Eu fiquei em silêncio quando acordei de manhã e tentei manter a minha respiração
calma. Eu estava com medo de abrir os olhos.
Eu estava deitada sobre o peito de Edward, mas ele estava bem quieto e os seus
braços não estavam ao meu redor. Isso era um mau sinal. Eu estava com medo de
admitir que estava acordada e ter que olhar a sua raiva – não importava pra quem
ela estava dirigida.
Cuidadosamente, eu abri os meus olhos. Seus olhos estavam fixados para cima,
seus braços atrás da sua cabeça. Eu me curvei em cima do meu cotovelo até que eu
pude ver o seu rosto melhor. Ele estava liso, sem expressões.
"Em quantos problemas eu estou?" Eu perguntei numa voz baixa.
"Em muitos," ele disse, mas ele virou sua cabeça e sorriu para mim.
Eu suspirei. "Me desculpe," Eu disse. "Quero dizer... Bem, eu não sei exatamente o
que foi a noite passada." Eu balancei a cabeça para a memória das lágrimas
irracionais, da estranha mágoa.
"Você nunca me disse sobre o que era o seu sonho."
"Eu acho que não – mas eu suponho que tenha te mostrado sobre o que era." Eu ri
nervosamente.
"Oh," Ele disse. Seus olhos se arregalaram, e então ele piscou. "Interessante."
"Era um sonho muito bom," Eu murmurei. Ele não comentou, então alguns
segundos depois eu perguntei, "Estou perdoada?"
"Estou pensando sobre isso."
Aqui.
Eu sentei, planejando examinar a mim mesma - não parecia ter penas, pelo menos.
Mas enquanto eu me movia, uma estranha onda de vertigem me acertou. Eu
balancei e caí de novo contra os travesseiros.
"Whoa... tontura."
Seus braços estavam ao meu redor então. "Você dormiu por um bom tempo. Doze
horas"
"Doze?" Que estranho.
Eu tentei me dar um exame rápido enquanto falava, tentando ser imperceptível em
relação à isso. Eu parecia bem. Os hematomas no meu braço ainda eram de uma
semana atrás, amarelando. Eu me estiquei, experimentalmente. Eu me sentia bem,
também. Mais que bem, aliás.
"O inventário está completo?"
Eu concordei timidamente. "Os travesseiros parecem ter sobrevivido."
"Infelizmente, eu não posso dizer o mesmo da sua, er, camisola." Ele acenou com a
cabeça em direção ao pé da cama, onde vários pedaços de fita preta estavam
jogados nos lençóis de seda.
"Isso é muito ruim," eu disse. "Eu gostava daquela."
"Eu também."
"Houve mais algum acaso?" Eu perguntei timidamente.
"Eu terei que comprar Esme uma nova cabeceira," ele confessou, olhando acima
de seus ombros. Eu segui seu olhar e fiquei chocada em ver que pedaços de
madeira pareciam ter sido arrancados do lado esquerdo da cabeceira.
"Hmm." Carranquei. "Você pensou que eu ouviria isso."
"Você é extraordinariamente não observadora quando está atenta a outra coisa."
"Eu estava um pouco envolvida." Eu admiti, corando em um profundo vermelho.
Ele tocou minha bochecha queimando e suspirou. "Eu realmente vou sentir falta
disso."
Eu encarei seu rosto, procurando qualquer sinal de raiva ou remorso que eu temia.
Ele me olhou de volta, sua expressão calma mas ilegível.
"Como você está se sentindo?"
Ele riu,
"O que?" Exigi.
"Você parece tão culpada - como se tivesse cometido um crime."
"Eu me sinto culpada." Murmurei.
"Então você seduziu seu demais-disposto marido. Isso não é uma ofensa capital."
Ele parecia estar brincando.
Minhas bochechas ficaram mais quentes. "A palavra seduziu contém um certo
monte de planos."
"Talvez seja a palavra errada." Ele permitiu.
"Você não está bravo?"
Ele sorriu tristemente. "Não estou bravo."
"Por que não?"
