Disclaimer:
NA: Desculpe desapontar a todos, mas eu não sou JK Rowling. Eu sei que você espera que eu fosse ela, mas eu não sou. Esta fic é baseada em seus personagens. Obrigada.
NT: Os personagens não me pertencem.
Capítulo Sete: A Volta da Amiga que Nunca o Julgou
Ron assistiu Hermione passar por ele. Suspirando, ele sentou sobre um pedregulho, embaixo de sua árvore favorita onde ele, Harry e Hermione costumavam ficar o tempo todo. Encostando-se na árvore ele contemplava os jardins. A Floresta Proibida parecia atraente se comparada como sua vida estava no momento. Ele preferiria estar sendo caçado por lobisomens. Ele desejava ter alguém com quem falar. Harry estava do lado de Hermione, Gina tinha vindo especialmente por Hermione, ele não tinha mais nenhum melhor amigo. Tinha apenas conhecidos. Pensando sobre isso, ele percebeu que tirando Harry e Hermione, ele não tinha realmente feito amigos em Hogwarts. Simas, Neville e Dino todos eram bons amigos, mas nada comparado a Hermione e Harry. Reunindo esses pensamentos, ele começou a pensar que talvez tinha perdido em alguma coisa. Ele sempre estava quebrando regras. Sempre andando sorrateiramente e pesquisando coisas com Harry e Hermione. Ele nunca teve realmente tempo para fazer novos amigos. Especialmente depois de ter entrado para o Quadribol, que sozinho tomava o maior parte de seu tempo e o resto era dividido com dever de casa, pesquisas e saídas as escondidas. Ele realmente tinha perdido algo? Se tinha, poderia encontrar de novo? Sacudindo a cabeça, tentou tirar todos esses pensamentos da cabeça. Encarou o céu como se ele estivesse preste a se encher de fogos de artifícios. Ron suspirou outra vez. Talvez ele devesse tentar recuperar o que ele tinha perdido.
Levantando-se e ajeitando suas vestes, colocou as mãos nos bolsos e começou a caminhar em direção ao castelo. Ele contemplava os jardins. Tantas lembranças. Como ele poderia tentar esquecer todas as suas aventuras com Harry e Hermione? Eles tinham estado como ele em todos os momentos e agora, Ron tinha forçado eles a escolher um lado. Ele correu os dedos pelos cabelos. As mechas ruivas caíram sobre seu rosto.
O sol começava a se pôr como Ron pode perceber. Algo começou a refletir em seis olhos. Brilhando. Era um dos grandes aros do campo de Quadribol. Suspirando Ron pode avistar todo campo de Quadribol. Fazia um tempo que ele não entrava em um. Todos os outros campos em que ele tinha estado eram enormes e eram para GRANDES jogos. Mas não eram como os jogos dos Campeonatos das Casas. Ele costumava viver por esses jogos. Ele sempre sentiu que ele jogava só por diversão. Não que os jogos dos Campeonatos das Casas não fossem importantes. Ron relembrava se de estar jogando Quadribol lá. Parecia que tinha sido ontem ele treinando com Gina. Ele lembrava da animação da torcida.
Weasley é nosso Rei,
Weasley é nosso Rei,
Ele não deixa uma goles entrar,
Weasley é nosso Rei,
Weasley pode agarrar tudo,
Ele nunca deixa um único aro,
E por isso toda Grifinória canta,
Weasley é nosso Rei.
Os melhores anos de sua vida foram passados no Campo de Quadribol. Ron suspirou de novo e encontrou-se de frente para o campo. Parece que todas essas lembranças o levaram lá. Sorrindo pela primeira vez em todo esse tempo Ron alcançou as portas e as empurrou para abri-las. Elas pareciam mais pesadas quando ele era novo. Olhando em volta no campo, ele sorriu. Tantas boas memórias daquele lugar. Quadribol foi seu único alívio quando ele estava na escola. A arena e os aros nunca o julgaram. Ele sempre sentiu que seria capaz de ter sucesso se pudesse lembrar disso.
Ron fechou os olhos para ter o efeito total. Nada havia mudado. As torres ainda eram as mesmas. Percebeu que os aros mudaram menos ainda. Ron andou até o meio do campo. Parecia tão grande quando ele era mais novo. Talvez fosse, mas em comparação com as arenas em que ele jogou mais tarde este era apenas um campo de escola. Como se tivesse sido atingido na cabeça por uma pedra, Ron teve uma idéia. Sorrindo pôs seus dedos na boca e deu um assobio. Trazendo suas mãos de volta ao seu lado do corpo, sua vassoura veio voando até a arena. Montando sua vassoura, ele voou em volta do campo, para cima e para baixo. Ele sobrevoou os aros, lembrando o que sentia jogando os jogos das casas. Como todos gostavam de ir a esses jogos. Ele ainda podia lembrar da voz de Lino Jordan ecoando através do estádio. "E esta foi Johnson, Johnson está com a goles, que ótima jogadora é esta garota. Eu estou dizendo isso por anos mas ela ainda não saiu comigo". E McGonagall ralhando por ele ter dito isso. "JORDAN!" "Apenas um fato engraçado, professora, adiciona um pouco de interesse – e ela esquivou-se de Warrington, ela passou por Montague, ela – ai! – foi acertada por trás por um balaço de Crabbe... Montague agarrou a goles..." "E é isto, Warrington com a goles, Warrington indo em direção aos aros, ele está fora do alcance dos batedores com apenas o goleiro pela frente".
Este foi o primeiro seu primeiro erro. Ele poderia ter pego. Abrindo seus olhos, ele olhou em volta a tempo de agarrar uma goles. Olhando a goles em suas mãos, ele levantou uma sobrancelha. Olhando para baixo ele não conseguia ver ninguém. É claro, o campo estava todo escuro. Puxando sua varinha murmurou "Lumus". Sua varinha acendeu e ele flutuou em direção ao chão. Deixando a goles no chão, ele começou a olhar em volta. Ele não via ninguém. Suspirando ele olhou atrás dele. Ele sentiu algo atrás dele e ouviu uma voz com um leve deboche.
"Eu sabia que você não conseguiria ficar longe do quadribol". Disse a voz. Era a voz de uma garota, ele pode perceber.
"O que eu posso fazer, está em meu sangue...", Ron disse sentando-se. Ele apoiou as mãos atrás dele como se estivesse se esticando. A voz parecia estar se aproximando; estava chegando perto. A garota ainda estava escondida nas sombras. Ela caminhou para o outro lado de Ron.
"Estão está no meu também, já que nós temos o mesmo sangue", disse a voz parando fora da escuridão. Ron sorriu. Gina. Rindo para ela, ele se levantou. Ela tinha crescido tanto. Dando a ela um abraço, ele pode perceber o quanto ela tinha crescido. Dando um passo para trás, ele olhou para melhor para ela e levantou uma sobrancelha.
"Você não é uma apanhadora? Você não é uma caçadora."
"O que você esperava... Eu sou a única filha da mamãe..."
----------------------------------Nota da Tradutora------------------------------------------------------
Oi, gente!
Desculpe a demora para postar. Eu não abandonei a fic, mas antes eu estava de férias e agora tenho a faculdade. E para me encrencar mais ainda inventei de traduzir outra fic. Uma HPDM, chamada Ava Adore. Mas eu prometo que não vou postar pelo menos de 1 capítulo por semana.
Quero agradecer a Hasu Malfoy, a única que leu meu sexto capítulo!!!!
E não gostei pois eu já tinha avisado que só voltaria apostar se tivesse 3 reviews. Poxa gente eu peço tão pouquinho....sniff.
Beijos....
