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"As zebras são pretas com listras brancas ou brancas com listras pretas?"
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Ardente PaixãoCapítulo Sete
A semana passou depressa.
Na terça-feira, Kagome agendou reuniões para InuYasha com três agências de propaganda. Jakotsu fez as recomendações , embora nenhuma fosse dirigidas por mulheres.
Seguindo as instruções de InuYasha, Kagome disse a cada uma das agências para que mandassem a melhor funcionária para uma discussão preliminar, e esteve presente às reuniões, ouvindo e observando, para que pudesse dar um ponto de vista adequado.
Na apresentação de quarta-feira, a agência foi reprovada. As idéias não eram originais ou não tinham o apelo desejado.
A de quinta não fez nada melhor. A moça era uma intelectual que irritou Kagome com a idéia de padronizar todas as consumidoras, achando-as tolas o bastante para comprar qualquer bobagem com uma bala embalagem. Kagome ficou satisfeita por InuYasha ter concordado com ela sem precisar parecer feminista contra a abordagem medíocre.
A candidata que se apresentou na sexta-feira chamou a atenção de InuYasha assim que chegou. Kagome não podia culpa-lo.
Era muito extravagante e não possuía a imagem adequada para uma agência que queria fechar o contrato com a linha All Woman. Os cabelos eram curtos demais. Trazia um brinco no nariz e outro na sobrancelha.
Os dois ouviram a apresentação. A moça tinha uma personalidade vibrante e criativa, mas era quase impossível acreditar em uma jovem que se mostrava de forma nada atraente. E também demorou muito nas explicações. Todos os funcionários já tinham ido embora quando ela terminou de falar.
Kagome acompanhou-a até a porta às seis e quinze, pedindo, com gentileza, que não ligasse, e sim esperasse o chamado dizendo qual era a opinião de InuYasha.
Ele balançou a cabeça de um lado para o outro quando Kagome voltou à sala.
- Meu Deus, Kagome! Pode me chamar de chauvinista de novo, se quiser, mas prefiro mulheres que pareçam mulheres, e não figuras andróginas vestidas com as piores roupas da cidade.
Kagome concordava com ele, porém, a forma como InuYasha falou a entristeceu. Ela não deveria ter considerado o comentário como uma crítica pessoal, mas não pode evitar.
- Não acho que uma garota deva ser julgada por sua aparecia, InuYasha. Você não agiria assim com um homem.
- Claro que sim! Esqueceu-se daquele menino bonito que levei para almoçar? – brincou.
Kagome não conteve o riso. InuYasha tinha o mesmo desdém que o pai dela quando falava dos homens que não agiam ou não pareciam homens.
InuYasha desencostou-se da cadeira para se espreguiçar.
- Por falar em almoço, hoje comi muito pouco, por isso estou faminto. Não imagina o que eu daria por um prato de frutos do mar e um bom copo de vinho.
- E quem não gostaria? – Kagome continuava a sentir-se muito bem com a gravidez, e sentia desejo de comer ostras.
- Deixe-me leva-la para jantar, então. Vamos ao Clive's.É um excelente restaurante.
- Oh, não! Não poderia aceitar.
O Clive's era um dos mais caros estabelecimentos de Tókio. Era freqüentado só por pessoas ricas e famosas, pois só elas podiam pagar por pratos tão requintados.
- Sairá muito caro!
- Bobagem, Kagome! Chame a refeição de uma recompensa por ter se esforçado tanto esta semana.
- Mas você não fez reservas – argumentou, lembrando-se de que marcara hora no centro médico às oito.
A médica que a atendia só trabalhava nos dias de semana à noite. Kagome pensou em transferir o compromisso para segunda-feira. Três dias não fariam diferença. No entanto, não deveria adiar a consulta.
Contudo, não podia contar a InuYasha sobre isso. Ele a questionaria, e ela seria obrigada a dizer mais mentiras.
- Não vai conseguir uma mesa, InuYasha. É necessário reservar para sexta com pelo menos uma semana de antecedência.
E sábado era ainda pior. Kagome sabia disso porque costumava fazer as reservas para InuYasha quando ele ainda era casado. Ele e Kikyou costumavam jantar lá com regularidade.
