Capítulo 7:
Enquanto houver esperança
James vinha caminhando tranqüilo pelos corredores desertos e passagens secretas do castelo. Não vira nem sinal de Sirius ou Peter... Eles deviam ter ido na frente com Remus... Por sinal, James se deu conta, nem tinha ido ver o amigo no fim da tarde na enfermaria como sempre fazia, mas Aluado era forte, devia estar bem dentro do possível.
Sozinho e distraído, o maroto andava para o Salgueiro Lutador sem tomar cuidado algum por aonde ia. Sua mente parecia nem estar em seu corpo, pois nada se passava por ela. De repente, ele deu de cara com uma massa indefinida. Seus reflexos, aumentados pela pratica do quadribol, deram tempo para que saísse da vista do, agora ele reparara, sonserino. Eram muitos alunos fora da cama tão tarde e tão próximos do lago...
"Malfoy e Snape? Juntos? Não pode ser boa coisa", pensou assim que reconheceu dois de seus maiores desafetos.
- Eu não via a hora de me livrar dessa sangue-ruim! Esperei anos por esse dia – Malfoy vangloriou.
O sonserino em quem James dera o encontrão olhava em volta em busca do que o tinha acertado, mas o grifinório se escondera rapidamente atrás do arbusto mais próximo, coberto de neve por sinal.
- Goyle, pare o que quer que você esteja fazendo – disse Malfoy em um tom monótono
O jovem Potter olhou para onde o grupo parecia estar observando, era um buraco no gelo... Grande o suficiente para jogar alguém no lago, ele pode concluir rapidamente. Ele sentiu seu sangue gelar ao pensar na possibilidade...
- Aquela patética da Evans – riu Snape – com aqueles típicos modos se sangue-ruim, escória.
James achou que seu coração tinha parado de bater. Evans? Só tinha uma Evans em Hogwarts, que ele soubesse… Lily Evans? Não, eles não se atreveriam... Se atreveriam?
- Ela é provavelmente mais útil morta, de qualquer forma – continuou Lucius Malfoy em tom de deboche – É uma pena Lily, você até que era quase bonitinha...
A risada do grupo todo fez uma raiva descomunal crescer dentro de James, pois cada segundo que passava era um segundo a menos para Lily. Ele precisava agir e rápido, antes que ela... Ele não queria nem pensar.
Viu que Bellatrix e outro sonserino se afastaram do grupo, voltando ao castelo, deixando apenas quatro. Esses quatro seguravam as varinhas displicentes, tão fáceis para serem roubadas... James era apanhador e dos melhores, podia tranquilamente tomar as varinhas.
O maroto respirou fundo e correu, saltando pelos quatro e tomando as varinhas de uma vez. Sem perder um segundo se quer, jogou-as no buraco no gelo. Sentindo a raiva espalhando-se por cada músculo de seu corpo, juntamente com a preocupação pela ruivinha, ele apontou sua varinha para os quatro e gritou o feitiço com toda força.
- PETRIFICUS TOTATULUS! – disse acertando todos de uma só vez.
Devido à dimensão do feitiço, os sonserinos ficaram paralisados, mas ainda podiam falar. James pode ver que os olhos de Malfoy flamejavam em raiva. Os outros três estavam chocados de mais para emitir qualquer palavra.
- Potter – disse Malfoy frio, mas ainda assim demonstrando raiva – Melhor correr, ficar molhada não é a única coisa que sua namoradinha deve estar preocupada lá embaixo – disse em um misto de deboche e desprezo.
Não era preciso falar duas vezes, James nem se deu conta que associara rapidamente Lily como sua namorada, mas apenas ignorou o loiro aguado. Ele respirou fundo, enchendo o pulmão com o máximo de ar que conseguisse, e pulou na água gelada, torcendo que a água praticamente congelada espirrasse em Snape.
