N/A: Para todos que não entenderam minha explicação confusa, da minha mente mais confusa ainda eu vou tentar explicar de novo! Tenham paciência comigo, eu sou um desastre com explicações! O caso é que eu queria postar um capítulo por semana - e, se tudo correr bem será assim mesmo -, mas eu não posso marcar um dia da semana fixo porque trabalho durante a semana e nos finais de semana geralmente não estou com acesso a computadores. Por isso é mais fácil pra mim postar em dias diferentes a cada semana. Assim, para vocês não ficarem sem saber quando eu vou postar e eu não ficar sem um prazo e me tornar relapsa, eu decidi que colocaria o capítulo sempre um dia antes do anterior. Assim, o capítulo passado foi postado num domingo, esse está sendo postado num sábado e o próximo será postado na sexta (dia 22/10). Me fiz entender? Espero que sim!
Disclaimer: Eu não sou dona de Twilight.
Na Floresta
Em pouco tempo Edward estava correndo ao meu lado. Eu não sabia o que ele queria ou porque estava ali, mas nada que ele me dissesse justificaria o que eu tinha feito, mesmo sem saber o que era. Eu simplesmente queria ficar sozinho e então disse isso a ele.
- Deixe-me em paz, Edward!
- Paz? Bela escolha de palavras Emmett. – Ele ainda vinha com piadinhas nesse estágio? Depois de tudo, o sem noção sou eu, é claro. – Desculpe Emmett, só achei que precisava tirar você um pouco do foco. Você não entende…
Eu simplesmente não o deixei terminar. Um rugido feroz saiu da minha garganta, provando a ele que eu não estava para conversas. Será que era muito difícil entender o que significa privacidade? Eu só precisava morrer em paz! Deixe-me virar pó Edward! Eu pensei para que ele pudesse passar as notícias a quem quer que estivesse interessado.
- Deixe de ser dramático Emmett! – Antes que eu pudesse me controlar, um punho voou em direção a Edward e ele foi arremessado, derrubando algumas árvores em seu caminho.
Eu queria voltar e me desculpar. Não, na verdade, eu queria que ele se enchesse de fúria e tentasse acabar comigo. Arrancasse logo a minha cabeça do meu corpo para que eu pudesse simplesmente deixar de existir. Mas em poucos instantes ele estava correndo ao meu lado de novo. Ele não desistia?
- Não! Pelo menos não até você pagar a aposta que me deve! – Meu rosto deveria mostrar o quão irritado eu estava com aquilo, mas eu realmente achava que ele poderia tentar me matar? A pergunta na minha mente ganhou um pouco mais de atenção quando a idéia pareceu realmente boa. – Me pague a aposta e eu posso pensar no seu caso.
"Você realmente não existe Edward. Mas caso você possa realmente não cumprir sua promessa de me matar depois, eu juro que eu te mato para que Carlisle se vingue em mim. Pense nisso Edward, seremos dois mortos ao invés de um!" E eu mataria dos coelhos com uma cajadada só: liberaria minha raiva matando ele e ainda morreria pelas mãos de Carlisle. Ótimo acordo!
- Emmett, eu só quero que você me escute por um instante. – A minha cara se torceu em desagrado a idéia. Eu realmente não precisava conversar. – Você não sabe o que está acontecendo com a Rose e você não imagina o que está fazendo-a sofrer com essa sua atitude de criança. Cresça um pouco e me escute! – Eu realmente não queria isso, nem um pouco. Mas Rose estava sofrendo por minha causa? Ela estava sofrendo a quanto tempo por minha culpa? Eu realmente era um traste. – Não Emmett, você não é. Ela simplesmente está sofrendo porque você está sofrendo!
Há! Edward deve ter reparado em minha expressão de ironia, em como eu negava veemente essa afirmação. Eu realmente acredito que Rose sofra por mim, mas isso não é só por eu estar sofrendo, ela também sofria por causa das minhas atitudes erradas. Eu a fiz sofrer.
- Não Emmett. A Rose tem um passado complicado e ela ainda não está pronta para lidar com isso. Ela simplesmente quer que você volte para que ela possa conversar com você. Ela sente muito pela atitude dela. – "E desde quando você é o pacificador, Eddie?" O meu tom de ironia era aparente até nos meus pensamentos. - Desde quando Carlisle e Esme tentam convencê-la de que você vai voltar.
- Sinto muito Edward, eu não posso voltar! Ela nunca me aceitará de volta! – Ele bufou e virou os olhos. Provavelmente cansado da minha ladainha!
- Não estou cansado de você Emmett! Só que para mim, a história de Rose é clara como todas as outras e sei que você a entenderia se escutasse. Custa ser um pouco menos impulsivo?
"Então conta Edward! Conta o que você quer me contar de uma vez para que eu possa ir embora!"
- Emmett, a Rose foi machucada na sua outra vida! Ela foi machucada pelo seu noivo e por isso que Carlisle a salvou! Ela estava tão ruim, tão machucada que eu quase não resisti ao seu sangue! E por se o noivo, ela sofreu mais ainda! Volte Emmett e deixe-a explicar que as lembranças vieram a tona!
- Ela… achou… que… eu a machucaria? – As palavras saíram em arfadas, tamanha era a dor que aquilo me causava!
