AMOR ALÉM DA VIDA
CAPÍTULO 7 - DECISÃO
Vamos ao capítulo, sensual como eu gosto. Espero que vocês também.
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Naquela noite chegou em casa e se deitou. Em alguns minutos seu hanyou chegou. Conversaram, fizeram amor e ela pediu que ele fosse embora, porque precisava descansar. A contragosto ele foi. Adormeceu feliz, após uma ducha rápida. Em seus sonhos ela estava com ele naquela gruta. Sentiu um movimento em sua cama, achou que fosse seu gato e continuou a dormir. Continuou o sonho com seu amor, sentindo mãos percorrerem seu corpo. Estava nua, não gostava de dormir vestida. As mãos continuavam a percorrer seu corpo, até adentrar seu sexo. Com carinho acariciavam seu clitóris, e ela gemia. Aquele sonho parecia muito real! Sentiu-se penetrada por trás, enquanto estava deitada de lado. Sentia as estocadas, mas aquele volume não era como do de seu InuYasha. Assustada, abriu os olhos, dando-se conta do que realmente acontecia. Seya estava fazendo amor com ela! Ele não percebeu, na escuridão do quarto, o susto dela, e continuou a penetrá-la. Ela não queria que aquilo acontecesse, mas não podia pará-lo. Ele a virou de frente e tentava lhe beijar, ela desviava, não deixando os lábios dele tocarem os seus. Precisava acabar com aquilo rápido, não queria outro homem dentro de si. Começou a gemer, simulando um orgasmo, tentando deixá-lo excitado. Deu certo, rapidamente ele sentiu seu orgasmo, e ela se afastou para que não fosse dentro de si.
Ele adormeceu abraçado a ela.
A noite passou lentamente, toda vez que ela tentava se afastar ele a abraçava mais fortemente.
Pela manhã, ela lavou-se, despediu-se dele e saiu. Precisava pensar em alguma forma de terminar com ele. Seya era grosso, ignorante, insensível. Mas era uma boa pessoa. Ela gostava dele, mas não era amor. Durante o tempo que passaram juntos se iludira que o amava, e fizera que todos acreditassem nisso, inclusive ela mesma. Tinham providenciado tudo para um casamento, inclusive um apartamento num bairro calmo da cidade. Ele fazia as vontades dela, procurava ajudar no que podia, era amoroso com sua família, em especial com sua mãe, ao contrário de InuYasha, que fazia o possível para ignorar a todos. Seya era legal, não merecia saber que estava sendo enganado. Ela precisava de um modo, mas qual?
Passou o dia se desviando das perguntas e brincadeiras dos colegas, algumas vezes voava longe, com a mente. Não sabia o que mais ocupava a mente: se a felicidade que sentia por ter seu amor de novo ou a maldade que estava fazendo com Seya. Ficava entre opiniões, algumas vezes pensava que Seya merecia, outras pensava que não. Não chegava a um consenso interno. Naquele dia, chegaram flores pra ela. Seya dizia-se apaixonado, reafirmava a vontade de casar-se com ela, e a convidava pra um jantar romântico. Como negar nestes termos? Ela não queria magoá-lo, mas a cada momento sentia-se magoada por dividir-se entre os dois. Não gostava de mentiras, nestes últimos dias havia mentido mais que sua vida inteira. Embustes, desculpas, trapaças...
Já haviam 2 semanas que estava com os dois. Não gostava da situação. Seya parecia cada dia mais excitado com ela. Eram jantares românticos, passeios agradáveis, presentes luxuosos... Era como se ele a estivesse cortejando ciente da disputa. As grosserias diminuíram sensivelmente, ele parecia outro homem. Por outro lado, o hanyou estava sempre por ali. Ela chegava com o noivo e InuYasha entrava pela janela. Assim que ela abria a porta ele a carregava pro chuveiro e se amavam enquanto ela se livrava do cheiro do outro. Suas olheiras já eram inegáveis, estava ainda mais magra, parecia uma modelo com aquele corpo esguio e aquele porte altivo. A pele iluminava os olhos, os cabelos emolduravam o conjunto, culminando numa aparência deslumbrante. Mas por dentro sentia-se a megera mais feliz do planeta. Pensava em seu meio youkai e sorria sem explicar pra ninguém. Ficava com cara de boba o dia todo. Quando se lembrava das suas estripulias amorosas seu corpo reagia, trazendo de volta um fragmento daquele prazer, deixando-a arrepiada e excitada. Como era gostoso. Por outro lado, se sentia desleal, má, enganadora. Sempre se orgulhara de assumir seus atos e agora não podia, estava numa situação horrível. Ser traidora não era nada bom, mesmo nos momentos em que a adrenalina ia às alturas ela se sentia mal.
