Capitulo 7: Primeiro Amor

A primeira reunião da AD pós Umbrigte foi um sucesso. Eles tinham mais membros no clube, muitos eram da própria Grifinólia, havia poucos lufanos, mas alguns corvinais vieram em grupos de cinco. Astória trouxe consigo dois de seus amigos, Rele Zabine, do segundo ano e Danilo Nott, do mesmo ano que ela, os dois meninos olhavam tudo em silêncio e com reverência, nenhum dos membros os tratou diferente além de Zacarias.

Harry ficou feliz de ter comprado outra agenda, os nomes dos novos 39 membros foram nela e ele rapidamente começou a pedir que fizessem um encanto de desarmamento, a maioria podia fazer bem, apesar de terem pouca mira, o pequeno grupo sonserino eram orientados por sua companheira feminina, isso lhe deu uma ideia.

" Pessoal, há mais membros do que o esperando, por isso a proxima reunião, no outro domingo, escolherei alguns dos membros que estaram ajudando os novos tambem."- disse o moreno e alguns dos membros mais velhos sorriram.

Com o pensamento de que colocar Hermione com o grupo de mais preconceituosos de alunos como ela seria uma boa lição e podia ajudar eles a verem a verdade, tambem colocaria os gêmeos com os mais quietos, aprenderiam a ser mais soltos e criativos, e colocaria Luna, com os membros mais certinhos, os monitores, que viviam pegando no pé da garota por suas roupas, os outros ficariam com Susan Bones, ela se dava bem com todos e se sairia bem.

Com os novatos já encaminhados em um exercicio começou a ensinar o feitiço do Patrono aos alunos mais velhos, como demonstração fez o seu, e o cervo branco prateado ficou circulando pelos alunos durante toda a aula. Hermione já conseguia faze-lo, assim como Rony, a lontra e o cão labrador se juntou ao cervo andando. Dos que começaram, Luna e Gina, Susan, Hannah e Angelina, e os gemeos conseguiram uma manifestação que assumiu formas informes, ele tinha quase certeza que o de Gina era um cavalo e o de Luna um roedor, como o de Mione.

18 de Janeiro seria na quarta-feira, faria um ano que ele deixara, destruiu o que o moreno sentia, a seção de terça pareceu ainda mais dolorosa do que de costume, seus exames seriam realizados no sábado e teria um novo diagnostico na proxima semana, poderia estar na mesma, poderia entrar em recessão ou estar pior do que nunca.

Harry acordou na manha de quarta com uma alta febre, ele podia sentir sua pele fervendo e seu rosto estava corado quando olhou-se no espelho, suas juntas todas doiam e mal se mantinha de pé, sabia que era os famosos dias ruins, mas não queria ficar de cama, não hoje que tinha certeza que seria tomado por lembranças se ficasse parado.

Fez tudo o que podia para aparentar estar normal, mas sabia que Rony notou algo assim que o olhou, seu rosto fez uma careta preocupada e ele se aproximou, colocando a mão na testa do moreno e afastando a mão da pele muito quente. Viu seu melhor amigo fazer uma careta de dor e cambalear, antes de tombar para frente inconciente. Com os garotos no banheiro, colocou o braço sobre as pernas do menor e o levantou saindo do quarto de pijama mesmo.

No salão comunal deu o azar de estar cheio aquela hora da manha.

" Saiam, preciso passar."- gritou e os alunos se afastaram para as paredes assustados com a visão do outro quinto ano inconciente.

Seus irmãos se afastaram da multidão, Fred abriu o retrato e Hermione os seguiu, gritando para Gina ir atrás da professora Mcgonagall.

Os quatro seguiram correndo em direção da enfermaria, acabaram encontrando alguns alunos que sairam logo comentando curiosos e temerosos o estado inconciente de seu heroi da casa grifinólia, chegaram nas portas da enfermaria e Rony colocou o corpo inconciente do melhor amigo no primeiro leito que encontrou. Os gemeos gritavam pela enfermeira que veio apressada e correu para a cama, expulsando-os de sua enfermaria.

