Capítulo seis: necessidade íntima.
"Todo mundo age não apenas movido por compulsão externa, mas também por necessidade íntima." [ Albert Einstein ]
-Bella... Bella.. Onde você vai... Espera.. – Edward me chamava e eu andava rápido sem olhar para trás.
Saí da sala e a única coisa que eu consegui ver foi a secretária do Edward me olhando estranhamente, já na frente do elevador eu apertava o botão freneticamente, não queria que desse tempo de ele viesse atrás de mim, não queria conversar com ninguém muito menos com ele, eu quase baixei a minha guarda e mais um pouco eu estava entregue e acabaria por derrotada.
Andei pelas ruas atrás do meu carro, abri a porta com pressa e sentei no banco encostando a testa no volante.
- Droga bella, quase pôs tudo a perder por causa de outro beijo! – Falei alto e revoltada comigo, bati minha cabeça três vezes no volante, eu precisava pensar em qual seria o próximo passo.
Cheguei em casa, joguei a bolsa em cima da mesa, sentei no sofá e liguei a TV , precisava distrair-me um pouco, tudo que povoava a minha mente era completamente insano, eu não precisava ser mais uma na lista e muito menos por causa de uma receitinha básica, eu não posso ser tão previsível, ou posso?
Ele já tinha semeado a discórdia em minha em minha mente perturbada, Eu queria esmurrar aquela carinha linda dele, queria chutá-lo, droga eu não queria nada disso, ele me beijando novamente, as mãos dele, o cheiro dele, o gosto dele...
Merda, onde eu fui me meter, você precisa de foco Bella, passar novamente todo o processo, se for preciso pará-lo um pouco, mais eu não posso dar-me o luxo de por tudo a perder. Preciso parar de vê-lo pelo menos por uns dias.
Foram dias difíceis, ouvir a voz insistente dele na minha secretária eletrônica, os inúmeros recados deixados com minha secretária. Já no fim da semana eu enviei uma mensagem de texto que dizia:
"Edward, peço desculpas se não tive tempo de retornar suas ligações, falo com você assim que der Beijos, Bella."
Após alguns minutos a resposta:
"Bella, não se preocupe, achei que estava me evitando, Aguardo um convite seu para qualquer coisa, Beijos, se cuida. Edward.
Ler a mensagem dele no meu celular , quase me fez ligar para marcar alguma coisa, mais eu não poderia, precisava de pelo menos uma semana sem olhar para ele, precisava dar esse tempo pra mim..
O sábado amanheceu como um dia perfeito, levantei-me sem preguiça, pois havia dormido cedo, abri as cortinas da casa, os raios de sol entravam clareando tudo até meus pensamentos.
Para aproveitar o dia tomei um banho, coloquei uma roupa leve e decidi ir ao Central Park, o clima bom me deixa tranqüila, passei a pensar mais em o que fazer.
Eu precisava encontrá-lo e seguir a diante com as minhas descobertas, ele me ligar e deixar inúmeros recados é sinal de que estou indo bem, será mesmo que estou, novamente a dúvida pairava na minha mente – Mais que espécie de Psicóloga é você que se deixa enrolar assim? – a do tipo tapada que gosta de cair em furada por causa de um rostinho bonito. Eu comecei a rir da minha confusão, mais será possível que um homem bonito pode fazer isso comigo?
Continuei caminhando, comprei um saco de pipocas pelo caminho e decidi parar de frente a um lago, era uma vista sensacional, daquelas que os nova-iorquinos não estão acostumados, fiquei em pé diante a beira do lago, arvores, uma pequena ponte que de onde eu estava conseguia ver as crianças correndo e seus pais atrás, algumas pessoas em cima de uma pedra sentadas, outras em pé, alguns patos na água, o sol já tinha se escondido um pouco entre as nuvens mais o dia ainda estava claro.
