Original: SunshineDaisiesWindmills
An: DesculpaDesculpaDesculpaDesc ulpa! Eu sei que demorei, mas por favor me perdoem!
Ela acordou sozinha do dia seguinte. Ela não tinha nenuhuma memória sobre James ir embora, então ela assumiu que ele tinha saído depois que ela tinha dormido. Ela estava incrivelmente agradecida da presença dele na noite passada e levemente decepcionada pelo ausência dele de manhã. Ela disse para si mesmo que não importava . Por que deveria? Ela não gostava dele então o que importava se ele também não gostava dela? Por que ele deveria ficar? Cuidadosamente ela se levantou abriu as curtinas a sua volta e olhou a hora.
Uma pequena caixa e um pedaço de papel estavam bloqueando a sua visão do relógio. Ela os pegou, esquecendo completamente do tempo, e abriu o papel.
Lily,
Vai ficar tudo bem. Nós vamos passar por tudo isso. Juntos.
James
P.S. Me desculpe por ter esquecido seu aniversário. Espero que goste do presente.
Ela sorriu e abriu a caixinha. O lindo colar que tinha visto na cidade trouxa brilhava para ela. Ele era de parta e tinha um pequeno pinguente de vidro pendurado. Ela sorriu de novo, enquanto o fechava em volta do seu pescoço.
Talvez ele gostasse dela.
Talvez ela gostasse.
O salão comunal estav cheio. Ela não tinha certeza do porquê, não tinha nenhuma celebração ou castigo acontecendo, não tinha nenhuma razão boa o suficiente para todo mundo estar no salão comunal. Mas eles estavam.
Era até meio triste tudo isso, que todos eles escolheriam hoje para ficar no salão comunal. Hoje,quando tudo o que Lily queria era ver James. Normalmente o número de pessoas não seria um problema. Tudo que ela precisava fazer era achar alguma coisa idiota que James tenha feito para implicar com ela e eles estariam sozinhos em um piscar de olhos.
Mas gritar com ele não era um opção hoje. Seria simplismente errado. Então Lily sentou do lado de suas amigas e ficou conversando enquanto James estava do outro lado da sala, com os amigos dele, fazendo alguma coisa que parecia extremamente divertida. Ela olhou para ele várias vezes, sem que ninguém percebesse, tentando fazer um contato visual. Isso se transformou em algo muito difícil; James estava totalmente envolvido no esporte qualquer que eles estavam jogando.
Depois de douze minutos, James finalmente olhou para ela. Ela olhou para os olhos dele, ele sorriu afetuosamente, ela virou o rosto para a saída. Ele pareceu entender então Lily se desculpou com as amigas e saiu para o corredor.
HojeHoje Os pés dela a levaram por memória para um pequeno canto que tinha perto da torra da Grifinória em que eles tinham se encontrado uma vez. Ela se encostou na parede e esperou. Não demorou muito tempo para Lily ouvir o som familiar dos passos apressados dele. Ela se perguntou por que ele corria para encontrar com ela em momentos assim mas quase sempre se atrasava para oa encontros planejados. Era irrelevante. Eles quase nunca tinham encontros planejados e Lily pretendia que continuasse daquela forma.
Ela chegou aonde ela estava e imediamente passou os seus braços ao redor dela. Ela o parou antes que ela a beijasse colocando um dedo nos lábios dele. "James", as sobrancelhas dele se uniram em confusão. Ele parecia adorável e não conseguiu controlar os risos, "Eu só queria te agradecer."
As sobrancelhas dele se aproximaram mais ainda; elas eram quase uma agora. Ela tirou as mãos do quadril dela. "Pelo o que? Se for pelo cordão aqui-"
Ela respirou fundo, encolheu os ombros, e o cortou, "Por tudo."
Ele sorriu, "Não foi grande coisa."
"Foi sim," Ela deu um passo para mais perto dele e passou as mãos pelo seu pescoço.
"Não," Ele se aproximou dela e colocou as mãos de volta onde estavam. "Mas você sabe o que é?" Ela negou com a cabeça, "Você se encontrou comigo só para conversar duas vezes já." Ela riu. "O que é esse loucura?"
Ela riu mais ainda inclinando sua cabeça mais para perto dele. "Essa loucura," ela sussurrou, "não vai acontecer novamente."
Ela pensou ter visto um pequne desapontamento no rosto dele, mas ele virou cômico tão rápido que ela não conseguiu entender. "Awwwwwwwwwwwwwwwwe" ele lamentou, "Por que não?" Ela sorriu para o comportamente infantil dele, "Eu gosto de conversar."
