Amor & Cerveja Amanteigada

Inspirado em Amor & Cuba Libre de Álvaro Cardoso Gomes.

Capítulo seis.

Pansy Chicletinha.

A semana passou rápido e quando vi já era sexta-feira, para minha alegria e a da maioria dos outros estudantes também. E eu que pensava que Hogwarts estava tão mais atrás que Dumsntrang, me enganei redondamente. Não era só tão boa quanto, como também passara mais pergaminhos e feitiços para treinar 'em casa', ou seja, nos dormitórios. Estava tão ocupado que já não tinha nem mais tempo para respirar. Acabamos não resolvendo problema de Potter, muito menos descobrindo qual era, porque o mesmo desmaiou bêbado logo depois.

Eu só conseguia rir do que havia pensando daquele baile. No fim de tudo os visitantes do outro colégio não haviam aprontado nada, e sim os do nosso colégio mesmo. Eu, Potter, Zabini e Weasley havíamos conseguido escapar de raspão, e graças a mim, diga-se de passagem.

Saí da última aula, que por acaso era de Transfiguração - que odiava profundamente - aliviado. Teria a tarde inteira livre e eu não precisava estudar nada. Já havia feito tudo o que tinha para fazer e não querendo me gabar, eu pegava as matérias só de prestar atenção na aula. O que de fato era muito cômodo.

- Cobra..! - chamou alguém, que vinha correndo no fim do corredor. - Cobra..!

Era Zabini. Virei-me para olhá-lo.

- Que foi, Jamanta? - perguntei, com um ar tedioso. - Que foi dessa vez?

Já era a quarta vez que Zabini me procurava. Não era culpa dele e sim de Pansy, que havia descoberto que Zabini era um de meus melhores amigos (o único com quem ela se limitava a conversar, já que os outros dois eram grifinórios). Pansy não parava de bombardeá-lo com perguntas sobre a minha vida pessoal, com quem eu andava e deixava de andar. Se por um lado ela tentava mostrar para mim o quanto era desencanada em questão de ficar, com a atitude com Zabini mostrava totalmente ao contrário. Ela podia ser gostosa, mas nenhuma gostosa valia aquela pegação de pé que eu estava tendo de aturar.

Nenhuma gostosa valia ficar explicando onde ia, quando vinha, com quem ia, com quem vinha. Do que gostava, do que deixava de gostar... Pansy estava forçando muito a barra. Fazia apenas uma semana e haviam ficado apenas uma ou quem sabe duas vezes. O que ela queria, afinal? Ela era completamente louca se achava que Draco Malfoy, o Cobra, ia se prender a alguém.

- Não me olha assim, Cobra. - resmungo Zabini, irritado. - Eu não tenho culpa se a sua namoradinha não desgruda do meu pé. - acrescentou, provocador.

- Ela não é minha namorada. - rosnei, extremamente fora de mim.

- Não era de você que ela deveria estar atrás ao invés de mim, não? - perguntou ele, mesmo já sabendo a resposta. - Fala sério, Cobra..! Eu não mereço isso, não...

Suspirei, cansado. Fechei e abri os olhos várias vezes e por fim olhei para ele novamente:

- O que foi dessa vez? - perguntei, sério. - Pode falar, Jamanta. Desembucha antes que eu me arrependa.

- Ela quer saber se você vai levar ela no baile.

- Pois diga a ela que não. Que eu sou Draco Malfoy e se eu quisesse falar com ela, eu a procuraria.

Zabini parecer perder a cor por um momento, olhando para um ponto fixo atrás de mim. Virei e me deparei com Pansy Parkinson, a própria.

- Pois então está na hora de me procurar. - disse ela, decidida com as mãos mexendo no cabelo, numa tentativa de parecer sensual. Sua sombrancelha estava erguida e ela me comia com os olhos.

Por uma fração de segundos senti vontade de agarrá-la ali no corredor, só para fazer ela calar a boca. Mas o meu senso mais prático (e infelizmente, menos cafajeste) veio à tona e me fez dizer:

- Eu acho que não, Pansy. - eu estava realmente sério, mais do que achei que fosse possível.

- Então quer dizer que você sai agarrando as garotas nos bailes e depois as descarta, como se fossem nada? - perguntou, com uma falsa incredualidade, se pedissem minha opinião.

- Exatamente. - rebati, arrancando gargalhadas do inconveniente do Zabini.