- Você não entende mesmo não é? Ela não estava pensando nisso, ela estava pensando em como a vida dela foi e porque foi daquele jeito! Isso é tão complicado que nem ela entende direito! Volte Emmett, volte antes que ela enlouqueça a todos por sua causa!
Eu pensei por um instante nas palavras de Edward! Mas nem mesmo o que ele tinha me dito poderia retirar a dor que eu causara em Rose. Era impossível pensar que ela me perdoaria em algum momento de sua vida. Eu não poderia jamais retornar.
- E você está pensando em quê? Abandoná-la? Ela precisa de você Emmett! – Edward já estava aos gritos comigo! Parecia que os pensamentos de Rosalie o estavam enlouquecendo mesmo naquele momento. – Você adivinhou. Vamos pra casa!
Nós começamos a correr de volta pra casa. Era simples, muito mais simples do que correr na direção oposta. Voltar para Rose era a coisa mais fácil a se fazer. No entanto, ao nos aproximarmos da casa colonial, senti que minha coragem tinha sido abalada. Era tudo uma questão de tempo até que Rose me encontrasse e seu rosto manifestasse aquela mesma dor de outrora. Então eu finalmente entendi que eu me fazia de forte, mas na verdade era apenas um medroso.
- Não se critique tanto! – "Edward, meu irmão, meu queridinho, meu radar ambulante, amor da minha vida, minha privada entupida. Por favor, por gentileza, você poderia me dar a honra de não entrar na minha cabeça?" Eu simplesmente respondi com os meus pensamentos! – Você sabe que isso não… - "Então você pode parar pelo menos de me respondê-los?" Como era difícil se concentrar com alguém te interrompendo a todo instante.
Então, como se fosse feita para mim, Rose apareceu na porta de casa, me esperando retornar. Provavelmente ela ouvira meus passos enquanto eu entrava. O sangue que ainda corria nas minhas veias, realmente congelou nesse momento.
- Emmett McCarthy! – Essa era a voz de Esme. Assustadora demais! – Nunca mais faça isso. Você tem noção do estado em que fiquei? Eu não quero nunca mais ouvir que você teve uma atitude como essas, está me ouvindo? – O que eu poderia fazer numa situação dessas? Ela era a minha mãe? Era com certeza a minha mãe, mas eu não poderia nem ao menos esperar essa reação.
- Desculpe-me Esme! Sinto que eu a tenha feito passar por isso… - Era muito claro o meu desconforto? Ou as pessoas só me olhavam porque eu era realmente bonito?
Edward torceu os lábios, discordando com certeza da minha opinião sobre meu rosto de anjo. Provavelmente era só recalque ou qualquer coisa equivalente, mas eu o ignorei. Ele sabia mais do que eu quem era o bonito aqui. "Estou certo, Eddie?" Ele tentou esconder de mim o sorriso que tentava brotar no seu rosto. Mas aposto que isso era por causa do estado de nervos da Esme, simplesmente impossível ignorar. Eu precisava dizer mais alguma coisa?
- Desculpe de novo mãe. Fique tranqüila que você nunca mais vai ouvir nada disso sobre mim. Ou eu mato o primeiro que abrir a boca da próxima vez que isso acontecer. – O rosto de Esme passou do alívio ao choque em um segundo, mudando rapidamente para um sorriso cálido quando ela entendeu a sutil piada. Eu tinha certeza que a vontade dela era me dar um puxão de orelha nesse exato momento. Então, para descontrair um pouco mais o clima, um sorriso brincou nos meus lábios. "Mostrando as covinhas… Yeah!" Mais um risinho do Edward.
- Emmett, eu sei que… - Carlisle começou a dizer na sua famosa ladainha de sempre. Eu adorava o modo como ele gostava de fazer rodeios, tentando simplesmente prender a atenção de alguém. "Vocês já tentaram medir o tempo que ele fica falando? Existe algum recorde?" Edward rolou os olhos com uma expressão de total incredulidade, mas o que me chamou a atenção foi que seu movimento me fez reparar em Rose num canto, como se não fosse parte da cena. Um caroço apareceu na minha garganta.
- Carlisle, será que você poderia me contar sobre aquela região da qual estava conversando com a Esme mais cedo? Eu acho que Emmett pode começar a ficar convencido com tanta atenção.
Eu tinha que admitir que esse cara sabia o que fazia. "Muito obrigado…" Eu olhei então para Carlisle que arrastava Esme, segurando um pouco meu olhar antes de virá-lo para Rose. Ela ainda parecia uma estátua devido à tensão. "Ou não!" Ele não respondeu, já estavam dentro de casa, enquanto eu e a menina dos meus sonhos ficávamos estáticos iguais a estátuas para tentar nos entendermos.
- Desculpe Emmett… eu simplesmente não poderia ter feito aquilo! – Ela não começaria com a ladainha do Carlisle de dar cem mil voltas antes do assunto principal, né? Isso era mais do que eu poderia suportar.
- Tudo bem Rose! Só não repita isso! – Minha voz saiu um pouco séria demais para a piada e isso a assustou. Seus olhos se arregalaram antes que ela pudesse esconder essa expressão. – Brincadeirinha. Conhece senso de humor?
