Capítulo VII: A Despedida
Rin reteve o fôlego quando Sesshoumaru eliminou a distância entre eles, puxando-a pelos ombros, apertando-a contra si.
Ao tocar seus lábios contra os dela, acendeu um fogo que logo cresceu em labaredas e lhe devassou as veias.
Ela se sentia impotente perto dele. Ela ainda se lembrou parcialmente das promessas para repeli-lo e odiá-lo, mas aquelas chamas dissiparam a fumaça. A única coisa que tinha consciência era do corpo dele, de seus lábios e das sensações que aqueles momentos causavam.
Ao entreabrir os lábios, em um beijo correspondente, ela apertou os fios sedosos da nuca dele. E apesar de estar presa no abraço dele, arrepiada com a respiração dele em sua bochecha, ela se sentia no poder, como mulher desejável e desejada.
Rin sentiu quando ele pousou a mão em seus ombros, puxando uma das alças do vestido para baixo, com fulgor ela tirou a alça do braço para ter novamente liberdade para acariciá-lo.
Rin se sentia inflamada, a pele superaquecida. Ela não sabia de nada, só estava consciente da presença de Sesshoumaru, da força dele, desejando apenas conhecê-lo. Sesshoumaru conseguia lançá-la em uma espiral na qual ela não conseguia pensar, nem manifestar o mais leve protesto. Era mulher e o queria, precisava.
Devagar, com relutância, ele finalizou o beijo e começou uma deliciosa exploração do pescoço dela.
Um anseio profundo se refletia em suas reações. Com os lábios, sedenta, procurou os dele. Que os cedeu sem o mínimo protesto ou recusa.
Sesshoumaru sussurrou seu nome, em som rouco de desejo que a enfraqueceu. Ele a segurou, possessivo, apertando-lhe a pele. Com os beijos, drogava-a, com os braços, prendia, sussurrando seu nome, alimentava-lhe a paixão.
- Sesshoumaru! – sussurrou, enrouquecida de paixão, sem reconhecer a própria voz.
Foi quando notou que ele não correspondia mais aos seus apelos, que parara de beijá-la e se afastara.
O que... Fizera de errado? Por que ele se afastava? Por que ele se esquivara do abraço e agora fitava a escuridão além do pára-brisa?
- Sesshoumaru? – perguntou sem entender o porquê da reação repentina dele.
- Vista-se, Rin! – ele mandou rispidamente, sem olhá-la.
- Como? – ela estava atônita. Um soluço veio em sua garganta, mas graças a Deus ela conseguiu sufocar, porém os olhos ardiam para que extravasasse sua confusão.
- Se não me engano, agarros dentro de um carro não levam a coisas boas...
Ele estava caçoando dela, zombava de sua personalidade. Da mulher que era! Fizera-a de palhaça... Ou melhor, ela mesma se fizera de palhaça, atirando-se nos braços dele, oferecendo-se. Mostrara-se disposta a satisfazer toda a paixão que sentia dentro de si, estava disposta a perder aquilo que guardara com tanto afinco. E então ele a descartara como a mulher fácil que fora.
Com dedos trêmulos, contudo raivosos, ela puxou o vestido para cima.
- Você com certeza é o homem mais insuportável que conheço! – ela sibilou – Era isso que você queria? Provar que eu sentia algo por você? Que eu cairia nos seus braços ao primeiro chamado? – Sesshoumaru estava surpreso, tinha que admitir. Apesar de todos os ataques de raiva que ela tivera, aquele era o primeiro que parecia realmente genuíno – Bom, parabéns, você conseguiu provar alguma coisa! E a principal foi que a maior droga que aconteceu na minha vida foi ter te conhecido! – Ela abriu a porta da caminhonete e pulou.
- Só um momento! – gritou Sesshoumaru de dentro do carro. Mas ela o ignorou completamente.
Ele também saiu do carro e começou a andar atrás dela, que tirara o salto alto para andar mais rápido.
- Você entendeu errado, Rin! – ela fingiu que nada ouviu – Eu não estava fazendo pouco de você! De forma alguma. Só tentei respeitar... – Ele parou de falar.
Ele não poderia falar para ela que notara que ela era virgem, poderia? Pois fora por isso que ele parara. Por que para ela se guardar por tanto tempo significava que havia algo importante naquilo, não?
