Interrogatório
- O que você quer falar?
- Você sabe. Me diga logo quais os seus planos.
Temari cerrou o punho. Qual o problema daquele homem? O que mais ela precisava fazer para ele acreditar nela? Sentiu uma forte vontade de xingá-lo com as palavras de mais baixo calão que encontrasse e deixá-lo falando sozinho. Se ele não queria acreditar nela o problema era dele. Pensou por alguns segundos. Não... podia fazer melhor.
- Por que você não me fala os seus primeiro.
- Eu? –ele pareceu surpreso com a pergunta- Mas eu já falei tudo que tinha para falar.
- Eu também já.
- Acontece que eu não acreditei na sua história.
- Eu também não acreditei na sua.
O olhar da Sabaku era desafiador e Ichijou já estava começando a se irritar com aquilo. Nunca fora um problema para ele interrogar alguém, mas ela era melhor do que ele esperava. Ajeitou-se um pouco na cadeira e percebeu que ela fez menção de atacar caso ele tentasse algo.
- Não fique com medo, eu não vou te atacar.
- Não estou com medo.
Medo. Definitivamente, a Sabaku não gostava dessa palavra. Ela nunca tivera medo de nada e não seria agora que ia sentir.
- Confesse logo, quais as ordens do kazekage?
- Não tem ordens. Estou aqui porque a hokage me deu férias. Aliás... será que foi mesmo a hokage quem te mandou aqui?
- Pare de virar o jogo. Não sou eu quem tem que responder nada.
- Por que não?
- Por que aquele shinobis da Areia atacaram Konoha? –ele se negava a responder qualquer pergunta da Sabaku.
- Ninguém de Suna atacou Konoha. Quantas vezes vou ter que dizer isso?
- Izumo e Kotetsu afirmam que os inimigos usavam bandanas da Areia.
- Podiam estar usando justamente para que pensassem que eram de Suna.
- Tsunade-sama demorou a acreditar que Suna poderia estar tentando nos trair, mas depois de tantos acontecimentos...
- Suna jamais trairia Konoha! – Temari bateu com a mão na cadeira e o encarou com fúria. Sua paciência estava se esgotando.
- Pelo que me recordo Suna já traiu Konoha uma vez e, por incrível que pareça, quem estava cumprindo aquela missão era você e os seus irmãos. –uma risadinha escapou dos lábios dele e Temari, por um momento, teve ímpetos de partir para cima dele e arrancar aquele sorriso irônico do seu rosto. Controlou-se, ela não podia perder a cabeça.
- O quê? Faz muitos anos que aquilo aconteceu! E, além do mais, Gaara não era o kazekage! Foi uma armação do Orochimaru! –falou alto, apesar de tentar manter a calma.
- Tem mais uma coisa que está me intrigando... – ele a encarou fixamente, mas Temari não desviou o olhar- Como você conseguiu deter aquele ANBU?
- Eu... –ela parou por alguns segundos. Nem ela mesma sabia como aquilo tinha acontecido- não sei.
- Não sabe?
- Eu tinha que fazer alguma coisa se não ele ia... matar o Shikamaru. – o tom de voz dela que antes era alto e confiante começou a perder a intensidade ao longo da fala.
- E não era isso que você queria?
- NÃO! – levantou-se bruscamente. Não havia mais como controlar sua irritação.- ATÉ QUANDO VAI INSISTIR NISSO?
- Até você confessar. – ele permanecia calmo apesar do descontrole da kunoichi. O tom de voz baixo dele a irritava ainda mais.
- Confessar o quê? – Temari colocou as mãos sobre o rosto e respirou fundo. Não estava mais aguentando aquela situação.
- Que você está ganhando a confiança do Shikamaru para poder matá-lo depois.
- NÃO ESTOU FAZENDO ISSO! – ela começou a caminhar de um lado para o outro- A última coisa que eu quero é que o Shikamaru...-Temari estava começando a perder o fio do raciocínio- eu... me importo com ele.
- Mas você é uma kunoichi, não é? Você segue o que o seu coração diz ou as ordens do seu superior?
