Yo pessoal XD
Acho que demorou pra atualizar a fic... (sem o menor senço de data) Meu beta sumiu :O Mas voltou, graças a Jashin \o/ Te lovu Dani :3 (momento baka da autora).
Esse capítulo não contem SasoDei / Só pra dar uma variada n.n Ia por todo KakuHi, mas acabei encaixando um outro casalzinho :D Ah, e eu tentei escrever uma cena mais picante e.e Leiam n.nb
Fic:
Capítulo VI- Eu e você
Um perfume adocicado estava impregnado no grosso cobertor. Aquele perfume gostoso, que lhe fazia delirar. Sentia algo pesado passando por cima de seu ombro até seu peito nu, era quente e aconchegante. Logo depois sentia algo tocar seus pés, entrelaçando-os, evidenciando que estavam bem próximos. Remexeu-se um pouco, procurando sentir o que estava atrás de si, e aquele toque era inconfundível, ele tinha um calor único. Era o único que lhe dava aquela sensação de bem-estar, de segurança. Não conteve um pequeno sorriso, enquanto tocava aquela mão que estava pousada em seu peito, sentindo-a quente, como gostava.
Ouvia no fundo a melodia do vento nas cortinas do quarto, mais uma vez deveriam tê-la esquecido aberta na noite anterior. Mas logo esse barulho foi encoberto por um segundo, mais alto e próximo. Sentiu algo ainda mais quente em sua nuca, à medida que aquela mão que acariciava ganhava movimento e fazia com que seus dedos passeassem por aquela pele lisa e macia. Em intervalos longos, sentia aquela respiração em seu pescoço, era delirante estar ali, ao seu lado. E logo ouviu aquele barulho que a cama fazia mais uma vez, e algo gelado tocar delicadamente sua orelha, lhe sussurrando em voz rouca, que o fez arrepiar:
- O que faz em minha cama?
Mais uma vez, sorriu. Ainda de olhos fechados. E aquele toque macio e gelado roçou até seu pescoço, fazendo-o alargar o sorriso e encolher-se naqueles braços que o envolviam. Abriu os olhos e piscou algumas vezes, acostumando-se com a luz do lugar. Assim que o fez, remexeu-se mais uma vez, virando-se para ele, que mantinha a mesma expressão vazia de sempre. Não se importou, apenas puxou os lençóis e se enfiou ali embaixo, encostando a cabeça em seu peito, e o outro braço do rapaz o envolveu, indo até seus cabelos bagunçados.
- Medo do escuro? – perguntou em tom irônico, então um sorriso lhe tomou a face, enquanto encostava o rosto nos cabelos perfumados no menor.
- Não enche, vá... – murmurou em um fio de voz, espalmando o rosto no peito do outro, aquecendo-se.
- Podia ter me acordado, não acha? Sabe que tenho sono pesado e não sou adivinho. – resmungou o moreno, enquanto passeava com uma das mãos pelas costas nuas do rapaz, enquanto a outra brincava com os dedos em uma mexa de seu cabelo.
- Ah não... – suspirou, em baixo tom de voz – Só queria dormir aqui, Kaku. Só isso.
- Hum. – resmungou mais uma vez, desta vez com certa suspeita – Se você diz... Mas vamos, levanta daí. Pein-sama disse que não queria nos pegar na mesma cama, lembra?
- Foda-se o Pein. – disse simplesmente, aproximando-se ainda mais do outro – Não me tire daqui, me deixa ficar um pouco mais.
- Maricas. – ouviu o outro murmurar em uma palavra surda, quase não a ouviu.
Sabia que a intenção dele era irritá-lo para que saísse de sua cama, então abriu os olhos, olhando para baixo, enquanto aconchegava-se o máximo possível nos braços do outro. Tentava aproveitar os poucos minutos que teriam juntos naquele dia, assim como em todos os outros.
- Não tente me irritar. – pediu em sussurro.