Na manhã seguinte levantou-se mais cedo que o normal num sábado e foi para a era feudal. Precisava conversar com InuYasha, decidir o que fazer. Ele a amava, mas e aí? O que aconteceria agora? Ela precisava de segurança, um homem para chamar de seu, um companheiro pras horas boas e pras ruins. Pelo que conhecia de seu amor ele corria de compromissos sérios, não gostava de ajudar ninguém, era egoísta, arrogante e insensível. Mesmo com todo aquele discurso do reencontro ela precisava ouvir da boca dele quais eram suas intenções, não ia cair novamente na sensualidade dele, não era apenas isso que ela queria pra si. Jogou-se no poço já imaginando o que falaria com ele, muito nervosa com a possível reação, mas disposta a definir sua vida. Não agüentava mais sua consciência chamando-a de traidora. Isso tinha que parar.
- Oi Linda. Senti seu cheiro vim te ajudar. Disse ele com as mãos estendidas para ajudá-la a subir.
Ela gostou dessa gentileza, ponto pra ele. Antes ele não era assim, ela que se virasse. Ao colocá-la no chão, um beijo de tirar o fôlego. Mais 01 ponto. 01 não, 02. Porque aquele beijo estava muuuuito bom.
- Hey, Kagome! Estava morto de saudades, não fuja agora, quero sentir você mais perto de mim!! Reclamou ele, quando ela tentou se afastar par conversarem. Não tinha jeito, mostrando esse carinho todo ele acabou ganhando mais 01 ponto. E um sorriso lindo, e abraços amorosos, carícias nos músculos pronunciados... Em minutos eles já estavam em brasa, consumidos naquela paixão avassaladora.
- InuYasha, precisamos conversar.
- O que é, Kagome? Algum problema?
- Não, querido, nenhum. Eu... bem... eu... er,
- Epa! Se tem algo errado me diga logo, Kagome! Estou ficando aflito!
- Calma, Inu! Não é nada sério, eu só queria conversar sobre nós.
- Sobre nós? Qual a dúvida? A gente se ama, somos felizes, gostamos de ficar juntos, e fim! Não há o que duvidar.
- InuYasha, Senta! E ele caiu de boca no chão, como nos velhos tempos.
- Kagome, como pôde? O que eu fiz??
- O que fez? SENTA!! SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!
- SEU INSENSÍVEL! E foi embora emburrada. Parecia ter 15 anos de novo.
Ele não se fez de rogado e pulou no poço no encalço dela. Viu as luzes do carro sumindo no instante que terminava de subir, e foi atrás, determinado a saber o que aconteceu, porque ela o fez sentar tantas vezes. O veículo estava rápido, e ele nem se importou se as pessoas da era dela poderiam vê-lo, correu o máximo que pôde para não perder o cheiro dela no meio daqueles milhões de cheiros dali. Após meia hora ela parou. Um pouco atrás, ele a viu descer do carro. Viu à sua frente o mar. Ela andava em direção à praia, tirou os sapatos quando alcançou a água, entrando no mar. Andava triste, ele sentiu o cheiro de suas lágrimas, mas não sabia como se aproximar. Foi seguindo os passos dela, sem se fazer notar. Depois de alguns minutos ele simplesmente acelerou o passo e pegou na mão dela. Ela não reagiu. Naquela praia não havia ninguém para reparar o estranho par: uma mulher com um shortinho e camiseta e um rapaz de Quimono vermelho, de mãos dadas caminhando na beira do mar. Estranho a quietude do lugar, mas providencial pra eles.
