Capítulo VI


08 de Junho de 1940

- Oh meu Deus! – Gwenda exclamou assustada levantando da mesa. - Ficamos conversando tanto que eu nem vi a hora.

- Vai revelar para mim ou terei que me virar? – Lucy apontou a máquina em cima da mesa.

- Passa na redação do jornal daqui a uma hora. – Gwenda pegou a máquina e saiu mandando um beijinho para as amigas.

Lily observou a amiga se afastar.

- Acho que não deveríamos deixar publicar nenhuma foto por enquanto.

- Eu mesma escolho a foto, uma nada comprometedora...

- Volta comigo para Mansão Riddle?

- Não. Acho que vou aproveitar a tarde para levantar a vida de Bellatrix Black e Dorcas Meadowes, gosto mais de trabalhar 'em campo'.

- O que a vida da Meadowes pode ter de interessante?

- Muita coisa. Tenho certeza que ela sabe mais sobre a relação entre Susan e Tom do que quis falar. Quem sabe eu não vá conhecer a própria Susan?

- Lu, você não pode interrogá-la ainda, é melhor eu fazer isso.

- Também acho. Até porque detesto interrogatórios... Essa parte chata do trabalho é sua... Portanto não vou interrogá-la, vou conhecê-la.

- Com que desculpa você vai entrar na casa dela? 'Com licença senhora Potter estava curiosa para te conhecer depois que soube da morte do seu odiado irmão...'

- Não. Será mais ou menos assim: 'Olá James Potter, espero que se lembre de mim, a amiga da Gwenda...'. Pronto. Ele vai me convidar para entrar, tomar um chá, vou ver retratos de família em porta-retratos...

- Por favor, tome cuidado com o que vai falar.

- Prometo não atrapalhar a sua investigação, detetive Evans. – A loirinha falou sorridente.

Lily tirou um papel de dentro da bolsa e analisou os nomes listados.

Alice Ferrier – Cozinheira

Peter Pettigrew – Jardineiro

Augusto Rookwood – Motorista

Robert Sparks - Mordomo

- Você também vai trabalhar no caso dos roubos? – Perguntou Lucy lembrando-se dos casos mencionados pela ruiva naquele dia mais cedo.

- Não. Quem está encarregado daqueles casos é o Bob, foi ele quem me ligou de manhã cedo pedindo ajuda. Combinei de tomarmos um chá às cinco horas, quer ir?

- Isso sim me parece interessante. – Lucy falou sorrindo. – Como é esse Bob?

- É um bom detetive. Inteligente, astuto, justo...

- Bonito?

Lily girou os olhos.

- Quer ficar com o carro?

- Não, em cinco minutos já estaria completamente perdida nessa cidade enevoada... Vou alugar um com motorista.

- Tudo bem. Às cinco horas na Confeitaria da Madame McPhee.

- Combinado. Vou pegar minhas fotos com a Gwen. – Lucy deu um beijinho em Lily e saiu.

A ruiva ainda ficou por mais algum tempo terminando de tomar seu suco. Pagou a conta e voltou para a Mansão observando a lista de empregados de Sir Riddle. Não acreditava que estes depoimentos pudessem ser mais proveitosos que os da manhã.


- Com licença Lene, há dois rapazes na recepção querendo vê-la. Seu telefone está fora do gancho, então...

Marlene levantou os olhos do Daily Budget que tinha nas mãos.

- Estava lendo o jornal. Como você sabe, eu gosto de me desligar do mundo quando estou lendo...

A secretária concordou com um sorriso e um aceno de cabeça.

- E quem ousa me interromper, Héstia? – Marlene fingindo-se indignada.

- James Potter e Sirius Black.

- Ah! – Ela abriu um sorriso divertido. – Pode mandá-los entrar.

Passou de leve as mãos no cabelo, tirando-os do rosto e dobrou o jornal ao meio.

- Boa tarde senhorita McKinnon! – Falaram os dois ao mesmo tempo, cada um dando um beijo em uma mão da morena.