"Bem..." Pausou. "Eu não te machuquei, primeiramente. Foi mais fácil essa vez,
me controlar, a canalizar o excesso." Seus olhos se mudaram para um jeito
danificado. "Talvez porque eu tive uma idéia melhor do que esperar."
Um sorriso esperançoso começou a crescer pelo meu rosto. "Eu disse pra você que
era tudo prática."
Ele virou os olhos.
Meu estômago roncou, e ele deu risada. "Hora do café da manhã dos humanos?"
Ele perguntou.
"Por favor," Eu disse, pulando pra fora da cama. Eu me movi rápido demais, eu
cambaleei feito bêbada pra obter meu equilíbrio de novo. Ele me pegou antes que
eu pude tropeçar na penteadeira.
"Você está bem?"
"Se eu não tiver um senso de equilíbrio melhor na minha próxima vida, eu vou
exigir devolução!"
Eu mesma cozinhei essa manhã, fritando uns ovos - muito faminta pra fazer algo
mais elaborado. Impaciente, eu os virei num prato depois de uns poucos minutos.
"Desde quando você come ovo estrelado?" ele perguntou.
"Desde agora."
"Você sabe quantos ovos você comeu durante essa última semana?" Ele puxou a
cesta de lixo de baixo da pia - estava cheia de caixas azuis vazias.
"Estranho," eu disse depois de engolir uma picante mordida. "Esse lugar está
mexendo com meu apetite." E meus sonhos, e o meu já duvidoso balanço. "Mas eu
gosto daqui. Apesar disso nós teremos que partir logo, não é, para chegar em
Dartmouth a tempo? Wow, eu acho que nó sprecisamos arranjar um lugar para
viver e tal, também."
Ele sentou perto de mim. "Você pode desistir desse faz de conta de faculdade agora
- você conseguiu o que queria. E nós não concordamos com nenhum negócio, então
não há cordas presas."
Eu bufei, "Não era um faz de conta, Edward. Eu não passo meu tempo livro
planejando com algumas pessoas. O que nós podemos fazer parar tirar Bella de
casa hoje?" Eu disse numa impressão pobre de sua voz. Ele riu, sem vergonha.
"Eu realmente quero um pouco mais de tempo como humana," eu me inclinei para
correr minha mão em seu peito nu. "Eu ainda não tive o suficiente."
Ele me deu uma olhada duvidosa. "Por isso?" ele perguntou, pegando minha mão
e a movendo para seu estômago. "Sexo era a chave para tudo isso desde o início?"
Ele revirou os olhos. "Porque eu não pensei nisso?" ele susurrou sarcástico. "Eu
poderia ter salvado muitos argumentos."
Eu ri. "Yeah, provavelmente."
"Você é tão humana," ele disse novamente.
"Eu sei."
Um início de sorriso apareceu em seus lábios. "Nós iremos para Dartmouth?
Mesmo?"
"Eu provavelmente irei reprovar em um semestre."
"Eu irei ser seu tutor." O sorriso estava largo agora. "Você irá amar a faculdade."
"Você acha que nós conseguiremos achar um apartamento assim, tão tarde?"
Ele fez uma careta, parcendo culpado. "Bem, nós meio que já temos uma casa lá.
Você sabe, só por precaução."
"Você comprou uma casa?"
"Bens mobiliários são um bom investimento."
Eu levantei uma sobrancelha e deixei isso pra lá. "Então nós estamos prontos."
"Eu terei que ver se nós vamos conseguir manter seu carro "antes" por um pouco
mais de tempo..."
"Sim, Deus o livre eu não estar protegida por tanques."
Ele riu.
"Quanto tempo nós podemos ficar?" eu perguntei.
"Nós estamos bem quanto ao tempo. Algumas semanas a mais, se você quiser. E
então nós podemos visitar Charlie antes de ir para New Hampshire. Nós podemos
passar o natal com Renée..."
Suas palavras pintavam um futuro feliz imediato, um sem dores para todos
envolvidos. Jacob, tudo menos esquecido, agitada, eu corrigi o pensamento - para
quase todo mundo.
