No capítulo passado: Sebastian leva Ciel para conhecer sua nova mestre, uma bela moça de 15 anos chamada Elisandra Hargreaves. Depois de acertarem todos os detalhes da nova vida dos demônios eles seguem para a casa da moça.

Kuroshitsuji III

Ciúmes é uma prova de amor, de possessividade ou fruto da falta de confiança?

Em exagero correi e destrói, é como apertar um punhado de areia na mão: quanto mais se aperta, mais a areia escorre pelos dedos. Mas quando não existe pode ser confundido com falta de interesse e indiferença.

Sendo assim, qual é o limite? Quando o ciúmes começa a destruir? Quando sua falta demonstra o fim?

Cap 7 – Além do pedido de vingança

A primeira coisa que Ciel pensou ao ver a Mansão Hargreaves foi "não gostei desse lugar". E ele tinha vários motivos para isso:

1º. Aquele lugar era próximo demais da casa de Madame Red. Como vizinhos, frente a frente. E Ciel odiava ver a casa de sua falecida tia por várias das janelas da casa de Hargreaves.

2º. A decoração e o estilo em muito lembravam sua própria mansão, até a arquitetura e os jardins!

3º. O excesso de objetos estrangeiros, tantas e tantas coisas orientais expostas em cada canto, não o deixava esquecer o rosto de Lau e Lan Mao [1].

4º. Era difícil não pensar em Meirin ao ver os cabelos vermelhos de Luísa, mesmo que a empregada em nada mais se assemelhasse com a antiga atiradora.

5º. O fato de Joana ser indiana não ajudava em nada a esquecer o passado.

6º. A casa tinha 4 gatos!

Era preciso mais motivos para querer sair dali o mais rápido possível?

Quando tudo parecia gritar "lembre-se do seu passado e quem você foi".

Só que Ciel Phantomhive nunca fugiria de uma situação como essa. E se Ciel podia enfrentar anjos e demônios por uma vingança podia muito bem lidar com algumas lembranças.

Já Sebastian parecia completamente neutro e perfeitamente adaptado a nova situação, integrado aos serviços da casa e a rotina e estava sempre com um maldito gato no colo! Sempre junto dos felinos e de Elisandra. Agindo como se não notasse como tudo era estranho e inexplicável ali.

A começar pela própria Elisandra Hargreaves.

Ela era calma demais e muito meiga, muito diferente das mulheres com as quais convivera quando jovem, e parecia que qualquer um poderia manipulá-la. Era impressionante que ela conseguisse manter os negócios do pai com aquele jeito gentil e inocente, como se não houvesse maldade no mundo! Era ilógico demais! Aquela moça, chamada por todos de Liz, em nada se assemelhasse ao tipo de garota que recorreria a um demônio ou a simples palavra vingança. A começar pelo fato dele próprio estar ali. Como uma inocência tão transparente poderia esconder um ódio tão intenso quanto aquele que atraíra Sebastian? Quem aquela moça poderia odiar tanto, ou o que ela tanto poderia desejar, a ponto de ter sua alma consumida por isso? Ciel de forma alguma conseguia ver nela aquela sombra de desespero que preenchera seus olhos e, anos antes, também preenchera os olhos de Alois Trancy.

Aquela garota não tinha como ser uma contratante!

Mas era e Sebastian tinha deixado isso bem claro em palavras que ele não conseguia esquecer. Palavras ásperas que lhe diziam claramente que não entendia porque ele havia pressuposto que mulheres não podiam invocar demônios, que nada havia de errado em Elisandra que ela apenas tinha uma família que queria proteger e para a qual precisava sorrir.

O senhor mesmo não se esforçava em alegrar lady Elizabeth para que ela não sofresse ao ver o quanto tinha mudado? – Sebastian havia lembrado.

Mas, Ciel sabia o quanto a dor o havia mudado e ele não via dor nos olhos azuis que o olhavam sem medo.

Outro detalhe que não gostava na moça.

E eram muitos os detalhes que não o agradavam quando o assunto era Elisandra Hargreaves!

Uma menina com um sorriso idêntico ao de sua mãe. Era tão bela! Excelente cantora e pianista, mas tão ruim de dança quanto ele um dia fora, desastrosa em qualquer trabalho manual. E ele não saia de perto de Sebastian!

