Episódio 5 – O Aniversário da Bela Yellow, Saki
Claque des Chaudasses
Desde quando a loja abriu neste dia, as 9h da manhã, Amy iniciou o preparo de um bolo de Chocolate granulado com camadas de Glacê de quase um metro de largura. Sua superiora Ayase foi a idealizadora da criação do bolo por um especial motivo: a festa de aniversário de uma das amigas de Amy, Saki Rouyama. Saki é uma das mais conhecidas clientes do Claque des Chaudasses, e todas as semanas ela compra um dos doces da loja, inclusive bolos, com o seu dinheiro ganho como vendedora de lanches de um quiosque que ela opera no autódromo Meisho, que fica na cidade de Machida, Tokyo. Ela também possui a intuição de proteger a humanidade quando em perigo, pelo seu papel como Go-on Yellow, integrante do grupo de heróis velozes Go-onger. E devido a sua amizade com a maga violeta, Saki esta ganhando uma grande retribuição em seu aniversário que será realizado este Sábado num salão de festas em Akihabara.
Amy desenvolve o bolo da maneira mais cuidadosa possível, numa forma de agradar sua amiga e ainda não decepcionar os outros membros do Go-onger. Desde quando se tornou a Magi Violet após um duro treinamento com seus pais Tsubasa Ozu e Umeko, e uma sequencia de testes elaborados por Magiel e seu próprio Santo Mágico, Liligel, a jovem aprendeu o quão importante é aprender a respeitar outros grupos de Super Sentai enquanto desenvolve alguma amizade com qualquer membro de qualquer esquadrão.
Na cozinha da loja por onde a jovem esta, a porta se abre e surge entrando uma de suas companheiras. Tendo entrado no emprego há poucos meses antes de Amy, Hinako tem a ajudado várias vezes com seus conhecimentos sobre Pudins, herdados de seus pais desde a infância, e hoje aos 19 anos e prestes a encerrar seus estudos, é outra importante funcionária do Claque des Chaudasses, apesar dos princípios de obesidade do seu corpo.
Hinako: Deve ter madrugado para fazer este bolo muito especial. – falou a companheira, emitindo um sorriso ao olhar para o modelo criado pela Inteligência de Amy.
Amy: Madrugada? Este bolo ta em produção desde anteontem. Fazer isso em um só dia é complicado, e nem qualquer apresentador das versões asiáticas do Masterchief consegue.
Hinako: Perdeu sono pela produção? – perguntou Hinako enquanto anda para o outro lado da mesa, vendo em outro ângulo o bolo de Chocolate e Glacê.
Amy: Digo que quase. – respondeu Amy, que mantém sua concentração. – Como sabe de cara, a Saki é uma das nossas melhores clientes daqui do Claque, desde o dia em que esta loja foi inaugurada, de acordo com a Ayase. Nunca pagou errado e ainda compra bolos dos mais variados gostos.
Hinako: Também ela deve gostar de Chocolate Suíço.
Amy: Passou a gostar recentemente. – finalmente Amy termina de passar as coberturas compostas por Glacê no bolo de aniversário.
Hinako: Falta agora algum boneco. Este bolo esta tão magnifico. – Amy ri do que Hinako disse.
Amy: Saki não é mais criança pra ter uma preferência á festas tematizadas. Ela trabalha num dos mais conceituados autódromos de corrida do Japão e ainda é uma mulher.
Hinako: Podia ter colocado uma réplica do circuito em que há o estabelecimento dela, para deixar mais variado.
Amy: Aonde uma réplica? – a jovem pergunta para a companheira de trabalho de modo duvidoso. – Não da nem pra colocar uma réplica do capacete da Go-on Yellow no meio.
Hinako: Foi ela que pediu um bolo assim, né.
Amy: Desta forma sim. E mesmo eu sendo uma grande amiga dela, não entendo o porque ter falado pra não colocar até mesmo aquela que é considerada pra ela mesma um demônio. Uma chamada... – Amy faz uma pausa de cinco segundos e vira de costas, lambendo um pouco do Glacê que ficou na espátula de metal. –...de Maya Kurenai II.
Hinako: Rivais. Estou certa? – perguntou Hinako, que cruza os braços.
Amy: Todos os dias! (Inclusive quando o Sindicato das Trevas apronta com as duas ao mesmo tempo)
Meisho Motorsports Center
Situado próximo a uma zona ecológica e rural da cidade de Machida, este autódromo sedia anualmente algumas das mais acirradas competições de corridas da história do automobilismo japonês, como o Machida 250cc Invitational da Formula 3 Japonesa e o Grande Premio de Meisho do Mazda All-Japan Championship. Muitos fãs comparecem nas arquibancadas para assistirem as corridas e torcerem para seus corredores favoritos.
Porém nesta manhã, diversos carros de pesos mais leves pertencentes á marcas como Nissan e Suzuki fazem os treinos para a etapa deste autódromo da D1 Professional Drift Series, uma competição que combina corridas com o estilo de deslizamento de curvas conhecido no pais como Drifting. A cada ano, o silêncio dos arredores é interrompido pelos altos barulhos dos motores por vários dias competitivos, mas os carros participantes desta competição costumam fazer barulhos bem acima dos limites da audição humana devido aos forçados deslizamentos dos escapes da esquerda, exigindo do corredor a giratória do volante para que as rodas dianteiras estejam apostas á direção de alguma curva ou vice-versa. Sousuke Ezumi é um dos competidores que fazem parte da D1, tendo conseguido se classificar após uma sucedida temporada numa das quatro competições necessárias para conseguir uma vaga para esta serie, a APEX Cup. Mesmo com as poucas e muito fechadas curvas da Nasu Motorsports Land, ele consegue impressionar sua escuderia, a Yokohama Motors, com seu Mazda-MX 7. Após concluir 12 voltas com cuidado devido a potência do veiculo, Sousuke até o caminho do Pit Stop e anda em direção ao bloco por onde esta a sua escuderia. Um grupo de dois representantes da Yokohama Motors se aproximam do veiculo, sendo um, usando um boné com o logotipo da escuderia, acena para o rapaz enquanto segura um cronometro na sua outra mão, e o outro usando uma luva vai até por trás e abre a tampa traseira, na qual é surpreendido por uma quantia de vapores emitidos pelo motor, que o cerca e abana com suas mãos para que sua visão não seja prejudicada.
Sousuke: E ai, fiz algum recorde nesta exibição? – perguntou o piloto ao amigo de boné, Yuya.
Yuya: Você foi acima do esperado, meu chapa. Sua quinta volta foi de 34 segundos e 71 centésimos, coisa que nenhum outro fez até aqui. – respondeu Yuya, mostrando o recorde obtido em seu cronometro, pelo sistema de memória. Sousuke tira seu capacete.
