Aqui está o capítulo 7. Me desculpem pelos erros de português que ando cometendo ou qualquer coisa assim... É que sem o word para corrigir é difícil. Haha.. ^^'
Disclaimer: Harry Potter não me pertence. Apenas a Eliza, a Agatha e a Justine me pertencem.
Capítulo 7. Adeus provas.
Depois de uma semana de muito sofrimento, todas as provas haviam finalmente acabado e, pela primeira vez na vida, Agatha tinha pelo menos a impressão de que havia ido bem em poções. Tudo isso graças a Remus. Ela tinha que se lembrar de agradecê-lo na primeira oportunidade. Quanto a Justine, ela já havia deixado o hospital também, ainda estava meio que em recuperação, mas nada que lhe causasse problemas. Eliza realmente desejava que a corvinal ainda estivesse no hospital, porque para sua infelicidade, ela havia começado a andar com elas de vez em quando desde a sua saída do hospital.
- Ah! Se você continuar a me seguir eu juro que vou te bater! - brigou Eliza, apontando para Justine.
- Não estou te seguindo, estou seguindo ela – disse Justine normalmente, apontando para Agatha. A ruiva deu um sorrisinho sem graça e algumas risadinhas conforme Eliza a olhou com raiva, mas antes que pudesse se explicar a amiga já rosnou:
- Mande ela embora!
- E-eu sei que vocês podem ser amigas – disse Agatha, fingindo um sorriso.
- Mande ela pra longe! - insistiu Eliza.
- Oh, não podemos fazer nada se Agatha gosta mais de mim do que de você – disse Justine, convencidamente, sabendo que aquilo irritaria Eliza.
- Sua! - berrou Eliza, levantando o braço para atacá-la, mas quando estava pronta para descer sua mão em cima dela, alguém segurou o braço dela com força – Porque você sempre me impede? - perguntou ela, ao ver que era Sirius.
- Porque a visita para Hogsmeade é daqui a uma semana e eu não quero que você seja proibida de ir – respondeu Sirius, normalmente – Agora venha, vamos dar uma volta.
Sirius continuou segurando o pulso dela e com isso a arrastou atrás dele para o caminho oposto para o qual as três garotas estavam caminhando. Justine olhou para Agatha, deu de ombros e fez sinal para que elas continuassem andando, assim elas continuaram.
- Acho que a sua amiga chata vai ser o próximo alvo daquele Sirius – disse Justine.
- Dúvido muito, Eliza não é desse tipo – respondeu Agatha, entre risadas.
- Hmpf, preferiria que ela fosse, assim sumiria com ele, ela me irrita – resmungou Justine, parecendo muito irritada.
- Se você continuar brigando assim com ela, você não vai poder continuar andando conosco.
- É sua melhor amiga, mas ela me irrita – respondeu Justine degostosamente.
- Oras, o que ela te fez?
- Nasceu.
Agatha ficou quieta. Aquilo não a levaria a lugar algum. Talvez mais para frente conseguisse arrumar uma maneira de fazer as duas se darem bem, mas aquela não era a hora. Sua cabeça não estava muito aí para descobrir soluções... Aliás, ela nunca sabia o que fazer em relação a relacionamentos, nunca teve um relacionamento bom nem mesmo com seus próprios pais desde seus cinco anos... Desde aquele dia...
- Está bem? - perguntou Justine, erguendo uma sobrancelha.
- S-sim – respondeu Agatha rapidamente, deixando evidente que aquilo era uma mentira. Justine olhou para seu rosto tão pálido quanto o dela, mas antes que pudesse falar alguma outra coisa, Lilian apareceu sozinha pelo corredor e interrompeu o assunto, para o alívio de Agatha.
- Oi, Agatha, Justine! Como estão? - perguntou ela, sorridente.
- Estamos bem – respondeu Agatha, rapidamente, antes que Lilian também resolvesse perguntar sobre o seu rosto pálido.
- Foram bem nas provas?
- Lógico – disse Justine, com uma naturalidade tão grande que não parecia nem ao menos que estava contando vantagem.
- Ah, eu também... - se apressou Agatha, percebendo que Lilian estava fitando-a com curiosidade. Ficaram um tempo em silêncio, mas no momento que Justine perguntou se iam continuar paradas ali por mais tempo, Lilian se apressou e colocou uma mão no ombro de Agatha, para que a garota não se afastasse. Justine olhou para as duas, respirou fundo e disse:
- Vejo vocês mais tarde! - e saiu pelo corredor, sozinha.