Estiquei por mais alguns minutos a vista de frente aos meus olhos e pensei em andar mais um pouco depois passar em algum mercado, comprar alguma coisa pra comer de almoço. Virei-me para começar a caminhar, quando vi um cachorro se soltar da coleira e correr livremente por entre as pessoas.
- Siiiiigmuuund!!!!! – gritava o dono do cachorro que corria como se fosse alçar vôo deixando seu dono para trás.
- Nããããããããoooooo, Siiigmund Volte aqui!!!! – agora eu estava começando a ficar com medo e deixar de ver aquela cena como "engraçadinha", o cão começava a crescer a cada investida de suas patas enormes em direção a mim, então ele deu um salto e eu não tinha mais pra onde correr, eu vi aquela língua repleta de saliva voando pra tudo que era lado as patas sendo depositadas sobre meu estomago, meu corpo sendo arremessado dentro do lago junto com o cachorro.
Fui afundando sentindo meu estomago embrulhado com o encontro do cachorro com ele, pensei em diversas coisas naquele momento, como eu ia matar o dono do cachorro por não prestar atenção na coleira, que deveriam existir leis que especificassem que cachorros loucos não poderiam andar com donos retardados, como eu nunca percebi a profundidade desse lago, e de que eu não sabia nadar.
Comecei a me desesperar, mirando a superfície, minhas pernas não tinham a coordenação da qual eu precisava além de ficarem enroladas nas plantas aquáticas.
Senti meus cabelos sendo puxados com força para cima – Mais que merda, aiii isso doii ... – pensei ligeiramente tentando olhar para cima quando vi o que estava acontecendo, era o cachorro que tinha acabado de me empurrar lago adentro, tentando me tirar dele.
Quando estava chegando à superfície senti duas mãos fortes me puxando para fora do lago, abri meus olhos e mal conseguia acreditar no que estava vendo.
- Bella? – Eu tinha aspirado um pouco de água e não conseguia falar direito.
- Bella, fala comigo! - senti meu corpo no chão as mãos dele viraram meu rosto para que eu pudesse expelir a água.
- E.. E..dward...
- Bella, me perdoa... Eu não senti que a coleira dele estava frouxa, ele te machucou.
- Foi uma pancada e tanto.. Mais acho que estou bem..- eu disse sorrindo para aqueles olhos verdes lindos, me perdendo.. – Ecaaaaaa... – senti a lingua macia e encharcada de baba de cachorro no meu rosto.
- Sigmund, para de lamber o rosto da Bella.. Para.. AGORA! – Assim que Edward havia gritado com o cachorro ele parou de me lamber e ficou me empurrando com o focinho. Ainda sentada fiz um carinho no cachorro.
- Ei.. você me salvou.. – eu disse pro cachorro que abanava o rabo efusivamente.
- Depois que te jogou lá dento... – Edward comentou. E depois continuou. – eu estava quase me jogando para tentar te tirar de lá de dentro até que o Sigmund te puxou, porque demorou tanto? – dizia ele enquanto me ajudava a ficar em pé.
- Eu não sei nadar Edward.
- Oh meu Deus, meu cachorro quase te matou! – ele disse quando eu começava a tremer de frio.
- Vamos, antes que você pegue uma gripe, o meu apartamento é bem perto daqui é melhor que você ir nesse estado para o seu.
Sem ao menos tentar verbalizar sobre ir ou não para a casa dele, Edward foi me guiando junto com o cachorro hiperativo e quando me dei conta já estava a caminho.
Quando chegamos ao apartamento dele o frio que eu sentia já estava a ponto de ficar incontrolável, tudo tremia em mim.
- Bella, o banheiro é naquela porta – ele disse apontando para a porta alguns metros a minha frente – eu vou buscar algo pra você vestir.
- Uhum.. – Entrei quase correndo no banheiro, me despi em uma velocidade maior ainda e liguei o chuveiro pra sentir a água quente que caia dele, aos poucos eu ia sentindo menos frio e eu já estava começando a ficar até com um pouco de sono.
