Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Capítulo 7

A minha mandíbula estava cerrada enquanto olhava para Isabella. Ela parecia tão envergonhada e deveras aflita, que isso era a única coisa que me segurava onde eu estava, pois eu estava por um fio de entrar e esganar aquela mulher que se dizia mãe de minha Ghazal.

- Acho melhor vocês irem... - ela começou falando baixinho e a minha raiva aumentou.

- L'na! Nem pensar que vamos embora e deixar você aqui com essa mulher.

- Edward, eu não...

- Não discuta comigo Ghazal... ...ou que Alá nos proteja, pois ele sabe do que sou capaz.

- Edward, você não pode vir aqui e tentar concertar a minha vida.

Era isso que eu estava fazendo?

Bem, em parte, mas ela sabia que eu queria lhe dar mais também.

- Quero ajudá-la Isabella, me deixe cuidar de você.

- Eu não sei se posso... - sussurrou e sem poder me conter mais, eu a puxei para os meus braços. Ela suspirou contra o meu peito.

- Vamos para casa comigo Ghazal, vou cuidar de você.

- Mas e se você enjoar de mim? Essa, apesar de tudo, é a minha casa... Se não me quiser mais, não terei para onde ir. - grunhindo segurei o seu rosto.

- Escute bem Isabella, eu juro pela minha honra, que nunca lhe deixarei desamparada, você ficando comigo ou não, eu cuidarei de você.

- Não posso aceitar isso.

- Você pode e vai! Não vou deixar você viver com essa mulher nem mais um minuto, não sei qual o problema dela, mas chega de você ser o seu saco de pancadas. - ela fungou e uma lágrima deslizou por sua bochecha.

- Às vezes acho que estou sonhando. - sussurrou e sorri.

- Um sonho bom, sim?

- Muito bom... – sorrindo, encostei a testa na dela e sussurrei só para ela.

- Se tiver sorte, em breve, será um sonho erótico. - ela começou a rir, sorri me afastando.

- Porra Isabella! Pare de ser uma puta e vá fazer a minha comida, depois você dá para os seus amigos. - a mulher ofensiva voltou.

Com um suspiro, Isabella se voltou para ela.

- Não farei nada, estou indo embora.

Isso!

- Pra onde? Você não tem nada, nem ninguém.

- Tem a mim. - ela me ignorou.

- Deixe de ser ridícula! Entre Isabella! Esses homens só querem uma transa fácil.

- Hey...

Grunhindo, Hassan entrou na minha frente e de Isabella e nos empurrou para trás, ficando na nossa frente protetoramente.

- Que Alá me proteja! Eu nunca bati em uma mulher, mas abriria uma exceção para a Senhora, se continuar falando.

Ela ofegou, olhou para Isabella em busca de ajuda, entretanto escondi-a mais atrás de mim.

Se dependesse de mim, minha Ghazal nunca mais chegaria perto daquela mulher horrorosa.

- Ótimo! Agora que tenho a sua atenção, escute bem... Isabella está partindo daqui e não voltará mais, ela está deixando esse buraco e você para sempre. Ela vai ter uma vida melhor, pessoas que realmente a amam e se importam com ela. E se algum dia você foi uma mãe de verdade para ela, você vai calar a boca e nos deixar em paz. Fui claro? - ela assentiu e deu um passo para trás.

De repente, ele se voltou para nós.

- Há algo que queira dessa casa Isabella?

- Huh? - ela me olhou e suspirei.

- Pegue os seus documentos e algo mais que seja importante para você. Quanto as roupas e o resto, você não precisa nem se preocupar, eu comprarei tudo novo.

Ela assentiu e correu para dentro.

Hassan e eu continuamos na porta observando a mãe de Isabella, que se sentou novamente no sofá, encarando a garrafa de bebida com um olhar perdido.

- Shukran Khay. - ele assentiu.

- De nada, mas não precisa, só fiz o meu dever de irmão.

Trocamos um sorriso triste, em seguida, vimos Isabella voltando com uma pequena mochila. Ela olhava cautelosa para a mãe, contudo respirou fundo e marchou até nós determinada.

- Pronta? - ela deu uma última olhada para trás e assentiu.

- Vamos... - agarrando a sua mão, eu a levei antes que ela mudasse de ideia e começasse a pensar na loucura que estava fazendo.

