Disclaimer: Se Twilight me pertencesse, eu teria tempo e dinheiro o suficiente para desenvolver os quatro livros que eu quero no momento.


N/A: Faz três dias desde à última atualização. Vocês sabem o que isso significa? Que eu estou surtando ao som de Rihanna - Disturbia, porque eu recebi 40 reviews lindas pelo capítulo passado (suas pervas e pervos! x) e isso me deixou tão feliz que em plena segunda-feira, uou, aqui estou eu! E minha felicidade está tão grande que eu voltei a escrever O Diário de Lílian Evans - para quem lê Harry Potter e acompanha essa fic, em breve estarei postando e já tenho mais dois projetos de Twilight em andamento! Vamos aproveitar que eu fico de férias até Março e estou com muito tempo de sobra!

Esse capítulo, particulamente, é uma continuação do passado porque eu não sou adepta da dormidinha depois do sexo. Sério, sério. A vida tem que continuar (no caso, as lemons)! Desculpem às vezes pela linguagem, mas vocês não sabem o quanto é difícil descrever uma cena que era para ser completamente despudorada sem torná-la um caso de sexo barato de filme cult. E eu adoro o final desse capítulo, meio do nada isso. Bem, a forma de agradecimentos está sofrendo mutação, mas informações no final. Love ya! Enjoy! x)


Capítulo VII – Luxúria

[Bella]

Eu podia sentir um leve ardor entre as minhas pernas, mas a sensação que o orgasmo deixara em mim foi imensamente prazerosa.

Edward usou o edredom para nos cobrir, já que a temperatura caíra e estava ficando frio, apesar de ainda estarmos completamente suados. Ele ainda tinha o seu sorriso torto e me olhava ansioso, talvez esperando pelas minhas reações.

- Eu estou bem, Edward... – disse revirando os olhos.

- Que bom. – ele disse com a testa franzida, antes de abrir um sorriso sacana – Eu gosto quando você me chama de Ed...

Corei absurdamente e puxei mais os cobertores para cima. Ainda era difícil estar tão íntima assim dele. Ele, pelo contrário, tinha as cobertas somente até a barriga, de forma descontraída.

- Agora eu quero tomar um bom banho. – ele me disse de lado.

- Seu aproveitador... – brinquei.

- Claro! Eu não sei se você vai me chutar nas primeiras horas da manhã, eu preciso aproveitar...

Ele disse se levantando, nu, me puxando entre os seus braços, nua, para me carregar até uma porta próxima que eu logo descobri que se tratava de um banheiro.

O contato entre nossas peles e o fato de ele poder olhar para baixo e me ver como eu vim ao mundo me fizeram corar. Puxei um pouco dos cabelos para frente dos meus seios, fazendo com que ele sorrisse com o meu movimento, mas ainda assim não disse nada.

Ele me depositou, com cuidado, na beirada da banheira branca e eu cruzei as pernas em um ato mínimo de dignidade que ainda me restava. Enquanto ele abria as torneiras eu o observei, atenta.

Os braços brancos não tinham músculos em excesso, mas da mesma forma, ele era forte. Os ombros eram largos, como se tivesse praticado anos de qualquer esporte. Ele era magro, com a barriga bem desenhada, pernas de jogador de futebol e eu ainda me perguntava como aquilo tinha conseguido entrar realmente dentro de mim, tão pequena.

- Você não se cansa de olhar? – ele perguntou com um sorriso no canto dos lábios. Corei de vergonha e desviei meu olhar para a água que jorrava das torneiras abertas.

- Eu não estava olhando. – sussurrei.

Ele gargalhou e entrou na água morna, molhando o rosto e os cabelos, me oferecendo ajuda com uma mão, para acompanhá-lo.

Delicadamente, coloquei primeiro um pé dentro da água e depois o outro, com medo de escorregar, mesmo sabendo que ele me seguraria caso acontecesse qualquer coisa. Fiz o mesmo movimento que ele, molhando os meus cabelos e depois o rosto, lembrando-me das ocasiões que eu me olhava no espelho ainda molhada depois de um banho, perfeitamente não-sexy.

Sentados de frente um para o outro, ambos não sabíamos como agir. Ele tocou as minhas mãos e as trouxe para os seus lábios, dando-lhes um beijo de cavalheiro. Levou-as até a sua nuca, fazendo com que eu envolvesse seu pescoço com o braço, me aproximando mais dele. Coloquei minhas pernas por cima das dele, envolvendo sua cintura, sentindo novamente aquele ser grande por perto.

