CAPÍTULO SETE – Pingos nos Is
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You make me so hot, make me wanna drop
(Você me faz pegar fogo, me faz querer larger tudo)
It's so ridiculous, I can barely stop
(É tão ridículo, eu mal posso parar)
I can hardly breathe, you make me wanna scream
(Eu mal posso respirar, você me faz querer gritar)
You're so fabulous
(Você é tão fabuloso)
You're so good to me, baby, baby
(Você é tão bom comigo, baby, baby)
x Avril Lavigne – Hot x
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— Ah, puta-que-pariu. – Edward falou rapidamente e alto. Eu me sobressaltei ao ouvir palavrões naquela voz suave.
— O que foi? – perguntei, confusa. Ele se afastou de mim e andou até suas roupas.
— Como eu pude esquecer de proteção? – rosnou, mais pra si mesmo.
— Se vestir com pressa não vai mudar nada. Relaxe, Edward. – falei, suspirando. Continuei na mesma posição de barriga pra cima na cama, nua, tranqüila.
Ele relaxou um pouco quando falei seu nome, mas depois revirou os olhos pra mim. Sorri.
— O quê é isso, golpe da barriga? – fez ele, franzindo o cenho ao usar o termo.
— Achei que golpe da barriga é quando a mulher finge estar grávida, e não quando armava propositalmente uma gravidez. – murmurei distraidamente.
Ele hesitou.
— Isabella, não brinque com isso. Tem 18 anos, é nova demais pra se meter com esse tipo de idiotice.
Sua seriedade me fez rir. Ele olhou pra mim confusamente e depois observou meu corpo descoberto. Inconscientemente, me encolhi de constrangimento. Seu olhar voltou para meu rosto e fui convencida por uma parte indecente da minha mente a checar o corpo dele também.
Os músculos fortes dos ombros dele e seus braços eram do tamanho certo, nem fortes demais nem magros demais. Sua barriga era toda uma atração à parte, os músculos em gomos separadamente fortes, um tanquinho perfeito. Eu queria tocá-lo.
Meu olhar desceu um pouco mais e eu corei, voltando para seu rosto. Ele me encarava sem expressão, aguardando.
— Explique-se.
— Hmm... hã? – murmurei, corando. Não fazia ideia do que ele estava falando.
— Me diga porque não está surtando como eu por termos acabado de fazer sexo sem camisinha. – explicou.
— Oh. – falei muito inteligentemente.
Edward finalmente voltou à cama, mas apenas se sentou ao meu lado.
— Bem, você não precisa estar preocupado com nada, de qualquer forma. Não vou engravidar e tenho bastante certeza de não ter lhe passado nenhum tipo de doença. – dei de ombros deitada, um movimento estranho. Me sentei, puxando o lençol para me cobrir finalmente.
— O que te faz ter tanta certeza disso?
Eu sabia que ele estava falando sobre não engravidar e dessa vez não brinquei.
— Eu tomo pílula há mais de três anos. – dei de ombros. Ele me encarou com uma expressão chocada, então balancei a cabeça rapidamente. – Por razões femininas. – completei, corando. Não queria que ele pensasse mal sobre mim.
Nós ficamos em silêncio por alguns segundos.
— Será que... – comecei, mas então parei. Ele inclinou a cabeça curiosamente, e incentivando a falar. – Estava me perguntando se nós poderíamos... nos ver de novo.
— Nós vamos nos ver na segunda-feira. – se esquivou, fingindo não entender o que eu queria dizer.
Suspirei, frustrada. Virei, deitando em minhas costas e quebrando o contato visual com ele.
— Desculpe. – pediu baixo e eu revirei os olhos pra mim mesma.
— Tudo bem. – falei, suspirando de novo. – Foi uma ideia estúpida. O que um cara como você iria querer com uma garota como eu?
Ele bufou.
— Agora você está sendo estúpida. Esqueceu que eu sou seu professor, Isabella? Você tem ideia de quanta encrenca eu iria me meter por abusar e uma garota que não tem nem vinte?
Eu ri, cheia de sarcasmo.
— Abusar!
— Você tem dezoito anos, Isabella. Não pode nem beber, quanto mais... Você não entende? Eu sou o adulto aqui. Mesmo que você estivesse tentando – como foi que eu acusei antes? – me seduzir, eu tenho a obrigação de resistir, porque eu tenho que ser responsável o suficiente para não me envolver com uma aluna, por mais... fodidamente quente que ela seja.