- Conseguiremos um lugar se sairmos agora, Kagome. As pessoas não chegam no Clive's antes das nove ou dez horas.
- Mas irei vestida assim?
O olhar dele concentrou-se no vestido de linho preto, um pouco amassado àquela hora, e os mocassins que Kagome não achava nem um pouco apropriados para um dos lugares mais requintados da cidade.
- O que há de errado com suas roupas? Para mim, você está ótima. Pare de complicar as coisas, Kagome. E não pense que não sei suas razoes, porque as conheço muito bem.
- Sabe? – Sentiu um nó no estomago. Teria sua mãe traído sua confiança e contado a InuYasha sobre o bebê?
-Sim, sei. Olhe, não tem mais ninguém aqui na fábrica que possa nos ver saindo juntos. Sabe como são as tardes de sexta-feira aqui. Após as quatro e meia, não se consegue encontrar uma só alma por esses corredores e escritórios.
- É verdade.
- Então, não há mais objeções?
Kagome não tinha como recusar sem armar uma confusão.
- Ainda acho melhor ligar e verificar se há lugar. – Assim poderia escapar e adiar a consulta médica.
- Está bem. Você faz isso enquanto fecho o laboratório.
Kagome correu para sua sala e pegou a agenda. O número do restaurante era o segundo na letra C. O primeiro era de Carson. Kouga Carson.
Kagome ficou olhando para o nome, espantada ao perceber que não lhe doía lembrar-se do ex-noivo. Existia apenas remorso por ter investido tanto tempo na pessoa errada. Teve certeza de que, mesmo que Kouga pedisse, não o aceitaria de volta.
"Nem que quisesse poderia." Afinal, estava esperando um filho de outro homem. Kouga não iria quere-la nessas circunstâncias também.
Kagome suspirou e discou o número do restaurante.
InuYasha estava certo. Eles dariam uma mesa para dois se chegassem as sete e saíssem as nove. Kagome fez a reserva e em seguida ligou para o centro médico.
Quando , por fim, responderam, Kagome identificou-se depressa e falou que queria mudar a consulta com a dr.Helden para a segunda-feira no mesmo horário. Ficou satisfeita ao conseguir resolver tudo.
- Ótimo. Obrigada e até segunda. – despediu-se.
- Está tudo bem?
Kagome desligou depressa ao ver InuYasha entrar. O que ela acabara de dizer também poderia ser a resposta para o restaurante.
- Sim, InuYasha. – Apanhou a bolsa. – Tudo, certo desde que cheguemos as sete e saiamos por volta das nove.
- Eu não disse? – InuYasha segurou o cotovelo de Kagome e conduziu-a até a porta, trancando-a ao passar.
-Temos menos de uma hora para chegar ao centro, estacionar o carro e andar até o Clive's. O trânsito nesse horário é intenso, e aquela região está cheia de turista.
- Kagome, seja mais otimista! – InuYasha sorriu para ela com carinho.
Sem querer, veio a memória de Kagome seu comportamento escandaloso do dia da festa, o que lhe trouxe diferentes reações. A vergonha cedeu lugar ao deslumbramento.Chegou a invejar a mulher ousada daquele dia, que fez com que InuYasha a olhasse e a desejasse, mesmo que por pouco tempo.
Aquela mulher não teria se preocupado com a roupa para ir ao restaurante. Teria soltado os cabelos, ajeitado o lenço nas costas e saído, confiante, ao lado de InuYasha. E ali estava ela, insegura e tímida.
Ficou triste por saber que tal transformação se dera apenas por orgulho ferido e pelas doses de álcool ingeridas. Em seu estado normal não conseguiria agir daquela forma.
Mas que bem faria tornar-se mais ousada agora que estava esperando um filho de InuYasha? Não precisava que ele a desejasse tanto, mas que estivesse preparado para apóia-la na decisão de ter o bebê. Kagome precisava era de um compromisso com a paternidade, e não de paixão.
Porém, depois da reação de Kouga, a credibilidade na reação masculina diante de compromissos mudou muito. Talvez por isso estivesse esperando passar um pouco mais de tempo antes de contar a InuYasha sobre o nenê.
Era melhor não ter um pai presente do que um que renegasse o filho. A vida já é difícil demais até para quem não se sente indesejado. Caso InuYasha não quisesse o filho, Kagome teria de afastar-se dele.