- Engraçado. – Ela correu os olhos pela grama abaixo dos nossos pés, naquela mais que famosa atitude de quem não quer começar nada. Simplesmente implorando que eu esquecesse o assunto e passássemos a outros tópicos. Ela ficava linda assim. Então o pensamento idiota me fez entender o quão distraído eu era. O que eu estava falando? A Rose ficava linda de qualquer jeito!
– Sabe Rose, apesar de eu ser muito mais forte que qualquer um aqui, eu não tenho a menor intenção de forçar os outros a me dizerem qualquer coisa. Ou você esqueceu que o radar ambulante era o Edward?
- Eu sei… - Os olhos dela eram pedidos inconscientes para que nós passássemos a outros assuntos. Era como se ela me implorasse que eu apenas esquecesse aquilo. E foi o que eu fiz.
- Vem cá, minha loira tímida! Vamos apagar essa história ok? E começar tudo do zero! Só me diga quando você estiver pronta e eu farei o mesmo. – Ela me olhou com uma gratidão que me aliviava por dentro, fazendo-me crer que eu já tinha tudo que eu precisava.
Eu não sabia o que eu esperava, mas com certeza não era o que estava por vir: Rose sorriu pra mim e tocou gentilmente meus lábios com seus dedos. Ela me agradeceu com um obrigado sussurrado acima do fôlego e se inclinou nas pontas dos pés para me dar um beijo. Eu fiquei parado ali sem entender muito bem e sem saber como não agarrá-la. Aquela sensação de corrente elétrica passando pelo meu corpo me surpreendeu e eu fiquei ali tentando segurar isso só para mim.
Rose entrelaçou os seus dedos comigo e eu pude sentir uma leva pressão neles, sugerindo que eu a seguisse para qualquer que fosse o lugar aonde nós iríamos. Andamos um pouco mais rápido do que a velocidade dos humanos e seguimos adentrando a floresta. Nenhuma palavra foi dita durante todo o percurso e Rose sempre evitava os meus olhares, apesar de que seus dedos e suas mãos nunca interromperam o nosso toque.
Passamos muito tempo caminhando e eu poderia crer que daríamos a volta no mundo se a Rose não tivesse parado abruptamente. Era impossível olhar em seus olhos por que eu não sabia o que poderia encontrar lá, mas eu realmente precisava, porque tudo isso que acontecera estava começando a me deixar meio louco. Eu seria, segundo minhas fontes de pesquisa, o primeiro vampiro louco da história.
Nós havíamos chegado à orla de um grande rio, onde se estendia uma ponte como único caminho para atravessá-lo – pelo menos assim era para os humanos. Ela direcionou o seu olhar para a ponte e eu pude acompanhá-lo por um segundo. Eu não sabia o que ela procurava, mas pude enfim notar que a paisagem era linda. A ponte mal iluminada tornava o brilho das estrelas e da lua muito mais bonito, como se aquela penumbra apenas completasse o brilho maior. A lua, por sua vez, se estendia majestosamente sobre a água que, refletia seu brilho, tornando a imagem duplamente linda.
Mas eu ainda não entendia porque estávamos ali. Meu rosto já analisara a imagem várias vezes, mas eu sempre desviava meu olhar novamente para Rosalie. Era só um fato: eu não conseguia manter meu olhar longe de seu rosto por muito tempo; a imagem poderia ser a mais linda de todas, mas não seria nada em comparação ao seu rosto. Após virar mais uma vez para olhar a imagem e retornando a olhar seu rosto, eu soltei um leve suspiro. Não era impaciência, só admiração. Mas mesmo que eu tentasse começar a explicar isso, sem olhar pro meu rosto, a Rose me interrompeu.
- Eu fui criada assim Emmett. A minha história era parecida para ser com a dessa ponte: eu fui criada para brilhar e ofuscar a luz da lua. – Eu a interromperia, diria que ela já ofuscava a lua e todas as outras paisagens, mas ela não me deixou falar. – Isso realmente não importa, mas você tem que entender que eu não sou uma pessoa má; na verdade, eu nunca fui assim, só fui um pouco teimosa e egoísta. Tão egoísta que não percebi que você poderia ter uma vida além dessa que eu te dei, você poderia ter algo mais do que vagar eternamente.
Ela me olhava como se estivesse com pena de mim, como se tivesse me matado ao invés de me trazer a vida. Será que esse era o preço por toda a diversão? Será que eu teria que abdicar do seu amor para ter a diversão de ser vampiro?
- Eu não entendo. – Confessei me sentindo um tolo.
- Preste atenção na história que eu vou te contar. Quero me desculpar por hoje, mas você precisa entender os meus motivos para que você não desista de mim. Eu só não sei como fazer isso.
- Desistir de você? Nunca! Eu nunca desistiria de você. – Um sorriso cálido apareceu em seus lábios e eu sorri em resposta, apesar de não ter visto a mesma expressão em seus olhos. Assim que reparou meu sorriso, ela tocou minha bochecha, do mesmo modo que havia feito algumas horas atrás… agora parecia que era em outra década.
Ela suspirou e continuou.