Pisquei, surpresa. Ele pareceu arrependido assim que as palavras saíram da sua boca. Continuei o encarando, ainda assimilando seu discurso raivoso. Ele não estava me rejeitando, pelo contrário. Ele me achava quente.
— Ninguém nunca vai saber. – sussurrei, esperando seu vômito de palavras. Ele não me olhava, mas também não interrompeu. – Aconteceu uma vez... Bem, duas agora... Ninguém nunca desconfiou. Se alguém absurdamente levantar a hipótese, vão achar absurdo em seguida... Quer dizer, o que o professor poderia ver na garota sem graça da primeira fila?
Edward continuou quieto. Me virei para ele, tocando seu rosto e obrigando-o a olhar pra mim.
— Você não quer isso, Edward? – ronronei, tentando pressioná-lo. Ele estava na borda, só faltava um pequeno empurrão. Desci minha mão para seu pescoço e passei as unhas suavemente pela sua nuca. – Você não me quer?
Um grunhido baixo escapou dos lábios dele e seus olhos se estreitaram.
— Só desconfiariam se nós fôssemos próximos demais. Isso não vai acontecer. Você não quer namorar uma estudante. Nós podemos nos manter assim, encontros esporádicos, alguma diversão e depois cada um segue com sua própria vida.
— O que está sugerindo, exatamente? – perguntou. – Sexo casual?
— Sim. – sorri. – Não havendo envolvimento sentimental, será muito menos provável que notem algo. – justifiquei.
Ele pensou por um segundo.
— Não vai inventar nenhuma baboseira de não pode haver beijos, não é? – fez ele. Eu ri de leve.
— Não. Mas acho que precisaríamos de algumas regras, sim. – falei lentamente. Ele assentiu. – Não podemos contar pra ninguém. Eu vou dizer a Alice porque não consigo esconder nada dela, mas só ela pode saber.
— Concordo com você. Mais alguma coisa?
Franzi o cenho, tentando pensar em algo mais.
— Acho que só. Aos poucos vamos resolvendo isso. – sugeri. Ele assentiu mais uma vez. Eu comecei a sorrir e ele sorriu de volta e se inclinou para perto de mim, depositando um beijo em meus lábios. – Isso é um sim? – perguntei, animada.
— Inferno, sim! Você me deixou completamente louco com aquelas roupas... – gemeu ele, seus olhos ardendo. Eu corei.
— Foi ideia da Alice. Ela meio que me obrigou, na verdade. – admiti.
— Bem, eu agradeceria se você não fizesse aquilo de novo. Embora a visão tenha sido incrível, metade ou mais da população masculina da escola tinha uma ereção, eu sendo o primeiro dessa longa lista. Você tem ideia do que me fez passar? – falou nervosamente, e eu ri, me deliciando com sua confissão.
— Você estava tão bravo! Eu fiquei com medo, mas Alice me fez continuar com o plano absurdo dela.
— É claro que eu estava bravo! Você desfilou na minha frente com a porra duma saia justa e curta com aquelas pernas... Eu queria te agarrar e te jogar na mesa e-
Ele suspirou, se interrompendo. Quase choraminguei e pedi para ele continuar a dizer, mas me segurei.
— Mas depois você não ficou mais tão nervoso. – pontuei, e ele suspirou.
— No começo eu tinha decidido que não ia deixar você me afetar. Óbvio que não funcionou, então me obriguei a... relaxar um pouco. E curtir. Recebi uma advertência por encarar a sua bunda, acredita? – confessou, corando de leve. Eu gargalhei.
— Como assim? – desacreditei, ainda rindo.
— O filho da puta do diretor me pegou olhando pra você. Ele também estava olhando, mas por algum motivo ele me culpou por isso. – explicou, e eu fiz uma careta.
— Eu fui assediada por uns quinze meninos naqueles dias. – falei, minha careta aumentando. – Não queria que ninguém mais me visse daquele jeito, mas não era como se eu pudesse, sei lá, aparecer na sua casa, então eu tinha que ir pra escola...
— Bem... a próxima vez que quiser que eu te veja daquele jeito, é só tocar minha campainha. – sugeriu, sorrindo maliciosamente.
— Ah, certo. Vão me ver na rua, de mini-saia e blusa curta entrando na sua casa e não vão estranhar. – ironizei, revirando os olhos.
