Planos & Fugas
"MOUSE(narrates)
Have you ever been really thirsty, and you opened a carton of milk and poured it in your mouth, and it's… sour? (pause) That's what happened inside me…
PAULIE
I'm so tired…
MOUSE
forever…..
(Mouse: (narrando) Você já esteve realmente sedento, e quando você abriu uma caixa de leite e pôs na sua boca ele estava... Azedo?
(pausa) Isso foi o que aconteceu comigo...
Paulie: Eu estou tão cansada...
Mouse: Para sempre...)"
Sua consciência foi voltando aos poucos e sorriu antes mesmo de abrir os olhos. Se encolheu contra o corpo de Draco, perdida em pensamentos. Teve medo de que o sonho de estar nos braços dele se desfizesse caso abrisse os olhos. O perfume mentolado do corpo do rapaz invadia suas narinas e agradecia silenciosamente a Dumbledore por tê-la incentivado a ir atrás dele. Não tinha sido fácil, por alguns dias pensara que tinha ignorado totalmente sua declaração – que tipo de reação fria era aquela? Mas dias depois chegara a notícia de que
Voldemort tinha declarado a temporada de caça a Draco Malfoy. Até que o rapaz a procurara, pedindo que o ajudasse a se esconder do antigo mestre.
Gina perguntara o que o fizera abandonar o mestre. Por alguns segundos – delirantes – imaginou que talvez fosse por causa dela e do que tinha dito. Que queria na verdade ficar com ela. Então ele deu aquele sorriso debochado de sempre, que achara tão charmoso, antes de lhe responder.
.- Enchi o saco de brincar de mau. Não tenho mais saco pra isso.
.- Vai se juntar aos bonzinhos, querido? – perguntou, a sobrancelha esquerda levantada e o tom de deboche explicito em sua voz. – Não combinada nada com você.
.- Claro que não – falou, puxando-a para si pela cintura. – Os vilões são sempre mais interessantes.
Beijou o pescoço da moça com desejo e ela sentiu seu corpo arrepiar. Ainda teve tempo de balançar a cabeça, afastando-o.
.- Você acha que as coisas são assim, Malfoy?
.- Eu acho, Virgínia, que você adorou a idéia do Lord estar me procurando e eu só poder recorrer a você.
Ela sorriu, nem um pouco surpresa que percebesse tudo tão claramente.
.- Verdade.
.- E eu descobri que é muito melhor dividir a cama do que um duelo com você.
E, meio divertida, meio curiosa, permitiu que ele a beijasse – fora de local, fora de hora – e cedeu. Desde então, os dois tinham reatado, se vendo cada vez mais. As coisas não eram muito diferentes mas a mulher se tornara muito mais desconfiada – e cuidadosa – enquanto ele conversava muito mais, contando os pequenos detalhes da vida que levava agora, que dizia ser mundana demais para seus costumes.
Abriu os olhos devagar, observando o rosto do homem adormecido. Ele parecia diferente – menos na defensiva, meio como uma criança agitada que parece desprotegida quando dorme. Fez um pouco mais de pressão com seus braços em torno dele e se ergueu um pouco. Quanto mais ela o via menos desejava ir embora. Odiava a idéia de que na noite seguinte adormeceria sozinha e na seguinte ficaria de vigília no Ministério. Odiava a idéia de que tinha que fingir não o conhecer, não fazer parte de sua vida. Odiava principalmente a idéia de ter que se levantar e partir.
Ela inclinou-se levemente e tocou os lábios do rapaz com os seus. Sentiu que ele estava perto de acordar e tornou a beijá-lo, deixando que seus lábios acariciassem os dele por alguns instantes, até que o rapaz começasse a retribuir. Ele levantou o braço lentamente, puxando a cabeça dela mais para perto de si e aprofundando o beijo, até que a soltou e ambos abriram os olhos, se encarando por alguns segundos.
"Dear my love, haven't you wanted to be with me
(Meu querido amor, você não tem querido ficar comigo?)
And dear my love, haven't you longed to be free
(E meu querido amor, você não queria tanto estar livre)
I can't keep pretending that I don't even know you
(Eu não posso continuar fingindo que eu nem te conheço)
And at sweet night, you are my own
(E na doce noite, você é meu)
Take my hand
(Pegue minha mão)"
.- Bom dia – ela murmurou, os braços sobre o peito dele.
