REPAGINANDO HARRY POTTER
-Letra normal: dialogo, relato, fatos.
-Letra em itálico: pensamentos dos personagens.
-Letra em negrito: texto escrito
-Letra sublinhada: feitiços.
CAPITULO SETIMO: O BECO DIAGONAL E A VINGANÇA.
Meia hora depois a primeira parada foi no Gringotts. No balcão, vários goblins trabalhavam em livros, contando moedas, examinando pedras preciosas. Lupin e Black se dirigiram ao goblin que estava num plano mais alto em frente a um grosso livro.
- Bom dia. Sou Sirius Black e preciso ver o goblin Eargit (1).
O goblin olhou por cima dos óculos em formato de meia lua, depois inclinou o rosto na direção do livro movimentando as paginas. Com a unha comprida do indicador direito acompanhou uma linha.
- Sim, Eargit já virá atendê-lo. Podem aguarda-lo ali. - Dito isso o goblin gesticulou que passassem para a direita.
Black inclinou levemente a cabeça e puxou Lupin para a direção indicada.
- Quando eu tinha cinco anos, meu Pai me trouxe aqui pela primeira vez e me apresentou a Eargit. Ele é o responsável por todos os cofres Black há cinco gerações e é impecável na aplicação e manutenção da fortuna da família.
Nesse instante Eargit chegou e como todos os goblins, era baixo, possuia a pele cinzenta muito enrugada, com orelhas pontudas e ainda uma pequena quantidade de cabelo bem preto no alto da cabeça. Incrivelmente possuía olhos cor de cinza-prata muito parecidos com os do próprio Sirius.
- "Gringotts e a nação Goblin estão aqui para proteger e gerir os bens a nós confiados", Lord Black. – O goblin abaixou ligeiramente a cabeça na direção de Black.
- "Esperemos que a nossa aliança dure por muitos anos e que traga prosperidade para ambas as partes." – Alem de responder corretamente a saudação formal, Sirius também inclinou a cabeça para o goblin, um respeito que poucos bruxos prestavam. Um pequeno sorriso permaneceu na face do goblin.
- Lord Black, estava aguardando-o para que viesse assinar a posse de seus cofres. Venha até minha sala. – Olhou na direção de Lupin. – Acredito que queira manter essa conversa em privado.
- Muito pelo contrario, Remus é meu companheiro e pode ter acesso as minhas contas.
Entraram num corredor lateral que levava até dez portas. Ali estava a nata dos goblins, onde estavam os responsáveis pelas maiores fortunas no mundo bruxo. Eargit abriu a penúltima porta do corredor e fez um gesto para que entrassem. Indicou duas poltronas de couro negro na frente de uma solida mesa de carvalho com uma cadeira que praticamente o deixava o goblin na mesma altura dos bruxos.
- Sirius Black, você já foi informado que mesmo na sua conta Leanaí (2) quanto mais nas Máistir (2), o acesso só é permitido através de uma ligação sanguínea ou de enlace, enquanto não existir a ligação o seu companheiro não pode ter acesso as suas contas. As contas Black estão localizadas na área mais restrita do Gringotts sendo necessária a apresentação de sangue para acesso.
- Certo. Por agora preciso ter acesso a uma quantidade de ouro. Gostaria de receber uma relação detalhada das propriedades e dos cofres que estão em meu nome. Também quero saber quem ainda tem acesso aos cofres da família.
- Vou providenciar uma relação detalhada a ser encaminhada para o senhor. Posso lhe adiantar que agora consta em seu nome os vinte e cinco cofres Máistir da família Black, além de doze cofres Leanaí, todos com seu acesso liberado.
Seis cofres Leanaí estão vazios. Os cofres de Orion Acturus Black e Regulus Acturus Black não chegaram a ser esvaziados após os falecimentos. – Black fechou os olhos e suspirou com a confirmação da morte de seu irmão, o goblin não lhe deu maior importância e continuou. - O Leanaí em nome de Andromeda Elladora Black Tonks encontra-se bloqueado somente para o uso dela. O Leanaí em nome de Bellatrix Druella Black Lestrange continua vinculado à família Black e não a família Lestrange por pedido da própria e está sem uso desde outubro de 1982. O Leanaí em nome de Walburga Elladora Black está em uso normal. O seu Leanaí também está sem uso desde outubro de 1982. – Enquanto falava o goblin colocou grosso livro aberto em frente a Black e com a mão direita estendeu uma pena e a esquerda um pequeno punhal de ouro. – Com a sua assinatura aqui e com o seu sangue nesse ponto, o senhor entra de posse de seus bens.