Sentia raiva da cumplicidade que parecia haver entre eles, fruto do conhecimento que Sebastian tinha e ele não. Queria saber porque estava ali, mas tudo o que via era uma família feliz, numa casa que parecia invocar lembranças a todo momento e nada que justificasse sua presença na casa.

Lembranças que vinham da casa, da decoração, das pessoas.

Pessoas que pareciam respeitar Elisandra ao extremo e fazer de sua palavra lei, coisa que em nada combinava com seu jeito doce.

Pessoas que despertavam seu interesse, curiosidade e incompreensão.

Ciel se sentia como o empregado no qual havia se transformado, apenas mais um abandonado pela casa, limpando aqui e ali, num serviço sem fim (não importava quantas vezes limpava, a poeira sempre estava de volta!), ajudando Luísa, a única empregada da casa. E isso era algo muito peculiar. Porque a mansão tinha apenas duas empregadas? Isso não era comum, não quando não se tem um demônio (ou vários) para cuidar de tudo, mesmo que a mansão de Hargreaves fosse menor que a sua, ainda era muito grande para apenas uma pessoa cuidar!

Era tudo tão fora do normal ali! Aquele clima familiar e harmônico não combinava em nada com os dois demônios que agora habitavam a mansão irradiada de luz e plantas e música e pássaros e sorrisos e crianças correndo!

E por mais que tentasse não pensar não conseguia. Em cada cômodo, em cada lugar, em cada espaço, tudo lhe dizia que aquele ambiente não combinava com ele.

As únicas vantagens daquele inferno pessoal? Ali ele não era mais um jardineiro (não que tirar o pó fosse muito melhor do que ficar remexendo a terra e cortando mato) e tinham, ele e Sebastian, quartos próprios. Lado a lado e livre de gatos!

Gatos. Não adiantava, não gostava dos felinos (o que parecia ser recíproco, pois nenhum dos bichanos havia se aproximado dele em momento algum). Odiava vê-los ronronando no colo de Sebastian o tempo todo ou o modo como o mordomo os olhava e os afagava. E odiava mais ainda o sorriso doce que Elisandra dirigia ao mordomo nessas horas, sempre retribuído pelo sorriso que era a marca registrada de Sebastian.

Aquele clima em volta deles...

Era irritante.

Sebastian, que tanto parecia com seu pai, Elisandra, que sentava e sorria como sua mãe. Os olhos deles, que trocavam confidencias que Ciel desconhecia. Um belo quadro na sala de música que irritava o pequeno.

Elisandra, que tinha o mesmo sorriso consumido antes pelo fogo e amava a prima como a uma irmã mais nova. A prima que era tão diferente dela como sua mãe era diferente de sua tia.

Alexandra Gallagher, a garota que sempre era chamada de Al, a única filha de Elaine, irmã mais velha de Alexei, o pai de Elisandra. A "irmã mais nova" que Elisandra adotara desde que ambas passaram a morar juntas, devido ao falecimento dos pais de Alexandra. Alexandra, a moça que, como Madame Red, pouco se importava com o que os outros pensavam e sonhava em ser médica. O oposto de Elisandra: cabelos negros idênticos aos da prima, os mesmos olhos azuis, mas puxados como os de Eliot, a pele mais escura de todos, apesar de ainda ser branca, os lábios sempre pintados de rosa, um corpo muito mais desenvolvido que o da prima, com seios grandes como os de sua tia, mãos longas e finas, sem nunca esconder o que pensava ou queria, amante dos cavalos e do ar livre, completamente independente e chamativa. Sensual e mulher, não inocente e criança, como a loira da casa. Uma bela dama que era completamente indiferente com Ciel e imune ao charme de Sebastian. Uma moça arrogante e forte que possuía os olhos de alguém que faria qualquer coisa por um ser amado. A única naquele casa com olhos frios o suficiente para portar a marca do contrato dos demônios, aquela que menos sabia sobre o novo mordomo e seu pequeno irmão, chegados a pouco mais de um mês.

A moça que ria como sua tia e sabia fazer as mesmas expressões enigmáticas.

A melhor amiga de Elisandra.

A única pessoa que conseguia compreender naquele lugar.