Marlene riu do gracejo dos amigos.

- Olá James. Oi Sirius. Já viram as notícias? – Ela estendeu o jornal na direção deles.

- Eu já quase consegui decorar tudo o que a nossa amável Gwen escreveu nessa edição de hoje. – Falou Sirius sorrindo.

- Você nem ao menos disfarça Sirius! Fico impressionada!

- Que bom saber que eu te impressiono. – Falou ele com um sorriso galanteador.

- Me impressiona negativamente. Se isso conta para você...

- Eu não quero atrapalhar os dois pombinhos, mas... Lene, nós viemos aqui para saber onde você estava ontem na hora do assassinato?

- Eu?

- Você mesma. – Sirius sentou de frente para a garota e apoiou os braços na mesa. – Quando eu voltei pro salão de festas você não estava lá. E não estava também em canto nenhum.

A garota riu.

- Viraram detetives agora?

- Estamos preocupados com você. Só isso.

- Eu fui conversar com a Dorcas, mas ela não estava na cozinha, esperei um pouco e retornei ao salão de festas na hora que a sua prima Black anunciava que Tom Riddle tinha sido assassinado. Como não vi nem vocês nem a Line decidi ir embora antes que o Malfoy resolvesse voltar para conversar comigo. Satisfeitos?

- Olha... Não me convenceu totalmente. – Comentou James.

- É... Vamos ter que apurar sua história.

- E onde vocês estavam?

- Dando uma volta.

- Dando uma volta onde Sirius?

- Pela festa. Lá fora tomando um ar.

Marlene arqueou a sobrancelha.

- Vocês sabem que Sir Riddle tinha contratado ninguém menos do que Lily Evans para investigar quem queria matá-lo? Ela só chegou um pouco atrasada para o 'grande acontecimento do assassinato do crápula', mas... Não acho que vai engolir essa história evasiva de vocês.

- Eu a convido para almoçar comigo. – James piscou um olho e sorriu. – Em dois minutos ela nem vai lembrar que estava investigando a morte de Sir Tom.

- James você é tão confiante! – Marlene falou pasma. – Queria te ver quebrando a cara, sabia? Seria tão divertido!

James riu como se aquilo fosse completamente impossível.

- Será que ela vai vir te interrogar?

- Provavelmente, Sirius. – Marlene deu de ombros. – Eu era a advogada do crápula... E como a Line nem foi à festa, nem virá hoje porque continua doente, sobro apenas eu.

- Aposto que nem almoçou ainda! – Falou Sirius mudando de assunto.

Marlene consultou o relógio de pulso e abriu um sorriso cansado.

- Como você sabia?

- É a sua cara se atolar no trabalho e se esquecer do resto das coisas à sua volta... E a pobre Jones ali na frente não vai almoçar enquanto você não sair.

- Oh meu Deus! Esqueci completamente dela também.

Marlene levantou e começou a guardar em pastas com os nomes dos clientes o monte de papéis espalhados. Em poucos segundos apenas o Daily Budget ocupava o centro da mesa da advogada.

- Eu estou tentado a colocar esse jornal em uma moldura... – Sirius falou com ar sonhador. Mas logo balançou a cabeça e sorriu. - Quer almoçar conosco?

- Vou adorar.


Quando Lucy chegou ao escritório do Daily Budget, Gwenda já a esperava com um grande envelope nas mãos.

- Quarto bagunçado, hein?

- Estranho ninguém ter escutado nada você não acha?

- A música na festa estava bastante alta.

Lucy deu de ombros.

- Sempre tem alguém que escuta.

A loirinha abriu o envelope e passou as fotos uma por uma.

- Já pegou alguma?

- É claro que não.

- A Lily acha melhor não divulgar nenhuma foto importante por enquanto. E eu ainda tenho que analisar cada canto desse quarto...

- Já entendi... – Gwenda falou sorridente. – Foi só um jeito que você arranjou para eu revelar o filme rápido, não?