- Kagome... o que eu fiz?
- Não sabe, não é, InuYasha. Continua o mesmo imaturo. E insensível também.
- Por favor, meu amor. Me diga o que eu fiz. Não gosto de te ver chorar.
- InuYasha, o que você quer de nós?
- Hum? O que eu quero? Você não sabe? Eu quero que a gente fique juntos, ora!! O que mais poderia querer?!
- Olha, Inu. Eu não sou mais uma jovenzinha. Tenho responsabilidades, uma vida, preciso de certas coisas que só uma vida estável pode me dar. E isso não inclui ficar como uma peteca entre dois homens. Eu preciso de segurança, uma vida em paz. Por isso estou terminando agora com você.
- Kagome, você não pode estar falando sério.
- Nunca falei tão sério na vida. Conheço você, sei seus hábitos, o que Você gosta, e como gosta. Não posso te tirar da vida que leva, você nunca se adaptaria aqui, como eu gostaria. E eu não posso passar a vida fugindo de youkais, tentando ser feliz longe da minha família. Eu quero viver perto dos que amo, e acho que você quer o mesmo. Os sonhos de uma mulher vão muito além de sexo maravilhoso e beijos calientes. Quero um lar, filhos, carreira.
- E pensa que eu também não quero? Não é, Kagome? Pensa que só quero me divertir? Pra te falar a verdade, estava pensando em procurar Você hoje pra gente decidir que dia vamos casar. E posso matar aquele verme do seu noivo se quiser. Eu ficaria muito feliz em jogar aquele imbecil no meio de animais selvagens e ver as feras se divertindo por horas.
- Inu, não pense nisso! Vamos falar sério, tá?
- Mas eu tô falando sério!! Quero mesmo me casar com você, do jeito que Você quiser. Pode ser aqui, na minha era, de cabeça pra baixo... eu quero ficar com você, ser seu esposo. Um lar pra nós. Não sei o que é carreira, mas se é importante pra você eu quero também. Não posso me ver longe de você de novo, você é tudo pra mim, o amor da minha vida! Por mim a gente se casa agora. Vamos?
Um sorriso iluminava o rosto dela, e uma lágrima perolada desceu de seus olhos.
- Kagome, não é isso o que você quer?? Porque está chorando??
Ela nada respondeu, apenas colou os lábios aos dele, numa confirmação muda às idéias dele.
-InuYasha, meu amor. Estou muito feliz por você querer o mesmo que eu. Onde vamos morar?
-Ah, pode ser na sua casa durante os dias que você precisar trabalhar e na minha era nos dias de folga. Eu posso ensinar essas pessoas a lutar, pagam pra isso aqui?
- Pagam sim, Inu. Vai ser ótimo, não existem grandes espadachins hoje em dia, vai ser um sucesso!!
- Então tá.
E as tarefas de casa a gente divide, como era na caçada ao Naraku. E as contas, e a cama, e os filhos..
- Kagome, porque a gente não faz um filho agora! Vai ser lindo você com um bebezinho meu na barriga! A gente casa e ele já nasce em seguida. Tá decidido, você engravida agora!
- Não, meu bem. Na minha era será um escândalo. Não podemos fazer isso!! Mas podemos engravidar na lua de mel.
- Kagome, porque a gente precisar ir a uma 'lua de mel' pra ter um bebê?
Ela riu muito, e explicou a ele que lua de mel eram os meses depois do casamento, onde os casais ficavam tão felizes que se sentiam na lua, sempre com mel nos lábios. Ele achou engraçado e não falou mais nada. Ela estava radiante, havia acertado como seria seu casamento com seu amor, não precisara terminar com ele para manter a liberdade dele, ele queria ficar com ela para sempre, onde ela estivesse. E aquele arranjo de usar a era feudal como casa de veraneio parecia ótimo. Ela poderia levar a vida com calma, ser feliz se afastá-lo completamente das coisas a que estava acostumado.