E não era como se houvesse muitas pessoas com as quais conviver e não entender naquela mansão.

Eram poucos.

Uma criança, uma mulher e dois irmãos.

Dois irmãos parecidos demais quando o assunto era deixar Ciel sem saber o que pensar.

Eliot, o irmão mais novo que muito pouco lembrava a irmã, apesar de ser tão belo quanto, e que a amava de forma muito profunda, o menino de olhos puxados e bicolores, como os seus, o garoto de cabelos prata, curtos, com franja longa e meio revoltos, o menino que possuía um olho dourado e outro azul, lábios finos e pele alva, alto e magro, andrógino, com mãos fortes e delicadas, dorminhoco, galante, desligado e esquecido, um rapaz que nunca cumpria seus compromissos, sempre estando completamente atrasado para tudo. O mais novo amante dos doces de Sebastian, o menino que não temia os olhos vermelhos e se portava de forma que muito lembrava os gatos, no modo de andar, se levantar, olhar, desafiar, dormir em qualquer canto. E apesar de nunca tê-lo visto dando uma única ordem era notável o quanto todos o respeitavam, inclusive Alexandra, a única pessoa que parecia causar nele alguma reação além da indiferença amorosa com a qual tratava todos. Era comum ver os dois brigando (sem que ele erguesse a voz) e a morena sempre acatando as palavras do menino mais novo. Aquele cuja única expressão provinha de um sorriso calmo e enigmático que ele dirigia a poucos, um menino que a principio desagradou e muito o jovem demônio que simplesmente não o compreendia.

De fato, ele pouco entendia sobre aquele local e as pessoas que ali habitavam. E não eram poucos os lugares que havia visitado com Sebastian nos últimos anos, não eram poucos os mestres excêntricos que tiveram, mas aquela era a primeira moça, a primeira que contava sobre o demônio a mais alguém, a primeira que parecia almejar a vingança a qualquer custo e ao mesmo tempo não odiar nada nem ninguém. Elisandra Hargreaves era como seu irmão, sempre tendo no rosto uma expressão tranquila e doce, quase indiferente.

Ciel não conseguia acreditar que uma moça como ela ainda não estava comprometida quando toda a sua família já estava (até mesmo o pequeno Francisco de 8 anos já estava quase noivo de uma jovem dama chamada Anne de apenas 4 anos!).

Pelo menos, diferente da irmã, Eliot não ficava grudado em Sebastian a cada minuto!

Odiava ter que ficar trabalhando como um mero empregado enquanto via o seu mordomo servindo o tempo todo a uma moça que ele não conseguia compreender. Odiava passar o dia limpando janelas, salas, quartos e tudo mais o irritava. Não importa quanto tempo passe, Ciel não suportava trabalhos domésticos! Pensava seriamente em voltar para casa e deixar Sebastian sozinho, mas sabia que nunca faria isso. Sebastian era seu e ele não abriria mão de seu demônio por causa de um pouco de poeira e gatos chatos!

Depois ele era um demônio e como tal não iria se dar por vencido por um pouco de pó. Não era isso que faria Ciel Phantomhive fugir com o rabo entre as pernas. Mesmo que agora ele não fosse mais Ciel Phantomhive.

Era nisso que pensava, tentando buscar forças para terminar seus serviços de mais um dia quando entrou na sala externa (uma sala sem duas paredes que dava para o jardim) e viu Eliot jogado em uma das poltronas. Aquele garoto nada tinha de nobre (mas pensando bem, ele não era um nobre, era um burguês!)! Nunca que o antigo Ciel se deitaria nos sofás daquela forma! Os olhos fechados, o cabelos ao vento, as roupas claras que gostava de usar (apesar de ficar muito bem de preto, única cor escura que ele usava com frequência) contrastando com a mobília escura. Eliot sempre parecia ocupar todo o ambiente, assim como Sebastian, mesmo quando estava dormindo. E como ele dormia!

E agora o que fazia? Limpava a sala ou o deixava ali?

– Por que não se senta e conversa comigo, pequeno Ciel? – perguntou Eliot, assustando o jovem demônio que, de repente, se viu preso sob o penetrante olhar do outro.