- Ah, não fica brava comigo... Prometo que deixo você escolher a foto que quiser, mas só não pode ser hoje.

Gwenda deu a volta na mesa e sentou pedindo que Lucy sentasse também.

- Eu estive pensando na nossa conversa de hoje.

- Sim?

- Será que o Remus corre mesmo algum perigo? Agora que Tom Riddle morreu...

- Não se engane minha amiga. Tom Riddle está morto, mas, infelizmente para seus comparsas, ele não levou todos seus segredos para o túmulo. Você não acha que muita gente pode se dar mal se aquele dossiê vier a publico?

- Acho. – Gwenda respondeu pensativa.

- Gwen, é de máxima importância que absolutamente ninguém converse com seu noivo antes de mim.

- Eu sei, você falou.

- Quem é o médico responsável por ele?

- É médica. Minerva McGonagall, ela é vice-diretora do hospital. Mas você pode conversar com Albus Dumbledore, o diretor. É, seria ótimo se você pudesse falar direto com ele.

- Vou tentar na segunda-feira cedo. – Lucy falou sorrindo e desviou os olhos para a foto que estava segurando.

Ela se endireitou na cadeira e observou a foto mais de perto.

- Você consegue perceber o que é isso? – Lucy apoiou a foto sobre a mesa e virou-a de frente para a amiga.

- Não. Quer dizer, parece... Não sei, parece um ursinho de pelúcia?

- Foi o que eu imaginei... Você consegue uma ampliação dessa foto?

- Quer em uma hora?

- Vinte minutos. – A loirinha falou rindo.

- Não, não consigo. – Gwenda falou segurando o riso.

Lucy mexeu nas fotos em suas mãos.

- Acho que a Lily não se importaria se você publicasse essa aqui.

Gwenda pegou a foto das mãos da amiga e sorriu.

- Tentando me comprar?

- Tentando te convencer. É diferente.

- Leva mais tempo para fazer esse trabalho... – Lucy arqueou a sobrancelha – Até duas horas.

- Ótimo. – Falou a loirinha olhando o relógio. – Vamos visitar seu amigo James Potter?

- Lucy, eu estou trabalhando... – Gwenda apontou a sala ao seu redor.

- Mas nós vamos a trabalho. Investigação, minha cara.

Gwenda riu.

- E o que você pretende investigar?

- Apenas quero conhecer Susan Potter... 'A Gran Herdeira'.

- Você ainda acha... – Gwenda deixou a frase no ar.

- Não acho nada. E isso é trabalho da Lily. Só estou curiosa e não tenho muita coisa para fazer hoje à tarde...

- E quer gastar o meu tempo também?

- Ah, deixa de ser chata, hoje é sábado e eu te conheço, sei que você está doidinha para ir...

- Tudo bem, nós vamos. – Gwenda se deu por vencida. – Só vou pedir pro Fabian fazer essa ampliação para você. Já volto.

- Posso usar esse telefone? É para uma ligação internacional.

- Claro que sim. França?

- Bélgica. Preciso encontrar Alastor Moody...


Decidida a acabar logo com aquilo, Lily chamou direto a cozinheira.

Alice Ferrier, menos falante que a irmã, se limitou a dizer que não saiu da cozinha durante toda a noite o que foi confirmado pelo depoimento de Susan e de Dorcas e que pouco sabia da vida de Tom Riddle. Sabia da existência da irmã dele e também que eles não conversavam havia anos. Nunca viu ou ouviu o patrão sofrer nenhum tipo de ameaça.

Como a mensagem codificada tinha ficado com Lucy, Lily decidiu não abordar o assunto. Apenas pediu que ela assinasse o nome e data de nascimento.

Peter Pettigrew tinha ainda menos para falar. Contratado havia dois anos, contou nunca ter conversado com Tom Riddle, todo contato era feito por intermédio de Bellatrix Black. Afirmou que conhecia a irmã de Tom porque era amigo do filho de Susan, James Potter. Na noite anterior esteve bebendo sozinho em um bar, porque neste sábado era sua folga e quando voltou, já estava quase amanhecendo o dia.

