Capitulo VII
O baile
Gina e Mione desceram as escadas que levam ao dormitório feminino. Ao chegarem no Salão Comunal da Grifinória encontraram um Rony olhando de forma intimidadora para Thomas somente porque ele estava levando sua querida irmãzinha ao baile. Os dois estavam muito bonitos. Rony estava com o novo traje que os gêmeos haviam comprado e este sim era de gala, digamos atual. Thomas estava com trajes pretos (combinando com o vestido de Gina) e irradiava uma beleza espetacular.
-Como você está linda, Mione!- disse Rony maravilhado.
-Obrigada!
-Você está maravilhosa, Gina!- disse Thomas babando.
-Você também. –Gina olhava nos olhos de Thomas, e não podia deixar de se encantar. Fazia tanto tempo que ela não via um olhar de admiração voltado para ela.
-Han-han...Vamos, então?-Disse Rony, não gostando muito de todo essa conexão visual que estava ocorrendo bem ali na sua frente. "Que cara de pau!".
As duas duplas se dirigiram ao Salão Principal com um silêncio incomodo. Não haviam muitas pessoas nos corredores, e todos que encontraram eram casais bem romanticos, o que acabou deixando nossas duplas desconfortáveis. Ao chegarem ao local da festa, perceberam uma agitação maior nas pessoas, e alguns gritos de admiração, vindos de dentro do salão. Quando passaram pelas grandes portas, perceberam o porquê de tanta exclamação. Nem parecia o mesmo local, todas as grandes mesas foram substituidas por pequenas mesas redondas de quatro lugares, toda ornamentada. Toda a iluminação era feita através de velas, sejam as das mesas, quanto as dos pilares, deixando um ambiente à meia-luz, com um toque de romantismo. Toda a decoração era floral, haviam trepadeiras envolta das paredes e pilares, arranjos em alguns lugares, flores que caiam em castacatas... Parecia que eles tinham entrado no mundo das fadas. No centro do salão, mais parecendo uma pequena clareira, estava uma pista de dança, ainda vazia, iluminada por um faixo de luz da lua único. Num canto mais afastado, estava a mesa das bebidas e aperitivos, rodeado por homens, que pareciam loucos por qualquer coisa, mesmo que ligeiramente, alcoóolico.
Gina e Thomas acabaram por dividir a mesa com Rony e Mione, até porque quando eles tentaram se distanciar, Mione agarrou o braço de Gina, e sussurou que precisava dela. Decidiram se sentar numa mesa mais afastada da pista de dança, um lugar que permitia observar o salão inteiro, e por causa da iluminação eles não seriam facilmente vistos. Quando chegaram na mesa, Thomas puxou a cadeira para Gina se sentar, e Mione não parou de olhar feio para Rony até ele pereber que deveria fazer o mesmo. Não haviam muitos convidados ainda na festa, e considerando o estado que as meninas estavam no dormitório quando elas sairam, Gina julgou que ainda demoraria uma meia hora para que o volume de pessoas aumentasse, e a festa realmente começasse. Gina continuou olhando distraída para o salão observando alguns detalhes da decoração, mais para evitar o clima estranho que estava na mesa, quando viu um casal numa mesa afastada. Ela ficou até ligeiramente vermelha, envergonhada por estar presenciando um beijo tão feroz de outras pessoas. Quando estava prestes a olhar para outro lado, para dar um pouco de privacidade ao casal, foi que eles se separaram e Gina pode reconhecer quem eram, e para um ligeiro choque, eram Neville e Luna. Gina nunca imaginou que eles seriam tão...fogosos... Há muito tempo Gina sabia do amor de Nev por Luna, mas sinceramente nunca imaginou que o sentimento era tão amplamente e intensamente retribuído. Pelo menos um casal estava vivendo sua história de amor, e eles mereciam tanto isso. "Só eu mesmo que devo ter um karma gigante pra não merecer amor." Quando pensou nisso, automaticamente o rosto de Harry lhe veio a cabeça... Estranhou quando percebeu que não o via fazia