N/A: Geeente, esse capitulo tá hot! Etão nem vou descrever muito, o ultimo cap foi fofinho né? Então. Desculpa a demora, é que eu havia escrito mas não gostei do resultado, então eu o reescrevi de uma maneira diferente.
E MUITO obrigada pelos reviews eu fico realmente feliz com eles.
Eu senti a mão dela pousar sobre meu rosto e contorna-lo suavemente. O toque dela era algo mais intenso do que qualquer outra coisa que eu havia experimentado. Os olhos dela encararam os meus e seu corpo se aproximou, me fazendo sentir um leve tremor entre as pernas.
- Você é linda sabia?
-Sabia...– Eu ri e ela sorriu maliciosamente encostando os lábios nos meus. Ela continuava a passear com a mão pelo contorno do meu corpo. Quando seus lábios desgrudaram dos meus foi somente para percorrer o caminho que sua mão fazia. Segurei seu rosto por um minuto e a encarei. Era aquilo? Aquilo que eu mais queria? Aquilo o motivo de todas as implicâncias e invejas?
O que eu queria era Rachel Berry me amando completamente.
Levantei o rosto dela para mais um beijo e a virei em direção a minha cama onde a fiz sentar. Os olhos dela agora e mediam de cima a baixo e eu pude ver um rubor subindo seu rosto. Não era algo que ela estava acostumada a fazer, muito menos eu. Muito menos as duas e meia da tarde de uma quarta feira. Levantei a barra da minha blusa e pude ver os dentes dela passando pelos lábios enquanto eu tirava a peça de roupa. Então abri o botão da saia e a deixei escorregar pelo meu corpo respirando fundo.
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Mr Schuester adorou a cena. Digo a nossa foi a única que realmente teve falas do livro, e a com mais interação de todas. Não que nós tivéssemos muita interação, mas sabe como é, sou eu! Bem de qualquer jeito assim que a as cenas terminaram, Will nos dispensou e enquanto todos saiam da sala eu fiquei um pouco mais para arrumar minhas partituras e curtir um pouco a sala, eu gostava daquela sensação pós cena. Aquele prazer imensurável em completar algo com qual eu havia trabalhado com tanto afinco.
- Pensando? – Eu escutei a voz atrás de mim e virei sorridente.
- Sim... Pensando em porque as pessoas me beijam e depois simplesmente correm. – Eu pisquei um olho a vendo abaixar cabeça meio culpada.
- Eu não to acostumada com isso.
- Fugir das pessoas?
- Beijar garotas.
Engoli seco. EU não estava acostumada também, mas era uma sensação totalmente nova, e boa. Que motivos eu teria para negar aquilo? Céus, qual a razão para negar o toque dela? Nenhuma. Não havia nenhuma boa razão para que eu não gostasse.
- Não é como se eu estivesse acostumada também, Q. É tão novo pra mim quanto pra você. Certas coisas devem ser até mais inéditas pra mim.
- Eu adoraria saber do que você está falando, anãzinha. – Quinn sorriu e se aproximou de mim se postando do meu lado olhando para frente. – Que tal uma trégua desses sentimentos todos, e nós irmos tomar um café? Por minha conta dessa vez.
Meus olhos brilharam, porque não?
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- Rachel eu não sei como fazer isso...
Ela então se levantou e começou a desabotoar a própria camisa enquanto me olhava nos olhos. E eu pude ver o branco da sua pele se apresentar para mim. Em poucos segundos Rachel estava livre de sua saia também e tão despida quanto eu. Ela pegou minha mão e colocou no seu seio enquanto eu a sentia respirar pesadamente. Tão nervosa, e ainda assim tão segura do que queria ali, comigo.