Quando o depoimento de Peter acabou, Bellatrix entrou na sala pedindo desculpas por ter se esquecido de avisar que o motorista particular de Tom tinha sido dispensado dois dias antes da festa e recebeu permissão para visitar sua família em Berkshire por uma semana. Sir Riddle pretendia viajar neste final de semana e não precisaria dos serviços de Augusto Rookwood.

Lily anotou as informações para serem conferidas e pediu que Bellatrix mandasse entrar o mordomo.

Lily observou demoradamente o homem de meia idade que entrou cambaleante na biblioteca. Robert Sparks era um sujeito alto, tão alto que chegava a ser desengonçado. Moreno claro, sobrancelhas grossas que quase se juntavam no meio da testa, e com alguns poucos fios de cabelo grisalhos aparecendo perto das têmporas.

- Boa tarde, senhor Sparks. Lily Evans, detetive encarregada do caso Riddle.

- Boa tarde senhorita Evans. – Ele apertou timidamente a mão de Lily.

- Vou fazer apenas algumas perguntas de rotina e talvez seja necessário voltarmos a conversar daqui a alguns dias.

- No que eu puder ajudar... – Ele deu de ombros e Lily sorriu satisfeita.


Lucy fechou o guarda-chuva e o entregou junto com seu sobretudo ao homem à porta da confeitaria. Passou os olhos pelo lugar e não demorou muito para encontrar uma cabeleira ruiva no centro da Confeitaria. E aquele na companhia de Lily era, provavelmente, Bob.

Ele tinha, na opinião de Lucy, aquele charme natural que alguns homens têm, apesar de não serem modelos de beleza. Era moreno, jovem, devia ter bem menos de trinta anos, usava óculos de aros finos, e as roupas eram impecavelmente alinhadas.

- Espero não estar muito atrasada. – Lucy cumprimentou alegremente.

Lily olhou no relógio antes de responder.

- Vê-se que não é britânica... – A ruiva falou com bom humor. – Lucy, esse é Boberlly Pheel, mas...

- Só me chame assim se quiser ter um inimigo pro resto da vida. – Falou ele sorridente levantando e apertando a mão de Lucy. - É apenas Bob.

- Vou me lembrar disso. Eu sou a Lucy Eyelesbarrow, só Lucy mesmo.

- Vai querer chá de que Lu?

- O mesmo que você, não entendo nada de chás... – Lucy se sentou de frente para Lily. – E então, o que descobrimos essa tarde?

- Pouca coisa, apenas o mordomo falou um pouco sobre a relação de Tom Riddle com a irmã. Parece que ela era a filha preferida de Thomas Riddle e que por isso Tom e ela não se davam muito bem. Com a morte repentina do pai deles, todo o patrimônio da família foi para as mãos de Tom, já que Susan não tinha idade legal para assumir sua parte da herança. Quando atingiu a maioridade, casou-se com Charles Potter, seu namorado na época, o que piorou a relação dos irmãos já que Riddle não aprovava a relação dos dois jovens.

- Eu a vi hoje. Uma mulher excepcional, linda, muitíssimo educada, elegante, aquele tipo de gente que você simpatiza só de olhar.

- Conversou com ela?

- Pouco. O filho dela não estava em casa, por isso Gwenda e eu não ficamos por muito tempo. Mas ela fez questão de nos servir um chá. Que obsessão vocês têm por chás...

Bob sorriu para a amiga de Lily.

- O que você faz da vida Lucy?

- Lily não te contou? – Ele e a ruiva balançaram a cabeça negando. – Então primeiro eu preciso saber o que você faz.

- Trabalho no departamento de roubos e furtos da Yard. - Ele explicou, arqueando a sobrancelha curioso. - Será que num cargo desses eu estou devidamente autorizado a ouvir suas declarações?