-Bella... – ouvi as batidas na porta – Posso entrar? – E agora... Sai do Box do banheiro completamente molhada, gritando.
- Espera...
- Bella, tem toalha e um roupão dentro desse armário em baixo da pia.- Ele leu meus pensamentos, tirei o roupão e a toalha de dentro do armário, vesti e coloquei a toalha na cabeça e abri a porta.
- Aqui estão, acho que vão ficar bem grandes, mais é ate suas roupas secarem.
- uhum.. – Quando eu ia fechando a porta...
- Bella?
- Oi.
- As suas roupas pra colocar na secadora.
- deixa que daqui a pouco eu faça isso. – disse sorrindo enquanto fechava a porta.
Coloquei a camisa cinza e uma boxer preta Armani que ainda não tinha sido usada, pois ainda estava com o código de barras em forma de adesivo. A camisa me engolia e a boxer ficava como uma bermuda curta e confortável.
Saí do banheiro com um pouco de vergonha, eu estava na casa de alguém que estava tentando conquistar, esse alguém por acaso eu havia visto por três vezes quatro contando com essa, o maior agravante de todos, extremamente sexy.
- Tome isso... – ele disse dando-me um copo com alguma coisa efervescente dentro.
- O que é isso?
- Vitamina C. – Bebi o copo e devolvi.
- Onde fica a secadora? – ele me indicou a secadora e eu coloquei as minhas roupas dentro.
- Desculpa pelas roupas, eu não tinha nada que coubesse melhor em você, foi o melhor que pude encontrar.
- Não tem problema, está até confortável... – resolvi mudar de assunto. – Então criativo o nome do seu cachorro hein... - comentei rindo.
- Que bom que notou – ele disse rindo. - Ele é a cara Freud, não acha?
- O acho louco igual a Freud, mais creio que Freud não jogava ninguém em lagos... Perdoe-me seu cachorro é muito mais louco... Mais é muito fofo, ele me salvou.- disse enquanto fazia carinho no pelo do labrador.
- Eu já tentei de tudo pra educar Sigmund, mais fazer o que... – ele disse acariciando a cabeça do animal.
- Já tentou levá-lo ao psicólogo? – nós dois rimos juntos.
- Talvez aceite o caso dele Srta. Swan.- ele disse olhando o cachorro que agora fazia uma carinha de cão abandonado.
- Posso pensar no caso... - eu disse rindo
-Já que eu e Sigmund fizemos de sua manhã um terrível acontecimento, nós esperamos que possa apreciar o almoço em nossa companhia como pedido de desculpa de ambos. Não é Sigmund? - logo dizer isso o cachorro como se correspondesse deu duas latidas.
- Agradeço... Aos dois... – eu disse brincando com o cão. – então seu apartamento é muito bem decorado, parece mesmo com você.
- Não foi decorado por mim, pode ter certeza. – ele disse rindo e completou, - a minha irmã, Alice é decoradora, ela que achou esse apartamento pra mim e também disse que era parecido comigo - novamente disse entre risos. - a única coisa que eu pedi é pra que deixasse a escada e esses tijolinhos. – ele disse apontando.
- É realmente lindo ele. – completei sem saber ao menos que estava elogiando de mais, preocupante, muito preocupante, bella onde você foi se meter, Imã de perigo, era pra ser um inofensivo passeio e olha onde foi parar bem na toca do lobo e vestindo as roupas dele.
Almoçamos entre piadas e conversas sem sentido que nos faziam rir como bêbados em estado inicial deixei-me levar pelas conversas divertidas pelo menos por enquanto, pois todo aquele dia era diferente, nunca iria passar pela minha cabeça que animal de estimação do Edward ia tentar me matar e logo depois me salvar, eu devia por alguns momentos aos dois deixar de pensar em usar o dono.
Colocamos a louça pra lavar juntos, eu tirava o excesso de comida e ele colocava na máquina de lavar.
