Respondendo:
Serenity Tsuke: Pois é, que idéia foi essa? (tijolo atinge Tenshi) Ai... Agora sim, já me jogaram tudo... X.X
Carol: Pois é... Amizades ao longo da vida de deusa... xD Fora o fato de ser uma empresária bem influente... FIcou Ambíguo? o.ô Tenshi é tão anta que não reparou... (Outro tijolo atinge Tenshi) Ai, minha cabeça...
Chibi Psique: Pobre Orpheu! Ser confundido com cachorro... ninguém merece... Pois é, Cay apareceu! E as outras aparecem nesse capítulo! Pois é, ainda bem! xD
Myu: E se alguém quiser acertar outro tijolo na Tenshi, vai se ver comigo! Ò.ó
Fenrir: Comigo! Ò.ó (olha feio para Myu)
Saga: Desde quando o Myu entrou pra equipe? o.o
Tenshi: Desde que você obedece a Krika em tudo e me manda direto pra outras dimensões... u.u
Sesshoumaru,youkai: E como anda o 5 de Cavaleiros?! xD Espero que não esteja querendo me matar pela demora... u.u
Deanera: O Kain foi a Anya-San quem fez. AHHHHHHHHHHHHHH!! IDIOTA!! É isso que dá escrever correndo e revisar correndo! Mil desculpas! Mil desculpas! Mil desculpas!
Paty-Kon-Chan: Com certeza que vai! Tá todo mundo torcendo por ele! Muita coisa, tenha certeza... Esse povo não sossega enquanto não tem confusão.
Lune Kuruta: Pobre mesmo... Ela tá quase arrancando os cabelos aqui por causa dele...
Anfitrite: Eu mato o Posêidon! Eu mato! (planos maléficos na cabeça)
Tenshi: É obsessão... o.o Calma, querida! O Valhalla não vai explodir!
Disclaimer: Saint Seiya não me pertence, e nem os seus personagens. Quanto aos originais, alguns me pertencem, outros, peças permissão dos autores! Créditos das fics de Fichas para Pisces Luna.
O Aniversário de Hilda
Capítulo 5:
Convites V
Palácio Valhalla, Asgard
Freiya estava em seu quarto, ao telefone (N/A: Valhalla tá chique, hein? XD), enquanto riscava mais um nome de uma lista que estava em cima da mesinha de canto.
Freiya: Ok, obrigada. – disse desanimada, colocando o fone no gancho, suspirando pesadamente em seguida, vendo qual era o próximo nome e número da lista. – Droga... Ninguém quer vir toca em Valhalla no aniversário da Hilda... Sobrou só essa tal de Rikurai Masayoshi... Masayoshi Rikurai... Sei lá! Mas será que devo confiar nessa dica do Julian? Ele tem um gosto estranho em questão de música... – disse consigo, com uma gotinha escorrendo, pensativa. – Ah! Quer saber?! Eu não tenho nada a perder mesmo... Vou chamá-la sim! – tirou o fone do gancho e começou a discar o número. O telefone tocou. Tocou. Tocou. A princesa já estava perdendo as esperanças, quando uma voz apressada atendeu do outro lado.
Voz: Sim?! – ao mesmo tempo que apressada, estava calma e serena.
Freiya: Masayoshi Rikurai? – perguntou.
Rikurai: É ela. – disse, começando a estranhar. A não era familiar.
Freiya: Olá, meu nome é Freiya. Gostaria de contratá-la para tocar no aniversário da minha irmã em um mês. Um amigo meu, Julian Solo, me recomendou você. – disse, torcendo para que ela aceitasse.
Rikurai: Ah, sim. Eu me lembro do Julian. Em um mês? Bem, esse mês inteiro eu to livre... Onde é? – perguntou preparando um papel para anotar o endereço.
Freiya: Você não vai achar sozinha... Ligue para o Julian e peça para ele trazê-la, ele também vêm. Tudo bem? – disse com as esperanças lá em cima.
Rikurai: Ok. A senhorita poderia me desculpar agora, mas preciso desligar. Tenho uma apresentação.
Freiya: Claro, não tem problemas. Até. – disse, Rikurai respondeu um até e desligou. – Ótimo, uma preocupação à menos...
Ouviu baterem em sua porta de forma silenciosa, tão silenciosa que a princesa quase não foi capaz de ouvir. Levantou-se e abriu a porta, abrindo um enorme sorriso ao ver quem era. Um rapaz de mais ou menos vinte anos, moreno, cabelos pretos curtos e bagunçados, olhos verdes como duas esmeraldas, misteriosos, corpo definido, costas largas, músculos em desenvolvimento. Usava um pequeno cordão com um pentagrama prata como pingente, com uma blusa branca, calça negra e uma capa cinza.
