CAPÍTULO VI

Sesshomaru ficou furioso, quando viu Hakudoushi e Inuyasha chegarem com uma Kagome, visivelmente transtornada. Ele abaixou-se sobre ela e a pegou nos braços, apertando-a fortemente contra seu peito. Seus olhos relampejaram acima dela, exigindo saber o que acontecera, com seus irmãos.

-# Ela... o bastardo estava na cidade - rosnou Hakudoushi.

-# Ele machucou você, bebê? - Sesshomaru perguntou.

Ela sacudiu a cabeça contra seu tórax.

-# O Lobo fedido não a viu - disse Inuyasha. - Pelo menos nós achamos que não. Ele estava estacionado na rua. Kagome o viu pela janela da loja.

-# Droga!

As coisas estavam complicadas. Trocou um olhar com os irmãos. Todos concordaram, silenciosamente. Algo teria que ser feito, sobre o bastardo. Eles não podiam permitir que Kagome continuasse aterrorizada.

Sesshomaru afastou Kagome um pouquinho e emoldurou seu rosto com as mãos.

-# Escute-me, bebê. Nós não o deixaremos machucá-la. Eu juro.

Ela o olhou fixamente por um longo momento, então lentamente concordou com a cabeça.

Ele soltou um grunhido de satisfação.

-# Vá encher a banheira, Inuyasha.

Inuyasha foi ao banheiro, deixando Hakudoushi e Sesshomaru no quarto com Kagome. Sesshomaru correu a mão por sua face, pela curva esbelta do pescoço, até o decote da blusa.

-# Vamos cuidar de você - murmurou. - Primeiro um banho... - deixou a voz diminuir, sugerindo que havia mais para vir.

Ela estremeceu em seus braços. Mas não os olhou preocupada, com a idéia do que estava por vir.

-# Sesshomaru, existe algo... existe algo que você devia saber.

Ele ergue a sobrancelha, ante sua declaração nervosa... examinou Hakudoushi que encolheu os ombros.

Ela o afastou e ele permitiu o espaço. Ela se levantou e afastou-se vários passos de Hakudoushi e Sesshomaru.

-# Eu sei que é uma declaração estúpida - ela começou. Torceu as mãos sobre a testa, sua agitação aumentando.

-# Kagome - chamou Hakudoushi. - O que quer que seja, é só nos dizer. Não pode ser tão ruim. Não importa o que você pense.

Ela respirou fundo e olhou para eles.

-# Eu achei que você devia saber... o que eu quero dizer é que eu não sei como são essas coisas direito. Entre nós, eu quero dizer. Sobre sexo.

Ela parou bruscamente, as faces rosadas.

Sesshomaru esperou pacientemente, para ela explicar qual era o problema. O fato de ela estar pensando em sexo estava prometendo, mas ela não estava certa de como as coisas seriam entre eles. Ele sorriu. Ela era encantadoramente inocente.

-# É só que eu nunca fiz isso antes - disse rapidamente. - Eu sou virgem.

Não tão inocente, certamente! Sua cabeça ficou embaralhada de surpresa e viu a mesma emoção no rosto de Hakudoushi.

-# Diga isso novamente - pediu Hakudoushi.

Seu rubor aumentou.

-# Mas você é casada! - Sesshomaru argumentou.

-# Eu o deixei na nossa noite de casamento - murmurou.

Um sorriso lento estendeu o rosto de Hakudoushi, a mesma sensação de satisfação tomou Sesshomaru. Ela seria somente deles. Ela só pertenceria a eles. Eles seriam seus primeiros. E últimos.

-# Talvez você deva explicar isso, bebê - pediu suavemente. Eles precisavam saber tudo que podiam sobre ela. Quanto mais soubesse maiores as chances de mantê-la. E deixá-la ir não era uma opção.

-# A água está pronta - Inuyasha chamou da porta.

-# Nós deixamos você explicar na banheira - disse Sesshomaru. Ele aproximou-se e Kagome tentou afastar-se quando levou a mão a sua debaixo de sua camisa. - Confie em mim, bebê. Eu não machucarei você. Nós precisamos tirar a sua roupa.

Ela lambeu os lábios, então capturou seu lábio inferior com os dentes e o mordeu furiosamente. Ela era, em uma palavra, adorável.

Kagome estremeceu com os três homens na sua frente. Ela os queria. Mas não estava certa de que queria ficar nua na frente deles. A mera idéia a fazer querer fugir.