E toca-la, foi intenso. Sua pele era macia, não tinha imperfeições, era gostosa de se acariciar, e foi o que fiz. Segurei seus seios, então, com as duas mãos e os apertei levemente sentindo toda sua maciez. Vi Rachel fechar os olhos e sorri com o poder que aquele simples gesto me dava. E então toca-los não era o suficiente. Eu queria senti-los. Levei minha mão até o feixo de seu sutiã e o abri com imensa facilidade. Vantagens em ser uma garota. Vi a peça escorregar para o chão e me deliciei com o olhar, os seios de Rachel eram perfeitos. Não me contive e passei a beijá-los enquanto a deitava na cama.
E o que se seguiu foram os gemidos dela. Logo eu já não estava mais com o meu sutiã e nós estávamos em uma sucessão de beijos e apertos uma com os seios da outra. E aquilo tudo era novo e divertido, e eu senti que poderia passar horas só fazendo aquilo.
Mas não era o que eu queria.
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- Eu me recuso a imaginar essa cena!
- Rachel! Você está me deixando sem graça!
- Quinn, é muito estranho imaginar você sendo o Romeu de alguém!
- Era uma peça infantil! A gente nem sabia o que estava fazendo... Não tinha maldade naquela época.
- Ah e agora tem maldade? "Romeu e Julieta" é uma peça linda, cheia de romance, carinho.
- E sexo.
Gargalhei pouco depois de forçar o capuccino para baixo na garganta. Ela falava daquilo de modo tão natural que eu não consegui me agüentar. Pousei o copo da starbucks na mesa e a encarei ainda risonha. Sua mão estava em cima da mesa, próxima demais da minha.
- Você é um Romeu muito safado, Srta. Fabray!
- Como se você não gostasse. – E então ela se deu conta do que havia falado e olhou para o lado, constrangida. Ficou minutos assim até que eu resolvi pegar em sua mão.
- Eu gosto.
- Minha mãe não está em casa.
Eu a encarei séria, o que diabos ela queria dizer com aquilo? Soltei sua mão levemente e voltei a tomar um gole do meu café.
- Eu queria saber... Se você não gostaria de conhecer minha casa. Sabe... Escutar musica, quem sabe ver um filme.
- Q, se você quiser. – Eu a olhei meio insegura, conhecer a casa dela, significava conhecer o quarto dela? Ela se levantou rindo da minha expressão.
- Eu não vou te morder, Berry, vamos!
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Eu queria ter o corpo todo dela grudado no meu. E foi com essa intenção que eu puxei a calcinha dela para baixo, deixando-a completamente nua em baixo de mim. Passei a mão de leve pelas pernas de Rachel e senti-a estremecer ao meu toque. Eu tinha um milhão de coisas para perguntar, pra falar, mas eu não queria, naquele momento eu só queria tê-la. Depositei mais um beijo em sua boca pouco antes de encontrar seu sexo com a extensão de minha mão inteira, sentindo seu gemido em minha boca.
- Quinn...
Eu ri em meio a outro beijo, mais intenso do que o anterior. Minhas mãos agora já possuíam liberdade para todo o corpo dela e o que eu fazia era brincar com seus limites. Deslizei minha mão em um caminho desenhado entre a parte interna da coxa direit e esquerda enquanto via seus olhos vidrados em mim implorando por mais. Por tudo que eu poderia oferecer. Passei a língua em seu queixo deslizando dois dedos para dentro de Rachel, lentamente.
E lentamente também foi o modo como eu iniciei os movimentos dentro dela, isso permaneceria assim por um bom tempo, eu queria que ela se acostumasse com aquilo, pois de fato eu tinha quase certeza que ela não estava habituada a fazer aquilo.
Ledo engano.
Logo eu já tinha mais um dedo dentro dela, e não tinha poder nenhum sobre o ritmo. Era como se ela tivesse acordado para o que estávamos fazendo.
De uma coisa eu tinha certeza, ela estava gostando.
E o que me deu mais certeza disso foi o contrair do corpo dela em volta dos meus dedos e o gemido agudo que se seguiu.