- Nós nascemos no mesmo ano, Emmett. Só que eu fui transformada antes. Eu não sei o que você estava fazendo naquela floresta – ops! Pânico total, assunto indevido… - e nem quero saber. Mas acho que se você entender a minha transformação, você entenderá muito mais de mim. O que o Edward te falou?
Eu não conseguia manter a calma dentro de mim, mas entendia que nada poderia ser feito com relação a isso. Então imaginei que a Rose teria mais dificuldades do que eu nesse momento. – Tio Eddie? Ele não me disse muito. Só me disse que você foi machucada por alguém… - A minha voz morreu enquanto eu conseguia ler em sua expressão que aquilo não era um assunto muito desejado por Rose. – Mas você não precisa me contar isso.
- Eu preciso sim, mas não se incomode. Tentarei ser breve. – Eu vi uma pequena ruga se formar na sua testa, mostrando a concentração que ela fazia. Logo em seguida, seu rosto se transformou em uma máscara sem expressão alguma, sua beleza era devastadora: como a rainha do mundo, uma rainha sem emoções e sem compaixão nenhuma por seus servos. – Como eu disse, eu fui criada para ser a mais linda. Meu pai considerava que era época de crescer, de tentar subir na vida. Nós tínhamos uma situação difícil, mas vejo hoje em dia que a sua ambição era o que mais proporcionava essa necessidade; nós poderíamos muito bem ter vivido como tantas outras pessoas: com dificuldades e felizes.
Ela soltou uma gargalhada cruel. Eu pude entender que aquilo não era para fazer a história mais interessante, ela realmente via um humor negro nisso tudo.
- Nós éramos felizes ao nosso modo. Eu não conhecia nada diferente daquilo e cresci numa sociedade onde as pessoas gostavam umas das outras por puro interesse. Logo, eu cresci acreditando que ser rica era a coisa mais feliz que eu poderia ter. – Ela fez uma pausa e respirou várias vezes. Quando voltar a olhar para mim, seu olhar era de quem implorava. – Você me acha bonita Emmett. – Não era uma pergunta. – Você consegue ver a beleza em mim, a beleza que Edward não vê. – Eu apenas acenei com a cabeça, respondendo o que era para mim a coisa mais óbvia do mundo. – Meus pais também viram.
Mais um olhar triste. Remorso talvez? Meus braços, inconscientemente a abraçaram.
- Meu pai trabalhava num banco e num certo dia, esqueceu seu almoço em casa. Ou ele pode simplesmente ter deixado lá, o que era bem mais provável. Minha mãe, muito consciente disso, me mandou levar o almoço do meu pai e me fez vestir o meu vestido mais bonito para isso. Nesse dia, Royce King estava lá: ele era o filho mais velho dos King, donos do banco e de praticamente toda a cidade. Você ver a idéia dos meus pais, sim? – Mais um leve aceno de cabeça. – Para encurtar a história, eu fiquei noiva de Royce King e estava feliz com isso. Nós seríamos o casal mais rico da cidade e eu, com uma posição de destaque na sociedade, poderia ser admirada por todos. A parte cômica dessa história é que, eu não amava o Royce, amava apenas seu dinheiro; enquanto ele não me amava também, amava apenas a minha beleza.
- Um dia após visitar uma amiga, eu voltava para casa e vi um grupo de homens rindo e falando alto. Eram cinco homens claramente bêbados. Não quis ligar para o meu pai quando saí da casa da minha amiga, mas agora via que isso fora uma má idéia. Em seguida, eu ouvi um assobio e a voz de Royce me chamando, dizendo aos amigos como ele era sortudo por ter a noiva mais bela do mundo. – Rose estava totalmente transtornada com a história, a rainha mais bela e cruel de todas contando sua história seria mais ou menos assim.
- Eles me machucaram e levaram o meu sonho de ser rica e feliz. Eles abusaram de mim, Emmett. – Eu pude ver que seus lábios estavam crispados para evitar que sua dor transparecesse por eles, mas seus olhos a traíram e, eu soltei um rugido baixo devido a cena que se formava na minha cabeça. Ela me olhou com compreensão e eu entendi que ela estava feliz por eu entender tão bem o que ela queria dizer: ela havia sofrido, sofrido o suficiente para ainda não ter suas imagens distinguidas. Isso só me fez sentir mais dor pelo que eu fiz hoje cedo.
- Desculpe. – Isso foi a única coisa que eu consegui dizer.
- Não se desculpe. Eu deveria fazer isso, mas foi muito duro o que aconteceu comigo para que eu pudesse sentir mais alguma coisa além de pena de mim mesma.
Eu compreendi o que ela quis dizer. Era fácil ver no rosto dela o que significava aquilo tudo: ela se culpava pelo ocorrido, culpava a sua beleza por tudo o que lhe aconteceu e, agora, culpava também a sua beleza por ter me magoado.
- Calma Rose… - Eu procurava as palavras na minha mente, mas nada poderia ser dito naquele momento. Ou simplesmente nada poderia ter dado o conforto que ela precisava. – Eu… eu… eu…
As palavras sumiram da minha boca e minha mente, mas antes que eu pudesse me culpar por isso, um leve roçar de lábios me fez ter calafrios. Os braços dela se colocavam ao redor do meu pescoço e minha mão automaticamente voou para o seu rosto, afastando-o.