A mão de Sesshomaru deslizou por debaixo de sua camisa, acariciando o lado inferior de seu seio. O material fino do sutiã, não amortizou o toque. Ela sentiu uma chama abrasadora de calor em todo seu corpo.

Luz de Deus! Seus dedos acariciavam sua pele, até atrás, o gancho do sutiã, com um estalido o ganho abriu.

Outra mão deslizou debaixo de sua camisa, empurrando-a para cima. Ela surpreendeu-se quando viu que Hakudoushi juntou-se a Sesshomaru.

Hakudoushi empurrou a camisa até seu pescoço, então Sesshomaru suavemente a tirou por sua cabeça. Ela imediatamente cobriu os seios com os braços.

-# Não o faça - pediu Inuyasha, rouco. - Você é linda.

Ela olhou até vê-lo olhando-a fixamente através do quarto, seus olhos a queimavam.

Lentamente ela deixou as mãos caírem até que ficou na frente deles só de calça jeans.

-# Jesus - Hakudoushi suspirou.

Sesshomaru abriu seu cinto e então deslizou o zíper.

-# Se você não se apressar a água vai ficar fria - Inuyasha avisou.

-# Nós não podemos permitir isso - disse Sesshomaru, numa voz que enviou espaços de seu ventre para o sexo. Os músculos tensos, com uma necessidade quente, vermelha.

Ele começou a baixar a calça por seu corpo até que ela ficou só de calcinha. Ansiosa para acalmar com a agonia ela enfiou os dedos no cós e depressa a tirou.

-# Você é perfeita - disse Sesshomaru.

A ergueu nos braços e a levou para o banheiro. Ele a colocou na banheira enorme, cheia de espuma e ela gemeu de prazer quando a água morna envolveu seu corpo.

-# Nós lhe daremos um tempo para relaxar - disse Sesshomaru quando se levantou. Deu-lhe um beijo na cabeça. - Eu voltarei para lavar seus cabelos e secá-la em alguns minutos.

Ela observou enquanto eles saíam em fila do banheiro, depois se afundou mais na espuma e fechou os olhos. Eles iriam fazer sexo com ela agora que contara que era virgem? Ela estava nervosa com a idéia. Não só por nunca ter feito antes, mas por ter três homens querendo fazer amor com ela. E ela não tinha a menor idéia de como eles planejavam fazer isso. Mas maldita se a idéia não a deixava excitada.

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-# As coisas mudaram um pouco - Sesshomaru disse quando entrou com os dois irmãos no quarto.

-# Sobre o que você está falando? - perguntou Inuyasha.

-# Kagome é virgem - disse Hakudoushi.

Inuyasha ergueu uma sobrancelha, mas não disse nada. Ele meramente lançou a Sesshomaru um olhar interrogativo.

-# O quê? - questionou Sesshomaru, sabendo que havia muita coisa na mente do irmão caçula.

Inuyasha suspirou e colocou as mãos no bolso da calça jeans.

-# Como saberemos que ela não mudará de idéia? Como saberemos por que ela fugiu do marido?

Hakudoushi começou a protestar, mas Sesshomaru o silenciou com um olhar. Ele podia ver a incerteza nos olhos de Inuyasha, sempre, Inuyasha era o mais desconfiado.

Uma pontada de dor apertou seu coração. Algum dia ele chegaria a saber o que Inuaysha suportou no Iraque? A tristeza pesou em sua mente. Deus sabia o quanto ele e Hakudoushi tentaram fazer Inuyasha se abrir, mas desde seu retorno há um ano, ele não deu uma palavra sobre o tempo que passou no cativeiro.

-# Inuyasha, ela precisa de nós. Eu não estou dizendo que será fácil. Inferno, ela é casada. Está morta de medo e confusa com o que sente por nós. Tudo que podemos fazer é protegê-la e mostrar o quanto podemos ser bons para ela.

Ele virou para Hakudoushi.

-# Ela confia em você. Já estabeleceu uma relação com você. Penso que você deveria ser o primeiro.

-# Ela não é um pedaço de carne para nós decidirmos por ela - disse Inuyasha, com desgosto.

Hakudoushi riu, suavemente.

-# Ele está certo. Você não precisa controlar tudo, Sesshomaru. Não há nenhuma necessidade de orquestrar todo o ato do sexo. Eu penso que nós podemos lidar com isso.

Sesshomaru não respondeu. Não era isso que ele queria dizer, mas talvez eles estivessem certos. Ele estava se pressionando demais. Passou uma mão pelo cabelo e massageou o pescoço.