- Eu sigo as ordens do kazekage! Mas... se ele me desse ordens ridículas como essas eu me recusaria a cumprir.
- E seria presa por desobedecer às ordens do kazekage?
- Poderia ser! Mas nunca faria nada para machucar o Shikamaru! Eu o amo e só quero protegê-lo! Quem eu quero matar são aqueles ANBUs que fizeram isso com ele!
- Hum... então você faria qualquer coisa para protegê-lo?
- "Qualquer coisa" parece tão amplo... Mas posso garantir que eu tentaria te matar se tentasse nos trair. -o encarou de maneira ameaçadora, mas Ichijou pareceu não se abalar.
- Me matar? Por que eu estou no seu caminho, talvez?
- Quer saber, pense o que quiser! Não estou nem aí se você acredita em mim ou não!
Temari não esperou uma resposta e saiu de lá o mais rápido possível. Entrou no quarto e fechou a porta com força encostando as costas nela em seguida. Estava ofegante. Aquele shinobi estava tentando enlouquecê-la? Só podia. Jogou-se na cama e tentou esquecer-se daquela conversa desagradável, mas não conseguiu. Será que ela realmente tinha dito aquilo? Ela tinha dito que amava o Nara? Fechou os olhos e tentou dormir. Aquelas férias estavam sendo um inferno.
Ichijou voltou até o quarto do Nara e não comentou nada sobre a conversa com a Sabaku. Sentou-se no sofá e voltou a ler seu livro. Shikamaru ficou esperando que ele falasse algo, mas ele não o fez. Estava muito curioso para saber o que eles tinham conversado.
- Você estava interrogando ela?
- Estava.
- Partindo do princípio que você é um ANBU imagino que estava a enlouquecendo até que falasse a verdade. Não acho nada ético o jeito como vocês interrogam as pessoas. –Ichijou deu uma risada e largou o livro sobre uma mesinha.
- Tem jeito melhor de conseguir a verdade? Mas... eu fui legal com ela, eu não a torturei fisicamente.
- E...?
- E... eu acho que temos uma grande aliada caso aqueles shinobis voltem a atacar. –ele esboçou um pequeno sorriso e Shikamaru ficou aliviado por ele finalmente ter parado de desconfiar dela.
- Então acho que não há mais motivo para você ficar aqui. –Ichijou deu uma risada e colocou a mão sobre o rosto.
- Você está assim tão ansioso para ela voltar aqui? Ela está muito, muito estressada agora. Duvido que venha aqui. Mas tudo bem, amanhã eu deixou vocês fazerem o que quiserem. Aliás, eu não quero nem imaginar o que vocês vão querer fazer.
- Cale a boca. – Shikamaru falou e Ichijou riu ainda mais ao ver o quão constrangido o outro tinha ficado com a conversa.
ooo
Temari abriu os olhos lentamente quando sentiu uma claridade irritante batendo em seu rosto. Espreguiçou-se e percebeu que ainda estava com as roupas do outro dia e a cama estava totalmente desarrumada. Estava tão estressada que nem pensara em arrumar a cama e se trocar antes de dormir. Olhou para o relógio: 11:20. Desde quando acordava tarde assim? Foi até o banheiro, trocou de roupa e foi tomar café, sem bem que já devia estar indo almoçar.
Entrou no salão e avistou Shikamaru e Ichijou em uma mesa tomando café. Aproximou-se dos dois e colocou as mãos sobre a mesa, inclinando-se um pouco.
- Bom dia. –Ichijou falou enquanto pegava a xícara de café.
- Você já está bem o suficiente para ficar andando por aí? – Temari perguntou ao Nara ignorando completamente o outro.
- Eu não aguentava mais ficar naquele quarto.
Temari puxou uma cadeira e sentou-se à mesa com eles. Evitou ao máximo encarar Ichijou, afinal não havia se esquecido do interrogatório.
- Você está sempre morrendo de preguiça e agora que tinha que ficar deitado, não quer. Eu mereço. – ela falou e balançou a cabeça negativamente.