Sousuke: Resultado relâmpago. – um outro membro da escuderia aparece e lhe dá um pano para que seque o suor que percorre sua cabeça. O companheiro com luvas, Makoto, verifica o motor frontal para conferir se não existe alguma avaria desenvolvida durante o turno de treinos de Sousuke. As mãos o protege da alta temperatura de mais de 50 graus que faz o motor esquentar. – Obrigado! – agradeceu o piloto quando devolve o pano ao outro membro.
Yuya: Com este já são quatro recordes que você fez nesta temporada. Começo a duvidar de suas extremas habilidades no volante.
Sousuke: Nasci pilotando carrinhos, o que me fez ter amplo conhecimento sobre velocidade. Mantendo o que lhe foi ensinado sobre automobilismo, qualquer um pode ser um grande campeão. É o que eu espero, ser o melhor do pais.
Yuya: Em instantes será o turno da Mitsubishi Drift Club. Vamos ver se o que eles chamam de A Nova Promessa consegue surpreender também.
- Atenção escuderia Mitsubishi Drift Club! Em cinco minutos terá o inicio do turno de treinamento. Favor o carro a ser utilizado com o piloto comparecer a linha de largada. – disse a anunciante feminina do autódromo, com sua voz sendo ouvida em todos os alto-falantes da pista.
Sousuke: Estou esperando qualquer um me derrubar. E eu vou derrubar todos amanha! – disse Sousuke olhando em direção a linha de largada, por onde um Toyota EVO anda lentamente até a linha, esperando o momento de começar seu turno de treino.
Muitas crianças, quando perguntadas o que vão ser quando crescerem, falam sobre seus sonhos em serem profissionais de diversas áreas. Contudo algumas desejam em serem astros de alguma modalidade esportiva futuramente. Esta sendo o caso de Sousuke Esumi, que passou sua infância brincando de ser um piloto de corridas, enquanto colecionava muitos carros de miniatura de várias marcas, incluindo Hot Wheels em seus vários sets. Ao se tornar jovem, Esumi precisou dividir seu grande sonho com um importante favor: de defender a natureza de toda a Terra. Um robô vindo de um outro mundo chamado Mundo das Máquinas, Bomper, o escolhe juntamente com Saki e outras pessoas para formarem um grupo de heróis chamados de Engine Sentai Go-onger para que possam enfrentar aqueles que pretendiam poluir todo o nosso mundo com poluição. Ele se tornou o líder deste grupo, codinome Go-on Red. Com a ajuda de carros falantes também vindos do Mundo das Maquinas, os Partners, nas quais podiam se comunicar aos seus aliados humanos e que podiam se converter em versões gigantescas deles mesmos em casos de necessidade, os Go-ongers conseguiram recuperar as avarias que o meio ambiente sofreu durante as atividades da Industria Gaiark, responsáveis pela criação de monstros robóticos especializados em radioatividades tóxicas e maus tratos á natureza com métodos envolvendo sujeiras. Após o fim de Gaiark, Sousuke finalmente pode voltar a dedicar sua carreira no automobilismo, tendo como objetivo ser o melhor piloto de corridas de Drifting de todo o Japão.
Do outro lado do autódromo, existe a área de entretenimento e alimentação, que fica aberta todas as semanas principalmente em dias de corrida. Crianças e adultos visitam esta parte por entretenimento em blocos de atividades, como um Kartódromo e uma escola de transito que funciona apenas de Terças á Quintas. Quando visitantes sentem alguma fome, eles visitam os quiosques instalados nesta área e que servem diversos lanches indo de um tradicional Hot Dog americano até um prato de Almondegas italianas. Um dos quiosques é operado por Saki, amiga e colega de Sousuke, e também uma das integrantes femininas dos Go-ongers, atuando como Go-on Yellow. Seu estabelecimento, o Smile Connection, é um dos mais populares quiosques do autódromo. São vendidos doces afiliados á frutas saudáveis, conseguindo para ela uma grande quantia de dinheiro e sucesso. Mas a palavra sucesso é uma palavra de extrema importância para Saki, desde quando seu antigo objetivo era ser uma cantora idol de grande fama no Japão. Com o fim de Gaiark, ela obteve um interesse de evoluir mais a sua carreira de cantora e lançou meses depois seu primeiro single, que infelizmente se tornou seu único trabalho musical. Quando lançado, apenas conseguiu 5.400 cópias apesar do estilo envolvente e alegre. No mesmo período, muitos grupos idols e outras cantoras solo surgiram no extenso e concorrido mercado musical nipônico, lançando musicas que em poucos dias depois se tornaram mais cativantes do que as do single de Rouyama. Em uma repentina decisão, ela desiste de sua carreira musical por achar que não conseguiria uma posição no mercado, hoje mais tendo AKB48 e seus grupos irmãos como maiores referências além de outros famosos como Momoiro Clover Z, Morning Musume e Perfume. E para que possa sustentar sua própria vida e a sua família, Saki decide voltar ao seu antigo emprego de vendedora de doces e com ajuda de Miu Suto, que também é sua grande amiga e antiga usuária da Go-on Silver, abriu este quiosque como seu grande futuro.
Ela tira de um refrigerador uma torta de laranja com pedaços de Mexerica e corta um pedaço com uma faca, servindo o pedaço cortado á uma criança sob um guardanapo. A criança paga para Saki o custo, de 3 yens, e depois ela coleta um garfo de plástico e come aos poucos. Do outro lado, surge Sousuke, com seu uniforme de piloto com patrocínios.
Sousuke: Saki-chan! – chamou o piloto enquanto se aproxima do quiosque. A companheira olha para seu líder e sorri.
Saki: Estava pensando sobre você agorinha. – Sousuke senta num dos bancos do balcão. – O que esta achando da temporada deste ano da D1?
Sousuke: Penso como se fosse uma pessoa que anda num deserto com oásis que não desaparecem. É muita gente querendo ter o titulo em mãos. – respondeu.
Saki: Saquei! Tantas revelações que começaram a correr apenas uma vez em cada etapa destas competições preliminares e já conseguem vaga para a D1.
Sousuke: Logico que eu me incluo nisto, seguindo os avanços da tecnologia de carros usados para automobilismo. Até um ex-corredor da NASCAR esta no campeonato, que segundo ele só entrou para estudar como que o Japão pensa sobre automobilismo. – Saki ri na conversa.
Saki: Hahahahahahahahahaha, pensava que ele sabia de tudo sobre a tradição de nosso pais com automobilismo.
Sousuke: Também me estranho nesta posição que ele segue. Burro ele não é, mas sabe como são estes pilotos que vieram da América. – Sousuke ri enquanto prossegue na conversa.
Saki: Quer entrar aqui? Estou querendo conferir como vão indo nossos Partners.
Sousuke: Farei isso rápido, pois podem vir daqui a pouco mais clientes.
Saki: Exatamente. – de imediato, Sousuke se levanta e vai até o outro lado do quiosque. Saki abre a porta de trás e o companheiro entra. Ambos abrem um armário perto da pia e tiram seus Go-on Phones de dois suportes. Os dois apertam o botão retangular dos acessórios e surgem seus dois Partners em cima das telas nas suas versões animadas: respectivamente Speedor e Beary-RV. Esta ultima boceja.
