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x.x.x. AMOR NAS TERRAS ALTAS x.x.x

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Capítulo 6

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Kagome notou o tom rouco na voz de Inuyasha. Arrepiou-lhe a pele, provocando um desejo profundo. E então ele se levantou, puxando-a para cima com ele.

Antes que Kagome pudesse perceber o vazio que sentiu pela perda de seu toque, ele começou a levantar seu vestido pela barra, expondo seus tornozelos e joelhos.

Ela se sentia uma pecadora, e perplexa, descobriu que isso a agradava. Quem, alguma vez, disse que era uma mulher sensual? Uma fêmea capaz de virar a cabeça de um homem?

Uma emoção quase obscena enviava arrepios por seu ventre, conforme o vestido ia sendo retirado. Kagome adorou aquela sensação, também. Uma onda de pânico correu através de seu peito quando Inuyasha finalmente tirou o vestido por sua cabeça.

Coberta apenas por suas roupas íntimas, não havia muitas barreiras para o olhar dele, e o calor queimava sobre sua carne, enquanto corava cada vez mais. Inuyasha olhou para ela como se quisesse devorá-la inteira, como se ele fosse um animal se aproximando de sua presa. Ela deveria ter medo, mas o que realmente sentia era ... antecipação.

—Eu deveria ir mais devagar, para que possa saborear esta visão, mas sempre fui um homem impaciente, e não posso suportar esta tortura por mais tempo. Simplesmente tenho que ver você, moça. Quero tanto tocá-la, que não consigo mais me controlar.

Ela nunca tinha sido uma mulher dada a desmaios. Nunca tinha desmaiado em sua vida, mas seus joelhos estavam frouxos e estava tão tonta que temia cair em cima dele.

Kagome não tinha mais noção do que acontecia. Sentiu como se estivesse flutuando em um sonho delicioso do qual não queria despertar. Mas seus sonhos nunca foram tão eróticos, e certamente não incluíam o guerreiro magnífico de pé à sua frente, ansiando por ela. Olhando-a como se ela fosse a única mulher no mundo.

Com uma urgência que não tinha demonstrado até então, ele rapidamente retirou as últimas peças de roupa e de repente ela estava vestida apenas com a tira ao redor de seus seios. Um calafrio arrepiou-lhe todo o corpo.

Ele olhou para a tira por um longo momento antes de erguer seus olhos para ela.

—Este truque esconde uma verdadeira beleza. Você tem vergonha?

Suas bochechas avermelharam-se novamente.

—Não, quero dizer, sim. Talvez. Eles são inconvenientes — ela finalmente conseguiu dizer — Eles são muito...grandes.

Inuyasha riu, seu tom rouco e divertido.

—Estou dividido entre proibir-lhe de escondê-los ou permitir revelá-los somente para mim.

—Você ... Você gosta deles?

—Oh sim, moça. Nós, homens gostamos de tais coisas. No entanto, vou gostar mais quando tirar esta tira que os esconde.

Ele deu a volta ao redor dela e delicadamente desatou o pano. Segurando um dos lados da tira, ele girou em torno dela, desenrolando toda a extensão das amarras até que seus seios saltaram a frente, finalmente livres do confinamento.

Inuyasha olhou-a descaradamente, embora não se concentrasse apenas em seus seios. Finalmente, ela estava completamente nua, e ele observou longamente, deslizando o olhar sobre o seu corpo, da cabeça aos pés. Então, seus olhos se encontraram. Sua respiração estava rápida.

—Você é magnífica.

As palmas das mãos deslizaram sobre ela, acariciando com reverência. Seus seios ficaram pesados. Doloridos. E rígidos. Os mamilos endureceram, implorando por seu toque.

Kagome prendeu a respiração quando os dedos de Inuyasha deslizaram sobre ambos os mamilos. Pequenas ondas de prazer correram através de seu abdômen até a junção entre as coxas. Seu ventre apertou-se e sua carne mais íntima ficou úmida. Ela estava tão inchada e quente ...

Qualquer idéia de que pudesse manter-se de pé foi abandonada assim que Inuyasha baixou a cabeça e sua boca fechou-se em torno de um mamilo. Ela engasgou e os joelhos fraquejaram.