Isos não estava ficando muito fácil. Agora que eu havia descobrido exatamente
como era bom ser humana, era tentador deixar os planos falirem. Dezoito,
dezenove, dezenove ou vinta... Realmente importava? Eu não iria mudar muito em
um ano. E ser humana com Edward... A escolha ficava trapaceira a cada dia.
"Algumas semanas," eu concordei. E então, porque parecia que nunca haveria
tempo o suficiente, eu adicionei, "Então eu estava pensando - você sabe o que eu
estava dizendo sobre praticar antes?"
Ele riu. "Você pode esperar um pouco com esse pensamento? Eu escutei um barco.
A equipe de limpeza deve estar aqui."
Ele queria que eu esperasse com aquele pensamento. Então ele quis dizer que ele
não iria me dar mais trabalho sobre praticar? Eu sorri.
"Me deixe explicar essa bagunça no quarto branco para Gustavo, e então nós
podemos sair. Há um lugar lá na floresta no sul -"
"Eu não quero sair. Eu estou afim de escalar por toda ilha hoje. Eu quero ficar e
ver um filme."
Ele torceu seus lábios, tentando não rir do meu tom. "Tudo bem, o que você
desejar. Por que você não vai escolhendo lá fora enquanto eu vou abrir a porta?"
"Eu não ouvi baterem na porta."
Ele jogou sua cabeça de lado, ouvindo. Um segundo depois, uma batida fraca e
tímida soou na porta. Ele sorriu, e se virou para o corredor.
Eu perambulei até as prateleiras sob a grande TV e comecei a ver os títulos. Era
difícil decidir por onde começar. Eles tinham mais DVDs que uma locadora.
Eu podia ouvir a voz baixa e veluda de Edward do hall, conversando fluentemente
no que parecia ser um português perfeito. Outra voz humana e penosa voz
respondeu na mesma língua. Edward os levou para a sala, apontando em direção a
cozinha. Os dois brasileiros pareciam incrivelmente pequenos e morenos ao lado
dele. Um deles era um homem redondo, e a outra uma pequena mulher, ambos
rostos com dobras retas. Edward fez um gesto para mim com um orgulhoso
sorriso, quando eu ouvi o meu nome misturado em um turbilhão de palavras
desconhecidas. Eu fiquei um pouco envergonhada quando pensei na total bagunça
na sala branca, que eles logo acabaram encontrando. O pequeno homem sorriu
pra mim educadamente.
Mas a tímida mulher não sorriu. Ela me encarou com uma mistura de choque,
preocupação, e acima de tudo, medo. Antes que eu pudesse reagir, Edward
mencionou para eles o seguirem em direção galinheiro, e eles se foram.
Quando ele reapareceu, ele estava sozinho. Ele andou silenciosamente até o meu
lado e passou os seus braços ao meu redor.
"O que ela tem?" Eu sussurrei urgente, lembrando da sua expressão de pânico.
Ele deu de ombros, despreocupado. "Kaure é parte dos índios Ticuna. Ela foi
criada para ser mais supersticiosa- ou você pode chamar de mais atenta- que os
outros que vivem no mundo moderno. Ela suspeita do que eu sou, ou perto disso."
Ele ainda não parecia preocupado. "Eles têm suas próprias lendas por aqui. O
libishomen- um demônio bebedor de sangue que saqueia exclusivamente em lindas
mulheres," ele olhou atravessado para mim.
Apenas mulheres bonitas? Bem, isso era meio que lijongeiro.
"Ela parecia aterrorizada," eu disse.
"Ela está - mas mais que isso, ela está preocupada com você."
"Comigo?"
"Ela tem medo do porquê você está aqui, totalmente sozinha." Ele riu escuramente
e então olhou para a parede de filmes. "Oh bem, porque você não escolhe algo
para nós vermos? Essa é uma coisa aceitável de humanos fazerem."
"Sim, eu tenho certeza que um filme irá a convencer de que você é humano." Eu ri
e prendi meus braços seguramente ao redor de seu pescoço, me espichando apenas
na ponta dos pés. Ele se abaixo para que eu pudesse beijá-lo, e então seus braços se
apertaram em torno de mim, me levantando do chão para que ele não precisasse se
curvar.