Ele me beijou daquele jeito avassalador, que eu ainda não estava acostumada. Forte, com necessidade, com desejo, deslizando as mãos pelas minhas costas até o bumbum, apertando-os com força.

Eu passeava com as mãos pelo seu peitoril másculo, gemendo de vez em quando contra o seu pescoço, já tendo consciência de aquilo o deixava enlouquecido de prazer. Assim como o meu baixo ventre se apertava de desejo, seu membro pulsava perto da minha pele, cobiçando uma penetração rapidamente.

Eu me ajoelhei na banheira, levantando o corpo alguns centímetros para poder me sentar no colo dele, enquanto ele me ajudava segurando com as mãos cada uma das minhas coxas, abrindo o espaço pelo qual ele tão ansiava.

Ainda era dolorido, mas de forma suportável, especialmente quando ele transfigurava o seu rosto, cheio de tesão por mim, sussurrando-me palavras baixas e gemidos tentadores quando eu arquejava o corpo para cima e para baixo, empinando os meus seios para tocar o seu peito.

- Que delícia, Bella. – ele repetia contra a minha orelha, apertando os meus seios com uma mão e puxando os meus cabelos de forma selvagem com outra. Ele me carregou, sem esforço, até a borda da banheira, deixando que eu apoiasse as costas na parede e permanecesse sentada, de frente para ele.

- Eu poderia lamber seu corpo inteiro. – ele disse intercalando o meu colo entre beijos e chupões, literalmente sugando a água que estava por ali. De alguma forma eu teria que repensar a imagem que eu tinha de mim não-sexy-molhada.

Por outro lado, Edward sim parecia um modelo sexy e molhado de qualquer revista pornô pronto para penetrar todos os poros do seu corpo, das formas mais alucinantes possíveis. Em um momento misto de coragem, curiosidade e desejo irreparável correspondendo à forma faminta que ele me olhava, eu segurei seu membro com as próprias mãos e abri um pouco as minhas pernas, implorando com gestos que ele fizesse aquilo que eu queria.

Ele me deu o seu sorriso torto característico e levantou os meus braços e posicionou-os em cima da minha cabeça, prendendo os meus pulsos contra a parede, restringindo meus movimentos. Sem qualquer delicadeza ele me penetrou de uma só vez, preenchendo o vazio entre as minhas pernas, ganhando um gemido alto de mim.

Seus movimentos não foram leves como os da primeira vez. Ele me preenchia com urgência, estocando forte, sem deixar espaço para que eu me movimentasse ou fugisse de qualquer forma. E eu gostava.

Eu gostava da forma pela qual ele ansiava pelo meu corpo e se inebriava com o cheiro do meu sexo; eu gostava da forma pela qual ele sussurrava meu nome enquanto segurava as minhas coxas; eu gostava quando ele tentava pensar racionalmente quando nossos corpos estavam grudados demais, procurando não me machucar.

- Eu quero tudo, Ed.

E ele obedeceu a minha ordem rapidamente, sem contestar, me pressionando com tanta força contra a parede que as minhas costas chegaram a se machucar. Eu podia sentir a base dele me atingindo e o contato frequente das suas bolas contra a minha pele. Aquele movimento causou em mim uma sensação inimaginável, apressando o meu ápice.

- Não pare. – eu sussurrei no seu rosto, sentindo a água da banheira que cobria o meu rosto se misturar ao suor, assim como pequenas espasmos elétricos causados pela fricção, pronta para chegar aos céus.

Ele colocou tudo de forma tão forte que eu pensei que ele tinha gozado, apesar de não ter sentido líquido algum dentro de mim. Ele me olhou fixamente, com um meio sorriso nos lábios, enquanto eu estava brava, brava e cobiçando por mais, enquanto ele interrompia a minha felicidade.

- Por que você parou? – eu perguntei com a voz rouca.

Ele não me respondeu. Ao invés disso, continuou com aquele sorriso irritante e mordiscou os meus lábios, sem me beijar. Desceu com a língua pelo meu pescoço até os meus seios, mordiscando as pontas duras, devido ao meu tesão. Desenhou círculos com ela pela minha barriga, mordiscando-a desde o início, fingindo que desceria.

