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NOMINADAS À CENÁRIO INESQUECÍVEL
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O cenário foi importante para o desenvolvimento da história, e marcou sua memória, caracterizando a fic para sempre em sua memória por causa da ambientação. Este é o conceito deste prêmio. Os leitores nos apontaram algumas fics com cenários inesquecíveis, e você agora escolhe o melhor deles. Vamos lá?
Para votar: leia o capítulo onde a mesma está, deixe uma review com esta frase:
ESTA FIC É CONCORRENTE NA(S) CATEGORIA(S) Cenário Inesquecivel NO IMPALA TRUNK AWARDS, E FOI AVALIADA.
Temos certeza de que o autor da fic vai gostar de saber o que você achou do capítulo, então... Deixe uma review com sua opinião, sempre que possível.
Quando ler todas as concorrentes da categoria, volte aqui e deixe seu voto para a melhor.
Não se esqueça: a votação vai até dia 30 de abril.
Boa leitura e divirta-se!
Floresta nas Montanhas em Perigo na Floresta, de Crica (cap. 1)
Cena:
A névoa densa cobriu a floresta de repente, causando uma queda brusca na temperatura e dificultando a visão. Mal podiam ver o céu, por entre os troncos altos. O ar rarefeito tornava o corpo mais pesado e dificultava a respiração, principalmente quando se carregava aquelas mochilas pesadas nas costas. (...)
Praia ao Amanhecer em Recordações, de Crica (oneshot)
Cena:
(...)
Sam não entendeu bem o que o irmão dissera. Olhou pela janela do automóvel e viu o oceano. Acompanhou-o com a vista enquanto este descia pelas pedras, tirando a jaqueta, a camisa e as botas que largou na areia. O sol crescia na divisa do céu com o mar, criando um rastro dourado de luz no espelho d'água. As gaivotas apareceram dançando no ar e, rápidas, mergulhavam em busca de uma nuvem maculava aquele imenso azul que ganhava mais cor a cada minuto.
Clube noturno Devil's Mansion, em Freak Show, de Det. Rood (cap. 1)
Cena:
O som techno hipnótico quase ensurdecia os irmãos desde a entrada do lugar.
Feito numa espécie de porão, o lugar era amplo, com seu pé direito alto, dando espaço para pelo menos três mezaninos que circundavam as paredes.
Os spots em tons de roxo e vermelho piscavam ao pulso da música, iluminando as gaiolas penduradas no teto bem no centro, cheias de dançarinas e visitantes que dançavam seminuas.
A pista de dança no centro do salão estava bem escura, mas podia-se notar que ali rolava de tudo: Dança, drogas, sexo, e quem sabe possessões...
Cidade estilo Velho Oeste, em The Colt, por Det. Rood e Crica (cap. 3)
Cena:
Nos voltamos e vimos que o motel não estava mais onde deveria. Estávamos no meio de uma rua larga, sem calçamento e totalmente empoeirada.
Carroças de todos os tipos, das mais rústicas às elegantes, passavam de um lado para o outro, subindo e descendo a rua. Homens montados a cavalo também se misturavam a elas num trânsito meio louco, muito parecido com os das cidades pelas quais passávamos, só que sem sinalização ou policiamento. Um caos total.
Decidimos sair do meio da rua quando um sujeito, conduzindo um cavalo imenso e duas mulas, esbarrou em nós e nos chamou de algum nome que não consegui decifrar, mas pela sua cara, não deveria ser nenhum elogio, disso eu tenho certeza.
Seguimos em frente, atravessando a via, e paramos sobre a calçada feita de tábuas de madeira.
Levamos uns bons minutos para digerir as informações que desafiavam a nossa imaginação, mas o fato é que, a primeira parte do plano infalível do meu irmão tinha acabado de se concretizar. A placa em bronze, bem diante dos nossos olhos anunciava a cidade de New Haven e seus 2.678 habitantes.
Cenário Paradisíaco, em História de Nós Dois, por Emptyspaces11 (cap. 18)
Cena:
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Quando chegou na base da descida, um terreno plano se mostrava a sua frente. Tinham pedras enormes envolvendo a pequena lagoa. E quando Jared desvencilhou-se das plantas rasteiras e subiu em uma das pedras, pode ver o que era, provavelmente, uma visão do paraíso.
Escondida pela mata, a queda se mostrava volumosa caindo por entre as pedras numa pequena lagoa. A água era clara e límpida. Cristalina, refletia o azul do céu e a luz do sol, misturados com o verde da mata. Era um espetáculo de rara beleza. E nesse momento, Jared sentiu-se infinitamente infeliz. Poderia estar vendo pela primeira vez esse espetáculo junto com o homem que amava.
Sete palmos abaixo da terra, em O Coração bate Primeiro, de Emptyspaces11 (oneshot)
Cena:
A respiração continuava ofegante. A madeira. Na direita, na esquerda, embaixo...
Sentir a madeira. A dura e terrível realidade. Verificar... Avaliar... Tocar... Sentir outra vez... Forçar uma abertura...
Algum lugar do Império Romano, em Vendaval de Paixões, de Nualla (cap. 1)
Cena:
(...)
Após o que pareceu uma eternidade, a tropa diminuiu a marcha. Jensen prendeu a respiração ao ver a paisagem. Milhares de tochas salpicavam o chão, sob o céu negro. O som triste de flautas espalhava-se pelo ar.
Uma cidade. Pessoas. Ajuda.
Ele procurou na cena distante algum sinal familiar. Um flash de néon ou o brilho das luzes da cidade. Algo! Quando entraram no subúrbio, Jensen notou que as pequenas cabanas redondas eram iluminadas por lareiras. Procurou não deixar que o temor tomasse conta de si enquanto os soldados atravessavam a cidade.
As cabanas logo deram lugar a construções mais substanciais. Ele atentava para as estruturas altas e graciosas que apareciam de cada lado da rua. Brancas e brilhando com o luar, eram circundadas por elegantes colunas. Apinhadas ao longo das bases das majestosas edificações havia pequenas lojas, imaginou Jensen. Quando a tropa passou, homens e mulheres vestindo longas túnicas apareceram, abrindo as portas de seus estabelecimentos e casinhas para saudá-los, enquanto as crianças corriam ao lado. Ouviu vozes bêbadas cantarolando uma melodia.
Ele tentou assimilar algo, porém nada lhe pareceu familiar, não reconheceu nada. Quando, finalmente, a caravana alcançou portões embutidos numa imensa parede maciça, seus olhos se arregalaram. Uma buzina soou atrás de Jensen, o que quase o fez cair do cavalo. As mãos do comandante foram a salvação, que murmurou algo e o ajeitou.
Os portões se abriram bem devagar. As sentinelas levantaram as armas para saudá-los. Devido aos soldados perambulando pelas largas ruas, ele imaginou que se encontravam em campo inimigo. Procurou não concentrar-se na palavra inimigo, mas a essa altura do campeonato, já esperava o pior.
Um largo bulevar de pedras os levaria até o campo. Mais adiante, Jensen avistou o que devia ser o quartel. Uma fileira de flâmulas, iluminada por tochas, guiava até a entrada da edificação. Os estandartes movimentando-se com a brisa noturna traziam à lembrança de Jensen as bandeiras da base militar em Ramstein.
mais indicações nas próximas páginas!
