E suas paredes quentes ao redor do pênis gelado, esfregando seu próprio pênis quente, e o próprio calor do vidro da janela enorme de corpo inteiro, gritando e resfolegando em meio a estocadas frenéticas e animalescas, batidas e mais batidas colocando toda a extensão de seu pênis dentro e fora com fúria e mais e mais velocidade.

- Seu puto... – Engasgando sendo abraçado e apalpado em meio ao estocar de seu ânus. – Seu maldito. – Engasgou em meio as investidas frenéticas do pênis de Caim.

- Você gosta desse puto. – Disse lambendo o lóbulo de sua orelha em meio as estocadas frenéticas. – Gosta desse maldito. – Dizia empurrando e abraçando seus quadris e cintura bombeando seu pênis com a mesma velocidade das investidas. – Tentando fugir do meu pau, como sempre, não e mesmo, Bruce? – Dizia. – Mas eu tenho algo para dizer... - Chupando e lambendo seu pescoço. – Voce não vai fugir de mim, você me pertence, pode correr, mas seu corpo ira desejar meu toque, ira implorar por meu pau, você irá lembrar, reagir a minha presença. – Ele resfolegou em meio a seus toques e batidas frenéticas. - E isso e impossível. – Rosnou em meio a golpes certeiros diretamente em sua próstata. – Seu toque... – Rosnou. – Isso nunca irá acontecer. – Disse.

Seu hálito quente formando na janela em contraste, seu rosto sendo puxado torcido e o beijando, seus lábios tocando com fome e lava, e chupando o lóbulo de sua orelha, mordendo seu pescoço, com o hálito frio que sentia em seu pescoço, beijava seus lábios, em meio as estocadas, ele se sentia uma prostituta de alta classe, não passava mais que uma noite de ser fodido, ele engasgou em meio as estocadas de sua próstata com fúria e velocidade, o empurrou, mas em vão ele foi prensado na parede sentindo o pênis duro, liso e frio entrando e saindo dentro e fora, estapeando suas nádegas, e tentou chutar com as mãos para apenas ter as pernas afastadas mais, o homem em meio ao beijo de seus lábios ele empurrou mais fortemente mas ele foi puxado e assim caindo em seu colo sendo empalado e nessa hora ele foi abraçado, em meio ao sobe e desce, ele tentou se desvencilhar, puxar, mas suas mãos foram presas uma atrás das costas, o homem tentou correr, de lado sendo preso, tentando engatilhar longe, os tapas de pele contra pele, e assim ele sussurrou em meio ao sobe e desce. – Você não vai escapar. – Seu hálito quente em contraste com o hálito frio do vampiro, e tentando engatinha, com o pênis dentro dele empalando o homem menor. – Voce não poder fazer isso comigo... – Tentando falar, mas ele não teve chance. – Voce não vai escapar. - O homem virou ele de lado e levantando umas de suas pernas ao alto, em meio ao bater de seu pênis diretamente em sua próstata, e batendo seus testículos em sua bunda, segurando em seus quadris empurrando e puxando sussurrando em seus ouvidos ele tentou se soltar, se contorcendo, virando o corpo, mas em vão, e assim ele tentando se levantar ele por breves segundo segurou e torceu o pênis de dentro dele e engatilhando e correndo de longe ele ouviu um rosnado e ganido de dor, a forma como ele torceu doeu ate mesmo nele.