- Respeitar o quê? - ele ouviu de repente, vendo ela parada no meio da estrada.
Ele ergueu a cabeça.
- O seu pai... Ele me confiou em mim para levá-la em casa! – ele mentiu. Mas de um modo que ninguém diria que era mentira.
Ela girou nos calcanhares.
- Agora você estava respeitando meu pai? E quando me beijou enquanto eu banhava nua na praia? Esqueceu-se do respeito? Ou quando me beijou quando cai da traineira! Quando me beijou no píer...
- Se você for recitar todos os beijos que tivemos passaremos a noite toda aqui!
- Não se ache tanto! Não foram tantos assim! – e voltou a andar com raiva pela estrada, ela estava colérica. Sentindo o sangue ferver dentro das veias – Eu realmente odeio você, Senhor Taisho! Nunca imaginei que você conseguiria acabar com minhas férias! Mas você conseguiu!
Ciente de que as emoções exacerbadas lhe anulavam o raciocínio, Rin recolheu os fiapos de sua dignidade e recomeçou a andar por aquele asfalto escuro e vazio, logo estava correndo, implorando para que ele não ligasse o carro e viesse atrás dela.
Será que era possível que ela não notava o quanto estava linda? Correndo na direção da escuridão, o vestido verde delineando as curvas harmoniosas, os cabelos castanhos e longos esvoaçando e brilhando ao brilho da lua cheia.
Sesshoumaru não teve outra ração a não ser suspirar, e se recriminar logo depois por ter feito isso.
OooOooOooOooOooOooOooO
Rin continuava com o pastor alemão nos calcanhares enquanto passava o esfregão no chão da cozinha. A raiva que se acumulara na noite anterior parecia não ter se dissipado completamente, a prova disso era a força empregada para limpar o chão. Zangada, Rin chutou o fogão e urrou de dor. Sesshoumaru estava em algum lugar por ali, com a bela secretária Kikyou, fazendo sabe-se lá o quê.
Tudo bem, a culpa era completa de Rin, afinal fora ela que dissera que nunca mais queria vê-lo. Mas... Sentia-se tão vazia.
A única prova de que um dia eles tiveram aquela briga era a caminhonete estacionada na frente da casa, intocada, como um lembrete que estragara algo.
Rin parou e passou as costas da mão na testa para retirar o excesso de suor.
Gatsby ganiu baixinho aos seus pés.
- Eu sei, eu sei! – ela resmungou se sentando no chão. O cão se aproximou dela e lhe lambeu o rosto. – Eu tenho que ir embora Gatsby! É a oportunidade que tenho esperado a muito tempo, e ser redatora de Cristopher Parsons é algo que realmente quero!
O Cão deitou-se, colocando a cabeça na coxa de Rin.
- Mas não deveria se preocupar! Eu ainda tenho três semanas de férias. Assim que eu terminar meu trabalho por lá venho para cá tirar o resto das minhas férias!
Ela ficou calada por mais alguns minutos.
Ela entendia muito bem o porquê de estar se sentindo tão mal... Por que sabia que na próxima vez que voltasse Sesshoumaru não estaria mais ali. Talvez nunca mais o visse na vida.
Ela fechou os olhos para não começar a chorar. Ela sabia que se voltasse repentinamente para Nova York Sesshoumaru talvez nem sentisse sua falta.
Mas... Ela queria vê-lo uma ultima vez, apesar de ter afirmado na noite anterior que queria exatamente o contrário.
Mas poderia se arriscar a perder uma oportunidade daquela só por causa de Sesshoumaru? Não. Ela seria uma louca se não saísse correndo para Nova York para ocupar seu novo cargo. O iate de Sesshoumaru estaria pronto em alguns dias e ela iria embora sem nem pensar duas vezes, por que ela deveria considerar abrir mão de sua grande chance?
- Além disso...- falou ela para si mesma – Meu salário vai aumentar consideravelmente! Assim talvez eu leve você comigo Gats na próxima vez! – a quem ela queria enganar com aquela desculpa? Seu salário já era rechonchudo o suficiente para ter todas as mordomias que queria. A ladainha dela continuou, e Gatsby a ignorou completamente.
Quando ela notou isso, sorriu e se levantou.
- Vou ligar para a empresa de linhas aéreas para mudar minha passagem aérea para hoje a noite e depois vou arrumar as minhas malas – e se dirigiu para a porta – Talvez... Gatsby, gostaria de ir a praia dos limoeiros comigo depois? Uma despedida a Swan Quarter!
