Lily pensou que se quisesse poderia pular do barco e nadar até a margem, enquanto James foi até a proa ligar o motor e manejar o leme. Contudo não se animou muito com tal ideia. Afinal, estava de jeans e jaqueta, o que dificultaria os movimentos. Em vez disso, ficou parada, ali, segurando na grade e contemplando a enseada que ia se distanciando aos poucos.

— Você está brava comigo? — ele perguntou, com voz suave, falando bem perto de seu ouvido e ela virou-se para encará-lo.

— O que você acha, hein? Adam vai ficar sabendo aonde eu fui! Gui é capaz de contar, quando perguntarem por mim...

— E daí? — O rosto dele se anuviou. — Você não é propriedade de Adam Price!

— E nem sua.

— Tem certeza?

— Tenho.

— Bem, veremos... — disse ele, voltando para o leme.

Lily suspirou e deixou-se cair, desanimada, numa das espreguiçadeiras do convés. Não estava propriamente com medo, estava só apreensiva. Ficou imaginando o que James pretendia fazer com ela e qual seria a reação de Adam quando soubesse. Devia ser uma das maluquices de James... levá-la para um passeio, justo naquela hora! É claro, só podia ser isso! Um rapto é que não era! Assim que ele a levasse de volta, ela explicaria a Adam como acontecera. Se ele acreditaria ou não, estava fora de cogitação. Adam sabia que Lily não costumava mentir para ele. A brisa fresca acariciava seu rosto e ela não pôde deixar de sentir uma sensação agradável de estar ali sentada ao sol. Teve vontade de tirar a jaqueta que tivera de vestir sobre a camiseta sem mangas, porque Adam não gostava de braços nus. Com James, não havia esse problema... ele estava, como sempre, com um jeans justo e uma camiseta, muito seguro de si. Estava na cabine de comando e no momento examinava um mapa que estendera sobre o painel.

De onde estava, Lily observou com mais calma e viu que o iate era muito bem equipado em todos os sentidos, principalmente em questão de instrumentos náuticos. Havia vários mostradores e ponteiros no painel e até um sofisticado sistema de rádio-comunicação. Ela ergueu-se da espreguiçadeira e foi andando devagarzinho para onde ele estava. James percebeu a aproximação de Lily, mas continuou a fazer o que estava fazendo. Lily afundou as mãos nos bolsos da jaqueta para esconder o alvoroço que sentia.

— O que são todos esses ponteirinhos? — disse ela, afinal, só para quebrar o silêncio, meio sem jeito.

— São indicadores de pressão, óleo, gasolina, temperatura... este aqui é o piloto automático, este é o radar...

— Radar! Puxa vida! — ela disse admirada.

— É, o barco é bem sofisticado em termos de equipamento.

— Se é!

Num impulso irresistível, ela se inclinou sobre o ombro dele para olhar os mostradores mais de perto. James virou a cabeça para olhá-la. Os rostos ficaram bem pertinho e quando Lily percebeu que ele olhava para sua boca, endireitou-se de novo e passou a mão no pescoço, num gesto nervoso.

— Tire isso — aconselhou ele olhando para a jaqueta de brim que ela usava — e isso também — acrescentou, olhando para a calça comprida. — Ou vai morrer de calor, à tarde!

— À tarde! — Lily ficou pasma. — Você não pretende me deixar aqui até à tarde, não é? Não posso passar o dia todo fora!

— Por que não? — Ele inclinou a cabeça de lado e a expressão do rosto era séria. — Você acha que eu não sou capaz de fazer isso? Pois eu lhe garanto que sou!

— Você está louco!

— Louco não, desesperado — corrigiu ele, sem mais comentários. — Agora, se me dá licença, estou terminando de traçar nosso curso...

— Nosso curso! O que quer dizer com isso? Para onde vai me levar?

Num gesto impulsivo Lily agarrou o microfone do rádio que ele tirou da mão dela sem muito esforço. Lily percebeu que fizera uma bobagem, devia ter esperado ele se distrair. Agora, ele ficaria sempre alerta e possivelmente não teria outra oportunidade de se aproximar do rádio.