Sirius pegou a pena e assinou no lugar indicado, depois com o punhal fez um pequeno corte na palma esquerda e deixou pingar sete gotas do seu sangue no pergaminho. Depois sacou sua varinha e curou o corte.
- Quero passar duzentos e cinquenta galeões para minha conta Leanaí e retirar cinquenta galeões em espécie. Quero bloquear a conta de Bellatrix para o seu uso. Hoje vou emitir diversas ordens de pagamento em estabelecimentos do Beco. Bem o resto pode esperar o receber os descritivos.
- Sim. – Eargit anotou algumas linhas abaixo da assinatura de Black.
- Espere, quanto aos cofres Máistir, minha Mãe continua com acesso a eles?
- O senhor é o novo Lord, Walburga Elladora Black perdeu o acesso a eles quando o antigo Lord faleceu.
- E o cofre dela? Como está seu saldo? De quanto é a retirada mensal?
- O saldo é de apenas trinta galeões. A retirada variava entre trinta e vinte galeões mensais. Nos últimos seis meses tem sido de apenas dez.
- Deposite duzentos galeões e institua durante o seu período de vida uma mesada com a quantia quarenta galeões mensais.
- Sim. – Novamente Eargit anotou no livro. A porta do escritório abriu e outro goblin entrou carregando uma sacola verde escura.
- Obrigado Griphook (3). Lord Black aqui estão os cinquenta galeões. – Eargit entregou a sacola a Sirius, todos se levantaram. O goblin abriu a porta e novamente inclinando levemente a cabeça declamou. - "Gringotts e a nação Goblin agradece pela confiança depositada em nós", Lord Black.
- "Nossa confiança assim como nossos bens contam com a sua proteção." – Sirius também inclinou a cabeça para Eargit. Espero o seu contato Eargit.
Um sininho tocou quando eles entraram na loja repleta de caixinhas. A iluminação perolada fraca e suave deixava tudo na penumbra. A ampla vitrine que ocupava quase toda parede externa era vedada pelo lado de dentro com uma estante lotada de caixinhas.
- Bom dia, eu estava aguardando sua visita Sirius Black. 29 centímetros de Videira (4) com núcleo de fibra de coração de Thestrals (5). Maleável. Muito poderosa para transfigurações. Olá Remus Lupin, 30 centímetros Cacaueiro (6)com pelo de cauda de Unicórnio (7), rígida. Poderosa para feitiços.
- Bom dia Sr. Ollivander. – Disseram ambos. Apesar de adultos, reviveram a emoção de entrar naquela pequena loja.
- Fiquei muito feliz quando li da sua libertação. Pena que sua antiga varinha foi quebrada. Era uma boa varinha.
- Sim era, sinto a falta dela.
- Já separei as varinhas com núcleo de Thestrals. Estão aqui sob o balcão.
-Tanta a certeza que ele vai repetir o núcleo? – Lupin sorriu.
- Esse núcleo é uma constante na minha família, Remie.
- Sim, desde 1900 somente duas Black não o tiveram. Assim como nunca vendi esse núcleo para fora da familia.
- Quem não teve o núcleo? – Black perguntou surpreso.
- Dorea Black Potter. E agora a pequena Nymphadora Black Tonks
- A pequena Nymph já comprou sua varinha?
- Começa Hogwarts em setembro. – colocou três caixas abertas sobre o balcão – Tenho estas: 31 centímetros de Azevinho, maleável. 28 centímetros de Teixo, flexível. E 29 centímetros de Cacaueiro, rígida.
Black estendeu a mão direita sobre as varinhas, sentiu um leve puxão na direção esquerda, e um calor gostoso quando a pegou. Ergueu a varinha e disse: - Lumus. Uma luz brilhante preencheu a sala.
- Bem essa é a sua varinha: 29 centímetros de Cacaueiro, rígida. São sete galeões.- Black e Lupin sorriram numa pequena piada interna, mas não disseram nada.
Black pegou o dinheiro e colocou sobre o balcão.
- Por curiosidade, qual foi a varinha de minha priminha?
- Corda de coração de Erumpente (8) em Videira, 28 centímetros. Um núcleo raro também.
Já do lado de fora da loja.
- Preciso de vestes novas, Remie. Vamos lá na Madame Malkin.
- Certo, mas já passa de meio-dia, não podemos demorar.
Entraram no estabelecimento onde Marie Malkin, uma bruxa baixinha, gordinha e sorridente os recebeu.
- Ora, Ora. É um prazer recebê-lo Lord Black.