"Eu não." Ela balançou a cabeça e se aproximou ainda mais dele; suas bocas quase se tocam. "Eu gosto de te beijar." Ela precionou os seus lábios nos dele. Ele correspondeu imediatamente. "Você não?" Ela inspirou. Ela sentiu a cabeça dele balancçar enquanto fazia um som de concordância. "Bom, então nos beijar nós vamos."
Eles terminaram na cama dele mais tarde naquele dia. Tinha sido um desafio, subir para o dormitório masculino com o salão comunal tão cheio, mas o risco corrido não importava enquanto eles estavam com familiaridade nos braços um do outro.
Tinha sido tão bom como sempre era. Lily não gostava de falar mas os sons que ela fazia enlouqueciam James. Ele amava cada minuto daquilo. Ela era graciosa e simples nos seus movimentos. Ele era bruto e forte. Juntos… bom, James achava que não existia nada mais magnífico.
Lily estava quieta agora. Sem se mover. Ele sabia que ela não gostava de conversar mas ela não tinha feito nenhum som desde que a sua respiração tinha se acalmado do sexo. Era triste. Ele queria perguntar se alguma coisa estava errada, se ela ainda estava chateada, se alguma outra coisa a incomodando. Ele não perguntou. Ele não tinha certeza que ela iria escutá-lo; ela parecia estar desligada, em algum lugar distante onde ele não iria nunca encontrá-la.
James não gostava disso. Ele queria conversar e rir e brincar como eles normalmente faziam. Ele sentia falta dela, mesmo que fosse estúpido sentir isso. Ela estava do lado dele mas ao mesmo tempo não estava. Ela estava sozinha, no seu próprio mundo. James duvidava que iria conseguir trazer ela de volta para ele. Tentar seria igual a tentar acordar os mortos: em vão e possivelmente perigoso.
Ele se moveu para mais perto dela, querendo ficar junto do seu corpo se não conseguia a sua mente. Ele levantou a cabeça e a apoiou na sua mão enquanto olhava para ela. Ela era tranquila, elegante, delicada. James queria gravar aquela expressão serena que ela estava na sua mente para sempre. Parecia a coisa mais bonita que ela já tinha visto em todo a sua vida. A vontade de ficar mais perto dela era assustadora.
Ele voltou a se deitar, e a puxou para ele. Ele se aninhou no pescoço dela e respirou fundo a essência que era tão dela. Ele deu um leve beijo no ombro dela. O sorriso que ela lhe deu o surpreendeu; ele não esperava conseguir trazer ela de volta. Ela levantou a cabeça e deu um leve beijo nos lábios dele. Conforme ela voltava a se deitar, ela se aconchegou nele.
Ele inspirou o cheiro dela novamente, completamente envolvido pela presença dela. Ela conseguia sentir a respiração dela na sua pele e isso era tudo o que precisava. Ele a tinha encontrado, percebeu, e agora os dois estava perdidos. Longe no lugar secreto, mágico e perfeito que existia quando eles estavam juntos. Eles estavam a milhões de kilômetros de distância na cama dele.
E talvez, só talvez, James não gostasse de conversar tanto assim.
"EVANS! Hey, Evans!" Ele gritou para ela no momento em que passava por ele no Salão Principal. Ela hesitou por um minuto e ele percebeu que tinha a atenção dela. "Sai comigo."
Ela não olhou para trás. "Não."
"Bem, por que não?" Ele se virou na cadeira em que estava sentado para poder olhar para ela.
Ela se virou e levantou as sobrancelhas na direção dele. "Porque você é um idiota. E eu não sou muito chegada a idiotas."
"O que você acha de um beijo então?" Ele mexeu as suas sobrancelhas.
Os olhos dela soltaram faíscas. Ela começou a andar na direção dele. Por um pequeno, mísero momento ele achou que ela realmente fosse agarrá-lo e beijá-lo ali, bem no meio do salão. Se ela não estivesse consciente do número de pessoas olhando para eles, ela poderia ter feito.
Mas como ela estava consciente em vez de beijá-lo ela fez o que era esperado dela. Deu um tapa nele. Todos no recinto – tirando a Lily- recuaram ao ouvirem o crack. Pelas suas palpebras piscando, James quase não viu quando Lily saiu correndo pelas portas. Por um momento ele tocou na brilhante marca vermelha que ele sabia que estava na bochecha dele. Ele gemeu e foi em direção a saída.
