam ocupados com alguma coisa.

Eº - "Não seria mais fácil fala pra eles?"

E – "E como você quer que eu diga que eu consegui esse ferimento?" – refazia os curativos.

Eº - "Você só não precisa falar para Win"

E – "Eles vão da o mesmo discurso e vão acaba me tratando diferente o que é provável que ela note e ai ela descobre sobre a ferida e o que, que eu digo dai?"

Eº - "Que teve um acidente?"

E – "E?"

Eº - "Um cara te atacou"

E – "E?"

Eº - "Você lutou contra ele"

E – "¬.¬"

Eº - "pra se defender e acabou levando esse corte"

E – "Que é 'bem pequeno', mas a idéia não é ruim"

Eº- "Então vai conta?"

E – Vo pensar no assunto – botou no lixo as ataduras manchadas com sangue.

Volto para a cozinha e continuou fazendo a tarefa que avia largado.

Logo Salem foi para o hotel em que sua família iria se hospedar e Sara deixou eles terem um descanso e cuidou do janta sozinha, com uma pequena ajuda de Pinako.

Ele e Win estava atirados no sofá.

W - Ela tinha que ser tão paranóica com os preparativos de festas -.-'

E – Ela parece que escraviza qualquer um que esteja disposto --

W - Se ela pudesse fazia até um gato ajuda.

E – Pinako fez bem em botar medo nele (se referindo ao gato q apareceu no cap anterior).

W - Afinal por onde ele anda?

E – Em algum lugar da cidade.

W - Ele não tem casa?

E – Não sei ao certo, mas acho que ele vaga por ai ficando uma vez em cada casa que o aceita. Ele já dormiu aqui antes da Pinako o expulsar.

W - Ele não tem nome?

E – 'O Gato', 'Ele', bola de pelos e por ai vai, todo mundo tem um jeito de chamá-lo, nem sei como ele não fica confuso. Mas quando se referem a ele pelas ruas é 'O gato da cidade'. Já ta virando até mascote da cidade.

S – A JANTA TA PRONTA!

Se dirigiram para a cozinha.

P – E não tem nada queimado dessa vez!

Esconderam o riso perante o olhar raivoso de Sara.

S – Eu já não queimo a comida faz um bom tempo ò.ó

P – Mas nunca se sabe quando vai ocorrer de novo. Tente não queimar as coisas para a festa.

S – Eu não vou queimar ò-ó

No outro dia.

S – Não acredito queimei y.y

P – Falei – recebeu um olhar ameaçador de Sara.

S – Win, Ed vão compra ingredientes, não importa ao onde for, mas tragam – escrevia rapidamente num pedaço de papel e ao termina estendeu junto com dinheiro – tomem vão até a outra cidade se preciso para encontrar uma loja aberta.

W, E – Ok o-o'

Saíram quase correndo do jeito que Sara os apreçava.

E – Nossa. Quando você disse paranóia não achei que fosse tanto

S – O que você ainda tão fazendo parados ai?! – ela estava na janela - Vão logo!

Os dois saíram correndo e só param quando estavam longe de serem vistos por Sara e começaram a caminhar mais calmamente, recuperando o fôlego.

Sl – Yo! Win, Ed – não sabiam exatamente de onde ele avia surgindo, mas o cumprimentaram mesmo assim.

E – E ai, fazendo o que por aqui?

S (só vou usa o l quando for pra vcs saber diferenciar entre a Sara e ele e como ela ñ ta aqui)– Nada de mais só dando umas voltas.

E – Podia ter aparecido por lá.

S – Não queria incomodar '

E – Sei... você ta é fugindo de ser pego e ter que ajudar.

S – Que isso, eu ajudaria mais se ontem não tivesse acabado comigo.

E – E você acha que eu não to ¬.¬

W - Não vo reclama de nada, pois vocês ficaram com a tarefa mais cansativa.

Continuaram o caminho conversando sobre quem realmente fez mais coisa, o que estava resultando numa boa disputa entre Salem e Edward e Win ficou de jurada.

Estavam cortando caminho por umas ruas mais desabitadas quando 3 ladrões com armas apareceram na frente deles.

L1 (ladrão) – Se gritarem...

L2 – Se correrem...

L3 – Se resistirem...

L1,2,3 – Morrerão.