— Adam virá à minha procura! — ameaçou ela, com os olhos fuzilando.

— Como? De helicóptero? Porque de barco, duvido que ele nos encontre. Ele não conhece essas ilhas e os canais como eu conheço!

— Seu convencido! Pretensioso!

— Por que não trata de se acalmar? Vá fazer um cafezinho para nós, assim você se distrai. Também tem cerveja e refrigerante na geladeira, se preferir!

Lily ficou olhando fixo para ele, sem saber o que dizer, depois se afastou.

— Vou acabar odiando você, desse jeito! — disse Lily, ao se virar.

— Já é alguma coisa. É melhor do que indiferença — comentou, sem dar importância e concentrou-se no mapa de novo. — Ah, já ia esquecendo... tem um biquini lá no armário, é melhor se trocar, assim se refresca mais.

Lily teve vontade de contrariá-lo, mas já estava começando a se sentir mal de calor e arrancou a jaqueta, mal-humorada, assim que desceu para a cabine. Quando entrou, ficou boquiaberta com o que viu. Era um apartamento de luxo, em miniatura, confortável e bem decorado. Sem resistir à tentação, ela foi examinar o resto. Havia uma cabine com cama de casal e outra com duas camas de solteiro; cada cabine com banheiro conjugado e havia ainda um terceiro banheiro ao lado da cozinha. Havia, também, armários embutidos em toda parte e com a desculpa de procurar o biquíni, ela abriu um deles, mas estava quase vazio. Tinha apenas um par de tênis, uma capa impermeável e alguns tubos de oxigênio.

Voltou para a outra cabine e abriu outro armário ao lado de uma das camas de solteiro. Esse estava mais cheio: uma calça jeans, várias malhas grossas e um pijama de homem. Depois abriu o outro, em frente, e ali encontrou o que estava procurando: uma camisa de algodão e dois biquínis. Os biquínis eram ousadíssimos e ela imaginou, enciumada, que deviam pertencer a Corinne. Um deles era amarelo e Lily não gostou da cor, o outro era marrom e bem simples e ela gostou mais. Imagine se Corinne soubesse que Lily ia vestir uma coisa dela! Para não perder mais tempo, fechou a porta e tirou a roupa depressa. As portas não tinham chave e ela imaginou o que faria se James entrasse ali naquele momento. Mas ele não apareceu. Vestiu o biquíni e olhou no espelho. Serviu direitinho, aliás, ficou até melhor que o que costumava usar, admitiu ela com certa relutância. Mas era bem menor também... talvez muito escandaloso.

Com um suspiro, Lily vestiu a calça comprida de novo sobre a tanga e saiu do quarto, depressa, antes que resolvesse vestir a camisa também. Afinal, era tolice ficar com tanto pudor agora, depois da intimidade que tinham tido, aquele dia, no lago. A cozinha era tão bem equipada quanto o resto do barco. Havia um fogão, uma geladeira com freezer, pia, e vários utensílios práticos. As prateleiras estavam cheias de comida em lata, conservas e outros alimentos que não se estragavam. Até parecia que morava alguém ali naquela embarcação! Sem dificuldade, achou o café e a cafeteira, mas acabou decidindo que estava muito calor para se tomar bebida quente. Em vez disso, tirou duas latas de refrigerante da geladeira e subiu para o convés. O barco oscilava um pouco, à medida que enfrentava pequenas ondas, e ela viu, com certa preocupação, que já estavam bem longe da margem, em lugar que ninguém costumava navegar. À direita, estava a ilha conhecida como Gians Tomb. Passaram por ali e continuaram o curso e ela sentiu o coração palpitar ao ver diante de si apenas a imensidão das águas.

— Tome, eu trouxe refrigerante — ela disse, aproximando-se de James com certa relutância, e estendendo a lata que ele pegou sorrindo.

— Refrigerante? Ah, está bem... — Pelo tom de voz ela percebeu que ele teria preferido cerveja, mas antes que se oferecesse para trocar, ele abriu a tampa, deu um gole e enxugou a boca nas costas da mão. — Espertinha, não? Por que vestiu a calça em cima da tanga?