Estava realmente escuro embaixo da água, James mal conseguia enxergar um palmo diante do nariz. Ele sentia o desespero aumentar em seu peito enquanto nadava, pois por mais que procurasse não conseguia encontrar nem sinal da ruivinha. Sua razão começava a alertá-lo que, talvez, ela já estivesse...
Não! Ela não podia estar, não enquanto ele ainda pudesse salvá-la. Ele podia? Era preciso admitir, ela devia estar, no mínimo, inconsciente... Embora ele não quisesse pensar nessa possibilidade, a verdade era que as chances de Lily estar viva eram mínimas... E cada vez menores a cada segundo.
Seus pulmões já não agüentavam mais, James tinha que voltar a superfície. Podia sentir lágrimas em seus olhos. Se ele não conseguia ficar mais tempo em baixo da água, que chances ela teria? Um nó se fez em sua garganta, sentiu seu coração se apertar e alguma coisa puxar seu pé...
"Meu pé... Lily!", pensou esperançoso e mesmo sem mais fôlego praticamente, afundou ainda mais na água.
Embora buscasse, não encontrou ninguém. Precisava voltar urgentemente à superfície, ou acabaria se afogando. O ar gelado de inverno fora da água ainda era um pouco confortante comparado a temperatura da água. Ele se apoiou no gelo do lago tossindo e tremendo, com os olhos cheios de lágrimas.
O rapaz olhou em volta, nada dos sonserinos... Eles tinham fugido. No lugar deles, pode distinguir duas figuras contra a lua e, mesmo sem os óculos, era capaz de reconhecê-los.
- Cadê a Evans? – perguntou Sirius, trazendo James para fora do lago de vez.
O maroto, já com os óculos em mãos novamente, lançou um olhar de dor e tristeza ao amigo. Nunca se sentira assim na vida, era como se tivesse perdido algo muitíssimo importante, algo sem o qual ele não viveria plenamente... E há uma semana ele apenas a achava bonita, mas se quer ligava muito para qual era o nome dela.
- Não... Você ta falando sério, Pontas? – perguntou num sussurro Sirius.
James meneou com a cabeça, estava falando sério como nunca, mas não pode se quer falar algo. O ruído de gelo rachando foi ouvido, junto com um grito apavorado de Peter. Um tentáculo gigante emergiu da água cerca de 3 metros, e parecia estar segurando alguma coisa... O tentáculo jogou o que estava segurando. O quê não, James viu rapidamente se pondo de pé, quem!
Sem pensar mais um segundo se quer, ele se preparou para pega-la... E conseguiu! Era Lily, mas ela estava tão pálida, a única coisa com cor eram seus cabelos ruivos encharcados. Os olhos de James brilharam ao ver que ela ainda respirava, não resistiu e a abraçou forte, ainda tremendo pelo frio.
- Levem ela pra enfermaria! – grunhiu Peter, num tom urgente.
O maroto de óculos se quer parou para pensar, apenas se levantou e correu com a ruiva em seus braços feito um louco até a enfermaria. Madame Pomfrey não pediu explicações, apenas fez James segui-la até uma cama vazia, onde pos a menina desacordada e sinalizou para o rapaz deitar-se na cama seguinte, mesmo que ele resistisse.
- Sirius! – sussurrou deitado da cama – E o Remus, como está?
- Não precisa se preocupar com seu amigo – disse Madame Pomfrey – Ele está na cama próxima à janela. A doce menina trouxe um antídoto para ele, que está bem calmo. Creio que esteja com a consciência entre um lobo e um garoto, mas vocês podem ir vê-lo se quiserem.
Dito isso, a enfermeira saiu do local, deixando três rapazes bastante preocupados atrás de si. Afinal, existia um antídoto para lobisomens? Por que ninguém nunca dissera isso ou fizera a poção? Sirius respirou fundo, segurou Peter pela gola e o arrastou consigo pelo corredor de camas, até onde deveria estar o quarto maroto... Peter se escondia atrás de Sirius, que abriu lentamente as cortinas.