- Pelo amor de Deus, você quer me enlouquecer? – perguntei semi irritada, apertando seus cabelos e tomando eu mesma a iniciativa para que ele descesse. Ele sorriu contra a minha pele, mas não perdeu mais tempo. Colocou três dedos na minha abertura, enquanto sugava o meu clitóris fazendo eu ficar tonta de com aquele jogo sensual, enchendo o meu corpo de luxúria.

Eu passei uma das pernas pelo seu ombro, pronta para segurá-lo ali, se fosse preciso, para impedi-lo de parar com aquela sensação maravilhosa. Eu ansiei por mais, seus dedos não eram suficientes para me deixar completa, mas ao mesmo tempo eu não queria soltar seus lábios macios e ágeis daquele lugar.

Com o ápice próximo novamente, como se ele não tivesse me interrompido, as minhas pernas involuntariamente se abriram mais e eu apoiei minhas mãos na parede, ofegante, arquejante, delirante. Ele teria novamente o meu gosto na sua boca, já que parecia impossível para mim adiar aquilo por mais alguns segundos.

Edward esperava pelo apogeu da minha tentação, de alguma maneira ele sabia quando ele chegava, as reações do meu corpo eram transparentes demais. Quando aconteceu, o meu corpo se amoleceu por completo, mas, ao contrário da outra vez, ele não me deixou descansar. Com um movimentou ágil me penetrou novamente, enfiando tudo, tocando cada parte do meu corpo com as mãos, concentrado.

Ele segurava as minhas pernas, fazendo com que eu me abrisse completamente para ele, enquanto jogava todo o seu peso contra mim. Era elétrico sentir a fricção do seu membro contra a minha vulva relaxada. Seu gozo era quente e se derramou pelo meu interior, fazendo com que ele amolecesse o corpo também, mantendo a testa contra a minha, sorrindo satisfeito.

Eu me sentia satisfeita com nós dois imersos na nossa perversão. Mergulhados nessa luxúria, aproveitando tudo com urgência agonizante, antes que o dia amanhecesse e nos trouxesse de volta à realidade.

[Edward]

Naquela noite, ao dormir, eu sonhei com o castanho profundo dos olhos dela. Olhos tão secretos, furiosos, gloriosos que me puxavam para perto caso eu ousasse me afastar. Eu despertei com o cheiro delicioso que ela carregava, o de morangos, mas não com ela ao meu lado.

Perto do meu celular estava um único bilhete com as palavras "Me liga" escritas. Era até irônico que eu reclamasse daquela indiferença estampada claramente em um pedaço de papel, quando eu, várias vezes, já deixara garotas sozinhas durante a noite, sem um pingo de consideração.

Disquei o número do celular dela, já gravado na memória eletrônica do meu aparelho, mas desliguei antes do primeiro toque. A parte de mim anti-Edward queria que eu ligasse e ouvisse a voz sexy dela. A parte Edward-macho emitia ondas significativas de um "dane-se" misto à mesma indiferença que ela já havia demonstrado.

Levantei da cama e sai do quarto, meio dividido entre irritação e confusão. Era domingo, o que ela tinha para fazer de tão bom assim longe da minha cama?

- Bom dia, cinderela.

- Por que cinderela? – perguntei distraído abrindo a geladeira atrás de uma bebida.

- Aquela que vai embora das festas antes da meia-noite... – Alice disse sugestivamente – Então, como foi a noite?

Perfeita, ótima, deslumbrante, a melhor da minha vida? Mexi nos cabelos.

- Foi boa.

- Bella pediu para você ligar para ela. – Alice disse arqueando a sobrancelha, divertindo-se intimamente com essa informação.

- A que horas você encontrou com ela? – perguntei ranzinza. Ela soltou uma risadinha aguda.

- Às oito da manhã, bela adormecida. – ela disse divertida, mordendo os lábios para não falar qualquer besteira, indicando para mim o relógio da cozinha, que marcava duas da tarde.

- Nossa. – foi a única coisa que eu disse. Eu, geralmente, não era tão dorminhoco assim.

Rosalie e Emmett entraram na cozinha soltando risos estrondosos, vestidos como tenistas profissionais, segurando raquetes. Se Rosalie fosse Bella, eu realmente não deixaria ela usar aquela espécie de pano branco que cobria apenas dez centímetros do seu quadril.

