Capítulo VIII: A presença de um amor mais forte!
Boa-tarde a todos! Estou eu aqui de volta. Vou contar um pouco mais sobre a viagem, e no capítulo 9, o retorno deles ao distrito de Konoha.
Um compromisso maior fora assumido pelos dois, um compromisso que descrevia um amor puro, porém ao mesmo tempo, difícil...
-Baka Naruto! O que eu disse sobre não tocar as partes proibidas? – Esbravejava ela, naquela praia particular.
-Desculpa, Sakura-chan! Foi sem querer!
-Sei... Olha só para a sua cara de pervertido! – Ela dá um pequeno tapa na cabeça dele. – E tenta fazer isto mais uma vez, que eu te pego de vez!
-Está bem. Eu prometo não fazer isso mais.
-Ainda bem! Droga! Ele devia ter descido um pouco mais, cha! – Ela estava louquinha.
-Sakura-chan, vamos nadar? – Oferecia ele, estendendo sua mão para Sakura.
-Bem... Vamos! – Ela se alegrou e segurou a mão dele em seguida.
Os dois vão em direção a água. Sakura, com receio coloca o pé na água, verificando a temperatura.
-Ai, Naruto-kun, eu não sei se devo... – Estava preocupada.
-Não se preocupe! Você está grávida, não inválida! Só acontecerá algo ao bebê se você afogar, e perto de mim isso nunca acontecerá!
-Obrigada, mas... Eu não nadarei agora... – Ela se afastou da água.
Naruto vira o olhar para a imagem dela cada vez mais se afastando, e num ágil movimento, segura-a:
-Você pensa que vai escapar de mim, Sakura-chan? – Ele estava com um sorriso maldoso.
-Naruto-kun, o que você pensa em... – Há! Ela já estava no colo dele! – O que é isso? Você está maluco!
-Doidão!
Ele a pega, dá um grito e salta na água.
Debaixo d'água ela não reage, apenas sente o gosto refrescante do elemento em sua pele, misturado com o prazer de estar perto do corpo de Naruto. Ela o abraça muito forte como ele o retribui, e poucos segundos depois eles começam a se beijar.
O beijo debaixo d'água foi para fora, com um gosto refrescante, como se eles estivessem tomando um sorvete. O beijo acaba e ela o mira intensamente e provocante.
-Você é mesmo impossível, em? – Ela olha para ele com um sorriso.
-Eu sei disso! – Ele coloca a mão atrás da cabeça. – Bem, nós não vamos ficar parados aqui a tarde toda, vamos?
-Claro que não!
-Então... Espera aí! Já sei! Meu avô me disse que havia uma ilha que fica dentro dessa propriedade, e ela é muito boa, meu avô diz que lá era a metade da infância dele, que tal se nós fossemos até lá?
-Tem certeza?
-Lógico! Aqui não tem perigo, acho que sei onde é!
-Bem, então vamos lá!
-Suba nas minhas costas!
Sakura sorri e o obedece imediatamente, como se fosse dependente dele naquele momento, não que fosse realmente, mas que precisava dele.
-Como dizia o Gai-sensei: O poder máximo da juventude! – E lá vai o doido nadando com a namorada segurando forte em suas costas.
Uns dois minutos depois, eles já estavam na ilha, que também dava para a propriedade que estava ao lado, a distância era realmente ridícula.
-Que droga! Pensei que passaríamos dias ao mar! – Diz ele com uma cara estúpida.
-Idiota, estou grávida!
-Isso é verdade. Por isso eu brinquei com aquilo, há, há, há!
-Não teve graça! – Esbravejava para ele.
-Bem... Desculpe-me, mas com certeza meu filho vai nascer com muita força!
-Você disse "seu filho!".
-Eu sei, e daquela vez, eu disse que era meu filho também, isso, porque eu o considero meu filho, independente que seja o pai biológico ou não! – Ele sorriu e fez um jóia com a mão. – E é por isso que eu te trouxe aqui!
-Como assim? – Ela estava surpresa e emocionada com a declaração dele.
-Eu sei que é muito cedo, e talvez não aceite... Mas... Haruno Sakura, aceita se casar com esse idiota aqui? – Ele sorriu e olhou no fundo dos olhos dela.
-Nós começamos a namorar agora!
-E daí? Eu quero viver para sempre com você! E com o meu filho! E não te deixarei sozinha! De que adianta ficarmos namorando e o filho ser assumido sendo que você ficará com ele a maior parte do tempo! E mais, eu quero viver perto de você, é uma honra minha e uma questão de honra para com você!