Ele correu pela sua sala e colocou as calcas abotoando o mais rápido que podia, e andou o mais rápido que podia com a dor de sua entrada ele correu ignorando o homem caído segurando seu pênis, e correu em direção a saída do prédio, quando chegava ao final do corredor e descendo as escadas de emergência, ele foi pego puxado e abraçado prensado em uma das paredes da escadaria de incêndio e ele o beijou com fúria, forçando a abrir as pernas e sendo posto de quatro nas paredes ele tentou fugir, chutando o homem que segurou suas pernas e virou rodando o homem que empurrou e assim ele correu. – Voce me pegou desprevenido. – Disse com raiva. – Vou foder aqui, mesmo. – Não... Não vai. – Disse em aviso, em meio a isso engasgando, ele chutou e esperneou e suas pernas presas ele foi prensado e tentou chutar, mas Caim segurou suas pernas, e assim empurrando em direção as escadas, e sendo colocado de quatro no meio da escadaria, ele teve novamente suas calcas arriadas abertas, ele tentou cabecear batendo e chutando como um animal selvagem, arrastando as calcas ao fundo em seus calcanhares, com um chute em e vontade apalpando seu corpo e assim o homem o atacou agarrando sua bunda e rasgando suas roupas, ele havia dito, e assim empalou o homem menor abaixo dele, empurrando com tudo dentro de seu ânus o seu pênis gelado e duro empurrando e estocando com forca estocadas frenéticas.

Ele sentia ondas de eletricidade que percorriam cada poro luzes segando sua visão, ondas de eletricidade que percorriam cada poro, suor escorrendo cada parte, o calor, as chamas enlouquecedoras, e o prazer que se alastrava por seu corpo, sua visão cheia de um branco ofuscando, gritando roucamente.

Seu aí e ui, gritos frenéticos e lamentos mais e mais altos e escandalosos, gemendo e resfolegando reverberando pela escadaria causando ecos agudos e sonoros.

- Alguem poderá nos ouvir... – Engasgando em meio a gritos e engasgos e resfôlegos e seus golpes em sua próstata.

- Ninguém irá, nos ouvir, eu adoro seus gritos. – Em meio ao processo de estocadas o vai e vem, seu pênis dentro de fora. - Adoro como e ter meu pênis dentro de você, e tão apertado e suculento, você não ira fugir de mim, a não ser que eu permita. – Disse chupando seu pescoço.

E nessa hora ele abriu, mas as pernas e em meio a isso de quatro, sendo fodido em um lance de escadas, e espalhou suas pernas segurando em uma das escadas acima e suas pernas embaixo, montando em cima dele empurrando com a pélvis, um bate e volta, ele o empalou, empurrando seu pênis, e assim ele começou um vai e vem frenético, ele estocava sua próstata entrando e saindo de dentro dele.

Ele gritava a cada batida cada estocada sem chances de se levantar, sem qualquer coisa que o ajudasse a sair da escadaria de incêndio. - Seus gritos são tao gostosos, você me pertence, eu quero você apenas para mim. – Rosnou em ouvir seus gritos gostosos. - Em meio a suas estocadas dentro e fora, ele batia e batia num ponto que o fazia ofegar, gritar e a gemer, ele gritou roucamente e assim sua camisa rasgada ele gemeu e cabeceou em vão e tentou se soltar, apenas para uma mão prensando sua cabeça, ele tentou se soltar resfolegando seu próprio hálito quente em meio ao hálito frio do vampiro.

- Que tal uma brincadeira de pega e pega. – Perguntou Bruce tentando se soltar.

- Que tipo de jogo e esse. – Perguntou em meio a foder o rabo apertado de Bruce em seus braços segurando seus ombros e uma das mãos bombeando seu pênis.

. – Se... – Uma estocada atrás da outra ao falar. - Voce conseguir... Me pegar... – Dizia lambendo seus lábios. – Uma brincadeira. – Dizia em meio as estocadas. –

- Pode usar seus poderes, se preferir. – Resfolegou e assim ele tentou empurrar, tentou soltar o aperto do homem o pênis dentro de si. – Um pega pega. – Gemeu.

Ele concluiu por ele dizendo em seguida em meio ao fato de descer por seu corpo e passando as mãos em seus quadris. – Eu aceito essa brincadeira de gato e rato. – Disse.

- Mas, antes ele segurou suas roupas aberta se as rasgou como trapos e assim ele falou. – Voce pode correr, pode tentar se esconder. – Dizia. – Mass.. – Completou. – Seu eu pegar você... – Lambendo os lábios e dando uma última estocada antes de soltar o homem nu e dizendo antes de tudo. - Você será meu e eu fodo no exato local que o pegar. - Disse levantando. – Você tem cinco minutos de vantagem – Dizia.