Ela sabia que ele ia seguí-la. Ele sempre o fazia. Normalmente ele queria que ele o fizesse. Hoje, no entanto, ela só não estava no clima. Já fazia um tempo que ela tinha estado realmente com raiva dele. De certo modo a frustração que ela poderia ter sentido sempre era descartada pela antecipação de beijá-lo. Dessa vez era diferente, hoje ele tinha simplismente enfurecido ela.
Ela passou pelos corredores. Ela não tinha certeza para onde estava indo mas sabia que não iria para nenhuma sala em desuso ou um canto escondido por isso ela esparava que James não a encontrasse.
Ela conseguiu se esconder durante um tempo, mas rápido demais ela ouviu os passos dele atrás dela. Ela tentou acelerar, mas não tinha sentido. "Lily!" ele chamou. Ela pegou o braço dela e a virou para ele. Ela tentou o empurrar mas ele segurou suas mãos também. "Me desculpe ta bom?"
Ela conseguiu sair do abraço dele. "Oh, eu tenho certeza que se sente culpado…" ele a cortou quando encostou sua boca na dela.
Ele sabis que era provavelmente estúpido. Ele não podia lembrar a última vez que ela tinha ficado realemente com raiva dele mas com o rosto vermelho e o perigoso olhar que ela lhe mandava ele não conseguiu resitir. E depois de tudo, não tinha sido uma ação assim – exatamente assim – que tinha começado tudo isso?
Ele a beijou praticamente como tinha feito dois ano atrás. Mais uma vez, e tão surpreendente quanto, ela o beijou de volta. Com raiva, paixão e ferozmente os lábios dela se movimentavam contra os dele, jogando todas as suas frustrações ali. Ela colocou as mãos no peito dele e o empurrou em direção a parede. Isso a deu um melhor acesso e permitiu que ela aprofundasse o beijo.
James se sentia extremamente entretido. No momento em que os seus lábios se separaram, ele sussurrou, "Ainda acha que eu sou um idiota?"
Ela empurrou a cabeça dele de novo contra a parede com um beijo. "Sim."
A mesa de Lily estava uma bagunça. Tinha redações pela metade que tinham sido descartadas por outras novas e melhores; cartas vindas de casa; e algumas que ainda precisavam ser enviadas. Além, é claro, de alguns livros. Ela tentava organizar um bolo de papel mas não parecia estar funcionando muito. Enquanto trabalhava uma palavra chamava sua atenção e, parando o seu trabalho, ela lia uma carta antiga ou o começo de uma redação e sorria carinhosamente ou fazia caretas para o que via. Era um processo extremamente zeloso.
Na metada de uma redação que tinha sido entregue meses atrás, Lily inconscientemente registrou que a porta do seu domirtório estava sendo aberta. Isso não a incomodou afinal ela dividia seu quarto com outras cinco meninas e elas tinham tanto direito de entrar quanto ela mesma. Assim, ela ignorou a porta e continuou pensando sobre a razão de ela ter resolvido reescrever aquela redação. Os primeiros parágrafos estavam muito bons na verdade.
Uma pequena tossida atrás dela a assutou um pouco, mas novamente, ela escolheu ignorar. Ela descartou a redação de poções em cima de uma pilha e começou a ver o resto dos papéis.
"Lily." Aquilo chamou a atenção dela. Ela se virou para encontrar James.
"Bom, oi." Ela deu um sorriso e se levantou. "Como você entrou aqui dentro?" Ela gostaria de ter engolido as palavras assim que elas sairam de sua boca. Ela já tinha entrado no quarto dela antes, ela só nunca pensou em perguntar como.
"É bom ver você também." Ela cruzou os braços sobre o peito e levantou as sobrelhas.
"Eu não disse que não bom ver você. Eu só-"
"Ficou surpresa?" Ele riu.
"Sim." Ela parou um momento antes de adicionar. "Uma surpresa agradável."
Ela riu mais ainda. "Que bom."
Ela revirou os olhos e balançou a cabeça. "Você não respondeu a minha pergunta."
"Certo." Ele descruzou os braços e começou a andar em direção a ela. "Eu sinto mas não posso te contar isso. Segredo máximo."
"Eu achei que você tinha dito que não deveriam existir segredos entre nós."
"Verdade! Eu disse isso... hm então… eu cheguei aqui em cima através de mágica.!"
"Você disse sem mentiras também."
"Eu não estou mentindo. Eu usei mágica."