Para surpresa geral, Remus (transformado, lógico) pulou em cima de Sirius, e começou a lamber a cara do amigo. Peter, que já estava do outro lado da enfermaria, riu diante da cena, fazendo com que James se levantasse para ver.
- REMUS! CAI FORA! – gritou Sirius.
O lobo pulou de volta pra cama, encarando o amigo. James olhava para os amigos, enquanto Sirius se levantava do chão revoltado.
- Até nosso querido Aluado parece gostar do sabor da vingança... A diferença é que quando eu faço isso, estou na forma de um CACHORRO, e não na de um LOBO FEDIDO.
O jovem Potter queria rir, realmente queria, mas estava muito preocupado com Lily para conseguir. Pouco tempo depois, Madame Pomfrey voltou com alguns frasquinhos. James, de pé, se aproximou dela.
- Ela vai ficar legal? – perguntou numa voz preocupada e fraca.
A senhora não respondeu, apenas forçou James a voltar para a cama e deu uma poção para aquecer, que por sinal tinha um gosto terrível. O rapaz engoliu, a muito contragosto.
- Madame Pomfrey! – ele reclamou quase num grito
- Francamente, senhor Potter, eu tenho outros alunos para cuidar. Diga logo, o que foi? – replicou impaciente.
- A Evans... Digo, Lily... Ela vai ficar bem?
A face da enfermeira se transformou. Ela estava nitidamente preocupada, deu um leve suspiro, o garoto não ia desistir mesmo.
- É impossível afirmar alguma nesse momento... Vou acabar de drenar a água dos pulmões dela com essa poção – disse mostrando um frasco – Mas a pobre garota quebrou um pulso, além da hipotermia e de estar inconsciente. Temo lhe dizer que ela deva ficar aqui ainda por um bom tempo.
James baixou os olhos e olhou para a ruiva na cama ao lado, enquanto a enfermeira dava a poção. Remus, que não estava muito longe, uivou, um uivo triste lamentando pela amiga. A menina tossiu cuspindo um pouco da água. Todos olharam pra ela, esperançosos, mas nada aconteceu.
Madame Pomfrey fez Lily tomar uma poção para aquecer e retornou para seu escritório, lançando um olhar significativo para James, Sirius e Peter.
- Alguma alma bondosa poderia me contar o que aconteceu aqui? – perguntou o professor Dumbledore, entrando na enfermaria.
Era de conhecimento geral que o professor só aparecia quando algo importante ou extraordinário tinha acontecido, e os ali conscientes viram uma esperança nascer de conseguir que, finalmente, Snape e Malfoy fossem expulsos.
- Bom professor – James disse de sua cama – A gente não sabe tudo o que aconteceu... O que sabemos é que Snape, Malfoy e mais uns quatro alunos tentaram matar a Lily.
Dumbledore nada disse, apenas encarou James como se buscasse ler sua mente. Os olhos azuis do professor não estavam com o brilho habitual.
- Senhor? – Sirius disse incerto – Você acredita na gente, não é?
- Tinha mais alguém que possa ser testemunha de todo o ocorrido... Tenha visto tudo desde o início...
- Mas senhor – James interrompeu – Eu cheguei quando Lily já tinha sido jogada na água... Aqueles malditos san... Aqueles idiotas estavam a beira do lago se vangloriando da morte dela!
Dumbledore deu um sorriso para o rapaz na cama.
- Senhor Potter, quem tirou a senhorita Evans da água?
- Veja... Eu tentei, tentei muito! Mas não conseguia encontrá-la de jeito nenhum… Quem a salvou foi a lula gigante…
- Hum… Eu creio que seja melhor ter uma conversinha com a lula gigante – disse ignorando os olhares lançados a ele. – Dependendo do que ela me disser, nós veremos qual deve ser a punição.
- Vai perguntar pra quem? – disse Sirius sem querer acreditar.