- Vou ver se a minha roupa secou. – disse secando as mãos e andando em direção a área de serviço do apartamento dele onde ficava a secadora. Era um corredor apertado onde ficavam duas máquinas, uma lavadora e a outra secadora, um pequeno tanque, alguns armários e uma bancada.
Tentei abrir a secadora mais estava emperrada, pensei duas vezes em chamar o Edward, eu não conseguir abrir uma secadora era de mais. Tentei mais uma vez e não consegui era hora de chamá-lo.
- Edward, será que você pode vir aqui um instante, acho que isto aqui está emperrado. – eu disse tentando mais uma vez abrir à secadora.
- Ahh, tem uma forma de abrir, ela realmente está emperrada, tenho que mandar alguém ver isso.
Ele atravessou o corredor, cada vez mais perto, eu não tinha reparado até agora na roupa dele, uma camisa parecida com a que eu estava usando um calção de esporte, incrivelmente normal e em minha opinião até um pouco desleixado porque ele estava com uma visita (sim uma visita feminina que veste as roupas dele inclusive a cueca dele) e aquilo só poderia ser uma piada, porque eu estava sentindo até vontade de agarrá-lo, deve ser o corredor pequeno, Meu deus, não tem pra onde correr, só se eu subir pelas máquinas, isso é ridículo.. Pensa Bella.. Pensa... Para de olhar pra ele!!! Focoo.. Focooo.. Droga ele está chegando perto... Eu só posso estar ficando louca.
- Desculpa isso está ruim mesmo... - ele disse enquanto fazia força pra tirar abrir a máquina, os músculos a mostra, isso não ta ajudando... – Pronto, abri.
Em uma rápida investida fiquei entre ele e a máquina a poucos centímetros dos lábios dele, ele ficou imóvel esperando o que eu faria, meus lábios foram de encontro aos dele com leves sugadas, a ponta da minha língua passava por cada centímetro de seu lábio inferior, suas mãos dele começaram a percorrer o meu quadril delicadamente então minha boca desceu para o seu queixo mordendo, provocando-o, as mãos subiam carinhosamente por dentro da blusa acariciando meu seio me fazendo suspirar.
Os beijos começaram a ficar urgentes, minhas mãos passavam por seu abdômen forte apertando, minha língua dançava junto com a dele embalados pelo instinto que se apoderava tanto dele quanto de mim cada vez mais.
Sem nenhuma palavra ele começou a puxar-me pela mão pelo apartamento amplo, pela escada... Já no andar superior o empurrei na parede, o corpo dele pareceu corresponder àquela investida, levantando e colocando-me sobre uma cômoda que havia ali, minhas pernas o prenderam entre elas, as mãos quentes dele tiraram a camisa que eu vestia a língua quente e úmida agora lambia à pele exposta passando pelo umbigo subindo em direção aos seios, seus dedos o tocavam levemente me fazendo arquear, gemer baixo, apertá-lo mais contra mim, eu já podia sentir a vontade dele sendo apertada contra a minha o que me deixava louca de desejo.
Eu me deliciava com cada toque, sussurro, sua boca vindo de encontro ao mamilo com sugadas rítmicas, sua língua traçava o contorno deixando um rastro quente por onde passava.
Eu sentia o mundo girar em volta de mim, minhas pernas o prendiam mais envolto delas, meus braços involuntariamente subiam sua blusa enquanto seus dentes mordiam meu pescoço, meus olhos se fechavam sentindo a respiração forte e o hálito quente na minha pele, me deixando vulnerável e ouriçando todos os pelos existentes em meu corpo.
Uma mão apoiou-se em minhas costas a outra em minha coxa, levantando-me mais e eu fechei por completo minhas pernas, ele me carregou até a cama me colocou de costas e ficou mordendo-a , lambendo-a até a nuca onde levemente segurou, puxou meus cabelos e mordeu minha nuca, o lóbulo da orelha em seguida virou-me de frente pra ele novamente.