Olhei-o de soslaio como que mandando-o ir para outro lugar. O que ele entendeu perfeitamente bem.

- Você é um cafajeste, Malfoy. - rosnou ela, perplexa. - Vocé um aproveitador, isso que você é.

- Agora me diga algo que ainda não sei, Pansy.

- Não lhe dei intimidade para me chamar de Pansy. - murmurou, amuada, olhando-me extremamente raivosa.

- Ontem você me deu intimidade para fazer muito mais do que te chamar pelo primeiro nome, Pansy. - frisei bem o nome, queria provocá-la ao extremo. Era uma pena o que eu estava fazendo, mas normalmente as garotas não era tão grudes assim como ela. E grudes como aquela, mereciam medidas drásticas. Ou seja, me comportar mais cafejeste ainda do que eu já era. Ele não gostava de ser rude, podia ser galinha, mas não rude. Porém, era necessário. Precisava preservar a sua solteirice.

Pansy permaneceu calada.

- E pelo que me lembre, você gostou, garota. - sussurrei, provocador, chegando mais perto dela.

- Eu... eu... - ela não tinha o que falar.

Sorri, malicioso. Passei a mão pela lateral de sua perna, até chegar em seu quadril. Agarrei-o com força e com a outra mão forcei sua nunca para que sua boca encostasse na minha, com agressividade. Eu não podia negar que sentia desejo por ela. Mas nada mais que isso.

Beijei-lhe os lábios rapidamente.

- Uma recordação para você, Parkinson. - disse, sarcástico. - Está bom assim para você?

Ela me olhou incrédula, piscando várias vezes.

- Isso não ficará assim, Draco. - disse ela, por fim, decidida. - Pode apostar que não.

- Ora... ora... Como já estamos..! - exclamei, com falso entusiamo. - Quer dizer que você pode me chamar pelo primeiro nome e eu não?

- Cala a boca, Malfoy! - exclamou, raivosa novamente.

- Vem calar, gatinha. Vem calar...

- Você ainda vai pagar por isso, garoto.

- Se você diz, Parkinson... - murmurei, sonhador. - Se você diz...

Pansy gritou, impaciente e saiu batendo pé por onde tinha vindo. Ri, incrédulo. Que garota maluca era aquela? Não tínhamos assinado um contrato de compromisso nem nada parecido. Nem um minuto depois apareceu Gina, irmã de Weasley, rindo feito uma condenada.

- E eu posso saber qual é a graça? - perguntei, sorrindo, maroto.

- Nada. - murmurou, com uma falsa expressão inocente no rosto. - Mas ver a Pansy soltando fogo pelas ventas é divertido. - piscou, marota. - E aposto que foi porque levou um fora de alguém.

- Foi sim. - rebati, antes mesmo que pensasse sobre isso.

- Como você sabe? - perguntou, desconfiada.

- Porque fui eu quem deu um fora nela. - respondi, rápido, antes que me arrependesse.

Mas me arrependesse porquê? Não sabia.

Gina permaneceu em silêncio por alguns segundos, tentando assimilar as informações que lhe haviam sido dadas.

- Desculpe. - murmurou, constrangida.

- Não tem problema. - respondi, sorrindo sincero. - Não é como se eu gostasse dela ou algo do tipo.

Ela sorriu de volta e então desconversou, sentindo-se levemente (ou totalmente?) incomodada.

- Bom, já vou indo... ainda tenho mais uma aula antes de acabar o inferno. - gracejou. - Até mais, Draco.

- Te vejo hoje à noite. - respondi, seguindo meu caminho também.

Depois do almoço os três palermas sumiram. O Weasley foi para algum canto não sei aonde. O Potter sumiu com uma aparência de abatido sem me dizer o que era. E o Zabini, bom o Zabini era o Zabini e sempre ficava isoladão. Resolvi ir sozinho para o Lago, pensar na vida e sei lá... ficar sem fazer nada, porque não havia coisa melhor.

Deixei o sol iluminar o meu rosto e o vento balançar meus cabelos com a brisa suave que se formava. Inspirei fundo e deitei, com os braços atrás da cabeça. Minutos, horas ou apenas segundos se passaram e eu nunca senti uma sensação tão boa de despreocupação e liberdade. Longe da família e das cobranças, longe de tudo..! Longe até dos amigos, alcançando a minha individualidade e a minha solidão. Até que era bom de vez em quando...

