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Se tivesse mesmo um tumor, saberia qual era o nome deste.
Um nome bem familiar, assim é a loucura de tudo isso.
Ele não sabe ainda onde qualquer lugar é, mas precisa ir.
Mesmo que seja uma zona instável de Guerra, mas talvez seja melhor.
(Medo e confusão e orgulho me inundam. É estranho. Isso tudo é surreal).
E na sua mão, frequentemente, há um anel. Um anel familiar também.
Uma vez, sorrisos. Depois, lágrimas. Agora, talvez, esperança.
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Eu sou o esperançoso coração partido dele que sangra.
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