Do lado de fora esperavam andando de um lado ao outro, Ouviram passos e olharam para Gina que se aproximava com Minerva e o diretor Dumbredore.

" O que aconteceu com o sr. Potter?"- perguntou a professora de Transfiguração.

" Estavamos no quarto e ele perdeu a conciencia."- respondeu o menino ruivo mais novo.

" É melhor deixarmos Madame Pomfrey lidar com tudo, ela sabe o que fazer, Severo já está a par da situação e foi buscar algumas poções."- disse o diretor, conjurando algumas cadeiras estofadas para sentarem.

" Preciso ir para uma aula com o terceiro ano, Albus, voltarei depois."- disse Minerva hesitante olhando a porta da enfermaria.

" Não se preocupe, Minerva, aguarde aqui por noticias de seu aluno, eu mesmo substituirei suas aulas esta manha."- disse o diretor fazendo a mulher severa se sentar e se afastar cantarolando pelo corredor.

A tensão do lado de fora da enfermaria era palpavel, pessoas apareceram e queriam entrar, algumas alunas histericas chegaram e foram rapidamente afastadas pela professora, Luna chegou por volta das nove e meia e se sentou em espera, todo o time de quadribol passou em algum momento, a maioria na correria para suas próximas aulas.

Era quase hora do almoço quando a enfermeira saiu e olhou para os grifinólios em espera, ela sorriu tranquilizadora e permitiu a entrada.

" Ele está bem, a febre foi controlada, ele estara dormindo até a noite, podem ficar se quiser, desde que não façam bagunça ou muito barulho, estão avisados."- falou a enfermeira.

Harry estava deitado com um biombo em volta de sua cama, o moreno estava com um pijama branco da enfermaria, sua pele estava branca como papel, havia uma espécie de tubo em seu nariz e sua respiração era tranquila e ritmada, estava dormindo e parecia mais fragil do que nunca, sua pele de giz e doença mais clara agora. Hermione começou a chorar.

" Vamos perde-lo."- murmurou sendo abraçada por Rony.-" Ele não pode nos deixar, Ron, mal vivemos ainda, seremos maior de idade em um ano, não sabemos nada da vida e ele vai nos deixar."- sussurrou baixinho.

" Não, Mione, como Dumbredore disse uma vez, quem amamos mesmo nunca nos deixam verdadeiramente e sim ficam com a gente, aqui."- respondeu o voz fraca do moreno enquanto arrastava a mão contra o coração.

A castanha soluçou um pouco mais, como seu amigo poderia aceitar a morte tão bem? Quando eles mal viveram e quando a tanto para descobrir ainda.

" Nós queremos você com a gente, Har, mesmo que sua presença continue, quem vai jogar xadrez comigo quando todos os outros não querem? Quem vai suportar a Mi falando sobre cada detalhe de suas provas? Quem?"- falou o ruivo indignado.

Uma lágrima escorreu pelo rosto do moreno, ele olhou para os rostos desolados de seus melhores amigos, desviou para os gêmeos e Luna e os viu da mesma maneira, se sentando pegou a mão das duas garotas e falou com todos eles.

" Mesmo se eu me for... Não escute, se eu me for, quero que cuidem um do outro, não parem de viver sem mim, sejam felizes e lutem por isso."- disse a sério.

" Mesmo que o façamos, Har, estaremos sempre pensando em você, quando realizar um feitiço lembraremos quem nos ensinou, quando vermos uma injustiça e irmos contra ele será em você que vamos nos inspirar, por que mesmo que não esteja ao nosso lado, sua memoria nunca vai morrer, por que nunca a deixaremos partir, Har, eu prometo."- disse Luna esticando sua varinha na mão direita e recitando em latim.- " ' Eu, Luna Cassandra Lovegood, declaro de livre vontade, minha lealdade a Harrison Potter, enquanto este for justo e lutar pelos inocentes terás minha varinha protegendo-o e Honrando-o, por minha vida.' ''- uma faisca azul saiu da varinha da garota e pairou sobre o moreno.