- Draquinho..! - esganiçou alguém que infelizmente, eu sabia quem era. - Eu sabia que ia te encontrar aqui.

Abri os olhos. Era Pansy.

- Desembucha, Pansy. - murmurei, irritado.

- Nada, só vim te fazer companhia. - rebateu ela, chorosa. - Não posso agora?

Eu não entendia qual era a daquela garota. Eu a trato mal e ela continua na minha? Que diabos de loucura era essa? Resolvi não perguntar e ignorar a sua existência.

- Tá, Pansy. Tá.

Virei para um lado e resolvi tirar um cochilo, quem sabe assim ela me deixasse em paz, certo? Errado. Senti braços finos me envolverem pela cintura e uma cabeça encostarem-se em meu peito. Bufei. Não queria ser rude de novo.

- Ãhn..Pansy? - chamei, incerto.

- Sim, amor? - Amor? Aquela garota era completamente pirada!

- Eu tenho que ir..! - murmurei, nervoso.

- Ah..! que pena, Draquinho... - disse ela, chorosa, fazendo muxoxo. - A noite nos vemos, então?

- Ah.. sim. Claro. Claro. - respondi, sem nem prestar atenção no que ela falava.

Corri o mais rápido que minhas pernas podiam e esbarrei em alguém ruivo de cabelos compridos e flamejantes. Era Gina.

- Já reparou como nos encontramos sempre nas horas mais impróprias? - gracejou ela, dando aquela piscada de um olho que era tão completamente sua.

Sorri. Olhando-a dos pés a cabeça.

- Acho que é o meu charme. - respondi, maroto. - Não consigo passar sem derramá-lo por todos os cantos.

- Ah..! é verdade. - rebateu ela, entrando no jogo. - Havia me esquecido que você é o Cobra.

Rimos e nos olhamos. Encaramo-nos por algum tempo. Nenhum dos dois com coragem de quebrar o contato visual.

- Você é uma boa garota, Gina. - disse eu, sorrindo.

- Uma boa garota, é? - perguntou ela, desconfiada. - Isso é porque você ainda não me viu jogando Quadribol. - e dizendo isso gargalhou, docemente.

Sua risada era diferente. Não era falsa ou maquinal. Era algo espontâneo e melódico. Totalmente clichê, mas era como música para os ouvidos. Talvez porque havia ficado tempo demais escutando os gritos esganiçados de Pansy.

- E porque é que você estava correndo, Sr. Malfoy? - perguntou ela. - Fugindo de suas fãs?

- Quase isso. - murmurei, meio mal-humorado, lembrando do trasgo disfarçado de gostosa chamado Pansy.

Gina não respondeu. Olhou-me com curiosidade e acabou por me deixar curioso também.

- Você é uma peça, Draco Malfoy. - comentou, olhando para algo além de mim. - Não me admira ser amigo do meu irmão.

Eu ri. Típico dela aquelas tiradinhas. Não conseguia deixar por menos. Nunca. Nunca? Desde quando eu conhecia ela? Apenas sentia como se conhecesse há mais tempo. Era uma garota legal, ela. Uma garota legal.

- Tenho que ir, Gina. - murmurei, subitamente apressado. Tinha medo de que Pansy aparecesse a qualquer minuto.

Gina percebeu minha pressa e sorriu, compreensiva.

- Claro..! Eu também tenho. Preciso achar Simas antes do meu irmão. - piscou um olho, novamente. - Por acaso você viu Rony por aí? - perguntou.

- Não. O Bagulhão disparou logo depois do almoço.

Nos despedimos e cada um seguiu seu rumo, pela segunda vez naquele dia. Caminhei rapidamente pela grama verde e com aquele aspecto sempre de nova que só Hogwarts tinha e avistei o Weasley caminhando igualmente apressado, assim como eu. Ele vinha das arquibancadas do estádio de Quadribol.

- Treino da Grifinória? – perguntei, não deixando de acrescentar um pouco de veneno: - De que adianta, se a Sonserina sempre vai ser soberana?

- Não vou nem comentar, Cobra. – murmurou ele, pensativo. Ele estava com a cabeça nas nuvens. Estranhei, mas não comentei. – Mas não era treino não. Decidi treinar sozinho.

- Quem sabe melhora essa pegada, hein? – comentei, com duplo sentido, é claro. – Eu acho que o seu problema é pegar mulher feia, porque se pegasse as bonitas talvez se tornasse um melhor goleiro.