— Venha pela porta dos fundos. Eu sei que Alice é quase minha vizinha. Se você passar pelo quintal de trás da casa dos Ackley silenciosamente, pode bater na porta dos fundos sem ser vista. – explicou. Eu levantei as sobrancelhas.
— Quem sabe... – murmurei, e ele riu.
— Já que estamos conversando, me esclareça uma coisa. Não que eu tenha algo com isso, se eu me importasse muito teria perguntado antes de te trazer aqui, mas... aquele garoto loiro, Jasper Hale, vocês estão juntos? – fez ele, curioso.
Eu arregalei os olhos, e então gargalhei.
— Jasper? Você está brincando, não é? Ele é meu irmão! – respondi, rindo. Sua postura relaxou.
— Vocês não são muito parecidos. – pontuou, e eu revirei os olhos.
— Não somos irmãos de sangue, fomos criados juntos. Ele é o namorado da Alice. Nós somos um trio de amigos muito unidos... Bem, Allie e Jazz namoram, mas ainda assim. – expliquei, sem conseguir parar de sorrir. – Por que você achou que eu e ele éramos um casal?
— Vi vocês dois em Port Angeles juntos, lembra? – perguntou, e eu assenti. Tinha sido só antes de ontem? Parecia semanas atrás.
— Eu e Jasper somos muito próximos, e eu estava carente, então ele me levou pra jantar. Ele até disse que... – comecei, mas parei, lembrando de como Jasper tinha me alertado sobre Edward.
— O que foi? O que ele disse? – fez ele, curioso. Eu corei.
— Jasper é... protetor. Ele me disse que não gostou do jeito que você me olhou. – comentei, dando de ombros como se não fosse nada.
— Ah... Bom, se ele não fosse seu irmão de criação e namorado da sua melhor amiga, eu diria que ele está com ciúmes. – pontuou, e eu ri.
— Isso é porque ele está. Seria diferente, sabe, se eu namorasse alguém. Eu e Jasper somos unidos desde que éramos bebês, e Alice se juntou a nós quando começamos a escola. Eles namoram, mas ainda passamos quase tanto tempo juntos quanto costumávamos. Se eu namorasse alguém, ele sabe que não seria o mesmo. Eu não ficaria cada minuto livre com ele ou com Alice. – expliquei, sorrindo.
— Então ele não quer que você namore? Devo ter medo dele? – brincou.
Revirei os olhos.
— Só devia ter medo se ele descobrisse. – assinalei, e ele riu.
— Certo. Agora, me fale alguma coisa sobre você que eu não saiba. – pediu.
— Tipo o quê? – estranhei, franzindo o cenho para ele.
— Tipo algo que eu possa usar pra te chantagear. – brincou, e eu ri.
— Material de chantagem, huh? Hum... Deixe-me ver. Eu sempre durmo só de calcinha e camiseta, não importa o frio que faça. Adoro sushi. E... Sonho todas as noites. Já sonhei com você várias vezes. – admiti.
Ele arregalou os olhos, surpreso, então riu.
— É sério? O que você sonhou? Por favor, me diga que sonhou que estava só de calcinha e camiseta e eu aparecia no seu quarto. – pediu, rindo. Eu corei, desviando o rosto dele. – Puta merda. Você já sonhou isso, não é? Porra, Isabella, você vê o que está fazendo comigo?
Mordi o lábio constrangida com seu tom. Eu não conseguia distinguir se ele estava brigando comigo ou agradecendo pela imagem mental. Senti ele se aproximando de mim e me fazendo encará-lo. Meu rosto estava vermelho-tomate, mas ele sorriu e passou a perna ao lado do meu corpo pra ficar em cima de mim.
Imediatamente, senti algo rígido cutucando meu baixo ventre e corei impossivelmente mais.
— Me conta o que você sonha comigo. – pediu, sussurrando em meu ouvido. Eu me arrepiei.
— Eu já tive tantos sonhos... – desconversei.
— Me conta. – pediu de novo, começando a mordiscar meu pescoço.
Como eu podia resistir a isso?
— Eu... estava dormindo. – comecei, tentando controlar minha respiração pra não ofegar quando ele depositou um beijo molhado em minha garganta. – Acho que você entrava pela janela, o que é absurdo porque meu quarto é no segundo andar, mas... Eu acordava com você entrando, e você tirava o cobertor de cima de mim e...
— E...? – incentivou Edward. Eu fechei os olhos pra aproveitar melhor a sensação da sua boca contra meu pescoço.