- É muito bom dormir, mas ficar mais de 24 horas deitado já é demais. A propósito, nunca pensei que fosse te ver tomando café as 11:30 da manhã. –Shikamaru sorriu, Temari sequer respondeu e se levantou.
- Vou me servir.
- Ei, ei. –Shikamaru chamou e ela se virou novamente- Pode pegar um pouco de café para mim?- Temari concordou e pegou a xícara dele.
- Já que você vai até lá, pode pegar para mim também? –Ichijou perguntou já imaginando a resposta da loira.
- Claro. – ela pegou a xícara dele também e foi se servir.
- "Claro"? Não acredito nisso. – Shikamaru falou, surpreso com a resposta dela.
- Nem eu. –Ichijou falou, mas deu de ombros.
Não demorou para Temari voltar à mesa carregando duas xícaras de café e um pratinho com algumas coisas. Entregou uma das xícaras ao Nara e se sentou. Bebeu calmamente um gole de café e após notar o olhar de Ichijou sobre si o encarou.
- Oh, esqueci de você. Desculpe. – ela falou sarcasticamente e deu uma risadinha no final.
Shikamaru não pôde se conter de rir também assim que Ichijou se levantou e foi servir o café. Não era do feitio da Sabaku ser gentil com as pessoas, principalmente com seus desafetos. Temari o observou por cima do ombro e quando ele já estava longe o suficiente deu uma risada e se recostou na cadeira.
- Idiota... Achou mesmo que eu ia fazer algo para ele? Claro que não. Odeio gente folgada.
- Teoricamente não custaria nada para você fazer um favor para ele.
- Teoricamente. É claro que custaria. Só trouxe para você porque me dá nos nervos te ver andando por aí.
- Achei que fosse porque você gosta de mim. - Shikamaru falou e sorriu de lado.
Temari se engasgou com o café e tossiu algumas vezes. O olhou de canto de olho e notou que ele estava com aquele sorriso irônico que ela tanto odiava. Ele estava ficando convencido demais para o seu gosto e o pior é que não sabia o que responder. Ichijou voltou para a mesa e começou a falar sobre outras coisas e Temari agradeceu mentalmente por ele ter mudado de assunto. Em nenhum momento algum deles comentou sobre os ataques ou sobre a conversa que Temari e Ichijou tiveram. Se Shikamaru não estivesse ferido poderiam até pensar que estavam realmente de férias, pois o dia estava ensolarado e todos pareciam estar se dando relativamente bem. Na opinião da Sabaku, Shikamaru e Ichijou estavam calmos demais. Será que só ela estava preocupada com um segundo ataque? O loiro levantou-se e se espreguiçou.
- Passei a noite toda em claro, estou exausto. Vou descansar.
- Tudo bem.
Ichijou se afastou e Temari o seguiu com o olhar. Mas o que estava acontecendo? Parecia que estavam escondendo algo dela. Há pouco tempo ele não a deixava nem um segundo sozinha com o Nara e agora, de repente, ele simplesmente ia embora? Encarou Shikamaru e ficou esperando por uma explicação, mas ele não disse nada.
- O que está acontecendo aqui?
- Nada.
- Nada? Por que ele foi embora e me deixou aqui sozinha com você?
- Porque ele estava cansado.
- Shikamaru, não se faça de besta. –o olhar dela era firme e um tanto intimidador- Por acaso vocês estão tramando algo pelas minhas costas?
- Não. Ele confia em você.
- Confia? –ela deu uma risada- Ele disse isso para você?
- Disse.
- Mas ontem não parecia que ele confiava.
- É, mas agora ele confia. Depois do interrogatório de ontem à noite.
Temari ficou em silêncio. Ela não podia acreditar que, de uma hora para a outra, ele tinha decidido acreditar nela. Olhou novamente para Shikamaru que continuava tomando seu café calmamente. Se Ichijou tinha ido descansar, significava que ela era quem teria que cuidar do Nara de agora em diante. Um sorriso se formou em seus lábios e ela bebeu um gole de café quando ele a encarou curiosamente. Assim que terminaram a refeição, Temari levantou-se e antes que fizesse menção de ajudá-lo ele já estava em pé. Ele parecia incrivelmente bem se comparado com o dia anterior.