Mas estava decido em não deixá-la pensar assim.

Ela estava fazendo o certo. Quanto mais longe ela ficasse daquela mulher, melhor seria para ela.

Ao chegarmos à rua, procurei pelo carro, havia cinco garotos o vigiando como se fossem pequenos seguranças, todos com os braços cruzados e parecendo ameaçadores. Segurei a risada, enquanto nos aproximávamos e assenti em aprovação.

- Muito bem! Ótimo trabalho rapazes!

Tirei a carteira e dei o dinheiro prometido a eles, que agradeceram e saíram correndo.

Abri a porta para Isabella, que me fitou confusa, mas ela entrou prontamente, logo, segui-a.

- Me sentarei à frente Khay. - Hassan avisou pronto para fechar a porta.

- Shukran. - ele assentiu e fechou a porta.

Era o seu jeito de nos dar privacidade.

- O que isso quer dizer? - olhei para Isabella.

- Shukran?

- Sim?

- Obrigado. - o carro começou a se mover e ela anuiu.

- Shukran Edward.

- De nada, mas pelo quê?

- Por ter vindo atrás de mim. Achei... Eu pensei que você que tinha mandado me demitirem...

- L'na! Eu nunca faria isso.

- Eu sei, por isso mandei a mensagem, quis lhe dar o beneficio da duvida. Mas ao chegar a minha casa, longe de você e de tudo, eu comecei a pensar que você que tivesse me mandado embora... Sabe, um jeito fácil e rápido de se livrar de mim.

- Isabella, eu não sou aquele homem.

- Eu sei agora... E embora eu achasse que o amava, eu percebo agora que era só deslumbramento, sabe, por alguém tão rico e bonito ter reparado em mim.

- Bem, ele foi um idiota, se não percebeu a mulher extraordinária que você é... Mas a perda dele é o meu ganho... Então vamos ser felizes que ele já saiu de sua vida. - ela sorriu.

Um pouco hesitante, mas determinada, ela se aproximou de mim, deitando a cabeça em meu ombro, sorri e passei os braços pelos seus, puxando-a para mais perto.

Fizemos o resto da viagem em silêncio, cada um preso aos seus pensamentos, ao chegarmos a minha casa, Hassan abriu a porta para nós, saímos de mãos dadas.

Guiei-a para dentro do prédio com Hassan ao nosso lado, ao chegarmos ao meu andar, Esme estava sentada no sofá lendo uma revista, mas se levantou abruptamente quando nos viu.

- Sheikh? Sr. Hassan? Está tudo bem?

- Agora está Esme. E Isabella morará conosco de agora em diante. - ela olhou para nós três e sorriu.

- É claro! Está com fome querida? - Isabella me olhou ansiosa e sorri.

- Essa é a sua casa agora.

- Minha casa?

- Sua. - repeti e ela assentiu.

- Sim, eu estou faminta.

- Esplêndido! Eu estava a ponto de tirar um bolo do forno. Venha comigo.

Assim que elas sumiram de vista, caí no assento mais próximo com um suspiro.

- Que dia! - Hassan pegou a cadeira ao meu lado.

- Pelo menos, a sua Ghazal está em segurança aqui em casa.

- Na'am... Por um momento, eu quis esganar aquela mulher.

- Você não era o único, Khay.

- Como alguém pode tratar o próprio filho daquele jeito? E as coisas que ela dizia...

- Nem todos têm a sorte de ter tido pais como os nossos Khay.

Assenti, embora fosse duro admitir, nem todos os pais eram como os nossos.

Nós tivemos muita sorte na vida, o fato triste, foi que eles foram tirados de nós tão cedo.

- Vou subir um pouco, preciso pensar. - murmurei ficando de pé, Hassan me olhou preocupado.

- Tudo bem Khay?

- Só foi um dia muito cheio. - ele assentiu e relaxou no sofá pegando a revista que Esme havia deixado.

Sorri enquanto subia, ao entrar no quarto, tirei as roupas e fui tomar um banho quente. Que dia estressante...

Fiquei um bom tempo de baixo da água, para relaxar os músculos e tirar um pouco da tensão.