um tempo, e ele normalmente fazia tudo com Rony e Mione... "Que coisa estranha! Por que ele não viria com eles?". Gina pensava distraída enquanto olhava o salão quando um casal que entrava no salão lhe prendeu a atenção. Ela, num vestido bem vermelho, quase vinho, de um tecido que brilhava ligeiramente, e lhe caia bem ao corpo, destacando bem cada uma de suas curvas. Quando ela andava, o movimento do vestido lhe dava graça e sensualidade, auxiliado pela fenda lateral que mostrava sua perna direita com o movimento. Ele, era o simbolo perfeito da sofisticação, e seu porte exalava musculosidade e sensualidade. Gina não podia acreditar, mas por um momento sentiu inveja de Pansy. Ela não sabia e nem queria descobrir se era por causa de seu par, o Malfoy, ou se era dela mesmo: Bonita, sensual... Coisa que Gina achava que nunca poderia ser, que ela nunca causaria esse impacto que eles causaram ao entrar, aquele foco, quase como se um holofote pairasse sobre eles, e todos os rostos eram obrigados a virar para lhes observar e simplesmente não conseguiam evitar.
-Hum, Gina, o que você acha da gente ir dançar?
Gina olhou em volta e percebeu que o salão estava cheio e a pista de dança estava lotada.
-Tudo bem.
Tocava uma música agitada quanto os dois se levantaram. Todo mundo balançava a cabeça e os braços, acompanhando o ritmo. Gina olhou para os lados meio desconfortável, tentando acompanhar o ritmo da dança, mas ela sempre se sentia tonta ao fazer isso "pareço uma macaca querendo sair da gaiola".Quando a música terminou, a que a seguiu era um rock clássico, mais romântico e calmo, e ela se sentiu mais confortável para dançar, até que percebeu que esse tipo de música fazia o Thomas se aproximar mais dela. Depois de um tempo de conflito interno, Thomas decidiu se aproximar ainda mais, abraçando Gina e colocando os braços dela no seu ombro, envolvendo o seu pescoço. Gina se sentiu um pouco desconfortável, algo nele de repente a deixou receosa, apesar dele não ter feito nada de errado, mas apesar disso, decidiu apoiar sua cabeça em seu ombro, e se deixar levar um pouco. Afinal de contas ela nunca se aventurava, nunca vivia o momento... Ao fechar os olhos sentiu medo, mas apesar disso decidiu desobedecer seus instintos. "Seja teimosa, pelo menos uma vê na vida. Ninguém gosta tanto assim de santinhas! Somos chatas e previsíveis até demais!".
-Hum, Gina... você se incomodaria seeu te deixasse um pouco sozinha. Eu... eu preciso... olha eu já volto ok?
Gina olhou para Thomas que de repente estava ansioso, ligeiramente nervoso, e aparentava estar suando frio. Gina somente balançou a cabeça que sim, e Thomas já estava a meio caminho do banheiro. "Ohw! Será que... que ele está...passando mal?" Esse pensamento era de repente engraçado demais para ela simplesmente não rir. E estava Gina sozinha no meio da pista de dança rindo sem parar. Quando alguns casais que estavam próximos começaram a encará-la ela decidiu que estava chamando atenção demais para uma ruiva, e se virou para voltar para sua mesa. Mas o fazer isso se deparou com o último casal que ela queria ver naquela noite: Harry e Cho. E de repente nem se lembrava mais do que estava rindo há meio minuto. Ambos estavam corados, e apesar de Harry constantemente pisar no pé de Cho, ela continuava a dar um sorriso envergonhado. A cena era tão fofa que chegava a ser patética, e Gina só conseguia pensar em vomitar. Gina ficou ligeiramente atordoada e não sabia o que fazer: se devi fingir que nada aconteceu se deveria dar um oi... no fim, optou pelo caminho mais não-grifinoriano: sair de fininho. Voltou para a mesa que antes dividia com Ron e Mione, mas que no momento estava vazia. Parecia o único lugar seguro naquela festa. "Talvez eu estivesse certa em não vir! Não deveria ter deixado a Mione me convencer dessa loucura!"
