Capítulo VII

O dia já ia alto quando Draco acordou novamente. De imediato, não encontrou nada de diferente em sua aparência, o que o animou bastante. Pegou o espelho que sempre ficava no criado-mudo, e fitou o próprio rosto. Nada. Nem uma única cicatriz que fosse.

Viu seu reflexo repetir o sorriso que se formou em seu rosto. Depois de muitas semanas sendo a chacota da Ala, vendo coisas estranhas crescerem em seu rosto, seus cabelos esverdearem e seus olhos mudarem de cor como camaleões, finalmente Draco estava curado. White, o guerreiro do leito ao lado, deu um resmungo de desaprovação.

-Bah! Eu preferia quando você tinha escamas...

Draco tentou xingá-lo, mas percebeu que não estava tão curado assim quando o palavrão se transformou em um rosnado ao sair de sua boca. O guerreiro desatou a rir.

-Hei! Lovegood! –a menina que sempre conversava com a caçula Weasley se virou imediatamente para olhar o homem. –O comensal tá curado! A gente pode matar ele agora?

-Controle-se, White. –disse a loira, com aquela voz aérea de sempre. –Dumbledore disse...

-Eu sei o que ele disse, obrigado. –rosnou White, emburrado, fazendo o corte fundo em seu rosto se contorcer com sua careta. Ele completou, com um falsete engraçado: – "Todo aquele que salva um dos nossos merece respeito e gratidão, e será bem vindo no exército da luz"... Bah!

A loirinha riu um pouco, e disse algo como "Tenho que avisar Gina", pouco antes de sair da Ala. Draco nem bem recostou-se novamente nos travesseiros, apoiando a cabeça nos braços, quando White se remexeu e resmungou:

-Eu também vou ter alta por esses dias. -Draco só então percebeu que o guerreiro falava com ele, e virou a cabeça em sua direção para dizer que estava ouvindo -Eu vou ficar de olho em você, Malfoy. É melhor não aprontar nada, entendeu?

Draco encarou-o por um segundo, e então afirmou com um aceno de cabeça. White deu um grunhido e desviou os olhos de Draco.

Estava encrencado. Iria, sim, ficar ao lado de Dumbledore e lutar contra o Lorde, mas... Bem, os soldados negros eram todos enormes, poderosos, não suportavam traidores (com certa razão) e o pior: eles controlavam gigantes.

Um arrepio desceu pela espinha de Draco ao imaginar a si mesmo diante de um gigante. Tentando apagar as imagens de um minúsculo Draco Malfoy sendo esmagado por uma grande clava, o loiro sacudiu a cabeça com força, e viu um par de olhos castanhos intrigados a fitá-lo.

-Você tá bem?

Draco afirmou com novo aceno. A menina Weasley sorriu, e deu uma rápida examinada no rosto do loiro.

-É, parece que acabaram mesmo os efeitos colaterais... -ela torceu o nariz diante de uma idéia que não parecia querer compartilhar com Draco. Quando ele fez uma careta, como se dissesse "Conta logo o que foi", e ruiva suspirou e disse, levemente corada: -Você olhou em todo o seu corpo? Quero dizer, em tudo mesmo?

Draco não entendeu de imediato, mas as risadas engasgadas de White e o rubor no rosto da Weasley o fizeram compreender. Puxou a gola das vestes negras e examinou seu peito. Nada. Um tantinho mais aliviado, ele ergueu a lençol que o cobria e viu se havia qualquer coisa de anormal. Nada. Com um sorriso de alívio, voltou-se para a ruiva e negou com a cabeça. Ela sorriu de volta.

-Bem, Malfoy -disse ela, pegando um pergaminho no criado-mudo ao lado e anotando alguma coisa com uma pena -então acho que já não tem mais nada a fazer aqui.

Draco a encarou por um segundo, incrédulo, esperando ela notar alguma coisa errada. Mas ela não percebia...

-Dumbledore quer que você vá procurá-lo assim que sair da Ala, -ela começou a juntar alguns frascos numa pequena bolsa -para resolver a sua posição, e tudo o mais. -Draco tentou cutucá-la para dizer que ainda continuava sem voz, mas ela não lhe deu chance, começando a juntar alguma coisa no chão, sem encarar o loiro. -Ele também quer que você lhe diga o que...