-# Estarei lá fora no celeiro - disse. - Você pode ajudar Kagome.

A verdade é que ele precisava de ar fresco. Precisava pensar.

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A água esfriou e Kagome não ia mais esperar pelos homens. Inferno, ela podia se enxugar facilmente. Ainda assim, se sentou na banheira, igual uma pateta obediente.

Ela se levantou, a água escorrendo pelo corpo, pegou uma toalha na prateleira ao lado da banheira e começou a secar-se.

-# Deixe-me.

A toalha escorregou de seus dedos quando Hakudoushi a tomou e começou a roçá-la nas suas costas.

-# Eu posso fazer isso - disse, mais alto do que pretendia.

Ela agarrou a toalha, não gostando do fato de estar nua na frente dele.

Ele a sondou com o olhar por um segundo antes de soltar a toalha.

-# Eu estarei na sala de estar quando você quiser juntar-se a mim - disse e caminhou para fora do banheiro.

Ela levou um tempo tentando desfazer o nó em sua mente. Ela estaria se iludindo seriamente se achasse que seria fácil iniciar uma nova vida com os três irmãos. Ela não sabia nada sobre eles, não tinha a menor idéia do que faria ali e, havia o pequeno assunto de seu casamento com um monstro vil e sádico.

Oh, ele não mostrou a ela sua verdadeira face até a noite do casamento. Ela tinha ficado admirada, quando ele a escolheu para sua esposa. Ela depressa aprendeu que atrás do seu exterior encantador, existia um controlador, um homem abusivo.

As coisas seriam diferentes se ela não o tivesse testemunhado matar um homem a sangue frio no dia do casamento? Provavelmente, não, afinal ele não teve nenhuma dificuldade em levantar a mão para ela. Nenhum remorso, nenhuma emoção tinha cruzado seu rosto, quando ela ficou deitada, chorando.

Ela estremeceu e sacudiu a cabeça para afastar as lembranças. Nunca mais ela iria se colocar em tal posição. Se ela permanecesse aqui, seria porque ela queria, não porque Sesshomaru tivesse dito.

Se ela permanecesse aqui? Ela estava pensando...? Realmente?

-# Você está louca - murmurou para seu reflexo no espelho.

Você os quer tanto quanto eles querem você. Talvez mais.

Seus mamilos endureceram quando os imaginou fazendo amor com ela. Sentiu um insuportável aperto na virilha, estendendo-se ao longo da pélvis, fazendo seu clitóris pulsar em reação.

Ela podia ser virgem, mas não era idiota. Ela era tão cordeiro quanto um padre numa mansão da Playboy.

Virando os olhos, afastou-se do espelho, vestiu-se rapidamente e escapou do banheiro. Caminhou pelo corredor e pela primeira vez, desde sua chegada, fez um inventário do que havia ao seu redor.

A cabana lhe parecia masculina. Todos os quartos estavam escassamente decorados. A sala de estar era dominada pela lareira de pedra e pelo piso de madeira rústica. Era, ela pensou, igual uma cabana de cem anos atrás.

Hakudoushi estava sentado em uma escrivaninha afastada da lareira. Estava concentrado na tela do computador e ocasionalmente digitava. Eles tinham internet aqui, no meio do nada?

Ela procurou pelo outros, mas a casa estava silenciosa. Respirou fundo, cruzou a sala até chegar atrás de Hakudoushi.

-# Hakudoushi? - chamou irritada pela forma como a voz soou insegura.

Ele girou a cadeira e a olhou inquisitivamente.

-# Eu posso fazer algumas perguntas a você?

-# Claro.

Ele levantou-se e a pegou pela mão e a fez sentar no sofá.

-# Vamos ficar mais confortáveis.

Ela sentou ao lado dele, cuidando para manter uma distância segura. Um toque e era provável que ela se jogasse em seus braços e implorasse para que ele lhe fizesse amor.

Ela o olhou fixamente por um longo tempo, depois reuniu coragem e perguntou:

-# Isso é real?

Com o olhar suave ele ficou sentado ao lado, como se soubesse que ela precisava de espaço.

-# Isso deve ser difícil para você.

Ela movimentou a cabeça. Engoliu o que ia dizer e hesitou. Conter suas emoções não era natural para ela, era um problema. Algo lhe dizia que podia ser sincera com ele.

-# É difícil, mas não do modo como você pensa.