Gatsby latiu baixinho.
- Imaginei que gostaria! Volto logo!
Meia hora depois ela voltou para a cozinha, suas passagens aéreas estavam reservadas, as malas prontas. Aquilo era um ponto final, estaria indo embora para Nova York ainda naquela noite.
Preparou um lanche rápido para levar para o passeio e pegou um pacote de biscoitos para Gatsby. Antes de sair, rascunhou um bilhete para Kai explicando toda a situação. Talvez aquilo lhe poupasse de algumas perguntas. Não queria que Kai achasse que ela estava indo embora às pressas por estar ressentida com alguém. Depois que acabou o bilhete e assinou resolveu deixar um pós script, que dizia "O senhor poderia me deixar no aeroporto hoje a noite?" e para amenizar um pouco o bilhete desenhou uma carinha feliz ao lado do P.S..
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O clima era típico de julho na Carolina do Norte, com sol inclemente e ar extremamente úmido. Sentado na proa do barco de Rin, Gatsby ia com a boca aberta, pegando com a língua algumas gotas da água salgada que respingava.
Ela se ressentia por ter de deixar aquele lugar, o lugar dela era no mar. Fora ali que nascera e aprendera a ser gente.
Ela só podia ser idiota por trocar aquele lugar pela abafada Nova York.
Ela suspirou...
Mas tinha que ir!
Já tinha decidido isso!
Apreciando a larga esteira branca que formavam na água ela ouviu o motor falhar uma ou duas vezes. Fez um barulho de leve irritação com a boca. Kai prometera revisar o motor do barco e pelo jeito não fizera, mas também, estavam na alta temporada de pesca e Kai estava concentrado em consertar a droga do iate de Sesshoumaru!
- Isso quer dizer que estamos por nossa conta! – ela disse dando alguns tapinhas no motor – Não vá me decepcionar, hein?
Como se entendesse suas palavras, o motor ganhou potencia e Rin empinou a proa na direção da praia.
- Vamos, Gatsby! – disse ela ao sentir o barco atolar na areia. Pegou o cobertor e o lanche – é o nosso ultimo dia juntos até o inverno, então é melhor vir aproveitar!
O dia de idílio passou voando com brincadeiras com o cachorro e mergulhos na água fresca da praia.
Rin usava um biquíni pequeno e preto, que contrastava lindamente com sua pele pálida.
Ela quase nunca tivera coragem de usar aquele biquíni, mas era o último dia dela ali, numa praia só com seu cachorro... Ela podia aproveitar, não?
Enquanto se secava do último banho ela olhou as horas, ainda tinha bastante tempo para voltar para casa e arrumar os cabelos para ir para o aeroporto. Ela se ressentia de ter que voltar a se a super redatora, mas se não havia jeito...
Gatsby se instalou na proa do barco enquanto Rin puxava o cordão para dar ignição e ligar o motor. Nada. Tentou de novo. Nada.
Nervosa, ergueu a tampa do motor e apertou os cabos internos. Puxou de novo o cordão. Nada. Fez tudo que tinha que fazer, até verificou o tanque de gasolina, apesar de saber que Kai nunca os deixava vazios. Mas o motor continuava inerte.
Ela ergueu o rosto e respirou fundo.
Estava num local deserto. Não numa ilha, mas numa estreita faixa de praia resguardada por mata densa.
E pior era que ela dissera no bilhete que estava indo para a praia dos limoeiros, sendo que ficara um pouco antes. Mesmo se seu pai viesse procurá-la, não sabia se ele seria capaz de encontrá-la.
Contemplou as copas altas das árvores e gemeu. Só se dava para chegar ali de barco mesmo.
Teria de correr mais de cinco quilômetros de floresta primitiva para chegar à estrada.
Gatsby uivou, sentindo seu dilema.
- Vamos voltar para a praia, Gats. Não podemos fazer nada. Agora, pelo menos!
O sol já começava a se pôr, e Rin estava tentando convencer a si mesma que logo Kai chegaria.
Olhou para o relógio, tinha que ir logo, se não se atrasaria para o seu vôo.
Seu pai com certeza já devia ter lido o bilhete, será que ele notou o grande atraso dela? Será que ele estava fazendo de propósito para ela não voltar para Nova York?