-Dizer? -White riu descaradamente -E ele vai dizer como?

Isso fez a ruiva voltar a olhar para Draco, que rosnou para mostrar sua falta de voz. Ela deu um tapa na própria testa.

-Acho que não está tão curado assim...

-Mas estar sem voz não é um ferimento. Dumbledore vai mandá-lo lutar mesmo assim... -disse a sonhadora menina loira. Draco quis esmurrá-la, sem nem saber por quê.

-É... -disse a ruiva, parecendo contrariada. -É, acho que tem razão... Luna, vai avisar o diretor, por favor...

-Colin já fez isso. -a loira parou aos pés da cama de Draco, observando a cena como se estivesse vendo um espetáculo. -Aliás, ele avisou o exército inteiro. Eu o encontrei no meio do caminho quando fui te chamar, e ele saiu, correndo e gritando: "o Malfoy tá curado! Salvem suas vidas!" e coisas assim...

A ruiva e White começaram a rir, e Draco limitou-se a torcer o nariz. É, o lado da luz tinha uma visão realmente boa sobre ele...

-Ginevra! -chamou White. A menina Weasley fez uma careta para ele. -Eu não sinto mais nenhuma dor. Acha que já me curei?

Ela negou com a cabeça.

-Você foi atacado por lobisomens, White. Esteve à beira da morte, e só na lua cheia saberemos se conseguimos conter a transformação. E, até lá, você não vai sair dessa Ala. E nem adianta reclamar! -completou, vendo a cara feia de White.

O auror resmungou e se remexeu na cama, mas não disse mais nada. A menina loira continuou a fitar Draco com aquele olhar sonhador, e ele pôde ouvi-la cantarolando em sua mente: "Gina vai casar". Sentiu um arrepio descer por sua espinha, sem nem entender bem por quê.

-Malfoy, -chamou novamente a Weasley, desviando os olhos de Draco da loira e sua expressão de quem acabou de ler um romance bem meloso. Ela lhe estendeu um pergaminho enrolado por uma fita branca. -aqui explica toda a sua condição, diz que ainda não pode falar, e também tem uma poção que deve ir tomando pra recuperar a voz. Pode ir agora, você não tem mais nada a fazer aqui!...

Draco a encarou. Ele sentia que tinha que dizer alguma coisa, mas, além de não saber o quê, não conseguiria falar nada. Com um suspiro, ele se levantou do leito e testou as próprias pernas. Ficar deitado por muito tempo não é nada agradável, pensou, sentindo os pés se firmarem mal no chão liso da enfermaria. Com um novo suspiro, dessa vez de alívio por não ter caído nem nada do gênero, Draco virou-se para a menina Weasley e fez uma reverência em agradecimento, que a fez rir um bocado.

-Não tem de quê -respondeu ela, sabendo exatamente o que ele queria dizer. -Agora, vai embora daqui, Malfoy, Dumbledore deve estar te esperando!

Enquanto saía da Ala, muitos pensamentos surgiram na cabeça de Draco, a maioria sobre a sua estranha amizade com a ruiva. Não eram exatamente amigos, mas... Bem, eles adquiriram uma proximidade engraçada desde que ele acordara na enfermaria. Seria algo tipo paciente-médico? Não, não era tão frio... Então, era como dois colegas de turma?... Não, também não era assim...

Sacudiu a cabeça, tentando ignorar as vozes em sua cabeça, que soavam muito com a voz sonhadora da menina loira, falando sobre a profecia de Trelawney. Não tinha que se preocupar com isso. A professora nunca acertou nenhuma profecia na vida! Ah, talvez algumas. Certo, ela acertou duas das profecias mais importantes para o reino mágico, mas e daí? Não significava que ela acertara de novo. Não é?

Sentiria um forte sentimento de nostalgia ao passar pela grande escadaria e pelas pesadas portas de carvalho de Hogwarts, se esses pensamentos insanos sobre a veracidade das previsões de Trelawney não o perturbassem a ponto de não ver para onde ia. De fato, Draco só percebeu que não estava mais no castelo quando a luz do sol, forte e ofuscante, cegou-lhe a vista. Por um milésimo de segundo, não viu um único palmo diante do nariz, mas logo seus olhos cinzentos se acostumaram à claridade.