Ela prontamente corou e afastou o olhar.

Ele não a forçou a falar mais, apenas esperou.

-# Eu não entendo - ela começou novamente, tentado expor seus pensamentos. - Como vocês todos podem me querer? Eu quero dizer eu posso entender desejarem-me, quererem fazer sexo, mas o Sesshomaru disse... Ele fez soar como se vocês quisessem que eu ficasse.

Hakudoushi confirmou com a cabeça.

-# Mas como? Você não me conhece. Como isso pode ser mais que luxúria?

Ele sorriu e alcançou sua mão, entrelaçando os dedos. Levantou a mão virou a palma para cima, baixou a cabeça e depositou um beijo na pele.

Ela estremeceu, um raio partindo diretamente para seu braço.

-# Luxúria? Oh, sim - disse baixando a mão. - Mas é muito mais do que isso.

Sua mão caiu no sofá, e ela queria apertá-la contra sua boca. A urgência entre suas coxas, exigia alívio.

-# Se você estiver me perguntando se nós estamos apaixonados por você - continuou - bem, eu não posso falar por meus irmãos, mas não penso que seja tão simples. Como você disse, nós realmente não sabemos nada de você. Mas nós reconhecemos você. Isso faz sentido?

Ela agitou a cabeça.

-# Ponha desse modo. Eu reconheço você como a mulher por quem me apaixonarei. Talvez eu já esteja meio apaixonado. Não saberei até que tenhamos mais tempo para explorar um ao outro - deu-lhe um sorriso mau. - E eu planejo explorar muito.

Por alguma razão sua honestidade simples a confortou mais que uma declaração de amor e devoção eternas. Ela conseguira essas de Kouga, e elas não lhe fizeram nenhum bem.

-# O que você quer? - ele perguntou suavemente.

-# Eu queria nunca ter me casado - permitindo-se despejar o lamento.

Com lágrimas nas pálpebras afastou o olhar.

-# Ah, boneca.

Ele se inclinou e a puxou para seus braços, puxou-a pelo queixo até que ela o olhou nos olhos.

-# Você não precisa ficar casada com o bastardo.

A tristeza encheu seu coração.

-# Não acredito que ele vai me deixar ir. Eu sei... eu sabia demais - disse.

Ele arqueou a sobrancelha.

-# O que você sabe boneca?

Ela fechou os olhos. Precisava soltar o pesado fardo que estivera carregando nas duas últimas semanas.

-# Eu o vi matar uma pessoa - sussurrou. - No dia do nosso casamento.

Hakudoushi a abraçou mais forte.

-# Inferno.

Ela o afastou, apertando os dentes para segurar as lágrimas.

-# Você vê. É por isso que eu não posso ficar aqui. Ele me achará. Ele matará você. É nada para ele.

Ele soltou um suspiro e examinou atrás dela.

-# Você ouviu tudo? - perguntou.

Ela virou-se e viu Inuyasha, encostado na parede.

Ele confirmou seus olhos brilhando perigosamente.

-# Você mandou o e-mail a Bankotsu - perguntou.

-# Sim - Hakudoushi confirmou.

Ela voltou à cabeça para Hakudoushi, confusa.

-# Quem é Bankotsu? - ela perguntou.

-# Ele é advogado - explicou Inuyasha.

Ela arregalou os olhos e olhou para os irmãos, buscando em suas expressões uma pista de suas intenções.

-# Ele é um bom amigo nosso. Advoga em Denver. Mandei um e-mail contando sua situação. Perguntei qual a melhor maneira de agir para acabar com seu casamento.

Ela levantou-se agitada, afastando as mãos de Hakudoushi de seus ombros.

-# Você não pode dizer a ele onde estou!

-# Ninguém vai dizer a ele onde você está boneca.

-# Você não quer se libertar dele? - perguntou Inuyasha.

Ela o olhou e viu que a estava estudando, sondando como se medisse sua reação, os olhos estreitados. Ele pensava que ela queria continuar casada com Kouga?

-# Depois do que ouviu como pode duvidar? - perguntou, olhando-o da mesma maneira atenta.

Eles colocaram-se em posição de ataque, nenhum baixava os olhos, fulminando-se. Ele relaxou sua posição e pediu.

-# Venha aqui.

Ela cruzou a sala para ficar a sua frente.

Ele a puxou para seus braços e a beijou.

Ela gemeu baixinho. Deus ele era muito bom. Passou os braços pelo seu pescoço, e naquele momento, não deu a mínima para o que ele pensava dela. Só queria arrancar suas roupas.