Speedor: Doru doru, e ai Sousuke? Como esta indo as disputas? – perguntou o Partner de Sousuke, com seu estilo radical.
Sousuke: Como que me conhece não costumo agir como se fosse uma tartaruga.
Saki: Bom dia Beary.
Beary-RV: Que soninho que tive, vii vii. Você esta bem, Saki-chan?
Saki: Estou sempre melhor ao seu lado, fofinha. – sorrindo, Saki acaricia o nariz de sua Partner.
Speedor: Finalmente chega o mais especial dos dias. Hoje é o aniversário da Saki, doru doru.
Sousuke: Realmente é um especial dia, também por ela estar sempre ao nosso lado por anos. – Saki olha para seu líder e depois acaricia novamente o nariz de Beary-RV.
Beary-RV: Para não esquecer, hoje a noite faremos uma grande festa para ela, vii vii.
Saki: Não vou deixar de me lembrar do que terei esta noite. Estou nervosa também.
Sousuke: Pelos presentes que ganhará, isso?
Saki: Sempre ganho presentes em meus aniversários. Parece que nossos conhecidos não tem o costume de me considerar como uma grande criança.
Speedor: Imagino os quais pode ganhar este ano, Saki-chan. Os membros dos Heroic Saviors estão entre os convidados. E sabendo que a Amy é uma amiga sua que vive se preocupando com qualquer amizade dela, imagino que pode ganhar uma outra casa de bonecas mesmo tendo aquela que ganhou da Kotoha há cinco anos atrás, doru doru.
Saki: Posso ganhar até umas três novas, mas não sei se no meu quarto vai caber mais. Como já sabe, eu não gosto de vender minhas bonecas.
Beary-RV: Devido a herança que ela tem de sua mãe, vii vii. – disse a Partner dela ao Speedor.
Saki: Lembro do dia em que ela comprou minha primeira, mais uma casinha daquelas feitas da Takara. Mantenho ela bem conservada. – Saki acaricia seus cabelos lisos pretos.
Speedor: Ousando vender uma poderá machucar seu coração, doru doru. – Speedor diz á Saki, entendendo seu motivo. – Logo seu quarto ficara cheio destas coisas e manterá sua honra.
Saki: Vou logo pensar num jeito de reservar mais espaço.
Sousuke: Mas não se esqueça que toda nossa turma estará também na festa. E inclusive aquela que você sonha em evitar para sempre. – assim que Sousuke fala para a colega, ela se enfurece por se tratar da jovem que agora é a nova Go-on Silver. Uma jovem de nome Maya Kurenai II.
Beary-RV: Tenho medo de problemas vindouros, vii vii. – Beary-RV se entreolha com Speedor, enquanto Sousuke olha para Saki.
Sousuke: (Não entendo ainda como que Maya detesta a Saki. Ela gostava tanto dos tempos em que Miu era a Silver; e é só aquele vampiro moderno dar amor pra ela que deu origem a herdeira e depois torna-se sua hospedeira) – o líder dos Go-ongers pensa a respeito dos sofridos dias que Saki tem como Maya pela sua rivalidade.
Saki: Maya Kurenai II. Eu não quero ouvir este nome por tempos! – Saki fecha com força sua mão esquerda.
Beary-RV: Procure não ficar brava, vii vii. – disse a Parter com medo de que sua amiga sofra um ataque cardíaco por pensar na nova Go-on Silver. A mulher senta no banco, ainda com sua mão esquerda fechada com força.
Speedor: Sousuke, vem cá. Acha que a Saki não pensa algo de errado na Maya? – perguntou Speedor, enquanto que o piloto anda até a porta de entrada do quiosque olhando para seu Partner.
Sousuke: Nestes anos como Go-onger, a Miu incentivou muito a Saki. E dai quando aquele vampiro quis um romance com ela, já viu no que deu. Veio a filha Maya e ela quis dar todos os bens do Jetras para manter um simples legado. – disse o piloto em voz baixa. – Quando ela percebeu, a Maya também não gostou da atitude da Saki. No caso da própria, é a forma exibida de se expressar, como sabemos muito bem.
Speedor: Miu não teve outra escolha então, doru doru. Eu até queria que a Saki não fosse mais a Go-on Yellow e fizesse a mesma forma que a senhorita Suto decidiu. Então ela não ficaria com esta raiva que mantem sua vida desde quando Maya começou a lutar no nosso lado, doru doru. – Speedor diz sua opinião em voz baixa, suficiente para Sousuke ouvir.
Sousuke: Apenas eu quero que as duas parem de brigar. – Sousuke olha para sua colega, que fala de suas insatisfações á Maya para Bearry-RV.
Kyun Kyun Guild
Muitos estabelecimentos de diversão representam 50% da economia diária que a cidade de Akihabara obtém praticamente todas as semanas. Somados aos diversos game centers, que reúne várias crianças, jovens e adultos para se divertirem e até para competirem em torneios especiais que seus funcionários promovem mensalmente, existe também as frequentes casas de shows em que nos fins de semana são garantidos presenças de diversos cantores novos, que em suas vozes se exibem ambições em lutas sonoras, mostrando os mesmos para o público presente os desejos de cada um deles em um dia serem muito famosos. Estas mesmas casas oferecem direitos para qualquer pessoa realizar festas para uma pessoa querida ou mesmo para outros tipos de celebrações. E neste caso se inclui a inusitada Kyun Kyun Guild, que foi inaugurada há cerca de um ano atrás e que mais aceita a realização de festas do que apresentações ao vivo de algum cantor. Este estabelecimento também inclui um mini-bar, por onde autorizados podem beber qualquer bebida de seus gostos.
O estabelecimento tem como dona uma mulher que não se importa com o seu provocador vestido de collant preto, enquanto calça botas largas e em sua cabeça um quepe similar a uma capitã de exercito militar sobre um cabelo largo e rosado com enrolados. Ela não costuma revelar seu nome verdadeiro até para seus amigos que frequentam esta guilda, e ela se chama Marushina. A única coisa que ela gosta de explicar é sobre sua infância, vivida por completo em Akihabara, dividida entre alegrias e tristezas compartilhadas por pessoas que se atuam como vilões. Com eles, ela cresceu com pensamentos de que um dia ela possa controlar este mundo pelos conhecimentos obtidos; contudo, Marushina preferiu executar outras decisões quando se tornou uma amadurecida mulher e até participar de confrontos que aos poucos a fizeram alterar sua mente, até um dia ser forçada a escolher um único e maleável caminho que se tornou disponível, caso queira uma boa vida. Hoje, Marushina segue indecisa se preferirá se divertir ou ser uma vilã por completo. As visitas do Kyun Kyun Guild significa sua sobrevivência, seu sustento.