O maior notou uma pontada de imploro nas palavras do outro, então parou. Abraçou-o firmemente, fazendo um sorriso satisfeito tomar conta da face dele. Sabia que o agradava, assim com sabia que o tempo que passavam juntos era praticamente inexistente. Talvez devesse fazer como ele e jogar pro alto as regras bobas do "líder" e aproveitar um dos únicos momentos que tinham para estar juntos.
- Obrigado. – agradeceu o de cabelos prateados, sentindo os lábios do outro tocarem sua testa.
- Kakuzu, cadê o Hidan? – ouviram uma voz sonolenta perguntar, sendo seguida por um longo bocejo – A cama dele está vazia...
- Hidan? Um garoto bonitinho com cabelos prateados e boca suja? – brincou o moreno, vendo o menor esconder-se inutilmente por debaixo dos lençóis, fazendo sinal para que ficasse quieto.
O que acordara já estava de pé, e aproximava-se balançando a cabeça em sinal de negação. É claro que o tinha visto. Aparentemente ia ter que tomar seu precioso tempo tentando fazer os dois esquecerem essa idéia ridícula de dormir na mesma cama.
- Vamos Hidan, saí daí. – disse Pein, batendo palmas para apressá-lo.
- Vá procurar uma namorada e nos deixe em paz. – revidou o de cabelos prateados, fazendo pouco caso da "ordem".
- Não adianta ficar bravo comigo, foi o diretor quem pediu pra que eu garantisse que vocês não ficariam juntos nesse dormitório. – disse Pein, com certeza ênfase.
O rapaz de cabelos prateados sentou-se na cama, com cara de poucos amigos, e pôs-se a levantar, vestido apenas de uma cueca, enquanto dizia em tom irritado:
- Quer saber? Pra mim já deu. Fica com ele você, então, já que eu não posso fazer isso. – disse quase em um grito, dirigindo-se ao banheiro. Bateu a porta com fúria.
- Já estão brigando a essa hora da manhã? – perguntou a voz sonolenta de Deidara, vinda da cama da frente.
- Começaram cedo hoje. – resmungou uma outra voz, vinda da cama ao lado da anterior, era Sasori.
- Qual o problema com ele? – quis saber Pein.
- É o que pretendo descobrir. – respondeu Kakuzu, sentando-se para apanhar um calção em cima do criado-mudo.
Levantou-se e caminhou sem pressa alguma até a porta do banheiro, levando em uma das mãos o colar que Hidan, provavelmente, derrubara enquanto dormia. Ergueu a mão e deu duas batidas na porta, aguardou pela resposta em seguida, que não veio.
- Sou eu, abre a porta. – disse em tom elevado, para que ele pudesse ouvir, mas continuou sem resposta – Vamos Hidan, me deixa entrar. – repetiu, batendo mais algumas vezes na porta. Sem resposta, ergueu a mão que segurava o colar, o balançando, então cantarolou: – Eu estou com aquele seu colar esquisitooo...
Por alguns segundos o silêncio reinou, até que ouviu o barulho da porta sendo destrancada. Sorriu vitoriosamente antes de entrar, trancando-os em seguida. Ao virar-se o viu de frente para o espelho, com uma das mãos no rosto, parecia ver se sua barba nascia. O loiro inclinou-se sobre a pia para ver melhor uma espinha que tinha achado, e o olhar do moreno desceu até certo ponto, fazendo brotar um sorriso maroto em sua face. Kakuzu aproximou-se dele e pôs as mãos em sua cintura, levando os lábios ao seu pescoço, cobrindo-o de beijos, enquanto as mãos desciam.
- Pára com isso. – resmungou Hidan, empurrando-o com uma das mãos, sem sequer desviar o olhar – Coloca em qualquer lugar e vá embora.