Com um gemido, puxou-a contra ele, virou-se e carregou-a para a cama. Com os braços apertados em torno dela, caiu em cima de Kagome, que sentiu o colchão de palha sob suas costas.

Sua boca desceu sobre a dela, subjugando-a até Kagome pensar que não conseguiria respirar. Quando ele afastou-se um pouco, ambos ofegaram, sem ar. Antes que ela pudesse recuperar a razão, ele correu a boca quente para o queixo, em seguida o pescoço e chegou a um mamilo, que sugou ferozmente.

Com cada pressão de sua boca, ela gemia e onda após onda de excitação varriam, incansavelmente, seu ventre. Inuyasha deslizou sua língua ao redor de cada mamilo, um e depois outro. Ele lambeu e provocou até que Kagome se contorceu de frustração.

Ele agia como um homem faminto. E ainda assim, era extremamente gentil. Confundiu-a.

Ela queria mais. Precisava de mais. Mas não tinha certeza do que exatamente queria ou precisava.

Inuyasha deslizava a língua ao redor do mamilo, seguindo por todo o seio, até que voltou a atenção novamente ao botão endurecido. Sugou, deu pequenas mordidas, puxando até que ela gritou e cravou as unhas em seus ombros largos.

—Inuyasha, por favor! Tenha piedade.

Ele ergueu a cabeça, seus olhos refletindo as chamas.

—Piedade? Moça, eu não tenho nenhuma. Além disso, você não quer que eu pare. Mas vai implorar por mais. Sim, você vai.

Inuyasha beijou o vale entre os seios dela e murmurou suavemente contra sua pele.

—Você é linda, Kagome. Nunca esconda o que Deus lhe deu. É uma mulher abençoada.

Suas palavras entraram em seu coração, dando o conforto que não imaginava que precisava. Como poderia um homem que era tão duro e inflexível falar com a alma de um poeta? Ele era um homem duro. Suas palavras eram sempre duras. Ele era rápido em criticar. Nunca havia poupado seus sentimentos. E agora a cortejava tão suavemente como um homem faria com sua amada.

Ele traçou um caminho de beijos até o umbigo, movendo seu corpo musculoso como fazia a sua boca. Inuyasha lambia e mordiscava a carne sensível.

Ondas excitantes corriam Kagome, através de sua barriga quando ele moveu-se mais abaixo, chocando-a com sua ousadia.

Separou suas coxas e posicionou seu corpo de forma que sua cabeça ficasse sobre sua pélvis. Seus olhos arregalaram-se quando Inuyasha baixou a cabeça. Ele não podia. Certamente, ele não iria...

Oh Deus, ele fez.

Inuyasha deslizou os dedos através dos pelos que cobriam o sexo pulsante e abriu as dobras inchadas. Ela estava tão estupefata que não esboçou uma única objeção quando ele pousou um beijo na carne úmida.

Ela tremia incontrolavelmente. Suas coxas tremiam. Seus joelhos tremiam. Seu ventre e seus seios tremiam, tão insuportavelmente tensos que ela somente queria contorcer-se contra aquela boca.

E então ele a lambeu.

Um longo e pecaminoso toque de sua língua, da abertura, por toda a extensão da carne úmida, onde circulou o pequeno botão inchado entre as dobras.

Inuyasha beijou e, em seguida, chupou o botão suavemente, enquanto Kagome se contorcia e soluçava, de forma incoerente.

Oh sim, ele certamente disse a verdade sobre beijar.

Sentia uma urgência frenética. Seu corpo ficava cada vez mais tenso. O prazer floresceu e tornou-se quase doloroso, através de seus seios e seu ventre e concentrando-se no ponto pulsante que ele impiedosamente provocava.

Kagome sentia que estava flutuando, mas cada vez que pensava que não suportaria mais, a pressão e o prazer indescritível só aumentavam, levando-a a loucura.

—Inuyasha! Por favor, eu não sei o que fazer.

Ele beijou o botão novamente e então levantou a cabeça, os olhos brilhando com uma luz febril.

—Apenas deixe acontecer, moça. Está lutando contra o inevitável. Eu não vou machucá-la, juro. Relaxe agora e me deixe te amar.