.- Ótimo dia – ele respondeu, deixando que seus dedos corressem pelo cabelo dela. – Nunca acordei tão bem. Quando morava na mansão costumava acordar assustado com o nosso mordomo, um homenzinho esquisito. Parecia meio-vampiro. Agora isso aqui - ele a puxou, fazendo com que deitasse metade do corpo sobre o dele, os lábios próximos – é bem melhor.
Ela permitiu que a trouxesse para outro beijo, seus braços em torno da cintura da moça, se deixando levar por carinhos seguidos de beijos. As mãos do rapaz deslizavam levemente por seu ombro, os beijos insistentes em seu pescoço entre outros carinhos. Tinha vontade de que aquele momento durasse para sempre e lhe custou muito falar.
.- Eu não acredito que vou ter que ir embora.
.- Não vá – ele sugeriu, rindo perto do ouvido dela. – Fique mais uma noite, fique todas as noites.
.- Eu quase acreditei nisso, Draco – falou, sentando-se.
.- Acredite – respondeu, ainda sorrindo e com os olhos nos dela. – Eu não quero que você vá embora.
.- Não existe outra opção – ela lembrou, sacudindo a cabeça. – Acabaríamos sendo pegos e descobertos, os dois. E ninguém aceitaria uma coisa dessas e...
.- Vamos embora, vamos embora daqui... Pra longe... – ela riu, balançando a cabeça, incrédula. - Tem gente demais me devendo favores... Podemos ir para um lugar quente... Talvez Portugal... Ou Marrocos, lá você usaria aquele pano no rosto... – a ruiva riu ainda mais. – Que foi? Será que você prefere o México? Ou quem sabe o Brasil?... Que foi? Estou falando muito sério.
.- Draco, você me faz rir.
.- Eu estou falando sério – agora ele estava muito sério. – Eu não quero mais essa vida pra mim, Virgínia. Eu quero liberdade. Eu quero sentir o vento, eu quero ter ambições, metas concretas. Eu quero virar as costas pro meu passado e recomeçar. Eu quero poder viver mais honestamente e mais plenamente.
.- Admiro sinceramente todo esse desejo de melhora – ela suspirou, meio triste. – Se essa vida é um cativeiro pra você então vá embora. Você já foi uma vez, pode ir novamente.
.- Não é a mesma coisa – ele balançou a cabeça. – Eu não fugi, eu não corria riscos. Eu não me desfiz do meu passado pra isso. Eu estava simplesmente viajando... Agora não. Eu quero outra vida. Eu quero começar do zero. E eu quero que você vá comigo.
.- Não fale assim... Não me faça pensar assim... – ela desviou os olhos pro chão.
.- Eu vou embora, Virgínia. Eu quero que você vá embora comigo.
Os dois se encararam, o silêncio enchendo o ar, e ela respondeu com a voz clara e ao mesmo tempo intimidada.
.- Você sabe que eu não posso.
.- Por quê? Por causa do maldito Ministério? Poupe-me! Você também não podia estar aqui, nos braços de um ex-Comensal.
"We're leaving here tonight
(Nós estamos partindo hoje)
There's no need to tell anyone
(Não há necessidade de contar a ninguém)
They'd only hold us down
(Eles apenas nos impediriam)
So by the morning's light
(Então, à luz da manhã)
We'll be half way to anywhere
(Nós estaremos na metade do caminho pra qualquer lugar)
Where love is more than just your name
(Onde o amor é mais que só o seu nome)"
.- Draco... Você está sendo protegido por membros do Ministério... Logo, não tem nada de irregular na minha presença...
.- Você me escondeu mesmo enquanto eu era um Comensal – ele falou baixinho no ouvido dela.
.- Eu não sabia – respondeu, afastando.
.- Teria me denunciado se soubesse? – perguntou, cortante, enquanto a ruiva se encolhia.
.- Nunca pensei no assunto – falou, virando de costas. – Não sei.
Os dois ficaram em silêncio por alguns instantes, até que ele se aproximou da moça por trás e passou os dedos delicadamente pelos ombros dela, fazendo carinho.
.- Venha comigo...