Havia muitas tendas nos jardins da escola, algumas coloridas e chamativas, mas a grande maioria era de um tom cinza-esverdeado que parecia um pouco com a cor de uma lesma que Draco vira em Trato de Criaturas Mágicas... Suspirou, tentando lembrar as instruções que a ruiva lhe dera.

-Vire à direita na primeira tenda vermelha, -disse a garota, sua voz familiar ecoando na cabeça de Draco -e logo você vai ver uma barraca pequena e azul.

Qual tenda vermelha? Havia dúzias de tendas vermelhas naquele lugar! Respirou fundo, contou até dez, e se pôs a andar sem rumo. Cedo, ou tarde, acharia a tenda azul.

Logo se arrependeu de não ter uma direção. Para onde olhasse, os guerreiros brancos o encaravam num misto de desconfiança e até medo, alguns apontavam a varinha para Draco até ele sumir atrás de uma barraca, outros davam rosnados estranhos, e teve um infeliz que gritou algo como "Um soldado negro! É uma invasão!". E estava se sentindo realmente estúpido andando em círculos pelos jardins.

Virara à direita em todas as tendas vermelhas que vira, e não achou nem uma única barraca azul. Com um rosnado irritado, Draco pensou em quebrar a própria perna e voltar para a enfermaria, mas então sentiu uma mão pousar em seu ombro. Virou-se, quase em guarda, e encontrou a grande barba prateada e os olhos azuis de Dumbledore a fitarem-no com certo divertimento.

-Vejo que se perdeu, sr. Malfoy.

Contrariado, Draco afirmou com a cabeça. Dumbledore deu um sorrisinho.

-Venha, meu rapaz. Por aqui.

E guiou Draco por entre o labirinto de tendas até a tal barraca azul. O primeiro pensamento do loiro foi: "A Weasley estava louca ao pensar que eu iria encontrar isso sozinho". A tenda era tão pequena que parecia feita para um elfo doméstico, e era de um azul era tão desbotado que Draco não se surpreenderia se a tenda fosse enfeitiçada para se camuflar no verde queimado da grama de Hogwarts. Sem pestanejar, Dumbledore empurrou o loiro para dentro da tenda, cuja entrada era tão mínima que ele teve que se abaixar para passar.

Por dentro, a barraca era gigantesca. Uma enorme mesa circular estava no meio do lugar, e muitos soldados estavam sentados ao seu redor, numa tentativa de imitar Rei Arthur e seus Cavaleiros. Draco pôde reconhecer alguns rostos: aquele lobisomem Lupin, sua prima Tonks, Sirius Black (Draco se surpreendeu de novo, mas conseguiu esconder bem seu espanto atrás daquela sua usual máscara de frieza), cinco Weasleys (o pai estava entre eles desta vez), McGonagall e todos os outros professores do colégio, com exceção de Snape e Slughorn, e mais algumas pessoas que ele nunca vira... Merlin, era muita gente!

Dumbledore foi para seu lugar no lado oposto da mesa, de frente para a entrada da tenda, e entrelaçou as mãos sobre a barba.

-Então, senhor Malfoy, -começou ele, diante dos olhares intrigados de uns, e enojados de outros -poderia confirmar, novamente, que está do nosso lado?

Draco se remexeu desconfortavelmente, e estendeu o pergaminho que a ruiva lhe dera. Nem por um segundo pensou em abri-lo e ler, algo do qual estava profundamente arrependido agora. Afinal, apenas achava que ele e a menina Weasley estavam se tornando amigos. E se ela pensasse o contrário? Quando Dumbledore tomou o pergaminho, Draco imaginou todas as coisas que ela poderia ter escrito, e já viu a si mesmo sendo jogado de cima da torre de Astronomia, como Dumbledore fora jogado por Snape... Mas então, um sorrisinho surgiu no rosto do diretor, pouco antes de ele dizer:

-Não pode falar. Entendo... -com um aceno de varinha, ele fez surgir uma lousa verde escura atrás de Draco, e completou: -Escreva na lousa o que quer dizer, Malfoy.