Ele chupou seus lábios e mordeu a parte inferior eroticamente. Ele não era gentil, seu toque era exigente. Ele deslizou suas mãos sob sua blusa até tocar seus seios com as palmas.

Ela vacilou quando seus polegares tocaram os mamilos. Arqueou-se mais para ele, querendo mais.

Sua respiração saia em jatos da boca. Ele deixou uma trilha de beijos em seu pescoço e então afundou os dentes na curva do seu ombro.

Ela clamou suas pernas não a sustentavam.

Algo a pegou. Algo não. Alguém. Ela se encontrou balançando entre dois tórax duros. Um na frente. Um atrás.

Os beijos gentis de Inuyasha na mordida chamuscavam sua pele.

Ela se debruçou para trás, querendo mais do toque de Hakudoushi.

Inuyasha empurrou sua camisa para cima, libertando seus seios. Ele se curvou e meteu um mamilo na boca. Deus, ele era quente. Nenhum preâmbulo com ele. Nenhum disfarce. Ele foi para isso. Duro e rápido.

-# Você quer isso? - Inuyasha perguntou.

Se ela queria isso? Se ele não continuasse ela iria matar alguém!

-# Se você não quiser, agora é a hora para dizer disse Hakudoushi roçando seu traseiro contra a ereção dura como pedra.

-# Não, não pare. Por favor.

-# Nunca disse que podia recusar uma senhora - Hakudoushi disse, sua voz espessa de desejo.

Inuyasha puxou sua camisa a tirando totalmente e lançando no chão. Depois enganchou o dedo no cós da calça jeans e puxou-a contra ele, fazendo-a sentir seu membro duro.

Devorava sua boca enquanto a mão apalpava o zíper. Em poucos segundos ele estava empurrando a calça abaixo dos quadris, impaciente.

-# Você tem muitas roupas - ela protestou.

Os olhos de Inuyasha relampejaram.

-# No quarto. Agora!

Ela deslizou, passando por ele e seguiu pelo corredor com as pernas trêmulas em direção ao quarto de Sesshomaru. Estava vestida só com a calcinha, mas por alguma razão, ela não estava preparada, ainda, para despir essa última barreira.

Ela olhou como Hakudoushi e Inuyasha a seguiam pela porta. Inuyasha arrancou a camisa da calça jeans, enquanto Hakudoushi lentamente desabotoava a sua.

Seus olhos dirigiram-se para a virilha de Inuyasha quando ele desabotoou a calça jeans. Ele puxou um pouco a calça, e tirou o membro da roupa íntima.

Ele era magnífico.

-# Venha aqui - disse rouco com o membro na mão.

Ela sabia o que ele queria, não precisava de instruções adicionais. Foi até ele e ajoelhou-se a sua frente.

Ele a pegou pela cabeça e guiou o membro para sua boca. Largou um gemido alto quando deslizou em sua garganta.

Ele tinha um cheiro almiscarado, selvagem, e um sabor exótico.

-# Deus! - ele estremeceu.

Ela não esperou que ele estabelecesse a velocidade. Estava ávida por explorar sozinha. Fez barulhos chupando-o mais fundo na sua boca.

Ele era grande e duro. Ela não podia levá-lo todo, mas maldito se não iria tentar!

Os quadris de Inuyasha balançaram e ele começou a empurrar com mais urgência.

-# Você é muito gostosa! Sua boca é deliciosa - disse.

Sentiu a mão de Hakudoushi em seu cabelo, puxando-a para longe de Inuyasha, só para o membro de Hakudoushi substituir o de Inuyasha.

Ela abriu a boca obediente, para aceitar a circunferência maior e ele deslizou rapidamente, de um lado para o outro.

-# Oh, ... assim - Hakudoushi disse, num sussurro torturado.

Ela sentiu vazar fluído na sua garganta. Penetrante. Ligeiramente salgado. Tragou, esperando mais. Mas ele puxou para longe dela.

Inuyasha a ergueu e a levou para a cama. As costas de seus joelhos apartados do colchão e ele a puxou de volta até suas pernas oscilarem da cama.

Ele se debruçou sobre ela e apertou os lábios contra sua barriga, até a faixa da roupa intima. Então começou a puxar a calcinha para baixo, seus lábios acompanhando a trilha, na mesma direção.