- E ai, cunhado? – Emmett perguntou feliz, estendendo o braço para me cumprimentar – Acordou cedo, hein? Aquela sua namorada deve ser um tanto quanto selvagem para te derrubar até as duas.

- Ela é. – eu disse abrindo um sorriso imenso para os dois, só para irritar Rosalie, que bufou ultrajada.

- Eles não são namorados. – ela informou de canto de olho, mas Emmett não percebeu o tom ácido na voz dela.

- Então, nós dois temos sorte, porque a minha ursinha... Vou te contar... – ele disse alegremente, dando um tapinha no bumbum de Rosalie, que corou. Eu e Alice soltamos gargalhamos descontroladamente.

- Não ligue para eles, ursinho. Vamos... – ela sussurrou para ele, nos fuzilando com o olhar.

Alice fez menção de enxugar lágrimas dos olhos.

- Eu nunca pensei que viveria para ouvir Rose ser chamada desse jeito...

- Ursinha, tão meiga e fofa. – Alice riu novamente.

Terminei de tomar o copo de leite que estava em minhas mãos.

- Então, você não vai ligar para ela?

- Talvez. – confessei.

- Ed, eu não acredito que você vai ser um idiota de não ligar para essa garota.

Eu não costumava ser rejeitado e confesso, Isabella Swan não estava fazendo bem para o meu ego.

Alice tomou o celular da minha mão e discou.

- Tudo bem, se você não liga, eu ligo.

- Alice, eu vou te matar. – sibilei quando ela colocou no viva-voz, o celular que já estava chamando.

- Alô? – eu pude ouvir a voz de Bella.

Pulei em cima de Alice e nós mergulhamos em uma briga silenciosa.

- Alô, Edward? – Bella repetiu. Eu ganhei a briga, logicamente.

- Você... está... morta! – sibilei para Alice, que deu de ombros – Oi, Bella!

- Ah, oi. – e de repente um barulho estridente ao fundo

– O que você está fazendo? – arqueei uma sobrancelha.

- Supermercado. – ela disse afoita – Acabei de derrubar uma pilha de coisas.

Sorri. Desastrada.

- Por que? – perguntei confuso.

- Meus pais estão na cidade, vou fazer um jantar a eles. Desculpe-me por ter saído sem avisar... – ela disse brevemente.

A voz dela me desnorteou.

- Oh, tudo bem, eu só acordei agora... – descontrai.

- Ah... – provavelmente corada.

- Então, você não vai me convidar para o jantar? – brinquei.

- Você quer jantar com os meus pais? – tom desacreditado.

- Não realmente... – respondi sincero.

Ela sorriu.

- Nos vemos amanhã? – ela perguntou depois de uma pausa.

Amanhã? amanhã?

- Eu posso te ajudar com o jantar, se você quiser... – ofereci.

- Você sabe cozinhar? – tom descrente de novo.

- Não realmente... – eu disse devagar. Sanduíches contavam?

- Eu posso te ensinar se você quiser... – ela disse com leve audácia.

- O que você vai cozinhar? – fingi interesse.

- Salmão. Meu pai gosta de peixes.

- Parece difícil.

- Não realmente... – ela me imitou.

- Te encontro que horas? – disse desviando dos olhares curiosos de Alice.

- Acho que em vinte minutos eu já estarei em casa. Te mando uma mensagem. – mordendo os lábios? Lábios deliciosos por sinal.

- Eu espero.

- Até. – ela disse simplesmente e desligou.

- Então?

- Alice, você é bem intrometida, sabia?

- E você me ama assim mesmo, bobinho. – ela disse como se eu fosse uma criança. Revirei os olhos.

- É o que você pensa...

Subi para trocar de roupa. Eu precisava me distrair, vinte minutos parecia uma eternidade para vê-la. Era estranho eu ainda estar interessado nela depois do sexo. Talvez porque o sexo tenha sido realmente bom.

Eu não saberia explicar o que ela tinha, o que ela fazia comigo, porque quando eu sentia o cheiro dela, tudo saía do controle. Do meu controle.

Mensagem de Bella Swan às 14h45

Em casa.

Peguei as chaves do Volvo rapidamente e pulei as escadas, quase correndo em direção ao carro. Não era necessário responder a mensagem, era? Eu estaria com ela em alguns minutos, a mensagem só me atrasaria mais ainda.