– Não me chame de pequeno – resmungou irritado. Era por isso que não gostava do outro, era a forma como olhava as pessoas e fazia com que elas acreditassem nele, era a expressão que nunca mudava, era o fato de ele olhar para Ciel da mesma forma que olhava para todos, como se o fato de ele ser um demônio com o dobro de sua idade não passasse de um detalhe. Era porque ele lhe chamava de pequeno.

– Ok, ok, me desculpe – e o sorriso dele nada expressava além de calma e fingida alegria – Se eu retirar o pequeno você se senta?

– Me desculpe, mas estou aqui para limpar a sala não para conversar com o senhor.

– Esqueça esses pequenos detalhes, sente-se. Aproveite o dia, está tão bonito! Ou você não gosta de sol e céu azul? – perguntou o jovem ainda atirado no sofá, os pés cobertos apenas por meias sob o estofado (uma falta completa de educação!), o rosto agora apoiado na mão de dedos longos. Mãos que lembravam as de seu pai.

– É uma ordem?

– Não, de forma alguma. Apenas uma sugestão.

Ciel olhou desconfiado. Sebastian não tinha dito como devia agir nesses momentos. O que ele faria? Provavelmente o que era pedido. Suspirou e se aproximou, sentando-se numa cadeira – Sobre o que gostaria de conversar?

– Hum... não pensei muito nisso... qualquer coisa. Sobre o que você gostaria de conversar?

Esse cara era retardado?

Ciel já estava prestes a responder que se era para isso que ele o estava impedindo de trabalhar então era melhor...

– O que está achando daqui? Liz me disse que vocês conhecem a Inglaterra então não deve ser uma surpresa tão grande, mas... É um lugar bonito, não?

– Gosto da Inglaterra.

– Sempre foi assim, simples e direto?

– Sim.

– Por que vocês, demônios, perdem seu tempo em ajudar humanos a conquistar algo que desejam? Não é bem o que aprendemos sobre vocês – perguntou Eliot de forma simples, mas Ciel era inteligente demais para cair na armadilha.

– Puro tédio – respondeu com um dar de ombros.

– E nada ganham com isso?

"Sim, ganhamos. Mas isso é algo que você não deve saber" pensou o ex-conde, sua mente trabalhando rápido atrás de uma resposta convincente, algo que anulasse as dúvidas do jovem a sua frente sem ser exatamente uma mentira – Não, não estou ganhando absolutamente nada com isso.

Olhos bicolores fixos nos olhos azuis que mudavam para o vermelho amarronzado. Não havia mentira alguma ali e Eliot sabia disso. Ciel nada ganharia com isso. Dessa vez.

Um rapaz desconfiado e inteligente, que sabia como manipular. Um rapaz que... lembrava ele mesmo... sempre distante de todos, inteligente e capaz de manipular os outros, determinado. O Ciel que fogo e a dor criaram.

Sim, ele não tinha medo de demônios, fantasmas, anjos ou shinigames, ele apenas seguia em frente para obter o que desejava. Ele sabia manipular. Sempre com a mesma expressão ocultando seus pensamentos.

Era por isso que não gostava dele. Mesmo que no geral fossem tão diferentes, era impossível não ver um pouco de si mesmo no rapaz a sua frente.

– Com sua licença, mas de voltar ao trabalho por agora. Tem mais alguma pergunta, senhor?

– Desculpe, desculpe, não queria te atrapalhar. Por que então não conversamos depois? Quando estiver livre. Acho que não tem tido muito o que fazer a noite, sendo que seu irmão está sempre ocupado com Liz, não? – mas aquele sorriso era com certeza parecido com o de Sebastian. E como podia um rapaz não ter problema em ver a irmão junto de um homem tanto tempo?

– Pode ser.

E dito isso Ciel saiu mesmo sabendo que era uma tremenda falta de educação, mas muito melhor do que deixar sua raiva transbordar ali. Por que qualquer menção ao fato de Sebastian estar sempre junto a Elisandra o irritava tanto? Por que todos pareciam não se importar com coisas obvias naquele lugar? Simplesmente não entendia ninguém mais que residia naquela casa maluca. Queria voltar para casa. Queria mandar as lembranças embora!