Ela sempre é ajudada por um grupo de homens de terno com mascaras brancas, os Droans, que todos os dias estão prontos para seguirem suas ordens. Neste momento, quatro destes homens saem do estabelecimento, carregando juntos uma TV de LCD. Eles colocam o televisor numa van e depois um deles fecha a porta de trás. Os quatro fazem gestos com as mãos, demonstrando incerteza, e em seguida eles entram na van que logo da sua partida. Dentro da guilda, Marushina limpa um grupo de copos de vidro com um pano de cor rosa escuro.
Marushina: Tédio e mais tédio! É a segunda vez que estes clientes de araque tratam meus aparelhos de televisão como se fosse uma plaqueta de tiro ao alvo. Lamentável este mundinho existir a palavra Esporte, que faz idiotas pararem tudo para ver uma disputa coletiva numa emissora qualquer e logo se enfurecem quando um time perde. – criticou vagarosamente a mulher, que lança seu pano rosa escuro para o outro lado balcão. – Quem foi o besta que inventou Beisebol e Futebol? E a besta sou eu que antes cedia espaço para estes fãs verem jogos destas pragas aqui e danificarem todas as duas LCDs que custei mais de um mês para compra-las. Já decidi: não vou mais aceitar eventos esportivos por aqui. – Marushina coloca uma mão numa bochecha, pensando de como são as pessoas impulsivas que semanalmente frequentam o Kyun Kyun Guild.
A mulher ouve o barulho da porta dupla de vidro blindado se abrir e quando ela olha a visita, percebe chegar uma de seus mais famosos clientes. Sendo conhecida de Marushina por um tempo, Mitsuki Aoyagi é uma gravure idol e também praticante de Karate, tendo obtido há algumas semanas atrás a classe de Faixa Preta devido ao seu notável desempenho. Ao vê-la entrar, ela sorri e imediatamente esquece de seu sofrimento comum de seu trabalho.
Marushina: Oh, Mitsuki! Inacreditável ter vindo aqui a esta hora.
Mitsuki: Realmente eu vim aqui pra te visitar. – Mitsuki corre até ao balcão do mini-bar, por onde esta a dona do local e senta num dos bancos. – Esta bem pronta para a festa desta noite aqui? – perguntou a jovem, e Marushina termina de limpar outro copo.
Marushina: Vai ser meu melhor humor de hoje.
Mitsuki: Como assim?
Marushina: Estes clientes que eu tenho gostam de tratar cada TV que trago como se fosse uma plaqueta de tiro ao alvo. – Mitsuki olha para os lados do mini-bar e não vê o recente LCD que Marushina trouxe anteriormente há cerca de um mês.
Mitsuki: Quebraram!
Marushina: Certa a resposta. – a jovem fica boquiaberta.
Mitsuki: Como podem ter uma coragem de cão pra isso? Aquilo que você comprou foi mais caro que aquele outro que durou quase um ano atrás.
Marushina: Tratam meu salão como se fosse estádio. Não dá mais para cooperar com clientes.
Mitsuki: Quando eu atravessei o farol, eu vi uns Droans saindo com uma van. Logo imaginei que algo quebrou aqui.
Marushina: Decidi de imediato de que não vou mais trazer TVs aqui nem para uma pessoa de terceira idade assistir um show de Enka no NHK Hall televisionado. - Marushina bate no balcão com uma mão sua fechada com força. – Chega de pagar 600 yen para comprar uma TV estilo HD e ver a mesma quebrar por gente que devem ter aulas com vandalistas profissionais.
Mitsuki: Pensava que você fosse uma vilã de anime, atacando aqueles que te apunhalam pelas costas na hora.
Marushina: Eu sou uma vilã! E não oficial. – Marushina se aproxima do rosto de Mitsuki e faz um toque no seu nariz. Em seguida ela se afasta. – E também você é uma heroína não oficial. É empate!
Mitsuki: Empate é e logo vai ter o desempate. Eu farei isso, queridinha! Enquanto a Yumeria não volta de Nagano com sua mãe e o Nobuo esta fazendo hora extra no seu bico diário por duas semanas, eu farei a diferença. – a mulher de quepe coloca as mãos no seu quadril e faz um sorriso baixo.
Marushina: Os Akibarangers deviam estar completos para começarmos mais um round aqui agora. Saiba que ainda tenho aquela Moe Moe Zukin, e que contém o mesmo poder delusório de vocês. Começaríamos mais uma luta mesmo que esta noite tenha festa.
Mitsuki: Festa? – Mitsuki perguntou, se levantando do assento. – Que festa vai ter aqui esta noite? – Marushina sai do balcão e segura um braço da amiga, a levando rapidamente até a sessão de festas da guilda. Mitsuki acaba olhando para uma serie de mesas de cor amarela presentes, cobertas com lençóis da mesma cor, como ainda fotos grandes dentro de quadros sobre a aniversariante, Saki Rouyama. Impressionada, a jovem modelo anda pelos lados, não acreditando sobre a festa que haverá esta noite sobre uma integrante oficial de Super Sentai.
Marushina: Agora entendeu o que falei?
Mitsuki: E eu não recebi um convite. Marushina, porque não me avisou antes?
Marushina: Ah que pena. Acabei esquecendo de você quando o Ren escolheu aqui como o local da festa. – a mulher fica triste e Mitsuki coleta seu celular de sua bolsa. Entrando no menu de e-mails, ela não vê mensagens mandadas por Saki, que também é sua amiga.
Mitsuki: Impossível aquela Saki não ter enviado um convite. – a modelo sai do menu e repõe seu celular na bolsa. – Eu sou não oficial e eu mereço ir para festas do povo que é de um Super Sentai.
Marushina: Não critique. Você pode vir aqui esta noite, porque Ren disse que os Akibarangers automaticamente foram convidados por defenderem Akihabara.
Mitsuki: Hum. Pensando bem, pra que em plena era digital e de Streaming estas pessoas resolvem fazer festas com chamadas de convite.
Marushina: Pergunto a mesma coisa. Parcialmente vocês três tem contato com membros de Sentais a beça, somado a outros que não viram indivíduos coloridos como estes que se intitulam Kamen Riders e aqueles lutadores gigantes de muitos metros de altura chamados de Ultraman. – Marushina senta em cima de uma das mesas amarelas, fazendo dois movimentos cruzados com suas pernas.
Mitsuki: O Japão tem heróis a toa. Fascinante eu mesma ter amizade com este povo que num momento inesperado vira um destes defensores e eu fazendo parte desta situação.
Marushina : Esta noite ira conviver com alguns destes como convidados. Eu inclusa. Parte deles serão os famigerados Heroic Saviors, que tem atividade na nossa vizinha cidade Tokuland.
Mitsuki. Ei, já ouvi falar naquele quinteto. Tem o Andy, filho do cientista Gaku Hoshikawa e um outro que deve se chamar de Geki. Não sei o nome deste, é Geki mesmo?