Gina olhou para o loiro e ao invés de responder o beijou. Sua mão puxava o rapaz pelo pescoço e ele fazia o mesmo com ela. As mãos dela corriam pelo rosto dele, mantendo-o perto de si para em seguida mergulhar em seus cabelos dourados, os beijos passando a cobrir as maçãs do rosto e a testa dele, enquanto o puxava para um abraço desesperado. Draco passou os braços pelas costas da auror, fazendo força no corpo dela contra o seu.
.- Eu vou sentir tanto a sua falta...
.- Você não tem que sentir minha falta... Vem comigo...
Ela balançou a cabeça, as primeiras lágrimas caindo, e ele beijou seu rosto molhado, ainda a abraçando forte.
.- Draco... Você não entende... É uma guerra... Ir com você é desertar.
.- Ir sem você é desistir da vida...
Gina nunca tinha ouvido aquele tom doce na voz do rapaz. Mas não conseguia duvidar da sinceridade de suas palavras quando viu o brilho nos olhos dele. Devagarzinho deixou com que seus lábios encostassem novamente nos dele, entregando-se ao beijo. Seus lábios tocavam nos dele em um ritmo conhecido, as línguas dançando enquanto as mãos de Draco subiam pelas suas costas, levantando a camisola. O tecido fino deslizava pela sua pele rapidamente, subindo por seus braços e deixando seu corpo amostra.
.- Eu... Quero... Poder... Ter... Cada... Pedacinho... De você perto de mim... – o ouviu dizendo enquanto beijava seu pescoço e seus ombros.
A ruiva suspirou, puxando a camisa do pijama dele pra cima de qualquer jeito, encostando seu corpo diretamente no dele. Sentia frio, sua pele toda arrepiada enquanto ele deslizava as mãos pela lateral de seu corpo. Virgínia abaixou-se, puxando o edredom e colocando-o em torno dos dois.
.- Vem comigo...
.- Onde você quiser...
Ela já não respondia pelo seu corpo, deixando-o reagir por si, o toque da pele de Draco contra a sua, parecia não existir mais nada além deles sobre a face da Terra.
"I have dreamt of a place for you and I
(Eu sonhei com um lugar para você e eu)
No one knows who we are there
(Ninguém sabe quem nós somos lá)
All I want is to give my life only to you
(Tudo que eu quero é dar minha vida só pra você)
I've dreamt so long I cannot dream anymore
(Eu venho sonhando há tanto tempo, eu não posso mais sonhar)
Let's run away, I'll take you there
(Vamos fugir, eu te levo lá)"
.- Às duas na estação... Não, não precisa levar não... Os passaportes estão na gaveta da mesinha esquerda...
.- Onde pensa em ir, Ginevra? – a voz de Shakebolt soou forte em seus ouvidos e ela tampou o bocal do telefone como se aquilo pudesse impedi-lo de saber o que estava planejando.
.- Edimburgo – respondeu displicente. – E de lá para Hogsmeade. Preciso ver o professor Dumbledore.
.- Hum... – o auror balançou a cabeça, concordando, antes de responder. – E por que você precisa de passaporte para ir até Hogsmeade?
.- Olha, estou um pouco ocupada agora, eu falo com você depois – a ruiva falou de volta ao telefone e desligou antes de ouvir resposta. – Kingsley, qual é o seu problema?
.- Estou apenas querendo saber por que você está planejando sair do país.
.- Quem disse que eu estou planejando sair do país!
.- Pra que mais você quereria seu passaporte?
.- Que direito você tem que ficar ouvindo minha conversa?
.- Ginevra, você entende que isso é uma guerra...? Existem pessoas que precisam que nós façamos nosso trabalho decentemente!
.- Meu nome é Virgínia! – corrigiu, irritada. – E eu sei muito bem o que estou fazendo.
.- Às vezes eu duvido disso! – ele segurou a ruiva pelo braço e falou mais baixo. – Pensa que não sei que você estava falando com aquele tal Malfoy?
.- Isso também não é da sua conta. A minha vida não é da sua conta...
.- Está caindo de amores por ele? – perguntou o homem, com raiva na voz. – Eu sempre soube que você cheirava a problema!
.- Estou cumprindo ordens de Dumbledore e o levando para um lugar seguro.