Agatha olhou para Justine, mas ao perceber que ela ia chamá-la de volta, Lilian se apressou em puxar uma conversa:
- Vamos dar uma volta?
- Mas-.
- Não se preocupe, ela deve ter outras coisas para fazer!
Ela olhou novamente para Justine, sentindo uma pequena pontada em seu peito de deixar a outra andando sozinha, mas assentiu e seguiu Lilian. As duas andaram em silêncio por um bom tempo, no qual Agatha passou o tempo tentando decifrar porque Lilian havia impedido-a de chamar Justine para andar com elas. Talvez ela tivesse alguma coisa para dizer só para ela... Mas então porque estava em silêncio? Será que ela havia feito alguma coisa de errado? Lilian era uma monitora, se Agatha fizesse alguma coisa errada provavelmente Lilian que iria atrás dela para lhe dizer aquilo! Será que fora aquela vez que havia chegado atrasada em uma aula de transfiguração? Ou será que era porque havia esquecido um ingrediente de poções e entrou na sala do professor escondida para pegar o ingrediente?
- Então... Remus foi de grande ajuda? - perguntou Lilian finalmente quebrando o silêncio logo quando elas passaram por dois pilares que davam para um tipo de um jardim onde havia uma fonte de água bem ao meio.
- Não fui eu, eu juro! Não fui eu que roubei os ingredientes! - respondeu Agatha, desesperadamente, nem ao menos ouvindo o que Lilian havia dito. Aquilo acontecia com uma certa frequência... Lilian já havia se acostumado, mas ficou curiosa e perguntou:
- Roubou? De quem?
- Eu... Er... Não era isso, era? - perguntou Agatha, dando uma risadinha sem graça ao perceber que havia dito o que pensava que a outra perguntaria e não o que ela havia mesmo dito.
- Não, mas agora estou curiosa.
- Eu... Er... Fica para uma próxima.
Lilian pareceu um pouco chateada, mas repetiu a pergunta, conforme andavam até a fonte de água onde ela se sentou na borda e fez sinal para que Agatha se sentasse também.
- Ah, sim, grande ajuda – respondeu Agatha, aliviada, tomando um lugar ao lado da amiga. Ela colocou a sua mão dentro da água, que estava um pouco quente, e balançou o seu braço de um lado para o outro, refrescando-se um pouco daquele calor, mesmo que a água não estivesse tão gelada, ela ainda estava mais gelada do que o dia lá fora – Foi a primeira vez que eu tive a impressão de ir bem em uma prova de poções. Considero isso um bom sinal.
- Ufa, fico aliviada. Sabe, eu não sabia se você e o Remus poderiam se dar bem, ou se ele saberia te ajudar bem, mas James me disse que vocês outro dia estavam até mesmo brincando de jogar água um no outro.
Agatha corou, ela não havia parado para pensar que outros poderiam ficar sabendo daquilo e também não havia parado para pensar como aquilo, de alguma forma, parecia esquisito... Lógico que amigos podiam brincar juntos, jogar água um no outro, era normal, mas... Remus.... Ela não sabia porque parecia tão constrangida com aquela idéia. Lembrou-se então de quando havia deixado a sua pena cair no chão e também... Quando ela tapou os olhos dele...
- Agatha? - ela ouviu de longe, Lilian chamando a voz dela, então ergueu a cabeça e olhou para Lilian que parecia um pouco preocupada, mas ao mesmo tempo tinha um sorriso de quem estava se divertindo – Você não acha que... - disse ela apontando para a mão de Agatha – Deveria dobrar as mangas?
Ela olhou para baixo, seu braço praticamente inteiro estava debaixo da água, incluindo a sua manga comprida que de alguma forma havia se desarregaçado e estava flutuando na água, junto com o seu braço. Agatha se afastou um pouco, tirou o braço da água e olhou com chateação. Aquela blusa havia acabado de chegar da lavanderia!
- Nota mental: Aprender a fazer feitiços para secar roupas – disse Agatha, torcendo a ponta da manga em uma tentativa frustrada de desencharcá-la.