Weasley me olhou com cara de poucos amigos e nem se deu ao trabalho de comentar. Não demorou muito e o troco veio:

- Eu soube da Pansy. - eu sabia que ali tinha, não poderia ser apenas um comentário normal. Não vindo do Weasley de ego ferido.

- E..? - incentivei, esperando pelo que viria a seguir.

- Tão namorando é? - perguntou, desconfiado.

- Quem disse uma merda dessa?

- Ninguém. - deu de ombros. - Mas o Jamanta me contou da sessão radar dela.

Rimos descontraidamente e eu realmente achei que ele não iria fazer nada, talvez eu realmente estivesse enganado sobre o Weasley.

- Você se ferrou amigo. - murmurou ele, malicioso.

- E posso saber porquê? - perguntei, visivelmente incomodado.

- Porque já apelidamos ela... - disse, fazendo um suspense completamente proposital.

- E porque eu me ferraria com isso? - perguntei, receoso, arqueando uma sombrancelha.

- Porque ela é a Pansy Chicletinha.

Suspirei, resignado. Teria que agüentar muitas gozações ainda pela frente.

Fiquei calado, matutando aquela apelido e todas as implicações que ele trazia. Se minhas suspeitas - reforçadas pela opinião dos meus amigos - estivessem certas, eu realmente estava ferrado e teria que bolar um plano rapidamente.

Continuamos andando lado a lado até a entrada do castelo, onde cada um seguiu o seu caminho.

Encontrei com Zabini na sala comunal da Torre da Sonserina. Ele olhava abobalhado para uma garota loira sentada em uma das poltronas escrevendo em um caderno. A menina realmente era bonitinha, deveria ser do quinto ano. O Problema era que a mesma era muito pequena e frágil, provavelmente sairia correndo de Zabini se ele tentasse uma aproximação. Aparentemente meu amigo tivera os mesmos pensamentos que eu, pois como um cachorrinho com o rabo entre as pernas, ele baixo a cabeça e passou por ela, sem nem menos levantar seu olhar.

Joguei em uma das poltronas e aproveitei os momentos sem a minha (nada) querida Pansy em minha cola. Perdi todo o meu ânimo e resolvi deitar-me um pouco em meu dormitório.

- Jamanta... - chamei, mas o mesmo nem sequer levantou os olhos do livro que pegara para ler. Eu sabia que ele fingia estar absorto apenas para não encarar o fato de que não conseguia chegar na garota por vergonha de ser quem era. - vou subir, cara.

- Falou, Cobra. - respondeu, desanimado.

- Jamanta? - chamei, mais uma vez.

Zabini levantou os olhos, encarando-me curioso.

- Chega nela. - falei, firme. - Você tem mais qualidades do que qualquer um aqui dentro. Se depender, de Hogwarts inteira. - sorri, malicioso e acrescentei: - Depois de mim, é claro.

Ele riu, agradecido.

- Você é um amigão mesmo, Cobra.

- Só não espalha por aí, meu. - gracejei, bem humorado. - Vai arruinar a minha reputação. - sussurrei, piscando um olho.

Pronto. Havia pegado a mania de Gina.

Subi as escadas de dois em dois degraus e ainda dei uma olhada para trás. Vi um Zabini tímido tentando aproximar-se calmamente e depois de alguns instantes conseguir dar um sorriso para a loirinha, que para minha surpresa (eu sabia que Zabini era um cara excelente, quem não sabia eram elas) retribuiu prontamente, porém muito tímida. Sorri, talvez meu amigo tivesse finalmente encontrado sua alma gêmea (eu não acreditava muito nisso, mas Zabini era um romântico inegável apesar daquele tamanhão) afinal de contas.

- Oi. - disse ele, estentando a mão enorme para ela, que tinha mãos tão pequenas e delicadas. - Sou Blaise Zabini, do sexto ano.

- Eu sei quem você é. - sorriu ela, timidamente. - Você é aquele que conseguiu acabar com aqueles dois idiotas da Lufa-lufa de uma só vez no baile.

Zabini sorriu, sem graça.

- Eu não queria, mas.. bem... - ele tentava achar palavras, completamente nervoso. - Eles mecheram com meu amigo, sabe? - surpirou, cansado.

- Acho legal o que você fez. - declarou ela, de repente. - Não gosto de brigas, mas... foi por uma causa nobre, certo?

- Certo. - concordou ele, balançando a cabeça.

