CAPÍTULO SEIS
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— Que cara de felicidade é essa? Fez sexo na noite passada? — Eddie passou por Gina no corredor, com um malicioso olhar no rosto.
— Que garota dá um beijo e conta para os outros? — Ela piscou para Eddie e sentiu a pele ruborizar.
— Bom dia, Sr. Malfoy. — Disse ele enquanto passava.
— Bom dia, Eddie. — A voz de Draco Malfoy veio de trás dela. Droga, quanto ele teria ouvido da conversa?
— Bom dia, Gina.
Foi forçada a se virar, esperando não tê-lo choca do. Ele não parecia chocado. Parecia...interessado. Ela não queria que Draco se interessasse por sua vida sexual.
Na noite anterior, Gina Weasley descobriu que podia fazer um sexo tão fantástico que ria cada vez que pensava no assunto.
Ter um homem como Harry indefeso e suplicante sob ela foi a melhor sensação que uma mulher pode ria sentir.
Descobriu-se em sua mesa com a xícara de café vazia. Além da xícara, não havia mais nada excitante em sua mesa, tinha sim pilhas de papeletas de embalagens. Olhou para a primeira. Era para outra carga de pauzinhos.
A Oceanic parecia estar trazendo uma quantidade enorme de pauzinhos. De acordo com a documentação, esses pauzinhos de novo vinham da Colômbia.
O mesmo barco trouxe também uma grande quantidade de café. Harry mencionara a prática de contrabandear cocaína dentro de sacos de café...
Dirigiu-se até o depósito de mercadorias. Os homens já estavam carregando as caixas, sacos e caixotes do cais até o depósito. Caminhou até Eddie que estava supervisionando uma equipe. Inclinou-se sobre a pilha de sacos de café que estavam montando.
— Olá, Gina. — Eddie a cumprimentou.
— Eddie, não sei o que comprar para a Marilyn para o chá-de-panela. Talvez você pudesse me ajudar.
— Presente para Marilyn. Hmm...
Enquanto Eddie pensava, ela começou a cutucar e torcer o salto fino no saco de aniagem, tentando fazer um furo grande para que os grãos, e o que mais houvesse no saco, começasse a ser derramado.
— Talvez uma toalha de mesa. — Disse Eddie.
— Você sabe o tamanho da mesa deles? — Ela cutucou mais com o salto, tentando ser discreta.
— Não. — Sua atenção se dirigiu para a empilha deira, que mantinha alguns sacos de café.
— Olhe o que você está fazendo! — Ele gritou, conforme o saco caía estrondosamente no chão.
Gina vibrou de felicidade, enquanto via os grãos escuros se espatifando.
Fingindo tropeçar, ela aprumou-se até que o último grão caísse, mas nenhum saco incriminador tombou no chão.
— Acho que escolhi um mau momento para perguntar sobre presentes. Falo com você mais tarde. — Com um aceno alegre voltou para o escritório.
Se as drogas não estavam no café, deveriam estar escondidas nos caixotes de pauzinhos. Conferindo as faturas, montou um plano em sua mente.
— Você está livre para almoçar hoje, Gina? — Tonks lhe perguntou. Haviam se tornado amigas, mas não tinha escolha.
— Desculpe, hoje não vai dar Tonks.
—Tudo bem. —Disse no tom resignado dos rejeitados. Gina se encheu de culpa.
— Que tal amanhã?
— Deixa, eu...
— Espere! Vou pintar o cabelo na hora do almoço.
— Você é tão corajosa. — Tonks suspirou invejo sa. — Gostaria de ter coragem de pintar meu cabelo. Sempre teve essa cor de rato marrom.
— Minha cor verdadeira também é de rato. Venha comigo. Vai ser divertido.
— Não posso voltar com um cabelo diferente.
— Então iremos juntas no sábado de manhã. Aí você terá o fim de semana para se acostumar.
— Não sei. Nunca fiz nada parecido. Você acha que eu devo?
— Com certeza. Use meu lema: Viva!