Parou por alguns segundos, observando-o. Não planejava "colocar em qualquer lugar e ir embora". Novamente aproximou-se, agora envolvendo os braços em sua cintura, e encostando a cabeça em seu ombro, como quem pede por carinho.
- Qual o problema, seu puto? – perguntou Kakuzu.
- Nada, nada... – resmungou mais uma vez, soltando-se no abraço – Eu disse pra ir embora.
- Só quando souber o que você tem. Pelo que eu saiba, homens não ficam de TPM. – ironizou.
- Não me venha com seu sarcasmo idiota.
Ficou em silêncio, mais uma vez, observando-o. Agora o loiro mexia em seu cabelo bagunçado, com uma expressão raivosa na face. Chegava a ser engraçado vê-lo daquele jeito, ou até mesmo bonitinho.
- Posso ficar te vendo emburrado o dia todo ou você pode dizer o que está te irritando. – disse Kakuzu, pela primeira vez em tom sério.
- É que... – começou em um sussurro, apoiando as mãos nas bordas na pia – Não te incomoda essa distância? Todos se metendo...
- Especifique.
- Quando foi à última vez que tiramos um tempo pra nós? E eu não consigo lembrar se teve uma vez que podemos nos beijar sem nos preocupar se alguém está se incomodando com isso... Se eu falo com você duas vezes ao dia é sorte. Só te vejo no café da manhã, à tarde na aula, onde você não quer nem dizer um "oi", e depois só no jantar, e às vezes, pois quando você se enfia naquela sala de jogos só sai quando todos vão embora. Quando volta pro dormitório eu já estou dormindo... Final de semana, quando você deveria ficar comigo, está com sua turminha de jogadores compulsivos, nas corridas, jogos de azar... Que porra, Kakuzu.
- Ah, então está dizendo que a culpa é minha. – deduziu, encostando-se à parede – E quanto a você? E às vezes que eu vou te procurar e você vem com esse "Jashin-sama"? Você sempre coloca sua religião em primeiro lugar, acho até que você deveria namorar é com esse tal de "Fulano-sama".
- Não meta Jashin-sama no meio! – exclamou, erguendo o rosto para ver o reflexo do outro no espelho.
- Eu meto onde eu quiser. – disse simplesmente – E você não me venha se fazer de vítima, fica ridículo nesse papel.
Silêncio... Apenas uma certa fúria cintilando em ambos os olhos.
- Não está dando certo. – murmurou Hidan, sacudindo levemente a cabeça em sinal de negação – Não está...
- Como? – perguntou Kakuzu, franziu a testa, enquanto aproximava-se dele – Que quer dizer com isso?
- Você entendeu.
O moreno abaixou a cabeça, olhando as mãos que se conduziam à cintura do menor. Uma delas subiu até seu peito, enquanto aproximava o rosto do ombro do loiro, e aspirava o perfume delicado que ele tinha de manhã. A mão que estava pousada em sua cintura desceu até o mais baixo de conseguiu alcançar, e tocou aquela pele macia com a ponta dos dedos. Subiu o toque até sua cocha, beijando o rapaz de cabelos prateados. Conduziu os beijos até sua orelha, a mordiscando sensualmente, enquanto acariciava suas coxas macias.
- P-pare com isso. – disse em voz falha, mas sem mover um músculo para afastá-lo.
- Faça-me parar então. – desafiou, roçando a língua pela nuca do rapaz, fazendo-o arrepiar.
- Não venha com isso agora... – suspirou, fechando os olhos.
- Então me diga o que ia dizer antes. Diga o que não está dando certo. – disse em tom de ordem.
Hidan abriu a boca para balbuciar algumas palavras, mas ao notar isso Kakuzu virou-o de uma vez e, antes que pudesse revidar, o menor foi posto sentado na pia do banheiro. Quando reparou, as grandes mãos másculas e quentes do moreno arranhavam suas cochas, e sua língua percorria seu peitoral, arrancando-lhe suspiros. Levou as mãos à nuca do moreno, agarrando seus cabelos negros.