- É fácil, tente esse feitiço – disse Lilian, apontando sua varinha para a manga dela e murmurando um feitiço, de repente toda a manga estava seca novamente, assim como quando Eliza usou aquele feitiço em Agatha e Lupin.
- Ótimo, tenho que anotar esse na minha lista mental – disse Agatha, alegremente, observando a manga seca como se aquilo fosse uma criatura recém descoberta.
Remus tinha razão, Lilian também achou muito engraçado aquele olhar curioso que Agatha tinha, ela nunca havia parado para prestar atenção naquilo antes.
Como não sabia como colocar as palavras certas, Lilian parou e pensou um pouco no que dizer, enquanto isso Agatha pareceu agora ficar mais interessada em observar a água cair do que mexer na água, pelo visto estava com medo de molhar a manga novamente, não poderia fazer isso agora que alguém havia se dado ao trabalhar de secá-la para ela. Mas também aquela gárgula de pedra era interessante, nunca havia parado para ver que a água que espirrava saía da ponta da língua dela... Teria sido mais simpático se houvesse alí um hipogrifo ou um dragão talvez... Não que dragões fossem simpáticos, mas eram mais bonitos que gárgulas.
- Eu sei que talvez você não vá gostar muito dessa pergunta, mas vou dizer mesmo assim... - disse Lilian, quebrando o silêncio. Então não era realmente só saber se Remus havia lhe ensinado direito, Agatha bem que imaginava que havia outra coisa por trás, se não Lilian teria deixado que ela chamasse Justine para ir junto com elas – Agatha... O que você acha... Do Remus?
Agatha pareceu levar um susto tão grande com a pergunta que começou a tossir rigorosamente, como se houvesse engasgado com algo muito grande. Lilian se assustou e deu alguns tapas nas costas da amiga, perguntando se ela estava bem, mas Agatha apenas continuou a tossir, ficando cada vez mais vermelha
- Engasguei com... Saliva – respondeu ela, entre tosses.
Certo, aquilo era ridículo, se ela morresse engasgada com a própria saliva naquela hora Lilian se sentiria muito culpada, ela tirou a varinha de dentro das vestes e murmurou com rapidez um feitiço que nunca havia feito, mas aparentemente ele funcionou, Agatha aos poucos foi parando de tossir. Lilian ficou aliviada, nunca havia feito aquele feitiço antes, só havia lido sobre ele, a probabilidade que desse errado era ligeiramente alta.
- Obrigada! - respondeu Agatha, com uma voz um pouco rouca e desafinada. Então ela parou, colocou a mão sobre sua garganta e resmungou – Droga.
- M-m-me desculpe! Eu não queria te machucar! É que eu nunca havia feito esse feitiço e... Me desculpe, me desculpe mesmo! - exclamou Lilian, assustadissima, se sentindo muito culpada. Seus olhos até se enxeram de lágrimas enquanto falava.
- Calma, só estou um pouco rouca – riu ela – Também não é algo tão ruim assim, posso ir para a ala hospitalar. Aliás, acho melhor eu ir agora-.
- Não posso terminar de falar o que eu queria conversar? - perguntou Lilian, interrompendo-a antes que ela se levantasse.
Pelo visto não tinha como ela escapar...
- Está certo – respondeu ela, se sentando, para o alívio da amiga. Pelo visto Lilian havia precisado de um pouco de coragem para chegar a ela e perguntar o que ela achava de Remus... Apesar de ser uma pergunta meio besta que... Por algum motivo havia assustado ela. Talves fosse pelo mesmo motivo que Lilian havia precisado de coragem para perguntar.
- Então, o que acha...? - repetiu Lilian, percebendo que Agatha havia ficado em silêncio, bem pensativa.
- Ah! - exclamou ela, finalmente se lembrando de que era ela quem deveria falar algo, então ela pensou em responder: "É um bom amigo", mas algo a impediu de dizer aquilo de vez. Seu rosto começou a corar e ao invés de dar essa resposta, ela respondeu com outra pergunta – Porque?
- Bem... - disse Lilian, parecendo tomar confiança pela resposta de Agatha. Pelo visto, Agatha havia agido da maneira como ela queria, mas não imaginava que fosse agir – Por favor não me leve a mal, mas eu tenho percebido que... Você parece tão feliz quando está ao lado dele... Vocês dois dão sorrisos tão bonitos que... As vezes... Eu sinto que se vocês estivessem juntos...