Quando ficou livre da calcinha ele a lançou por cima do ombro e separou seus joelhos. Ajoelhou-se entre suas pernas e passou os dedos sobre as dobras de seu sexo.

Ela empurrou na sua direção. Deus, ela estava molhada. Seu clitóris zumbindo, esperando para ele tocá-lo.

Ele separou seu dedo mais longo então começou a mexer na sua entrada, então dois dedos. Então se curvou e sacudiu a língua sobre seu clitóris.

Ela quase pulou fora da cama. Hakudoushi suavemente empurrou suas costas. O colchão afundou quando ele sentou-se ao seu lado e começou a fazer movimentos circulares, em seus seios com os dedos.

Inuyasha rodou a língua em seu clitóris, depois baixou até sua entrada.

Hakudoushi começou a chupar seu mamilo. Então o outro. Ela fechou os olhos e abriu a boca em um grito mudo.

Inuyasha deslizou um dedo dentro dela. Então dois. Ele os deslizava para dentro e para fora, enquanto chupava seu clitóris.

Seu corpo inteiro estava tenso, empurrou então o mundo explodiu ao seu redor. Ela perdeu a batalha para permanecer silenciosa e clamou seu orgasmo em todo o corpo.

Ela sentiu uma erupção de umidade entre as pernas, mas Inuyasha continuou atormentando-a com a boca. Hakudoushi chupava um mamilo e atormentava outro com a mão. Incrivelmente ela sentiu a necessidade voltando. Não novamente. Ela não podia.

De repente, Inuyasha afastou-se e ela sentiu as pernas moles. Hakudoushi moveu seus lábios para capturar sua boca em um beijo ofegante.

-# Relaxe, boneca - sussurrou.

Então ela soube o que estava vindo. Almejava isso. Queria isso mais que qualquer coisa.

O membro de Inuyasha cutucou sua entrada, então, com um empurrão firme, ele deslizou para dentro dela.

Seus olhos se arregalaram antes a miríade de sensações que a dominaram. Dor, prazer incrível, desejo, querer, necessidade.

Ele permaneceu quieto por um momento, esperando seu corpo se ajustar à invasão. Ele era grande. Ela era apertada. Ele poderia se ajustar?

-# Eu não posso esperar mais - disse Inuyasha por fim, os dentes comprimidos.

Ele saiu e entrou novamente, mais forte que antes. Ela agarrou a cabeça de Hakudoushi, afastando-o da sua boca. Ele a segurou firme quando Inuyasha começou a empurrar entre suas pernas.

Ela nunca sentira nada parecido antes. Inuyasha se debruçou para frente e empurrou seus quadris poderosamente.

-# Oh - ela exclamou quando ele se acomodou completamente dentro dela. Podia sentir suas bolas aconchegadas no seu traseiro.

-# Eu estou machucando você? - Inuyasha começou a sair.

-# Deus, não! Não pare! - pleiteou.

Suas palavras pareceram empurrá-lo para cima dela. Ele começou a empurrar suas mãos firmando os quadris.

Em sua névoa, ela registrou outra presença. Sesshomaru. A cama completa novamente.

-# Parece que eu estava perdendo toda a diversão - sua voz profunda, acima dela, quase a fez gozar.

Sesshomaru pôs a mão em seu pescoço e puxou sua cabeça para que pudesse deslizar o membro em sua boca.

Ela fechou os olhos e o chupou fundo, no mesmo ritmo das punhaladas de Inuyasha.

Sesshomaru agarrou sua cabeça com firmeza, a punhalada dura, não permitindo a ela o controle. Ele parou para ela puxar a respiração então meteu até a sua garganta.

A boca de Hakudoushi estava em seu mamilo novamente, seus dentes arrastando os pontos sensíveis. Então ele chupou em sua boca e ela perdeu toda a noção de tempo e lugar.

Ela não podia pensar. Ela só podia reagir. Sentia Inuyasha a montando com urgência, agitando a cama toda com suas punhaladas. Então ele apertou suas pernas e ela sentiu os jatos quentes de seu orgasmo.

Ela choramingou em protesto. Ela não estava pronta ainda. Ele começou, então teria que acabar. Não queria que Inuyasha parasse.

Sesshomaru deslizou para fora de sua boca e parou um momento. Então, enrolou seu cabelo na mão e empurrou todo o membro em sua boca, ele deslizou pela sua garganta abaixo. Suas bolas descansaram no seu queixo, se manteve quieto, enchendo sua boca completamente.