E – Ela é muda – aponto pra Winry – Ele ta paralisado de medo – aponto pra Salem – estamos sem grana e eu não tenho muito tempo de vida. Vocês escolherem as pessoas 'certas' para assaltar e também gostei da combinação de cada um dize uma coisa.

Todos olharam pra ele como se ele fosse uma aberração.

Os três ladrões se olharam e começaram a rir.

L1 – Você tem bastante coragem dizendo isso na maior naturalidade, mas isso não vai nos convencer, não somos burros pra cair nisso.

E – Acreditem no que quiser – fez menção de voltar a andar.

L2 – Ta querendo morre é?

E – É surdo ou que? Já falei não tenho muito tempo de vida. Hoje eu só queria aproveitar a companhia deles – indicou os dois amigos – amanha vou visitar uns amigos de uma cidade vizinha e depois...

L2 – Não precisa falar tudo o que você vai fazer -.-'

E – Vão me matar?

L1 – Isso já não ta claro?

E – Ok já que é assim – se virou de costas para os bandidos.

E - Dêem corda ao que eu falar, não importa se for absurda.

E – Meu grande e melhor amigo – abraçou Salem que ainda meio 'paralisado' demorou a corresponder - Foi um prazer ter te conhecido, mas parece que a minha hora chegou antes do esperado. – se virou pra Wim – Minha mudinha – foi abraça-la também, essa escondeu o rosto no peito dele – não vai dar pra fazer o que você planejou – ela começou a tremer, para quem estava olhando parecia que ela estava chorando, mas Ed sabia que ela estava e rindo e falou num sussurro no ouvido dela – a sorte é que você é muda, se não toda a peça grega já era.

Isso só fez ela rir mais chegava a chorar.

L3 – Ela é mesmo muda?

S – Is.. "tenho que parece apavorado" is..isso é...é ver... verdade.

Ele viu Ed fazer um sinal de ok.

E - Distrai eles – como suas mãos não estavam a vista dos ladrões não teve problemas.

S – Vo...vocês... precisam...mesmo mata-lo?

L1 – Pensei que isso já estava claro.

E - "ele não sabe responde outra coisa?"

S – Nã...Não po...podem...

L1 – Fala logo!

S – Não poderiam, por favor, nos deixar ir!?

L2 – Já dissemos que não.

S – Não queria estragar, mas eles tem um assunto inacabado, por favor, deixe-nos ir.

L2,3 – Assunto inacabado?

L1 – Eles são dois bakas em dar corda pra isso --'''

S – Eles... gomen amigos, mas eles iriam se declarar um pro outro.

Sem que entendesse como os três estavam no chão e uma tampa de lata de lixo estava caída sobre eles.

Ed avia pegado discretamente a tampa da lata que estava atrás de Win e quando os tres tinha sua atenção voltada para Salem atirou neles, pegando em suas cabeças.

E – Sabe você podia me ajudar a me livrar dos ladrões, a dupla teatro grego.

Win estava se matando de tanto rir e Salem já estava junto nessa. Mas avia mais duas risadas.

E – Ta certo saiam dai agora – falou olhando para a ruazinha de onde os ladrões haviam saído.

Dois garotos saíram de lá. Um aparentava ser da idade deles, até mais velho o outro era menor com certeza mais novo que eles.

E –Russel! - Quanto tempo?

R – E ai Ed continua com o teatro romano?

E – Achei um parceiro – apontou pra Salem.

Ele e Win já haviam controlado o riso e agora olhavam com curiosidade para as novas figuras que apareciam.

E – Esse são Salem e Winry – apontou para cada um - e esses dois são Russe – apontou para o mais velho – e esse Fletcher o irmão caçula do Russel.

R, F, S – Prazer.

Win só se curvou.

E – Mas me diga Russel o que o trás aqui? .

R – Só passeando '

E – Passeando .

Num movimento rápido o prendeu contra a parede e tirou uma arma que estava preza na cintura da calça.

E – Olha só o que eu achei .

O soltou.

R – É só pra proteção '

E – . Proteção sei. Você pretendia assaltar junto com aqueles caras!!! ò.ó

R – Que isso Ed eu não faço mais isso -''''

E – Fingi que acredito – retirou as balas da arma e as botou no bolso para depois devolver a arma – E AINDA POR CIMA TRAZ SEU IRMÃO JUNTO! Que espécie de irmão você é? Ò.Ó

R – Um irmão bonzinho que só tenta conseguir uma graninha?