Freiya: Yamato! – exclamou, abraçando o rapaz elo pescoço fortemente, tendo o abraço correspondido.
Yamato: Olá, Freiya. Vim o mais rápido que pude assim que recebi a sua mensagem. OO que aconteceu? – perguntou, preocupado.
Freiya: É que eu queria a sua ajuda pra arrumar a festa de aniversário da Hilda! Eu não estou dando conta! – disse, meio que desesperada.
Yamato: Claro que te ajudo. – disse. – O que precisa que eu faça? – disse feliz.
Freiya: Bem, eu gostaria que você até a Floresta das Sombras e confirmasse com a Alyna se ela virá no aniversário de minha irmã, e depois, se possível, fosse até as montanhas de gelo, no Templo de Skadi, entregar o convite dela. – perguntou com um olhar digno do gato de Shrek 2.
Yamto: Claro, Freiya. Sem problemas. – disse sorrindo. A princesa entregou um envelope para o amigo, que fez uma reverência e saiu, colocando o capuz da capa.
A princesa observou o amigo sair, descendo as escadarias, suspirando.
Topo das Montanhas de Gelo, Reino dos Gigantes de Gelo, JotunheimUma mulher com um casaco cinza lunar, pele branca e parecendo mármore, cabelos prateados, um fino diadema de prata com diamantes adornando a fronte, olhos claros que pareciam duas luas, por baixo do casaco, um vestido meio tom de cinza lunar e lápis-lazúli, com uma malha de mirtril prateada por baixo, e na cintura, um machado prateado com runas em cinza pendurado, estava se dirigindo à um trono de ouro e prata aos fundos de um templo gelado. O chão era escorregadio e congelado, as paredes possuíam gravuras em tons de cinza-azulado, branco, azul-gelo e azul bem claro, com pequenos cristais de gelo pendurados no teto. Tinha uma expressão altiva, a face séria, como se pensasse sobre várias coisas. Sentou no trono, colocando o machado sobre as pernas. Logo em seguida, sacerdotes e sacerdotisas apareceram, ajoelhando-se perante a figura. Uma das sacerdotisas se destacava. Era alta, faltava pouco para dois metros, cabelos longos e azul-gelo, na cintura, uma franja repicada, olhos brancos, pele branca como a neve e suave, corpo bem feito. Usava um vestido cinza azulado até os joelhos, uma malha de mirtril por cima, na cintura, uma espada de um lado e um machado do outro, e um casaco por cima com plumagens, todo branco e cinza claro. Aparentava ter vinte anos.
Sacerdotisa: Grande Skadi (N/A: Deusa nórdica da colheita, do inverno e da vingança, filha do rei dos gigantes de gelo. Quando o pai foi morto, foi em busca de vingança contra os Aesir, só que lhe propuseram que seu pai se tornaria uma constelação das mais brilhantes e casar com um dos deuses, pois Skadi era violenta e forte pelo fato de ser uma giganta e os deuses não desejavam lutar contra ela. Porém, para escolher um marido, ela devia escolher vendo apenas os pés dos mesmos. Escolheu os mais limpos, julgando serem de Balder, o deus da beleza, porém, eram de Njord, o deus dos pescadores e do mar. Tem como filhos os deuses Vanir Freyr e Freyja, conhecida também como Freya), um feiticeiro acaba de passar no templo e deixar-lhe um envelope em nome da princesa Freiya. – disse estendendo um envelope à deusa.
Skadi abriu e leu a carta. Suspirou. Era um convite para o aniversário da representante de Odin, porém, não podia comparecer.
Skadi: Envie para Freiya um mensageiro dizendo-lhe que não poderei comparecer, Dália. – disse suspirando. Tinha muitas coisas com as quais se preocupar. Hell (N/A: Filha de Loki, irmã do lobo Fenrir e da serpente Jormungard, a deusa da morte) estava irritada por Freyja (N/A: Deusa nórdica do amor, da luxúria e com a capacidade de ir até o mundo do mortos) ter ido até o Niflheim (N/A: O mundo dos Mortos segundo as crenças nórdicas) e não ir falar com ela. E quando sua filha voltara, voltara com uma estranha profecia, que ela ainda não compreendera.
Dália: Mas, grande Skadi... Envie pelo menos um representante... Afinal, não sei se lembra-se da profecia que sua filha fez alguns anos atrás, para libertar Freyr do sono eterno na morte... – disse com cautela.
Skadi: Lembro-me bem, Dália. – disse a deusa, sem entender.
Dália: Bem... É uma festa de aniversário... Muitos amigos e amigas, minha senhora. Fico pensando... – abaixou o olhar, que estava extremamente frio e refletia o gelo no chão.
Skadi: Diga.