Ao sair, enrolei uma toalha na cintura e com outra nas mãos, fui secando o meu cabelo. Voltei para o quarto, mas parei abruptamente, ao ver Isabella deitada em minha cama.

- Ghazal? - ela sorriu fracamente.

- Oi Sheik...

Ela estava deitada e coberta, os seus braços nus, então reparei na pilha de roupas ao lado da cama.

L'na!

- Está nua? - guinchei e ela sorriu um pouco mais confiante dessa vez.

- Sim...

- L'na... Por quê?

- Huh? Para... ...para ficarmos juntos... - ela parecia nervosa.

E embora tudo o que eu quisesse fosse saltar em cima dela e fazê-la minha, me segurei no lugar.

- Mas por que agora?

- E por que não? Eu já moro em sua casa mesmo... Pra isso faltava pouco, então vamos logo acabar com isso.

- É isso o que quer Ghazal? Acabar logo com isso?

- EU...

- Porque não é isso o que eu quero. Quero você toda Isabella, de corpo e alma, não quero o seu corpo como gratidão... Eu te ajudei porque me importo e me preocupo com você.

- Mas eu tenho que pagar de algum modo... - grunhiu se sentando, mantendo as cobertas sobre os seios, graças a Alá, pois eu não era tão forte assim.

- Então depois de mim, vai agradecer a Hassan indo para a cama dele também? - resmunguei e ela ficou vermelha.

- Claro que não! Como pode pensar isso?

- Bem, você está na minha cama me oferecendo sexo como gratidão. - se possível, o seu rubor ficou mais forte.

- Não é isso o que você quer?

Irritado me aproximei da cama e sentei-me perto dela.

- Por que você não entende Ghazal?

- Não entendo o quê?

- Que quero te amar... Quero cuidar de você, e quem sabe um dia me casar com você. Quero ser, como vocês americanos assim o dizem, o seu namorado. - ela suspirou.

- Quer tudo isso?

- Na'am, mas não quero a sua gratidão. Se isso é tudo o que sente por mim, por favor, me diga logo e não a importunarei mais. Seremos amigos, mas ainda assim a ajudarei. - ela fungou, em seguida, estava em meus braços.

Eu abracei-a, e tive que segurar o meu pau duro entre as coxas, pois as minhas mãos estavam bem nas suas deliciosas costas nuas.

- Me desculpe Edward.

- Não há nada para se desculpar. - ela me olhou tristemente, limpei uma de suas lágrimas errantes com os meus polegares.

- É só que todos sempre querem algo de mim... Você é tão bom pra mim, mas não quer nada, e eu... ...eu não sei o que fazer ou como agir.

- Só quero cuidar de você. Eu posso?

- Pode...

Ficamos em silêncio, por alguns minutos, quando ela começou a se afastar, segurando os lençóis em frente ao peito.

- Então, huh, não quer transar?

- Ah quero! Quero muito, muito, muito mesmo, mas não hoje.

- Por quê?

- Não assim. Já lhe disse Isabella, quero mais.

- Então, vamos ser huh, namorados?

- Podemos começar assim, o que acha?

- Parece bom. Pode, huh, pode se virar para que eu vista as minhas roupas.

- Não...

- Edward! - guinchou e sorri.

- Bem, você me viu me trocando esses dias, é justo que eu a veja também.

- Aquilo foi diferente, você se mostrou porque quis.

- Nem ligo!

Ela estreitou os olhos em minha direção e sorri mais.

Empinando o queixo, ela se deitou, puxou as roupas do chão e com um pouco de dificuldade, se vestiu debaixo das cobertas.

L'na!

- Muito esperta...

Ela empurrou os lençóis para longe e se levantou sorrindo presunçosamente.

Trapaceira!

- Então eu vou agora.

- Está bem, mas pode ficar para apreciar o show, se quiser.

- Que show? - me levantei e ameacei tirar a toalha.

Ela guinchou e correu para fora do quarto.

Ri enquanto terminava de me secar, vesti uma calça de moletom cinza e uma camiseta branca, depois desci.

Ao chegar à sala, Isabella estava no sofá lendo um jornal. Hassan em uma poltrona ainda lendo a revista. Fui em direção dela e sentei ao seu lado, beijando a sua bochecha.