Levou um soco na cabeça.

E – Vai trabalha se quer ganhar grana ò.ó

R – Mas não tão me aceitando t.t

E – Insiste horas.

F – Ed-sama meu nii-san tem dando um duro danado, mas ele é muito atrapalhado e acaba sendo demitido.

E – Já até imagino que ele tentou em todos os empregos que a cidade tinha pra oferece e acabou perdendo todos. E não já falei pra tira o sama. --'''

R – Pra fala a verdade não foi de todos...

S,W – O.O "ele conseguiu essa proeza?"

R – Só a policia não me aceita -.-¨

E – Então procura pela Riza. Ela da um jeito.

Win tocou seu ombro.

W -Riza? Riza Hawkeye??

E – Essa mesma, mas de onde você a conhece?

W - Meus pais a conhecem e ela é uma das pessoas que minha mãe convido, por falar nisso melhor agente ir andando se não minha mãe vai te um chilique se agente demora demais.

E – Venham, podemos ver ai se vocês podem ir a festa o que tenho certeza que ela vai dizer sim. E você já me ajuda a arrasta eles até algum policial. Vão indo vocês comprar o que Sara pediu, nos encontramos depois – depois de falar isso se dividiram.

Salem e Win foram comprar as coisas e Ed, Russe e Fletcher cuidaram dos ladrões.

Russel e Fletcher sabiam que Ed era alquimista e este deu graças por ele não ter mencionado nada.

Avisou-os sobre Win e se ela estiver por perto assunto proibido alquimia.

Apesar de não saberem o motivo disso concordaram.

E após finalmente achar um policial Ed conseguiu descola uma grana, nada grande, mas conseguiu algo.

Na casa de Win.

S – Se eles podem vir? Claro que podem! Quanto mais gente melhor! . E PORQUE DEMORARAM TANTO?! EU JÁ ATÉ PEDI UM CERVIÇO DE BUFÉ POR CAUSA DA DEMORA DE VOCÊS!!

W - Tivemos um contra tempo...

S – Que contratempo????

W - Três ladrões...

S – LADRÕES?! O meu deus e vocês estão bem? – começou a ver se eles não tinham nenhum ferimento.

E - Estamos, não se preocupe e também os encontramos – apontou pros irmãos.

J – Que historia é essa de ladrões?

Win e Salem foram narrando a historia os irmãos disseram que tinham coisas a fazer ainda e tiveram que ir. E Ed foi largar as compras na cozinha.

Já ia sair quando Sara apareceu.

S – Preciso falar com você.

E – O que? o.õ

S – Encontrei umas ataduras...

E – "PUTZ!!!Eu sou tão...tão burro como pude deixar as ataduras lá?"

S – ...E depois de conferir com os outros você é o único que sobra e o mais provável de ter o machucado.

E – Por que eu?

S – Por causa do seu trabalho.

Edward suspirou.

E – Devia ter me livrado delas de outra forma -.-¨

S – E ia esconder isso da gente? O.O

E – Não tem porque se preocupar...

S – Como não tem?!!! Elas estavam com sangue! Sangue! Isso significa que o ferimento é grave e que ele se abriu.

E – É só um corte.

Eº - "Que é do tamanho de um..."

E – "Quieto!!!! Você tem que escolher os piores momentos pra mostrar a sua existência!?"

S – Deixe-me ver o corte.

E – Já disse que não precisa se preocupar.

S – Sou medica.

E – Já consultei um.

S – E o que ele disse?

E – Que isso vai sara "se ela cair nessa eu juro que pulo encima da mesa e danço a macarena"

S – Edward! Não pense que sou trouxa, nenhum medico diz só isso. Ele da uma orientação do que a pessoa deve fazer.

E – "não sei se fico aliviado ou mais nervoso por ela não ter caído nessa -.-' "

E – Errr... bem ele disse...pra eu... – falou num sussurro – não fazer muito esforço.

S – O que?

E – Pra eu não fazer muito esforço... – falou um pouco mais alto, mas foi o suficiente para ela ouvir.

S – Meu deus Ed! Se eu tivesse te matado ao pedir pra você fazer tudo aquilo?

E – Não é pra tanto, só deu uma abrid...

S – MEU DEUS! Você ta bem não quer descansar? Quer que eu de uma olhada? Quer...