Estava irritado e caminhando sem prestar muita atenção quando viu algo que o imobilizou. E Ciel ainda permaneceu alguns minutos imóveis, vendo mais uma vez a cena que mais odiava no presente. Elisandra e Sebastian, o seu Sebastian, conversando na sala de música. Sozinhos. Sebastian tinha nos braços um dos gatos da casa, uma siamesa muito linda chamada Cindy, uma gata de gênio forte e carinhosa que não gostava nada de Ciel, mas parecia adorar Sebastian. E toda a cena, toda a intimidade que ela transmitia, os sorrisos de ambos, enfureceu o pequeno demônio. Cena maldita que parecia se repetir a toda hora. Só que fúria era um sentimento com o qual Ciel ainda não sabia lidar e seus poderes ainda descontrolados apagaram velas e bateram janelas escurecendo o ambiente antes tão claro. Raiva que foi intensificada pelo sorriso maldoso que viu nos lábios de Sebastian ao vê-lo ali, ao perceber sua raiva, ao não ligar a mínima e continuar acariciando a gata que parecia se sentir muito segura nos braços do mordomo, segura a ponto de não ligar para a escuridão que envolvia o lugar e afastava os outros três. Escuridão que não afetou Elisandra que apenas continuou sorrindo para Sebastian e tocando uma irritante música feliz ao piano.

E Ciel saiu da casa, batendo as portas sem dar ouvidos a ninguém, querendo fugir das cenas que ficavam cada vez mais comuns e que ele tanto odiava. Fugir do passado que a casa parecia querer resgatar e da maldita loira que parecia querer atentar a sua paz de espirito a cada minuto. Estava irado com Sebastian e queria vê-lo preocupado com seu sumiço, mesmo que algo lá no fundo lhe dissesse que ele nem perceberia (ou nem ligaria) para seu rompente e continuaria do lado da irritante mestra que o fazia sorrir docemente.

Odiava Londres e odiava seus últimos dias!

Que se danasse Sebastian e o maldito contrato, que se danassem seus modos educados, ele não era mais ninguém além de um maldito empregado. Ele não precisava mais ser educado, fino e responsável. Que se danasse o serviço e as ordens de Luísa! Ele ia sair e respirar ar puro e que todos se danassem, principalmente o maldito demônio!

Nada, nada poderia ser pior do que ficar naquela casa naquele momento.

Ah, como estava enganado.

Continua...

Junho/2011

Notas: [1]- O nome dos personagens antigos. Aqui me vi num pequeno problema quanto às diversas grafias deles (Lau, Rau, Ramao, Lau Mao, Rao Mao, Meirin, Mei Rin, Meilin etc). Então optei por Lau e Lau Mao, assim como Meirin. Será que acertei?

N/A: Ufa, nem acredito que consegui terminar esse capítulo! Estou tão atarefada e escrevendo tanta coisa ao mesmo tempo que eu nem percebi que já estávamos no fim do mês e eu nem tinha começado a escrever Kuroshitsuji III! No fim escrevi esse capítulo na segunda, de uma vez só e só consegui revisar hoje, antes de postar. Será que ficou bom? Eu queria algo que mostrasse o ciúmes de Ciel, alternando com suas lembranças e os Hargreaves, o que foi bem difícil e eu fiquei com medo de ter ficado meio maçante. Acho que exagerei e criei uma família muito complexa. Talvez devesse ter seguido a ideia inicial e mostrado quase nada dos Hargreaves, focando apenas nos personagens do passado... Falando em personagens do passado, finalmente eles voltam a cena e o primeiro já retorna a partir do próximo capítulo. Quem adivinha quem será?

Será que consigo o próximo capítulo para ainda esse mês? Já o estruturei e como finalmente cheguei no que havia planejado desde o cap 2 acho que agora vai fluir tudo mais rápido, tanto a escrita como a história, que até que enfim saiu da fase enrolação. Só não prometo nada porque vcs sabem como é mês de provas ^^"

Agradecimentos: A todos que vem acompanhando a fic! Valeu mesmo! E um obrigada especial aqueles que se dispuseram a perder uns minutinhos e me mandar seus comentários: Mary Sumeragi, SuperAnnIsa, Nyx Breeze e Mandiii-chan! A todas vcs muito obrigada mesmo! Eu amo reviews!

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