- Você não precisa fazer isso para me agradar. Eu só quero que você seja feliz e, para isso posso esperar por toda a eternidade. Quer dizer, não toda eternidade. – Eu esperaria por toda eternidade, mas eu precisava me distrair com as palavras para saber por que eu estava dispensando a mulher mais linda que eu já vi em toda a minha vida. O que eu estava fazendo mesmo?
Ela simplesmente ignorou a minha fala. Eu achei que tinha tirado aquilo dos filmes antigos ou daquelas histórias que você sempre ouve sobre príncipes e princesas atuais. Os tabus que ninguém consegue superar e que estão no nosso cotidiano, mesmo que a gente não perceba de primeira. Eu fiz todo um esforço para que ela se sentisse a vontade em parar naquele momento, mas ela queria continuar avançando e alcançou meus lábios para mais um beijo. Ela nem percebeu meu cavalheirismo. Amém!
De repente, como se não houvesse mais tempo, minhas mãos se tornaram urgentes e meus braços entrelaçaram a cintura de Rose. Era fácil demais me deixar envolver pela sua pele macia, pelo seu perfume poderoso e pela sua beleza. Então, eu passei uma mão pela sua nuca para que pudesse aprofundar ainda mais o beijo e controlá-lo, me ajudando a não machucá-la.
Eu sentia a respiração de Rose, seu hálito perfumado e quente na minha boca e isso era o suficiente para me enlouquecer. Era como se o mundo desaparecesse sobre meus pés, a sensação era irresistível. Parei um instante para poder respirar – o que era totalmente desnecessário – e para olhar o seu rosto, me certificando do que ela queria e também admirando-o. Eu encontrei tudo o que queria e comecei a beijá-la novamente.
Minhas mãos corriam o seu corpo como se o conhecessem milimetricamente e deslizei as mãos pelo seu corpo, acariciando seus ombros, passando por toda extensão do seu corpo até sua cintura. Senti as mãos de Rose passando pelo meu corpo, traçando uma linha de eletricidade que causava sensações desconhecidas. Ela começou a desabotoar a minha blusa e eu deixei que ela escorregasse pelos meus braços e cair no chão abaixo de nós.
Eu sentia sua respiração sair em arfadas e, com todo o cuidado possível num momento desses, tomei a coragem necessária para afastá-la sem que a machucasse e fazer a pergunta mais importante que já havia feito a ela.
- Você tem certeza disso? – É claro que me arrependi segundos depois disso! Não queria de forma nenhuma que ela parasse, mas consegui me convencer de que seria pior se ocorresse a mesma cena de antes.
- Eu nunca tive tanta certeza de alguma coisa como nesse momento. – A minha alegria conseguiu apagar até a vontade que eu tinha de fazer piada com o constrangimento de Rose. E isso era uma idéia tentadora.
Sorri, com certeza mostrando as covinhas que faziam tanto sucesso e, me inclinei para mais um beijo. Toda aquela eletricidade ou estática (nunca fui muito bom em física mesmo) estava sobrecarregando meu sistema e eu estava a ponto de enlouquecer. Eu precisava da Rose. E precisava agora!
Quando nossos lábios voltaram a se encontrar as coisas aconteceram muito rapidamente: o choque e a eletricidade que fluíam entre nós durante cada toque se aprofundaram; a minha necessidade dela aumentou e, os meus braços tomaram vida própria pegando-a no colo para deitá-la logo em seguida, tomando o cuidado de deitá-la em cima da minha camisa.
Enquanto eu continuava a beijá-la, Rose passou os braços pelo meu pescoço, me trazendo mais para perto e nós ficamos nos beijando assim. Aos poucos, minhas mãos contra a minha vontade – como se isso fosse possível – encontraram os botões da blusa de Rose e com extrema delicadeza o abriram, revelando seu corpo maravilhoso para mim. Eu parei de beijá-la para analisar aquela visão magnífica e, meu rosto se iluminou com tal perfeição. Enquanto, eu me recuperava daquela beleza e começava a reagrupar meus pensamentos, Rose terminou de tirar a blusa e me puxou de volta para os seus braços, fazendo com que nossa pele se encostasse e me causando sensações maravilhosas. Ela era tão quente, tão perfeita que era impossível me manter longe dela.
Eu me debrucei sobre o corpo da Rose, continuando a beijá-la e traçar o seu corpo com as mãos. E, sem nenhuma ordem do meu cérebro, meu corpo a girou, levando-a comigo, de modo que ela se posicionasse em cima de mim. Rose flexionou suas pernas, colocando-as ao redor do meu corpo e começou a se movimentar de uma forma muito tentadora em cima do meu sexo. Isso estava passando dos limites, dos meus limites.
Eu abri a calça de couro que a Rose estava vestindo, desabotoando-a e, em seguinte descendo o zíper. A respiração de Rosalie foi interrompida enquanto ela previa meu toque e eu, evitando ao máximo sua ansiedade, comecei a massageá-la, alisando-a delicadamente enquanto ela se movia por cima de mim. O suspiro profundo de Rosálie poderia ser comparado com a linha sutil entre um rosnado e um ronronar, mandando uma onde de êxtase ao meu sistema nervoso.