— Gostaria de ser tão corajosa como você, Gina!
— Não há nada de especial. Confie em mim.
— Vou pensar.
Após deixar Tonks, Gina saiu para almoçar e foi até a loja de ferragens mais próxima. Comprou pé-de-cabra, lanterna industrial, luvas pretas e gorro de marinheiro de lã preta. Olhou para o relógio e viu que já havia passado quase uma hora. Droga. Ela esperava almoçar, mas não havia tempo.
Voltou para o trabalho sem ar. Desembrulhou uma barra de chocolate e a comeu em sua mesa enquanto tentava se concentrar no trabalho. Será que Harry estava revivendo a noite passada tanto quanto ela?
— Gina. Gina!
— Hã? Desculpe, Tonks, eu estava longe. O que você disse?
— Decidi aceitar seu convite vou pintar o cabelo!
— Que bom! Vou marcar a hora agora.
Finalmente, o relógio bateu poucos minutos antes das cinco. Os funcionários já se preparavam para partir. Gina desligou o computador, arrumou a mesa e pegou a mochila.
— Vou até o banheiro e depois irei embora. —Dis se ela para Tonks.
Gina não mencionou que o banheiro que visita ria seria o do depósito. Viu Eddie e alguns trabalha dores empilhando um carregamento de pauzinhos. Os caixotes pareciam intocados. Excelente.
Dirigiu-se ao banheiro feminino. Entrou e fechou a porta sem acender a luz. A escuridão começou a se fechar e ela começou a ficar receosa.
Comeu a segunda barra de chocolate, fazendo com que ela durasse o máximo possível.
Depois de uma eternidade, percebeu que não tinha ideia da hora. Conduziu a mente à cena da noite anterior e a maneira como Harry a fez se sentir: sexye livre. Poderosa o suficiente para fazer Harry ficar de joelhos.
Começou a se sentir muito quente de repente. Ele já havia partido quando ela despertou, devido à sua paranóia sobre sigilo. Engoliu o desapontamento e procurou por um bilhete. Não achou nenhum.
Com o coração pesado, ela se preparou para o tra balho, colocando a minissaia e meias pretas mesmo que se sentisse mais uma fraude do que sexy.
Em seu chaveiro, havia uma pequena chave pra teada, era a das algemas.
Suas costas ficaram dormentes. Sabia que os rapa zes trabalhariam até oito horas. Planejara esperar até a meia-noite para se mover. O problema era que es quecera que não conseguiria enxergar o relógio. Te ria de arriscar usar a lanterna que comprara. Trincou os dentes. Ela se esqueceu das pilhas. Lentamente, se levantou. Colocou o ouvido na porta e ouviu. Silêncio.
Sentindo a maçaneta no escuro, abriu um pouco a porta. Um brilho fraco das luzes de emergência iluminavam o depósito, mas estava muito diferente da luz do dia. A iluminação fraca mostrava sombras de filmes de terror. Ainda assim, ela lutou contra o im pulso de voltar para o banheiro. Sou Gina, a corajosa! Andando na ponta dos pés, finalmente chegou aos caixotes de pauzinhos. Estavam empilhados em frente aos de café, com um corredor entre eles.
Colocou sua mochila no chão ao lado dela e pegou o pé-de-cabra. Era tão difícil! E barulhento. O suor pingava da sua testa e do pescoço.
Parou e seu coração bateu rapidamente. Teria ou vido algo? Olhou os cantos escuros do depósito, mas não viu nada. Seus braços começaram a doer com o esforço, mas com um guincho alto a tampa saiu.
Ela se inclinou para olhar dentro do caixote.
O que a fez levantar a cabeça? Outro barulho? O sentimento de que ela não estava sozinha?
Voltou-se a tempo de ver uma sombra escura movendo-se em direção a ela. Mesmo quando abriu a boca para gritar, a mão com luvas pretas se fechou em sua boca e arrastou-a. Tentou pegar o pé-de-cabra, porém notou que seu atacante o estava segurando.