P – O que ouve? Ouvi você meio que gritar – entrou na cozinha.

S – Eu podia ter matado o Ed T.T eu nunca me perdoaria.

Ed revirou os olhos.

E – "Ela consegue ser mais dramática que eu" Já disse que não foi nada.

P – As ataduras pertenciam mesmo a ele?

J – Eram dele? – John entrava na cozinha.

S – Sim e por causa disso eu podia ter matado ele T.T

E – Já disse que to bem!

J – Não seria melhor dar uma olhada?

E – Ai, será que ninguém me escuta ¬.¬

P – Eu te escuto. Aonde foi a ferida?

E – Se eu disser eles não vão me obrigar a mostrar contra a minha vontade?

P – Acho que não.

E – Então nada feito, se não for com 100 de certeza.

S – Se não mostrar por bem vai ser por mal.

E – E você vai fazer um ferido ficar pior ainda?

S – T-T nããão. Não quero mata Edward.

E – "ai meu deus eu to cercado de loucos" É vai acaba me matando se tenta me obrigar – sarcástico.

S – Não T-T

Sl – O que ta acontecendo?

Salem e Winry entravam na cozinha.

E – Que a mãe da Win ta levando a coisa muito ao pé da letra e essa cozinha ta cheia de mais pro meu gosto.

Saiu voando, quando finalmente estava fora de lá deu graças ao céus. Por causa do assunto em questão o fez achar que a cozinha parecia mais cheia do que estava. E meio que já estava achando sem relevar o assunto do ferimento.

E – "Já detesto até quando tem pouca gente imagina amanha -.-¨ "

Foi pro seu quarto e se atirou na cama o que logo se arrependeu por ter sentido uma pontada de dor.

Ouviu batidas na porta. Apoiando-se nos cotovelos olhou pra ela, mas ninguém entrou nem falou nada.

E – "Win" Pode entrar – voltou a se deitar ao ver que estava certo – "Mas por que essa merda resolveu doer" – levou uma mão ao ferimento inconscientemente.

E ficou olhado para Win esperando que ela 'disse' algo. Mas em vez de falar ela simplesmente sentou na cama, um pouco a baixo da cintura dele, e ia levantar a camisa dele.

Ele se sentou de um salto, não pode evita a careta de dor.

E – Epa! Pêra lá, já disse pra sua mãe que estou bem, E como é que você tinha certeza que era ali?

W - Minha mãe me disse pra vir ver, ela disse que talvez você deixasse eu olhar...

E – "Ta loco, ela é a ultima pessoa que vai ver isso"

W - ...E como você tava com a mão ai só supus que estivesse.

E – E se não estivesse?

W - Seria embaraçoso – ela olhou pro chão, mas logo levantou o olhar - Vai deixar olhar ou não?

E – Não. Desista, não insista e fale isso pra sua mãe.

W - Não vou desistir, vou insistir e mostra logo essa ferida!

E – Nã... – de repente veio uma idéia na cabeça de Ed – eu mostro – Win pareceu surpresa – mas quero sabe de uma coisa, ou melhor ver uma coisa.

W - Ein? o.õ

E – Na parte de traz de seu pescoço, tenho certeza que vi algo ali.

W - Que isso não a nada – ela parecia nervosa.

E – Não sou burro pra não saber que tem algo.

Winry ficou sem saber o que fazer parecia que ia 'falar' alguma coisa, mas sempre desistia e mexia nos cabelos. E nesse movimento Ed notara que meio que ela tapava mais ainda o pescoço.

E – E ai? Como é que vai ser?

W - Não da pra pedi outra coisa? -'''

Ed suspirou.

E – Não.

W - Mas é meio injusto o que você ta pedindo é uma coisa muito grande.

E – Digo o mesmo pra você.

Acabaram por suspirar aquilo não ia chegar em lugar algum se um continuasse a teimar.

W - Se eu não fosse tão curiosa em saber como o seu ferimento esta. Posso pelo menos saber como o conseguiu?

E – Posso saber como conseguiu seje lá o que tenha na nuca?

W - Não da pra facilita?-.-'

E – Você quer respostas eu também quero ¬.¬

W - Entenda...é que...não é algo que me deixe a vontade de falar.

E – Somos dois.

W - Não tem um jeito de você parar com essas respostas tão rápidas?