- Você está muito quieta.
Kagome olhou para InuYasha, que parecia preocupado, e imaginou como seria quando soubesse da gravidez. Não o conhecia bem o bastante para adivinhar qual seria a resposta. InuYasha era seu patrão fazia um ano e meio, e foi um amante por vinte minutos, mas mesmo assim não o conhecia o bastante para prever que atitude tomaria.
- Só estou sonhando acordada, InuYasha.
- Tem feito isso muito, nesta última semana.
Kagome o encarou.- Tenho?
- Sim. Nem lembro o numero de vezes que saí de meu escritório e a vi sentada, olhando para a tela do computador, mas distante, em outro mundo. Nem notava que eu estava atrás de você.
Kagome esboçou um leve sorriso. InuYasha parecia intrigado por ela não perceber no mesmo instante a presença dele.
- Não gosto de vê-la infeliz, Kagome.
- Mas não estou infeliz.
- Está, sim, e como! É compreensível, pois, além de ter passado por um trauma emocional, o que é inevitável quando se termina um relacionamento sério, teve todos os planos arruinados. Conheço você, Kagome. É uma mulher que faz planos, assim como eu. Sei que está sentindo um imenso vazio,neste momento.
Kagome mordeu o lábio.
- Achei que, dando-lhe mais tarefas, conseguiria distrai-la e ajuda-la a esquecer um pouco a melancolia. Mas é claro que essa é a uma solução masculina. Mulheres não se escondem atrás do trabalho quando estão sofrendo. Elas gostam de conversar. Assim sendo, sinta-se à vontade para falar comigo, Kagome. Imagino que não tenha muitos amigos de verdade a quem possa recorrer no momento. Sempre que se rompe um compromisso, muitos "amigos" se afastam , parecem que passam a nos consideram uma ameaça.
Kagome estava emocionada com tanta dedicação e solidariedade. No entanto, por mais que quisesse conhece-lo melhor, InuYasha era a última pessoa a quem poderia confiar seus segredos e receios.
- Estou bem, InuYasha, juro. Contudo, foi muito gentil oferecendo-me o ombro.
- Mas você não vai chorar nele, não é?
- Não sou de chorar pelo leite derramado.
- Já percebi. Minha última secretária caía em prantos por qualquer motivo.
Kagome achou graça.
- Pelo que sei, ela fazia de tudo para chamar sua atenção.
- Talvez se tivesse tentado a psicologia inversa... – comentou InuYasha.
Kagome não tinha a menor idéia do que ele estava falando.
- Vamos ouvir música? – Ele colocou um cd no cd-player.
Kagome respirou aliviada. Escutar uma balada era melhor que caminhar por um campo minada; era assim que ela via uma conversa com InuYasha.
A voz cristalina de Ayumi Hamasaki tomou conta do interior do automóvel. Kagome fechou os olhos e recostou a cabaça para desfrutar do momento.
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Se InuYasha tivesse conseguido estacionar mais perto, teriam conseguido chegar na hora marcada. Conseguiram vaga longe do Clive's e tiveram de andar alguns quarteirões até lá. Eram sete e dez quando InuYasha abriu a porta de madeira toda torneada.
Kagome tentou não ficar boquiaberta ao entrar. Não estava acostumada a tanto esplendor. Lanchonetes e pizzarias eram os lugares que costumava freqüentar com Kouga. Restaurantes de verdade não cabiam no orçamento dos dois. E Kagome dava muito valor ao dinheiro que ganhava, não conseguia gasta-lo com locais sofisticados e cardápios complicados.
Ficou admirada com a decoração sóbria e de muito bom gosto, com o piso de granito preto e branco, com lustres cristal que iluminavam o ambiente. Era como se tivesse voltado ao passado. Uma época rica e elegante.
- Tudo é maravilhoso, InuYasha.
Ele olhou ao redor como se visse tudo pela primeira vez.
- É sim. Mas só venho aqui por causa da comida. Boa noite, Clive. – InuYasha cumprimentou um senhor de terno preto que os recebeu assim que chegaram.
Kagome presumiu que fosse o maítre, mas depois , pelo nome, constatou que era o dono. Tinha por volta de sessenta anos, cabelos grisalhos e modos britânicos.