.- .-Você pensa que me engana?
.- Você acha que eu bancaria a louca de sair por aí com um Malfoy?
.- Eu realmente espero que você esteja sendo sincera, garota.
A ruiva virou de costas e voltou para dentro da sala em que estivera usando o telefone. Não era obrigada a aturar os desaforos de gente estressada. E logo, mais cedo do que ele esperava, estariam longe dali.
Primeiro o sonho de duas semanas em Paris. Mais do que isso seria arriscado. Os Comensais poderiam descobri-los na Mansão dos Malfoy ali. Depois, um vôo até a América. Nada de Estados Unidos – Gina estaria sendo procurada pelos Aurores. Iriam para algum lugar na América do Sul, muita luz e muita praia. Como férias prolongadas.
Mal podia esperar.
"We're leaving here tonight
(Nós estamos partindo hoje)
There's no need to tell anyone
(Não há necessidade de contar a ninguém)
They'd only hold us down
(Eles apenas nos impediriam)
So by the morning's light
(Então, à luz da manhã)
We'll be half way to anywhere
(Nós estaremos na metade do caminho pra qualquer lugar)
Where no one needs a reason
(Onde ninguém precisa de um motivo)"
Draco entrou na rua com cinco minutos de antecedência. Orgulhava-se da sua pontualidade – eventualmente quebrada para fazer um charme, como Gina logo tinha percebido – e naquele dia, mais do que seu costume, sua ansiedade tinha sido responsável por chegar tão cedo. Nunca tinha se sentido tão tenso. Andava bem rente às casas, sendo disfarçado pelas sombras oblíquas que projetavam na rua. Tudo estava vazio e silencioso: as pessoas não andavam nas redondezas das estações de trem durante a madrugada. Era perigoso demais e não via mais ninguém na rua.
Encostou-se na porta lacrada de uma cafeteria e mergulhou a mão no bolso, à procura de um cigarro para matar o tempo. Ou talvez fosse para manter as mãos ocupadas enquanto a ruiva não chegava. Quase não dava para acreditar que tinha conseguido convencê-la a ir com ele para longe. Parecia ainda mais insano que o velho Dumbledore estivesse os apoiando naquela fuga desesperada: quase podia vê-lo com um sorriso de irritantemente indulgente nos lábios enquanto dizia para Virgínia que fosse até Hogsmeade antes de partirem para Paris. O diretor era absolutamente louco, nunca duvidara disso. Mas sua loucura continuava surpreendendo o rapaz.
Ouviu o som de sapatos altos batendo contra o cimento e sorriu. Lá estava ela. Mal podia esperar para entrarem no trem e então poderia beijá-la e apertá-la contra si, ter certeza de que tudo tinha dado certo e que estavam partindo juntos para uma outra realidade, uma existência totalmente nova. Soltou uma baforada e virou-se para o lugar de onde ela vinha vindo. Os cabelos flamejantes balançavam sobre o sobretudo preto mas alguma coisa fez seus pelos da nuca arrepiarem de tensão. Desceu discretamente a mão, deslizando-a para dentro do bolso em busca da varinha: talvez tivessem que aparatar, talvez alguém estivesse vigiando, ou...
.- Petrificus Totallus! – soou uma voz de mulher, apontando rapidamente a varinha para ele. Mas aquela voz não era de Gina. Definitivamente não. – Bem como esperávamos, Harry!
A voz animada da auror soou para a noite e ele viu para seu desgosto o garoto-que-sobreviveu aparecer do lado oposto da rua. Ele veio andando até o loiro petrificado – que agora estava sendo atado por cordas conjuradas por ninguém –, com o rosto totalmente perdido.
.- Eu não queria acreditar – ele falou. – Eu achei que era exagero e que era uma relaçãozinha normal...
.- Não fique assim – a auror deu um tapinha nas costas do rapaz e Draco pôde reconhecer a voz de Tonks por detrás do rosto imensamente semelhante ao de Gina. – Tenho certeza que ela tem uma explicação decente e plausível para isso. Imagine quanto tempo ficaríamos procurando Malfoy sem Gina?
.- Mesmo assim – o moreno sacudiu a cabeça enquanto colocava uma algema anti-aparatação no loiro. – Mesmo assim...