— Nós fazíamos... aquilo. – murmurei, corando forte. Ele deu uma risadinha que me fez tremer de prazer, e abaixou um pouco mais seu corpo.
— Aquilo... Isso? – perguntou com aquela voz sensual dele, e senti-o começando a me penetrar.
Gemi. Merda, por que ele era tão bom? Eu poderia ficar a tarde inteira aqui, deixando-o me fazer dele, de novo e de novo e mais uma vez.
Novamente foquei minhas mãos em seus cabelos macios, puxando os fios de leve para me segurar em algum lugar enquanto gemia. Desnecessário dizer que ele praticamente deslizou pra dentro de mim de tão excitada que eu estava.
— O que eu fazia com você? – insistiu ele, acariciando minha coxa antes de puxá-la para contornar sua cintura. Eu gemi e fechei os olhos com força, sem conseguir responder. – Me diz...
— Você... me beijava, tirava minha blusa... Nós tínhamos que ficar quietos por causa do meu pai, mas eu não conseguia... – continuei falando, sem ter certeza se eu estava formando as frases direito. Edward mordiscou meu lábio inferior e eu gemi baixo.
— Você estava gemendo assim? – perguntou, apertando minha cintura. Eu ofeguei, e balancei a cabeça, negando. Sua risada causou sensações interessantes dentro de mim e eu senti meus olhos revirando para dentro da cabeça de prazer. – Como era, então?
— Era... m-mais... alto. – gaguejei, mantendo meus olhos fechados com força para aproveitar melhor a sensação dele entrando e saindo de mim.
— Me diz como era. – pediu, soando tão inacreditavelmente calmo que eu resmunguei.
— Não dá. – reclamei, me perguntando como diabos ele conseguia manter a sanidade, se eu estava prestes a começar a grunhir e me revirar na cama.
— O que eu estava fazendo com você? – perguntou mais uma vez. Eu suspirei, um som entrecortado.
— Você... ugh. Você estava me beijando... lá em baixo. Era tão bom... – gemi, puxando um pouco o cabelo dele para me manter no lugar.
Edward grunhiu alto em resposta e me apertou, apoiando a testa na minha.
— Garota... você vai ser a minha morte. – gemeu. Eu soltei uma risada trêmula, que logo foi transformada num gemido ofegante quando ele desceu sua mão que antes se encontrava em minha cintura para meu clitóris, massageando-o habilmente.
Não demorou muito para que eu sentisse meu corpo ficar tenso por meio segundo e então todas as estrelas do mundo estarem diante dos meus olhos, enquanto eu chorava alto de prazer. Eu já estava me recuperando quando Edward gozou dentro de mim e eu o senti relaxar completamente, deixando-se cair na cama ao meu lado e me puxando para seu colo, sem nos separar.
— Você precisa parar de fazer isso. – murmurou ele, ofegante. Eu o encarei, completamente confusa.
— Fazer o quê? – perguntei, puxando meu cabelo que estava grudando no rosto.
— Me provocar desse jeito. Como diabos eu vou poder te olhar na escola sem lembrar de você gemendo assim? – resmungou, mas havia um olhar brincalhão em seus olhos.
— Não faço ideia se vou um dia conseguir prestar atenção na sua aula novamente sabendo como você é gostoso sem roupa. – respondi sem pensar, então gemi e cobri o rosto, totalmente constrangida com minha boca grande. Me afastei dele, acabando com nosso contato íntimo.
Para minha mortificação, ouvi-o rindo ao meu lado.
— Isabella, não faz assim... – pediu, tentando tirar minhas mãos do meu rosto corado. – Olha pra mim.
Obedientemente, o encarei, ainda vermelha.
— Você não precisa ter vergonha de falar essas coisas pra mim. Gosto que você seja sincera, sempre. – murmurou calmamente, tocando meu rosto.
— Mesmo quando isso resulta em Bella falando merda? – resmunguei, e ele riu de mim.
— O que você considera merda, eu considero um elogio. – pontuou, e eu meio que dei de ombros, ainda envergonhada.
— E você? O que vai dizer sobre si mesmo para eu ter um posterior material de chantagem? – perguntei, mudando de assunto. Ele sorriu aquele sorriso lindo dele.
— Me pergunta qualquer coisa. – falou, se acomodando deitado ao meu lado. Eu suspirei.
— Qual... O que você é do Emmett? Dizem que são irmãos, primos, amigos de infância... – fiz eu, curiosa.