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- Seu quarto é tão... Adulto. – Eu dei uma olhada em volta, era completamente diferente do meu. Não tinha tanto rosa em volta, e se eu for descrever ele em uma palavra seria austero. Algo digno da presidente do clube do celibato. Ri. Aquilo podia se chamar ironia.
- Não é como se você fosse encontrar milhões de pelúcias pelo quarto... Na realidade eu não tenho nenhuma. Sempre fui mais uma garota de Barbies.
- Eu tenho pelúcias!
- Você é Rachel Berry. Está meio implícito as pelúcias. Aposto que seu quarto é rosa.
- Eu não vejo nenhum problema nisso.
Ela começou a gargalhar e se sentou na penteadeira me apontando a cama. – Senta ai, anãzinha. – E então ela soltou os cabelos e pegou uma escova para passar.
Me virei até a cama e sentei na ponta sentindo a maciez do colchão. Era uma situação estranha, eu sentia meus pés se mexerem desconfortavelmente e minhas mãos se apertavam uma a outra. A situação estava me deixando incomoda.
- Que foi, Rachel? – Ela disse olhando pelo espelho para mim. Provavelmente meu rosto não devia estar dos melhores.
Respirei fundo.
- Quinn, o que a gente ta fazendo?
- Bom, nós vamos assistir P.S. I Love You, e depois eu te levo pra casa.
- Não é disso que eu to falando.
Ela parou de escovar os cabelos e se virou me encarando, e então um sorriso se abriu em seu rosto e ela veio até mim segurando minha mão.
- Nós estamos nos divertindo. E eu provavelmente não deveria estar fazendo isso.
Eu ri e me levantei a encarando e passando a mão em seu rosto. Aproximei seu corpo do meu e fitei seus olhos.
- Você é linda sabia?
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Rachel se virou por cima de mim e me encarou sorridente. Parecia que eu havia soltado uma fera dentro dela. Ela tinha aquele olhar de quem descobrira um brinquedo novo e queria usar. Senti seus lábios descerem pelo meu pescoço em direção ao meu umbigo. Passou segundos apenas o rodeando com a língua enquanto suas mãos arranhavam a parte interna da minha coxa. Logo sua língua agora caminhava junto as suas mãos e eu estremeci quando percebi o que ela iria fazer.
Ela nem se importou em tirar minha calcinha. Muito pelo contrário, parecia até que ela a divertia. Depositou leves beijos sobre o tecido e eu pude o sentir ficar úmido, culpa parte minha, parte da língua dela, que agora passeava em minha virilha.
Onde ela havia aprendido aquilo?
Vi-a encarar meus olhos mais uma vez, divertida ante de afastar o elástico da minha calcinha para o lado e me levar à loucura.
Sim, à loucura, a língua dela me fez enlouquecer. Não era parecido com nada que eu já havia experimentado. Era melhor que os meus dedos, era melhor do que os dedos alheios, céus, devo admitir que era melhor do que o Puckerman inteiro.
Como se uma onda de energias coloridas percorresse meu corpo inteiro me fazendo estremecer e segurar os cabelos de Rachel entre minhas pernas. E tudo que eu conseguia balbuciar em meios aos gemidos era "mais, mais e mais".
Ao que ela atendia movimentando a língua de maneiras que eu nem sabia que poderiam existir.
Não demorou muito para eu que chegasse ao meu ápice puxando o rosto de Rachel para um beijo, ainda sentindo meu gosto na boca dela, e meu corpo estremecendo.
Ela se aninhou em meu corpo e eu a abracei fechando os olhos ainda em êxtase. Que mulher...
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- Nós ainda vamos ver o filme né?
- No momento eu to fazendo o que você quiser, Rach...
N/A: E ai? O que acharam desse jeito de escrever? Eu achei que seria mais interessante do que só descrever linearmente... Mas foi só esse capitulo, deixem comentários falando o que acharam! E sim eu evito me aprofundar em descrições, e sou muito detalhista em relação a sentimentos. Can't help it...