Inuyasha retirou-se e ela sentiu a perda. Sesshomaru retirou-se e começou a bombear dentro e fora de sua boca. Ele estava porto do orgasmo. Ela podia sentir. Ele apertou, inchou, se tornou mais duro na sua boca.

Preencheu novamente sua boca e ela tragou depressa como ele empurrou mais rápido.

A cama baixou e suas pernas cambaleantes caíram como Inuyasha as deixou. Antes que ela pudesse articular qualquer som de protesto, suas pernas foram afastadas novamente.

Hakudoushi deslizou nela. Ela gemeu ao redor do membro do Sesshomaru. Hakudoushi era diferente, mas tão bom quanto Inuyasha.

Ele começou um lento movimento dentro e fora, gentil, fundo.

Ela estremeceu ligeiramente quando Sesshomaru a agarrou mais firme pelo pescoço.

-# Oh, Deus! Bebê, eu vou gozar, prepare-se.

Os sons molhados dela chupando encheram o quarto e ele segurou o membro na mão e forçou ainda mais fundo.

Encheu sua boca com o líquido quente, jatos contra sua garganta, se derramando pelo seu queixo. Ela tragou tão rápido quanto podia, mas vinha muito. Ele empurrou mais um pouco, e segurou no fundo, segurando-a enquanto ele terminava na sua garganta.

Lentamente soltou sua cabeça até que ela deitou no colchão novamente. Abriu os olhos para vê-lo olhando-a, desejo e aprovação em seus olhos.

Ele baixou a mão para acariciar seus seios, friccionando seus dedos nos mamilos tensos.

Inuyasha tomou o lugar desocupado por Sesshomaru, virou sua cabeça em sua direção. Estava duro novamente. Deslizou seu membro em sua boca e gemeu. Ele estava surpreendentemente gentil, muito mais do que quando penetrara ela.

Hakudoushi estocava entre suas pernas, o suave movimento de carne contra carne fazia um barulho que enchia o ar. Ele apertou um dedo em seu clitóris na medida em que metia mais fundo e ela começou a torcer-se em busca do orgasmo, fora de qualquer controle.

O membro de Inuyasha em sua boca, as mãos de Sesshomaru em seus seios, Hakudoushi fundo dentro de seu sexo. Era demais. Ela agüentou o quanto podia.

Inuyasha encheu sua boca, Hakudoushi afundou profundamente e despejou-se dentro dela. Ela gozou de modo selvagem, espasmos oscilavam seu corpo.

Hakudoushi deslizou para fora dela e debruçou-se sobre sua barriga, a respiração ofegante. Inuyasha tirou o membro de sua boca e a abraçou.

Ela fechou os olhos, respirando profundamente, tentando desesperadamente, acalmar os sentidos furiosos. Tremia da cabeça aos pés com a força do orgasmo. Resumindo, se sentia uma geléia.

Sentiu suas pernas sendo erguidas e separadas. Um membro duro deslizou nela e ela gemeu.

-# Eu não posso mais - sussurrou. Não podia ter outro orgasmo como aquele. A mataria.

Sesshomaru riu um som rouco e erótico aos seus ouvidos. Era a risada de um predador. Um que conhecia seu direito sobre a presa que estava tomando.

-# Oh, sim, bebê. Você pode. Só deite e sinta.

Estava muito dolorida, e ainda assim, quando ele pôs suas pernas nos ombros e empurrou, sentiu seu corpo reviver.

-# Isso, bebê. Assim.

Inuyasha e Hakudoushi passavam as mãos suavemente por seu corpo, por sobre a barriga, o estômago, então os seios. Ambos baixaram as cabeças e tomaram seus mamilos, chupando com vontade.

Seu corpo estremecia com Sesshomaru empurrando forte nela. Ele estava tão duro, tão grande!

Ele se retirou e ela abriu os olhos.

-# Vire-se - comandou.

Hakudoushi e Inuyasha a ajudaram a se virar, as mãos mornas, confortantes.

-# Fique em cima dos joelhos - pediu Sesshomaru.

Ela estremeceu em reação. Ele a iria tomar por trás? Esta era sem dúvida sua fantasia mais erótica. A coisa que ela mais queria tentar. Era uma posição garantida para fazê-la enlouquecer.

Ele agarrou seus quadris com as mãos fortes e com os polegares, abriu as nádegas elevando seu traseiro e seu sexo.

Ele correu o dedo pelo vale do seu traseiro, parando na entrada de trás.