Ela balançou a cabeça. Que idiotice! Por que as pessoas sempre tendiam a pensar que por trás de tudo que acontecia havia algum plano mirabolante?
Foi quando viu algo branco se movendo na água, ela sabia que era um barco antes mesmo de ouvir o motor.
- Lata, Gats! – gritou ela enquanto balançava a toalha furiosamente.
Era pouco provável que alguém ouvisse o cachorro, mas a pelugem negra deveria chamar a atenção das pessoas a bordo do barco.
A embarcação começou a se aproximar, e sentiu o estômago revirar quando reconheceu quem dirigia ela: Sesshoumaru Taisho.
Virou-se de lado, surpresa. E se dirigiu para seu próprio barco para preparar os cabos de reboque.
Ao ouvir a voz dele sentiu-se mal. Ela queria desesperadamente que a voz dele não a abalasse daquela forma. E droga, de todas as pessoas do mundo tinha que ser logo ele a resgatá-la? Logo no dia após a cena humilhante do quatro de julho?
Oh, ela preferia enfrentar um tubarão!
Sesshoumaru encarou-a, frio e arredio.
- Seu pai continua trabalhando no iate, e para não atrapalhá-lo eu me ofereci para procurar você! Será que não consegue pensar um pouco antes de agir assim, por impulso? Kai me disse que você sabia que o motor do seu barco não estava bom, sendo assim, por que saiu com ele? Queria que eu viesse atrás de você, é?
Touché! Rin conseguiu se equiparar a ele em frieza. Ela conseguira segurar seus tremores. Fixou nele os lindos olhos e disse:
- Meu pai não pôde revisar o motor do meu barco por que estava trabalhando no seu iate. E, não, não saí para passear só para você vir atrás de mim. Aliás, obrigado por me salva mais uma vez! – ela deu um sorriso frio – mas não deve se preocupar mais. Em poucas horas não terá mais que se preocupar mais comigo. Estou indo embora para Nova York essa noite, senhor Taisho. Ou seja, nunca mais precisará me resgatar! – Rin adorou vê-lo estreitar os olhos, em uma reação de surpresa. Não que se interessasse pela reação dele.
A viagem de volta ao píer foi silenciosa. Sesshoumaru apertava com força o volante da lancha, de costas para Rin.
Infelizmente, no final da viagem eles pegaram chuva repentina costumeira da região, ela estava gélida e forte, e por sorte eles já estavam no fim do percurso. Mesmo assim era bem capaz de ela pegar um resfriado daqueles.
Completamente molhada, ela pulou para o píer. A blusa branca grudara no corpo ao ponto de mostrar com detalhes o biquíni preto. Ela se virou para Sesshoumaru. Que estava tão molhado quanto ela.
- Obrigada por me trazer – Agradeceu Rin, formal – Lamento a inconveniência, sei que é muito ocupado!
Sesshoumaru a olhou sério e não respondeu, mas ainda era capaz de constrangê-la. Em poucas horas ela estaria livre da sensação. Fechou os olhos para sentir as gotas de água baterem em seu rosto.
Aquela seria a única despedida que teriam.
Quando os abriu, olhou para ele mais uma vez, uma última vez. Deu meia volta e saiu andando.
As lágrimas lhe embaçaram a visão, mas o cachorro a guiou em segurança até em casa.
Até meia noite daquele mesmo dia ela estaria de volta ao seu apartamento, e aquela semana não passaria de um interlúdio.
- Por que deveria ser diferente? – indagou ao cachorro.
Nunca estivera em seu destino, concluiu, endireitando os ombros.
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Eu sei, Eu sei! É vergonhoso da minha parte passar mais de um mês sem postar um capitulo e quando posto ainda eh uma capitulo desses! Curto, sem um pingo de algo interessante!! Eu sinto muito! Queria ter feito um capitulo melhor, mas infelizmente esse tinha que vir, eh uma transição para o vem por ai!!
Como podem ver, nossa linda Rin irá voltar para Nova York!!
HOHOHOHO
O que será que espera por ela?
Esperem só um pouco, acho que tenho algo aqui que pode dar uma dica...
~Ah, eh uma pena, mas Sesshoumaru não aparece no próximo capitulo! Quem aparece agora é o nosso misterioso escritor: Cristopher Parsons!