Marushina : Acertou, Mitsuki! É o Geki Jumonji, que faz parte da Policia Intergaláctica do planeta Bird. Não se esqueça que ele veste o traje do Gavan Type-G. – a mulher abaixa seus óculos amarelos claros lentamente e depois os repõe entre sua visão. – Estes dois e os demais vão estar aqui esta noite.
Mitsuki: Uma festa daquelas tem tudo para ocorrer na sua guilda. Apenas é só aliar a responsabilidade boa com o seu famoso jeitinho feminino, Marushina. – Mitsuki sorri para a amiga e incentiva ela a fazer uma piscada de olho.
Sede do jornal Ore Shinbun, Edifício Willard
Na sua mesa de trabalho da agência, Andy Hoshikawa olha o convite de cor amarela que recebeu no bloco de cartas da Base Magma sobre o aniversário de Saki antes de vir ao seu trabalho. Dentro, ele encontra uma mensagem que descreve: ''Ao meu amigo Andy Hoshikawa, venho te convidar para participar do meu especial momento, que é a minha festa de aniversário. Com muito Smile, espero você neste Sábado, dia 14 de Maio, no Kyun Kyun Guild em Akihabara. Espero pela sua presença!''. E entre a mensagem, fotos desenhadas de Saki como Go-on Yellow e sua Partner Bearry-RV. O jovem fecha o convite e guarda num dos compartimentos de sua mochila. Logo, seu chefe Seiji sai de seu escritório.
Seiji: Andy! – Seiji diz o nome do jovem quando o vê sentado na sua mesa. – Que bom que chegou, amigo. Evidentemente, este dia promete muitas aventuras para todos nós. – o chefe se aproxima por onde Andy esta, sorrindo.
Andy: Logo vou ter uma outra esta noite. – o jovem se levanta e logo faz o comprimento japonês com seu chefe, seguido de um aperto de mão.
Seiji: Quer fazer algumas horas extras? Só espero que tenha...
Andy: Não é extra que desejo fazer. Fui convidado para um aniversário de uma amiga minha na cidade vizinha nossa, Akihabara. – interrompeu Andy com explicação.
Seiji: Ela é uma gyaru? Nunca ouvi você falando sobre aquele mundo de otakus desde que começou a trabalhar aqui. – o jovem ri bastante por segundos.
Andy: Ela não é uma gyaru, e nem quer ser destas. É a Saki Rouyama, uma vendedora de comidas do Autódromo Meisho Motorsports.
Seiji: Você e sua namorada devem ter uma longa amizade com esta jovem.
Andy: Faz tempo que somos amigos. Outros conhecidos meus foram convidados também.
Seiji: Será que nossa futura integrante da Ore, Yuki Kenmochi, foi convidada também? – perguntou Seiji, enquanto Andy abre um fichário de sua mesa com algumas notificações escritas sobre seus deveres cumpridos da semana passada.
Andy: Eu não sei.
Seiji: Hoje será a festa?
Andy: Isso mesmo. Ela será feita na Kyun Kyun Guild. – Seiji fica boquiaberto ao saber do jovem sobre o local da festa.
Seiji: Na Kyun...Kyun...Guild? O lugar é operado por aquela mulher de cabelos caracolados roxos...acertei? – o corpo do chefe treme de medo, quando se lembra de Marushina. Andy olha para o chefe em seu estado de medo.
Andy: Tem medo da Marushina? – o homem responde com sua cabeça, sem fala alguma. – Não fique deste jeito. Ela é uma ex-vilã, e aprendeu a ter confidência dos Akibarangers.
Seiji: Mas então porque os Akibarangers não deterão ela antes de erguer uma bandeirinha branca de ''Eu Me Rendo''?
Andy: É uma longa história. Uma hora com tempo suficiente eu lhe conto, mas tenha cuidado para, digamos, não chorar de emoção. – Andy fecha seu fichário. Em seguida, ele usa uma chave e destranca uma das três gavetas da mesa, coletando sua câmera de trabalho. O jovem liga o aparelho apertando o botão vermelho escrito Power.
Seiji: Fico curioso neste momento. – Seiji se alivia, colocando uma mão sobre a região do coração. – Mas eu duvido que o resto daqui faça uma matéria sobre esta mulher, porque anteriormente ela tinha em mente planos sinistros. A não ser você e sua astúcia.
Andy: Tenho vontade de fazer uma matéria especial sobre ela e sua guilda, que sempre recebe muita gente quando um evento é confirmado. Mas seu medo infelizmente não deixa. (Nunca vi um chefe jornalístico medroso pela Marushina. Mas eu até queria ela ameaçando Tokyo mesmo sem aqueles afiliados que tinha, como o Delu Knight ou mesmo General Tsu, e dai os Akibarangers conheceriam o Five Cyan).
Seiji: Agora agindo como bons trabalhadores, em instantes você deverá ir para o Museu de Artes de Mori, que abre em instantes. Começará hoje uma exposição sobre John Crome com aqueles quadros de paisagens bacanas que só ele conseguia fazer, e apenas você poderá dar a liderança de fotografias para a nossa Ore Shinbun. Tire as melhores fotos em qualquer ângulo!
Andy: Juro não falhar, mesmo que matérias sobre museus sejam simples de serem feitas num jornal com ou sem tabloides.
Seiji: Assim espero! Vou voltar para meu escritório para analisar sobre a edição de ontem. Duvidas, me ligue. – Seiji acena para Andy e anda até o seu escritório, fechando a porta em seguida, com boa alegria. O jovem novamente pensa sobre o chefe.
Andy: (Eu seria o cachorrinho dele caso descobrisse que eu sou um dos heróis de Tokuland. Então viria para mim o Cartão Especial Paradisíaco de Trabalho, com aquelas coisas que muitos facilmente sonham em ter. Que chefe esquisito!).
U-Block
No quartel-general da base, Nozomu Taiga olha a mensagem escrita dentro do convite que recebeu sobre o aniversário de Saki. O hospedeiro de Ultraman Zero imagina a diversão que ele pode ter na noite deste Sábado, tal como ele teve anteriormente em outras festas. Seu gosto por frutas e por Karaoke sempre o deixa alegre, mesmo que ele não seja o idealizador desta festa e tendo sido avisado sobre o que terá na comemoração de Saki, que é também sua amiga. Quando ele senta numa das cadeiras da mesa central, sua comandante Mirin Sachikawa entra pela porta dupla que se abre atrás da direção da mesa.
Mirin: Taiga-kun, esta pensando sobre a festa da Saki neste Sábado? – perguntou a jovem, andando em direção do rapaz.
Taiga: As mesmas e um pouco mais. – respondeu, olhando para Mirin.
Mirin: Comecei a ficar lisonjeada assim que entrei na base. Estou muito, muito indecisa para escolher qual roupa vou para a festa. – a comandante senta na cadeira ao lado de Taiga. – Parece que aquele vestido totalmente vermelho não vai servir para a noite.
Taiga: Só porque acha que o vermelho não combina com o amarelo socialmente, entendi.
Mirin: Não será por isso. É um vestido na verdade ultrapassado. Queria algo mais atraente para eu me dar bem.