Emocionado com o voto de confiança, Harry pegou sua própria varinha, aquele juramento só podia ser feito por quem era verdadeiramente leal, era inquebravel, mas não causava a morte de ninguem como o voto perpétuo.

" ' Eu, Harrison Potter, aceito de livre vontade, a lealdade de Luna Cassandra Lovegood, enquanto manter minha hornra e senso de justiça, e lhe dou de pura vontara minha lealdade própria em troca, e terás minha varinha a seu dispor enquanto for justa e lutar pelos inocentes' "- uma faisca dourada se juntou a azul e então um simbolo de escudo dourado brilhou na bochecha da garota e um azul na do moreno.

Para sua surpresa o mesmo processo se repetiu com os outros quatro membros ali, cada um aceito por sua magia, e com um simbolo no rosto que desapareceu depois de alguns segundos, eles ficaram em silêncio por um tempo e Harry voltou a dormir, sentindo-se mais leve e tranquilo, sem a sensação inquietante que sentia antes.

Harry acordou era por volta das dez horas da noite, com as lentes pode ver claramente, nos pés de sua cama havia uma montanha de objetos e ulgumas bexigas vermelhas escritas eu te amo, sabendo que era das garotas suspirou e olhou para as três pessoas que o observavam com um sorriso, Fred e Jorge usavam o suéter Weasley com suas letras invertidas, Rony tambem estava com o seu cor de tijolo, olhando para si mesmo viu que usava o azul claro que recebera este ano da sra. Weasley.

" De quem é tudo isso?"- perguntou o moreno se sentando-se.

" A maioria são d quartp ano Romilda Vane, mas tem alguns de nossos amigos, esse é de Luna."- disse Jorge erguendo um colar de rabanetes vermelhos.- " Para afastar os narguilés."

Harry riu e colocou o colar, com um encanto sem varinha vasculhou o presente e encontrou varios feitiços de proteção, inclusive uma chave de portal ilegal que parecia levar para a Torre Corvinal. Encontrou um livro de contos de beddle o bardo, do diretor. Tinha uma enorme barra de chocolate de Remus e tinha uma pulseira de prata com esmeraldas que tinha um bilhete não assinado.

" Parece algo que um sonserino daria, jogue fora."- disse Rony com uma careta, revirando os olhos o moreno começou a revistar o objeto para encantos.

" A unica coisa que tem nele, Rony, é um feitiço muito antigo de Proteção, acho que sei o que é isso, A Pulseira de Jade, perdida há 600 anos, dizem que pode proteger seu usuario uma vez contra..."- dizia.

" A Maldição de Morte."- completou os gemeos em unissoto.

" Mas isso é demais, talvez tenha sido Sirius que tenha enviado para você."- Sugeriu o ruivo mais novo animado.

Harry colocou a pulseira e ela se tornou dourada e com rubis, se disfarçando, era a mesma mas com cor diferente do que era antes. Curioso pegou o bilhete e leu em voz alta.

" Para uma alma que se recusa a ser aprisionada. Obrigado. Está na hora de começar a decidir meu próprio caminho. "- sorrindo o moreno olhou o objeto, talvez a conversa estranha com Draco tenha tido resultados.

" De quem é?"- disse Rony vendo a expressão do amigo.

" Quando eu descobrir com certeza, lhe digo."- respondeu dando um sorriso traquinas ao amigo.- " Me passe a caixa azul, no seu pé Jorge."- pediu.

Era uma caixa de veludo, havia um bilhete, que ele leria depois de ver o que tinha dentro. Era uma pulseira tambem, essa era de couro preto e tinha uma esfera de prata, no verso ele empalideceu com o que estava escrito: Ao brinquedo mais frágil. Pegando o bilhete, ele leu a mensagem. Me encontre no lugar de sempre em 3 dias, temos que conversar. CW.