De mãos dadas voltaram ao carro, e decidiram contar à família dela na semana seguinte. Ela terminaria com Seya naquela noite. Para comemorar, ela o levou pra um motel. Na entrada ele queria saber por que ela o estava levando pra um lugar onde precisava mostrar documentos pra entrar, e ainda eram eles que indicavam aonde ir. Emburrou, mas como a mulher da portaria não achou que ele fosse menor de idade (ela pensou que ele fosse velho, por causa dos cabelos prateados) e os deixou entrar, não reclamou muito. Na garagem da suíte ele não entendeu como o portão fechou sozinho assim que ela parou o carro. Ela nem tinha um aparelho esquisito como o de casa pra fechar a porta! Estranha esta era, ele pensou. Começou a farejar na escada, sentia cheiro de muitas pessoas ali. Perguntou pra Kagome que caverna era aquela que todo mundo entrava, mas se calou antes que ela pudesse responder, boquiaberto. Ela havia acabado de acender a luz, que refletia nos vários espelhos e metais que pareciam polido como uma espada. O chão parecia feito de madeira clara, mas ele não entendia como brilhava tanto, e perguntou pra ela. Ela só riu. A cama era enoooorme, devia haver algum engano. Aquele lugar não era só pros dois, era grande demais! Ele pulo na cama, as molas do colchão o impulsionaram num pulo mais alto e ele riu. Começou a pular cada vez mais alto, até que se deu conta que estava com a cabeça perto do teto, e lá havia o que a Kagome chamava de espelho! Pra que aquilo no teto? Perguntou a ela, de novo, e ela riu ainda mais. Desceu da cama, e foi andando. Encontrou uma porta, que abriu e deparou-se com uma "lagoa quente", com uma cascata na lateral, e umas bolhas que saíam de outra parte. Sorriu, feliz com a descoberta, correu pro quarto e pegou kagome no colo, a jogando na água de roupas e tudo. Uma coluna d'água se levantou quando os dois caíram. Ele havia pulado alto, e não entendeu porque nem de onde vinha aquela água quente para substituir a que havia caído fora. Ela dava gargalhadas da cara dele, meio abobado sem entender nada.
- Hey, sua baka! Tá rindo de que?
- Não se irrite, amor! Vem cá me ajudar a tirar essas roupas molhadas...
- Kagome, tem certeza que ninguém vai entrar aqui? Essa lagoa é pequena mas muito gostosa. Deve ter mais gente que sabe...
- Muita gente sabe, querido. Mas enquanto a gente tiver aqui aquela moça lá da porta não deixa mais ninguém entrar. Vai me ajudar ou não a tirar esta roupa?
Ele se aproximou. Havia esquecido totalmente as dúvidas, que estava emburrado... a camiseta dela estava molhada, e totalmente transparente, deixando ver a sombra dos mamilos róseos. Ele colocou as mãos na cintura dela, deixando os dedos subindo em direção aos seios, ao mesmo tempo em que levantava a roupa deixando a pele de seda à mostra. passou a ponta dos dedos pelos mamilos, levemente, sem se deter. Elevou a blusa pelo pescoço e os braços, tirando-a num rompante. Colou o próprio corpo ao dela e deu-se conta que ainda estava de roupas. Arrancou as suas rapidamente, deixando tudo boiar no que agora sabia se chamar piscina. Ela ainda vestia um shortinho e calcinha, que ele retirou mergulhando. Embaixo d'água viu as pernas dela, e o sensual triângulo dos seus pêlos pubianos. Voltou à superfície, tomou fôlego e mergulhou novamente, passeando a língua pelos pêlos e clitóris, segurando com suas mãos as nádegas firmes dela. Estava preparado, por sua natureza diferente da humana, a ficar muito mais tempo submerso, e se aproveitou. Com a língua acariciava a intimidade dela, enquanto com os dedos entrava em seus orifícios. Ela gemia, e ele sentiu a contração do orgasmo aumentando, até ela desfalecer de prazer. Ele levantou-se e a beijou, a língua explorando todos os recantos da boca dela. Não queria esperar muito, e ali mesmo a penetrou. Foi aumentando o ritmo, quando sentiu que ia gozar parou, afastou-se um momento dela.
- O que foi, meu amor. Porque você parou?