Aquilo realmente havia sido algo que ela não esperava ouvir... As vezes quando estava com ele, já havia chegado a pensar que ele era tão gentil que gostaria de tê-lo sempre ao seu lado, mas nada que realmente se importasse em ficar pensando. Remus era tão doce, gentil, inteligente... Lembrava-se de que havia dito para Eliza que ele definitivamente não fazia seu tipo, mas... O sorriso dele era incomparavelmente lindo, não parecia ser o sorriso de uma pessoa que vivesse no mesmo mundo que ela. Não... Era diferente... Quando ele sorria para ela, ela sentia uma estranha sensação em sua barriga.
- Eu... Ele é realmente amável, mas... Eu realmente... Não se dizer o que sentir – respondeu Agatha, com toda a sinceridade em cada uma das palavras que usava. Ela não sabia... Podia parecer ridículo para alguém da idade dela, mas nunca havia se apaixonado por alguém... Não sabia se aquele sentimento era mesmo aquilo... Ou era só uma grande amizade.
- Quando eu... Comecei a gostar do James-.
Lilian parecia ter começado a dizer algo muito significativo, mas foi interrompida por uma onda de risadas que havia surgido do nada, o que a fez parar de falar imediatamente. Ela olhou para Agatha e as duas se levantaram rápido, Lilian correu na frente e disse, mudando totalmente do assunto:
- Droga, tomara que não seja o que eu estou pensando.
Para a infelicidade dela, ela estava certa. Quando chegou na origem das risadas, viu que de um lado estavam James, Sirius, Peter e também Eliza, que estava um pouco atrás de Sirius parecendo se divertir tanto quanto ele. Agatha olhou para os lados, já notando a falta de alguém, mas logo o viu sentado em uma mureta com as costas apoiada em um pilar, Remus não poderia estar faltando naquele grupo. Apesar de não estar fazendo nada de errado, ele também não fazia nada para impedir, a questão era... O que estava errado?
As duas se aproximaram um pouco mais do grupo de alunos que bloqueava a visão delas e Lilian não se preocupou em pedir licença para passar, saiu empurrando todos eles para chegar a James o mais depressa possível. Quando chegou a frente do grupo, viu que a pessoa para quem James apontava a sua varinha era ninguém menos do que Severus. Sim, seu amigo Severus... Ela sabia.
Agatha chegou logo atrás dela e levou um susto quando viu Snape. O rapaz não tinha mais um grande nariz em sua face, tinha um bico bem comprido e colorido. Na verdade, aquele bico realmente fazia que ela se lembrasse do nariz dele... Ela engoliu suas risadas. Podia ser maldade, ela não concordava com aquela brincadeira, mas não deixava de ser engraçado. Pobre Severus... Se não fosse alguém que ela não gostasse, provavelmente teria brigado com James do mesmo modo que Lilian brigava com ele naquela hora.
- O que há nessa sua cabeça? - berrou para James.
- Oras, é só uma brincadeira! - respondeu James, tentando manter uma cara de sério para que não ficasse feio, mas as contrações de seu rosto mostravam claramente o quanto queria rir.
- Você me dá nojo! - rosnou Lilian, dando um passo para frente e levantando sua mão bem rápido, James deu um passo para trás com rapidez, já tentando se esquivar do tapa que tinha certeza que ia atingir seu rosto, mas ela desviou sua mão e puxou a varinha dele, jogando-a bem longe. Provavelmente havia mudado de idéia, agressão física não seria o caminho certo. Ela puxou a própria varinha do bolso e se aproximou de Severus, colocando a mão sobre o ombro dele.
- Se quiser posso tentar desfazer o feitiço, mas o melhor é irmos até a Madame Pomfrey – disse ela, muito amável.
- Vamos para a ala hospitalar – sussurrou ele, dando uma última olhada para os marotos, mas seu olhar pareceu pousar em uma pessoa em especial, além de James que estava longe buscando sua própria varinha. Agatha podia jurar que ele havia olhado para Eliza...