"Certo." Ela olhou céticamente para ele. "Você pode pelo menos me conceder a reposta do porquê de você estar aqui?"
"Certamente." Ele deu outro passo chegando muito perto e colocando suas mãos na cintura dela. "É muito simples. Eu senti sua falta."
"É verdade?" Ela olhou para ele e colocou seus braços em volta do pescoço dele.
"Terrivelmente." Ele sussurrou antes de colar os seus lábios nos dela.
"Eu acho que você deveria sentir a minha falta com mais frequência." Lily pensou enquanto tentava se acalmar. James tentou não rir. "O que? Aquilo foi… maravilhoso. E eu nem precisei ir a lugar nenhum. Talvez eu deva começar a te ignorar mais."
"Você não iria querer fazer isso."
"Por que não?" Ela rolou para lado e olhou nos olhos dele. Os óculos dele tinham sido removidos em algum momento antes, por isso ela podia olhar diretamente para eles. Ela percebeu que ele tinha olhos lindos.
"Você iria sentir falta do meu maravilhoso senso de humor."
"É, eu ia sentir falta disso." A voz dela saiu cheia de sarcasmo.
"Ouch." Ela encolheu os ombros com um sorriso. "É bom saber porque você me mantem por perto."
"Eu não tenho segredos com você."
Ele recuou. "Eu mereci isso." Ela leventou as sobrancelhas. "Eu prometo que te contarei um dia. Você gostará da estória. É um ótimo conto que contêm um gato chamado Oskar."
"Viu? Eu devia começar a te ignorar. Eu teria sexo melhor e informação!" Ela começou a se mover para a beirada da cama.
James continuou deitado. "Você está saindo?" Ela confirmou, "mas esse é o seu quarto!" Ela deu de ombros. "O que as suas colegas de quarto pensarão quando me encontraram nu na sua cama?"
"Que você é maluca porvavelmente. Elas já acham que você fica me seguindo, não seria tão surpreendente assim."
"Isso realmente me machuca Lily." Ele apertou o peito e estendeu a mão para da ênfase. Lily não conseguiu conter a risada quando viu que ele levantou a mão na direção errada. "O que é engraçado? Eu não estou brincando."
"Você realmente não consegue enxergar né?
Ele corou e abaixou as mãos. "Não." Ela deu um passo na direção dele. "Você realmente vai evitar um pobre homem cego que só ficar com você?"
"Você vai mentir para mim de novo?" Ela deu outro passo.
"Nunca amor." Ela chegou nos braços dele e colocou os seus em volta do pescoço dele. Ela moveu o rosto devagar até que os narizes se encontrassem. Ele sorriu antes que ela o beijasse.
"Ta tudo bem?"
Esse era uma pergunta difícil. Possivelmente a mais difícil que ela já tivera que responder nos seus anos em Hogwarts – incluindo o ano dos N.O.M.s. Em qualquer outro caso ela teria respondido simplismente, "Sim, é claro!" talvez tivesse pedido licença porque estava cansada ou então passando mal. Provando para a pessoa que tivesse pergunta que não tinha razão para ela não estar bem e que nunca tinha tido. Responder de qualquer outro jeito demandaria uma explicação da parte dela do porquê dela não estar bem e só uma pessoa no mundo saberia disso.
Desafortunadamente, era essa mesma pessoa que perguntava agora.
"Claro que está, por que não estaria?" ela respondeu. Não era uma mentira exatamente. Não tinha nada nesse instante a perturbando. É claro que ela sabia porque ele estava perguntando. E ele sabia que ela sabia também. Ele levantou as sobrancelhas a lembrando desse detalhe.
"Eu acho que estou, pelo menos." Ela adicionou, tentando ser honesta. Ela não certeza que estava bem, ainda. Ela certamente não estava se sentindo maravilhosa. Mas ela não estava mal também. Ela estava meio que entre os dois. Talvez bem era uma parada no meio do caminho.
Ele se aproximou dela e tirou o seu cabelo do rosto dela. Os óculos dele tinham sido colocados de volta, e através deles parecia que ele poderia ver tudo dentro dela. "É difícil." Ela suspirou. "É o sentimento mais bizarro que eu já tive." Ele continuou olhando para ela a deixando confortável. "É como se eu tivesse perdido alguma coisa." Ela balançou a cabeça, "Mas que eu nunca tive na verdade."