- Você não precisa fazer isso, na verdade você deveria dar mais de cinco minutos de vantagem.

- Está bem, - Dizia. – Dez minutos de vantagem – e assim ele desapareceu envolto de nevoa espeça.

Ele se levantou cambaleando, e por breves momentos seus pensamentos voaram, ele pensou como formular um plano, um plano a vencer, mas estava completamente nu, numa escadaria de sua própria empresa, a poucos minutos do centro do final da rua, ele foi fodido e se não corresse... E se não corresse seria fodido no mesmo local, então ele desceu as escadas, o mais rápido possível, entre a escadaria e quando saiu percebeu que Caim, levou muito a sério essa brincadeira, quando percebeu a sua volta, que uma especa nevoa cobria tudo a sua o ceu e a sua frente, a sua volta as pessoas paralisadas algumas caindo inconscientes, a sua volta os carros paravam, não era um jogo, tao simples ele estava trapaceando...

Isso não era o que ele esperava ele... como se o mundo estivesse em câmera lenta... Como que o mundo e as ruas a sua volta coberto por nevoas grossas e densas... Ele estava usando seus poderes para manipular o terreno a sua volta... Vampiros o ajudando e encurralando o perseguindo... Ele correu para sua vergonha nu, quando sentiu um vento cortando e logo ele foi em direção a uma loja de roupa e pegou as roupas de uma vitrine e pegou qualquer roupa que pudesse, vestindo as pressas e sendo perseguido por zumbis, como parecia que ele fazia as regras, e como a sua volta um vento cortando, teve suas roupas rasgadas e logo vários fiados novamente ao que sobrou ele correu... Não era o que esperava correndo desabalado ao virar a esquina... Perseguido por monstros, correndo desesperadamente por vielas, Bruce Wayne parecia perdido, e mais que um sonho onde nada mais que dormindo, entorpecido pela nevoa, mas ainda assim cujas calcas rasgadas eram tomadas pelas nevoas escura, e camisa aberta, desaprecia, mas se não fosse o fato de se esconder em um prédio próximo, mesmo assim perseguido ele subiu não vendo saída se escondeu, encontrando uma corda no parapeito da sacado, subindo e vendo a sua volta monstros ao redor, quando resolveu pular para longe em outro prédio, do local ele quase cair de um prédio, aos poucos tardiamente percebeu que nem o seu gadget iria ajudar, tentava a todo custa, mas antes de chegar ao chão ele logo foi pego por apenas um braço preso em uma viela cercado de mortos ensanguentados, posicionado em cima de uma caçamba fechada ele viu enquanto prensado a parede o próprio vampiro teve suas calcas arrancadas não dando valor a sua própria roupa, suas pernas abertas ao alto ele olhava com olhos nublados, era o mesmo homem o mais belo a cada vez que o pegava que o fodia e violava seu corpo, alto olhos vermelhos sangues, corpo escultural esculpido em mármore...

Via a noite estrelada escura como breu cuja lua de sangue se projetava ao céu alto sua camisa aberta e rasgada o homem acima dele o prensava na parede acima da caçamba ele tinha apenas uma enorme capa de pele vermelha cobrindo suas costas, e abrindo revelando seu corpo e pênis arrancando suas calcas uma perna acima de seu peito ao alto e outra aberta de lado com apenas um empurrão em meio a monstros observando a acao rugindo e silvando ao redor...

Seu grito era abafado por cada uma delas logos negros como a noite surgindo nas sombras, olhando com seus olhos brilhantes e amarelos, e agora vermelhos como sangue, percorrendo e caçando a sua volta enquanto o homem nu cujas asas de morcego se projetavam acima de suas costas empurrando sua pélvis entrando e saindo parcialmente deitando, o homem segurava na parede com as suas mãos acima de sua cabeça rosnando com os movimentos de vai e vem entrando e saindo cada vez mais rápido, ele rugia e rugia em meio a seus gritos estridentes e abaixando e reivindicando seus lábios nos deles...