Não prestando mais muita atenção no que estava acontecendo, ela virou seu rosto para olhar para Lupin, distraidamente, mas quando viu que ele estava olhando para ela e seus olhos se encontraram, foi como se tivesse acabado de ser atingida por uma cascata de água fria bem em cima da sua cabeça. Seu cérebro mandou o comando em uma velocidade incrível dizendo: "Corra". Ela obedeceu sem questionamentos. Correu o mais rápido que pôde, mas o tamanho de suas pernas não estava ao seu lado... Lupin a alcançou um pouco antes que ela chegasse a entrada da escola, segurando o braço dela fazendo-a parar violentamente.
- Ei, o que... aconteceu.... com você? - perguntou ele, ofegante, entre cada respirada.
Ela virou devagar o seu rosto para olhar para ele, então encontrou aquele par de olhos castanhos fitando-a como se pudessem fotografar seus pensamentos. O rosto dela estava muito vermelho, mas Remus não sabia dizer se era por causa dele ou por causa da corrida, provavelmente o rosto dele próprio estivesse tão vermelho quanto o dela, assim como mantinham o mesmo ritmo de respiração.
- N-não sei... - respondeu ela, desviando os seus olhos dos dele para olhar para o chão, fitando uma planta que crescia entre as pedras do chão. Se espantou ao ver que sua voz estava rouca e desafinada, com aquela correria havia quase se esquecido do feitiço de Lilian que havia dado errado...
Ficaram um tempo em silêncio, mas ele não se atreveu a soltar o braço dela, com medo que ela fosse fugir. Aos poucos a respiração dos dois foi voltando ao ritmo normal. Ou quase normal...Agatha fazia um esforço sobrenatural para que conseguisse voltá-la ao normal, não conseguia respirar devagar enquanto sabia que ele estava olhando para a cara dela sem nem desviar os olhos. Seu coração batia tão rápido que ela não sabia como as vestes dela não balançavam junto com cada batida que ele dava.
- Eu... Queria saber... - disse ele, cortando finalmente aquele silêncio constrangedor que estava fazendo-a se sentir tão mal – Se você não quer ir a Hogsmeade comigo.
Ela olhou para ele novamente, seus olhos brilhando de felicidade. De onde haviam saído todos aqueles sentimentos de uma só vez?
- S-sim... - disse ela, abaixando a cabeça. Remus deu um largo sorriso e finalmente soltou o braço dela.
- Nos encontramos na manhã em frente ao retrato da mulher gorda.
- P-pode deixar... - disse ela, quase em um sussurro, depois virou-se e o deixou sozinho, correndo para dentro da escola almejando encontrar um lugar onde pudesse se esconder e se acalmar. Correu tão rápido que até se espantou quando se viu sozinha em um corredor deserto, mas ali era perfeito, perfeito para ficar sozinha. Olhou para os lados e viu que em um deles havia uma estátua, andou até atrás dela e se sentou no chão, se encostando na parede, ficando quase invisível para aqueles que passassem pelos corredores.
"O que está acontecendo?" pensou ela, desesperadamente, colocando as mãos sobre a cabeça "Eu... Porque do nada é tão incomodo olhar para ele? Me faz me sentir tão bem e tão mal ao mesmo tempo...?" ela colocou sua cabeça entre os joelhos, ouvindo sua respiração como um eco no corredor vazio e seu coração também, que parecia bater dentro de sua cabeça "Porque estou tão feliz por ele ter me convidado para sair com ele? Talvez... Lilian tenha razão... Eu talvez esteja... Me apaixonando por ele".
Fim do capítulo 7.
Eliza: Ela é impressionantemente lerda.
Justine: Pela primeira vez, concordo com você.
Eliza: Droga, então devo mudar de comentário. Ela é impressionantemente... Devagar.
Justine: São sinônimos, sua burra.
Eliza: Eu sei, zumbi ambulante.
Justine: Zumbi?
Eliza: Com essas olheiras e essa cara branca quase cinza, é impossível parecer uma pessoa viva.
Justine: Eu... Você acha mesmo? *.*
Eliza: … .-.
Justine: Nunca havia imaginado que você me entenderia! Eu amo zumbis! Essa foi a coisa mais maravilhosa da qual eu fui chamada! (abraça bem forte)
Eliza: E-e-ei! Pare com isso!
Justine: Não agora que encontrei alguém que me entende! i.i
Agatha: E essa é a história de como elas se tornaram um pouco mais amigas... E eu acho que... Justin é realmente... Assustadora.
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