Ele saiu da piscina, a puxou e carregou nos braços para a cama.
- Kagome, eu quero sentir cada fibra do seu corpo unida ao meu, sem nem mesmo água entre nós. Disse e recomeçou a beijá-la. Mordiscava seus seios, com um pouco mais de força do que era usual. A violência dele a excitou, ela conseguiu se afastar e desceu pelo corpo dele mordendo com força, deixando marcas avermelhadas. Passava as mãos freneticamente pelo peito, os braços, a barriga. Enquanto mordia e lambia todo o corpo dele conseguiu segurar o membro, apertando e fazendo movimentos fortes, excitando-o. Lambeu as pernas, sentindo o pênis em sua mão, a ponto de explodir. Abocanhou o membro dele, fazendo-o chegar até a garganta dela. Nesse momento ele a pegou, e colocou-se entre as pernas dela, lambendo mais uma vez o centro de sua feminilidade. Ela não conseguia acreditar nas sensações, gozou novamente na boca dele. Ele a pegou, com força e a colocou de quatro, já se colocando dentro dela, enquanto segurava seus negros cabelos. A visão daquela cintura fina o enlouquecia, e seus olhos começaram a ficar vermelhos. O youkai que havia em si estava despertando. Ela sentiu que o volume dele aumentava ainda mais dentro de si, e ele começou a dar tapas em suas nádegas e morder suas costas, deixando hematomas. Aquela violência fez com que ela gozasse rapidamente, sentindo-se um animal, uma fêmea selvagem com seu macho. Mas ele não parava, continuou, agora de pé com ela subindo e descendo segura apenas por seus braços fortes. Ela dava estocadas nela no ar, ela sentiu mais uma onda de prazer atravessar seu corpo, ele sorria febrilmente, com os músculos inchados pelo esforço. A jogou na cama, e deitou-se tomando conta dela. As estocadas aumentavam o ritmo, e ele tomou os lábios dela, invadindo-a. Sentia que agora era sua vez de gozar, e urrou sobre ela, quando os jatos quentes de seu prazer inundavam o interior dela.
Aos poucos voltaram a respirar normalmente, se olhavam apaixonados enquanto tentavam entender o que havia acontecido com eles. A realidade enfim se mostrou, e ele viu o que havia feito a ela. Kagome estava tomada de hematomas, mas sorria.
- Kagome, o que eu te fiz? Está doendo?
- Não, amor. Não está doendo. Estou feliz, isso não é nada que alguns dias de manga longa, gola rolê e calça comprida não resolvam. Venha cá e me abrace, meu animal.
Ele estava sentindo-se culpado, mas não podia fazer nada. Estreitou sua mulher entre os braços e dormiram assim.
Na manhã seguinte ela o deixou no poço e seguiu direto pra casa, cantarolando um domingo lindo que começaria. Entrou em casa, vestiu o pijama e foi dormir.
Acordou umas 2hs depois, com o celular chamando. Atendeu sonolenta e irritada.
- Alô!
- KAGOME!! ONDE VOCÊ ESTÁ?? Um grito do outro lado da linha.
- Em casa, Seya. Dormindo, aliás.
- ONDE VOCÊ ESTAVA À NOITE??
- Eu saí sozinha.
- ONDE VOCÊ FOI?
- Passear. Espairecer, relaxar.
- NÃO SEJA IRÔNICA!! Você ANDA MUITO ESQUISITA. QUE SABER, KAGOME? ACABOU!! NÃO QUERO MAIS NADA COM VOCÊ!! E desligou o telefone na cara dela.
Ela virou pro lado e dormiu por mais umas 3hs. Ao acordar, levantou-se, comeu alguma coisa e foi dar a boa notícia pro se amor. Não precisaria enfim terminar com o Seya, ele havia facilitado muito as coisas.
CONTINUA...
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Obrigada a todos pelos Reviews, obrigada Amanda (de novo!), estou muito feliz!
Havia feito uma mega revisão na fic, mas meu pen drive deu pau e perdi tudo. Quem encontrar algum erro, mostre pra mim, vou ficar muito feliz e corrigir.
Obrigada de novo!
Beijão!