Taiga: Complicado. Eu que não entendo de moda queria te ajudar, mas infelizmente eu não posso. – o rapaz coloca o convite na mesa e prossegue a conversa. – Também digo que estou indeciso a saber que roupa eu irei. Penso em ir com aquele terno com suspensório de fabricação inglesa que tenho há quase um ano, mas ela pode me achar feio vestindo aquilo.
Mirin: Não diga besteiras, Taiga! Ela não vai te achar um palhaço se for com a roupa. Uma roupa pode ou não definir um caráter de alguém, dependendo da vontade do mesmo. Confesso que você é um galante homem e uma roupa comum deverá deixa-lo inalterável em senso.
Taiga: Pense desta forma por si mesma. Caráter, você disse. Você não vai piorar em nada se continuar usando o seu famoso vestido de passeio.
Mirin: Parece que esta conversa esta ficando mais interessante, Taiga-kun. Sem brigas, não aceito que você me desafie por alguma forma. A moda hoje esta expansiva. Todas as semanas, lançam novos modelos pelo mundo e quando vejo cada um, enormes indecisões tenho de usar a que mais agrada.
Taiga: Ainda somos testemunhas de milhares de novidades vinda dos principais mercados do tipo, como França, Itália, Alemanha e também a América. Lançam uma só vestimenta e interessados aos montes começam a garantirem seus dinheiros para a compra. Eu não sei como esta curiosidade os desperta e o porque que isso nunca ocorre direito comigo.
Mirin: Sobram as opções baratas, ou em alguns casos de sorte, raras. O traje em vermelho paguem á preço mediano, mas como eu falei eu não sei se vou com ele, que já usei diversas outras vezes também.
Taiga: Perdidos não estaremos. Apenas queremos deixar a Saki-chan feliz.
A porta dupla se abre por trás da mesa circular, revelando Risako Takayo, operadora de comunicações do Team U-II. Também convidada para o aniversário de Saki, ela entra com fichário composto por papéis de anotações fornecidas pela EDF.
Risako: Boa tarde pessoal! – Risako cumprimenta para ambos, e se dirige á comandante lhe fornecendo o fichário.
Mirin: Informações enviadas pela EDF, é isso? – pergunta a comandante enquanto coleta o fichário.
Risako: Por sinal são do tipo que você gosta tanto. – Mirin abre o fichário e encontra logo na primeira folha a mensagem ''Relatórios de Pesquisas da Divisão Cientifica da EDF – Abril''. Virando para a terceira folha, passando da folha com a lista de introdução dos membros participantes, a jovem comandante lê sobre a descoberta de ossos com estranhos desenhos que pertencia á um mastodonte provavelmente morto durante a Era Glacial, detectada no interior de uma região de Kofu. Fotos são vistas, mostrando sobre os desenhos.
Mirin: Ossos de um mamífero que vivia por onde hoje é Kofu? Soa muito interessante para mim. Mas o que me intriga são estes tais desenhos nunca vistos que é citado neste relatório.
Risako: Talvez os Cro-Magnons fizeram um teste para compor uma homenagem ao morto como uma memória daquela época. Eu penso somente isso agora.
Mirin: Uma demonstração de como eles eram, fazendo estas coisas que nenhum arqueólogo ou mesmo um cientista comum consegue decifrar. – disse a comandante da Team U-II á Risako. – Hoje, é mais fácil decifrar escrituras egípcias do que qualquer linguagem desenvolvida por jurássicos.
Taiga: Deixe eu ver isso. – Mirin entrega o relatório á Taiga. O jovem olha atentamente os relatos e as fotos com os desenhos feitos pelos Cro-Magnons. – O History Channel precisa ver estas coisas também. Estas artes antigas apresentam algo único que os humanos daquela época tinham em mente, mesmo que foi períodos antes da invenção de letras e números. Estranho também a EDF não conseguir decifrar absolutamente nada sobre estes desenhos das fotos.
Zero Eye: Eram comunicações que estas pessoas que viviam na época necessitavam para progredir e para aprender. Estamos numa época em que línguas antigas são decifradas devido ás evoluções cientificas com ajudas de historiadores experientes. Fico feliz por também a linguagem da Nebulosa M-78 também estar em estudos científicos. Ainda intriga como é a dificuldade de saber pelo menos alguma coisa sobre o que homens destas eras pré-históricas escreviam. – falou a voz de Ultraman Zero dentro da Zero Eye.
Taiga: Penso de como eles conseguiam fazer desenhos como estes encontrados nos ossos para comunicação alguma. E juro que Gaku e os membros da SIC estão na extensa lista dos que nunca conseguem. – depois de falar para a voz de Zero, Taiga devolve o relatório de pesquisas á Mirin.
Mirin: Por ter falado do History Channel, juro que o apresentador de Alienígenas do Passado não consegue saber destes desenhos.
Risako: O modo em que cavernosos e glaciais escreviam é de forma exclusiva. Como ele vai saber de coisas do tipo poesias? – perguntou Risako á comandante.
Mirin: Poesias naquela época? Representações de pessoas daquela época nos faz sempre pensar que agiam como se fossem mongoloides. Como eles podiam fazer poesias se nem naquela época foi inventada sequer um verbo?
Taiga: Incerto eles conseguirem usar uma parede de caverna para escrever ainda um romance, se convivências amorosas não eram como são hoje. Pense mais do que você fala, Risako. – Risako cruza seus braços e olha timidamente aos dois, enquanto mexe em seus óculos azuis.
Castelo do Sindicato das Trevas
Situado em uma desconhecida região, desértica e sem algum sinal de vida diante de seu ar frio misturado com o céu sombrio ainda de cor purpura, este lugar feito por construção de concreto reúne uma grande quantidade de vilões que seguem as ordens de seu impetuoso líder. Vilões outrora vencidos nas suas oportunidades de conquistas da Terra frustrados por diversos heróis e logo mais revividos para que possam se vingar de seus piores oponentes. Como o líder do sindicato, Rio ofereceu á estes vilões a possibilidade de desenvolverem uma era infernal, para que a humanidade sofra devido aos seus atos á ferro e fogo.
Em seu quartel dentro do castelo, Rio inicia uma conversa com seus seguidores através de seu altar, ainda ao lado de sua esposa Mele.
Rio: Inescrupulosa esta situação que estamos passando. Estes heróis que sempre fazem um avanço nada agradável para atrapalhar os progressos do sindicato nunca tem uma noção de como um simples erro nos passos levam eles ao banho de sangue sempre previsto. Quando um vence, um por aqui falha. Preciso saber como que ocorrem estas falhas.
Billion: Rio-sama, todos nós que sempre seguimos suas ordens tem cuidados para lhe dar contra estes indivíduos. Ainda eles conseguem mais vantagens quando se pensa que vão morrer.