- Boa noite, Sr. Akuma. – Inclinou de leve a cabeça. – Faz tempo que não nos homenageia com sua presença.
- Faz sim, Esta é Kagome, Clive. Minha... assistente pessoal.
Kagome teve vontade de chutar a canela de InuYasha. Como podia hesitar daquela forma e depois dar o nome do cargo como se fosse mentira? Ficou claro que havia algo a ser escondido, como um caso entre eles.
Graças a Deus, Clive sabia que InuYasha estava se divorciando. Kagome não gostava de achar que alguém pudesse levantar suspeitas, imaginando que poderia ser amante do patrão. E era o que Clive estava pensando. Isso ficou evidente pela forma como a olhou.
- Como vai, senhorita? Tenho uma mesa logo à frente. Por aqui, sr. Akuma...- Clive pôs-se a conduzi-los.
Passaram pelo bar, à direita, que estava cheio de gente alegre e elegante. Alguns lugares perto da varanda estavam vazios, mas Clive continuou andando e os levou até um canto distante onde poderiam desfrutar de total privacidade. Ficava perto de um jardim em estilo japonês muito aconchegante.
O lugar que escolheu para os dois deixou clara a opinião de Clive quanto ao que se passava entre InuYasha e Kagome. Kagome não sabia se ele estava tentando esconde-los de olhares curiosos ou esperando uma boa gratificação.
Após acomoda-los, Clive chamou um garçom para que os servisse. Pediu licença e saiu para atender outros clientes.
Kagome ficou brava quando InuYasha gargalhou.
- O que é tão engraçado? Sabe muito bem o que Clive está pensando, não é?
- Clive pensa o pior de todos que vêm aqui. – InuYasha divertia-se a valer. – E em geral está certo.
- Mas não desta vez.
InuYasha pegou o guardanapo branco, colocou-o no colo e encarou Kagome.
- Não. – concordou, sério. – Evidente que não.
Kagome não deveria ter ficado magoada com a afirmação direta e fria. Então por que ficara? Seria orgulho ferido, por se dar conta de que InuYasha não a encarava como uma mulher , mesmo depois do que vivenciaram?
Decerto, concluiu, com certo desânimo.
Kagome baixou as pálpebras e desejou estar em qualquer outro lugar, menos ali.
- Kagome...
Ela suspirou e ergueu o rosto.
- O quê?
- Não consegue esquece-lo só por uma noite?
Kagome arregalou os olhos e piscou várias vezes. InuYasha achou que ela estava pensando em Kouga!
- Seu ex-noivo não é o único peixe do oceano. Existem outros homens que podem dar valor à mulher única que você é.
Kagome tentou compreender que tipo de encorajamento havia por trás do elogio, mas não conseguiu. Tudo o que podia ouvir eram as palavras de rejeição vindas de InuYasha. Outros homens, ele disse.Será que não percebia que o homem que ela queria que a apreciasse estava sentado a sua frente?
Teve vontade de gritar que não queria compaixão, e sim amor. Desejava que InuYasha a pegasse nos braços e dissesse frases quentes. Queria...
Kagome assustou-se com os devaneios. De onde teria vindo tanta loucura? O que estava acontecendo com ela?
- Eu não devia ter vindo aqui com você hoje.
Agora era InuYasha que parecia frustrado.
- Por que não?
- Não gosto de caridade, InuYasha. Nem de piedade.
- Acha que isto é piedade? – Erguendo a mão, mostrando todo o Clive's – Piedade é muito mais barato que tudo isso, Kagome.
O garçom chegou com a carta de vinhos, interrompendo a discussão, deixando a atmosfera entre eles cheia de tensão. Após uma rápida olhada na lista, InuYasha escolheu uma garrafa de Chabis e recusou os coquetéis.
- Traga só o vinho.
O garçom saiu, sem incomodar-se com os modos rudes de InuYasha. Deveria estar acostumado com clientes ricos e mal-educados.
Esse era outro lado de InuYasha que Kagome não conhecia : o poderoso.
- Agora me deixe esclarecer algumas coisas, Kagome. Não tenho pena de você.
- Mesmo? Convença-me – desafiou-o.