Ela podia sentir suas emoções quase explodindo. Ela não entendia. Ela já tinha lidado com essas emoções, a muito tempo, sozinha. "Então porque eu deveria estar me sentindo triste?" As lágrimas encharvam os olhos dela e por mais que tentasse ela não conseguia segurá-las. "E eu sei," ela engasgou "Eu sei que é possível." Ela inspirou rapidamente. Suas lágrimas caiam livremente, em algum momento ele tinha colocado as suas mãos nas dela, a apertando gentilmente. "Um dia," Ela soluçou e limpou parte das lágrimas com uma mão, "Um dia eu poderei ter o que é que eu tenha perdido. Eu vou, isso é um fato da vida, só que..." Ela se afastou dele e juntou as mãos no rosto. "Na verdade eu nem sei disso!"
A resposta dele foi simples. Ele se aproximou dela e a puxou para ele. Colocou a cabeça dela no ombro dele e cobriu as costas dela com um braço dele enquanto o outro fazia cafuné. Ele apoiou sua bochecha contra a têmpora dela enquanto ela soluçava e chorava. Quando pareceu que ela tinha se acalmado ele não a soltou mas lhe deu um beijo suave na testa dela.
Tudo o que ele poderia falar estava perdido, mas não importava. O silêncio dele era tudo o que ela precisava.
Lily não estava dormindo. Ela estava totalmente consciente disso. Seus olhos estavam fechados, ela não se movia, para qualquer pessoa – até mesmo o menino do lado dela – parecia que ela estava dormindo. Se ela conseguisse ela provavelmente estaria. Ela estava muito cansada, mas não conseguia acalmar sua própria mente. Então ela deitava lá, no abraço do seu amante; olhos fechados, corpo imóvel, pensamentos correndo.
James também não estava dormindo. Lily podia dizer. Não que fosse difícil; ele não estava nem figindo que dormia. Ela podia sentir sua respiração irregular, a mudança de peso, o movimento aleatório das mãos dele no corpo dela. Talvez há alguns momentos atrás ele tivesse tentado dormir, como ela estava, mas agora ele tinha se acostumado a apenas deitar do lado dela, completamente acordado. Ela sentiu ele bufar indignado. "Lily?"
Ela poderia ter respondido. Ela sabia que em algum lugar bem dentro dela ela tinha a força. Entretanto a vontade de achar essa força não existia, por isso ela continuou calada.
"Você está dormindo?"
Não. Ela podia negar com a cabeça. Era um pequeno movimento, simples o suficiente. Dois simples movimentos. Ela podia fazer ou podia só ficar deitada. Imóvel. Era uma escolha fácil.
Ela não respondeu.
Ele riu. "Lily, ele falava suavemente. "O que eu vou fazer com você?" Ele sorria, ela podia sentir na voz dele. Ele começou a fazer cafuné novamente. Depois de alguns instantes e a beijou na têmpora. Os lábios dele não se afastaram, ela podia sentí-los levemente sobre a sua pele enquanto ele ia para sua orelha. Eles continuaram encostando nela, só de leve, enquanto James sussurrava suavemente:
"Eu te amo."
A decisão de ignorar a fala dele era simples o suficiente. Ele não sabia que ela estava acordada, portanto, ele não queria que ela realmente soubesse de qualquer jeito. Ele não podia. Se ele quisesse, ele teria falado quando tivesse certeza de que ela estava ouvindo.
Ela não sentiu pressão para responder, mas a desconcertou da mesma forma. Eles ainda não estavam em uma relação. Eles só estavam se divertindo. Significava... nada. E ele se apaixonando por ela, ou dizendo pelo menos, era totalmente contra as regras.
Mas ela ainda gostava da companhia dele, então ela o ignorou.
Era simples o suficiente.
Ele a beijou suavemente. Ela sorriu com o coração partido de volta para ele. Apesar de eles terem se encontrado várias vezes durante essas três semanas e a ameaça de ficar dois meses sem ele; aquelas palavras ainda estavam na cabeça dela. Ele não deveria ter dito aquilo! Não fazia parte do acordo deles.
"O que foi?" Ele perguntou beijando a testa dela. "Preocupada de novo?"
"De jeito nenhum." Ela sorriu e beijou o nariz dele. Ela pensou que ele fosse a repreender por estar mentindo, mas ele não fez isso.
Ele sorriu capturando os lábios dela em outro beijo. Ele estendeu a mão para segurar a dela. Ela se afastou rapidamente. "Nada de segurar as mãos lembra?"
A expressão dele mudou de contente para confuso e ferido. "Isso- isso foi a dois anos atrás... Nós voltamos a esse ponto? Sério?"