-Oi. Vamos tomar alguma coisa?
Gina voltou dos seus pensamentos direto para Thomas, recém voltado do banheiro. Gina estranhou, ele estava diferente. Mais... frio, seco... O brilho dos seus olhos haviam se apagado, e seu olhar parecia determinado. "Ow, acho que ele está pior do que eu pensava!"
-Uh-uhm, claro!- "Melhor fazer o que ele quer, vai que ele me desmaia aqui ou algo do gênero?"- Está tudo bem com você?
-Sim, está tudo ótimo. –"Hunf! Homens! Sempre bancando os durões"
Ambos caminharam para a mesa de bebidas, o desconforto de Gina sempre crescente. Ao chegarem lá, Thomas pediu algo para o garçom, mas Gina nem se preocupou em descobrir o que era. Olhava ao redor, analisando a mesa ao lado, cheia de doces e outras comidas "Hummmmm, varinhas de alcaçuz! Eu adoro varinhas de alcaçuz!".
-Thomas, eu vou ali, ok?
Gina correu para a mesa ao lado, ansiosa para se deliciar nos doces, e deixou para Thomas a responsabilidade de esperar o que quer que seja que ele tenha pedido.
-Aqui está!
Gina pulou de susto e quase se engasgou com o doce que mastigava. Pegou o copo da mão de Thomas e tomou um gole para lhe ajudar a recuperar o ar. "Que máximo. Só eu mesmo pra ficar tão vermelha, que lindo! Quanta compostura! Huh, que gosto estranho, acho que misturou com o gosto dos doces e ficou estranho."
- Obrigada! Hum... De que é? Não reconheço o sabor.
- Relaxa, Gina. Só tome, ok?
Gina ficou quieta e só tomou sem reclamar mais, afinal de contas estava com sede. Estranhamente, Thomas ficou encarando ela enquanto ela tomava o conteúdo de seu copo. "Eu, ein? Gente estranha! Ele deve estar mais doente do que parece, se duvidar!". Gina terminou de beber e colocou o seu copo num canto e voltou a pegar alguns doces. Ficam em silencio, Gina comendo os doces e fingindo não estar incomodada com Thomas a encarando. Gina olhava todo mundo dançando alegremente na pista de dança, pulando, se movimentando alegremente. De repente, parece que eles se mexeram rápido demais, e isso a deixou um pouco tonta.
-Ow! Acho que estou um pouco tonta! Deve ter sido o açúcar.
Thomas simplesmente sorriu um sorriso estranhamente satisfeito, e foi embora. Assim, do nada! Gina pensou em ir atrás dele, mas ao dar o primeiro passo tudo ficou rápido demais. O barulho de repente começou a pertubá-la, a luz fazia sua cabeça doer. Só precisava sair de lá. De repente aquilo tudo estava lhe incomodando muito. Gina saiu para o jardim com muita dificuldade. Estranho, mas parece que o chão estava ligeiramente estranho. Essa idéia de revestir o chão do salão com vai saber o que deixava tudo mais difícil, e só foi melhorar quando ela foi para a área externa.
"Ah! Ar puro! Sem pessoas dançando e nada assim! Hum... acho que vou no lago!"
Draco já não estava mais agüentando Pansy ao seu lado. O que é que dera em sua cabeça para convidá-la? Realmente, aquela garota é insuportável! "Quer saber de uma coisa, eu vou é me mandar daqui, não está valendo a pena mesmo. Ela teria que ser muito mais gostosa do que isso pra valer ouvir tanta bobeira! E ah, essa coisa toda melosa chamada de decoração, vai saber da fantasia de qual virgem maluca que isso saiu. Me faz passar mal!".
-Pansy, eu vou beber alguma coisa.