No apartamento, a porta estava aberta. Ela estava concentrada, no balcão da cozinha, lendo uma receita qualquer, cheia de coisas para fazer. Aproveitei que seu cabelo estava no alto da cabeça para cheirar sua nuca e arranhar o seu pescoço com os dentes, fazendo-a rir.

- Oi. – ela disse simplesmente, sem tirar os olhos do livro.

- Eu senti sua falta. – confessei.

Era bem mais másculo do que dizer que havia ficado louco quando não a encontrei do meu lado, na cama.

Ela parou a leitura por alguns segundos e virou o rosto de lado antes de me dizer.

- Eu também.

O jeito como ela moveu os lábios me fez esquecer de novo o que se passava na minha cabeça de cima. Segurei sua cintura com firmeza, enquanto depositava longos beijos na sua nuca.

- Ed... – ela gemeu lentamente – Eu realmente preciso fazer isso.

Ótimo, para mim. Estávamos voltando à fase da rejeição novamente.

- Tudo bem. – suspirei – Em que posso ser útil?

- Você pode espremer as laranjas... – ela disse como se fosse algo muito engraçado a se fazer.

- E como se faz isso? – perguntei coçando a cabeça.

- Com o espremedor... – ela disse em um tom óbvio – Assim.

O objeto doméstico fez um barulho de que iria partir em pedaços a próxima coisa sólida que viesse em seu encontro.

- Eu não vou entregar minha mão para ela ser fatiada por... Isso.

- É segurar a laranja! – ela disse mordendo os lábios, divertindo-se e colocando outra laranja para ser fatiada.

- Você já ouviu falar em suco de laranja pronto para consumo?

- Tira o gosto da comida. – ela revirou os olhos.

Parti para minha árdua tarefa, concentrado, enquanto Bella temperava o peixe. Definitivamente, eu não queria aprender a cozinhar. Coisa anti-macho de verdade, além de ser meio esquisito ver a consistência das coisas que supostamente deverão te alimentar antes de um aquecimento propriamente dito no forno.

Sentei na bancada da cozinha quando ela utilizou-se do meu suco de laranja delicioso para preparar o molho do seu peixinho sem graça. Com certeza, o meu era o complemento que faltava.

- Onde você aprendeu a cozinhar?

- Com minha mãe... – ela disse distraída – Não que ela cozinhe bem, justamente por isso eu tive que pegar as rédeas da situação.

Sorri.

- É a primeira vez que eu cozinho... – disse sacana.

- Você espremeu laranjas! – ela disse rindo.

- Cozinhei, oras.

Ela revirou os olhos pela décima vez naquela tarde, em uma atitude tão dela.

Desci da bancada e a puxei para um beijo. Ela se atrapalhou com a panela e por pouco não a derrubou. Sorri levemente com o desastre ambulante que ela era. Mas eu gostava. Estranhamente, eu gostava daquela garota estranha.

Para minha paranoia, ela não correspondeu ao beijo da maneira que eu gostaria.

Ótimo. Eu estava perdendo o tato para isso também.

- Eu preciso terminar de fazer isso. – concordei sério com ela e voltei a me recostar na bancada.

- Você fica engraçado quando está chateado. – ela sibilou sorridente, ainda mexendo a mistura idiota.

- Bella, eu preciso ir. – cortei o assunto, bravo.

Pacientemente, ela desligou o fogo e colocou alguns fios que caíam insistentes pelo seu rosto atrás da orelha, caminhando até o meu lado, imitando a minha posição.

- Você não precisa ir embora ainda. – disse corada.

Com birra, continuei na mesma posição. Céus, Alice tinha razão. Eu era uma como uma criança malcriada.

Ela subiu os dedos pelo meu braço, prostrando-se de frente para mim. Pude encarar o sorriso sacana que ela me dava e, bem, lá estava indo meu autocontrole pelos ares de novo. Nunca uma garota tinha mexido tanto comigo quanto ela.

Beijamo-nos como se não nos víssemos há meses e logo ela estava com aquelas pernas enlouquecedoras dela em torno da minha cintura, pedindo com gestos corporais para eu possuí-la em plena bancada da cozinha. Sentei-a onde estava sentado anteriormente, arrancando ferozmente sua blusa. Eu sentira falta daquele corpo e não havia se passado nem vinte e quatro horas.