Eu esfregava meus dedos em Rosalie e seus suspiros aumentavam exponencialmente, passando a rugidos bem profundos e altos, de modo que em pouco tempo, qualquer um – humano ou não - próximo aquela região seria capaz de nos ouvir. Assumo que eu não estava muito mais silencioso, mas essa menina parecia uma fera. Enquanto eu continuava as carícias, a Rose afastou os seus lábios do meu, passando rapidamente ao meu pescoço e ao lóbulo da minha orelha, dando pequenas mordidas que me levavam as alturas.
Um rugido sonoro se espalhou pela floresta e eu não sabia se era eu, Rose ou qualquer fera com inveja de nós dois, mas isso não importava. Eu precisava saciar também o meu desejo, porque Rose não estava contente em apenas aproveitar os meus carinhos, ela tinha que me provocar também.
- Senhor! – "Isso saiu da minha boca?" O pensamento foi mais rápido que qualquer coisa e eu realmente que não estava clamando pelo Todo Poderoso num momento desses. Desculpa Chefia!
Rose me encarou com um olhar mortal que me dizia me possua, mas eu ainda não estava pronto para abandoná-la. O cheiro dela era tão inebriante nesse momento, tão doce… eu não resisti e levei meus dedos à boca, provando o sabor mais delicioso de que eu já tive recordação. Ela ainda me encarava enquanto eu vigiava naquele sabor e, assim que abri os olhos vi que uma pequena ruga de indagação se formava em sua testa. Eu não pude evitar e ela deveria estar me achando meio louco ou totalmente tarado.
- Você cheira tão bem… - disse como uma afirmação, sem conseguir evitar que o prazer transparecesse em minha voz. – E o seu gosto é melhor ainda. – Eu gemi mais uma vez com um sonoro "Hunm" de quem aprecia a melhor refeição enquanto levava novamente os dedos a boca.
Rose se movimentou como se o prazer fosse um pouco desconfortável, esfregando seu sexo sobre o meu, causando muito mais que calafrios. Eu passei meus dedos sobre sua bunda, pressionando-os com força para depois escorregá-los sobre suas coxas até os seus pés e no caminho de volta, pressionando-me contra o seu corpo. Se eu não me controlasse acabaria rasgando suas roupas. Isso estava muito perto de acontecer.
Enquanto Rose alisava minha barriga e meu abdômen e me beijava novamente, eu terminei de retirar sua blusa e puxei o cós de sua calça para baixo, usando 90% de minha mente para controlar os outros 10% que me convenciam de que rasgar a roupa era o melhor a se fazer. Rose entendeu o recado e levantou o quadril um pouco – era difícil decidir entre tirar a calça e mantê-la na posição em cima de mim -, me possibilitando retirar sua calça e me mostrando uma visão estupenda de uma calcinha que não era um fio-dental, mas que combinava perfeitamente com seu sutiã. A lingerie preta fazia um contraste maravilhoso com sua pele, como em uma fotografia preto e branco.
Eu viajei nessa imagem um pouco demais e quase me descontrolei e terminei de rasgar a roupa de Rose, mas ao encaixar seu corpo mais uma vez junto ao meu, minha mente se focou em assuntos mais urgentes. "O que eu ainda fazia de calças?" Graças a minha velocidade vampírica, em um segundo eu pude girar Rose, colocando-a embaixo de mim, tirar minhas bermudas e voltarmos à posição original. Nossos corpos se moviam como se fossem um e eu queria que essa informação fosse ainda mais verdadeira, por isso minhas mãos estavam tão ansiosas trilhando o corpo de Rose.
Uma mão parou em seu seio esquerdo, macio e redondo, com um tamanho que – para minhas mãos gigantes – eram pequenos mas me agradavam em muito. Até os carinhos eram difíceis de serem controlados e se eu não tivesse Rose em pouco tempo, minha força seria difícil de controlar. Agora, 95% dos meus neurônios estavam se concentrando em controlar a força, os 5% restantes se ocupavam com a parte de gemer e sentir prazer e acariciar Rose.
Minha cueca estava começando a exercer pressão demais sobre o meu "corpo" e Rose ainda não mostrava sinais de que estava pronta para o próximo passo, apesar de seu corpo clamar o meu e vice-versa. Eu precisaria apelar para seus instintos de mulher e simplesmente relaxei meu corpo – na medida do possível – para que eu pudesse aproveitar o momento. Em seguida, passei meus dedos levemente pelas suas costas e desatei seu sutiã, fazendo que seus seios ficassem a mostra com seus mamilos intumescidos, me causando outro desconforto abdominal. Enquanto ela segurava meu rosto e beijava meu pescoço e se distraía com a minha boca, eu puxei delicadamente sua calcinha para o lado e comecei a delicadamente passar meu dedo sobre o seu sexo. A reação de Rose não foi nada além do esperado: o choque perpassou o seu rosto e o prazer, de uma forma dolorida também. Ela queria mais – e eu também, admito -, mas eu faria que ela pedisse.