E – Não.

W - Bem depois daquele teatrinho lá não é de se admirar que tenha uma língua afiada.

E – Aquele seu ataque de riso foi do que afinal?

W - De tudo – sorriu – de suas respostas e da reação dos ladrões.

E – Ainda bem que me deixaram fazer aquilo se não vai sabe o que teria acontecido.

W - Teriam simplesmente pego o dinheiro e ido embora.

E – E assaltariam outras pessoas e se uma reagisse? Ou se saísse correndo? Levaria um tiro e poderia ser morto.

W - É tem razão. Bem hora de ver o ferimento.

E – Não pense que só porque o assunto tomou outro rumo eu iria cair nesa.

W - Droga -.-'

Sara entrou no quarto com uma sacola em mãos.

S – Já viu o ferimento?

E – Ela já olho e como eu disse não é nada demais.

S – Bem um presente de Natal adiantado – entregou a sacola - Quero que use na festa .

Ed tirou da sacola uma camisa vermelha e uma calça jeans escura.

E – Brigado.

S – Agradeça usando na festa. Win continue cuidado do ferimento dele.

Saiu do quarto.

W - Agora que você disse que eu vi melhor me mostrar.

E – Fico te devendo um favor.

W - Não quero isso ¬.¬ quero ve o ferimento.

E – Nem vamos começa com o mesmo assunto porque ele não ta chegando a lugar algum.

Ficaram em silencio cada qual com seus próprios pensamentos.

Ed notando que Win estava viajando em pensamentos enquanto olhava pra qualquer ponto no chão

Arriscou tentar mover os cabelos dela e olhar o que ela não queria mostrar...

Quando ela se tocou do toque já era tarde demais. Ao olhar por cima do ombro viu o olhar espanto de Ed.

Win não sabia o que fazer nem o que falar. Só voltou a olhar pra frente procurando alguma coisa pra dizer. Sentiu um arrepio ao sentir Ed tocar em seu pescoço e passar os dedos pela nuca dela.

Depois ele deixou seus cabelos taparem de novo e se deitou com uma as mãos sobre o rosto.

Ela só ficou o olhando.

E – Não vai ver?

Ela o olhou sem entender.

E – O ferimento.

W – "Pelo menos ele é justo"

E apos finalmente conseguir ver o ferimento não estava nada bonito, com certeza deixaria alguma cicatriz. Estava mais pra dentro o que podia ser chamado de pele, como se tivessem tirado um pedaço fora. Um ponto estava parecendo mais em carne viva do que outra coisa.

Depois de refazer os curativos com cuidado e melhor do que ele tinha feito ficou só sentada ali se perguntando como ele conseguira tal ferimento.

Enquanto ele se perguntava como ela conseguira um circulo de transmutação no pescoço.

Acabaram por passar assim o resto dia perdido em pensamentos.

E boa parte do outro dia assim.

Ajudavam nos preparativo e tudo, mas calados. Principalmente Ed.

Ele não conseguia parar de pensar no circulo.

J – Ed. Ed - ele nem parecia ouvir – ED!!!!

E –ã? O que foi?

J – Meu deus aonde você ta? Tava te chamando faz um tempão.

E – Desculpa .'

J – Bem esquece vai se arrumar.

E – Ok.

Ele se arrumou sem realmente tomar conta do que fazia. Só depois de se olhar no espelho é que viu que estava com a camisa ao contrario.

E – Melhor eu esquecer por hoje se não vou acaba tentando come com o nariz.

Ficou ainda um tempo ali pra conseguir manter a mente no lugar e agir civilizadamente na festa.

Salem foi um dos primeiros a chegar e como Win ainda não havia chegado ele e Ed ficaram a um canto conversando.

O que não durava muito, pois era só ter um minuto de silencio que Ed novamente pensava no circulo e demorava até Salem conseguir traze-lo de volta a terra.

Logo chegou Russel e seu irmão. Mas Ed ainda estava com a cabeça no circulo.

Quando win chegou, por um momento Ed conseguiu tirar o circulo da cabeça.

Ela usava um vestido (como ñ sou lá muito boa pra descreve roupa vai se na simplicidade) vermelho com alças fina, um decote e o vestido ia até os joelho (cara que horrível xp imaginem algo melhor xD).