Um maldoso sorriso surgiu na face do maior, que agora voltava a levar os lábios para perto da orelha do outro, lhe sussurrando:
- Admite que não pode viver sem mim, Hidan. – sussurrou em voz rouca, enquanto levava as mãos às costas do rapaz, o abraçando.
- Seu desgraçado... – riu-se, abraçando-o em resposta – Não sei se te odeio ou se te amo, sabia?
- Quer mesmo terminar? – perguntou, afastando-se para ver a expressão no rosto do outro.
- Eu ia pedir um tempo, mas... Vamos esperar mais um pouco pra ver no que isso vai dar. Agora só quero tomar um banho. – respondeu, o empurrando para poder descer da pia.
- Podemos matar aula e ir dar uma volta. Não é o que você quer?
- Podemos?
Afirmou com a cabeça, vendo um sorriso surgir na bela face de Hidan, que levava as mãos ao seu pescoço, selando-lhe os lábios.
- Pelo menos isso.
- Se reclamar eu te tranco no guarda-roupa e vou sair com aquela...
Foi silenciado por uma língua cálida que invadia sua boca. Nunca iria permitir um tempo. Por mais que não quisesse admitir, amava aquele garoto irritante.
oOoOoOoOo
- O que estão fazendo? – perguntou uma voz feminina.
Rapidamente os rapazes que se aglomeravam na porta do banheiro pararam com os empurrões e se afastaram do lugar. Viraram-se para ver uma bela garota de cabelos e olhos azuis, que tinha as mãos na cintura, e uma expressão reprovativa na face.
- Que feio, ficar escutando a conversa dos outros atrás da porta. – advertiu, enquanto aproximava-se deles – Kakuzu e Hidan, não é? Não precisavam vim escutar na porta, quando eles brigam, toda a escola ouve os xingamentos e eles saem no soco.
- E o que você está fazendo aqui? É o dormitório masculino. – disse Sasori, puxando uma toalha para cobrir-se.
- Ah, como se vocês não soubessem que eu venho aqui todas as manhãs... – suspirou, sentando-se em uma cama – Não precisa se esconder, não tem nada aí que eu já não tenha visto.
- Konan. – advertiu Pein, cruzando os braços.
- O que? Depois que fomos naquele clube e Hidan saiu correndo pelado do vestiário, você acha que...
- Não precisa nos lembrar daquela cena lamentável, un. – interrompeu-a Deidara.
- Então, quem se oferece pra ir deixar isso aqui na enfermaria? – perguntou, mostrando um fichário – O Itachi, graças a Deus, vai sair hoje, mas o Kisame ainda vai ficar.
- Eu vou, ia passar lá mesmo. – ofereceu-se Sasori.
oOoOoOoOo
- Vai sair hoje, não é? – perguntou em um sussurro o imenso rapaz de pele azulada, que observava o moreno sentado em sua cama, penteando os cabelos.
- É. – afirmou. Ultimamente ele o tratava com monossílabas, e aquilo o irritava.
- Que bom. – disse Kisame, abrindo um de seus sorrisos animadores.
- Não precisa fingir que está feliz por eu sair primeiro que você. – irritou-se o Uchiha, prendendo o cabelo para poder voltar-se ao maior.
- Eu estou, mas você não acredita mesmo. – deu de ombros, desviando o olhar para a janela, onde o vento fazia esvoaçar a cortina. Dava-lhe a sensação de... Tédio. Mas pelo menos o moreno tinha concluído uma frase em uma conversa com ele, o que não fazia há dias.
- Vai ficar bem sozinho aqui? – quis saber, em tom de desdém.
- Vou. – respondeu, querendo passar a ele o que sentia ao ouvir apenas monossílabas.