Suas mãos desciam passando pela cintura... Quadris me fazendo ofegar, suspirar, gemer, os dedos pousaram leves pela barra da boxer e então começaram a descer levando-a, seus olhos penetrantes nos meus, trocávamos olhares íntimos desejosos e ardentes.
Após jogar a ultima peça que eu vestia em um canto do quarto, seus lábios voltaram a encontrar os meus com beijos longos, suplicantes, senti seus lábios se curvarem em um sorriso cheio de más intenções enquanto os dedos brincavam no meio das minhas pernas, que a essa altura já estavam delirantes.
Seus dedos começaram a entrar devagar, vez por outra entrando e saindo lentamente, aumentando gradativamente o ritmo imposto pelos beijos, me deixando zonza e ofegante pela cumplicidade entre os beijos ardentes e os dedos ágeis dele.
Eu coloquei as mãos sobre o calção dele e prontamente foi entendido por ele, me movi na cama, com as mãos no peito dele o empurrei ficando por cima, arranquei o calção jogando longe deixando apenas a boxer branca com a barra preta quase estourando pela excitação dele, seus lábios se curvaram novamente mais desta vez o sorriso era cínico, o olhei retribuindo o sorriso sínico inclinei-me sobre o corpo másculo passando a língua acima da barra da boxer suas mãos apertavam o lençol, meus dentes puxavam o elástico as minhas mãos iam descendo a barra e paravam,a língua entrava em ação novamente onde já não estava mais a barra da boxer, esta estava um pouco mais a baixo.
- Bella...
- Oi.. – meu nome foi a primeira palavra que eu ouvi desde que começamos a nos beijar.
- Bella... O que queres fazer comigo ham?
- Não te conto. – disse rindo enquanto tirava mais a única peça de roupa que nos separava.
- não preciso contar-me, eu te mostro. – ele disse me colocando por baixo e livrando-se da peça que já estava nos pés. Eu o olhava mordendo os meus lábios, os olhos deles em tom verde escuro tinham um olhar cálido enquanto me penetrava deliberadamente, arrancando com si todos os meus devaneios, meu ar, e a exatidão de onde me encontrava junto com suas investidas seus lábios beijavam meu pescoço, ora me mordiam... Os olhos verdes voltavam a me fitar emitindo sensualidade, entregando-se, transmitindo desejo, fazendo com que os meus ficassem íntimos deles.
Suas mãos agarradas a minha cintura faziam minhas pernas abrirem-se mais fazendo com que eu o sentisse todo dentro de mim, logo suas investidas tornaram-se cada vez mais fortes, rítmicas e alucinantes junto os gemidos e suspiros de puro e intenso prazer.
Logo uma explosão de emoções apoderou-se dos meus sentidos e do meu corpo junto comigo, Edward também sentia o mesmo, talvez na mesma intensidade que eu, alegria, contentamento, gosto, satisfação, volúpia exacerbada, uma coleção de palavras que poderia citar somente para descrever o momento único, incrivelmente perfeito e prazeroso que só o orgasmo poderia nos levar.
Era somente Edward e eu sem mestrado, livros ou receitas de bolo entre nós, naquele momento, não precisávamos guerrear invisivelmente por quem conquistava o outro melhor, não precisávamos mais daquilo, não naquele momento.
Ele saiu de cima de mim, ofegante e com um sorriso perfeito nos lábios, eu continuava na mesma posição enquanto ele deitava novamente do meu lado me virando de costas para ele, tirou os meus cabelos das minhas costas beijou meu pescoço e passou o braço pela minha cintura me puxando mais para perto de seu corpo.
Não precisava ouvir nenhuma palavra de satisfação ou agradecimento, os gestos dele diziam mais que qualquer palavra. Seus dedos calmos acariciavam meus cabelos, eu já não sabia mais o que pensar, e me deixava triste o fato de que eu teria que voltar a usá-lo.