Lucy riu e explicou sobre o seu trabalho na Suretè.

- Bisbilhota a vida dos outros?

- É um ponto de vista... – Ela respondeu sorrindo e agradeceu o chá que uma simpática senhora colocava à sua frente. - Mas geralmente eu tenho que me infiltrar em algumas organizações, o que significa que eu não bisbilhoto exatamente 'pessoas' e sim 'sistemas'... E sou paga pelo governo para fazer isso.

- Acho que o Bob vai adorar uma descrição detalhada do seu trabalho Lu, mas agora vamos falar sobre os roubos dessa última noite? – Perguntou Lily recebendo da mesma senhora um chá e um pedaço de bolo. – Obrigada senhora McPhee. Bob, a Lucy comentou comigo que conhece MM.

- Max Moore. Na verdade Jean Pierrô é seu nome mais comum.

- E como ele é? Precisamos saber se alguém o viu nas redondezas. – Comentou Bob, interessado.

Lucy deu uma gargalhada.

- Milhares de pessoas podem tê-lo visto, mas ao mesmo tempo ninguém o enxerga. Jean é completamente invisível. E até onde sabemos, ele pode até mesmo ser ela.

- Então continuamos no escuro.

- Não exatamente. Pierrô tem alguns métodos já conhecidos... Por exemplo, não é do tipo de ladrão colecionador. Não... Nunca rouba para si, ele apenas faz o serviço para alguém e recebe muito bem por isso. Nós já recuperamos muitas peças roubadas por ele que já estavam sendo negociadas no mercado negro. Não tem capangas, nem comparsas, trabalha completamente sozinho. Portanto se os dois roubos forem obras dele, calcule um intervalo de tempo suficiente para que ele pudesse se deslocar de uma cena à outra. E quando ele assina como Max Moore é porque já terminou seu serviço. Portanto aqui na Inglaterra qualquer outro roubo que aconteça, não será mais sua responsabilidade.

Bob soltou um assovio e Lily se recostou na cadeira.

- Ele tem conta bancária? – Perguntou a ruiva.

- Imaginamos que não. Serviços como os dele garantiriam depósitos abastados, se ele não quer chamar atenção, então é melhor não deposite grandes somas de dinheiro, ainda mais em dias próximos a grandes roubos.

- Mas para nossa investigação, podemos fazer o caminho inverso. Procurar alguém que tenha feito saques de valores altos nos últimos dias. Para o pagamento do serviço. – Falou Bob.

- Já é um começo.

- Eu não me surpreenderia se o nome de Tom Riddle aparece na lista. – Comentou Lily.

- Mas a eficiente Black teria a explicação perfeita.

- Vamos começar por isso então. E vigiar as saídas do país na quarta-feira, alertar a polícia para que fique atenta a qualquer movimento incomum.

- É o que eu faria Bob. – Falou Lucy piscando para Lily.

- Como criminosa ou como autoridade civil? – Perguntou a ruiva.

- Como criminosa eu sairia do país na segunda. – Ela se voltou novamente para Bob. – Se quiser uma ajudinha extra, quando tiver reunido evidências sobre os dois roubos, me avise que eu posso te dizer na hora se um deles, ou os dois, são de autoria de Pierrô.

- Vou fazer isso.

Naquele momento a senhora McPhee se aproximou da mesa deles.

- Desejam mais alguma coisa meus queridos?

- Para mim não, muito obrigada.

- Eu quero o mesmo bolo que a Lily estava comendo, mas para viagem.

- E o senhor?

- Mais nada, obrigado. – Ele esperou McPhee sair antes de comentar. – Vocês duas tem algum compromisso para hoje à noite?

- Não.

- Ótimo, então aceitam me acompanhar ao teatro? Podemos ver a peça daquela sua amiga Lily, a Alice Martindale, o que acham?

- É um convite tentador, mas...

- É claro que nós aceitamos Bob. – Lucy se intrometeu e piscou um olho para Lily.