Alguns minutosdepois, suas amigas a chamaram para ver alguma coisa. A loirinha se levantou:

- Desculpe, tenho que ir, Blaise. - murmurou, baixinho. - A propósito, eu sou Lucy Donavan, quinto ano.

- Certo.

- Até mais, Blaise.

- Até mais, Lucy.

E então Lucy foi embora, deixando um Zabini abobalhado, porém agora muito mais feliz, para trás.

Me joguei na cama, de bruços. Não imaginava que podia estar tão cansado depois daquela semana tão puxada que eu havia tido. Fiquei remoendo tudo o que havia acontecido naquela semana. Os esbarrões constantes de Pansy, as tarefas, as poções, os feitiços, as pessoas... De repente me senti sobrecarregado demais. Aquela história da Pansy havia me deixado mal-humorado e eu precisava descansar um pouco, me desligar de tudo aquilo. Lembrei de Gina e de seu sorriso. Queria ser calmo e despreocupado como ela. Talvez um dia perguntasse a ruivinha o segredo, a receita para tal brilhante feito.

Dormi feito pedra. Não sonhei. Meus músculos estavam doloridos do treino de Quadribol do dia anterior e eu sentia minha barriga se contorcer de fome. Apenas por isso eu consegui lutar contra a preguiça e levantar-me.

Fui até o banheiro e joguei uma boa dose de água fria no meu rosto, entrando no chuveiro logo em seguida. Deixei a água quente escorrer e depois de uns quinze minutos estava renovado, me sentindo um novo homem e pronto para outra.

Bem na hora do jantar.

Acordei umas duas horas depois, praticamente na hora do jantar.

- Você viu o Quatrolho, Jamanta? - perguntei, enquanto descíamos os dois as escadas até o Salão Principal.

- Não vi ele o dia todo, Cobra. - murmurou ele, despreocupado.

Parei de repente. Lembrei que eu próprio não havia visto Potter o dia inteiro. Onde é que aquele garoto havia se metido? Ele não estava nada bem e nós ainda não havíamos resolvido seu problema do começo da semana. Será que ele já havia esquecido e/ou superado? Eu precisava encontrar ele urgentemente e não tinha idéia de onde ele poderia estar? Dei meia volta e corri até a Torre da Grifinória. Ele não estava lá de acordo com os seus colegas parlerminhas de sala de aula. Procurei na Biblioteca, nenhum sinal. Procurei por todas as salas vazias... nada..!

Bati com a mão na testa e corri para o lugar mais óbvio e que eu completamente desnorteado pelo Trasgo/Morena/Pansy/Chicletinha que esqueci.

Eu sabia exatamente onde Potter estava e o porquê ele estava lá.

Daniela Alex: Ahhh..que bom q vc gostou..! Sim, a Ginny apareceeeu, mas ainda vai demorar um pouquinho só para ter um big ultra mega action D/G xP continueee lendo! xD

miaka: ooobriga pelo review, moça! xD fico mto agradeciiida!

LolitaMalfoy: Que bom q vc goooostou! xD Aqui está o outro cap. Que achou? xD

A.C. Lennoxx: Ahh.. mas tem q haver um D/P só pra dar uma agoniazinha néan? ehuheiehuiehu Esse livro q vc falou eu não li não.. quero ler ; Você sabe se tem disponível na internet?

Tamih Weasley Malfoy: Ahhh.. me avise quando atualizar, sim? xD A Ginny vai aparecer maaais, só que ainda não é o momento certo. Aguarde criaturinha ansiosa xP Continue acompanhando.

Musa Jesy H. M. K. Malfoy: aaaah.. q bom q vc está goooostando..! Continue lendo, sim/ xD

Meninaaaas, muuuito obrigada por todas as reviews! xD Eu fico lisonjeada e me sinto muito mais empolgada a escrever sabendo que vcs estão gostando. A Ginny vai aparecer mais, porém esperem o desenrolar da história, certo? heheheh E enquanto ao atualizamento (existe essa palavra? õO) Eu vou postar de 15 em 15 dias pra dar tempo de eu escrever um cap bom, entende? E também porque eu tenho q estudar muito aí minha vida fica meio conturbada... ehuehiehuehieh

Terminando os esclarecimentos... Aproveitem essa fic e quem sabe outras minhas q eu ficaria lisonjeada se vcs as lerem.

Um grande beeeeijo a toooda e boa semana! xD