Capítulo 7 – Gilderoy Lockhart

Olá, pessoas! Faz mais de um ano que tive a brilhante idéia de escrever uma fic a qual eu não tenho tempo de escrever, me desculpem. Prometo que tentarei ser menos relapsa, mas é difícil, pois o tempo da Ju aqui é bem limitado. E quando a Ju não está na rua, ela está muito estressada, e eu lido com os textos com muito carinho. O stress não é algo que ajude alguém a ter carinho por um texto, portanto prefiro não escrever para não fazer besteira.

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Capítulo 7 – Gilderoy Lockhart

Depois de tentar introduzir o assunto "monitores" para Harry e Gina, Hermione percebeu que não daria certo, até porque eles não aceitavam a idéia de ter a amiga dormindo em um quarto separado com um sonserino, muito embora eles soubessem que ela era muito capaz de se defender sozinha. Além do mais, o quarto novo de Hermione ficava a apenas dois quadros de distância, o que não significava longas distâncias em Hogwarts.

- Mas Ginny, de qualquer forma eu nunca dormi no mesmo quarto que você! Por favor, deixa de ser implicante e vê se me ajuda logo a convencer o Harry de que vai ficar tudo bem. – Hermione tentava argumentar, mas não fazia muito efeito.

- Mione, eu até posso tentar entender, mas tenho muito medo por você. Conhece o Malfoy e sabe que ele é capaz de qualquer coisa para conseguir o que ele quer. Além do mais, ele é filho de Comensais, não pode ser um anjinho loiro. – Gina retrucava, com certa razão até.

O Expresso de Hogwarts já estava diminuindo a velocidade havia tempo, e então parou. Começou o burburinho habitual dos alunos, ansiosos por voltar à escola, e Hermione e Rony correram à frente do trem para se juntar aos outros monitores e orientar a saída dos estudantes. Puderam ouvir os gritos de Hagrid: "Alunos do primeiro ano, alunos do primeiro ano, por aqui, por favor!". Dava até para sentir saudades e pedir para voltar no tempo e começar tudo de novo, mas se isso significasse quase morrer todos os anos e viver sob perigo constante, então era melhor apenas conviver com o risco iminente de uma guerra, e usar o passado tão somente como ferramenta útil para salvar as suas vidas. Como Hermione fizera com a de Malfoy.

Depois de guiar os pupilos da escola até o saguão de entrada e aguardar a cerimônia de seleção dos alunos novos, começou o discurso habitual de início de ano letivo, com a diferença de que não era mais Dumbledore a se levantar e pedir a atenção de todos:

- Olá, alunos, sou a profª. McGonnagall, para os que não me conhecem ainda, e estou no cargo de diretora em substituição ao falecido Dumbledore, como todos já devem saber – alguns sussurros se tornaram audíveis no Salão Principal - Bom, devo introduzir que não é permitido a nenhum aluno ficar fora do castelo a partir do toque de recolher, que se dará às 18 horas, e que a lista de artefatos mágicos proibidos se encontra na sala do Sr. Argo Filch, como de costume. Além disso, gostaria de anunciar o nosso novo professor de defesa Contra as Artes das Trevas, já conhecido de alguns, o prof. Gilderoy Lockhart, que já está reabilitado a ensinar após um intensivo tratamento no Hospital St. Mungus por causa de um feitiço obliviador – Rony enrubesceu – Em adição, neste ano haverá uma matéria nova a ser ensinada pela profª. Belinda Reese, que é Recuperação e Salvamento, ou simplesmente, para os que gostam de siglas, RES. Diante da iminência de uma guerra no mundo bruxo, o corpo docente achou pertinente que se incluísse algo mais direcionado a isso, e então me surgiu esta idéia. Também devo acrescentar que, dando continuidade ao que Alvo Dumbledore sempre insistiu e com razão, a integração entre os alunos será estimulada com um projeto puramente de divertimento. Será em duplas, com uma condição: cada um de vocês deverá se juntar a um colega de ano com quem normalmente não se juntaria, e de preferência que sejam de casas diferentes. – um murmúrio de desaprovação geral foi automaticamente ouvido – Dito isto, que comece o banquete de abertura do ano letivo!

A maravilha da mágica que todo ano acontecia nas mesas das casas de Hogwarts não tornou a acontecer. Em vez dos lindos e apetitosos pratos de comida que povoavam as mesas ano após ano, o portão de entrada do Salão Principal se abriu com estrépito, e um vento gelado entrou por debaixo das mesas, arrepiando todos os pés que estavam sem meias. Com um grito forte, Gilderoy Lockhart entrava na escola, bradando a todos que o Lord das Trevas retornara, e caía desmaiado.

-Tem certeza que ele está mesmo apto a dar aulas novamente, se é que já foi apto um dia? – perguntou bem baixinho o prof. Flitwick, o novo vice-diretor da escola.

-Não. Mas nenhum outro professor se ofereceu para tal fim, e não posso dispensar uma matéria como esta. Não nos dias de hoje. – respondeu McGonnagall, impaciente.

-E Lupin? Moody? – descrente, Flitwick parecia considerar a possibilidade de McGonnagall não ter se lembrado deles.

-Filio, não posso tirar nenhum dos dois da Ordem. Seria arriscado demais. – chamando-o pelo primeiro nome, Minerva acreditava poder terminar com aquela discussão e levar o jantar normalmente. – Por favor, monitores, quero-os reunidos na minha sala daqui a 30 minutos. –anunciou para que todos ouvissem.

Durante todo o jantar, uma certa morena sentiu um par de olhos pousados sobre suas costas, mas não disse nada a ninguém.

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Gente! Eu odeio ler capítulos muito extensos, e este estava se tornando um, então decidi quebrá-lo em dois: esta primeira parte que vocês já leram e mais um capítulo que a complementa.

Beijos!

Até já,

Juliana Malfoy [♥