-Eu vou junto, estou morrendo de sede.
-O que você quer? Eu te trago.
-Se você quer assim, me trás um suco de abóbora.
"Você vai esperar muito tempo por esse suco, garota!" pensou Draco enquanto fingia se dirigir a mesa, caso Pansy estivesse olhando, mas no meio do caminho mudou de direção e foi para o jardim de Hogwarts. Ao sair pela porta respirou aliviado por sair daquela pequena réplica de inferno. Foi para perto do lago, onde não iria ter um monte de casais se aventurando, e ele podia ter um pouco de privacidade. Escolheu um canto escuro, caso algum professor decidisse fazer ronda pra espantar os casaizinhos, e tirou seu cantil do bolso interno do casaco. "Ah, exatamente o que eu precisava!" Draco pensava enquanto sentia o álcool queimando garganta abaixo. Pode até parecer patético ficar escondido num canto bebendo sozinho, mas Draco não se importava. Havia muito tempo que ele não queria se importar, porque simplesmente não valia a pena. Aquela cena não lhe parecia mais patética do que fingir se divertir socialmente. E aquele momento, aquela bebida, lhe dava a sensação de que poderia fugir de tudo. Por um momento não doeria tanto enfrentar a escuridão da sua mente, o peso da culpa. Viveria sem remorso, sem dor. Era o único momento de paz. A sanidade que existe quando se perde na loucura. Loucura, sim, isso ele entendia bem. Via todos os dias os mais variados tipos de loucuras. Riu do seu pensamento e cansou de ficar em pé no mesmo lugar. Deu dois passos para sair detrás do arbusto, e parou instantaneamente em choque, sentindo a tão familiar sensação de perda de equilíbrio e leveza. "Ow, será que eu estou mais bêbado do que imaginava! Acho que finalmente a minha loucura atingiu o outro nível. Já que estou alucinando mesmo, posso até aproveitar. Tão linda, ali sentada, com a brisa batendo em seu rosto. Por que eu alucinaria com algo tão bonito... a pura imagem da pureza? Acho que é a minha mente me punindo, me torturando. Tenho certeza que se eu me aproximar ela vai desaparecer, quanto mais eu chegar da pureza mais impura ou irreal ela vira. Mas eu tenho que tentar, não posso desistir." Draco se aproximou de sua alucinação, ligeiramente surpreso por ela já não ter desaparecido ao primeiro passo. De repente já estava à distância de um passo dela, esticou os seus braços e por um momento oscilou. Valeria à pena arriscar estragar tanta beleza?
Gina sentia a brisa tocando em seu rosto. O toque frio a fazia se sentir melhor. Estava tudo ficando estranho demais. Sentiu um toque no seu ombro direito, contudo seu pensamento estava lento demais para perceber logo em primeiro momento que aquilo significava que havia alguém mais ali. Quando se realizou disso, abriu os olhos e se virou para encarar a pessoa. Por um momento ambos ficara olhando um para o outro, até que Gina finalmente processou a informação:
-Malfoy? O que? O que está fazendo aqui?
Gina se levantou ficando de frente para Draco. Ele ainda olhava em dúvida para ela, até que ele percebeu quem ela era e deu um passo para trás.
-E se que não quiser te responder? – "E se eu não souber?"-pensou Draco
-Então saia daqui. Só me deixe em paz.
-Caso você não saiba Weasley, o lago é publico. Logo, se eu quiser eu fico aqui.
-Como você é idiota! Quantos anos você tem? 11?
-Não brinque com a sorte, sua verme!
Gina cansou daquilo tudo. Estava passando mal demais para simplesmente se importar em discutir com o Malfoy. Olhou mais uma vez para o rosto dele, que voltou a fitá-la com dúvida, e deu um passo para ir embora. Draco segurou em seu braço a impedindo de ir embora, a fazendo olhar mais uma vez para ele.
-Você não vai falar nada? –Gina sentiu, sem saber por que, que havia muitas outras perguntas embutidas em somente um ponto de interrogação.