"Filme, shcfilme" Eu murmurei enquanto seus lábios se moviam para minha
garganta, torcendo meus dedos em seu cabelo de bronze.
Então eu escutei uma arfada, e ele me colocou no chão brutamente. Kaure estava
parada congelada no corredor, penas em seu cabelo negro, um largo saco de mais
penas em seus braços, uma expressão de horror em seu rosto. Ela me encarou, seus
olhos saltando para fora, enquanto eu corava e olhava para baixo. Então ela se
recompôs e murmurou algo que, até mesmo para uma lingua desconhecida, era
claramente um pedido de desculpas. Edward sorriu e respondeu em um tom
amigável. Ela voltou seus olhos negros para longe e continuou pelo corredor.
"Ela estava pensando o que eu acho que ela estava pensando, não é?" Eu
resmunguei.
Ele riu da minha frase enrolada. "Sim."
"Aqui," eu disse, estendendo a mão aleatoriamente, e pegando um filme. "Coloque
isso para que nós possamos fingir estar assistindo."
Era um velho musical com rostos sorridentes e vestidos cobertos de penugem na
frente.
"Nós vamos voltar para o quarto branco, agora?" Eu perguntei vagarosamente.
"Eu não sei... eu já deformei a cabeceira da cama no outro quarto além do reparo -
talvez se nós limitassemos a destruição em uma área da casa, Esme nos convide
para voltar algum dia."
Eu dei um largo sorriso. "Então irá ter mais destruição?"
Ele riu de minha expressão. "Eu acho que talvez seja mais seguro se for
premeditado, ao em vez de esperar que você me ataque novamente."
"Seria apenas uma questão de tempo, " eu concordei casualmente, mas minha
pulsação estava correndo em minhas veias.
"Há algum problema com seu coração?"
"Não, saudável como um cavalo." Eu pausei. "Você quer inspecionar a zona de
destruição agora?"
"Talvez seja mais educado esperar até que estejamos ê pode não
notar quando eu estou detonando a mobília, mas isso provavelomente assustaria
eles."
De fato, eu havia esquecido das pessoas no outro cômodo. "Certo. Diabos."
Gustavo e Kaure se moveram silenciosamente pela casa enquanto eu esperava
impacientemente que eles terminassem, tentando prestar atenção no Felizes para
Sempre na tela. Eu estava começando a sentir sono - embora, de acordo com
Edward, eu já tivesse dormido metade do dia - quando uma voz áspera me
assustou. Edward sentou-se, me mantendo como num berço contra ele e respondeu
Gustavo num português fluente. Gustavo acenou com a cabeça e andou em silêncio
até a porta da frente.
"Eles terminaram." Edward me contou.
"Então isso significaria que estamos sozinhos agora?"
"Que tal almoçar primeiro?" ele sugeriu.
Eu mordi meu lábio, rasgada por um dilema. Eu estava faminta.
Com um sorriso ele pegou minha mão e me conduziu até a cozinha. Ele conhecia
meu rosto tão bem, não importava que ele não pudesse ler minha mente.
"Isso está ficando fora de controle," Eu reclamei quando eu finalmente me senti
cheia.
"Você quer nadar com os golfinhos esta tarde - queimar algumas calorias?" ele
perguntou.
"Talvez depois. Eu tenho outroa idéia para queimar calorias."
"E o que seria?"
"Bem, há muitas cabeceiras horríveis deixadas-"
Mas eu não terminei. Ele já havia me arrastado para seus braços, e seus lábios
calaram os meus enquanto ele me carregava com uma inumana velocidade para o
quarto azul.
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Muito obrigada por todas as reviews................
Gentih, naum deixem de comentar, prometo escrever mais, agora tô dih férias, vai ser mais facil.......
vem ai muitas lemons ein?????
o q vcs querem q eu escreva???????
Opções por favor??????
Bjus
pra todos
*jess*