— Fique quieta. Não vou matá-la agora, só mais tarde. — Uma voz feroz sibilou em seu ouvido.
— Harry! —Ela acabou gritando.
— Não fique tão feliz em me ver.
— O que você está fazendo aqui?
— O mesmo que você.
— Pauzinhos?
— Pauzinhos.
— Já que você está aqui, pode segurar a lanterna.
— Você se lembrou de comprar pilhas?
— O quê?
— Para a sua lanterna.
— Não me diga que a Mata Hari esqueceu de comprar pilhas para a lanterna!
Segurou a lanterna que ele deu para ela, e olhou para dentro do caixote. Filas e filas de pauzinhos es tavam ali.
— Pode ser uma artimanha. Talvez as drogas estejam embaixo. — Gina arriscou.
Ele a fitou sério.
Ela ficou calada. E prestou atenção enquanto Harry levantava camada após camada de pauzinhos para fora do caixote. Removeu cada pacote e colocou os pauzinhos no chão. Entrou na caixa, pegou a lanterna e fez uma inspeção rápida no caixote.
Pegando um conjunto da cobertura de papel, separou-os, quebrou um em pedacinhos, cheirando-os, tocando-os com a língua. Fez uma careta e passou a língua em sua mão enluvada.
— Drogas? — Ela perguntou.
— Lasca de madeira.
— Ai!
Embrulhou os pedaços de pauzinhos em um pedaço do papel e colocou-os no bolso. Inspecionou cada camada conforme as colocava de volta no caixote, cuidadoso em preservar a mesma ordem.
De repente, inclinou a cabeça atentamente.
Ela também ouviu. Uma voz grossa masculina. Mesmo quando seus olhos se arregalaram e seu coração bateu em pânico, ela observou Harry colocar as últimas camadas de pauzinhos de volta ao caixote.
— Vigia noturno. — Harry sussurrou.
— Vou dar uma olhada nos escritórios principais, você dá uma olhada por aqui. — Fez um gesto amplo e Gina se enrijeceu.
Harry posicionou o corpo de modo a cobrir o dela. Ouviu os passos do segurança, que se aproximava.
— Sei que você está aí atrás! Saia! —Disse o segurança. — Venha cá! — A voz estava mais perto agora.
Harry ficou agachado, pronto para saltar.
Algo peludo encostou na mão de Gina e ela guinchou alarmada antes de engolir o grito de horror. Puxou a mão para trás e observou a sombra escura passar. Tinha um rabo enorme. Oh, Deus. Um rato!
— Ei, Perebas. Como você está companheiro? —O segurança falou.
— Você tem de parar de alimentar esse bicho, isso é nojento. —Disse o outro segurança.
— Não ofenda os sentimentos dele, Cal. Ele é um rato muito esperto. Olhe como ele sabe que eu te nho biscoitos.
— Ele é nocivo. Tenho veneno de rato aqui.
— Ah, você não faria isso. Perebas é como uma fa mília para mim, não é amigão?
— Preciso sair daqui agora. —Gina sussurrou para Harry, limpando a mão no casaco. — Ratos têm doenças e são asquerosos.
Harry fitou-a e colocou um dedo em seus lábios. Tudo bem. Ela estava perdendo o juízo.
— Tenho de sair. —Ela sussurrou.
— Mas como?
— Vou engatinhar e passar por eles. Estão jogando cartas ou algo parecido.
— O rato está lá. — Harry estaria rindo dela?
Foi a gota d'água. Estava tendo uma noite miserável. E Harry achava isso engraçado?
— Me desculpe. —Disse ela, passando por ele.
A próxima coisa que percebeu foi que ele colocou a mão novamente sobre a sua boca e a outra debaixo de seus seios e começou a puxá-la para trás. Quando terminou de puxá-la, colocou-a sobre o colo e ela se encostou em seu peito, enquanto ele se recostava so bre os sacos de café.