-Simplesmente não vale a pena.
Gina virou sua cabeça rapidamente para frente, para retomar seu caminho. Porém, ao fazer isso, sua cabeça ficou ainda mais leve e se sentiu perder na escuridão.
Draco estava soltando o braço da Gina quando viu o corpo dela perder a força. Ele a apanhou conforme o corpo dela caia para trás inesperadamente. "Mas o que? Como ela está gelada...". Draco buscou chacoalhar-la, mas seu corpo continuava sem resposta. "Estranho... é impressão minha ou ela quase não está respirando? Ela está quase sem pulso... será que... que eu a matei? Não, não, não pode ser! Eu não posso ter feito isso, não posso. Ela tem que estar viva! Eu não posso ser um assassino!". Draco a pegou em seus braços e saiu correndo em direção à enfermaria. Ele precisava chegar lá rápido, ou seu maior pesadelo seria verdade. Ele seria um assassino.
Após o que parecia uma eternidade, Draco cruzou as portas da enfermaria. Assim que isso aconteceu, Madame Pomfrey já estava tirando Gina de seus braços e a colocando em uma maca.
-O que aconteceu?
- Eu não sei... aconteceu do nada...
-Meu Merlin! Ela está morrendo! Ela foi... Envenenada!
Culpado, ele precisava sair dali. Ele não podia ter causado a morte dessa menina. Não. Enquanto seu mundo desmoronava, Dumbledore passou do seu lado. Draco nem sabia dizer quando ele chegou, ou de onde ele veio. Sua mente estava perdida demais. Dumbledore analisou Gina, e virou para Madame Pomfrey e passou indicações que ela correu para atender.
- Ela vai ficar bem, Sr. Malfoy. Você a trouxe bem em tempo. Agora se você não se incomodar, gostaria de lhe fazer algumas perguntas. Por favor!
Draco entrou na sala que Dumbledore lhe apontou. Na sua mente um redemoinho de coisas acontecia, e ele simplesmente não conseguia se libertar.
-Não precisa se preocupar, Sr. Malfoy. Só quero lhe fazer algumas perguntas. O Sr. a envenenou?
-Não.
-Me conte o que aconteceu.
-Eu estava no jardim, e eu a vi e fui falar com ela. Ela ia embora quando simplesmente desmaiou.
-Entendo. Sr. Malfoy, acredito que o Sr. acabou de se tornar o herói da noite. O que é interessante, levando em consideração a história entre as duas famílias.
- Posso ir embora agora, professor?
-Sim, está dispensado.
Draco estava quase saindo pela porta, quando parou e se virou para Dumbledore mais uma vez.
-Professor, você poderia não contar pra ninguém que foi eu que a trouxe?
Dumbledore o analisou por um tempo, com diversas coisas correndo em sua mente. Finalmente ele acenou que sim, e Draco foi embora. Ele não era um assassino.
N/A: Obrigada se você chegou até esse capitulo. As coisas daqui em diante vão começar a mudar. Minha inspiração meio que voltou, e idéias brotam de twitters. (Valeu Lari xD!)
Agradeço imensamente a todas as pessoas que leram. E principalmente à Danae e a Patrícia () por terem mandado reviews.
Esse capítulo é pra vocês! Incluindo o que não mandam reviews . Acho que mais do que reviews, no momento eu peço indicação. Leu, achou meramente legal, indica pra alguém, por favor. Eu sei, olha eu admito, que os primeiros capítulos estavam uma merdinha, e aqui, nesse N/A eu prometo que as coisas vão melhorar.
Obrigada por tudo! E obrigada a minha super empolgada irmã, que fica me incentivando a escrever xD!
Malfeito feito!
Nox!
Lily LaFolle
Ps: Mais um capitulo sem beta... PROCURA-SE UMA BETA QUE FIQUE QUASE SEMPRE ON LINE E BETE RAPIDAMENTE! (Não custa nada sonhar, né?)