Rio: Vantagens eles sempre tem, desde que eles pensem primeiro como tê-las. Felizmente, os Heroic Saviors são um grupo de jovens que desconhecem a morte por herdarem o histórico de outros que atrapalharam anteriormente algumas organizações. Aprenderam com estes a forma de se tornarem heróis e ainda duvidam da real realidade.
Shelinda: Eles são esquecidos. Gosto deles desta forma, porque eles esquecem de como a morte nunca há sequer uma volta. Rio, eu não vim aqui na verdade para seduzir e sim para te ajudar a pelo menos se divertir quando arrancar a cabeça de alguém. Querendo, a cabeça daquela Amy pode ser minha e vou guardar esta como um troféu.
Rio: Nada adiantara com facilidade tirar a cabeça da filha daquela policial e daquele lutador que possui conhecimentos em alquimia. Tanto ela quanto seus amigos precisam conhecer a essência da morte de outras formas.
George Makebe: Inventar formas para o medo são infinitas! Nas minhas mãos podem sair as maiores idéias, Rio.
Mele: Pensar sobre como iremos triunfar na próxima é indispensável. Problema representa Andy e seus amigos. Uma hora ou outra, um outro herói os ajuda a vencerem. Isso nunca acaba. – Mele começa a engrossar sua voz. – Haverá o dia em que Tokuland ira chorar quando eles forem enterrados no nosso cemitério.
Rio: Quero que olhem para o que será mostrado agora. – pouco acima do altar, um vídeo aparece, que mostra imagens de Saki Rouyama. Os vilões olham para o vídeo, e Yogoshimariten dá um passo á frente, impressionado.
Yogoshimariten: Saki.
Rio: Na noite de hoje, a integrante dos Go-ongers Saki Rouyama fará seu próximo aniversário. Ela ira comemorar com amigos no Kyun Kyun Guild, que fica em Akihabara.
Yogoshimariten: Saki nunca esquece daqueles seus aliados pulguentos narina. Todas as semanas um ou mais Go-ongers faz uma visitinha por onde ela trabalha, com medo de que um problema ocorra com ela. Ela antes já encarou muitos problemas quando Gaiark estava em atividades, e Saki era considerada a criança menor por ser exibida narina. – disse Yogoshimariten á seu superior.
Rio: Obviamente, haverá membros do grupo dela que foram convidados, exceto você. Esta festa pode ficar mais interessante se agir conforme sua sabedoria.
Yogoshimariten: Como ministro do crime que coordenou Gaiark, virá das minhas mãos o mais esperado presente que ela deve ganhar narina. – disse o vilão enquanto movimenta suas duas mãos pesadas.
Castelo Doran
Distante da cidade de Tokuland e presente numa região composta por montanhas que separa esta metrópole, há o castelo construído com base das tradicionais arquiteturas da era medieval europeia. Este Castelo Doran se situa silencioso no lado por onde esta, quieto e limpo, e distante da poluição comum da cidade. Mas dentro existem moradores, aqueles que nunca se importaram antes de viver num castelo como este e com moveis comuns de se encontrar numa moradia como esta. Alguns destes moradores são considerados diferentes para aquelas pessoas que antes os viram, e o porque pode ser respondido por eles mesmos devido ás suas diferenças. Três destes – Jiro, Riki e Ramon – são na verdade Fangires, uma raça de monstros similares á vampiros que se alimentam da energia vital de humanos para sobreviverem. Ambos são renegados á raça, pois decidiram rejeitar todas as ordens impostas pelo seu antigo líder quando vivo. Tais ordens simplesmente exigiam que um Fangire obtivesse todos os limites vitais de uma pessoa indefesa para se tornar forte o bastante para transformar o mundo á sua volta em trevas, além da capacidade de assumir uma identidade humana para facilitar os métodos de executar humanos enquanto cumpre seus objetivos de domínio. Os três são formas humanas de poderosos monstros, respectivamente Garulu, Dogga e Basshaa, dotados de força e habilidades assassinas, que ainda impressionavam o líder. Mas Jiro, Riki e Ramon desistiram de seus objetivos principais e logo cada um se volta contra ele, agora usando seus poderes em prol dos humanos indefesos. Houve um motivo para estas escolhas: a influência de um jovem violinista de nome Wataru Kurenai, que por causa de seu sangue herdado de seus pais, também Fangires, preferiu também usar seus instintos para proteger a paz do mundo por poder carregar cada poder desta raça como Kamen Rider Kiva. Esta luta ocorreu há muito tempo e enfim o jovem conseguiu conter aqueles Fangires que queriam cumprir a persistência do líder, mesmo tendo que sofrer as consequências que causavam na sua própria família nisso tudo. Atualmente, os três vivem no Castelo Doran ainda ajudando Wataru em perigo ocasionado por outras ameaças.
Na sala de jantar, os três Fangires em suas formas humanas jogam Poker tranquilamente.
Ramon: Estou muito preocupado com a Maya. – disse Ramon, um menino com aparência de pré-adolescente, abaixando sua cabeça enquanto coloca suas mãos nas suas bochechas.
Jiro: Bah, preocupado? Deixe ela no mundo dela, pois ela sabe enfrentar situações e desavenças com outros. – falou Jiro com impulso ao menino, enquanto ele lança na mesa com força uma carta de Ás de Copas.
Riki: Eu ainda não acredito que não se importa em perceber o afeto que Ramon tem á princesa. – disse Riki á Jiro, em tom devagar.
Jiro: Isso me preocupa, e é desde a semana passada.
Riki: A Maya segue com problemas desde quando ela entrou para o Go-onger. Como filha mais velha do Wataru e da Miu, o mais novo ainda não poderá dar conselhos.
Jiro: E o que tem a ver o Ramon ainda por cima?
Riki: Ramon gosta muito da Maya como um companheiro. Eu pensava que sabia sobre a rivalidade dela com a Saki. Me preocupa também. – Riki olha para duas cartas viradas á sua frente, mas não faz um novo turno.
Jiro: Parece que a coisa anda pior até hoje... – Jiro pega a mesma carta de Ás de Copas, percebendo que os demais pararam de jogar.
Riki: Ramon, pode falar alguma coisa? – perguntou Riki ao menino, ainda de cabeça baixa e com as mãos nas bochechas.
Ramon: Maya não poderia ir na festa na noite de hoje.
Riki: E porque? – Jiro olha para o menino.
Ramon: Saki briga com ela muitas vezes. Me assusta a Maya sair perdendo nesta situação.
Riki: A Saki gostava quando a Miu era do grupo dela. Então quando Wataru conheceu a Miu e os dois se apaixonaram, um rio foi formado entre os Go-ongers. Ela ainda agia como a Go-on Silver enquanto Wataru estava prestes a descobrir o terrível segredo da família dele. Houve então o dia em que ela não pode fazer a sua cooperação na vitória final do grupo de heróis por estar em processo de gestação, o que causou problemas aos demais. Mesmo desta forma, os Go-ongers conseguiram destruir a Industria Gaiark ao mesmo tempo que nosso grande amigo matou Bat Fangire. E após nove meses, nosso superior se tornou pai com o nascimento da Maya.