.- Você está detido, Malfoy – falou Tonks, dirigindo-se a ele pela primeira vez. – E tem o direito de permanecer calado se assim lhe parecer melhor... – o loiro xingou alto em resposta. – Silencio – falou a auror e suspirou. – Você tem o direito de permanecer calado, querido, e eu acho que você realmente vai ter que fazer uso dele...
"Forget this life
(Esqueça essa vida)
Come with me
(Venha comigo)
Don't look back you're safe now
(Não olhe pra trás, você está seguro agora)
Unlock your heart
(Destranque seu coração)
Drop your guard
(Abaixe a guarda)
No one's left to stop you
(Ninguém ficou para te parar)"
A ruiva entrou na rua cinco minutos mais tarde, procurando o loiro com os olhos. Andava com passos longos, apressada, cansada de esperar pelo momento de ir embora. Mal passou a metade da rua um som de estalo a avisou que alguém tinha aparatado. Instintivamente sua mão foi até sua varinha e começou a se lembrar de todos os avisos que recebera em seu treinamento de auror.
.- Tudo bem, Weasley – soou a voz firme de Shacklebolt. – Sou eu.
.- O que você está fazendo aqui? – perguntou, começando a se irritar.
.- Impedindo você de fazer uma besteira.
.- Eu preciso ir ver o professor Dumbledore – falou, desviando do corpo maciço do auror que a parou, segurando seu braço como fizera naquele dia mais cedo. – É você quem está fazendo uma grande besteira tentando me impedir.
.- Chega de mentir para mim, Ginevra.
.- Meu. Nome. É. Virgínia – falou lentamente. – Me deixe passar.
.- Você não sabe o tamanho da bobagem que está fazendo.
.- Eu sei muito bem o que eu faço.
.- Talvez o meu erro tenha sido confiar demais nisso.
.- O que você está insinuando?
.- Quem me garante que você não está do lado deles? Você já trabalhou para Você-Sabe-Quem uma vez...
A ruiva empunhou a varinha, soltando o corpo da mão de Shacklebolt em um movimento brusco. Apontou-a para ele, a fúria perceptível por suas mãos trêmulas.
.- Repita isso.
.- Porque Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado foi justamente atrás de você? Ahn? Não é estranho que, com tantas garotinhas frágeis em Hogwarts, Lúcio Malfoy tenha escolhido justo você?
.- Vá para o inferno, Shacklebolt. Pro inferno – guardou a varinha no bolso. – Não vou enfrentar um inquérito por conta de suas gracinhas...
Gina colocou a varinha de volta dentro do bolso e desviou do homem, continuando sua caminhada em direção ao ponto onde tinha ficado de esperar Draco.
.- Capturamos Malfoy hoje – a voz do negro ecoou na rua vazia. Ela se sentiu congelar e virou-se na direção dele, mas o auror continuava de costas. – Não importa o acordo, ele ainda é um de nossos procurados.
E com um estalo ele desapareceu na neblina noturna, deixando Gina sozinha na rua, todos os seus planos destruídos como pedaços de vidro que caíram no chão.
"We're leaving here tonight
(Nós estamos partindo hoje)
There's no need to tell anyone
(Não há necessidade de contar a ninguém)
They'd only hold us down
(Eles apenas nos impediriam)
So by the morning's light
(Então, à luz da manhã)
We'll be half way to anywhere
(Nós estaremos na metade do caminho pra qualquer lugar)
Where love is more than just your name
(Onde o amor é mais que só o seu nome)"
N/A: Não, pessoas, eu não morri! Eu não caí atrás do véu! Eu não desisti de vez do mundo das fanfics! Eu só passei por um looooongo período de hibernação, sem um pingo de criatividade e imaginação, e física e mentalmente exausta demais. Mas agora as coisas estão muito melhores eu espero – sinceramente – conseguir acabar de escrever essa fic antes do meu baby nascer (em setembro), então, caso eu comece a enrolar novamente, me mandem tomar vergonha na caraMSE1 ... huahuauhauhauhaa :)
Helena Black: Eu sei que eu trai todas as suas esperanças, e não escrevi um capítulo logo, mas fico feliz que você tenha gostado da versão melosa da NC:P Até porque a tendência agora é realmente ficar mais meloso...