Ela começa a chorar com aquela declaração, ele ia dizer algo mais, mas é impedido por um abraço de Sakura.
-Onde foi parar aquele idiota que só dizia coisas estúpidas?... Eu aceito... Eu aceito me casar com você! – Ela o beija loucamente.
-Sakura-chan?
-Eu te amo! – E continua abraçado a ele.
-Eu também...
Eles ficam abraçados por mais um tempo até que Sakura toma a iniciativa da palavra.
-Mas não vá achando que vai ser mil maravilhas! Se for se casar comigo, terá mais responsabilidades! Terá que arrumar um emprego permanente; Achar uma boa escola para o "nosso" filho; Não deixar faltar nada e...
-E?
-Não me deixar sem um beijo de bom-dia, boa-tarde e boa-noite!
-Isso nunca! Nem com você e nem com o meu filho!
-Não acha que deveríamos voltar?
-Não.
-Está bem. – Ela ficou meio boba com o que ele disse. – Você é sincero demais.
-He, he. Você gostaria se eu dissesse algo que agradaria a mim e não agradasse a você?
-Não.
-Pois é.
-Sei...
Eles estavam meio envergonhados, não sabiam o que falar um para o outro, e a situação tava feia... Eu bem que poderia ter ajudado, mas aí ia ser muito fácil!
Eles retornaram as quatro da tarde e tinham programado para sair numa balada no salão oficial do condomínio.
Eles chegam em casa muito animados:
-Pronta para tomar um banho e ficar lindíssima?
-Com certeza! E você?
-Bem... Vou lá "tentar"...
-Tentar? Você já é muito bonito, Naruto-kun! – Ela fala para ele com um tapa na cabeça, bem fraco!
-Sério, Sakura-chan? Bem... Assim fico muito animado!
-Vamos lá.
No banho, cada um fica pensando como seria aquela festa. E também pensavam em namorar bastante! Mas tinha um problema: Sakura tinha vergonha de dançar. E fazer o quê? Esperem a festa!
Naruto terminou de tomar o banho. Ele desceu as escadas e esperou por Sakura uns trinta minutos... Para ser mais exato com vocês: trinta e seis minutos, vinte e dois segundos e sessenta e nove milésimos.
-Sakura-chan! Finalmente! Já ia chamar a polícia!
-Isso é piada?
Ele calou imediatamente quando olhou para ela. Ela estava...
-Linda! – Gritou ele.
-O quê? – Ela estava surpresa.
-S... Sakura-chan... Você está linda!
-Ah, Naruto-kun. Você também está bonito.
-Bonito? Isso eu sei que eu já sou! – Ele parou por um instante, Sakura já preparava um outro cascudo. – Mas olha para você: Já é linda, desse jeito, está maravilhosa!
-Hã?... Bem... Nesse caso... Obrigada! – Ela sorriu para ele, e logo em seguida, lhe oferecia o seu braço. – Vamos?
-Eu devia fazer essa pergunta! – Ele pega o braço dela. – Vamos lá que é pertinho!
No caminho, eles se olhavam, mas os olhares nunca se cruzavam, algumas vezes eles suspiravam, mas falar que é bom... Nada!
Eles chegaram em frente ao local. Era...
-Incrível! – Falava Sakura, admirada.
-Legal, não? Meu avô vinha aqui muitas vezes.
-Tinha festas assim tão freqüentes?
-Coisa de fim de ano. (E de putaria também). – Digamos que meu pai não era o mais correto dos homens, e ainda não chega a ser.
-Entendo. Aqui é tão legal. E ainda mais com você!
-Valeu! Nunca que eu viria sem você... – E a abraça e vão entrando no enorme salão.
Ao chegar lá, notaram que alguém vinha em sua direção, Naruto não entendeu bem, mas ficou quieto.
-Quanto tempo, Naruto-kun! – Dizia ele, sorrindo.
-V... Você é... Ah! Sim! Quanto tempo!
-Você não se lembra de mim mesmo, em? – Ele balançou a cabeça negativamente. – Sou eu, Sai.
-Sai? – Ele ficou surpreso com a figura alta e morena na sua frente. – Mas... Desde quando volta aqui?
-Desde hoje. – Disse ele, ele desvia o olhar para Sakura, que olhava os dois sem entender nada, e depois retorna a atenção para Naruto. – Quem é a senhorita?
-He, he. Linda ela, não?
-Naruto! – Ela deu um pequeno tapa na cabeça dele.
-Desculpe. É a minha namorada, Sakura-chan!