Logo Sara apareceu e o puxou para um grupo de pessoas. Ed nem avia notado que já avia chegado mais convidados e parecia que ia chegando cada vez mais. Ed viu Riza e sinalizou pra Russel. Que se dirigiu a ela com seu irmão. Depois disso Ed não o viu mais.

O grupo para o qual fora puxado era de amigos de seus pais os quais começaram a fazer perguntas. Ed mal conseguia responder uma e já tinha mais 3 pra responder.

Quando finalmente se viu livre não conseguia achar Win e Salem.

E – "Parece que to catando uma agulha num palheiro"

Depois de um tempinho procurando os achou numa mesa mais afastada.

Sl - Yo! Finalmente conseguiu se livra dele.

E – Demoro pra achar vocês também – se sentou ao lado de Win.

Sl – Eu queria sentar mais perto do povo, mas Winry insistiu em sentar aqui.

E – Se ela não tivesse insistido eu teria.

Sl – Anti-social.

E –Eu sei. Mas não posso fazer nada.

Sl – Pode tentar ser mais social.

E – Não o afim.

E continuaram com essa pequena discussão por um tempo.

Até o momento que Salem meio que deu um grito e pulou da cadeira ficando em pé.

E – O que foi?

Sl – Algo passou pelas minhas pernas e eu tomem um susto – botou a mão no coração.

Ed olhou embaixo da mesa.

E – Olha só o que temos aqui – entrou embaixo desta para sair com um gato nas mãos – A bola de pelos resolveu participar da festa.

(Gente desculpa interrompe, de novo xp, mas acho que nunca descrevi o gato né? (tentei bota uma imagem não sei se via dar certo então to botando a descrição) Bem ele tem o pelo amarelo com listras num tom mais escuro, o pêlo é fino e longos e os olhos são verdes)

Na hora em que fora comer o gato ficou em volta ronronando e miando pedindo por comida.

Sl – Gato guloso. E ele não pode ir encher o saco de outras pessoas.

E – Ele sabe que se sair daqui tem o perigo de Pinako aparece e não ter que o proteja.

Riu e Win o acompanhou nessa. Tiveram que contar a historia pra Salem que logo após começou a rir.

Depois de um tempo as pessoas começaram a dançar com uma musicas que estavam a tocar.

Sl – Ta acontecendo alguma coisa por lá – apontou para um ponto da pistas onde as pessoas estavam falando em unisso alguma coisa e estavam olhando todas para o mesmo ponto.

E - Elas tão falando 'Beija, beija'

W - Sabe faze leitura labial?

E – Mais ou menos

Sl – Parece que o casal se beijou. Ta todos aplaudindo.

W - Minha mãe botou vesgos por ai. Parece que as pessoas gostaram da idéia.

E – Gostaram mesmo, olha lá.

Nova mente outro casal se encontrava na mesma situação, mas esse não êxito-u tanto quanto o outro.

Uns caras vinham convidar Win pra dançar, mas todos foram rejeitados.

Sl – Pensei que gostasse de dançar?

W - E correr o risco de ter que beijar um deles? Não obrigada.

Sl – É só uma brincadeira, nem precisa ser grande coisa só dar um selinho.

W - Depois eles ficam se achando se ganharem só um selinho. E por falar que é só uma brincadeira não vi você convidar ninguém pra dançar.

Sl –Quer dançar?-

Win só girou os olhos.

Sl – To brincando – deu um beijinho na cabeça dela – agora vou procurar alguém que queira dançar. Você vem Ed?

E – To bem aonde estou.

Sl – Outro medroso.

E – E você um convencido.

Salem se afastou e convidava qualquer uma que passava na sua frente. Mas qualquer uma mesmo.

E – Ele tem um parafuso amenos.

W - Ele tomo cerveja, só me pergunto o quão forte ele é pra bebida e quantos copos ele tomo.

E – Uma garrafa agente tem certeza que ele tomo – aponto pra garrafa vazia que estava encima da mesa.

Apareceu um cara convidando Win e novamente ela negou.

W - Cara não me deixam em paz, ele já pergunto umas 4 vezes.

E – Serio? Achei que já era a 14º

Eles riram.

E – Vou pega alguma coisa pra beber, você quer algo?

W - Eu vou junto cansei de fica sentada.

Foram a mesa de bebidas até serem parados por um que já parecia estar bêbado.

B(bêbado) – Quer danxar?