Ela sorriu ficando toda corada e bonita, mas tentou esconder enquanto lia o noticiário, ato que só a deixava mais linda.

Olhei por cima de seu ombro, ela lia os classificados.

- O que está fazendo?

- Procurando trabalho...

- Não precisa de um trabalho.

- Claro que preciso! Não é só porque vou ficar em sua casa que quer dizer que vou ficar com as pernas voltadas para o ar, o dia todo.

- Mas a minha namorada não precisa trabalhar.

- E desde quando, ser a namorada de alguém, faz de você um desocupado?

- Desde que o seu namorado é um Sheikh. - ela grunhiu e rangi de volta.

- Eu vou trabalhar!

- Não há necessidade!

- Sim há! Não vou me aproveitar de você.

- Não está se aproveitando, eu estou cuidando de você.

- Edward, eu sou a sua namorada, não a sua filha.

- Acredite, eu sei! Mas eu sou um homem honrado, e é o meu dever cuidar de minha mulher.

- Eu ainda não sou a sua mulher. No momento, só a sua namorada e vou trabalhar.

- Com licença?

- O quê? - gritamos olhando para Hassan que arqueou uma sobrancelha para nós, ambos grunhimos um pedido de desculpas e ele assentiu satisfeito.

- Bem, vendo o conflito de vocês, eu sei de um trabalho que Isabella poderá fazer e que apaziguará ambos.

- Que trabalho?

- É, que trabalho é esse?

- Ela será a minha assistente pessoal.

- O quê? Nem pensar, ela deveria ser a minha assistente.

- Acredite-me não é uma boa ideia.

- Por quê?

- Além do óbvio? Ora, você não aceita bem ordens. Sem contar que pelo que eu pude entender, vocês dois estão comprometidos... E isso nunca acaba bem, afinal, quando parceiros trabalhando juntos é sempre um mau negócio.

Abri e fechei a boca, em seguida, fitei Isabella.

- Você quer o trabalho?

- Quero...

- Então você o terá. - ela sorriu.

- Shukran.

- Muito bem, Ghazal.

- O jantar está servido. - Esme chamou, me levantei pegando a sua mão, o que a fez sorrir e entrelaçar os nossos dedos.

Parece que as coisas finalmente estavam se encaixando.

[...]

Estava andando de um lado para o outro em minha sala, além de irritado, por Hassan não ter me deixado demitir o infeliz que demitiu Isabella.

Ele preferiu ir conversar com o homem sem mim, eu era uma das partes envolvidas, eu deveria estar lá, caramba!

L'na!

Mas não, ele tinha medo que eu extrapolasse.

Como se eu extrapolasse com facilidade.

Ok, eu já fiz algumas coisas por impulso, mas nem sempre.

Tá, na maioria das vezes, mas eu posso me controlar, se eu quiser.

A quem eu quero enganar, eu teria pulado no pescoço do homem e esganado o infeliz, assim que colocasse os meus olhos nele.

Com um resmungo, me sentei em minha mesa e tentei trabalhar, mas era difícil me concentrar, ainda assim tentei, e por um par de horas, reli a mesma folha milhares de vezes.

Quando eles finalmente voltaram, sorri aliviado. Isabella parecia bem, já Hassan bem irritado.

- O que houve?

- Seu irmão é incrível.

- L'na! - ele resmungou e olhei de um para o outro.

- O que houve? - repeti já irritado por ser deixado de fora.

- O meu ex-chefe, não estava nem um pouco arrependido de ter me demitido. Ele ficou foi irritado quando me viu e huh, me chamou de umas coisas feias.

- O quê?

- Eu já o demiti Khay.

- Oh, isso é bom, o que aconteceu?

- Bem, quando ele me ofendeu, Hassan deu um chega pra lá nele, foi incrível.

Sorri satisfeito, era bom que ela já admirava Hassan assim como eu, o meu irmão era incrível.

- Ele com certeza é!

Ele grunhiu e foi para o seu lugar no sofá.

Sorrindo, peguei a mão de Isabella, me sentei e puxei-a para o meu colo. Ela sorriu, passando os braços pelos meus ombros.

- Você tinha que ter estado lá Edward... Foi maravilhoso, ainda mais, porque ele era um tirano.

- Como?