Entretanto, o professo já tinha se retirado. Sirius realmente não queria acreditar, o cara só podia estar lelé!
- Eu não acredito nisso! – revoltou-se James – Ele não vai acreditar na gente, Snape e Malfoy vão sair impunes da tentativa de assassinato e nós vamos estar encrencados por bancar os heróis...
- Talvez não – disse Peter inseguro – Eu acho que Dumbledore é mais esperto do que a gente pensa... Vai ver a lula gigante sabe o que aconteceu...
- Rabicho, me diz uma coisa, esse seu cérebro serve pra quê hein? – disse Sirius dando um tapa na cabeça do amigo.
James não se sentiu nem um pouco melhor, afinal... Ele e a lula gigante tinham, ahm... Uma história? E das nada agradáveis... De qualquer forma, Lily ainda corria o risco de morte ali na cama ao lado...
"NÃO!", ele disse a si mesmo "Não tem chance de a Lily não viver!"
Madame Pomfrey reapareceu momentos depois, expulsando Sirius e Peter da área hospitalar e obrigando James a se deitar. Assim que as luzes se apagaram, a lua iluminou o local, mostrando toda a fragilidade de Lily, tão pálida... Na cama seguinte, viu Remus deitado e rolando de um lado para o outro em sua forma animal, encarando os dois.
Como a enfermeira não estava ali, James se levantou e sentou ao lado do amigo peludo, fazendo carinho no pelo e encarando a ruivinha deitada. Lily tinha a respiração agitada, daquele jeito que a gente fica quando está muito feliz.
"Mas não é nos momentos de maior felicidade que a gente fica assim?"
Então... Por que ela estava assim em um momento de perigo?
"Talvez ela esteja sonhando com alguma coisa... Ou com alguém que a deixe muito feliz... Talvez seja um verdadeiro milagre que está acontecendo no sonho dela..."
Lily sabia que James estava na cama próxima a ela, estava praticamente consciente de tudo ao seu redor, mas não conseguia reagir. Ela não tinha forças para agradecer ao maroto por ter salvado sua vida, embora quisesse muito mesmo fazer isso.
Se bem que não tinha sido a primeira vez... Ele já tinha a salvado antes, não tinha?
Eles estavam no primeiro ano em Hogwarts, um dos primeiros dias de aula. Estavam tendo lições de vôo e... E Malfoy tinha enfeitiçado a vassoura dela, com Lily nela. A vassoura começou a se comportar feito louca no ar a uma altura de cerca de cinco metros. Naquela época, a ruivinha morria de medo de altitude e quase chorou quando caiu da vassoura de tão alto, mas James voou até ela e a resgatou, trazendo-a até o chão sã e salva.
Teve também aquela outra vez, na floresta proibida, quando um centauro quase a atropelara e James, mais uma vez, a salvara. Ele a salvara tanto da morte como de grandes problemas... Assim como tinha se divertido bastante.
Inúmeras vezes, os dois se esconderam embaixo da capa da invisibilidade do garoto e iam azucrinar os fantasmas e brincar com as armaduras pelo castelo a noite. E, então, tudo parou. Assim como um coração pode parar de bater, a amizade deles parou de existir.
Não tinha sido por que James se tornara popular... Não, ele era popular desde o primeiro dia de aula, mas isso nunca afetara a amizade deles.
Então... Por que tinham rompido de maneira tão brusca? Todas as razões que usara anteriormente não eram as verdadeiras, tinha alguma coisa... O que seria?!
Uma imagem irrompeu na mente de Lily, distante, mas ainda nítida... Era um garoto de 11 anos irritado lendo uma carta do pai...
Ela estava tão perto... O que era? Ela podia sentir a memória tentando se esconder novamente, fugindo por um corredor escuro após uma esquina escondida na sua mente. Ah! Mas ela não deixaria que se mandasse, não dessa vez.