-Muito prazer, Sakura-san. Meu nome é Sai! – Disse ele, estendendo a mão.
-Bem... Prazer... Sai-kun.
Depois de se cumprimentarem, eles vão a direção a uma mesa localizada na varanda que dava para a lua, bem destacada pelo mar. Naruto foi educado o suficiente para arrastar a cadeira para Sakura.
-Sente, Sakura-chan! – Ele sorriu.
-Obrigada.
-Naruto-kun, quando voltou? – Perguntou Sai, sentado na frente de Sakura.
-Há algumas semanas. Mas me conta! Desde quando voltou a freqüentar aqui! Eu não tenho tempo desde que comecei a trabalhar! – Fala ele, surpreso.
-Meu pai começou a trabalhar aqui. Ele é agora o gerente financeiro do condomínio.
-Quer dizer que o grande Danzou-sama voltou? Estou querendo revê-lo! – Disse Naruto, confiante.
-Ele está meio ocupado. Mas tempo para o neto de Jiraiya nunca faltará! – Ele sorriu novamente. – Mas e sobre Sakura-san? Conte-me sobre você.
-Eu? Bem... Eu conheço o Naruto desde criança... Como eu nunca soube que...
-Espere! Você é a Sakura que ele sempre dizia que amava? – Falava ele surpreso. – Então Naruto-kun realmente tinha razão!
-Razão? – Ela estava surpresa.
-Sim. Ele conseguiu te conquistar. Ele sempre me disse que te deixava nervosa por achar que você fica linda assim. Mas eu não acho...
-Bem... Obrigada... – Ela fitou Naruto, impressionada por ver que ele realmente sempre a amou desde criança.
Eles ficaram calados por um curto tempo, Naruto ficou meio envergonhado e Sai, percebendo que não ajudaria, decidiu empurrar o casal.
-Eu acho que vou sair um pouco. Preciso ir logo... Foi um prazer, Sakura-san! Naruto-kun, boa-noite!
-Boa-noite, Sai. – Naruto abaixou a cabeça.
Sai saiu rápido. Então, Naruto toma coragem e fita Sakura frente a frente, e uma música romântica começa a ser tocada, ele estufa o peito e...
-Naruto-kun, quer dançar comigo? – Ele a olhou, e viu um sorriso em sua direção.
-Bem... Eu deveria e faria essa pergunta! Mas eu aceito.
-Vamos lá?
Ela apontava a mão, e ele a pegou sorrindo e foram para o meio da pista.
Ao chegarem lá, eles dançaram muito bem, dançavam muito bem, apesar de Sakura ter muito medo disso, com Naruto, ela se sentiu à vontade.
Depois da música parar, eles viram que todos os miravam e apontavam, Sai sorria em sua direção, muitos cochichavam até que uma pessoa gritou:
-Incrível! Parabéns! – E todos começaram a bater palmas para eles.
Sakura estava vermelha como um pimentão, e ao ouvir o grito do pessoal:
-Mais um! Mais um! Mais um!
Eles quase caíram de costas, Sakura abaixou a cabeça, que estava vermelha de vergonha quando sentiu ela sendo levantada:
-Não vai deixa-los esperando, vai, Sakura-chan? – Aqueles olhos azuis que a seduziam tão puramente a fitavam naquele momento, fazendo com que ela depositasse suas esperanças nele, fazendo como se ela confiasse que ele fosse capaz de fazer tudo. Ela ficou uns dois minutos pensando e mirando ele, com os olhos marejados. – Vamos lá, Sakura-chan!
-N... Naruto-kun... Sim! Vamos lá! – Ela sorriu.
Começou a nova música. Todos em volta batiam palmas enquanto eles dançavam no centro, em perfeita sincronia, eles estavam felizes, confusos, tristes, não sabiam o que sentiam, só sabiam o que queriam.
Depois da música, eles pararam e olhavam para a platéia que gritava implorando:
-Beija! Beija! Beija! – Estava um alvoroço geral em volta do casal.
-S... Sakura-chan... Eu acho que... Vou sentar, certo?
-Cala a boca! – Ela ficou nervosa... – Não vê o pessoal pedindo?
Os olhos dele começaram a brilhar, foi então que ele segurou a cintura dela e ela o ombro dele. Foram se aproximando, em câmera lenta, até que seus lábios se tocam e começam a se beijar, profundamente, amorosamente, e não queriam sair de lá. E as palmas do pessoal não paravam de jeito nenhum, eles continuavam e queriam mais!
-E... S... Sakura-chan? – Naruto ficou surpreso e olhava para ela.