- Boa tarde Senhora, preciso de um novo guarda roupa, ou melhor, nós dois precisamos. – Indicou a si mesmo e Lupin. Lupin abriu a boca pra protestar e Black fez um gesto e disse: - Remie me dê esse prazer. – Lupin concordou resignado.
O sorriso de Madame Malkin ampliou-se mais ainda.
Duas horas depois saíram da loja. Felizmente a proprietária mandara servir bolo e chá para ambos, assim não estavam com fome. A compra tinha sido vultosa, sendo que Black também comprara várias peças de roupa para Harry.
Durante todo o dia as reações das pessoas pela presença de Black eram as mais variadas. Os olhares de terror, fascinação e curiosidade os cercavam. Alguns mais corajosos ou conhecidos vinham cumprimentar e alegavam que sempre souberam de sua inocência.
Retornando a Hogwarts Powfrey coagiu Sirius a descansar.
As seis, Lupin e Black estavam aguardando Snape na entrada da floresta proibida. Ele os aparatou numa casa vazia com aspecto abandonado em Surrey a sete quilômetros da casa da Tia de Harry.
- Lupin lance um encanto musical, algo suave, que não desperte desconfiança. Precisamos ainda de algum tipo de superfície alta para prendê-los na sala de dentro, cadeiras ou mesas veja o que consegue. Black providencie iluminação pra casa inteira e arrume o rol de entrada. Eu vou cuidar do exterior.
Poucos minutos depois a pequena rua que antes apenas dividia dois terrenos baldios com uma estrutura de três andares abandonada no final era agora uma rua particular bem iluminada dividindo um amplo gramado perfeito com canteiros de tulipas Black Horse na sua maravilhosa tonalidade de vermelho quase preto. O imóvel agora reluzia como uma magnífica casa branca em estilo clássico. Postes de metal fundido com iluminação suave davam uma aparência etérea a casa. Vários carros novos estavam estacionados por toda rua. Uma vaga estrategicamente foi deixada em frente ao imóvel.
A ilusão transmitia que uma grande festa acontecia ali e que era um lugar de altíssimo luxo. Assim os Dursley bateram a porta muitíssimos confiantes, levando seu filho pequeno pela mão.
Black num belo terno abriu a porta com um sorriso radioso e pediu que entrassem. Assim que fechou a porta, Snape e Lupin apareceram e toda a ilusão se desfez deixando a mostra o pérfido imóvel e os três bruxos empunhando as varinhas ameaçadoramente.
Lupin lançou um desmaius em Dudley ao mesmo tempo em que Black e Severus mandavam incarcerous e silencio em Petunia e Vernon.
Logo levitaram os dois adultos para a outra sala onde duas solidas mesas os aguardavam. A criança foi deixada no rol de entrada sobre uma poltrona desconjuntada.
Snape lançou um legilimens primeiro em Petunia e depois no Vernon. Depois abaixou a cabeça e apoiou as duas mãos na mesa.
- Severo o que houve? – perguntou Lupin assustado.
- Estou me concentrando no fato que não posso mata-los.
- O que eles fizeram pro meu afilhado?
- As lesões dos ossos foram provocadas por Vernon. Torceu o seu braço até quebrar. Empurrou-o da escada. Bateu nele com um objeto de metal em x que retirou da mala do carro. Nunca o socorreu. Depois de cada um destes incidentes o trancava no armário debaixo da escada. Petunia dava pouquíssima comida pra ele. Quando bebê, ele ficava dias com a mesma fralda sem trocar. Agora ele limpava a casa pra ela. Por Circe (9) ele nem tem quatro anos e era tratado pior que um elfo domestico.
Black levantou sua varinha mas Lupin segurou seu braço.
- Siri, não!
- Lupin está certo, não podemos mata-los por mais que mereçam.
- E o que faremos então? – o olho prata resmungou irritado.
...
Já era perto de meia-noite quando eles deram por encerrado.
Os dois Dursley adultos haviam perdido permanentemente o paladar e possuíam agora uma compulsão por limpeza, ambos passariam a vida limpando tudo que tocassem nunca enxergando que estava limpo.
Snape e Black ainda aplicaram alguns cruciatus, mas Lupin os parou antes de prejudicarem as faculdades mentais do casal.
Black lançou um feitiço complexo e vinculou a dor que eles sentiram com o cruciatus com qualquer pensamento negativo referente aos Potters. Sempre que pensassem ou falassem mal deles sentiriam a dor novamente.