Win negou com a cabeça.

B – Não falei com você falei com ele.

E,W – O.O

E – Claro que Não.

B – Qual é... – ele soluçou - você não deve ter danxado uma sequer vex.

E – Prefiro continua assim.

B – Garotx não sabex o que ta perdendo.

E – Com licença.

Saiu andando.

Quando chegaram a mesa de bebidas ele e Win só se entreolharam e caíram na risada.

W - Por que não aceito um convite tão 'bom' quanto aquele – ria.

E – Ele não fazia o meu tipo sabe – imitou uma voz de bicha com uma pose.

O que só fez os dois rirem mais ainda.

W - E qual o seu tipo?

E – Um homem bonito, forte e com músculos – ele mal consegui imita a voz de bicha no fim da frase, ele mal conseguia falar de tanto que estava rindo.

E - É mais fácil falar assim quando não conseguimos falar.

Ele continuava rindo junto de Win.

Tiveram que sair de perto da mesa para deixar as outras pessoas terem acesso à mesa. Já que eles não conseguiriam parar de rir.

Algumas que olhavam pra eles se perguntavam que piada podia ser tão engraçada. Apesar de a coisa nem ser tudo aquilo que aparentava. Eles é que tiveram um acesso de riso.

Quando estavam conseguindo controlar o riso viram uma pessoa que os olhava e estava com uma cerveja na mão olhava deles pra cerveja e depois abandonou a cerveja numa mesa. Foi o suficiente para eles voltarem a rir.

E - Ele penso que agente ta bêbado – já mais controlado, mas duvidava que sua voz saísse normalmente.

W - Mas quem não deve ter pensado – limpou umas lagrimas que aviam se formado - do jeito que agente tava gargalhando.

E - Foi só um acesso de riso em dupla.

W - Mas também a cara que você fez pra aquele bêbado – tentou se controlar.

E - Agora sei como você se sente com todos aqueles pedidos.

? – Quer dançar?

Um cara se aproximou.

Ambos se olharam.

E - Ta convidando ela? Certo? – Não se seguraram riram de novo.

O cara não entendeu nada.

E – Desculpa – tentou se controlar novamente.

Win negou com a cabeça.

C (cara (como to 'criativa' nos nomes das pessoas xD)) – Eu sei de ótimas piadas.

Win voltou a negar.

E o cara se afastou.

E o que já avia tentado '1'4 vezes tentou a mesma coisa, mas Win negou

W - Agora eles tão apelando pra isso.

E – Vendo você rir daquele jeito deve ter feito eles pensa que você só esta comigo porque sou engraçado.

? – Ei garotos!

Eles olharam o Homem que estava a dançar na beira do que seria a pista de dança.

Ed aponto o dedo pra si mesmo assim como Win.

H (homem) – É vocês mesmos, já viram o que esta acima de suas cabeças.

Ao olharem viram o visgo.

Ed olhou pra cima da cabeça do homem.

E – O Sr. também já olhou para o que ta encima de sua cabeça?

H – Olha quem diria – falou ao olhar – senhorita me daria a honra?

Sra. – Pois não.

E deram um beijo.

W - Fazem isso com tal naturalidade que parece que nem se conheceram hoje.

E - Conhece ele?

W - Sim. E são casados.

E - O povo bebeu alem da conta hoje.

W - Acho que nem é preciso ter bebido para parecer que estava.

Tiveram que rir.

H – Parece que você conseguiu ficar embaixo de um visgo com a pessoa certa ein Win? .

Win corou um pouco assim como Ed.

E – "É incrível como os adultos conseguem nos constranger"

H – Hora o que estão esperando, bejense!

Isso só atraiu as pessoas a volta e quando viram estavam na mesma situação que outras pessoas ficaram.

Olhando aquele povo viu Salem no meio embalando mais anda o coro.

E alguns dos caras que aviam convidado Win o olhando torto. E pra completa com chave de ouro a família dela estava assistindo e Sara estava pronta para bater uma foto.

E,W – "eu mereço"

Ele e Win se olharam.

E,W – "Se não tem saída"

Fizeram o que todos falavam pra fazer.

E embaixo da salva de palmas seus lábios se tocaram. Mas aquele fora diferente, não tinha como explicar só que era diferente. Como se essa fossa a primeira vez que seus lábios se encontrassem. Podia ser só um selinho, mas parecia ser tão diferente.