Rose se contorcia e rebolava, implorando que eu parasse de provocar e aprofundasse o carinho, mas eu apenas a encarava enquanto ela se movimentava em cima de mim de olhos fechados. Aquilo era uma tortura para mim, mas além de tudo, eu precisava que ela me quisesse e estivesse pronta para se entregar a mim, tanto física quanto psicologicamente. E, por isso eu evitava ao máximo chegar aprofundar as carícias sem que ela me pedisse.
- Emmett… - Meu nome foi pronunciado como se ela implorasse por mim. E eu gostei disso, gostei muito. Gostei tanto que um sorriso estampou meu rosto.
- O que você deseja Rose? – Ela pressionava o seu corpo contra o meu, se esfregava em mim. – Diga-me o que deseja.
- Emmett… - Ela implorava e seu rosto assumiu um tom um pouco mais duro quando ela percebeu o que eu queria. E no mesmo instante eu me arrependi do que eu estava fazendo com ela, mas me lembrei da cara de prazer que ela fazia nesses momentos e o arrependimento se tornou coragem para continuar com o joguinho.
- Eu já sei que você se lembra do meu nome, Rose. Mas eu ainda não sei o que você quer! – Eu sei que me arrependeria disso mais tarde, sei que ela acabaria com os meus joguinhos, mas ainda não tinha uma parte minha que não trocaria isso tudo por mais um pouco da cara de prazer de Rose ou dos seus gemidos. – Porque você não experimenta me dizer? Vamos lá, garota!
Um rugido tão violento como qualquer pantera ou outro felino surgiu no peito de Rose e eu tive medo dela me morder ali. Será que o veneno doía tanto quanto na nossa transformação? Isso não valeria a pena testar… Eu já estava a ponto de bala e precisava da Rose, precisava dela e queria ela, por isso já estava quase desistindo do meu plano de fazê-la falar. Quando eu finalmente decidi parti pro próximo ponto, eu ouvi a voz de Rose mais alta do que o necessário, um grito bem alto.
- Emmett McCarthy Cullen! Se você não parar de me torturar agora e terminar o que você começou, eu juro que você terá problemas mais tarde!
Definitivamente isso poderia ser considerado um pedido! É claro que eu não imaginara desse modo, talvez eu pensasse em algo mais sutil e que envolvesse um pouco mais de beijos e, definitivamente, sem ameaças. No entanto, mesmo contrariando minhas expectativas, esse pedido com certeza aumentou o meu tesão. Os meus dedos deslizaram delicadamente para dentro de Rose e após poucos movimentos, ela já gemia o suficiente para ser escutada pelos outros – isso seria engraçado amanhã. Não podendo me controlar por mais muito tempo, tomei seu seio esquerdo na boca e comecei a sugá-lo, mandando ondas elétricas ao meu cérebro e ao corpo de Rose.
O que se seguiu em seguida foi impossível de controlar: minha mão arrancou aquela calcinha infeliz que ainda bloqueava meu caminho e com a mesma força desnecessária se livrou de minha cueca. Rose tentava não gemer tanto, mas sua voz poderia ser escutada no continente inteiro por ouvidos vampíricos – e, pelo menos em toda a floresta por ouvidos humanos. Que pulmão essa menina tinha!
Naquela agonia, eu tive que respirar algumas vezes a mais para poder me controlar e não machucar Rose quando nossos corpos se encaixassem. Foram três respiradas profundas antes de Rose gemer meu nome mais uma vez e, depois disso, mais cinco respiradas para que eu pudesse me acalmar. Estava sendo completamente irreal aquela cena: eu tentando me acalmar diante de uma mulher maravilhosa que clamava por mim. Alguém deveria estar se divertindo as minhas custas, com certeza.
Mediante pensamentos fora daquele contexto, eu consegui reunir uns poucos neurônios que ainda conseguiam sem concentrar em algo que não fossem nas curvas de Rosalie para enfim me posicionar em sua entrada. Mas antes mesmo que eu pudesse começar alguma coisa, ela se mexeu um pouco, matando novas ondas de prazer para mim. Eu estava começando a ficar chateado com meu autocontrole nesse momento. Sem poder resistir mais me impulsionei para dentro dela, deixando que um rugido baixo escapasse de minha boca e esperando que ela não percebesse isso. Ela arfou enquanto eu rugia e pude sentir aquele calor que rodeava meu pênis enquanto eu estava dentro dela. Isso era realmente muito bom!
Parei por alguns instantes para que ela se acostumasse com o volume e pudesse se adequar a ele, mas antes mesmo que eu pudesse me lembrar de que estava transando com uma vampira e que isso não fazia sentido, Rose rebolou sensualmente em cima de mim. Isso foi inaceitável! Eu comecei a me impulsionar dentro dela e a fricção que isso causava se harmonia com as arfadas que eu soltava em meio a minha respiração. Totalmente alheia as minhas manifestações de prazer, Rose gemia e às vezes rugia. Aos poucos fui aumentando a velocidade do meu quadril e Rose parou com a dança graciosa que executava até aquele momento. Comecei a temer estar fazendo algo errado, mas Rosalie Hale, a loira tímida, simplesmente começou a tremer sobre mim, fazendo com que nossos corpos se encostassem de formas estranhas e me levando ao orgasmo.