Com raiva amassou o bilhete e o jogou, Jorge olhava fixamente a pulseira de couro com o cenho franzido e com leve irritação.

" Eu não acredito nisso. Como ele pode ser o cretino com você?"- falou o ruivo sentando-se na cadeira pesadamente.

" Do que você está falando, Jorge?"- perguntou Fred confuso.

" Quem que nós conhecemos, e bastante bem, que sempre manda uma pulseira de couro no aniversário de um ano depois que usou alguém como um step para suas frustrações? Quem é um canalha sem coração que faz sempre mamãe chorar por ser irresponsável?"- gritou o ruivo exaltado indicando a pulseira.

Os dois olharam para o objeto e realização apareceu em seus rostos, eles olharam para o rosto com lágrimas do quinto ano e raiva assumiu seus rostos, mas eles sentaram e Fred fez o adolescente olhar em seus olhos.

" Conte tudo para nós, Har, e não esconda nada, estamos aqui para você."- falou solene.

Respirando fundo o moreno mergulhou em suas lembranças, foi facil narrar o beijo acidental debaixo do visgo, fora coisa do destino e algo que não poderia ter acontecido diferente, ao contrario do resto.

" Depois daquele dia parecia que sempre trombavam nos corredores e no jardim, Harry sempre corava e evitava os olhos azuis alegres de Charlie Weasley. Não conseguia se concentrar direito e estava a cada momento pensando no mais velho.

Harry era inocente e nunca tinha tido atração por alguém, apesar de muitos acharem que ele queria algo com Cho Chang. Uma semana depois do ocorrido soube que o ruivo estava hospedado no castelo para o Torneio Tribruxo, fora fácil arrancar de Rony onde os aposentos de seu irmão mais velho ficava.

Era por isso que a meia noite o adolescente estava parado na porta de madeira em um dos corredores menos visitados pelos alunos. Hesitante, deu uma batida suave na porta, depois de alguns segundos, Charlie abriu a porta, usava somente uma calça moletom cinza e lhe sorriu agradavel, sem perguntas o ruivo o puxou para seus braços fortes e o beijou.

Todos os dias a partir daquele se encontrava com o domador em seu quarto pessoal, conforme o tempo passava o sentimento crescia no peito do quarto ano. Sempre davam amassos quando se encontravam em corredores aleatórios, foi numa dessas que Hermione os pegou junto.

Harry sabia que estava apaixonado por Charlie, e em meados do Natal o mais velho sugeriu que tivessem uma relação mais intima, o moreno lhe disse que não se sentia pronto e o ruivo pareceu entender na hora. Seu relacionamento começou a se tornar mais frio e distante, em dois de Janeiro encontrou o outro com uma das alunas de Beauxbatons.

O moreno se sentiu humilhado, havia sido um baque duro, mas ainda amava muito Charlie e o perdoou quando o outro pediu, mesmo que não confiasse mais no ruivo. Foram duas semanas infernais para o adolescente as que se seguiram. O namorado se recusava de deixar qualquer pessoa soubesse que estavam juntos e o pressionava com sexo, se tornou insustentável no dia 16 de janeiro, quando o outro se tornou violento e o agrediu.

Charlie sabia que não seria perdoado dessa vez, mas insistiu que pelo menos fossem amigos, que não queria ter o desprezo do moreno, o convidou para ir a seu quarto particular, mesmo depois do que aconteceu ele foi, queria dar uma chance do ruivo se redimir. O que aconteceu foi muito pior.

Eles tiveram uma conversa, em que o ruivo disse que estava arrependido e que o amava, lhe ofereceu uma bebida quando disse que queria embora.

' Não, Charlie, preciso ir, está tarde.'- disse o moreno.

' Eu não cheguei tão longe, para não ter nada, Harry.'- rosnou o ruivo em uma voz muito estranha que fez o moreno recuar contra a parede.-' Sempre me provocando e depois quer vir e me negar? Não, não. Será meu está noite, afinal eu te amo.'

