O SONHO DE IGRAINE

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Cercada por muralhas protegidas

Uma mulher põe-se a observar

O mar da Cornualha e suas rochas rígidas

Apenas de um sonho ela pode se lembrar

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Quando Igraine viu o cinzento do céu

Ela viu os olhos que em sonhos eram do seu amados

Pensou nos lábios dela, que eram doces como mel

E em seus braços, que protegem-na do vento gelado

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Vindo de lugares agora submersos

Dois amantes, sacerdotes de Atlântida

Um lugar de sonhos, que inspira poetas a fazer novos versos

Trazendo uma sabedoria que não deve ser perdida

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Esse foi o sonho que o Merlim lhe mandou

Quando estava na cama, enfraquecida

Nele ela descobriu que Uther era o homem que sempre amou

Desde uma vida que já foi esquecida

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Igraine, então, se volta para seu castelo

Onde permanecia aprisionada

Esquecendo-se, por um momento, de seu homem belo

Sabendo que logo, por ele, seria resgatada