James estava observendo Lily atentamente. Ela tinha os olhos apertados e mordia o lábio inferior com certa força. Por Mérlin! O que ela estaria fazendo?
Lily abriu os olhos sobressaltados, com a respiração entrecortada, e se sentou. James levantou-se e correu para o lado dela, com Remus os observando bem de perto.
- Lily... – ele sussurou carinhoso e preocupado.
Ela olhou dentro dos olhos dele, observando aqueles olhos castanhos... "Castanho-esverdeados sem os óculos", se corrigiu. Ela não disse nada, apenas ficou o encarando, como se pudesse encontrar as respostas nele.
- Eu estou tão perto, James – ela sussurrou, se aproximando ainda mais dele.
- Perto de quê?
- Da sua boc... Digo, da verda... Eu… Eu… Eu não sei… - ela disse num tom quase sussurado, baixando o olhar.
Quase que como por instinto, como se fosse para os dois estarem ali daquela forma desde o início dos tempos, os dois se aproximaram, um segurando carinhosamente as mãos do outros. Os rostos estavam tão próximos que um podia sentir a respiração do outro, as mãos unidas, era como se esquecessem que fossem duas pessoas diferentes.
James continuou olhando Lily, os olhos verde-esmeralda brilhantes, os lábios vermelhos como rubis, ambos como se fossem jóias... E não eram? Lily era uma jóia de verdade, rara, linda, inestimável.
Os dois se encararam, olhos nos olhos, quando James encostou a testa na de Lily. Sentiram que a vista pesava. Delicadamente, seus lábios se tocaram, dando a impressão que uma ligeira corrente elétrica passara por seus corpos. Enquanto eles se beijavam, o mundo em volta parecia não existir, eram apenas eles.
Na cama ao lado, Remus abanava a calda feliz da vida.
N.A.: Ok, eu acabo sempre postando as terças-feiras, então não vou prometer o capítulo antes. Se der, eu posto, se não fica pro dia tradicional mesmo P
Espero que tenham gostado do capítulo! Já digo que o próximo também vai ser cheio de emoções xD Ah! E eu não fui malvada dessa vez... Não precisam puxar a orelha da autora aqui, mas podem continuar deixando reviews! Por falar nisso... Gente, muito obrigada pelas reviews! 21 reviews, é uma emoção e tanto pra essa autora aqui... Well, vamos ao famoso momento "Respondendo as reviews, com Kath/Kine L"
Linah Black: Às vezes é preciso acontecer uma coisa pra desencadear outras... Mas agora a Lily se deu foi muito bem, não é não? Hauahau xD Eu também não sou tão má assim! Espero que tenha curtido esse capitulo também!
DeH: Eu compensei a maldade do outro nesse, viu? Espero que tenha gostado!! E obrigada pelo elogio rs
Kacau: Não tem nem como eu matar a Lily! Minha nossa, ela tem que ter o Harry p rs... e que eu saiba, não da pra ressuscitar ninguém... Se desse, eu trazia o Sirius pra mim . oooh Mérlin! Não li ainda sua fic foi por falta de tempo, mas vo dar um jeito de ler, prometo! Espero que goste do capitulo p
Mel.Bel.louca: viu, eu não desisti \o/ Até pq eu não tenho coragem de fazer isso com leitores... Já aconteceu da autora de uma fic q eu tava lendo deletar... Fiquei bem chateada \ rs... Mas ta ai mais um capitulo, e eu to bem empolgada pro próximo xD O livro eu amei... E agora temos muitas cenas T/L pela frente! Hehehehe
sassah potter: Que bom que você gostou do último capitulo xD não é por nada não, mas esse aqui eu me empolguei mais! Huahauahau acho que não consigo ser muito má! Até o próximo!!
É isso aí gente! Até o próximo capítulo!! Beijinhos
E se quiserem fazer uma autora feliz... Pode apertar o botãozinho roxo e deixar uma review! Se não tiver afim, tudo bem xD só de lerem ja me alegro