- O que você vai fazer agora?
- Vou lá fora um pouco. Faz tempo que não saio desse lugar.
Shikamaru esperou uma resposta da loira, mas ela não disse nada. Ela não ia se oferecer para ir com ele? Que problemática. Temari fez menção de sair do salão, mas Shikamaru indagou:
- Onde... você vai?
- Vou me trocar. –ela não esperava encontrar ninguém no café, por isso tinha colocado a primeira roupa que encontrou. Obviamente não queria sair daquela maneira. Caminho mais em direção ao quarto e percebeu que ele permaneceu imóvel- Vai ficar aí?
A princípio, Shikamaru espantou-se com a atitude dela. Pelo que ela havia dito quando chegaram à pousada parecia que ela jamais deixaria que ele se aproximasse do quarto dela e agora...
- Escute aqui. –ele saiu de seus devaneios assim que ouviu a voz um tanto irritada da Sabaku- Eu disse que vou me trocar, mas não disse vai ser na sua frente.
- Tsc... não seja problemática. É claro que eu não estava pensando isso. –falou Shikamaru e desviou o olhar para o chão.
Temari bufou e foi até o quarto sendo seguida pelo Nara. Pegou algumas roupas e foi até o banheiro. Shikamaru sentou-se na cama e ficou esperando a kunoichi. Tentou se controlar, mas era inevitável não ficar imaginando o que se passava atrás daquela porta. Nunca fora um pervertido, mas a ideia de espiar pelo buraco da fechadura não saía de sua cabeça. Definitivamente, não faria isso. Se ele estivesse espiando e a Sabaku abrisse rapidamente a porta e o pegasse naquela situação, o que ela faria? Não fazia ideia, afinal não conseguia compreender o que se passava pela cabeça daquela mulher, mas podia ter certeza de que seria algo bem cruel. Ficou devaneando sobre as possíveis consequências daquele ato até ela abrir a porta, caminhar até uma cômoda e procurar algo em uma gaveta. Levantou-se lentamente para evitar que o ferimento doesse e se aproximou da loira. Temari não se importou com os passos e continuou o que estava fazendo até sentir os braços do shinobi envolverem sua cintura. Não pôde evitar de corar com o contato. Ah, ela o odiava tanto por isso. O odiava por deixá-la sem reação.
- O q-que está fazendo? –perguntou firmemente, apesar de gaguejar um pouco, na intenção de mostrar que não estava satisfeita com tamanha ousadia- Pare com isso.
- Te incomoda?- sussurrou no ouvido dela e, a cada palavra, seus lábios roçavam de leve na pele da kunoichi.
A vontade de dizer "sim" era grande. Seu orgulho a impedia de admitir que estava adorando aquela situação e que, na verdade, queria que ele fosse ainda mais audacioso. Quando estava quase juntando coragem para responder à pergunta, sentiu a boca dele percorrer lentamente seu pescoço e deixou escapar um suspiro de satisfação. Não podia negar que era ótimo sentir os beijos dele novamente, mas o fato de estar de costas a deixava um tanto insegura. Não gostava de se sentir sem ação, indefesa. Precisava mudar aquela situação. Virou-se, mas ele não desfez o abraço. Enlaçou os braços em volta do pescoço do shinobi, porém recuou quando ele tentou beijá-la. Shikamaru murmurou algo em desagrado e ela sorriu.
- Por que você tem que ser assim tão problemática?
- Confesse, se eu não fosse assim não teria graça. – ela deu uma risada e fugiu novamente das investidas dele.
Livrou-se dos braços que envolviam sua cintura e caminhou até a porta. Colocou a mão na maçaneta e olhou para ele.
- Você não ia lá fora?
Ele não respondeu e cruzou os braços. Temari soltou a maçaneta e aproximou-se dele lentamente, da maneira mais provocante que conseguiu.
- Eu irritei você, bebê chorão? – perguntou de maneira divertida e colocou as mãos nos ombros dele.
- Você sempre me irrita.