No final Lupin lançou um obliviate nos três para que esquecessem a ida até essa casa e tudo que ocorreu nela. Além do desmaius esse foi o único feitiço lançado sobre a criança.
Snape então lançou dois imperius sobre os adultos. Para Vernon apenas que dirigiria para casa e que colocaria seu filho na cama. Já Petunia teria que espalhar em seu jardim, ainda naquela noite, um grande frasco com uma poção azul. Depois deveria lavar bem o vido antes de quebra-lo e jogar os cacos no lixo, e assim eliminar o rastro que eventualmente poderia levar ao pocionista. E poção de cor tão linda, era um potente veneno que mataria todas as plantas do jardim. Era tão potente para a vegetação que levaria muitos anos sem nada brotar. A única solução seria substituir toda a terra da área com pelo menos dois metros de profundidade.
Os três aparataram no inicio da floresta proibida e entraram por uma pequena porta lateral que levava diretamente aos aposentos de Severus Snape.
- Não conhecia essa entrada no nosso tempo de escola. – Falou Lupin.
- Não existia. Albus a abriu pra mim quando comecei a trabalhar aqui.
- Você não teria um whisky de fogo, Severus? – Black perguntou – Não acho que consigo dormir agora, preciso de uma ajuda.
- Concordo com Siri, também estou muito acesso, preciso de uma distração pra esquecer esses nojentos.
Snape indicou o sofá aveludado num rico tom de marrom para que sentasse. Com um gesto da varinha o fogo da lareira ascendeu. Foi em direção ao pequeno móvel no lado esquerdo da sala. Pegou três pequenos copos e uma garrafa bojuda de cristal. Colocou os copos sobre a solida mesa de carvalho e abriu a garrafa servindo os copos até em cima. Quando levantou o roso viu que Black havia despido a veste e que esta estava sobre o encosto do sofá. A calça que usava era de corte reto e simples. A camisa estava desabotoada e solta da cintura. Já Lupin abrira a veste deixando a mostra o peito desnudo pois apenas vestia calças por debaixo. Entregou os copos. Bebeu sua dose de um só gole.
- O que você dois pretendem?
- Não sei...talvez continuar a diversão? Estamos a sua disposição, Sev. – Lupin falou. – O que você quer fazer?
– Você decide, Severus. Falar ou foder?- Black disse depois que engoliu seu whisky. As emoções estavam estalando pela sala.
- Foder – Snape puxou Black pelo pescoço com a mão direita e Lupin pelo colarinho da veste com a esquerda. O liquido do copo que ele ainda segurava derramou elo seu peito antes do copo rolar para o chão atracou os lábios de Black e depois os de Lupin.
O agarre desesperado passou a ser triplo, um segurando o outro, tocado, beijando. As roupas foram lentamente caindo no chão. Beijos, mordidas, lambidas aconteciam, toques contínuos, feitiços lubrificantes murmurados.
Logo Black estava apoiado sobre a mesa, suas mãos fortemente agarradas a madeira, Lupin empurrando-se continuamente dentro dele, enquanto Snape encontrava-se no mesmo ritmo dentro de Lupin. As mãos de Lupin e Snape manuseavam o pênis de Black sem parar. Este chegou ao orgasmo, apertando seu interior que precipitou o orgasmo de Lupin momentos depois. Sendo logo seguido por Snape. Longos beijos foram compartilhados entre os três.
- Acho melhor irmos pra uma cama, vocês dois estão muitos pesados e essa mesa é dura – falou Black.
- Venham é por aqui. – Snape indicou a porta a direita. Era um quarto grande decorado em tons de azul. A cama era bem ampla, cabiam os três com facilidade. Antes de deitarem, Lupin lançou feitiços de limpeza em todos, enrolaram-se uns nos outros na cama.
- Amanhã temos que conversar. – resmungou Snape.
- Sim amanhã. Agora não. – Black enfiou o rosto na curva do pescoço de Snape. Lupin já resoava enganchado em Black.
OBs.: BREVE CRONOLOGIA DA MINHA HISTÓRIA:
De agora em diante estou colocando as datas nos capítulos para ficar de mais fácil compreensão.
Capítulo 1 – data indefinida no primeiro semestre de 2020.
Capítulo 2 – 31/05/1984 (quinta-feira)
Capítulo 3 – 31/05 e 01/06/1984
Capítulos 4 e 5 – 01/06/1984
Capítulo 6 – 04/06/1984 (segunda-feira)
Capítulo 7 – 04/06/1984 e madrugada de 05/06/1984
(1) Eargit – apenas usei o nome de um goblin mencionado em História da Magia. Não é o mesmo, apenas um descendente.