Quando parei de tremer sob ela, Rose simplesmente me olhou com um olhar de felicidade e orgulho, que me dizia que ela tinha superado todo aquele trauma da vida passada. Isso me deixou ainda mais feliz e eu comecei a sentir que essa felicidade se manifestava de uma forma um pouco mais intensa no meu ventre. Rose também percebeu e me olhou com descrença, num olhar meio assustado e meio feliz, me dando um beijo em seguida.
Ela simplesmente começou a se movimentar sobre mim de novo e eu pude alcançar seus seios com as mãos enquanto ela parava para me olhar com concentração. Essa ruguinha na testa que mostrava o quanto ela se concentrava, me deixava um pouco mais excitado, mas eu me desliguei disso e rolei para que ela ficasse embaixo de mim. Meus braços seguravam o peso do meu corpo com uma incrível facilidade e, eu comecei a me impulsionar dentro de Rose mais uma vez. Suas pernas alcançaram minha cintura e nós nos movimentamos juntos, enquanto gemidos mais contidos que os últimos ganhavam nossa garganta. Eu me movimentava com uma velocidade exageradamente lenta e isso começava a irritar a Rose, que tentava se mover com mais força em direção a mim.
- Emmett… - Ela pronunciou mais uma vez. – Será que dizer meu nome era uma forma de sentir prazer ou de lembrar com quem ela estava quando fazia amor? Acredito que por causa do seu trauma ela nunca havia estado com ninguém, então provavelmente era uma forma de sentir prazer, por isso pronunciei seu nome também. Nossa! Aquilo era realmente bom!
- Emmett! – Isso não foi como das outras vezes em que ela simplesmente sussurrava meu nome em meio ao prazer; era mais como uma ordem ou uma repreensão. Que droga… eu deveria ter feito algo errado. Ela rebolou mais um pouco e eu estava começando a desconfiar da minha capacidade de concentração. – Mais rápido Emmett!
Aquilo era melhor do que qualquer fantasia sexual que eu já tivera com a Rose e me excitava muito, muito mesmo. Eu aumentei um pouco a velocidade enquanto ela aumentava os rugidos e isso só me deixava mais louco por ela. Quanto mais eu aumentava o ritmo, mais ela gemia, mais eu me excitava e mais eu aumentava o ritmo. Isso estava virando um ciclo vicioso até que ela começou a tremer e a rugir realmente alto enquanto eu não parava de me movimentar, chegando quase ao meu limite. Enfim, ela parou de tremer, mas manteve suas unhas em minhas costas enquanto eu me movimentava e quando meu corpo começou a se mover mais uma vez, ela soltou um sonoro rugido que me fez crer que ela atingira mais um orgasmo.
Por fim eu saí de dentro dela e deitei ao seu lado para olharmos a paisagem, porque nenhum dos dois estava cansado. A Rose ficou me olhando com aquele ar de indagação eu a olhava apaixonadamente. Nesse momento, um pensamento me ocorreu e eu simplesmente sorri com o fato. Me levantei lentamente e enquanto eu me vestia e estendia as roupas para que ela fizesse o mesmo, as palavras saltaram da minha boca antes que eu pudesse evitar.
- Sabe Rose… - Ela me olhou desconfiada quando percebeu o leve tom de dor na minha voz. – Eu não fico muito feliz quando as pessoas me ameaçam durante o sexo! – Os olhos dela se arregalaram para mim quando ela percebeu do que eu estava falando. – Mas eu juro que podemos tentar um sexo selvagem da próxima vez!
Ela provavelmente não entendeu a brincadeira e eu tive medo dos seus olhos nunca voltarem ao tamanho normal, mas aos poucos ela entrou no clima e soltou um sorriso constrangido ao ver minhas covinhas. Adoro isso!
Vick Moreira: Obrigada pelos elogios a fic!!! Estou muito feliz por você estar curtindo! E sobre o Emmett e a Rose, eu queria que a Tia Steph tivesse dado ele pra mim, mas como nem tudo é perfeito, eu me contento em escrever sobre ele e sonhar com o Kellan Lutz como Emmett!!! rs*
Chantall Cullen: Obrigada pela review! Eu adoro quando as pessoas me escrevem porque eu me convenço que não estou escrevendo só para mim! Sobre o Emmett e a Rose, eu não achei que seria justo com tudo o que ela sofreu que tudo sairia da melhor forma possivel de primeira. Achei que isso era meio impossível. Mas agora está tudo bem... espero eu! xD
Jess Oliver Masen Cullen: Com certeza você captou os problemas da Rose! Não foi só pelo que aconteceu com ela, mas também pela forma como aconteceu: uma pessoa que ela confiava, que ela amava (do jeito dela é claro!) e por isso foi tão difícil! Espero que continue acompanhando a fic...
N/A: Sinceramente esse capítulo foi mais fácil de escrever do que o outro, mas ainda não é isso que eu quero! A maioria das pessoas espera muito do Emmett por ele ser um cara engraçado, maníaco sexual e super lindo. Por essa razão, eu peço que tenham paciência comigo enquanto eu crio um pouco mais do Emmett dentro de mim. E se houve alguma coisa demais nesse capítulo, por favor me contem! Se não houve também, é claro! Ou seja, DEIXEM REVIEWS!!!!!