— Eu não sou como sua prima que gosta de ficar andando seminua por aí! — retrucou Lily, tensa, mas ele apenas sorriu e voltou a olhar o mapa. — Afinal, para onde você está me levando? Será que eu não tenho o direito de saber?

— É claro. — Ele indicou um ponto no mapa. — Aqui, é para onde estamos indo.

Lily deu um passo para frente e olhou ressabiada.

— Mas... aí são as ilhas!

— Isso mesmo. — Ele acabou de beber a coca-cola. — São as ilhas que eram usadas como pontos de vigia pelos Huron.

— Os índios? — Lily ficou impressionada sem querer.

— Exatamente. — James olhou para ela de novo. — Por que não pára de brigar comigo e aproveita o passeio?

— Eu deveria estar arrumando as malas...

— Ao inferno com essas malas! — James estreitou os lábios. — Você não vai embora, Lily!

Sentindo que era inútil discutir com ele, ela se afastou. De que adiantava irritá-lo, deixá-lo bravo? Estava sozinha ali, totalmente à mercê dele. Era melhor não provocar. Foi para o fundo do barco e ficou alguns instantes apoiada na grade, observando os pontos de referência sumirem na distância, depois estendeu-se ao sol. Estava lá, deitada, já há uns quinze minutos quando James surgiu. Lily estava de olhos fechados e só percebeu sua presença quando ele falou. Num sobressalto, imediatamente, ela se sentou.

— Está aproveitando? — perguntou James.

— Você não devia estar lá na frente, dirigindo esse troço? — retrucou ela, agressiva.

— Não se preocupe — disse ele, pulando por cima das pernas dela. — Eu liguei o piloto automático.

— Você se acha um gênio, não é? — disse, irritada.

A irritação era porque se sentia perturbada de vê-lo só de sunga e principalmente porque notara que ela o tinha olhado com admiração. Sem graça, ela virou de bruços e escondeu o rosto nos braços cruzados. Mas não era uma boa solução, assim não podia vê-lo e por conseguinte não podia saber onde estava e o que estava fazendo. De repente, um acorde de violão a fez erguer a cabeça. Virou de costas e procurou de onde vinha o som e não pôde deixar de ficar interessada ao ver James sentado, dedilhando o instrumento. Estava com as pernas cruzadas, apoiando um tornozelo sobre o joelho, e tinha o violão apoiado nas coxas. Lily não parava de olhá-lo e ele olhou-a de relance antes de começar a tocar uma música.

— Você sabe cantar, também? — disse, apoiando-se nos cotovelos.

Ele não respondeu e continuou tocando. Com um suspiro, Lily sentou-se de pernas cruzadas, olhando para ele com certa impaciência.

— É... até que você toca bem! O que é isso, música para aplacar o meu rancor?

— Não, música para aplacar o desejo...

Lily enrubesceu. James não disse mais nada, continuou tocando por algum tempo, depois ergueu-se, deixando-a ligeiramente apreensiva, pulou por cima das pernas dela de novo e se afastou. Os pés descalços não faziam o menor ruído. Depois de alguns instantes, Lily resolveu ir atrás dele. James estava na parte de comando e ela percebeu que estavam se aproximando de uma ilha. Ficou observando, fascinada, enquanto ele manipulava com habilidade todos aqueles instrumentos, dirigindo o barco. A marcha dos motores foi diminuída e o iate entrou devagar por um canal até a enseada. Quando chegaram a uma certa distância da praia, James desligou os motores e soltou a âncora. Fez-se, então, um silêncio total, que chegava a ser enervante.

— Baía de Iroquois — informou ele, virando-se para Lily. — Os índios Huron foram praticamente varridos daqui pelos Iroquois, embora falassem a mesma língua. Mas as pessoas são assim mesmo, não é? Estão sempre vendo inimigos onde não há.

— Imagino que tenham tido um motivo — disse Lily, observando as colinas cobertas de pinheiros que se viam ao longe.

— Ah, sem dúvida. Eles eram inimigos, no comércio de peles. Mas os Huron eram uma tribo muito mais pacífica. Fizeram amizade com os franceses e com os jesuítas. Muitos deles foram catequizados. Os Iroquois, entretanto, eram muito mais hostis e não queriam ser civilizados.