Quem será ele em gente?
Uma amiga minha apostou dez reais com a minha prima que era o Inuyasha! Uhuahuahuahhu (eu pensei que ela ia querer apostar comigo^^, mas como diz Bella Swan, seria a mesma coisa que apostar com Alice Cullen)(deu para notar que li crepúsculo ultimamente??? Achei que o livro era modinha e naum queria ler, mamãe me fez comprar para ela... Tava sem te ro que fazer no avião e viciei! O livro eh muito bom!! *-*)
Não vou colocar nenhuma parte aqui por que o que escrevi ateh agora naum eh interessante!! Bom...
Talvez isso seja interessante:
- Podemos ter uma longa e duradoura relação de trabalho, desde que corrija somente o que autorizei. Não pretendo adiar a entrega do original revisado, programada para daqui a dois dias. Resumindo, srta. Takahashi, se insistir nas demais correções, não enviarei o original. Estamos entendidos?
- Perfeitamente, senhor Parsons. Só mais uma pergunta. Se seu novo editor fosse homem, teria acatado as sugestões dele?
- Pensando em queimar o sutiã, senhorita Takahashi?
(...)
- Espero que morra sufocado!
Hm... pelo jeito teremos uma relação interessante por aqui!!
Muahhahaha!
Bom, gente! Peço desculpas mais uma vez por ter demorado para postar um novo capitulo!
Acontece que nesse mês de maio tive alguns compromissos que me deixaram impossibilitada de escrever, como:
~Me mudei para Itz e estou sem internet.
~Viajei para São Paulo para participar da Sétima Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE)
~Gincana de Bio-Exatas (maldita gincana, comeu mais meu juízo que a feira)
~ Provas Bimestrais das minhas trinta e umas matérias (eh nessa semana ianda, to estudando para fazê-las)
Como podem ver, foi um mês bem atribulado e esse mês pretende ser tão quanto maio!! ^^ Como recompensa (se eh que isso pode se chamar de recompensa)
Aqui está o começo do capítulo Cinco de Os Guardiões dos Elementos- Memórias
Capítulo V: Desculpe, quem eu sou?
"Era horrível acordar com aquele fulgor desesperado.
Não acontecia sempre, mas aquela era uma ocasião "especial": ela fora seqüestrada.
Desorientada, Kagome se sentou naquela grande cama. Piscou de forma confusa e se arrastou até a beirada. Apoiando-se com as mãos ela olhou em volta.
Onde estava? Ela se perguntava.
Nunca vira aquele quarto antes... Ao mesmo tempo tinha a impressão que passara toda a vida nele, e que assim conhecia tudo dele.
Era um quarto incomum. Paredes de pedra avermelhada, com teto alto. Janelas de madeira, que estavam abertas e por isso iluminavam muito o quarto. A cama em que estava era de dossel e não havia tapete no chão. Algumas cadeiras e escrivaninhas pelo enorme quarto. Nada muito estranho, a não ser aqueles objetos que estavam em uma das escrivaninhas.
Ela colocou um pé no chão, sentindo a pedra fria lhe causar arrepios.
Ao ficar de pé sentiu que seus membros ainda estavam entorpecidos pelo sono. Mas isso não a impediu de andar até aqueles objetos.
Aqueles objetos eram armas e equipamentos de guerra. Ao lado havia uma armadura pequena e feminina, que tinha um leve brilho rosa. No móvel havia uma espada embainhada, um arco, uma aljava e um pequeno punhal. Também havia um anel estranho.
Ela ergueu o arco, pois foi aquilo que mais lhe chamou atenção. O arco era pequeno, perfeito para ela, o cabo estava envolto de um tecido aveludado que lhe acariciava a mão, e nesse tecido negro haviam desenhos estranhos em linha prateada. Era estranho segurar aquele arco, era como se sentisse que estava voltando para casa.
Ela soltou o arco com amabilidade e passou a mão pela aljava de couro marrom, na aljava tinha umas cem flechas guarnecidas com penas de cisne.
Depois Kagome segurou a espada. Estava preparada para brandir algo pesado e inóspito. Mas o que ergueu foi uma espada leve e brilhante. Tirou-a da bainha, e sentiu como se aquela peça de aço fosse uma extensão de seu braço.
Por ultimo segurou o anel e o observou, no anel havia a figura de um cavalo com asas. Que coisa estranha.