Dália: Uma alma para Yggdrasil, e aos deuses espionar, Uma alma par Midgard e aos humanos liderar, Três almas para Niflheim e às almas libertar, Dez almas para Asgard e aos deuses cercar, Onze almas para as eternas montanhas de gelo e dar vida ao filho de Skadi e Njord, Onze almas que jamais retornarão, Onze almas que não verão mais a luz e somente a Hell conhecerão, E todos às esquecerão, como se nunca houvessem nascido. – recitou a profecia que Freyja recitara para a mãe, com uma chama de maldade tremeluzindo nos olhos claros. (N/A: Yggdrasil: Árvore com três raízes que levavam aos mundos, Midgard ficava em volta do tronco, o mundo dos humanos. Junto à primeira raiz, que mergulhava em Asgard, ficava o Poço de Urd, vigiado pelas três deusas nórdicas do Destino, as Nornas, as deusas regam as raízes da árvore com a água do poço para preservá-la. Yggdrasill é habitada por vários animais. A segunda raiz mergulhava em Jotunheim, o mundo dos gigantes, os de gelo e os de pedra, junto a esta raiz ficava a Fonte de Mimir, cujas águas proporcionavam sabedoria a quem delas bebe; a terceira raiz mergulhava em Niflheim, junto a esta raiz ficava a Fonte de Hvergelmir que dá origem a onze rios. Em sua copa vive uma águia que tem um falcão pousado entre os seus olhos. Sob seus galhos, cabritos e veados comem dos seus brotos. A raiz que mergulha em Niflheim é roída pelo dragão Nidhogg. Ao longo desta raiz, o esquilo Ratatosk corre para cima e para baixo, levando insultos do dragão Nidhogg para a águia que vive no topo. A razão dos insultos é porque quando o dragão que vive a roer a raiz começa a prejudicar Yggdrasil, a águia voa até ele e ataca-o ferozmente; enquanto Nidhogg fica a lamber as feridas para sará-las, Yggdrasill se recupera e o ciclo recomeça.)
Skadi, pegando imediatamente o que a sacerdotisa queria dizer, abriu um maléfico sorriso e afirmou com um sinal de cabeça, falando que todos saíssem e apenas Dália permanecesse. Fez sinal para a sacerdotisa levantar e aproximar-se, sentando no apoio do trono. A deusa e Dália começaram a sussurrar, ambas com brilhos malignos nos olhos.
Japão, Tóquio
O ambiente era amistoso para alguns, repugnante para outros. As paredes pintadas de preto com desenhos simbólicos do mundo todo desenhados em prata; luz negra, deixando o local aconchegante e sombrio, uma pista de dança no meio, onde casais dançavam de forma romântica, e os solteiros, estavam espalhados pelas mesas ou ao longo do extenso balcão, bebendo ou beliscando algo. Numa mesa afastada, no canto mais sombrio do local, duas mulheres conversavam. Uma, de cabelos ondulado e rosa-claro desbotado, com raízes loiras no topo aparecendo fracamente, até o meio das costas, as pernas compridas e finas, braços também finos e mãos bonitas, com as unhas vermelhas, cintura fina, magra, os seios de tamanho razoável, o rosto fino, assim como a boca, olhos amendoados, castanho-escuros quase pretos, usava bastante rímel e lápis; muito branca e usando bastante blush. Usava óculos escuros retrô, meia-calça colorida, uma saia jeans rosado, blusa folgada, tipo bailarina, vermelho-berrante e tamancos coloridos. Parecia bem destoada e desinteressada. A outra, por sua vez, tinha cabelos longos e loiros, olhos pequenos e prateados, boca pequena bem vermelha, busto noventa e seis, orelhas longas e pontudas, quadris avantajados, coxas grossas, pernas e braços longos, pele bem clara. Usava um vestido, todo branco, até metade do joelho, com um decote em "V" pouco acentuado, amarrando no pescoço, com sandálias de salto médio, e um pequeno bolero creme por cima. Tinha um olhar irônico e um sorriso sádico do rosto.
Moça: E então, Angel? Quando a gente vai pra essa tal festa?! – perguntou a de cabelos rosa-claro desbotado, com uma expressão ansiosa.
Angel: Amanhã, Yumari. Pode ficar tranqüila, logo você não terá mais que se preocupar com o tédio em Sapporo. – respondeu séria, sem tirar o sorriso sádico dos lábios.
Yumari: Para de sorrir assim, me dá medo... – murmurou, assustada, em seguida, fazendo sinal à um garçom, pedindo uma Vodka com limão, perguntou à Angel se ela queria algo, mas esta disse que um milk-shake de chocolate estava bom.
Angel: Alguém vai precisar dirigir depois... – foi a justificativa que deu para não beber.