McPhee trouxe o bolo de Lucy e ela e Lily levantaram da mesa.

- Passo às oito horas para pegar vocês?

- Às oito. – Concordou Lily.


N/a:

Não, não é uma ilusão, eu realmente estou aqui! rsrsrs

Bem... eu só voltei a postar NSM por causa dos pedidos fofos de vocês, então aproveitando que ABA terminou (só falta postar o epílogo) resolvi espantar a poeira por aqui, tirar as teias de aranha e terminar de postar mais uma fic. Como NSM ficou parada por tanto tempo eu tive que aproveitar as minhas férias da facul pra revisá-la geral e descobri que preciso fazer algumas modificações... E isso vai me tomar certo tempo... E minhas aulas já voltaram dia dez... Então... Well, eu preciso realmente saber se vocês querem que eu termine de postar essa fic, porque se vocês quiserem, eu não vou mais desaparecer por tanto tempo até que a fic esteja devidamente terminada. Prometo! Mas: Deem suas opiniões...

Queria responder devidamente todas as reviews que recebi durante esse tempo de hiatus, mas... Como não vai ser possível, quero deixar um beijo enorme para todos que passaram por aqui nesse período: Tahh Halliwell (obrigada pelo comentário fofo e pela energia positiva!), Laura (sim, a Gwen aqui tá mais boazinha do que em ABA... rsrsrs Bem, não pretendo matar o Remus não, mas nunca se sabe... hihihi), miss Jane Poltergeist (você sempre me fazendo rir horrores! sinto sua falta sua má!), Ally Beal (obrigada mesmo pelo comentário tão fofo e acho que te decepcionei com tanta demora, não?), Yuufu (minha filhota linda! voltei pra não deixar seu lado detetive morrer! rsrs), Miss Moony (oi lindinha! estou bolando um método mais eficaz que orkut pra divulgar as pistas... me aguarde! rsrs espero que você continue dando muitos palpites por aqui, você sabe o quanto eu amo isso! Acho que esse capítulo respondeu sua pergunta, não? rsrs), Carol Lair. (demorei horrores, não? bem, a Lucy tem mais experiência que a ruiva nesse ramo de conspirações... rsrs sim, sim, eu li assassinato no campo de golfe, um dos meus preferidos... provavelmente o negócio dos 'olhos inquietos' ficou no meu subconsciente durante esse tempo... hihihi), Jhu Radcliffe (sobrinha mais que VIP, o Jay está aos seus pés nessa fic! huahuahua), Alulu (nossa, muito obrigada mesmo pelos elogios, nem sei se os mereço... estou corada!), 1 Lily Evans (olá! bem... espero que você ainda lembre o que significa aquele código que você deixou na fic tanto tempo atrás porque agora você é minha filha e se você continuar me deixando na curiosidade eu deixo você de castigo em Nárnia! k k k k k), miih Potter Cullen (postado! rsrs desculpe pela demora...), Hatake Yoko (olá! nossa, muito obrigada pelos elogios! infelizmente não era problema no fanfiction, era problema com a fic-writer aqui... rsrsrs espero que continue acompanhando a fic pra descobrir com quem o Big Dog vai ficar... hehehe), Loo Lupin (oi Loo, leitora nova! respondendo sobre o Sisi: como disse a Gwen: ele gosta de qualquer um que possa usar um vestido! rsrsrs Mas com quem ele vai ficar ainda é um mistério... rsrsrs esclarecendo outra dúvida sua, eu sou bem nova mesmo, 24 aninhos, mas não tenho nenhuma filha de verdade não, minhas sete filhas são leitoras e amigas do fandom que eu amo e fui adotando como filhas... rsrsrs eu tenho uma família enorme e fofa por aqui, entre filhas, netas, sobrinhas e sobrinho-neto! e o caso dos dez negrinhos é mesmo perfeito, eu não canso de recomendar! você também é fã da AC?).

Beijinhos, Luci E. Potter.