— Relaxe, Gina. Eles devem fazer rondas a cada duas horas. Da próxima vez que fizerem, partiremos. Compreendeu? — Tente relaxar.
Sentiu o peito subir e descer enquanto falava. Sua respiração causava arrepios em seu pescoço. Imagens dele nu em sua cama na noite passada surgiram exuberantes.
Ouviu o barulho das cartas e vozes dos seguranças a alguns metros dali. Ela deveria estar se encolhendo aterrorizada, mas em vez disso, uma sofreguidão po derosa e calorosa permeava o seu corpo.
Relaxar? Sem chance.
Levantou o quadril, fazendo sua própria versão de uma dança sensual completamente vestida e todos os pensamentos desapareceram. Era incapaz de contro lar a necessidade crua que a dominava.
A mão em seus seios se apertou, a outra segurava seus quadris como que tentando conter o movimento, mas seria necessária uma equipe inteira para evitar os giros instintivos que seu corpo feminino fazia incitando seu macho para preenchê-la. Sentiu a respiração do agente Potter se alterar, assim como percebeu a sua ereção.
— O que você tem na cabeça, Gina?
Sem poder falar, a única maneira de se comunicar era através da linguagem corporal. Ela se agitou, sugestiva da maneira que sabia, contra a ereção que pressionava suas costas.
Ele mordiscou o lóbulo de sua orelha, contornando-a com a língua, quente e úmida na atmosfera fria e escura do depósito.
— Acho que temos duas horas pela frente. — Ele ainda não havia tirado a mão de sua boca, mas a outra mão enfiou-se dentro de seu casaco contornando seus seios, enquanto seus lábios passavam pelo pescoço, causando-lhe arrepios.
Ela se arqueou contra ele, esfregando as mãos nas coxas dele até sua cintura, onde conseguia alcançar. Todo seu medo foi sublimado em uma excitação tão feroz que a queimava por dentro. Sem querer, começou a se contorcer em seu colo.
— Será que você não consegue ficar quieta?
Ela pensou por um momento. Será que podia? Sua mão esquerda fazia coisas tão deliciosas em seu mamilo que ela sentiu um gemido em sua garganta. Com as mãos em sua pele ele a faria gritar alto a qualquer momento. Sua mão direita era tão talentosa. Cobrindo sua boca, não tinha chance de ser tão eficiente. Imaginando que a presença dos seguranças seria como uma mordaça eficiente, ele soltou sua boca e mergulhou entre suas pernas como se tivesse lido sua mente. Ela as afastou e suspirou quando ele alcançou o ponto certo.
—Detesto meia-calça. —Harry sussurrou frustrado, parando para procurar algo em seu bolso.
Ela viu uma faca e engoliu em seco.
— O que você...?
Ele abriu com a faca uma fenda na meia-calça.
Talvez o ar estivesse frio, mas ela não estava. Nunca se sentiu assim antes. Febril de desejo. Desa vergonhada. Libertina. No fundo, ela sabia que essa excitação se devia em parte ao fato de os seguranças estarem a poucos metros e o jogo dela e Harry ser muito perigoso.
Ela mordeu os lábios para evitar que gritasse alto quando seus dedos a penetraram.
— Agora sim, isso eu gosto. —Ele cochichou, des lizando o dedo por baixo da calcinha de seda que ela colocara de manhã como uma brincadeira. Ela ficou molhada enquanto os dedos dele deslizaram dentro dela, procurando e encontrando seu ponto latejante.
Ele a frustrou colocando a mão novamente em sua boca. Antes que ela tivesse tempo de imaginar por quê, ele enfiou dois dedos firmes e profundos dentro dela. Uma vez. Mais uma. E outra...
Ela agarrou os músculos rijos de suas coxas, tentando se apoiar no corpo. Mas não havia apoio possível. Ele não deixava, forçando-a ao clímax e levando-a ao ponto culminante. O clímax explodiu dentro dela, urgente e impetuoso, enquanto a mão continha seus gritos.