— Por que você está me contando essas coisas?

— Para mostrar a você que uma hostilidade constante impede o desenvolvimento de um bom relacionamento! — Ele sorriu, examinou mais uma vez todos os instrumentos, depois dirigiu-se para o convés, perto de onde ficava o bote salva-vidas. — Quer nadar até a praia ou prefere ir de bote?

Lily suspirou.

— Prefiro não ir até a praia. — Consultou o relógio de pulso. — Já é quase meio-dia. Não seria melhor voltarmos?

James cruzou os braços e ficou esperando, paciente, como se quisesse dizer que ela teria que ir à praia de qualquer jeito.

— Está bem! — disse, impaciente. — Vamos de bote, então.

— Certo.

Ele baixou o bote até a água e desceram a escada do iate para entrar nele. O bote balançava e Lily ficou nervosa, mas recusou-se a dar a mão para James. Tocá-lo só iria dificultar as coisas, era muito arriscado e era melhor evitar. James entrou no bote com agilidade e foi ligar o motor de proa que custou a pegar. Quando olhou para Lily de novo, ela estava pálida.

— O que houve com você? Não está com enjôo, está? Talvez esteja com fome. Você tomou café hoje de manhã?

— Não. Não como nada desde ontem à noite.

Ele não disse mais nada e em poucos minutos estavam na praia. Assim que o bote parou, Lily ergueu-se, ansiosa para descer em terra firme e perdeu o equilíbrio. A cabeça estava rodando e ela sentiu-se tonta. Tentou segurar-se, mas acabou caindo na água. Em poucos segundos o jeans estava encharcado e antes que conseguisse controlar a situação e voltar à terra, James mergulhou ao seu lado e trouxe-a para a superfície.

— Sua maluca! — disse, entre dentes e quando chegaram onde dava pé ele a carregou até a praia. Colocou-a deitada na areia e começou a abrir o zíper do jeans.

— Ei, o que pensa que vai fazer? — disse, agarrando a cintura da calça, mas ele empurrou as mãos dela.

— Fique quietinha, aí. Não pode ficar com isso, molhado desse jeito! Mas se está tão desesperada, posso ir buscar uma calça minha para você vestir!

Na verdade o contato das mãos dele em seu corpo, causavam um enorme prazer, mas Lily não podia deixar de pensar, com amargura, quantas garotas ele já não devia ter despido. Ele se ergueu com a calça dela na mão, contemplando-a, com um olhar perturbador.

— E, então, como se sente? Quer que eu vá buscar uma blusa ou qualquer outra coisa?

— Não. — Ela afundava as mãos na areia macia, brincando com os grãozinhos. Sabia que agora seria tolice fazê-lo ir buscar uma roupa e se vestir. Tinha se refrescado, afinal. — Eu estou bem, pode ir fazer o que tem a fazer. Eu fico aqui.

— Eu não tenho que fazer nada — sorriu ele. — Venha, vamos nadar. A água está ótima!

— Vai você — ela disse, sem olhá-lo. — Eu quero tomar sol para me bronzear.

James suspirou.

— Olhe aqui, vamos aproveitar, agora que estamos de estômago vazio; daqui a meia hora vamos almoçar.

Ela fingia que não ouvia.

— Lily, não me provoque! Como é, você vem sozinha ou quer que eu a carregue para a água?

Num segundo, ela ergueu-se, sacudindo a areia das pernas e olhou para ele em silêncio. James deu de ombros e se afastou. Ela ficou olhando-o se afastar com aquela leveza e elegância no andar, o corpo harmonioso e bronzeado, e seu coração começou a bater mais rápido. Era tão excitante estar ali, sozinha, com ele! Mas, então, lembrou-se de Adam, de como devia estar preocupado e bravo e o encanto se desfez. Lily andou um pouco pela praia antes de entrar na água, mas não adiantou nada. Quando, afinal, mergulhou, James surgiu nadando perto dela.

— Fique longe de mim! — disse, crispando os lábios.