Jiro: Dai Maya foi treinada pela mãe, e quando se tornou adolescente ela foi escolhida para ser sua sucessora. Miu se engravidou novamente e veio como segundo filho o Masao, fazendo uns dois anos.
Ramon se levanta da mesa, e sem falar nada ele sai da sala de jantar abrindo a porta dupla. No corredor seguinte, ele segue até o final até o Hall de entrada do castelo e em seguida ele sobre a escadaria de tamanho largo que conecta ao segundo andar. Entrando no corredor direito, ele segue até a segunda porta feita de madeira dura, por onde situa o quarto de Maya. Ramon bate educadamente a porta.
Sentada em frente a um espelho circular e fazendo um alisamento em seu cabelo loiro com uma maquina de escova progressiva, a jovem ouve o bater da porta. Ela coloca o acessório num espaço vago na mesa com vários frascos de cosméticos e se levanta do assento, indo até a porta. Destrancando-a, Maya abre e vê Ramon. Imediatamente ela se comove ao olhar para o rosto entristecido de Ramon.
Maya: Querido o que foi? – perguntou a jovem olhando para o menino.
Ramon: Sigo preocupado com seu destino.
Maya: Meu...destino? Não to entendendo direito, mas se quiser entrar aqui eu deixo. Venha! – a jovem pega em uma das mãos de Ramon e o leva para dentro de seu quarto. Ela ordena com um dedo para que ele sente numa cadeira cor de rosa e então obedece. – Porque está preocupado?
Ramon: Fico triste da falta de sorte que tem com os Go-ongers. – respondeu o menino sem olhar para a jovem. Maya coloca suas mãos na cintura e começa a pensar sobre Saki, se enraivando.
Maya: Não imaginei que ficaria tão preocupado a respeito daquela debiloide. – ela vira sua cabeça para o lado por onde há o pôster da Ayumi Hamasaki na parede rosa. – E você veio aqui pra falar dela?
Ramon: Nunca imaginei que sente um pavor da Saki.
Maya: Tá, foi ela que começou a negar minha presença no bando dela e quer ser a politicamente correta. Que ela me segure enquanto eu estiver viva!
Ramon: Este seu ódio me preocupa.
Maya: Mas não me preocupa. Sei me aturar desta e outras situações. Sou herdeira da Miu, o Jetras me aceitou, o Hiroto me aceitou, e o resto que me acolheu.
Ramon: E porque este ódio por ela? Saki não esta gostando de sua presença por ter substituído sua mãe. Tente fazer que ela fique calma. Na vida tudo há mudanças. – Ramon olha para a jovem.
Maya: Do jeito que ela me trata não tem como melhorar fácil. Apesar dela ser muito exibida. – Maya volta a sentar rente a mesa, pega sua escova progressiva e volta a alisar seu cabelo. O garoto olha para ela ainda sentado na outra cadeira.
Ramon: Deve estar se arrumando para a festa dela. Se tem um atrito por Saki, me responda porque vai na festa.
Maya: Vou ir á força ou levo a pior da mãe(e a única boa que terei é que será o primeiro momento em que sairei com a minha nova Melissa Aranha transparente).
Filha mais velha de Miu Suto e Wataru Kurenai, Maya Kurenai II é uma comum adolescente japonesa da sociedade moderna: gosta de fazer amizades, tem uma afinidade por musicas e tecnologia, compra diversas roupas novas e se diverte em passeios. Ao nascer, a jovem foi batizada com o nome da mãe de Wataru, também chamada de Maya Kurenai, para honrar a família do pai após momentos trágicos envolvendo seus próprios parentes com Fangires. Assim que completou 18 anos, em plena adolescência, ela foi treinada por Miu para se tornar sua sucessora como Go-on Silver enquanto a mãe decide desistir de sua carreira como heroína para seguir uma nova carreira como empresária de uma agência de modelos no bairro de Mizume. Sendo a nova integrante dos Go-ongers, Maya age ao lado de Jetras, que era o mesmo Partner de sua mãe enquanto ela membro do grupo; e junto do irmão Hiroto, que ainda atua como Go-on Gold, reativa os Go-on Wings.
Maya foi bem aceita por quase todos os integrantes do esquadrão. Apenas foi rejeitada por Saki, seguindo isso até hoje. Rouyama gostava muito de quando Miu era a Go-on Silver, e não acha a jovem como uma grande troca por não ser meiga como a mãe. Mas Maya também não gosta do modo convencido que a identidade civil de Go-on Yellow possui, pois pessoas que agem como perfeccionistas não são do agrado da jovem. Pelas indiferenças, as duas entram em constantes discussões principalmente durante as missões devido aos incompatíveis estereótipos de ambas.
Mesmo assim, Maya foi convidada automaticamente pela mãe para comparecer na festa de aniversário. Sem uma saída, ela não pode recusar, sendo que Rouyama seja sua colega de todas as formas no grupo e que uma rejeição apenas poderia causar uma raiva em Miu. A jovem sabe que pode ter novos conflitos com a Saki esta noite, em pleno evento de celebração e no meio de um público. Fora os demais Go-ongers e até mesmo os membros dos Heroic Saviors, outros convidados ainda não imaginam como que as duas não se entendem bastante, e esperam que a festa seja normal e sem problemas, inclusive Marushina, que cedeu seu estabelecimento em Akihabara para fazer a festa. É incerto saber como será o aniversário de uma alegre Yellow com uma Silver que tem um entendimento quase nulo com a outra.
Glossário
Gyaru – É um estilo de moda sub-cultural criado no Japão nos anos 70 em que jovens garotas usam roupas do tipo urbanismo(como saias e sandálias de salto alto)e andam com cabelos loiros escuros. O nome se inspira na palavra inglesa Gal na pronuncia japonesa, significando Garota. Uma mulher que decide ser uma gyaru expressa sua insatisfação de não querer ter um romance e também um desinteresse por algum emprego. Apesar destas diferenças, este estilo de moda é considerado popular no pais e se tornou uma das grandes influenciadoras na economia fashion japonesa, havendo em cada estado lojas que vendem roupas para interessadas, além de haver também interessadas em outros países que gostam do estilo, mas estas tendo de comprar peças mais em webshops, pois quase não há alguma loja pelo mundo em que venda roupas. Em Shibuya há uma notável quantidade de mulheres gyarus.
John Crome(22\12\1768 - 22\04\1821) - Artista romancista inglês, responsável por desenvolver um estilo de pintura de paisagens diferente do convencional, que se utilizava água-forte via alguma matriz de metal como alumínio, ferro e zinco. Suas pinturas influenciaram uma geração de pintores, que seguiram seu sucesso em seus respectivos trabalhos e principalmente seu filho, John Berner Crome(1794-1842),que devido ao seu nome completo ser idêntico ao do pai,fez que o mesmo se chamasse Old Crome para diferencia-lo pelo nome.