- Eu não quis lhe contar antes porque, huh, eu era nova na empresa e ele está aqui há anos, não queria prejudicar ninguém, sabe? Mas ele não era um cara legal.

- Então que bom que nos livramos deles.

- Mas agora temos que arrumarem outro substituto. - murmurou Hassan, Isabella pigarreou para chamar a nossa atenção.

- Então huh, se me permitem dar uma sugestão, deveriam nomear a Sra. Coppe, para ser a nova chefa.

- Quem é essa Sra. Coppe?

- Huh, é uma das faxineiras, a mais antiga, na verdade. Ela é meio que é a chefe no coração de todas, sabe... Quando tínhamos um problema, ou alguma menina tinha médico, ou precisa sair mais cedo, sempre falávamos com ela, e ela transmitia ao Sr. Stones.

- Por que não diziam diretamente a ele?

- Porque tínhamos medo, pois ele é ofensivo... - ela resmungou e ri.

- Hassan pode ver se a Sra. Coppe tem interesse na vaga?

- É claro! Vamos Isabella.

Ela começou a se levantar, mas a segurei.

- Por que ela tem que ir com você?

- Porque ela é a minha assistente pessoal.

- Oh... - Isabella riu, pegou o meu rosto e me deu um beijo estalado.

- Mais tarde estaremos tendo um encontro.

- Ah é? Onde?

- Em um lugar bonito e chique, de sua escolha, Depois, você irá me levar para casa... Então, deixarei você chegar à primeira, segunda e terceira base... - pontuou cada palavra sobre base com um beijo.

- Huh, isso parece muito bom. - ela sorriu mais.

- Ótimo! Agora preciso ir... Esteja bonito para mim mais tarde. - ri quando ela saltou do meu colo e vi Hassan me olhando com um sorriso.

Assim que eles se foram, sorri abertamente.

Isabella parecia finalmente ter me aceitado. E ela também parecia mais feliz, mais alegre. Imagino que deixar a casa de sua mãe tenha tido um grande impacto nela, ela com certeza, estava mais leve.

Chamei a minha secretaria, que veio rapidamente.

- Srta. Denali, por favor, faça reservas para mim em um ótimo restaurante. Um lugar bem romântico.

- Claro, Senhor. Para hoje?

- Sim, ah, e pode me tirar uma duvida? - ela hesitou por um momento.

- Claro...

- O que significaria deixar o seu namorado chegar à primeira, segunda e terceira base? - ela ficou muito vermelha.

- Huh, eu...

- Eu a ofendi? - me apressei em me desculpar, afinal, tudo o que eu menos precisava era que a minha secretaria me denunciasse por assédio.

- Não, não, é bem, é uma analogia no basebol para namorar... As primeiras bases são beijar e tocar sem roupa. - ela corou mais ainda.

- Oh, interessante, nunca tinha ouvido o termo. - ela riu ainda mais vermelha.

- Sim, bem, é uma coisa americana.

- Eu vejo... Obrigado por me dizer, e me desculpe se a ofendi.

- Não, não, está tudo bem. - ela já estava saindo, quando a chamei mais uma vez. - Sim?

- Há uma quarta base? - ela riu mais relaxada dessa vez.

- Não, em seguida e o "home run".

- "Home run"?

- Sim sabe, quando o jogador de basebol faz a jogada perfeita, então a bola saí pra fora do estádio...

- Ah, e o que significa essa analogia?

- Bem, é tudo...

- Bom saber...

- Vou, huh fazer as reservas.

- Sim, sim, obrigado Srta. Denali.

Assim que ela saiu, sorri.

Muito interessantes essas analogias, eu esperava que Isabella me deixasse fazer o tal do "home run," muito em breve.

Afinal, eu sou um ótimo jogador...


N/A: Oláaaaaaaaaaa povo pervoooooo

Mais um cap do sheikward

E ele finalmente está conseguindo alguma coisa \o/

Agora eles são namorados? será que vai dar certo?

E o Hassan é DIVO u.u

Sou fá dele kkkk

Agora, bora comentar

amandooo seus coments divasticooos

Agora vou dormir \o/

ok não dormir ler kkkkk

mas no processo vou acabar dormindo :p

beijocas e até terça que vem \o/

N/B – heyyyyy, psiuuuu! Eu amo baseball viu?!

TUCA