Sentia-se destruido quando acordou no dia seguinte, seu corpo estava dolorido e sentia sua entrada violada. Charlie não era pequeno e usou muita força, seus joelhos doiam de ter dormido contra o chão com o corpo pesado do outro ainda dentro de si. Não conseguia enchergar direito e sua cabeça doia de todo o alcool que fora obrigado a ingerir.

A humilhação do que o outro o fizera fazer deixava-o com a sensação de estar sujo, as coisas que ouviu o outro falando lhe machucara, mas nada como ouvir ele chamar o nome da garota francesa quando o penetrava e tinha orgasmos.

O corpo maior se mecheu e ouviu um gemido de contentamento, os quadris pesados do outro se pressionaram contra ele, o pênis do ruivo ficando ereto dentro de si.

" Como está a putinha está manhã? Preparado para gemer para mim com uma cadela de novo?"- perguntou com a voz ainda rouca separando suas pernas.

Seus quadris foram levantados e firmados quando se recusou a mante-los. Charlie saiu totalmente de dentro dele e depois entrou com força, Harry soltou um gemido estrangulado de dor, sentiu seu corpo ser levantado e se viu no banheiro. Havia um espelho de corpo inteiro, onde o ruivo posicionou-se e disse:

" Olhe para você, uma puta ex-virgem, era sua primeira, não? Foi tão gostoso não, olhe para mim entrando em você."- começou a estocar para cima, o membro grosso parecia rasgar suas paredes, ele começou a chorar e desviou os olhos.

Foi colocado de quatro contra a tampa do sanitário e penetrado de novo, seu rosto pressionado contra o azulejo, sentia as mãos fortes, uma vez carinhosas marcarem sua trazeira com tapas tão fortes que o fez choramingar. Ele não gemeu nenhuma vez, era como estar com seu tio de novo.

Obrigado a ficar de pé e se inclinar contra a pia, um braço ergueu sua perna direita e foi de novo penetrado, sua boca tampada para que os gemidos de dor com a nova posição não fossem ouvidas. Foi jogado violentamente contra o chão e logo penetrado, suas pernas postas nos ombros largos do ruivo que parecia um animal em ritmo frenetico. Quando chegou ao seu orgasmo, retirou o membro e seu cum espirrou contra o corpo magro do mais novo.

" Eu nunca te amei sabia? Sempre não passou de um brinquedinho para mim. O garotinho virgem e famoso, tão criche. Alguém como você, Harry, tem muito que aprender da vida, eu vou lhe ensinar o transformando em minha putinha, você ainda vai me implorar para faze-lo meu e eu negarei isso, você é tão fragil, quebravel. Sinto-me duro só de pensar nesse cuzinho apertado que tem."- disse o penetrando de novo, levando-o contra a parede com as pernas bem abertas, o moreno sentiu lágrimas em seu rosto.

Suas costas doiam de serem batidas contra a parede, podia sentir o membro batendo em sua prostata, o ato não lhe dava prazer, só dor. Com um pouco da força que tinha, encostou a boca no ouvido do outro e sussurrou:

' A vida já me ensinou o que você quer, Charlie, quando esse calmante que me deu ontem passar, eu vou mata-lo."

O ruivo riu, mas por dentro estremeceu com o quão frio a voz do moreno soou.

" Charlie me usou, como ele faz com vários, ele tinha meu amor e pisou sobre ele, sentiu prazer em me humilhar e jogar na minha cara que nunca passei de um jogo para ele. Eu amo vocês como irmãos e peço que me perdoem."- disse Harry ao grupo que tinha olhos arregalados em choque, nunca o irmão havia ido tão longe.-" Eu nunca vou perdoa-lo e se tentar se aproximar de mim de maneira que não seja civil, eu vou mata-lo."

Os três entendiam o sentimento do moreno, eles próprios estavam tremendo de raiva pelo que seu irmão teve coragem de fazer com alguem tão bom como Harry.