Mas não era suficiente. Nem perto disso. Tudo o que ele fez foi abrir seu apetite, lembrando-a da profundidade de seu desejo ardente.
Da maneira mais silenciosa possível, considerando a ânsia que sentia, ela se virou e abriu as pernas dele, sentindo o frio do chão em seus joelhos, con trastando com o calor do restante de seu corpo.
Suas mãos trémulas procuraram e encontraram o zíper do jeans. Desceu-o vagarosa e silenciosamente. Os olhos, pequenos e brilhantes, hipnotizavam-na enquanto ela o libertava, quente e duro, em sua mão. Ela o acariciou, adorando senti-lo.
Seu corpo doía, desejando-o dentro dela.
— Será que você...
— Dentro do meu bolso.
Ela surprendeu-se, e ele continuou:
— Planejava ir até sua casa mais tarde.
Orgulhosa, esperou até que ele colocasse o preservativo e, levantando seu quadril, guiou-o até o espaço da sua meia-calça, puxando a calcinha para o lado, colocou-o na entrada latejante de seu corpo.
0 rosto dele estava rígido com a tensão suprimida, o maxilar apertado, olhos semicerrados. Cobriu sua boca com a dela. Começou a se mover lentamente, sentindo o estiramento delicioso, colocando-o mais profundamente dentro dela.
Estabeleceu o ritmo, manteve-o lento, para evitar barulhos, mas também para perceber a necessidade crescer nos olhos esmeraldas dele conforme ele a penetrava. O suor começou a cobrir sua testa. Suas narinas se dilataram e sua respiração se alterou.
Sua respiração também era profunda; a necessida de, potente. Lutando para buscar ar, sentiu cheiro de café, poeira, cimento. Com seu corpo contra o dele, sentiu a união dos dois se aprofundar até que não po dia mais segurar.
Seus olhares se fixaram, dizendo tudo o que não podiam dizer com as bocas cobertas. Incapaz de manter seu ritmo lento, começou a mover os quadris mais rapidamente, levando-os ao descontrole. Conforme seu corpo tinha espasmos sobre ele, com ondas de prazer, a mão evitava os gritos. Manteve o olhar nele, observando seus olhos se arregalarem e escurecerem até o momento em que ele também chegou ao clímax. Ela sentiu o ímpeto glorioso de sua paixão.
Inclinou-se para frente, surpresa como a respiração ofegante deles não chamou a atenção dos seguranças. Mas depois de escutar por um momento tenso, ouviu um grito de vitória:
— Ganhei!
— Puxa, você está com sorte essa noite. —Disse o amigo do rato, bem-humorado.
— Ele está errado. —Harry murmurou. — Eu é que estou com sorte esta noite.
Ela queria tocá-lo e acariciá-lo, aninhar-se sob o cobertor e trocar juras de amor. Nas circunstâncias, se contentou em beijá-lo, lenta e profundamente.
Harry correspondeu, mas ela percebeu que seu coração não estava ali.
— O que houve? —Ela perguntou.
— Não quero ser pego sem calças pelos seguranças. —Ele murmurou, tirando-a do colo.
— Ah. Certo.
Colocaram a roupa no lugar, embora fizesse frio onde suas meias foram rasgadas. Deu a mão a Harry quando se sentaram para esperar. Ouviram os sons de mais uma rodada de pôquer e ela tentou não pensar mais no rato. Harry conferia a hora, encostado nos caixotes.
Como a diversão acabara, sentiram-se entediados. Não encontraram as drogas. O chão estava frio e duro; ela estava cansada, queria ir para casa.
Parecia que ele lia seus pensamentos, porque colocou seu braço em torno dela, beijando seu cabelo.
Sentiu uma onda de ternura por aquele homem forte, que tornava sua vida tão excitante. Aninhou-se contra ele e descansou a cabeça em seu peito. Era estranho estar escondida em um depósito com dois seguranças, pelo menos um rato e possivelmente um carregamento ilegal de cocaína. Pensou na felicidade que foi Harry ter chegado. Pensou no que acabaram de fazer e como ela queria fazer novamente, em casa, em sua cama. E adormeceu. Acordou assustada. Alguém a sacudia.