...Logo em cima esfregando seus corpos e sua calca da armadura peitoral e revelando apenas o resto de seu corpo e o enorme pênis de seu algoz, ele teve suas roupas completamente rasgadas como trapo a abaixado as mãos e levando ao apalpar seu corpo, até seus calcanhares, seus membros em contato direto friccionando cada um, com crescente agilidade e ferocidade ele teve seu corpo chupado e lambido, mordido e o apalpar de seu corpo quente em contraste com a pele geladas de Caim, e observando a sua volta seres humanos jogados a sua volta nada mais que bonecas de pano, em algum canto como um pano de chão e nas vielas e ruas a sua volta, tudo parecia nada mais que fantoches humanos sem cordas e caindo ao redor e alguns andando como zumbis.

...E logo ele teve suas pernas afastadas levantadas ao alto seus corpos em movimento sem qualquer preparação, ele o penetrou de uma vez recebido por batidas frenéticas e constantes.

Por gritos estridentes e engasgados e em movimento frenéticos e ferozes, eram ferozes e animalescos, gritos, lamento e rugidos, beijos, lábios bocas sendo saqueadas, beijo de lábios carnudos, suas unhas arranhando seu peito de seu vampiro, seus braços sendo presos a parede a corpo pulando, pélvis sendo empurrado tapas estridentes de corpos contra corpos ele sentia empurrado e puxado gritos e mais tapas de seus corpos...

... Com violência, empurrando e empurrando, batendo com tudo em seu interior, estocando com ferocidade e agilidade, atingindo um ponto onde o fazia gritar e a gritar, seus gritos descompassados, seus gemidos, seus lábios tomados nos do vampiro, seus dentes cresciam se alinhavam e com uma única mordida, seu grito ainda maior, seu olhos se reviravam nas orbitas, ondas e mais ondas de prazer, e eletricidade que percorriam cada parte de seu corpo, o sangue era drenado e logo um de seus braços soltos, os dentes abocanharam o pulso do monstro e este forcava a engolir seu sangue, em meio as estocadas fundas onde batiam dentro e fora de seu corpo e seus corpos se esfregando, em tapas de pele contra pele, e movimentos frenéticos, estalados, estridentes e ferozes como que ouvindo vozes sussurros uivos e gritos rugidos da fera em cima dele caindo na inconsciência...

Em meio a seus gemidos e gritos, suas mãos tentando empurrar o corpo largo do homem sem sucesso, olhando para seus olhos vermelhos, suas pernas bem abertas, seu pênis duro dentro e fora empurrando, em direção a parede estocando com forca, tapas sucessivos, estocadas fundas e empurrões, e corpo contra corpo, golpes certeiros em seu interior olhando em seus olhos hipnotizados...

Seus ofegos, resfolegando em cada golpe, levantando seus quadris com forca de golpes de pele contra pele, ondas e mais ondas de eletricidade, percorrendo seu corpo, tapas de pele contra pele, estralando e seus braços seu voltavam na parede atrás de si, tentando se apoiar sem sucesso, engasgando com cada golpe, seu pênis duro e pingando, suas paredes internas esticadas e abertas engolindo o pênis enorme, que entrava e saia com brutalidade com velocidade, espasmos de seu interior, para cada golpe, abrindo e fechando apertada expandindo e expandindo, ele gritava descontroladamente igualando a violência dos golpes, e sem qualquer misericórdia, empurrando e empurrando batendo e batendo, atingindo sem descanso a sua próstata ate que ele veio esguichando em seus estômagos, e enquanto o homem não parava de bater atingindo um feixe de nervos que o fazia gritar e a gemer, em meio as batidas, seus lábios e dentes pontudos indo até seu pescoço ele o mordeu, sorvendo se sangue e lambendo como vida como um sacrifício e o fazendo engasgar, seus lábios reivindicados os seus, uma batalha de língua e vontade e assim sentindo a umidade em seu interior, e caindo na inconsciência em meio a seu último grito e forçando a engolir seu sangue de seu pulso cortado, com seus próprios dentes bebendo forçando a engolir e a engolir antes que terminassem novamente, a nevoa o engolfou cobrindo a sua volta e o envolvendo assim transportando em direção a sua mansão com que por magica de sua nevoa.