-Bem... Foi um beijo e tanto, Naruto-kun! – Ela sorriu para ele e depois corou. – Você beija muito bem!
-Sério? Bem... – Ele parou e começou a suar. – V... Você também! – Agora ele abriu um belo sorriso, daqueles que Sakura amava!
-Adoro os seus sorrisos...
-Bem... E eu os seus.
-Que tal se continuássemos nos divertindo? – Pergunta ela, próxima ao corpo de Naruto.
-Bem... Adoro diversão! Vamos lá!
Eles se divertiram até três da manhã[Três horas, vinte e seis minutos, quarenta e três segundos e doze milésimos. No caminho, ainda tinha diversão:
-Você viu aquela camisetinha do Mizuki-sama? Foi hilário! – Ele ria com a namorada.
-Pior foi aquela peruca de sua esposa! Abominável! – Sakura fez uma cara de nojo e depois começou a rir. – Mas e aquele Sai. De onde se conhecem?
-Ele e o pai dele, Danzou-sama, freqüentavam o condomínio desde criança, mas aí o pai dele teve que viajar por um tempo indeterminado e Sai ficou com ele. Agora ele retornou... Cara! Quanto tempo que eu não o vejo!
-Ele me parece meio inseguro.
-A vida dele é meio assustadora. Ele perdeu o irmão muito cedo... E ninguém sabe sobre a mãe dele.
-Credo! – Ela ficou impressionada.
-Mas vamos parar de falar de coisas tristes assim! Vamos ficar caladinhos... E do jeito que eu gosto! – Falava ele sorrindo.
-Ah, é? E de que jeito você gosta? – Ela já sabia do que ele falava.
-Desse aqui, oh! – Falou ele enquanto a beijava e ela retribuía.
O beijo foi curto, porque senão eles cairiam na fonte do jardim da casa.
-He, he. Gostou do meu jeito? – Falou ele apontando para si mesmo orgulhoso.
-Adorei! E depois quero mais...
-Depois? Por que não agora?
-Porque você vai saber depois!
-Entendi... (Ela está planejando algo).
Ao entrar em casa, Sakura foi para a cozinha beber água e Naruto pegou um refrigerante, ele se sentou um pouco no sofá da varanda que dava de seu quarto para o mar... Bem... Digamos que lá também dava para ver o quarto de Sakura e se ela saísse para a sua janela, ele poderia vê-la com o brilho da lua em seu olhar.
Ele esperou uns dez minutos até ela aparecer na... Sua porta? Ele ouviu uns toques nela, ele foi atender rapidamente.
-Sakura-chan, o que você quer... – Ele parou ao ver como ela está vestida. – É... Você deseja... Algo?
-Bem... Na realidade... Eu desejo sim!
-É... E que tipo de camisola... Digo, de coisa você deseja? – Falava ele tremendo e suando frio, já dava até para notar fisicamente a alteração...
-É bem tipo uma coisa... Assim:
Um beijo quente que ela deu nele segurou bem firme suas costas e avançou até a cama, onde continuaram se beijando, Naruto já estava por cima de Sakura, cuja alça da camisola já começava a cair e já estava tirando a camisa de Naruto e atirando para longe.
-Sakura-chan... Você tem certeza? – Ele estava muito inseguro, e olhava bem no fundo dos olhos de Sakura.
-Minha vida já foi de muitas incertezas! Já chega disso! Eu me decidi... Quero ser sua! – Ela voltou a beija-lo e o pôs sobre seu corpo novamente. – E você... Tem que ser meu... Para sempre!
Ele não disse nada, apenas sorriu e voltou a beija-la, como ela fazia.
Sakura perdeu as memórias de um tempo sofrido, de um dia sofrido, do dia de um trauma maior que sua própria consciência. O prazer exaltava a pele e fazia com que cada um sentisse em outro mundo, queriam ficar juntos assim por muito tempo... Muitíssimo tempo.
Foi nesse dia... Exatamente um mês depois de saber de uma existência em seu corpo, de saber que seu organismo seria tomado por uma nova vida, que ela nasceu de novo para viver. Foi o dia que ela esqueceu aquele que a fez sofrer e chorar por muito tempo, e se lembrou daquele que sempre a fez sorrir e agora, a fez renascer.
Mais do que uma noite de prazer... Mais do que uma noite de sexo... Foi uma noite de amor verdadeiro.
Pareci narrador mexicano nessa parte. He, he, fazer o quê? Bem... Fim da história...
Desse capítulo é lógico!