— Hora de partir. —Disse Harry.
Ela piscou e se esticou à medida que tentava pegar suas coisas.
— Não acredito que dormi!
— Ainda bem que você não ronca.
O carteado terminara; ela não ouvia os guardas.
— Eles foram embora? —Perguntou, sonolenta.
— Estão fazendo outra ronda. Venha.
Pegou a mão dela e passaram pelos caixotes, pontos de carregamento, até o canto do depósito, onde havia uma porta na parede. Harry manteve suas costas entre ela e o painel de segurança de forma que ela não visse o que ele fazia, mas logo ele abriu a porta, e não houve som de alarme, nem luzes acesas. Ela se lembrou da facilidade com que ele passou pelo alarme da casa dela na noite anterior e não ficou surpresa.
Tardiamente descobriu que não havia pensado em uma rota de fuga. Se Harry não aparecesse, ela teria de passar a noite inteira na Oceanic.
Tremeu só em pensar.
— Puxa, estou feliz que acabou. Caminhando na noite fria, Gina realmente pensou que tudo havia terminado. Até que viu a cerca.
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N/A: Pois é mais um capítulo postado, como prometido não estou demorando a posta-los! Eles REALMENTE estão gostando dessa parceria, senhor isso é lugar para... bem... foi... UAU!
Obrigados a todos que comentam, que colocam nos alertas ou nos favoritos, add no twitter, face e msn, enfim é muito bom saber que vcs estão acompanhando e gostando dessa adaptação.
Respostas aos comentários:
Gabi G. W. Potter: Que bom que esta gostando, como solicitado aqui vai mais um capítulo. Obrigado pelo comentário.
1696: Eu também adorei a atitude da Gina em prende-lo, brilhante idéia! Sobre o Draco ter algo com ela...bom ... iso vc vai ter que ler para saber, mas aqui vai uma dica: Se vc tivesse um agente desse vc largaria? Agora, como vc pediu aqui vai mais um capítulo, continuem pedindo que será postado mais rápido. Obrigado pelo comentário.
Mila Pink: Foi uma loucura a fantasia, mas sem dúvida este capítulo não deixou de ser ainda mais doido, eles estão BEM animadinhos como vc pode perceber. Adorei a inciativa da Gina em prende-lo no capítulo anterior! *.* Obrigado pelo comentário.
Dessa Potter: Lá vêm começar a ser dramatica aqui no tb, tinha que ser coisa de economista kkkk Vc é a Leitora chata, número 1 eu não posso garantir! Mas fazer o que neh, após quase 7 anos de amizade tenho que aprender a te aturar =D Sobre a Será que é difícil entender que te amo? estou pensando seriamente em não te mandar mais os capítulos toda vez que acabo um deles... acho que é um bom castigo... O q acha?
Joana Patricia: Realmente esses dois juntos são demais, falta sair faíscas com toda a tensão sexual entre eles. Harry é um fofo preocupado com ela, apesar de ser meio grosseiro ao demonstrar, o que poso dizer é que nos próximos capítulos terá a chance de conhecer um novo significado das palavras NECESSIDADE e ADRENALINA. Obrigado pelo comentário.
Isinha Weasley Potter: Lendo chegou até aumentar a temperatura? Então aguarde os próximos capítulos! Espero que tenha gostado desse novo momento hot deles. O próximo também não deixa por menos. Obrigado pelo comentário.
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Próximo capítulo não tem data, vai depender apenas de vcs.
Qualquer demora por minha parte, peço compreensão de vcs leitores, amanhã minha rainha (mamys-lih) irá fazer um cirurgia, e como qualquer cirurgia não é algo simples, portanto estarei atribulada com diversas coisas. Todavia pretendo aproveitar as horas no trabalho (como estou fazendo hoje) para responder os comentários e postar, mas prefiro deixa-los avisados caso não seja possível.