Suas palavras a acalmaram, relaxando os músculos tensos. Quando sua boca tocou-a mais uma vez, Kagome estremeceu e fechou os olhos, quando o prazer explodiu novamente.

—Você tem gosto de mel. Nunca provei nada tão doce. Você me deixa louco.É tudo que uma mulher deve ser, Kagome. Nunca esconda ou se envergonhe disso.

Lágrimas correram por suas pálpebras. Ela tremia da cabeça aos pés, e não apenas pelo prazer, mas pelas emoções que jorravam em seu peito. Emoções que ele desencadeou.

Sentia-se mulher. Sentia-se bonita e desejada. Como uma noiva deveria se sentir. Como deveria ter se sentido no dia de seu casamento...

A língua de Inuyasha circundou sua entrada e depois deslizou para dentro, chocando-a com a intensidade das sensações que provocou. Kagome arqueou-se em direção a boca dele, e finalmente explodiu em ondas de prazer, libertando-se daquela tensão inexplicável.

Foi a mais desconcertante, mais poderosa experiência de sua vida. Ela voou. Subiu muito acima e depois, desceu mansamente.

Kagome fechou os olhos, tão relaxada que tinha certeza de que não conseguiria mover sequer um dedo.

Seu corpo ainda estremecia e pequenas faíscas ainda corriam por seu sangue, os ouvidos zumbindo. Havia ainda um pulsar entre as pernas, uma suave dor, um lembrete das sensações que Inuyasha tinha provocado com sua boca.

Kagome nunca imaginaria uma coisa dessas. Certamente isso não era normal. Ela nunca tinha ouvido outras mulheres falarem sobre isso. Ele não apenas a beijou, como tinha prometido. Ele a lambeu. Ele a chupou.

Certamente não havia ato mais íntimo que um marido poderia fazer por sua esposa. Uma satisfação espalhou-se por seu corpo inteiro e ela sorriu, maravilhada com a felicidade que sentia naquele momento. Não importava o que o amanhã trouxesse, sempre se lembraria desta noite.

Ela sentiu Inuyasha deixar a cama, mas não conseguia juntar forças para abrir os olhos e ver o que ele estava fazendo. Um momento depois, ele a cobriu com as peles e deitou ao seu lado, o corpo quente provocando um estrecimento.

Não tendo nenhuma experiência em tais assuntos, Kagome não tinha certeza do que deveria fazer. Sua mãe e seu pai nunca dormiram no mesmo quarto. E certamente, não na mesma cama. Ela sabia que Rin e Sango dormiam com seus maridos todas as noites e estes não permitiam que fosse diferente. Talvez fosse um costume dos Taishos. Talvez fossem tão possessivos com suas mulheres que não podiam suportar a idéia de não tê-las a vista. Ou talvez fossem apenas protetores.

Kagome decidiu que isso não importava. O que poderia acontecer de pior? Levaria uma reprimenda de Inuyasha? Ela já havia recebido várias nos últimos dias.

Kagome aconchegou-se no corpo do marido, apertando-se contra ele. Por um momento, preocupou-se de ter feito algo errado, pois Inuyasha enrijeceu-se contra ela. Aos poucos, ele relaxou e depois deslizou um braço ao redor da cintura dela e puxou-a ainda mais perto, até que Kagome encostou o rosto em seu pescoço.

—Inuyasha?

—Sim, moça?

—Você estava certo.

—Eu estava certo sobre o que?

—Beijar. É uma coisa maravilhosa.

Ela podia sentir o seu sorriso.

—E estava certo sobre outra coisa. Existem tantos outros lugares ... onde o beijo pode dar muito prazer.

Desta vez, ele riu suavemente sobre sua cabeça.

—Vá dormir, Kagome. Nós temos que sair no início da manhã. Temos uma jornada difícil pela frente.

Ela suspirou e fechou os olhos e pouco antes de adormecer, pensou que essa coisa toda de consumação não era tão ruim, afinal.

Avisos: Isso é uma adaptação de livro, sem créditos ou fins lucrativos.

O nome do livro e de quem o escreveu será revelado ao final da postagem do livro.

Nomes foram editados

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