A porta se abriu no exato momento em que ela estudava com mais atento o anel.
Ela teve um sobresalto e se virou para a porta.
Ela deu um passo atrás de forma instantânea ao ver que quem estava na porta era aquele homem que a fizera dormir na noite passada.
- Argletan-sama! – falou ele se inclinando, com um estranho tom de respeito – Desejo infinitamente que me perdoe pelo o que aconteceu na noite passada.
Ela engoliu a saliva que havia se acumulado em sua boca e apertou com força o anel que estava escondido em sua palma.
- Onde eu estou? – ela perguntou com receio, mais pelo medo de ele descobrir que ela estivera mexendo nos objetos do que por ele em si. Ela temia que o que estivesse fazendo fosse errôneo.
- Estão lhe esperando na biblioteca, poderia me acompanhar?
- O q... O que está acontecendo? – Ela perguntou, ela se sentia indiscutivelmente confusa. E até certo temerosa.
- Por favor... – ele pediu fazendo uma leve reverencia – Acredito que irão lhe explicar tudo!
Com os passos um pouco em falso ela se dirigiu para a porta. Ele se afastou do vão da porta para dar passagem a ela.
Kagome não se dignou a falar algo para ele. Ela estava um pouco amedrontada, tinha medo, admitia.
Ela não sabia onde estava, quem era aquele homem, o que queriam com ela... Nada!
A mãe dela era uma grande empresária... Será que aquilo era um seqüestro? Ou tudo aquilo fazia parte do mirabolante plano " Vamos animar a Kagome" de sua mãe?
Hum... Era bom que fosse a segunda opção, pois assim era só ela explodir e pronto.
Ela notou então que seguia por um corredor relativamente longo e indiscutivelmente cinza, por causa das pedras de ar envernizado que cobriam as paredes. Por sorte haviam quadros e peças bonitas que tiravam a atmosfera fria dali.
- Que lugar é esse? – ela perguntou ao passar por uma abertura alta na parede que ela achava ser uma janela. E por essa janela ela vira um grande campo de terra batida com homens lutando, e mais ao fundo vários prédios que pareciam alojamentos.
- Nós estamos no castelo de Moh'r! – respondeu o belo (agora ela observava melhor ele) guia – Regido pela Rainha Ionexmera – Ele lançou um olhar suave para ela.
Kagome começou a simpatizar um pouco mais com ele. Mas não sabia ao certo por que.
- Por que você continua com essas roupas? – ela perguntou se referindo a calça de malha de ferro e o colete.
- É meu uniforme do exército! – ele respondeu sem pestanejar.
- Exército? Desse castelo? – Ela tinha certeza que era um castelo por que ela podia ver as torres de uma das laterais do castelo pelas fendas-janelas.
Ela se perguntou o motivo de estar tão calma... Era para ela estar desesperada, não?
- Nunca... – riu o homem – Eu sou do exército élfico, sou fiel ao general Mailon.
- Hum... Exércitos... Generais... – ela grunhiu. – O que diabos estou pensando? – ela se voltou para ele, finalmente mostrando alguma sanidade (na forma de desespero) – Você pode me explicar o que está acontecendo? Afinal, você é striper ou não?
Ele fez um bico de quem pensava sabiamente na resposta.
- Acho que não... – ele respondeu cautelosamente.
- É bom saber disso! – ela respondeu suspirando – E então... Por que estou aqui? Eu nem sabia que haviam castelos Europeus perto de Tóquio.
- A comandante Fkake irá lhe explicar tudo!
- Comandante Fkake? Poderia ser? Não, é impossível..."
Bom, daqui uma, talvez duas, semanas eu trago esse capitulo de OGDEM!!
Agora vamos as reviews!
carolshuxa
Desculpa ter demorado tanto, Carol!!! T.T
Realmente!! Kohaku eh um gato!!!! (baba)
E Seshy de ciúmes eh lindo!!!!!!!!!
Uhauhauha
Bjsss
Meyllin
Quem não quer uma abraço do Sesshoumaru??? (Inuyasha: EU) Fica quieto garoto!!!!!
A cara da Kikyou quando descobriu que Rin era redatora??? HOHOHOHO, eu comecei a fic pensando nessa cara!! Uhuahahah!
Serio! Adoro fazer isso em minhas fics! Essas voltas por cima sem mais nem menos!!!