Pareceu que tinha durado horas quando nem um minuto durou.

Quando se separaram ouviram alguém gritar 'tinha que ser de língua'.

Eles olharam em busca da viva alma que queria morrer por ter gritado aquilo e ter feito o resto do pessoal concordar.

Eles tentaram fugir um pra cada lado, mas as pessoas pegaram eles e empurram pra debaixo do visgo de novo dizendo que tinha que ter língua. Ao ser empurrado eles meio que tiveram que se segurar um no outro pra não cair.

E – "Esse povo que morre ou me mata de vergonha"

Se encararam e engoliram em seco.

Parecia que a demora só atraíra mais gente.

Sem escolha e querendo que o chão abrisse sobre seus pés. Se beijaram de novo só que dessa vez um beijo mais profundo e com língua como era desejado. E a mesma sensação de antes de ser diferente. Mas do que eles tinha que reclamar no fundo queriam aquela oportunidade.

Dessa vez não souberam mesmo quanto tempo ficaram assim só sabiam que as palmas não pararam.

Eº - "Até parece que se casaram"

Pela primeira vez Ed não ouvira o que Blind comentara.

De repente alguém grito que faltava um minuto para o natal e junto com isso vários relógios e outras coisas tocaram anunciando ser meia noite.

Ed aproveitando que a atenção de todos não estava mais neles embrenhou sua mão nos cabelos dela e a puxou mais pra junto de si. Ela enlaçou seus braços no pescoço dele.

Assim que se separaram se encararam. De canto de olho pode ver todos desejando feliz natal um pros outros.

E – Happy Christmas.

Foram um pra cada lado e se enfiaram em algum canto escuro para não chamarem mais a atenção.

Russel finalmente avia reaparecido e foi até onde ele estava.

R – Ei Ed se deu bem -

E – Conseguiu fala com a Riza? – tentou mudar o rumo da conversa.

R – Sim. Fiquei falando com ela por um bom tempo até convence-la. Mas e então já estavam namorando?

E – Russel se realmente não quiser conhecer marte não falem mais desse assunto.

Win se aproximou.

R – Feliz natal pra vocês e vou deixa-los a sos .

Ed deu um soco tão forte na cabeça de Russel que ele se enterrou no chão.

E – Pensando bem vou te manda pro centro da terra ò.ó

W - Happy Christmas.

Se sentaram a mesa, deixando Russel enterrado no chão.

Ed e Win pareciam não querer se encarar nem falar nada. Mas de canto de olho viu ela bocejar.

E – Com sono?

W - Cansada... – esfregou um olho e deitou no ombro dele.

Por um minuto Ed ficou parado sem saber o que realmente fazer. Mas depois vendo a mão dela solta ao lado do corpo entrelaçou a sua na dela.

Russel que estava se levantando viu por debaixo da mesa as mãos entrelaçadas.

R – "Ele é tímido demais pra admiti em voz alta hehe"

Depois de ter levantado piscou pra Ed, recebeu um olhar ameaçador, mas ele parecia não fazer questão de se mexer.

N/A: Err...oi?

Ainda bem q eu ñ prometi pq se não tinha quebrado promessa --'

Ta eu sei demorei absurdamente, mas olhem pelo lado bom o cap ta maior do que ficaria (tb com meus enche lingüiça xD).

Eu tb não teria conseguido a foto do gato (isso é se aparecer).

Outra coisa eu tinha feito o cap inteiro, mas não tinha me agradado nem um pouco ai refiz.

Ficou maior (umas 16 paginas de word) e me agrado mais.

Outra desculpa é que fui passar o natal na minha avó e lá não tenho acesso a um pc, mas escrevi a fic lá, infelizmente foi a que não me agrado xp, e tb teve um churrasco lá de ano novo... mas vcs tão nem ai pra isso xD

Sei que já passo absurdamente, mas feliz natal e ano novo atrazaderremo ''''

Arigato

Lika (aposto que não foi a única que adoro por causa do Envy xD),

Aislyn (o teu presente... será que serve a cena do beijo?),

Japonesinha1987 (que bom que ta gostando , não sei se na outra vc chegou a comenta, mas lembro de ter visto o seu nome),

pelos os comentários.

Bjs! Até o próximo (sem data pq eu acho q não cumpro xD)