Draco encarou a lousa com um frio no estômago. E se dissesse alguma asneira? Com um suspiro, rendeu-se e se pôs a escrever, usando o mesmo feitiço que fizera várias vezes para se comunicar com a menina Weasley. As palavras surgiram, prateadas, na lousa, conforme ele as desenhava com o dedo.

Eu, Draco Malfoy, afirmo não estar mais aos serviços do Lorde das Trevas, como o professor Dumbledore pôde comprovar com aquele feitiço na Ala Hospitalar, diante do testemunho de quatro Weasleys.

Um dos ruivos resmungou qualquer coisa, e Dumbledore pareceu satisfeito. Acenou com a cabeça, indicando que Draco poderia apagar o que escrevera, e então se inclinou para frente, encarando-o intensamente.

-Diga, senhor Malfoy, o que o fez mudar de lado?

Draco hesitou por um instante. Imagens inundaram sua mente, sangue, o cheiro de mofo, os cabelos prateados espalhados pelo chão frio das masmorras...

Assassinaram a minha mãe.

Um burburinho correu a tenda, e se desfez assim que Dumbledore pediu silêncio.

-Isto pode ser confirmado?

Com certa raiva contida, Draco escreveu:

Claro que é confirmado! Eu vi! Ela estava lá, cheia de sangue, a cabeça amassada...

-Não, senhor Malfoy -interrompeu-o Dumbledore, fazendo Draco parar a frase no meio do caminho. Não havia nenhum sorriso em seu rosto agora -Mais alguém, além de você, pode confirmar isto?

Draco sentiu-se muito estúpido ao negar com a cabeça.

Não era permitida a entrada de ninguém nas masmorras. Só os guardas e o Lorde...

Ele parou. Seria possível que o Lorde?... Não, ele não faria isso. Ele prometeu... Mas... Desde quando a palavra dele valia alguma coisa?

-Malfoy? -chamou-o o diretor, fazendo Draco pular e continuar escrevendo.

...Poderiam entrar lá sem precisar de permissão.

-Lá aonde, exatamente? -perguntou McGonagall, seus olhos faiscando detrás dos óculos.

Nas masmorras da...

O feitiço falhou. Por mais que Draco tentasse escrever as palavras "Mansão Riddle", nada surgia na lousa. Num instante de desespero, Draco sacudiu a mão, como se esta fosse uma pena entupida que queria fazer funcionar, e mesmo assim nada aconteceu. Simplesmente não conseguia escrever.

Suando frio, Draco riscou qualquer coisa na lousa, para ver se ainda conseguia fazer o feitiço. Mas todas as frases, coisas inúteis como "eu não posso falar", "o céu é azul" e "a entrada da tenda deveria ser mais alta", surgiram perfeitamente bem. Sacudiu a cabeça, agora muito nervoso, apagou as frases idiotas e tentou completar a outra.

Nas masmorras da...

As palavras ainda não saíam. Irritado, Draco saiu de perto da lousa, e tentou escrever sobre a mesa, no ar e nas paredes de tecido da tenda. Mas, em todas as tentativas, as palavras "Mansão Riddle" eram as únicas que não saíam.

-Acalme-se, Malfoy! -disse Lupin, pronto para levantar e sacudir Draco pelos ombros quando ele se pôs a tentar escrever na grama. -Está mais do que claro que o Lorde tem um feitiço antitraidor, Dumbledore.

Antitraidor?

Novo murmúrio percorreu a tenda, mas Draco não ligou. Olhou para a própria cintura, e comprovou o que seus pensamentos tentavam negar: a espada de Riddle estava lá, dentro da bainha, amarrada firmemente junto a seu corpo desde que juntara seus pertences ao sair da Ala Hospitalar. Sem pestanejar, Draco desembainhou-a e jogou o objeto para o outro lado da tenda, e voltou-se novamente para a lousa, diante do repentino silêncio e dos olhares mais que intrigados de todos.

Nas masmorras da Mansão Riddle.

Sentiu um alívio tão grande ao ver as palavras serem escritas, que caiu sentado no chão. O burburinho recomeçou, desta vez mais alto e cheio de vozes.