Ana
Luthor: Definitivamente eu te curei da sua dependência só
com meu chá de sumiço! HUuhauhauhauhaa... Mas espero
que você não me abandone, sinceramente :P
PS: Gostei
de ver que você continua me mandando atualizar, huauhauhauhhua
BabI Black: Oh, eu também achei fofo, eu adoro. Até hoje fico boba quando leio... hehehe
Lillix: Eu acho que era isso que faltava, sabe? Mostrar sentimento. Acho que se você gostou da fofura implícita no outro capítulo, vai gostar dos diálogos desse. Espero. Rs.
Paula Granger: Obrigado, obrigado, eu fico feliz que você goste :)
Nah: As pessoas tem gostos estranhos, incluindo o apreço pela cena do espelho, embora provavelmente a mais estranha seja eu que tive a idéia e escrevi risos E a fofura continua nesse capítulo!
Dea Snape: Pois é, né, definitivamente de coitadinho ele não tem nada, ele é um Sr. Manipulador. Mas não é assim que a gente o adora?
Vivian Malfoy: Poxa, perfeita é um pouco demais pra mim! Mas tudo bem, eu vou aceitar o elogio... Mesmo que me faça virar um pimentão:)
CarpDiem: Acho que agora você tem algumas respostas para as suas perguntas, né? Eu preferi não encher aquele capítulo com explicações que poderiam ser dadas posteriormente, e especialmente, um ótimo efeito pra chamar a atenção do público... Acho que eu já previa que ia sumir e ia precisar de um motivo muito bom pra reconquistar os leitores... uhahuauhahuaa
Zara Watson: Que bom que você gostou das mudanças que eu fiz! Pra mim elas melhoraram 200 aquela song, hehehe
Deb Flor: Então tá: agora você sabe da guerra, da condição do Draco, e mais algumas coisinhas. E que bom que você gostou mesmo com toda aquela melação :P
Giovanna: A música do cap 5 é "Head over feet" da Alanis Morissette e obrigada
BeBeL Malfoy: Okay, vamos chegar a conclusão de que você gosta de Draquinho de qualquer jeito, até travestido de mulher, né? Hahahahaha... Que bom que você gostou.
Puxbs: Tá aqui! Achou! Atualização! risos Eu adoro o filme, é muito lindinho.
Luna Pankinston: Eu vou chorar! Eu não quero que meu Draco seja perfeito, eu quero que ele seja Draco primeiro! Buáááááááááá
G: Que bom que você gostou do que eu escrevi até agora! Eu também acho o Draco tudo de bom... Melhor que ele só meu namorado, heheheMSE2
Eric C. Malfoy: Nossa, que bom, cativei um rapaz. Isso é muito legal. Eu nunca tinha recebido um review de garoto...
Coolpipa: Rará! Não contavam com minha astúcia (ou contavam...) Esse capítulo foi especialmente pensado pra responder vocês :P
Raisa Retcher: Aeeeeeee o/ Mais uma mandando eu tomar vergonha na cara! O que seria de mim sem vocês?
Carooool: Eu também acho D/G tudo de fofo, não tem shipper igual
Ellen-Potter: Continuei! Que bom que você não se arrependeu! Eu espero que você continue não se arrependendo!
Mila: Ae está, atualizei. Não foi logo, mas também, não se pode ter tudo, né? Rs
Brany: Que bom que você gostou das minhas idéias malucas! Ainda bem que ainda tenho algumas bem guardadas aqui na minha cabecinha... hehehe
Livinha: Eu continuei! Continuei mesmo! Mas o final vai demorar um pouco... Mais uns oito capítulos!
Miaka: Nossa, eu te fiz surpresa? Que bom, eu sempre me achei péssima com essa coisa de suspense... hehehehe
HolyHunter: Definitivamente, eu concordo com você. O cigarro é super sexy, apesar de me enjoar um pouco hoje em dia. Nada me deixa mais pronta pra outra do que ver meu namorado fumando debruçado na janela. Você é estranha, mas está acompanhada! HUauhuahhuauhahuahua
PS: Ah, sim, obrigado a Pichi por betar - e fazer comentários meigos sobre meus comentários meigos