— Bem, acho que todas as suposições estão certas. Nós somos primos de primeiro grau, mas fomos criados juntos, então é como se fossemos amigos de infância e irmãos também. Minha mãe morreu quando eu era bem pequeno, e meu pai acabou... perdendo o rumo e me abandonando. Esme é a irmã da minha mãe, e ela me trouxe para a casa dela e do seu marido Carlisle pra viver com eles. Alguns anos depois, eles tiveram Emmett. – explicou, com uma expressão tranquila.
— Você tem alguma notícia do seu pai? – sussurrei, com medo de deixá-lo bravo comigo ou triste.
— Não. Você tem alguma notícia da sua mãe? – devolveu a pergunta. Me encolhi, desviando o olhar dele.
— Não. – murmurei, abaixando o rosto.
— Eu gosto de pensar que se não fosse por meu pai ter me deixado, eu não teria a família maravilhosa que eu tenho com Carlisle, Esme e Emm. E você não teria o Jasper, não é mesmo? – fez ele, tentando me consolar. Eu mordi o lábio.
— Uhum. – concordei, não exatamente confortável com esse assunto. Nós ficamos em silêncio por alguns longos minutos, e então eu suspirei lentamente. – Eu devia ir. Está ficando tarde, e Alice está me esperando.
Ele também suspirou.
— Você vai contar à ela, não vai? – perguntou, e eu assenti. – Ela... sabe guardar segredo? Isso pode causar muitos problemas pra nós dois, principalmente pra mim quando tiver meu diploma cassado e seu pai atirando em mim.
Eu ri, porque ele estava brincando, mas ao mesmo tempo falando sério sobre meu pai atirar nele.
— Relaxa. Alice é uma ótima amiga. Ela não vai nem contar pro Jasper. – garanti enquanto me levantava da cama e começava a recolher minhas roupas e coisas jogadas no chão, tendo o trabalho de usar cada peça recuperada para cobrir-me.
— Tudo bem, então. – falou, pensativamente, se sentando na cama de frente pra mim. – Você quer tomar um banho? Comigo?
— Eu acho que a última vez que eu tomei banho com alguém eu devia ter uns sete anos de idade. – respondi, rindo.
— Então não faz tanto tempo assim, não é? – brincou, e eu o encarei de boca aberta.
— Essa é sua tática pra me convencer a entrar no chuveiro com você, me chamar de criança? – desacreditei, revirando os olhos para ele, que gargalhou do meu tom brincalhão.
— Você é engraçada, eu gosto disso. Agora vem logo, vai. – fez ele, me puxando pela mão para o banheiro. Eu joguei as roupas que estava segurando em cima da cama e o segui.
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— Obrigada por me trazer de volta. – agradeci, começando a ficar tímida de repente, agora que estávamos ambos vestidos e apresentáveis em público.
— Claro, imagina... – respondeu Edward, passando a mão pelo cabelo.
— Eu venho a essa livraria todo sábado à tarde. – informei, caso ele quisesse mesmo me ver de novo. – Bom... até segunda?
— Sim, até segunda. – fez ele, se inclinando e beijando minha bochecha. Corei e fui para o meu carro, por dentro dando pulinhos o caminho inteiro.
Dei a partida na minha caminhonete velha e segui em direção à Forks e à vida real.
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Olá, garotas pacientes da Isa! Obrigada pelo apoio moral nas provas! Fiz a última hoje, e até agora das cinco matérias já foram liberadas três notas, e nessas três matérias passei direto! Das que sobraram, uma é inglês então certeza que não pego final/exame, mas a outra quase certeza QUE EU PEGAREI... :( mas td bem, vou estudar e passar na prova final! Me recuso a reprovar! Tudo bem que eu sou caloura numa universidade federal, e eu quaaase me perdoaria por ir mal no primeiro semestre (sim, estou terminando o 1º semestre em outubro... greve das universidades), mas não quero u_u
Enfim né! Vamos falar de coisa boa, vamos falar de tekpix! Hahaha. Na verdade, vamos falar das DEZOITO reviews que recebi nesse capítulo! Vocês são umas LINDAS!
Como eu disse na nota do capítulo passado, a pegação está apenas começando. E notem: PEGAÇÃO! Nada de amor e compromisso eterno com anéis e promessas, okay?