-Devemos mandar um grupo pra lá...

-E se ele estiver mentindo?

-Precisamos de Veritasserum!

-Quem garante que ele não pode mesmo falar?

-Alguém busca Veritasserum! Rápido!

Um Weasley zuniu pela tenda afora, voltando instantes depois com um frasquinho de líquido transparente. Draco nem teve tempo de se questionar se aquilo era mesmo a poção da verdade ou veneno, quando Lupin se adiantou e tomou o frasquinho, estendendo-o a Draco enquanto dizia:

-Tome uma gota, senhor Malfoy, e depois torne a dizer tudo o que acabou de escrever.

Draco o encarou com as sobrancelhas arqueadas, mas como todos ali o fitavam cheios de desconfiança e expectativa, deu-se por vencido e tomou uma gota da poção. De início, não sentiu nada; mas depois de um instante, em que Lupin repetiu sua ordem, Draco sentiu a cabeça vazia e tão clara quanto o líquido no frasco. Sem parar para pensar, ele se levantou e tornou a escrever na lousa:

Eu não estou mais aos serviços do Lorde das Trevas, como o professor Dumbledore, quatro Weasleys, aquela loira estranha que gosta de profecias, White e a menina ruiva que eu salvei (e que não deveria ser chamada de Weasley, já que ela é bonita demais e não se parece em nada com os seus irmãos), puderam confirmar na Ala Hospitalar com um feitiço que eu não faço idéia de qual seja. Sinto muito por ter matado tantos centauros, mas eles queriam me matar também, e eu estava louco para descontar minha raiva por alguém ter assassinado a minha mãe nas masmorras da Mansão Riddle.

Lendo suas palavras, Draco não viu nada de errado, mas alguma coisa lhe dizia que Weasleys não faziam caretas assassinas por nada... Black engasgou, transformando uma risada num acesso de tosse, e Lupin deu um sorriso muito estranho.

-Acho que isso é o bastante pra mim... -disse o lobisomem, voltando a sentar-se em sua cadeira e colocando o frasquinho sobre a mesa. Um daqueles ruivos gêmeos resmungou algo que envolvia "imunidade à poção da verdade" e "a maldita profecia de novo, não", o que o fez receber uma tremenda cotovelada do irmão.

-Para mim também -disse Dumbledore, se levantando e calando o ruivo, que agora reclamava por ter sido acotovelado.

Draco se remexeu no lugar quando viu o diretor se aproximando com a varinha em punho. Fechou os olhos, esperando um Cruciatus ou mesmo um Avada Kedavra, mas não sentiu nem mesmo cócegas no estômago. Intrigado, Draco abriu os olhos e viu uma nova espada ser conjurada a partir de uma grande pedra.

-Draco Malfoy, -disse Dumbledore, estendendo-lhe a espada -seja bem vindo ao meu exército.


N/A: eeeeeh!!! Eu consegui!!!! Mais um capítulo pronto!!! Demorei um pouquinho de novo, mas valeu a pena, não? Ah, este é um dos capítulos que mais gostei de escrever!

Agora, agradecendo as reviews:

EuDy: desculpa, mesmo, pela demora. Mas beeem, pelo menos o capítulo fica bom! Eu prefiro demorar e escrever algo que preste do que postar correndo e ficar um capítulo meia-boca... Fico feliz por estar gostando!!!! Brigada pela sorte (eu ando precisando, hahaha)!!! Bjs!!!!

Biazinha Malfoy: que bom que gostou!!! E a Luna tá certa, sim, mas como sempre, ninguém a leva a sério! hahahaha... Aqui a continuação, espero que goste!!! Bjs!!!

Sophia D.: sem dúvida é ótimo receber todas as suas reviews! Eu "si" divirto lendo as suas!!! Você nem tem idéia do quanto eu ri quando eu li: "meu naum tem como vc sempre me faz rir de alguma forma", hahahahaha... Que bom!!!! Fic fodástica?? Puxa/emocionada/ (aliás, o que o FF tem contra os asteriscos???) E duas vezes ainda! Que emoção! Espero que goste desse capítulo!!! Bjs!!!!