Ela vacilou e apertou reflexivamente. Seguramente ele não iria...

Ele riu novamente, como se lendo seus pensamentos.

-# Não ainda, bebê. Mais logo. Muito logo.

Estremeceu inteira ante a idéia dele fodendo seu traseiro. Seria tão bom quanto ela imaginava? Ou seria essa uma das coisas melhores na fantasia que na realidade?

Ela não sabia. Mas queria descobrir.

Ele se posicionou atrás dela e a penetrou, quase a arrancando de cima dos joelhos.

Ela gritou com a onda de prazer, que correu por todo o corpo. Ele estava tão fundo. Mais fundo do que ela imaginou que poderia ir. Ele avançou, fixando um ritmo louco, dirigindo ela para o orgasmo. A batida de suas coxas contra o traseiro ricocheteava pelo quarto, o som incrivelmente erótico aos seus ouvidos.

Hakudoushi ajoelhou-se na cama e posicionou-se diante dela, o membro duro a poucos centímetros de sua boca. Ela a abriu obediente e ele empurrou para dentro.

Os lábios de Inuyasha deslizaram por suas costas provocando arrepios, as mãos beliscando seus mamilos.

-# Você gosta disso? - ele murmurou.

Ela movimentou a cabeça, incapaz de falar com o membro de Hakudoushi empurrando impaciente na boca.

-# Imagine como será quando você estiver tomando nós três juntos - continuou com a voz quente de luxúria. - Você quer? Se em ssshomarueu traseiro, eu no seu sexo e Hakudoushi na sua boca.

Ela estremeceu em reação as palavras provocantes.

Sesshomaru empurrou mais forte, em resposta, fazendo-a clamar.

-# Eu penso que quero fazer amor você novamente - Inuyasha sussurrou. - Você iria gostar disso?

Ela deixou o membro de Hakudoushi escorregar de sua boca o suficiente para gritar sim, antes de Hakudoushi empurrá-lo novamente em seus lábios.

Sesshomaru saiu, mas ele não tinha gozado ainda. Inuyasha tomou seu lugar e deslizou o membro duro dentro dela.

-# Oh, sim. Você é muito gostosa. Dentro de você é maravilhoso - gemeu Inuyasha.

Ele fodia dentro e fora, os dedos cravados em seus quadris, enquanto Hakudoushi continuava assaltando sua boca. Ela nunca se sentiu tão poderosa, tão desejável, e tão sem controle sobre o próprio destino. Percebeu isso quando estava quase gozando.

Inuyasha parou muito cedo, mas Sesshomaru tomou seu lugar. Então eles começaram, dirigiam-na próxima do cume e paravam, antes que ela conseguisse.

Três, quatro, cinco punhaladas e trocavam de lugar.

Ela chupava o membro de Hakudoushi com toda a intensidade de seu desejo furioso. Ela queria gozar. Ela precisava gozar.

-# Eu estou gozando, boneca - gritou Hakudoushi.

Ele atirou em sua garganta, empurrando vigorosamente. Ela engoliu como podia atenta ao membro empurrando sua sexo.

Finalmente sentiu Sesshomaru apertar-se contra seu traseiro. Ela levantou o quanto podia, empurrando contra ele. Ele apertou seus ombros com as mãos.

Ele atirou tanto líquido que sentiu escorrer pelas coxas, mas ela não conseguiu gozar.

Ele retirou-se e Inuyasha depressa agarrou seus quadris e mergulhou. O fogo a queimava. Ele bolinava sua pélvis, seu estômago, apertava suas pernas, até que ela temeu desmoronar.

Ele a penetrou mais duro, sabendo como ela precisava.

Ela fechou os olhos, quando suas coxas duras batiam em seu traseiro. Ele alcançou seu clitóris e apertou.

Pontos negros apareceram na sua frente. O mundo borrou ao seu redor. Sentiu-se explodindo quando atingiu o orgasmo.

Atrás dela Inuyasha clamou. Empurrou para frente e estremeceu-se contra ela.

Ela desmoronou incapaz de agüentar seu peso com as mãos. Inuyasha veio junto, o corpo cobrindo o seu, o membro quieto, profundamente enterrado nela.

Ela não conseguia respirar. Arquejou o corpo flácido. Então, simplesmente, desmaiou.

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Gente eu respondo as reviews no próximo capitulo....

Tem mais alguém aí pegando fogo?? Acho que estou sentindo cheiro de queimado...

Quem tá com calor levanta a mão. Hahahahahah.