- Gostaria da opinião de vocês pra uma coisa... Estou planejando uns capítulos à frente desse, e pensando em fantasias sexuais. Quero outras opiniões! O que vocês tem curiosidade de fazer? O que já fizeram e adoraram? O que vocês nunca fariam? Tipo, de coisas como sexo em lugares públicos à sadomasoquismo! Estou muito curiosa com as respostas, e precisando de segundas (e terceiras, e quartas, enfim) opiniões!
Agora vou responder vocês!
AgathaRoesler Que bom que está gostando, chuchu! :D
kjessica Haha, também acho super justo os dois terem se resolvido! Bjs
Marjorie Relaxa que já tá mais que bom de Edward chato, ele só estava confuso, tadinho hehe. E ele não é um tapado, esse assunto virá...
AVTrindade Obrigada! Olha que atenciosa você! Realmente, não teve camisinha nesse capítulo! Mas nada de Bella grávida, por favor! Ela é muito novinha pra essas coisas! Hahaha.
Bah Kika Docinho! Certas coisas com muita propriedade, é? Hahaha. Só vc... :P
Cecila23 Obrigada! Costumo postar todo sábado, exceto quando estou em período de provas (tipo essas duas últimas semanas haha). Bjs!
Flavia Rakoza Bem vinda, chuchu! Sobre PLL, se você ler a nota no primeiro capítulo, eu comentei que é um pouco "parecida" a história, mas por incrível que pareça,não foi baseada na série; esse projeto meu de YG tem mais de dois anos, e na época que o escrevi, nem sabia o que era PLL! Foi bem coincidência mesmo! Espero que tenha gostado desse capítulo ;D
Kiaraa Finalmente, né?! Haha. Muito obrigada pelos elogios, fiquei toda boba aqui! *-*
Alexia Freitas Obrigada, postando! :D
Isa. C Hahahha porque tá todo mundo me chamando de safadinha? U_U hahahhahha. Obrigada minha linda *-* hihi. "Não adianta, eu sou da desgraça mesmo" HAHHAHAHAH só vc Isa! Surpreender-te-ei, companheira letreira! Espero, né :P
danda jabur Deixa eu te perguntar antes de tudo, teu nome é Danda ou é apelido? Tô curiosa! Hehe. Já falei que me divirto demais com as suas reviews? Ri muito com essa! Desculpa se sua vida é super movimentada! Hahahah. Sou forever alone, isso quando não estou acompanhada dos livros e cadernos da faculdade :P Calma ae, menina! O Jasper reparou que o Edward tarou ela um pouco, e daí? Ele confia na Bella, não acha que ela vá fazer algo assim. Relaxa que ninguém vai descobrir os dois, pelo menos não tão cedo né! Haha. Posto de sábado sempre que dá... Mas põe a fic no alerta, que aí vc recebe um emailzinho lindo avisando que eu postei! Hehe
Kathanne Um absurdo deixá-lo na mão, eu não deixaria, quanto mais nossa Bella safadinha! Ânimo! Espero que já esteja melhor :D Obrigada ;)
patylayne Primeira vez sóbria né hahahahah. Que bom que gostou :D
Taise Nogueira E quem resistiria?
Layla Sue Obrigadaa! Mas calma ae que a coisa tá só no físico, nada de ciúmes... Quer dizer, teoricamente né, por que será mesmo que o Edward vai conseguir se controlar ao ver a Bella muito próxima de algum garoto? Huuuum! Nem rolaram dois capítulos! Eu até ia postar no sábado, mas tava na casa da minha mãe e minha melhor amiga praticamente acampou lá o feriadão inteiro (aliás foi mto bom, apesar de vc nem ter perguntado haha), e eu não quis deixá-la de lado pra responder reviews, já que sou muito lerda pra essas coisas, demoro em média uma hora pra revisar o capítulo, escolher nome, música e responder reviews antes de finalmente postar.
mrsouza Menina! Você tá gravidinha, é? Awwn que fofo! Já sabe o sexo? Adoro bebês! Hahaha (Isa enlouquecida mode: OFF). Ah, o Edward é espertinho, né? E quem liga pra entrar em problemas, quando a diversão vale à pena? Haha. Bjs bjs!
Ok gatas, acho que é isso! Vamos combinar que eu posto dia 22, segunda que vem, ao invés desse sábado? Mas aí é dia 22, dia 22! Sem enrolar, igual essa semana :P
Ah, não esqueçam de responder a "enquete"!
Beijos beijos, bye bye!
Isa