Silenciaram-se então. Depois de alguns segundos se encarando, o Uchiha voltou-se aos seus pés, como uma criança pequena, mexia neles quando não ter o que fazer. O Hoshigaki ergueu uma das mãos e tocou os cabelos negros do menor, os afastando de perto de seu rosto, para poder vê-lo. Enroscou os dedos por seus cabelos lisos, e então acariciou a pele de seu braço. Itachi olhou-o, sem expressão alguma na face, e era a primeira vez que via o amigo com aquela mesma expressão.
- Lembra de quando éramos crianças? – perguntou casualmente.
- Preferia não lembrar. – respondeu, colocou os pés em cima da cama, para ficar mais confortável.
- Você faz as coisas parecerem horríveis, sabia? – resmungou em um muxoxo, enquanto sentava-se com certa dificuldade.
- Deixa que eu te ajudo. – disse Itachi, tomou o braço do maior, que soltou-se bruscamente.
- Não preciso da sua ajuda. – rebateu com certa raiva.
- Nossa, me engula... – ironizou, em referência a brutalidade do amigo. O outro não respondeu, apenas lançou um último olhar antes de voltar a deitar-se, e o silêncio reinou outra vez.
Kisame desviou o olhar para a janela mais uma vez, enquanto continuava a ser observado pelos olhos frios do Uchiha. O clima entre os dois andava estranho, e naquela manhã estava ainda mais. Chegava a ser agonizante. Itachi pôs-se de joelhos, aguardou em seguida que ele o olhasse, mas como não o fez, aproximou-se um pouco mais. Virou-se e encostou a cabeça no peito do maior, deitando-se ao seu lado, com o cuidado de não tocar em alguma queimadura. Só então o Hoshigaki voltou os olhos a ele, sem conter a surpresa. O viu abraçando sua cintura, com a cabeça em seu peito e os olhos fechados.
- Itachi... – chamou em um sussurro.
- O quê? – perguntou o menor, ocultando um pequeno sorriso que surgia em seu rosto.
- Que está fazendo?
- Acho que estou te abraçando. – respondeu irônico.
- Reparei.
- Então por quê pergunta, idiota?
Silenciou-se. Levou a mão que estava sem o gesso rabiscado aos cabelos do Uchiha, os alinhando em suas costas, sentindo seu perfume... Então era aquela a sensação de ter um Uchiha em seus braços? Só tinha a certeza de que era melhor do que imaginara.
- Isso faz cócegas, Kisame. – resmungou, tirando a mão do outro de suas costas.
- Você deve estar muito doidão mesmo...
- Eu estou perfeitamente sóbrio.
- Então o que pensa que está fazendo?
- Sei lá.
oOoOoOoOo
O dia lá fora estava tão lindo... E lá estavam eles, mais uma vez, naquela biblioteca imunda, estudando. Se fosse menos burro, certamente não precisaria tomar o tempo dela com aquelas verdadeiras aulas que lhe dava. Tinha até mesmo vergonha de pedir para que lhe explicasse, mas de alguma forma ela sempre sabia. Talvez fosse por sempre estarem juntos, afinal, assim que acordava, ela ia logo para seu dormitório, sentava-se ao seu lado na aula, caminhavam juntos pelo campus e, é claro, estudavam juntos. Tanto tempo juntos e nunca repara em uma coisa: Como ela era bonita. Só notou depois que ouviu alguns garotos mais novos comentando, e eles tinham razão.
Observar aqueles olhos azuis era hipnotizante. Era de uma delicadeza incrível, contradizendo mortalmente com a personalidade forte da garota. Como ela podia ser tão... Feminina quando passava grande parte do tempo com homens? Um mistério para ele.
- Konan. – chamou gentilmente.
- Sim?
- Quer ir dar uma volta?
- Mas e...
- Esqueça isso, vamos dar uma volta lá fora.
Cabô mais um capítulo \o/
Ficou ruim, não é? .-. Sorry, demoro pra atualizar e posto isso /
Bom, a cena no banheiro... x.x Eu tentei, né? xD
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