Eu nem sinto inveja da Rin, sabia??
Eu tenho O Richard , O Aléxius e O Learco!! Com certeza os três homens mais lindos que existem!!!!! *-*
Ainda bem que vc conseguiu segurar esse seu eu rebelde! Pq pela demora que eu fiz para postar um novo capitulo....
Oo
Medo!!!
Nex Potter
Eu imaginei que vc fosse de portugal!!
Hem... Na verdade eu realmente achava que a fic soh ia ter mais quatro capítulos! Mas recontei e vi que vaum tem mais cinco! Contando com o epílogo.
Acho que posto um novo capitulo em duas semanas.
Shirlaine
(Se escondendo)
Desculpaaaaaaa!!!!!
Eu demorei demais!!
Por favor, me perdoa!!!!!
Please!!!
Eh claro que pode me chamar de amiga!! ^^
Uuahuaha, foi ótimo quando o Sesshoumaru descobriu quem ela era??
Na verdade acho que ele jah sabia a um bom tempo!!!!!!
Jhennie
Realmente!! Escola eh o cão!!!!!
Òó
E no final do no ainda tem vestibular!!!!!!!!!!!! T.T
Yumi Ishiyama Stern s2
(duas que no momento estaum sem nada para fazer da vida!!! Iahuahuahua)
Isabela de Lincourt
Tese de doutorado??!!!
Graças a Deus ainda não!!!!
Ui, chega dah arrepio soh de pensar!!!!
Boa sorte amiga! Sobre o que eh sua tese???
Rukia-hime
Hum... Vou pensar no seu caso!! Rin terminando com o Sesshy1! Hum... Pode ser!!
Uhauhua
Calma! Cinqüenta por cento de chance de ela terminar com ele!
Kohaku com outra namorada!! Boa idéia!! Namorando comigo!! *-*
JuhTaisho
Eu tb sou bem critica quanto a fics!! ^^
Que bom que vc estah gostando!! IUPIIII!!
Bom, acho que a demora para postar vai acabar agora!!
Devo postar de duas em duas semanas no maximo a partir de agora!!!!!!!
Brenda
Realmente!! *-*
Sesshoumaru eh lindo!!! MUITOO!! GOSTOSO!!
(Aléxius: dah para parar de chamar outro homem de gostoso??)
Tah tah! Desculpa!!
*-*
Amai Hana
Amaiiiii!! Quanto tempo!! To com saudades!!!!!!
Stra. Dark Nat
" o Kohaku eh o melhor amigo q todo mundo q te aparece nas horas q precisa só pra te ve, descobre q vc tah apaixonada antes msm de vc admitir, da uma ajuda, conquista teu pai e ainda faz ciumes no carinhaa...alem do claro ser alto moreno de olhos claro x]anhh eu posso roba ele pra mim tbm Tracy!? *-*"
Depois que vc me fez notar o quanto ele eh perfeito vc acha que eia deixar vc roubah-lo??
Verdade!!
Kikyou podia se afogar qualquer dia desses!! Mas naum se preocupa!
Essa eh a ultima vez que ela apreceu na fic!!!!
Ele jah sbaia quem
ela era a muito tempo... Agora sobre ele ser o Cristopher Parsons!!
Sei lah, ainda naum decidi ainda! Tenho duas opções: Ou eh o Inuyasha! Ou naum eh ninguém!!
Bonm, bjss Nat!
Gome*
Verdade! Capitulo passado a Rin abalou!!!!
Kikyou se ferrou!!
Kohaku mostrou o quanto era gostoso e Sesshoumaru finalmente se tocou!!
Eh, um ótimo capitulo!!!
Sesshoumaru eh perfeito!!!
Pervertido e chato, mas ainda perfeito!!!
Kamy
Desculpa ter demorado tanto para continuar!!
Agora vou postar com mais freqüência!
Naum se preocupa!!uahauhaua
Naum achei que vc estivesse puxando meu saco!!
Bjss Kamy!
Bynah
AQUI!!
Demorei mas voltei!!
UAHUAHUAHUAHUHA
Daaf
Demorei muito??
(isso eh pergunta que se faça???)
Bjssss
*Bom, meu trabalho por aqui está feito! Nos encontramos na próxima Bathora, neesse mesmo Batcanal, nesse mesmo Batprograma! Tchau*