Ela se afastou dele e se levantou. "A gente nunca saiu disso."
"Isso é uma besteira Lily e você sabe." Os dois estavam em pé agora, olhando para o outro e percebendo uma ferocidade que eles não viam há muito tempo.
"Não é não! Nós tinhamos um combinado! Existem regras!" As mãos dela se mechiam enquanto ele falava. Ela sabia que o seu rosto estava ficando vermelho, ela podia sentir o calor crescendo nas suas bochechas.
"Dois anos atrás!" Ele gritou cruelmente de volta para ela. Ele se aproximou tentando se acalmar. Ele tentou abraçá-la. "A gente passou por tanta coisa desde daquele dia. Eu pensei já tivéssemos passado dessas regras estúpidas." Ele segurou a mão dela, suplicando.
"Não." Ela se afastou novamente. "Regras não são estúpidas!" Ela começou a andar. "Elas provêm ordem e- e- elas não são estúpidas!"
Okay!" Ele respondeu, "Elas não são estúpidas" Ela parou de andar, mas continuou de costas para ele. "Mas Lily," ele tentou se aproximar, "Isso foi há tanto tempo. Aconteceu antes de chegarmos aqui. Quando nós ainda estávamos só nos divertindo. Antes de virar algo sério."
Ela se virou o empurrando. "Nós não temos nada sério! Nós não estamos namorando!"
"Só porque você nãp concorda! Nós agimos como se estivéssemos, você só quer que vire oficial!"
"Porque eu não quero namorar com você!" O rosto dele ficou sério.
"Você não quer namorar?" ele perguntou temporariamente. "Ou você não quer namorar comigo?"
Ela respirou provunda e bravamente. "Eu não quero namorar," O rosto dele se encheu de esperamça, "com você."
"Bom porque razão não?" Ele correu na direção dela e segurou seus pulsos enquanto a olhava nos olhos. "Por que não tem problema eu beijar você mas tem para eu segurar a sua mão? Por que não tem problema nós agirmos como um casal quando não tem nínguem por perto, mas em nenhum outro momento?"
O rosto da Lily continuou vazio. Esse não era o final que ela esperava (mas James sempre conseguia surpreendê-la). Ela conseguia perceber que a voz de James continuava a perguntar coisa difíceis. Ela não tinha uma resposta para elas. Tudo que passava pela sua cabeça era como escapar dele. Agora.
"Eu- eu," ela respirou fundo. "Eu não sei James." Sem olhar para ele, ela pegou as roupas que estavam no chão e as vestiu. Ele não disse nada. Ela andou até a porta e rapidamente virou para ele. "Eu te escrevo no verão."
Ela saiu e fechou a porta. Depois de dois passo uma batida na porta fez ela hesitar. Mesmo assim ela continuou andando.
N/A: Bom, eu espero que isso tenha valido a espera! Me desculpem por ter demorado tanto, eu só fiquei TOTALMENTE ocupada. Eu literalmente não tinha tempo nenhum para escrever. E eu ainda tive um bloqueio. E essa combinação não é muito boa, em qualquer situação. Por favor por favor me deixem uma review! Mesmo sabendo que eu não mereço... Por favor? :)
Beijos, Sunny
N/T: Quase um ano depois eu volto. Me desculpem mesmo mas um ano mega complicado. Para tentar me desculpar eu vou postar o próximo capítulo até o final desse mês, isso é uma promessa. Bom é isso, e igual a autora, eu sei que não mereço mas vocês podem deixar uma review? Por favor.
PS: Desculpem também se tiver algum erro, mas eu não li nada depois que fiz a tradução. E é por isso que eu venho fazer uma pergunta. Alguém por acaso, quem sabe, talvez quer a beta? =D Bom se quiser me manda uma PM, eu acho que essa fic merece. =D
Abakashy: Oi, nossa obrigada pelo elogio e desculpa a demora. É uma fic maravilhosa mesmo. A autora mostra essa evolução no relacionamento deles de um jeito muito legal. A Lily tenta ignorar várias coisas no começo, como da para perceber, mas depois de um tempo aceita... tudo? E sobre os pensamentos... A primeira vez que eu li o capítulo eu também não entendi o que a autora quis dizer, mas são os pensamentos dela em relação ao bebê e ao que isso pode trazer para ela, academicamente, amorosamente. No começo ela acha que é a pior coisa do mundo e tudo mais, e acho que dependo algumas pessoas se sentem ofendidas por descordar dela completamente. Beijos.