Ela desabotoou os botões da minha camisa agilmente, enquanto desceu a mão até ele, pegando-o de forma selvagem. Uau, ela estava ficando muito boa mesmo naquilo. Gemi baixinho com a cabeça entre seus seios perfeitos, enquanto ela arfava, quente, me desejando.

- Oh meu Deus!

Nós dois demos um pulo com a voz estranha. Bela cobriu-se com as mãos, enquanto eu fechei agilmente os primeiros botões que consegui tocar.

Engoli em seco. Droga.

É, aquela deve ser a mãe dela. E se as minhas previsões estiverem corretas, aquele supostamente deve ser seu pai.

E ele carrega uma arma.

Droga.


N/A: Ed, se você morresse, poderia vir me assombrar sem problemas.

Então, gente, àqueles que tem login no FF, eu vou responder a review por lá (pelo Review Reply), com muito carinho, quem não deixa o email, eu coloco por aqui, ok? É melhor para facilitar a minha vida e não alongar essa parte demais! De qualquer forma, eu adoro qualquer uma delas e, recapitulando, se o seu nome não estiver abaixo, é porque o agradecimento está no camarote do seu e-mail! =)) Besos, darlings!

Reviews sem email/login:

Mahtty (hahahah! olha, eu deveria pôr a culpar da demora de três dias do capítulo em você, sabia! porque eu estou presa por um encantamento a só postar quando vc estiver online para ser o primeiro a comentar. sei, sei. eu adoro o emmett! haha, amo ele demais, e a rose só é um pouco chata ainda, tá? ela ainda vai ficar mais! hahaha! eu tbm fico tensa demais nas cenas das lemons, não sei como ainda não tive um treco descrevendo-as, mas é a vida. full of lemons! e pára de ser EMO só porque o seu agradecimento é o primeiro. haha. e com certeza, a sua review ainda foi a maior, e maior ainda o meu comentário que deveria ser mini! BEEJOS!);

Anna P (ah querida, o Ed ainda vai se soltar bastante, viu? é só o começo da relação. hahaha. que nada, muito obg pela review e seu carinho, e esse Ed é o que toda mulher deveria ter pelo ao menos por uma noite. OH MY! hahah. BEEEJOS!);

MariH A. (ai, eu amo o Em! *.* olhinhos brilhando por ele, que músculos são aqueles, senhor? eu espero que vc tenha conseguido dormir da última vez! hahahha. sério, sério. não morra até o fim da fic, plis, eu ainda quero reviews. /hum, interesseira. hahaha. continua leendo, querida! BEEJOS!);

Nane~ (demorar a att, o quê? eu nunca demoro *mentira*. haha, quem me viu, que me vê! mas vc sabe, essas reviews lindas me estimulam e cá estou eu postando mais cedo! hehehe! obg querida! BEEJOS!);

Bels.' (aiii, que lindo! eu tbm acho. hehehe. obg pela review, dear, continue acompanhando! =) BEEJOS!);

Jubs.s (ah, pode demorar o que for, mas a resposta pra sua review chega de alguma forma! nem que seja viu fumaça ou um modo de comunicação indígena. haha! cara, eu concordo plenamente com vc, eu prefiro os joguinhos ao sexo teórico, acho MUITO mais excitante e sexy. e eles ainda vão jogar muito um com outro. ai, eu adoro sua review, sério, tão boa pro meu ego! brincadeirinha! espero realmente que eu não te decepcione com a fic! continua lendo e comentando! BEEEJOS fofa!);

Cathy Cullen (iusahuishiua, adorei o trocadilho que você fez, rilitros. x) obg pela review, fofa! continue lendo! BEEJOS!);

Lolitta (Você tá brincando, né? Eu AMEI a lemon Em e Rose, acho que já li umas 3 vezes! Por falar nisso, cadê a sua att, ainda tô esperando! RUM. Espero que o cap esteja apresentável! BEEJOS!);

Nick (só definições que não se encaixam, é? uisauishuia, ai gente, vocês adoram levantar minha moral. xD muito obrigada pela review, mesmo! gostou desse? =D BEEJOS!);

Nanda (uma continuação saindo, fresquinha! x)) obg pela review, dear, continuem acompanhando! x) BEEJOS!);

Ai Bella, o que você vai aprontar?

Em breve, atualizações.

REVIEWS, please, por favor, me amem?

love ya,

larizzaz