Ela não respondeu, aproximou-se mais e o beijou lentamente, da maneira que ela sabia que combinava mais com o jeito preguiçoso do Nara. Shikamaru não hesitou em corresponder e aprofundou ainda mais o beijo.
- Sempre? –Temari sussurrou assim que se afastou alguns centímetros.
- Tudo bem, talvez nem sempre.
Shikamaru precisou apenas se inclinar um pouco para tomar os lábios da kunoichi. Abraçou novamente a cintura dela, colando-a ainda mais a si, e a beijou apaixonadamente. Aquela situação era estranha para ambos, mas não conseguiam evitar que aquilo acontecesse. Assim que o beijo foi quebrado, Shikamaru mudou sua atenção da boca para o pescoço da Sabaku. Temari suspirou e enterrou sem piedade as unhas nas costas dele. Estava saindo do controle. Diferente da outra vez, as carícias eram intensas e provavelmente ninguém apareceria para interrompê-los. Temari desceu as mãos que estavam nas costas do shinobi até sua cintura, mas parou imediatamente quando seus dedos encostaram no ferimento dele. Livrou-se dos braços dele e se afastou, cruzando os braços em seguida.
- Seu idiota! A enfermeira disse para você ficar em repouso.
- Tsc... pare de ser problemática. Eu já estou bem.
A frustração estava nítida em sua voz. Por que sempre tinha que acontecer algo para atrapalhar tudo? Temari suspirou irritada e foi até a porta, abrindo-a em seguida. Fez um sinal para que ele a seguisse e saiu. Shikamaru se arrastou até a porta e seguiu a kunoichi até a praia.
ooo
Danzo estava sentado e balançava freneticamente a perna, impaciente. Tinha passado tanto tempo pensando no plano perfeito e agora ele era estragado por uma kunoichi da Areia. Ele tinha que fazer algo. Ouviu batidas na porta e mandou que entrasse.
- Senhor, eles querem saber o que fazer agora.
- O que fazer? Eu já disse centenas de vezes o que fazer! –ele estava muito exaltado, mas tentou se controlar- O que eles estão esperando para matar aquele maldito?
- Depois do que aconteceu no ultimo ataque eles estão temerosos de tentar novamente.
- Temerosos?
- Sim, eles estão esperando um momento oportuno. Não querem aquela kunoichi por perto novamente. Porém, esse é o problema. Agora eles estão atentos e vai ser quase impossível pegá-los de surpresa.
- Aquela desgraçada... minha vontade era de mandar matá-la...
- Mas se ela morrer... pode prejudicar o nosso plano.
- É, mas...- Danzo colocou a mão no queixo e ficou pensativo- se ela morrer... o kazekage não vai ficar nem um pouco satisfeito e vai querer satisfações da hokage...
- Senhor, isso parece muito arriscado. Acho preferível que continuemos com o plano original...
- Então faça o seguinte: vá ajudá-los.
- Ajudá-los?
- Sim, se aqueles inúteis não conseguiram sozinhos é melhor você ir até lá. Daí serão três contra três, eles não terão nenhuma chance. – um sorriso maléfico se formou no rosto de Danzo. Agora tinha que dar certo.
Capítulo 7! Sinceramente não sei se ficou bom. Essa semana foi um caos para mim, milhões de trabalho na faculdade e etc... Se não ficou me perdoem, prometo de esforçar no próximo!
Reviews:
Otowa Nekozawa: é verdade, acho que o maior problema dos dois é admitir o que sentem...
e agora parece que o Ichijou finalmente deixou de desconfiar da loira...
ah, o Danzo apareceu dessa vez (você tinha dito que tinha sentido falta dele) e já está planejando coisas maléficas contra o nosso casal.
Dasross: que bom que ainda está lendo!
e sim, o Shikamaru até poderia ter usado o Kage Nui se ele não estivesse tão fraco... mas dessa vez ele conseguiu segurar a loira kkkkkkk
xAkemihime: continua desconfiada do Ichijou?
pra falar a verdade, nem eu sei se confio nele ou não kkkkkkkkkkkkkkkk
que bom que gostou do romance! E dessa vez teve mais, só que o Shikamaru não foi tão torturado.