Observando-o, Kagome percebeu que InuYasha abriu a boca e depois a fechou. Os músculos faciais se contraíram ao trincar os dentes. Tomou fôlego e começou a explicar .
- Sou apenas um chefe tentando relaxar com uma funcionária muito eficiente e importante após uma semana de trabalho exaustiva. Um sujeito querendo fazer algo agradável para uma garota que ele respeita e admira. É também um ser humano solitário procurando uma companhia agradável para jantar, em vez de ir para uma casa vazia.
Kagome percebeu a emoção na voz de InuYasha e ficou com o coração apertado. Tinha sido tão egoísta, vendo apenas os próprios problemas, que não chegou a pensar em InuYasha. Era óbvio que ele se sentia muito só. E, sem dúvida, a solidão contribuíra para que sucumbisse à provocação de Kagome, em dezembro.
- InuYasha?
- Sim?
Pela segunda vez naquela noite a chegada do garçom interrompeu-os em um momento crucial. Graças a ele, Kagome deixou de cometer o maior erro de sua vida.
Após InuYasha provar o vinho, as taças foram cheias, e ela pôde recobrar o controle de suas emoções. Ainda era prematuro revelar a InuYasha sobre a gravidez.
Decidiu esperar mais para contar a InuYasha.
- O que queria dizer, Kagome?
- Como?
- Ia me contar algo.
- Ah, sim... Eu... não gosto de Chabis.
InuYasha suspirou.
- E por que não falou antes? Vou pedir outro vinho. Doce ou seco? Tinto ou branco?
- Só água mineral.
- Um ou dois copos de vinho não lhe farão mal algum, Kagome. Vai ajuda-la a se soltar.
Talvez, mas todos sabiam que mulheres grávidas não podem ingerir álcool.
- Não, obrigada. Quero apenas água.
InuYasha se irritou.
- Então é assim? Acha que eu a trouxe aqui para embriaga-la ? Para tirar vantagens?
Kagome o fitou, horrorizada.
- Meu Deus, é claro que não, InuYasha! Seria a última coisa que passaria na minha cabeça.
- Mas não deveria ser, Kagome. Porque não está longe de ser a minha!
Continua...
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Nota da Autora: Espero que tenham gostado desse humilde capítulo. Huhuhuhhu Este capítulo é um dos mais importantes da fic que mostra algumas intenções de InuYasha. E para os que me chamam de lenta: eu não tenho internet em casa e eu não vivo de fanfics. Eu estudo sabe. XD E as vezes não tenho tempo nem de chegar ao computador, nem de dizer um oi pra ele. Mas prometo que os capítulos não vão demorar mais de uma semana. Vou tentar.
Ichigo-dono – O motivo pelo qual Kikyou e Inu se separaram irá aparecer no 9º capítulo (eu já planejei XD) e será bombástico. E está centrado no temperamento do InuYasha (ela vai colocar essa culpa nele). Ele vai mostrar facetas que Kagome ainda não conhecia e ela sempre vai citar isso. Hehehe Terá algumas surpresas que irão acontecer no próximo capítulo. Como o que InuYasha irá fazer depois desse jantar! Huhuhuhu Obrigada pelo apoio. Até o próximo! XD
Um abraço e um cheiro para Lua (Sim InuYasha está mostrando suas garras XD), Hinata-chan (Hehehehe Obrigada e espero que continue gostando XD), Algum ser revoltado! (Você também me animou hihihihi e InuYasha ainda guarda muitas surpresas huhuhuhu Obrigada! XD), Sr.Carol (Hohohohoho que chique XD) , GMM (Desculpe a demora, XD suspense é massa ) , TheBlueMemory (Kagome ainda irá sofrer um pouquinho, principalmente pela dúvida que ela sente em relação a InuYasha e seu filho. Mas isso é para os próximos capítulos XD), SraKouga (A reação dele vai ser positiva, eu acho? Huahuahauhaua não posso contar ainda huhuhhu aguarde!) , Ilana (demorei muito? Huhuhuuhu desculpa a demora, obrigada por está gostando da minha fic hihiihi ) , Mitsuki Tabemashi (Obrigada! Espero que tenha gostado desse capítulo XD InuYasha sexy)
Arigato pelos comentários e pelas leituras.
Kissus
Maio 06
Julichan