Mas ele nem lhe deu ouvidos, começou a brincar de mergulhar e ficar bastante tempo em baixo d'água, surgindo depois nos lugares mais inesperados. Ela acabou esquecendo a raiva e começou a se divertir.

— Está melhor agora? — perguntou ele, boiando de costas ao lado dela.

— Acho que sim.

— Não está se divertindo?

— Talvez... mas eu não devia estar.

— Por que não? — Uma sombra toldou os olhos dele. — Não, não responda, por favor. Eu não quero ouvir.

Lily suspirou.

— A... a sua tia não vai se preocupar por você ter saído assim?

— Ela sabe exatamente onde eu estou — sorriu ele. — Bem, talvez não saiba exatamente o local, mas sabe com quem estou.

— Como é que ela sabe? — Lily franziu a testa.

— Eu contei, ora.

— James, mas...

— Vamos apostar corrida até a praia? — disse, rindo.

Imediatamente ela o empurrou e se pôs a nadar com rapidez. Lily chegou à praia exausta e olhou em redor, procurando-o. James não estava em lugar algum. Afastou o cabelo do rosto e espremeu o excesso de água, esperando que ele surgisse. Os minutos passavam, entretanto, e ele não surgia. Lily começou a ficar aflita. Onde estava James? O que acontecera? Não podia ter sido o empurrão que dera! Percorria com o olhar toda a extensão da pequena praia e nada! A água estava calma, sem o menor sinal de alguém nadando.

— James! — disse, meio vacilante.

Depois começou a chamar mais alto, várias vezes em seguida, aflita. Sentiu um aperto no coração ao pensar que algo pudesse ter acontecido a ele.

— Parece que ouvi alguém me chamar...

A voz, às suas costas, fez com que ela se virasse num sobressalto, e ao vê-lo, suspirou de alívio. Por um instante o fitou intensamente, todos os sentimentos estampados com nitidez no olhar. Depois, perguntou, ainda com voz preocupada de susto:

— Onde você estava? Eu procurei na água...

Ele apontou para as pedras no fim da enseada:

— Só queria ver se você sentia a minha falta — sorriu.

— Ah, e eu pensando que você tivesse se afogado! Quase me matou de susto! — disse, com voz trêmula e ele parou de rir.

— Ei, você ficou mesmo tão preocupada assim?! — perguntou, percebendo a perturbação dela. Segurou-a pelos ombros e balançou a cabeça. — Lily... meu amor! Eu não queria assustar você. Desculpe. Eu sou um desastrado mesmo, faço tudo errado! Não mereço que você fique preocupada comigo! — Puxou-a para seus braços e encostou o rosto no ombro dela. — Eu não magoaria você por nada nesse mundo, Lily.

— Você não tinha dito que íamos almoçar? — perguntou, trêmula, tentando quebrar a magia daquele contato.

O calor do corpo dele começava a incendiar o seu e Lily temia não resistir por muito tempo mais aquela atração. As pernas começaram a amolecer e o coração a pulsar mais rápido. Estava com vontade de abraçá-lo, de afagar aquele cabelo escuro e beijar a boca macia dele... Quando ia tomar a iniciativa do gesto, ele ergueu a cabeça e afastou-se um pouco para contemplá-la.

— Almoçar? Ah, é! — o olhar de James era doce e acariciante. — Está bem, vamos almoçar, então. Temos tempo de sobra, não é?


Olá meninas! Como prometido não demorei muito dessa vez :) Concordo com você Joana Patricia é impossível resistir a James, nossa Lily está perdida ;) F. TomokoLeMarie, bondade sua tantos elogios, eu adoraria mandar Anthea para uma ilha isolada, mas preferi mandar Lily e James, você me entende, não é? ;D ClauMS, James não se aproximou mais de Lily na festa para não causar mais problemas, mas agora os dois sozinhos no Espirito do Atlântico, ele causará problemas y otras cositas mas ^^ É Dafny esperamos que ele convença Lily a ficar e que ela de fato fique. Obrigada meninas pelas reviews, beijos. Hi L-P Almofadinhas, here is the new chapter, hope you like it, good read. Kisses :*