(2)Máistir e Leanaí - Eu inventei esses tipos de conta. A primeira são as contas do chefe da família. A outra é basicamente a conta utilizada desde a infância por um herdeiro da família. O tradutor do Google traduziu as palavras mestre e infantil em português para máistir e leanaí em irlandês.
(3)Griphook - Goblin que levou Harry ao seu cofre, no primeiro ano, e com que Hagrid tirou a Pedra Filosofal do cofre 713. Participou da invasão a Gringotts em 1997, a qual Harry, Rony e Hermione roubaram a taça de Helga Hufflepuff, uma das Horcruxes de Voldemort, do cofre dos Lestrange. Harry prometera a espada de Gryffindor em troca de sua ajuda. Livros: Harry Potter and the Philosopher's Stone e Harry Potter and the Deathly Hallows
(4) Videira – Para alguns personagens a Loura má usou um calendário céltico de significados de tipos de madeira aos aniversários. Na minha história o aniversário de Sirius é no dia 13/09/1959 assim a Videira é o correspondente ao período. A Videira é uma trepadeira da família das vitáceas, com tronco retorcido, ramos flexíveis, folhas grandes e repartidas em cinco lóbulos pontiagudos, flores esverdeadas em ramos, e cujo fruto é a uva. Originária da Ásia, a videira é cultivada em todas as regiões de clima temperado.
(5) Thestrals - É uma espécie da cavalo alado sem pele e sem alma, a sua cabeça é de dragão, seu corpo é só esqueleto de cavalo e seu rabo negro serve como chicote. Eles se alimentam de carne, fresca ou podre, e são atraídos pelo cheiro de sangue. Somente são visíveis a quem já teve a experiência de quase morte ou já viu alguém morrer.
(6) Cacaueiro – Aqui usei a tão divulgada fixação pelo chocolate do Lupin. Theobroma cacao, popularmente chamado de cacaueiro, cacau ou árvore-da-vida. Tem sua origem na América Central e Brasil. Pode atingir até 6 metros de altura, planta de clima quente e úmido, o solo ideal é o argilo-arenoso. Por ser uma planta umbrófila, vegeta bem em sub-bosques e matas raleadas sendo, portanto, uma cultura extremamente conservacionista de solos, fauna e flora.
(7) Unicórnio - O unicórnio é um belo animal encontrado nas florestas do norte europeu. Quando adulto é um cavalo branco-puro, dotado de um chifre, embora seus potrinhos nasçam dourados e se tornem prateados antes de atingir a maturidade. O chifre, o sangue e o pelo do unicórnio têm propriedades excepcionalmente mágicas. Em geral ele evita contato com os humanos, deixa mais facilmente uma bruxa do que um bruxo se aproximar dele e tem patas tão ágeis que torna difícil sua captura.
(8) Erumpente - é um animal africano, cinzento, de grande porte e força. À distância, esse bicho, que pesa até uma tonelada, pode ser confundido com um rinoceronte. Tem um couro grosso que repele a maioria dos feitiços e maldições, um chifre afiado sobre o nariz e um grande rabo que lembra uma corda. O erumpente não ataca a não ser provocado pela dor, mas se ele investir contra alguém os resultados são catastróficos. Seu chifre pode perfurar qualquer coisa, desde pele até metal e contem uma secreção fluída que faz a pessoa ou coisa injetada explodir. O número de erumpentes não é grande porque os machos causam explosão uns nos outros durante a temporada de acasalamento. Os chifres, rabos e secreção explosiva do erumpente são empregados em poções, embora classificados como Artigos Comerciáveis Classe B (Perigoso e sujeito a rigoroso controle). Acredito que uma varinha com esse núcleo combina bem com a atrapalhada bruxa.
(9) Circe - Filha da deusa Hécate, era capaz de criar filtros e venenos que transformavam homens em animais. Por esse motivo morava num palácio encantado, cercado por lobos e leões (seres humanos enfeitiçados). Crê-se que essa ilha se encontra no que é hoje o monte Circeu.
REVIEWS
Emma Ai - Eu acho o Harry fofo em 99% das histórias que li. Eu o amo de paixão. No final do segundo capítulo já explica o fato do Harry ser maduro "Mas há uma diferença importante. Posso estar no corpo de uma criança de quatro anos, mas tenho 39 e lembro-me de cada detalhe da minha vida. E posso muda-la. Posso evitar perder essas pessoas novamente." Já a pergunta sobre a morte dos filhos dele irei responder em breve. Um beijo e obrigada por me prestigiar.