... Caindo em uma cama hipnotizado ele olhava a lua vermelha, via seu corpo nu embebido em sangue ele via olhos, milhões de olhos vermelhos observando da janela criaturas dilaceradas penduradas por suas grades observando abrindo e entrando vendo e tocando seu corpo paralisado...

...Mas sim, seu corpo apalpado por milhares de mãos e entre elas de seu vampiro, Caim, chupando seu pênis, espalhado como uma oferenda a Caim, como sendo um presente, espalhado em sua enorme cama, ele olhou ao redor e via a imagem ainda viva de seu predador, que o acuava e fazia sexo com ele tantas vezes, ainda dentro de sua mente, dentro de seu corpo, empalando espalhado, reivindicando cada parte cada pedaço, ele se via cheio de cicatrizes, e o cheiro, o aroma de sangue, vinho, almíscar, uva e mel, o cheiro de sexo, impregnando o ar a sua volta, e a imagem fixa de um belo homem, mesmo imaginário ou não, e o aroma de sangue e sexo.

A dor que se seguia sem as incisões, ainda deitado no em seu quarto, dentro da mansão, em cima das cobertas remexidas em movimento de seus corpos, unidos em batidas constantes e erráticas, sons de tapas pele contra pele, gemidos, engasgos e resfôlegos e olhando o céu noturno, enquanto que o vampiro estocava entrando e saindo, ele sentado entre suas pernas, cujo pênis o estocava e suas pernas erguidas, ao ar pesado, suas pernas espalhadas sendo observado por monstros a sua volta, e seus braços sendo presos segurando ao redor de si em lençóis, na cabeceira da cama e o vampiro abaixando, chupando e beliscando seus mamilos e o lambia e chupava seu pescoço, beijando seus lábios e empurrando a pélvis em movimento cada vez mais brutais.

Seu gritos e resfôlegos a cada estocada, atingindo sem misericórdia sua próstata, a cada estocada a cada entrar e a sair, enquanto que ao céu de sua cidade resplandecia, uma imensa lua em Gotham, ainda era seis horas da tarde, o sol havia sido substituído por uma imensa lua de sangue, ele olhou as nuvens especas ao redor da imensa lua cheia de sangue, e a chuva que caia como um riacho de sangue ao redor, o sonho decorrente de dias atrás, como que pego em um sonho, e com o sexo com o vampiro.

Era a sexta noite dessa sena de sexo, seu sexo, primeiro ele não aguentava mais, não ouvia isso, além de rosnados e resfôlegos, tanto dele quanto do vampiro, ouvia um orgasmo os rugidos das feras a sua volta, e suas folhas sujas e remexidas, e seu corpo doendo de prazer inacabado, sua ereção matinal presa entre seus corpos e estomago, tentando se aliviar sem sucesso.

Agora ele era estocado com forca e ferocidade os rosnados do vampiro acima dele, segurando e apalpando suas cochas e lambendo seus lábios, e dirigindo suas mãos em seu pênis bombeando com a mesma velocidade animalesca de seus golpes certeiro, e selvagens em sua próstata com cada golpe, cada rosnado e cada entrar e saindo.

E tapas de pele contra pele, rosnado e pênis duro espasmos de seu interior se contraindo em volta de seu pênis, sentia cada veia cada nervo de seu pênis frio dentro dele em contraste com suas paredes quentes ao redor do pênis dentro dele, suas respirações resfolegadas e intensas, ele gritava sem qualquer controle e vergonha.

E ele gritava a cada estocada, ele ejaculou um tiro profundo e alto entre seus estômagos, enquanto estocava e estocava, atingindo o feixe de nervos dentro dele, onde o fazia ver estrelas, seus olhos se revirarem em suas orbitas e ondas de prazer, ondas de eletricidade que percorrerem seu corpo, cada nervo cada poro em choque dentro dele, enquanto que bombeava o seu pênis, o